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Clínica de Fertilidade e Reprodução Humana
Atualizado: 1 hora 56 minutos atrás

Como saber se pode ou não ter filhos?

10 horas 49 minutos atrás

Quando está tentando engravidar e não obtém êxito nas primeiras tentativas, o casal logo desconfia de que há algo errado com a fertilidade de ambos. Mas, como saber se alguém pode ou não ter filhos? Existe alguma alteração física que identifique a infertilidade? É sobre isso que falaremos mais adiante.

Entendendo a infertilidade

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 15% dos casais apresentam problemas de infertilidade em todo o mundo. Muitos deles não sabem que possuem essa condição e só procuram saber sobre o assunto quando as tentativas para engravidar são infrutíferas.

Mas, o que é considerado infertilidade? Segundo a OMS, um casal saudável e jovem que mantém relações sexuais frequentemente, sem contraceptivos, pode engravidar facilmente em até um ano. Muitos deles conseguem êxito em apenas 6 meses.

Quando a mulher tem uma idade mais avançada, a partir de 35 anos, por exemplo, o prazo de um ano cai para seis meses. Após esse tempo de tentativas, se a gravidez não se confirmar, o casal já deve ficar em alerta e procurar ajuda médica, pois é possível que haja algum problema de infertilidade.

A infertilidade atinge homens e mulheres e pode ter origem genética ou pode ser adquirida ao longo do tempo, devido à idade, doenças infecciosas e hábitos não saudáveis, dentre outras causas.

Como saber se alguém pode ou não ter filhos

A infertilidade não apresenta sintomas. Desta forma, não é possível detectar com certeza algum sinal que confirme a dificuldade em engravidar, seja no homem ou na mulher. Contudo, existem situações, doenças e fatores de risco que dificultam a fecundação.

Conhecendo um pouco mais sobre essas doenças e seus sintomas e sabendo quais situações diárias devem ser evitadas, é mais fácil saber se você está no caminho certo ou não para alcançar a tão sonhada gravidez.

Infertilidade na mulher Idade

A partir dos 35 anos de idade, a mulher produz óvulos em menor quantidade, dificultando a fecundação.

Ciclo menstrual irregular

Quando tem um ciclo menstrual irregular, a mulher não consegue precisar quando está ovulando, o que atrapalha a tentativa de engravidar.

Menopausa precoce

A menopausa simboliza o fim do período fértil e começa a partir dos 40 anos de idade. Em algumas mulheres, contudo, essa fase chega bem mais cedo, por volta dos 35 anos.

Doenças ginecológicas

As doenças ginecológicas atrapalham o ciclo menstrual, causam inflamações e prejudicam a fertilidade. As mais comuns são:

A endometriose é a causa mais comum da infertilidade feminina. O endométrio, tecido que reveste a parte interna do útero, cresce fora dessa cavidade, atingindo as trompas, a bexiga e o intestino. Costuma provocar cólicas intensas e dores durante a relação sexual.

  • Obstrução nas trompas

É nas trompas que ocorre o encontro entre os gametas masculino e feminino, ou seja, entre o espermatozoide e o óvulo. A obstrução pode acontecer por problemas infecciosos e gerar a gravidez ectópica, fora do útero, sem chances de evoluir.

  • Miomas uterinos

Os miomas são tumores benignos que crescem na parede do útero. Além de causar dores pélvicas, os nódulos alteram o ciclo menstrual e o fluxo menstrual.

  • SOP (Síndrome dos Ovários Policísticos)

A SOP é uma alteração hormonal que provoca o crescimento anormal dos ovários e a produção de microcistos na região. Também é uma das causas mais comuns da infertilidade e pode provocar crescimento excessivo de pelos no rosto, espinhas e ganho de peso, além de alterar o ciclo menstrual.

Sintomas

Os sintomas permitem à mulher ficar um pouco mais atenta às doenças e, possivelmente, associar a uma dificuldade para engravidar. Os mais comuns são:

  • Dores pélvicas fora do período menstrual;
  • Cólicas intensas durante o período menstrual;
  • Dor durante a relação sexual, ao evacuar e ao urinar;
  • Excesso de pelo e de acne no rosto e corpo;
  • Aumento de peso sem uma razão específica;
  • Alterações na menstruação: ciclo irregular, maior ou menor quantidade de sangue, presença de coágulos etc.

 

Infertilidade no homem

A infertilidade masculina corresponde a 40% do total dos casos de infertilidade, segundo a OMS. Uma porcentagem alta e que refuta o pensamento muito comum de que a mulher é que seria responsável por quase todas as situações de infertilidade. As principais causas da infertilidade masculina são:

Alterações hormonais: responsáveis pela baixa produção de esperma.

Varicocele: a causa mais comum da infertilidade masculina se caracteriza pela dilatação excessiva e anormal das veias testiculares.

DSTs: as doenças sexualmente transmissíveis provocam infecções e lesões nos órgãos internos também prejudicando a produção de esperma e de espermatozoides.

Obstruções: os dutos testiculares, responsáveis pelo transporte do esperma, também podem sofrer obstrução, impedindo a sua liberação.

