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Clínica de Fertilidade e Reprodução Humana
Atualizado: 2 horas 32 minutos atrás

A infertilidade feminina

qui, 08/13/2020 - 16:58

Para uma mulher ser considerada infértil ela precisa ser incapaz de engravidar naturalmente após um ano de tentativas, isto é, mesmo tendo relações sexuais frequentes, durante o seu período fértil, com um homem que tem a fertilidade preservada. Quando uma mulher que deseja ser mãe se percebe nessa situação, ela deve procurar ajuda de um médico especialista em reprodução humana para que possa ser avaliada.

 

O sistema reprodutivo feminino é formado por diferentes órgãos e células que precisam estar funcionando de forma perfeita e harmoniosa para que a concepção seja possível. São órgãos pertencentes a esse sistema a vagina, o útero, os ovários e as trompas (que conectam os dois anteriormente citados), e trabalham com eles diferentes hormônios (como o estrogênio e a progesterona) e diferentes células (como os folículos ovarianos, que a cada ciclo liberam uma célula com potencial para ser tornar óvulo). A falha em qualquer um desses órgãos ou células, assim como em partes específicas do cérebro que controlam todo esse processo, pode ser a responsável pela incapacidade de uma mulher se reproduzir.

 

Dessa forma, o “problema” pode estar nos ovários, no endométrio (camada interna do útero), nos tecidos que conectam os órgãos uns aos outros, promovendo sua sustentação dentro da bacia, nas trompas uterinas, na produção e ação de hormônios etc. Um quarto das causas de infertilidade feminina é devido a doenças do ovário, como a ausência de ovulação ou o envelhecimento do óvulo – este último mais frequentemente devido ao envelhecimento da própria mulher. A endometriose (doença caracterizada pela presença de endométrio fora da cavidade uterina) aparece em segundo lugar como causa de infertilidade, sendo responsável por 15% dos casos; depois temos as doenças das trompas ou dos tecidos de sustentação mencionados anteriormente, que normalmente representam obstáculos físicos no caminho do óvulo ou do embrião, impedindo que ele percorra o seu percurso natural e se desenvolva. Má-formações uterinas ou a presença de pólipos ou tumores dentro do útero também podem ser responsáveis em alguns casos, pois não permitem que o órgão seja capaz de sustentar a gravidez.

 

Outras causas ainda incluem doenças da cérvice feminina (a cérvice é a entrada do útero, que está localizada no fundo da vagina, ao alcance do exame físico de rotina do médico ginecologista), do sistema imunológico (que é o sistema de defesa do organismo) e as genéticas e, ainda assim mesmo, após intensa investigação, às vezes o motivo da infertilidade mantém-se desconhecido.

 

O acompanhamento do médico especialista tem por objetivo descobrir o que causa a infertilidade e qual é o meio para superá-la. Essa meta é alcançada por meio de um estudo minucioso da saúde do casal, que também inclui a realização de exames de imagem e de sangue. Com esse estudo, o médico deve ser capaz de diagnosticar qual parte desse complexo sistema não está funcionando adequadamente, podendo, a partir daí, elaborar um plano que se adapte especificamente ao caso em questão, sendo que o atendimento individualizado promove maiores chances de sucesso do tratamento.

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

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Fertilidade e Alimentação

qua, 08/12/2020 - 17:56

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Tenho síndrome dos ovários policísticos e estou infeliz

ter, 08/11/2020 - 17:45

Essa não é uma frase incomum para muitas mulheres… A síndrome dos ovários policísticos é a doença hormonal mais frequente da mulher em idade reprodutiva. Costuma ser diagnosticada ainda na adolescência e está associada a um quadro de sintomas bem característico que compreende a irregularidade menstrual, a acne, a obesidade, aumento de pelos no rosto e corpo e em casos mais avançados a dificuldade para engravidar   – nem todos esses sintomas precisam estar presentes dependendo do grau da doença.

Apesar de ter características que podem ser medidas ou avaliadas por exame físico, exame de imagem e de laboratório (alterações hormonais típicas), a mulher com síndrome dos ovários policísticos também pode apresentar sintomas de ansiedade e de depressão, assim como dificuldade nos relacionamentos (pessoal e sexual).

A presença de sintomas psicológicos em mulheres com a síndrome muitas vezes exige tratamento específico, não podendo passar despercebida. A ausência de tratamento para esses distúrbios está associada a uma maior necessidade de tratamento de outras doenças como também aumenta a chance de desenvolver doenças cardiovasculares.

Algumas vezes as pacientes escondem os sintomas emocionais que sentem de determinado médico especialista, ou por medo ou por acreditarem que nada tem a ver com a “doença que apresentam” no momento.  Mas ambos, médico e paciente, não podem esquecer que não há queixas irrelevantes e que todos os problemas podem ser abordados no seu devido tempo.

