— Pois fique com ela, aquele urubu de novena! Minha paixão é mesmo Silviana! Eu ainda me desgraço por causa dessa garça, dessa veada de olhos verdes, dessa eguinha branca das crinas castanhas!
Quando você abandona a tarefa impossível de decodificar sintomas e reconhece que eles não têm resposta para dar, algo acontece: você para de monitorar para tentar adivinhar e começa, talvez pela primeira vez em semanas, a viver.