Sintomas

Quando acometido por alguma das doenças citadas acima, o homem pode apresentar sintomas específicos, como:

  • Alterações nos testículos: dor, inflamação, nódulos, ferimentos etc.
  • Falta de desejo sexual
  • Disfunção erétil: dificuldade em manter uma ereção
  • Dificuldade em ejacular ou fluxo baixo
  • Redução dos pelos no rosto e no corpo, resultado das alterações hormonais.
Fatores de risco comuns aos dois

Algumas situações podem prejudicar tanto os homens quanto as mulheres e também devem ser evitadas, caso haja o desejo de engravidar.

  • Maus hábitos alimentares;
  • Obesidade ou baixo peso;
  • Exposição a agentes químicos, pesticidas e agrotóxicos;
  • Uso de cigarro, álcool e outras drogas;
Esterilidade e infertilidade não são a mesma coisa

É muito comum que as pessoas confundam esterilidade com infertilidade, usando os dois termos como sinônimos. Contudo, são nomenclaturas diferentes e, principalmente, não querem dizer a mesma coisa.

A primeira diferença é sobre a característica de cada condição. A infertilidade consiste em uma dificuldade para engravidar, que pode ser causada por inúmeros fatores, desde os congênitos até aqueles adquiridos ao longo da vida.

Já a esterilidade é a impossibilidade de produzir aquilo que é necessário para uma fecundação. Ou seja, o homem estéril não consegue produzir espermatozoides. E a mulher estéril não consegue produzir óvulos. A falta de um ou do outro gameta impossibilita a fecundação e, claro, a gravidez.

Outra diferença é em relação ao tratamento. A infertilidade é reversível, desde que seja feito o tratamento adequado, de acordo com a especificidade de cada caso. Por outro lado, a esterilidade é irreversível. Não tendo como tratar o problema, não há possibilidade de uma gravidez.

Agora você já sabe como saber se pode ou não ter filhos ou, ao menos, já esclareceu algumas de suas dúvidas. Vale lembrar que a infertilidade não tem sintomas. Logo, além de ficar atento às doenças que podem prejudicar uma fecundação, é fundamental buscar ajuda médica para diagnosticar qualquer doença ou alteração de forma correta. Procure o seu médico ginecologista e siga as orientações dele para que, juntos, vocês consigam encontrar uma solução e alcançar a tão sonhada gravidez.

Veja alguns famosos que fizeram tratamento para engravidar.

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O que é bom para aumentar a fertilidade?

qui, 06/10/2021 - 16:55

Procurando dicas para aumentar a fertilidade e engravidar mais rapidamente? Em primeiro lugar, é preciso saber que a fertilidade é um acontecimento natural do corpo humano, que consiste na capacidade de reprodução e gestação de forma natural, sem intervenção externa.

Para isso, espermatozoides e óvulos, os responsáveis pela gravidez, devem estar saudáveis. Além disso, o casal precisa manter relações sexuais dentro do período fértil da mulher, essencial para que haja o encontro entre o gameta masculino e o gameta feminino.

Sabendo disso, vejamos a seguir algumas dicas importantes para aumentar a fertilidade e potencializar as chances de um casal finalmente alcançar uma gestação saudável e feliz.

Probabilidade de uma gravidez natural

De uma maneira geral, a probabilidade de um casal jovem e saudável engravidar varia entre 15% e 20%, a cada ciclo menstrual da mulher, caso eles façam sexo com a frequência adequada, respeitando o período fértil e sem usar contraceptivos.

Atendendo a todos esses requisitos, é esperado que a gravidez aconteça em até doze meses, após o início das tentativas, sendo que a grande maioria consegue engravidar nos primeiros seis meses. Caso isso não aconteça, é necessário investigar a presença de algum problema de fertilidade.

Além do fator idade, que influencia drasticamente na reserva ovariana e, consequentemente, na fecundação dos óvulos, temos também as doenças que podem afetar tanto o homem quanto a mulher e impedir a gestação por vias naturais.

Como aumentar a fertilidade

Quando o casal é jovem, saudável e mantém relações com frequência, dentro do período propício para uma gravidez, algumas mudanças de hábitos podem ser definitivos para potencializar a fertilidade e garantir uma gestação natural. Saiba o que é possível fazer:

Tenha uma alimentação equilibrada

Uma alimentação saudável não é interessante apenas para uma vida com mais qualidade, mas também para facilitar um processo de gravidez. Inclua no seu cardápio os alimentos naturais e reduza os industrializados, ricos em açúcar e gordura.

Consuma mais frutas, legumes, verduras, vegetais, peixes, aveia, cereais integrais, sementes, oleaginosas, leguminosas e ovos. São alimentos ricos em vitamina B, vitamina A e vitamina E, além de outros nutrientes essenciais para o equilíbrio hormonal e para a saúde do organismo.

Evite o consumo excessivo de café

Não precisa abrir mão do seu café diário, mas evite os excessos. Consuma uma ou duas xícaras pequenas pela manhã e evite a bebida no restante do dia. Ingerir muita cafeína pode ser prejudicial à fertilidade feminina. 

Lembrando que a cafeína está presente também em chás, energéticos e alguns tipos de refrigerante.

Largue o cigarro

Já sabemos que o cigarro é prejudicial para a saúde do corpo como um todo. Em relação à fertilidade, não seria diferente. O cigarro possui em sua composição diversos ingredientes nocivos à saúde do útero, dos ovários e óvulos e também dos espermatozoides.

