
Aquele não sei quê, que aspira não sei como, que, invisível saindo, a vista o vê, mas pera o compreender não lhe acha tomo;
Fonte: Melhores poemas Luís de Camões — II
Camões
Aquele não sei quê, que aspira não sei como, que, invisível saindo, a vista o vê, mas pera o compreender não lhe acha tomo;