Sofrer em silêncio é uma realidade para muitas mulheres que não se queixam, seguem em frente e muitas vezes esquecem de si mesmas. O efeito disso normalmente é uma sobreposição de doenças e transtornos em uma vida cansada, confusa e infeliz. É importante expressar o que se sente e, mais importante ainda, saber pedir ajuda e ter em quem confiar.


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Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

 

Veja mais:

Bazarganipour et al. Health and Quality of Life Outcomes 2013, 11:141 – Psychological investigation in patients with polycystic ovary syndrome -Fatemeh Bazarganipour, Saeide Ziaei, Ali Montazeri, Fatemeh Foroozanfard, Anoshirvan Kazemnejad and Soghrat Faghihzadeh5

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Não consegui engravidar com o tratamento: devo desistir?

seg, 08/10/2020 - 15:54

A dificuldade de engravidar é algo presente na vida de muitos casais que são considerados inférteis quando, mesmo após um ano de tentativas, não conseguem engravidar. Após procurarem um especialista e iniciarem um tratamento adequado – já que são inúmeras as causas de infertilidade – três resultados podem aparecer: a gravidez, a falha do tratamento ou a desistência precoce por parte dos casais.
A variedade de tratamento disponível inclui a inseminação artificial, a fertilização in vitro, a injeção intracitoplasmática de esperma, assim como procedimentos cirúrgicos e o uso de medicações, hormonais ou não. Os motivos que os levam a desistir são os mais diversos, variando conforme o tipo de tratamento a que estão submetidos.
De modo geral a desistência acontece por desgaste físico e emocional, questões financeiras, problemas médicos ou quando já estão previstas baixas chances de sucesso com a terapia. Mas o desgaste emocional parece ser o aspecto que exerce a maior influência, algumas vezes pode ser necessário apoio psicológico profissional para auxiliar o casal a lidar com a frustração e o estresse emocional.
A decisão de desistir é rotineiramente tomada em conjunto pelo casal e parece não influenciar negativamente sobre a manutenção posterior do seu relacionamento, segundo pesquisas.
tratamento da infertilidade, assim como qualquer outro tratamento médico, pode ser exaustivo e algumas vezes desestimulador, principalmente quando os resultados demoram a aparecer.
A decisão sobre continuar ou não o tratamento deve ser uma decisão bem informada, isto é, o médico que acompanha o casal deve fornecer a eles a realidade sobre o seu caso e as suas chances de sucesso, conforme o tempo passa. Fora a informação, também é bom haver o suporte social e emocional de parentes e amigos que possam ajudá-los a refletir sobre qual o melhor caminho a seguir.

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

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Como se preparar para o tratamento de infertilidade?

seg, 08/10/2020 - 15:33

Chega um momento na vida de cada casal em que a dúvida sobre ter ou não ter filhos se torna uma constante no seu dia a dia. Algumas vezes os parceiros querem coisas diferentes, ou em momentos diferentes, mas, ao final, quando a decisão é tomada, um misto de alívio e ansiedade toma conta. Depois de tanto ponderar, imaginar e querer, algo inesperado pode acontecer: não ser capaz de engravidar. E em grande parte das vezes é assim que a infertilidade aparece, sem aviso prévio. O casal pode decidir, então, por procurar um especialista.     
Ao procurar um ginecologista especialista em reprodução humana, o casal aceitou que algo está errado e que eles gostariam de receber ajuda. O médico iniciará um processo de investigação das possíveis causas para a sua infertilidade e irá oferecer a eles os tratamentos disponíveis. Também serão dadas orientações gerais sobre saúde, como a importância de cuidar do corpo, controlando os vícios, balanceando a dieta e até mesmo se exercitando, já que a saúde física também é importante para o sucesso da terapia e colabora com o bem-estar individual.
A ideia de não ser capaz de ter filhos é algo difícil de digerir, principalmente porque não é um tema que costuma fazer parte do nosso cotidiano. O casal que inicia o processo de enfrentamento da infertilidade se sente muitas vezes desamparado e tem dificuldade em buscar apoio das pessoas a sua volta por medo de dizer o que sentem ou o que está de fato acontecendo. Da decisão de ter filhos, dos meses de tentativa, da decisão de procurar um médico até de fato iniciar o tratamento, o casal enfrenta uma tempestade de diferentes emoções, e a habilidade para lidar com elas é algo que definitivamente será testada.
Atualmente, no meio científico, estuda-se bastante a importância do suporte social e a diferença que isso faz para os casais que estão vivenciando esse momento. Palavras positivas de familiares e amigos, poder expressar o que sente para o parceiro e o apoio do médico que os assiste são condições essenciais para seguir em frente e amenizar o estresse que quase invariavelmente irá surgir.
Dessa forma, cuidar da saúde do corpo, conversar com as pessoas que fazem parte da sua vida, principalmente com o parceiro, assim como o suporte de um profissional compreensivo e dedicado, são ferramentas ideais para enfrentar a infertilidade.