Mesmo que consiga engravidar mantendo o hábito de fumar, a mulher corre um grande risco de sofrer um aborto espontâneo ao longo da gravidez. Portanto, se o seu desejo é aumentar a fertilidade, largue o cigarro o quanto antes.

Evite o consumo de bebidas alcoólicas

Apesar de não serem tão agressivas ao organismo como o cigarro, as bebidas alcoólicas devem ser ingeridas com moderação, pois também prejudicam a gestação natural.

Reduza o estresse

Inclua momentos de descanso e de lazer na sua rotina, por mais atribulada que ela seja. Combater o estresse é importante para evitar o envelhecimento precoce das células e também as alterações hormonais, danosas ao sistema reprodutivo.

Faça atividades físicas

As atividades físicas mantêm o corpo mais saudável, forte e resistente a doenças e agressões externas, promovendo um ambiente propício e seguro para a gestação de um bebê. 

Se exercitar também reduz a ansiedade, inibe os picos de estresse e melhora o sono potencializando a saúde do homem e da mulher.

Além disso, o exercício físico ajuda a regular o peso corporal, reduzindo o acúmulo de gordura e combatendo o sobrepeso, outro fator que compromete a fertilidade natural. Contudo, convém evitar os excessos.

Não faça uso de drogas

Drogas, sintetizadas ou naturais, também devem ficar longe de quem está tentando engravidar, pois dificultam o processo devido às substâncias que as compõem.

Não se exponha a produtos químicos

Pesticidas, solventes, produtos sintéticos, agrotóxicos e outras substâncias similares atrapalham bastante a fertilidade tanto em homens quanto em mulheres. 

Algumas destas substâncias estão presentes em cosméticos, produtos de limpeza e higiene, alimentos, alguns enlatados, produtos plásticos etc. Leia os rótulos e saiba mais sobre a origem dos produtos que você consome.

Mantenha um peso saudável

Usando o cálculo simples do IMC (Índice de Massa Corporal), é possível saber se o indivíduo está dentro do peso ideal ou não. Assim, devem ser traçadas metas saudáveis para reduzir o percentual de gordura, ou aumentá-lo, se for o caso, e manter o peso equilibrado.

Mulheres obesas ou muito magras têm dificuldade em engravidar porque o peso afeta diretamente os processos ovulatórios e os ciclos menstruais.

Não consigo engravidar de jeito nenhum. E agora?

Você e o seu parceiro possuem todas as características de um casal apto a engravidar de forma espontânea, seguiram todas as dicas listadas aqui, mas o resultado positivo ainda não veio?

É hora de buscar ajuda médica e tentar entender quais são os motivos que estão impedindo a gestação. Como dissemos, um ano é o prazo máximo para que um casal jovem e saudável engravide naturalmente. Muitos têm êxito em apenas 6 meses de tentativas.

Se não for este o seu caso, convém buscar a orientação médica de um especialista em fertilidade e reprodução humana.

Através de exames clínicos e avaliação do histórico de vida e da genética dos futuros pais do bebê, o médico fará o diagnóstico da causa da infertilidade e traçará estratégias para driblar esse problema, alcançando o resultado tão esperado pelos dois.

Lembrando que tanto o homem quanto a mulher podem apresentar impedimentos reprodutivos. Apesar de ser muito comum que essa responsabilidade recaia sobre a mulher, o fato é que os dois devem ser investigados, uma vez que a infertilidade não está restrita a nenhum indivíduo.

Agora que você já sabe o que é bom para aumentar a fertilidade, já pode colocar as dicas em prática e ampliar as chances de ter uma gestação de forma natural e mais rapidamente. Lembrando que estamos falando de qualidade de vida em geral e não de hábitos que serão incorporados por alguns dias e deixados para lá depois. Cuide do seu corpo, da sua saúde, siga as orientações listadas aqui e, caso ainda não consiga engravidar, procure ajuda de um médico especialista no assunto.

 

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Qual o melhor remédio para engravidar rápido?

ter, 04/27/2021 - 13:51

Engravidar rápido é o desejo da maioria das mulheres e dos casais quando eles decidem que chegou a hora de ter filhos. Para isso, muitos tentam recorrer a métodos ou remédios que possam acelerar esse processo. Mas, será que realmente existe alguma maneira de engravidar mais rapidamente do que o normal? Falaremos mais sobre isso adiante.

Quanto tempo uma gravidez demora para acontecer?

Quando o casal é jovem, saudável e mantém relações sexuais sem proteção durante o período fértil da mulher, o esperado é que a gravidez tenha 80% de chances de acontecer.

Essa porcentagem pode diminuir devido a fatores diversos, como idade mais avançada da mulher, relações que acontecem apenas fora do período fértil, baixa qualidade dos espermatozoides ou outros problemas de fertilidade.

Quando o casal reúne características propícias para a gravidez, o que se espera é que em até 12 meses ele alcance a tão sonhada gestação. Passado esse tempo, é hora de procurar ajuda médica para identificar o que está impedindo a gravidez.

O tempo estimado de gravidez muda quando a mulher tem uma idade mais avançada. Mulheres com mais de 35 anos, por exemplo, podem tentar engravidar de forma natural por até 6 meses. 

