A principal diferença entre as pessoas vivas e os personagens fictícios é que o escritor se esforça para dar aos personagens coerência e unidade interior, enquanto as pessoas vivas podem chegar a extremos de incoerência porque sua existência física as mantém unidas.
A fênix representa a constância. Prevendo por instinto sua renovação, suporta com constância o ardor das chamas que a consomem; e depois, mais uma vez, renasce.
A iluminação é o fim de um processo — pensar-se e sentir-se como um eu separado e limitado — mas o começo de outro — o reajuste do corpo, da mente e do mundo com essa nova compreensão experiencial.