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

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Opções de tratamento para pacientes com síndrome dos ovários policísticos

seg, 08/10/2020 - 15:31

A síndrome dos ovários policísticos, ou SOP, é uma doença comum na população feminina. É considerada uma síndrome hiperandrogênica. Isso quer dizer que a mulher portadora possui características que refletem a ação de hormônios masculinos, como a distribuição de pelos e acne. A obesidade e a infertilidade (relacionada à irregularidade menstrual) também são comuns a essa condição. E a característica que dá nome à doença é a presença de pelo menos doze pequenos cistos ovarianos distribuídos na periferia dos ovários, ou um ovário aumentado de tamanho. Mas não é preciso detectar essa alteração para se fazer o diagnóstico.

As mulheres com SOP nem sempre apresentam todos esses sintomas ao mesmo tempo. É por isso que o tratamento pode variar bastante entre as pacientes, pois ele é direcionado pelo objetivo que a paciente pretende alcançar: regular a menstruação, combater a acne, engravidar, perder peso ou ainda melhorar a resistência à insulina, que também é característica da doença. A resistência à insulina (ou intolerância à glicose) representa a dificuldade que esse hormônio tem para exercer a sua ação no organismo podendo, a longo prazo, levar ao desenvolvimento do diabetes.

Dessa forma as opções de tratamento incluem anticoncepcionais orais (para regular o ciclo menstrual) e medicamentos que ajudam a amenizar os sintomas masculinizantes. Resistência a insulina e obesidade são tratados individualizando os casos e em acompanhamento com o Endocrinologista juntamente com o Ginecologista.

Independentemente do objetivo que se queira alcançar, ou do tratamento escolhido, todas as pacientes com síndrome dos ovários policísticos se beneficiam com controle nutricional adequado e atividade física regular, que podem amenizar todos os seus sintomas, incluindo a dificuldade para engravidar! Dessa forma, essa mudança de hábitos deve fazer parte do tratamento de todas as pacientes, o que também ajuda a combater a maior tendência que essas mulheres possuem de desenvolver doenças cardiovasculares.


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Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

 

Veja mais:

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Infertilidade masculina sem explicação

seg, 08/10/2020 - 05:16

    Quando um casal procura um médico especialista com a queixa de não conseguir engravidar, inicia-se um processo de investigação que tem por objetivo identificar o que está causando essa dificuldade. As causas possíveis são inúmeras e podem resultar de um acometimento da mulher, do homem ou de ambos. Em um determinado número de vezes não é possível, mesmo com intensa busca, determinar a causa da infertilidade do casal.
    O estudo da fertilidade do homem começa com o seu histórico de saúde e seu exame físico. Nesta etapa alguns exames já podem ser realizados. Posteriormente a investigação continua com a realização de um espermograma, que é um exame que avalia a qualidade e a quantidade de espermatozoides presentes em uma ejaculação. Essa é a última etapa para a grande maioria dos homens, pois diversas condições podem ser diagnosticadas com esse exame. Mas para outros, a pesquisa deve continuar com a repetição do exame ou com dosagens hormonais. É importante que a parceira também seja investigada, pois algumas vezes a dificuldade em se achar o diagnóstico no homem se deve ao fato de não haver nada de errado com ele.
    Quando a busca se encerra sem uma explicação concreta para a infertilidade masculina, diz-se que ela é idiopática, isto é, sem causa definida. Esse diagnóstico pode acometer até 15%* dos homens inférteis, o que levou ao surgimento de muitas pesquisas e teorias sobre o assunto. Uma das explicações  é a presença de anticorpos contra os espermatozoides. Isso pode acontecer e seria devido à quebra de barreira no local onde eles ficam armazenados nos testículos (resultado de trauma ou infecção anteriores, por exemplo). Assim, o sangue quando entra em contato com agentes patogênicos pode estimular o sistema a produzir esses anticorpos. Outras possibilidades seriam o excesso de radicais livres – advindos de processos infecciosos ou do tabagismo -, o dano ao DNA dos espermatozoides ou defeito no processo de capacitação que os espermatozoides precisam realizar para conseguir fertilizar o óvulo.
    São diversas as explicações propostas, mas faltam exames adequados para que seja possível identificar essas condições. Os tratamentos disponíveis, dependendo do caso, incluem se abster do tabagismo, o uso de medicação hormonal ou antioxidante e a reprodução assistida.