O tempo é mais curto porque, quanto mais o tempo passa, menores são as chances da gravidez ocorrer nessa faixa etária. Quanto mais jovem a mulher, mais chances de engravidar rápido ela tem. A probabilidade vai diminuindo à medida que o tempo vai passando.

Depois de um ano de tentativas infrutíferas, essa mulher também deve procurar orientação de um especialista em reprodução para entender o que está acontecendo.

 

Remédio para engravidar rápido: existe?

A resposta é não. Na verdade, até existem alguns medicamentos disponíveis no mercado que prometem corrigir a infertilidade em casos mais leves, como baixa ovulação nas mulheres ou alguma alteração no espermatozoide.

Entretanto, o efeito desses medicamentos é bem mais demorado do que um processo de fertilização natural e do que um tratamento de gravidez. E, claro, qualquer remédio deve ser prescrito por um médico ginecologista, após avaliações individuais de cada caso.

Mais do que pensar em um remédio para engravidar rápido, o casal que deseja ter um filho o quanto antes deve seguir pelo caminho correto que é conhecer o seu corpo, suas limitações, identificar problemas, procurar ajuda médica e fazer os ajustes necessários sugeridos.

 

Como engravidar mais rápido

Para que a gravidez aconteça só existe uma maneira: o óvulo deve ser fecundado por um espermatozoide. A partir daí o embrião é formado e a gestação se inicia. O encontro entre o gameta feminino e o gameta masculino acontece durante o período fértil da mulher. Assim, as dicas são:

  • Conhecer e identificar o período fértil da mulher;
  • Manter relações sexuais durante esse período, sem contraceptivos e em dias alternados para garantir espermatozoides mais fortes;
  • Entender que mulheres mais jovens engravidam mais rápido do que mulheres mais velhas e que o tempo de espera para uma gravidez é diferente nos dois casos;
  • Buscar ajuda médica especializada após um tempo de tentativas frustradas de gravidez para detectar algum problema de fertilidade e começar o tratamento o quanto antes.

 

Como aumentar a fertilidade

A principal estratégia para engravidar é respeitar o ciclo biológico da mulher e manter relações sexuais durante o período fértil. Para ajudar nesse processo, existem alguns hábitos que podem ser adotados:

Manter uma alimentação saudável e favorável à fertilidade
  • Priorize alimentos orgânicos, livre de agrotóxicos, pois estes interferem na qualidade dos espermatozoides;
  • Alimentos ricos em zinco também fortalecem os espermatozoides. São exemplos o fígado de galinha, a carne vermelha e o feijão;
  • Mulheres devem consumir alimentos ricos em ácido fólico, pois além de ajudar a engravidar, evitam malformações no feto. São exemplos a soja, o trigo e os vegetais e hortaliças de cor verde-escura;
  • Frutas cítricas aumentam a imunidade, reduzem inflamações e infecções;
  • Alimentos ricos em selênio: peixes e ovos;

 

Fazer exercícios físicos frequentemente

A prática diária de atividade física contribui para a saúde geral do organismo e também ajuda na redução de peso, fundamental para a ovulação acontecer.

 

Manter o peso equilibrado

O excesso de gordura prejudica a ovulação e pode atrapalhar a gravidez. Por isso, a obesidade é um fator que impede a gestação rápida. Já mulheres muito magras também enfrentam esse problema, uma vez que não ovulam.

 

Parar de fumar

O cigarro e o álcool são fatores extremamente prejudiciais para a gravidez. Quem está em processo de tratamento para engravidar deve deixar de lado esses hábitos nocivos à saúde.

 

O que pode dificultar a gravidez

Existem diversos fatores que podem comprometer a fertilidade e atrapalhar a fecundação. Podemos citar:

  • Uso de anticoncepcionais: cujo objetivo é justamente evitar a gravidez;
  • Menopausa: fase em que a mulher está deixando de ovular e não pode mais engravidar. O climatério é o período que antecede a menopausa e também dificulta a gestação uma vez que a ovulação é reduzida;
  • Presença de ovários policísticos: os cistos nos ovários provocam irregularidade no ciclo menstrual, comprometendo bastante as tentativas de engravidar;
  • Doenças ginecológicas: obstrução das trompas, inflamações uterinas e endometriose são fatores que também impedem uma gravidez mais rápida;
  • Problemas no homem: sim, o homem também pode apresentar alterações nos espermatozoides, inviabilizando a gravidez;
  • Maus hábitos alimentares, sedentarismo e peso desequilibrado.
E quando a gravidez não acontece, o que fazer?

Quando a gravidez não acontece de forma espontânea, o casal pode optar por um tratamento para engravidar. Existem vários métodos disponíveis e que se encaixam nas características de cada casal. O processo não é demorado e, em alguns casos, um mês é o suficiente para que haja resultados positivos e a gravidez se concretize.

Portanto, em caso de tentativas repetitivas e infrutíferas de tentar engravidar, o casal deve buscar ajuda médica. Após uma breve conversa com o casal, o médico pedirá exames para saber como está a saúde dos dois e indicará o que ele acredita ser o melhor método de gravidez, de acordo com as características de cada um.

