“A compaixão, o amor por nossos irmãos, pelas pessoas que nos amam, o amor por aqueles que nos odeiam, o amor pelos inimigos — sim, esse amor que Deus preconizou na Terra, esse amor que a princesa Mária me ensinou e que eu não compreendia; é disso que me arrependo na vida, é isso o que eu faria se ainda ficasse, se eu ainda vivesse. Mas agora já é tarde. Sei disso!”
“O peso na cabeça e no peito o fez lembrar que os sofrimentos e a morte eram possíveis também para ele. E naquele momento não quis para si nem Moscou, nem a vitória, nem a glória. (Para que precisava de mais glória?) Agora só desejava repouso, tranquilidade e liberdade.”
“Eu podia ver-me no Céu e na Terra ao mesmo tempo; no Céu, pelo meu Cristo, por minha Cabeça, pela minha Retidão e Vida e, na Terra, pelo meu corpo ou pessoa.”
“Preciso primeiro pronunciar uma sentença de morte contra tudo o que pode apropriadamente chamar-se uma coisa desta vida, até para considerar-me a mim, a minha esposa, a meus filhos, a minha saúde, aos meus divertimentos, e a todos, mortos para mim, e eu mesmo morto para eles.”