* IBJU: Unexplained male infertility: a review – Alaa Hamada, Sandro C. Esteves, Mark Nizza, Ashok Agarwal. Vol. 38 (5): 576-594, September – October, 2012

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

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O câncer e a infertilidade

seg, 08/10/2020 - 05:14

            Pacientes que superaram o câncer carregam consigo diferentes preocupações, sendo a mais angustiante delas a possibilidade de retorno da doença. Pensar em filhos, ou mesmo planejá-los, acaba, muitas vezes, sendo esquecido durante a batalha contra um câncer, mas, atualmente, com o surgimento de novas drogas e tratamentos, essa é uma importante questão para a programação do casal e da equipe médica que lida com essa doença. Já escrevemos sobre Ser mãe depois do câncer.
            Os estudos mais recentes apontam que o tratamento prévio com quimioterapia não influencia no peso do feto nem no risco de aborto, assim como não há maior risco de desenvolver doenças cromossômicas, congênitas ou câncer; a gravidez em si também não aumenta o risco de uma paciente desenvolver câncer novamente, mas, no caso daquelas que receberam irradiação na região pélvica, existe um aumento no risco de parto prematuro, aborto, baixo peso do feto e defeitos no posicionamento da placenta.
            Os riscos aos quais esses pacientes estão expostos devem ser discutidos previamente ao início do tratamento e eles devem ser encaminhados a especialistas que os orientarão para que possam manter sua capacidade reprodutiva independentemente do tratamento ao qual irão se submeter. A melhor opção para mulheres que possuem um parceiro e irão se submeter a tratamento que possa ser tóxico aos seus ovários é a criopreservação de embrião produzido pelo casal ou, em outras palavras, manter um embrião congelado pelo tempo necessário. Também somente o óvulo (sem ainda estar fecundado por um espermatozoide) pode ser criopreservado. Para aquelas que se submeterão à radioterapia é possível realizar transposição ovariana, que é uma técnica em que o ovário é reposicionado dentro do organismo para diminuir a quantidade de irradiação que possa receber. Outras opções, para ter filhos após o tratamento, incluem usufruir da doação de óvulos. No caso dos pacientes masculinos também é possível a criopreservação do esperma.
            Quando um paciente é diagnosticado com câncer, o tratamento deve ser iniciado assim que possível e exatamente por isso a orientação do especialista em reprodução tem que ser feita o quanto antes para que a conduta tomada para preservação da fertilidade não atrase o tratamento da doença.

 

Autor: Dra. Juliana Amato

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Não quero engravidar agora: devo congelar o meu óvulo?

seg, 08/10/2020 - 05:07

O momento “certo” para engravidar é um dilema moderno. Se por um lado a mulher sente que deve esperar ter estabilidade profissional e financeira, estar com alguém que realmente ama e com quem deseja ter um filho e, principalmente, esperar o momento em que tenha realmente maturidade para lidar com a maternidade, por outro lado ela sabe que, conforme o tempo passa, mais difícil será engravidar e conceber uma criança saudável.
A capacidade reprodutiva da mulher começa a cair por volta dos 35 anos de idade, se tornando bem inferior aos 40. Paralelamente a esse processo, aumentam-se as chances de defeitos genéticos no embrião, levando a gestação mais frequentemente ao abortamento. O que fazer? 
criopreservação é a técnica que permite o congelamento de óvulos da mulher quando ainda jovem por um longo período. A ideia central é que ela possa usufruir dessas células congeladas para engravidar em um “momento mais adequado” na sua vida, quando estiver mais velha, por exemplo, e com uma maior dificuldade para gerar um óvulo saudável e conseguir engravidar naturalmente.
Ainda que a criopreservação seja uma opção disponível atualmente, a idade em que o óvulo é retirado e a idade em que é utilizado no futuro influenciam no sucesso da terapia, sendo tão mais bem sucedida quanto mais jovem a mulher em ambos os momentos.  
A conscientização precoce sobre a fertilidade como algo que faz parte da saúde e do dia a dia e que é fortemente influenciada pelas nossas atitudes, decisões e estilo de vida é de extrema importância tanto para o planejamento familiar pessoal quanto para o sucesso de futuras terapias de reprodução assistida.
A orientação e o suporte do médico especialista são uma ferramenta essencial no processo de decisão da mulher e do casal, porque, muitas vezes, os casais não sabem quais as tecnologias que estão disponíveis e quais as suas reais opções.

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

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Infertilidade feminina sem explicação