Como vimos, não há um remédio para engravidar rápido. O que existem são estratégias diversas que podem ajudar o casal a realizar o sonho de ter um bebê. A primeira delas é respeitar o período fértil. Se não der certo, é necessário buscar ajuda médica para identificar possíveis problemas de infertilidade, seguir o tratamento recomendado, além de manter sempre hábitos saudáveis em geral.

 

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Como funciona a fertilização natural?

sab, 04/24/2021 - 10:47

A fertilização natural ainda é um assunto que desperta muitas dúvidas em homens e também em mulheres. Saber como funciona todo esse processo é fundamental para quem está tentando engravidar, seja de forma espontânea ou com ajuda médica. Se você também tem essa dúvida, a leitura desse artigo é muito importante para você. Confira.

Fertilização natural: o que é?

A fertilização natural é o processo de fecundação de um óvulo dentro do corpo da mulher, sem nenhuma intervenção externa médica. É a maneira natural de uma gravidez acontecer, que também podemos chamar de gravidez espontânea.

 

Como acontece a fertilização natural

A fertilização natural acontece quando o óvulo é liberado pela mulher e encontra no caminho o espermatozoide, liberado pelo homem durante a ejaculação.

O que parece um processo simples e natural, nem sempre acontece tão facilmente por causa de inúmeros fatores, o que leva muitos casais a procurarem um tratamento de gravidez após tentativas frustradas de uma gestação espontânea.

Em primeiro lugar, para que a fecundação aconteça, a mulher precisa ter relações sexuais dentro do seu período fértil. É durante esse período que o óvulo é liberado pelos ovários. Esse processo acontece todos os meses e faz parte do ciclo menstrual da mulher.

Assim, a mulher precisa saber qual é o momento mais propício para manter relações com seu parceiro e, assim, conseguir fecundar o óvulo liberado. Esse óvulo fica disponível por 24 horas. Não havendo fecundação, o óvulo morre.

Muitas pessoas acreditam que o encontro do óvulo com o espermatozoide acontece dentro do útero, mas a verdade é que a fecundação ocorre mesmo ainda dentro das trompas, durante o trajeto desse óvulo para o útero. E esse é o motivo pelo qual as mulheres com trompas obstruídas não conseguem levar uma gravidez adiante.

 

Ovulação, dias férteis e gravidez

A ovulação é o período em que ocorre a liberação do óvulo e acontece por volta de 12 a 16 antes do primeiro dia de menstruação. É uma fase em que há uma liberação maior de hormônio, o corpo se prepara para receber o espermatozoide e para a fecundação.

Os dias férteis são aqueles em que a fecundação, de fato, pode ocorrer, pois é quando o óvulo é liberado pelo corpo feminino. Normalmente, o período fértil se estende do 11º ao 17º dia após a menstruação. São nesses dias que a mulher tem mais chances de engravidar e que as relações sexuais devem acontecer.

Um ponto interessante, e que nem sempre os casais se atentam, é em relação ao papel do espermatozoide nessa fase. Enquanto o óvulo sobrevive apenas 24 horas após a sua liberação, o espermatozoide pode sobreviver até 5 dias dentro do corpo da mulher.

Então, mesmo que a relação sexual aconteça fora do período fértil é possível a mulher engravidar, pois quando o seu óvulo for liberado, ele poderá encontrar o espermatozoide que se encontra por ali há, pelo menos, cinco dias.

Saber de todos esses detalhes é importante quando a mulher deseja engravidar de maneira espontânea porque ela ganha mais autonomia para programar as relações sexuais de acordo com a sua rotina e com as ações do seu corpo.

 

Formação do embrião

Dando prosseguimento ao processo de fertilização natural, quando o óvulo e o espermatozoide se encontram, eles formam o embrião, após algumas transformações celulares. Alguns dias depois, esse embrião chega no útero e se fixa nas paredes do endométrio. A partir daí acontece a tão esperada gestação.

Como dissemos, o processo de fecundação é bem simples, mas nem sempre acontece da forma como o esperado. Tanto o homem quanto a mulher podem apresentar algum problema que compromete ou impede esse encontro entre óvulo e espermatozoide ou não permite a continuidade da gestação. Podemos citar:

  • Baixa reserva de óvulos, muito comum em mulheres com idade avançada;
  • Má qualidade dos espermatozoides liberados pelo homem;
  • Inflamações pélvicas, mais precisamente na parede do endométrio;
  • Obstruções nas trompas uterinas etc.

Todos esses problemas podem ser corrigidos após intervenção médica em maior ou menor grau, possibilitando a gravidez.

 

Fertilização natural e Fertilização in vitro

Quando o casal não consegue engravidar de maneira espontânea e natural, ele pode procurar um tratamento para gravidez, descobrindo e tratando as causas da infertilidade. Um dos procedimentos mais comuns é a fertilização in vitro, que também é um dos tratamentos com melhores índices de resultados positivos.

A fertilização in vitro acontece em algumas etapas. A primeira delas é a estimulação ovariana em que a mulher recebe alguns medicamentos para que o óvulo amadureça, seja liberado.

Depois de liberado, esse óvulo é capturado pelo médico. Logo em seguida, o homem também tem seus espermatozoides recolhidos. O próximo passo é a fecundação dos gametas (óvulo e espermatozoide) em ambiente externo, fora do corpo da mulher.