sex, 08/07/2020 - 15:09

O desenvolvimento do sistema reprodutivo feminino e do seu ciclo ovulatório é um processo complexo que acontece naturalmente para todas as mulheres. Ovários, trompas, útero e secreção vaginal precisam estar todos em perfeita harmonia com o  ciclo hormonal para que a fertilidade esteja presente, de modo que, quando isso não acontece, deve ser realizada uma extensa investigação da paciente para determinar qual ponto de todo esse processo não está funcionando corretamente.
Para que a mulher consiga engravidar é preciso no mínimo que ela esteja produzindo óvulos e que as suas tubas uterinas (que são prolongamentos do útero que o conectam aos dois ovários) estejam abertas permitindo a passagem deles.
investigação da infertilidade da mulher inicia com seu histórico de saúde e seu exame físico. Essa consulta inicial irá direcionar o especialista quanto às possíveis causas para a infertilidade. Podem ser necessários exames de sangue para dosagens hormonais e exames de imagem para avaliação dos órgãos reprodutivos. Em um momento mais tardio pode ser necessária a realização de videolaparoscopia, que é uma ferramenta tanto para diagnóstico quanto para tratamento em alguns casos e que consiste na introdução na cavidade abdominal (por meio de pequenos orifícios realizados pelo cirurgião) de uma câmera e alguns instrumentos para manipulação cirúrgica.
Quando não é possível definir a causa da dificuldade de engravidar (considerando que o parceiro também está sendo investigado), a infertilidade é chamada idiopática e pode ser devido a fatores genéticos ou imunológicos não muito bem compreendidos ainda. Mesmo para esses casos, existem diversos tratamentos propostos, como a indução da ovulação, com o uso de medicação, e a reprodução assistida, com inseminação intrauterina ou fertilização in vitro.

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A saúde do recém-nascido pode ser afetada pela obesidade da mãe?

sex, 08/07/2020 - 06:16

A obesidade é uma condição sabidamente associada a diversos outros problemas de saúde. Na gestação ela se torna importante fator de risco para a mãe e para o feto. Gestantes obesas têm maiores chances de desenvolver diabetes gestacional, pressão alta (que pode ser grave ao ponto de ter que interromper a gestação) e fetos muito pesados. A gestação dessas mulheres pode se prolongar além do esperado e elas também apresentam maiores taxas de necessidade de cesariana.
Em relação especificamente ao feto*, a obesidade da gestante está associada ao nascimento de bebês prematuros, que apresentam dificuldades respiratórias, icterícia (amarelão na pele), queda do açúcar no sangue e, portanto, também maiores taxas de internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). 
O feto dessas mulheres parece ter maior dificuldade em se adaptar ao trabalho de parto do que o feto de mulheres com o peso adequado para a sua altura. A relação entre alguns desses fatores parece ser diretamente proporcional à obesidade, isto é, quanto mais obesa a gestante maior a chance de parto prematuro, por exemplo. 
Os benefícios da redução do peso são incontáveis. A alimentação balanceada e a prática de atividade física durante a gestação podem amenizar os possíveis efeitos negativos  da obesidade sobre a saúde do feto. 
Algumas dicas importantes às gestantes incluem beber bastante líquido, dividir as refeições em porções menores durante o dia, de modo a se alimentar a cada duas ou três horas no máximo, consumir bastante frutas e legumes e evitar  comer doces em excesso. 
A gestação não é período para fazer dieta para tentar emagrecer, muito pelo contrário, deve haver alimento o suficiente para suprir as necessidades da mãe e do feto, mas de forma balanceada. A amamentação é um processo que consome bastante energia e facilita a perda do peso adquirido na gestação.
O acompanhamento adequando no pré-natal é muito importante para se detectar precocemente algumas alterações que podem decorrer da obesidade e prevenir possíveis danos à gestante e ao bebê.

Leia também:

*JAMA, June 12, 2013—Vol 309, No. 22 – Maternal Obesity and Risk of Preterm Delivery Sven Cnattingius,Eduardo Villamor, Stefan Johansson, Anna-Karin Edstedt Bonamy, Martina Persson, Anna-Karin Wikstro¨m, Fr edrik Granath

*MC Pregnancy and Childbirth 2013 – Neonatal outcomes in obese mothers: a population-based analysis – Anne-Frederique Minsart, Pierre Buekens, Myriam De Spiegelaere and Yvon Englert, Minsart et al. B

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A obesidade e a saúde reprodutiva do homem

qui, 08/06/2020 - 15:25

infertilidade masculina tem, em grande parte dos casos, uma causa idiopática, isto é, mesmo após investigação apropriada não é possível encontrar o que está causando a dificuldade para haver a reprodução. Aposta-se assim em  causas comuns como as doenças hormonais, obesidade, determinadas medicações, varicocele (varizes nos testículos que atrapalham a produção dos espermatozoides), infecções, uso de drogas, entre outras.
Uma dessas causas comuns, a obesidade masculina, está associada a diferentes condições urológicas como presença de pedra nos rins, aumento da próstata, redução nos níveis de testosterona, disfunção sexual e infertilidade. A urologia é a especialidade cirúrgica médica que estuda o trato urinário de ambos os sexos e o trato reprodutivo masculino. Em relação especificamente à reprodução assistida*, homens acima do peso (mesmo não sendo necessariamente obesos) apresentam menores taxas de concepção por meio da fertilização in vitro
Atualmente são feitos diversos estudos para justificar essas associações, mas as explicações ainda não estão muito claras, principalmente porque é muito comum que pacientes obesos apresentem outras questões como diabetes ou aterosclerose que podem ser de fato as responsáveis pelas associações encontradas nas diferentes pesquisas. Em relação à infertilidade, alguns estudos** já mostraram que a chance de produzir menos espermatozoides aumenta com o ganho de peso, o que também comumente ocorre com o avanço da idade.
Na verdade, o que se sabe é que a prática de atividade física regular, a alimentação balanceada e não ser fumante ajudam a melhorar grande parte das condições associadas à obesidade e à saúde reprodutiva do homem. Em relação à capacidade de reprodução, quando essas mudanças não forem o suficiente, em certos casos, o médico especialista poderá prescrever o uso de medicação; posteriormente, se essa também não surtir efeito, ainda seria possível buscar os benefícios da reprodução assistida.

Leia também:

*Obesity (Silver Spring). – Male adiposity impairs clinical pregnancy rate by in vitro fertilization without affecting day 3 embryo quality. – Merhi ZO, Keltz J, Zapantis A, Younger J, Berger D, Lieman HJ, Jindal SK, Polotsky AJ.

** International Journal of General Medicine – Association of body mass index with some fertility markers among male partners of infertile couples – Masoumeh Hajshafih, Rasul, Ghareaghaji, Sedigheh Salem, Nahid Sadegh-Asadi, Homayoun Sadeghi-Bazargani, 

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Reduzindo os riscos da infertilidade

qui, 08/06/2020 - 05:38

            Tanto a saúde reprodutiva do homem quanto da mulher são dependentes de diversos elementos, que incluem a genética, os nossos hábitos de vida e o meio ambiente, assim como fatores próprios, como a idade ou a presença de doenças. Considerando a impossibilidade prática de se atuar sobre a genética, a capacidade de reprodução de uma pessoa pode ser aprimorada por meio da readequação dos hábitos ou dos fatores ambientais – que são aqueles aos quais nos expomos diariamente.
            Práticas sabidamente benéficas à saúde, de modo geral, atuam também em benefício da saúde reprodutiva, como a atividade física, o combate à obesidade, o controle do estresse emocional e a manutenção de uma dieta alimentar saudável. O consumo exagerado de álcool e o tabagismo, por outro lado, são considerados prejudiciais à fertilidade.
            É preciso ter em mente que a idade é um fator de grande atuação sobre a capacidade reprodutiva, de modo que, com o passar do tempo, principalmente a partir dos 35 anos de idade, ela vai diminuindo. A exposição a tratamentos gonadotóxicos (com efeitos adversos sobre os órgãos reprodutivos), como acontece na quimioterapia para pacientes com câncer, mesmo sendo na maioria das vezes uma condição inevitável, ainda pode ter o seu efeito amenizado dependendo da técnica que for utilizada. Assim, podem ser tomadas providências para se preservar a fertilidade desses pacientes, inclusive se fazendo valer de técnicas de congelamento de células (espermatozoides, por exemplo) que poderiam ser utilizadas posteriormente por meio da reprodução assistida (fertilização in vitro).
Assim, é possível tomar atitudes práticas com o intuito de promover a fertilidade do homem e da mulher e que inevitavelmente irão também beneficiar a saúde deles de forma geral. O médico especialista é capaz de prover o casal de ferramentas que permitam assegurar a capacidade reprodutiva, mas somente cada pessoa pode optar por mudar seus hábitos cotidianos. 

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

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Fatores relacionados ao Estilo de Vida e Infertilidade

qua, 08/05/2020 - 15:43

É bem conhecido que certos hábitos pessoais e fatores ligados ao estilo de vida causam impacto na saúde; muitos destes mesmos fatos podem limitar a habilidade do casal de conceber. Felizmente, no entanto, várias destas variáveis podem ser reguladas para aumentar não apenas as chances de concepção, mas também para a saúde geral do indivíduo. Alguns destes fatores comportamentais incluem:

1.    DIETA E EXERCÍCIOS
Um funcionamento reprodutivo otimizado requer tanto uma dieta apropriada quanto apropriados níveis de exercício. Mulheres que estão significativamente com sobrepeso ou subpeso podem ter dificuldades em engravidar.

2.    TABAGISMO
O hábito de fumar tem sido mostrado como um fator de diminuição na contagem de espermatozoides nos homens e aumenta o risco de aborto espontâneo, nascimento prematuro e baixo peso ao nascimento dos bebês em mulheres. O hábito de fumar por ambos os parceiros reduz as chances de concepção em cada ciclo, tanto naturalmente ou com fertilização in vitro, em um terço.

3.    ÁLCOOL
O consumo de álcool pelas mulheres  aumenta substancialmente o risco de defeitos ao nascimento, e, se em níveis altos o suficiente no sangue materno, pode causar a síndrome alcoólica fetal. O álcool também afeta a contagem de espermatozoides no homem.