Após a fecundação, o embrião fica em cultivo por alguns dias e é transferido para o útero da mulher quando estiver em condições de se desenvolver e começar, de fato, a gestação. Esse é o passo final da fertilização in vitro. Após 12 dias, já é possível ter o resultado do processo.

 

Fertilização in vitro natural

A fertilização in vitro é um procedimento considerado mais complexo e com intervenção médica direta, como vimos na descrição mais acima. Logo, a fecundação não pode ser chamada de natural. Entretanto, também existe a opção da fertilização in vitro com menos impacto na mulher.

Estamos falando da fertilização in vitro natural. Nesse tratamento, a mulher não recebe medicação para estimular a produção de óvulos. É aproveitado o óvulo liberado normalmente durante a ovulação.

A fertilização in vitro em ciclo natural tem algumas vantagens. Um deles é o custo mais baixo do tratamento, tornando-o mais acessível a um número maior de casais. Também não há efeitos colaterais, que normalmente surgem devido aos hormônios utilizados na indução ovariana.

Apesar das vantagens, as chances de fecundação podem ser um pouco mais baixas do que a fertilização in vitro tradicional. O ideal é que a recomendação de um ou outro procedimento para engravidar seja orientado pelo médico que acompanha o casal em seu tratamento de fertilidade.

Com as informações listadas aqui, pudemos saber de forma mais detalhada como acontece a fertilização natural. Podemos defini-la como o encontro espontâneo entre óvulo e espermatozoide, dentro do corpo da mulher, tendo como consequência a gravidez. Para que ocorra, a mulher precisa manter relações sexuais dentro do período fértil e o casal não pode ter problemas de fertilidade.

Havendo algum impedimento da gravidez espontânea, o casal pode optar pela fertilização in vitro clássica, natural ou outros procedimentos disponíveis, sempre com indicação médica e de acordo com as características de cada caso.

 

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Aborto espontâneo: veja alguns sinais que podem indicar um aborto?

qua, 04/21/2021 - 10:19

Quando um casal consegue engravidar, a descoberta é motivo de comemoração. Novos planos são traçados e a expectativa é de que tudo dê certo e saia como o planejado. Infelizmente, não é sempre que isso acontece. O aborto espontâneo é um dos acontecimentos mais comuns e quase todas as mulheres passarão por isso um dia. Veja a seguir por que isso acontece e como identificar um aborto natural.

Aborto espontâneo: o que é?

Podemos definir o aborto espontâneo como um acontecimento involuntário que põe fim a uma gravidez. Ou seja, o aborto acontece por circunstâncias que não têm relação com o desejo da mulher. Geralmente, ocorre devido a alguma ocorrência anormal na própria gestação.

O período em que há um risco maior de um aborto espontâneo é quando a gestação está entre 12 e 22 semanas, ou seja, por volta dos três meses até cinco meses e meio. Nesse último caso, é chamado de aborto tardio devido ao tempo prolongado da gestação até o momento da interrupção.

Sinais de um aborto espontâneo

Como identificar a ocorrência de um aborto natural? Bom, existem alguns sintomas comuns a essa situação. Saiba mais a seguir.

Sangramento

O sangramento que indica um aborto espontâneo pode acontecer em qualquer fase da gravidez. A mulher pode identificar uma perda pequena ou maior de sangue durante este evento. Acompanhado desse sangramento, podem surgir coágulos sanguíneos, além de uma forte dor abdominal.

Esse momento se assemelha com uma cólica menstrual mais forte do que as tradicionais, com dores não só na região pélvica, mas também na região lombar. Outro ponto importante a se observar é a coloração do sangue que, geralmente, é muito mais vivo quando a gravidez já está um pouco mais avançada.

Bebê deixou de crescer

Uma das formas mais comuns de acompanhamento da evolução da gestação é o monitoramento do crescimento do bebê através do exame de ultrassom. Quando o médico percebe, através desse exame de imagem, que o bebê não está crescendo como o esperado, também é um sinal de alerta que pode indicar a morte do feto dentro do útero da mãe.

Ausência de movimentos do feto

A partir dos dois meses de gestação, algumas mulheres já sentem o bebê fazendo movimentos dentro da barriga. Quando esses movimentos desaparecem por mais de cinco horas seguidas ou após uma perda significativa de sangue é provável que tenha ocorrido um aborto espontâneo.

Além disso, a mulher também pode deixar de sentir todos os outros sintomas que ocorriam enquanto estava grávida, como náuseas, dor nas mamas, sonolência etc. Como a gravidez foi interrompida, os sintomas da gestação também desaparecem.

Quando o aborto acontece devido a alguma infecção interna, a mulher também pode sentir um mal-estar generalizado, uma sensação de que está doente. Alguns sintomas são febre, dor no corpo, calafrios, moleza e desânimo.

O que pode provocar um aborto espontâneo

Como dissemos, o aborto que acontece forma natural é muito comum, especialmente nos primeiros meses da gravidez e atinge uma porcentagem significativa de mulheres gestantes nessa fase. As causas mais comuns do aborto espontâneo são:

  • Idade avançada da mulher: em uma gravidez tardia, os óvulos têm uma qualidade menor, inviabilizando a gravidez;
  • Má formação fetal, geralmente devido a alguma alteração genética e que impede que o embrião se desenvolva;
  • Traumas na região da barriga;
  • Infecções e outras alterações uterinas, como obstrução das trompas;
  • Hipertensão e diabetes descontrolados;
  • Problemas hormonais;
  • Trombofilias;
  • Uso frequente de álcool, cigarro e drogas ilícitas.
Mais comum do que se imagina

O aborto espontâneo é um acontecimento bastante comum e nem todas as mulheres que passam por essa situação conseguem identificar o que, de fato, está acontecendo. Isso porque nem sempre a mulher percebe que o atraso menstrual é, na verdade, uma gravidez.