4.    DROGAS
Drogas, como a maconha e os esteroides anabolizantes, podem causar impacto na contagem de espermatozoides no homem. O uso de cocaína por mulheres grávidas pode causar retardos severos e problemas de rins no bebê e é, talvez, a pior droga possível de se abusar durante a gravidez. O uso recreativo de drogas deve ser evitado, tanto durante a  tentativa da concepção quanto durante a gravidez.

 

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014
*Muitas destas informações são do site stanford.edu

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Implantação

qua, 08/05/2020 - 05:09

Durante todo este tempo o embrião vem se movimentando ao longo dos tubos de falópio, mas no estágio de blastocisto o embrião adentra o útero. Ele vai crescer e irá formar conexões com a mãe através de vasos sanguíneos. Este estágio de conexão com o útero é chamado “implantação” e é outro estágio crítico para a obtenção da gravidez.
Neste ponto, o embrião está mandando componentes químicos na corrente sanguínea da mãe, e após 2 semanas da fertilização os componentes químicos terão alcançado um nível capaz de ser percebido por um teste de gravidez.
O embrião deve então continuar a crescer e desenvolver os diferentes tipos de células e estruturas necessárias para se tornar um bebê. O processo de concepção ocorreu e a mulher está grávida.

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

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Fertilização

ter, 08/04/2020 - 16:37

Uma vez que o espermatozoide obteve entrada ao óvulo, uma cadeia complexa de eventos ocorre dentro de um período de mais ou menos 16 horas, culminando com o material genético do esperma, formando uma estrutura chamada de “pró-núcleo masculino” e o material genético do óvulo formando o “pró-núcleo feminino”. Os pró-núcleos masculino e feminino movem-se juntos em direção ao centro do óvulo e durante a fertilização In-Vitro;  isto pode ser visto no microscópio. O óvulo pode agora ser chamado de embrião fertilizado e normalmente estaria neste estágio um dia após a ovulação.  
No dia seguinte após a fertilização, o material genético do embrião deve dobrar e depois dividir-se formando duas células idênticas, tudo ainda dentro da membrana. Essa duplicação de material genético e divisão continua pelos próximos dois dias até que o embrião tenha por volta de oito células.
Com oito células, o embrião continua dividindo-se para fazer mais células, mas agora as células se tornam fortemente ligadas e começam a comunicarem-se umas com as outras.
Por volta do 4º ao 6º dia de fertilização, o estágio de blastocisto do embrião começa. O embrião agora tem entre 50 e 100 células. Fluidos começam a preencher o interior do embrião, formando uma pequena cavidade. As células externas começam a formar uma parede e as células internas formam uma bola – isto se tornará o futuro bebê.

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

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Em busca da fertilidade.

ter, 08/04/2020 - 05:52

A Dra Juliana Amato acabou de publicar o livro “Em Busca da Fertilidade“, de leitura fácil e respondendo as perguntas e dúvidas mais comuns encontradas no consultório de reprodução humana sobre o tratamento da infertilidade, tanto masculina quanto feminina. Quais são as doenças mais comuns, quais sao os tratamentos disponíveis e aplicáveis em cada caso.

O livro está disponível pela editora Lulu e pelo Clube de Autores.


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Tensão Pré Menstrual (TPM)

seg, 08/03/2020 - 18:25

Artigo sobre TPM no Segredoa da Mente, onde a Dra Juliana responde perguntas importantes.

TPM

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Ovulação: momento mais importante do ciclo

seg, 08/03/2020 - 15:33
Vamos direto ao assunto?

A cada mês, quando a mulher inicia seu ciclo menstrual, vários óvulos começam a se desenvolver em ambos os ovários. Cada óvulo se desenvolve dentro de uma estrutura chamada de “folículo”.
O corpo inicia a ovulação liberando um hormônio chamado hormônio luteinizante ou LH. Este hormônio é prontamente medido na urina por volta de 12 a 24 horas antes da liberação do óvulo.  Kits de detecção de ovulação podem ser usados para detectar o pico de concentração do LH – o momento no ciclo feminino onde esta está mais propensa a engravidar. Durante a ovulação, o folículo se rompe, liberando o fluido de seu interior e logo liberando o óvulo.
Este óvulo abandona o folículo ovariano e é capturado no final do Tubo de Falópio. Ali, ele começa a movimentar-se vagarosamente para baixo do tubo em direção ao útero. No entanto, para uma gravidez se desenvolver, é necessário primeiro que o óvulo encontre o espermatozoide enquanto ainda está na trajetória dentro do tubo de falópio. A sua fertilização deve ocorrer dentro das primeiras 24 horas ou ele morre.

O que é a ovulação?

Ovulação é o nome do processo que normalmente ocorre uma vez em cada ciclo menstrual, quando as alterações hormonais estimulam um ovário a liberar um óvulo. Explicamos aqui a ovulação e como usar esse conhecimento para ajudá-la a engravidar.