No entanto, essa gravidez não evolui e em poucos dias ou semanas acontece o desprendimento do óvulo, gerando o sangramento. Diante disso, a mulher pode achar que a menstruação atrasou e depois chegou de maneira um pouco mais intensa, com cólicas e alguns coágulos sanguíneos.

Essa situação é comum e acontece com frequência, principalmente em mulheres jovens, com vida sexual ativa nos períodos férteis do seu ciclo menstrual. 

Se a interrupção tiver ocorrido no comecinho da gravidez, os sinais são mais leves. À medida que a gravidez evolui, os sintomas de um aborto são mais fortes e perceptíveis.

O que fazer após o aborto natural

Quando o aborto espontâneo acontece no começo da gravidez e sem relação com infecções, o aborto espontâneo precoce, geralmente o corpo se encarrega de expulsar qualquer vestígio do embrião através do sangramento vaginal. Nesses casos, a mulher deve procurar um médico para confirmar o ocorrido, mas normalmente não há necessidade de outros procedimentos invasivos.

A cirurgia é indicada nos casos em que o aborto é tardio, ou seja, quando acomete a mulher em um estágio mais avançado da gravidez. Nesses casos, algum material pode ficar retido dentro do útero, sendo necessário fazer a retirada desse excesso.

Como lidar com o psicológico após o aborto natural

O aborto espontâneo é uma situação muito difícil para o casal que está planejando uma gravidez ou que, mesmo sem planejamento, já estava se adequando à nova realidade. Para a mulher, é algo bem mais complexo, principalmente porque a gestante se sente culpada pelo ocorrido, na maioria das vezes.

Quando o casal está realizando um processo de gravidez assistida, após meses tentando engravidar de forma natural e sem sucesso, o aborto pode ser ainda mais estressante. A orientação principal é tentar entender o que houve e descobrir as razões que impediram a gestação de prosseguir.

Em seguida, o casal já pode fazer uma nova tentativa, dessa vez com muito mais chances de a gravidez dar certo, já que todas as precauções serão tomadas para que o problema não se repita na próxima gestação.

Mais importante ao casal, no entanto, é acolher a dor e a tristeza e se permitir viver o momento de perda, sem buscar culpados ou desistir de engravidar por achar que nunca vai conseguir. Com um acompanhamento médico contínuo e bem realizado é possível alcançar o tão esperado sonho da gravidez.

 

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Para quem a fertilização in vitro é indicada?

sab, 04/17/2021 - 15:16

A fertilização in vitro é uma das técnicas de reprodução assistida mais eficazes em um tratamento de gravidez. O procedimento é um pouco mais complexo do que os demais métodos, uma vez que os embriões são fecundados fora do corpo da mulher e transferidos para o útero posteriormente. Saiba mais sobre a fertilização in vitro e em quais situações ela é indicada.

O que é a fertilização in vitro

A fertilização in vitro (FIV) é uma técnica utilizada para ajudar casais com problemas de fertilidade a realizarem o sonho de engravidar. O processo é dividido em várias etapas que incluem:

  • Estimulação ovariana;
  • Captura de óvulos de boa qualidade;
  • Captação de espermatozoides sadios e fortes;
  • Fecundação em ambiente externo;
  • Introdução do embrião no útero da mulher.
Indicações da fertilização in vitro

Quando o casal procura uma clínica de reprodução assistida para tentar engravidar, ele ainda não sabe o que está impedindo a gestação natural. Portanto, a indicação de um ou outro método depende do resultado da investigação médica. Alguns dos casos mais comuns são:

Baixa reserva ovariana

Diferente do homem que produz espermatozoides durante toda a sua vida, a mulher possui uma reserva única de óvulos, que começam a ser liberados logo que ela inicia o seu ciclo reprodutivo, ou seja, quando começa a primeira menstruação.

Todos os meses esses óvulos são liberados dentro do ciclo menstrual e vão diminuindo na sua quantidade à medida que o tempo vai passando. A idade, portanto, é uma das principais causas da baixa produção de óvulos pelo corpo feminino.

Por causa dessa baixa reserva, a fecundação espontânea se torna mais difícil de acontecer, uma vez que há poucos óvulos à disposição dos espermatozoides. E a fertilização in vitro pode resolver esse problema através da estimulação ovariana.

Baixa produção de espermatozoides

Os homens produzem espermatozoides durante toda a vida, mas também podem apresentar redução nesse processo devido a algumas situações específicas como ejaculações frequentes ou alguma doença que atinja o seu sistema reprodutor.

Além disso, alguns espermatozoides podem não ser fortes o suficiente para viabilizar uma fecundação. Nesse caso, a FIV também é uma indicação precisa e correta.

Como vimos anteriormente, uma das fases da fertilização in vitro é a coleta e a escolha de espermatozoides saudáveis, com mais chances de fecundar um óvulo com sucesso.