Ovulação:

Ovulação é o nome do processo que ocorre normalmente uma vez em cada ciclo menstrual, quando as alterações hormonais estimulam um ovário a liberar um óvulo. Você pode engravidar apenas se um espermatozoide fertilizar um óvulo. A ovulação geralmente ocorre de 12 a 16 dias antes do início da próxima menstruação.

Com a aproximação da ovulação, o corpo da mulher aumenta a produção de um hormônio chamado estrogênio, que causa o espessamento do revestimento do útero e ajuda a criar um ambiente acolhedor e apropriado para o espermatozoide.
Os altos níveis de estrogênio acionam um súbito aumento em outro hormônio, chamado de hormônio luteinizante (LH). Esse aumento de “LH” causa a liberação do óvulo maduro do ovário – isso é a ovulação.
A ovulação vai ocorrer normalmente de 24 a 36 horas após o aumento de LH e, portanto, o aumento de LH é bom para prever o pico de fertilidade, ou seja, o melhor momento para engravidar.
O óvulo pode ser fertilizado apenas até 24 horas após a ovulação. Se não for fertilizado, o revestimento, todo aquele ambiente acolhedor, do útero será descartado (e o óvulo irá com ele) e a menstruação iniciará. Ela marca o início do próximo ciclo menstrual.

Qual é a diferença entre ovulação e dias férteis?

Embora um óvulo sobreviva somente por 24 horas, o espermatozoide pode permanecer ativo por até 5 dias. Portanto, pode ser surpreendente saber que um casal pode engravidar tendo relações sexuais 4 a 5 dias antes da liberação do óvulo.

A “janela de fertilidade” total, levando em consideração a vida útil do espermatozoide e do óvulo, é de cerca de 6 dias. Os “dias férteis” são todos aqueles durante o ciclo menstrual quando você tem a capacidade de engravidar se mantiver relações sexuais sem proteção.

A identificação de dias férteis adicionais proporciona aos casais mais flexibilidade para planejar as relações sexuais em seu estilo de vida e também mais oportunidades para conceber, o que pode reduzir a pressão que eles sofrem ao tentar engravidar.

Quando uma mulher é mais fértil?

Em cada ciclo, os dias nos quais você está mais fértil, portanto com maior probabilidade de engravidar por relação sexual sem proteção, são o dia da ovulação e o dia anterior – esses são os dois dias de pico de fertilidade. Alguns dias antes, você também terá fertilidade alta, com oportunidade de engravidar. Fora dessa “janela de fertilidade” de cerca de 6 dias, as chances de engravidar são baixas.

Quando ocorre a ovulação?

A duração do ciclo menstrual varia de mulher para mulher e de ciclo para ciclo, mas geralmente é de 23 a 35 dias. A ovulação geralmente ocorre de 12 a 16 dias antes da próxima menstruação. Muitas mulheres pensam que ovulam no dia 14, mas isso é apenas uma média. Na verdade, a maioria das mulheres ovulará em um dia diferente do ciclo menstrual e isso também variará de ciclo para ciclo. Na verdade, 46% dos ciclos menstruais variam em sete dias ou mais.

Algumas mulheres afirmam sentir uma pontada de dor quando ovulam, mas muitas não sentem nada e não há outros sinais de ovulação físicos. Para engravidar, é importante ter relações sexuais nos dias férteis; se você desejar descobrir quando são seus dias mais férteis, é importante conhecer seu corpo e seu ciclo menstrual.

Quanto tempo dura a ovulação?

Como a ovulação ocorre com a liberação de um óvulo de um ovário, ela pode ser considerada  quase instantânea – o folículo eclode e o óvulo é expelido muito rapidamente para a tuba uterina.

Descubra seus dias mais férteis

Utilize a nossa calculadora de fertilidade para identificar seus próximos dias mais férteis.

 


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Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

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Tour do Futebol

seg, 08/03/2020 - 14:58

Localizado no Estádio do Pacaembu, o Museu do Futebol mostra uma das mais reconhecidas manifestações culturais do Brasil e permite que os visitantes entendam como o futebol, um esporte inglês, originalmente de elite e branco, aos poucos ganhou novos traços e se tornou brasileiro, popular e mestiço, como a própria cultura brasileira. Os visitantes terão acesso a uma sequência de experiências visuais e sonoras de última geração, que relacionam o esporte e a vida brasileira no século XX. O espaço ainda tem a Sala das Curiosidades, com informações sobre o esporte e o Jogo de Corpo, onde a pessoa testa a potência do chute, assiste a jogadas em câmera lenta e vê o que acontece no corpo do atleta quando está jogando. Neste tour, há também a visita panorâmica ao Estádio do Morumbi, maior estádio particular do mundo (visita interna opcional ao Memorial do São Paulo Futebol Clube – ingresso não incluso).

 

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Telefone: +55 11 3032.3080
E-mail: [email protected]

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