Obstrução tubária bilateral

A obstrução das trompas é uma condição prejudicial à gravidez e que pode trazer consequências danosas à mulher, caso a gestação aconteça. 

As trompas desempenham um papel fundamental durante o processo de fecundação. São elas que capturam o óvulo liberado durante a ovulação e é dentro das trompas que acontece o encontro entre óvulo e espermatozoide. 

A obstrução tubária bilateral, que atinge as duas trompas, não só dificulta a gestação, mas também a torna extremamente arriscada. Essa obstrução pode fazer com que a gravidez ocorra dentro das tubas uterinas, gerando o que chamamos de gravidez ectópica, ou seja, fora do útero.

Quando isso acontece, a gravidez não evolui e o crescimento do feto pode causar o rompimento das trompas, causando desde hemorragias e dores fortes até a morte da mulher.

Caso suspeite desse problema, o médico pode solicitar um exame, chamado de histerossalpingografia, que avalia a saúde das trompas e assim identificar possíveis bloqueios na região.

A obstrução tubária é causada por doenças e infecções ginecológicas e também pode ser consequência de alguma cirurgia na região pélvica. Não apresenta sintomas e a mulher geralmente só descobre o problema quando busca ajuda médica após inúmeras tentativas para engravidar, porém, sem sucesso.

Diante dessa situação, a mulher pode optar por uma cirurgia para tentar desobstruir as trompas ou engravidar através da fertilização in vitro, em que o embrião é inserido diretamente na cavidade uterina.

Idade materna avançada

A idade da mulher é um fator predominante quando o objetivo é engravidar. Por volta dos 20 anos de idade, as chances de uma gravidez espontânea acontecer chegam a 80%. A partir dos 35 anos, essa taxa cai para 10% e, após os 40 anos, as chances de uma gravidez natural chegam a 5%.

Ou seja, quanto mais idade a mulher tem, menor é a probabilidade de ela conceber um filho de forma espontânea, mantendo relações sexuais dentro do período fértil. Isso tudo acontece por causa da baixa produção de óvulos que, como já vimos, cai bastante com o decorrer do tempo.

Assim, uma mulher que esperou mais tempo para engravidar pode conseguir realizar o seu sonho de ser mãe optando pela fertilização in vitro, ainda que esteja em uma idade mais avançada.

É importante lembrar que a gravidez tardia pode acarretar problemas para a mãe e para o bebê. Por isso, deve ser acompanhada de perto pela equipe médica responsável pelo processo de reprodução assistida.

Tentativas de engravidar que ultrapassam um ano

Um ano é um período considerado suficiente para que casais jovens e saudáveis consigam engravidar, desde que estejam mantendo relações sexuais frequentes, dentro do período fértil. 

Caso a gravidez não aconteça, mesmo sem uma causa aparente que impeça a fecundação, é hora de tentar identificar o problema e solucioná-lo.

A infertilidade pode atingir mulheres e homens e apenas uma análise detalhada da saúde de ambos pode afirmar com clareza quais são as causas desse problema. Dentre as principais razões, podemos destacar:

Cabe ao médico identificar o fator impeditivo da gravidez e sugerir ao casal algum método de reprodução assistida para driblar a infertilidade. A fertilização in vitro é uma opção com ótimas taxas de sucesso, especialmente em casais mais jovens.

Além dos casos citados, a fertilização in vitro também é uma alternativa para:

  • Casais homoafetivos;
  • Mulheres que desejam uma gravidez independente;
  • Mulheres que realizaram laqueadura ou que tentaram reverter a cirurgia, sem sucesso;
  • Casais sem causa definida de infertilidade;
  • Pacientes oncológicos que desejam engravidar futuramente e precisam congelar seus óvulos e espermatozoides etc.

Como vimos, a fertilização in vitro é uma das maneiras mais eficazes de alcançar uma gravidez, mesmo que a mulher ou o homem apresente algum problema de fertilidade. De toda forma, a indicação do melhor método deve ser realizada pelo médico, de acordo com a individualidade de cada paciente.

 

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Quem entra na menopausa ainda pode engravidar?

ter, 04/13/2021 - 19:13

Engravidar é o sonho de muitas mulheres. Porém, este não é um desejo que pode ser realizado em qualquer fase da sua vida. O tempo é um fator preponderante quando a mulher deseja engravidar espontaneamente. E quando a menopausa vai chegando, as chances de uma gestação acontecer se tornam ainda menores. Se você também tem dúvida sobre gravidez na menopausa, continue lendo, pois é sobre isso que falaremos a seguir.

Menopausa: o que é?

A menopausa é o período em que o ciclo reprodutivo da mulher se encerra e acontece, geralmente, a partir dos 40 anos de idade. A característica principal da menopausa é a ausência da menstruação por mais de 12 meses, de forma ininterrupta. Ou seja, sem nenhum ciclo menstrual dentro desse intervalo.

Dos 40 aos 55 anos de idade, há um desequilíbrio hormonal que prejudica a ovulação e provoca incômodos diversos na mulher, como ondas de calor, boca seca, irritação, palpitações, dores de cabeça e alteração da libido. São os sinais mais relatados da menopausa.

O período que antecede a menopausa é chamado de climatério ou pré-menopausa. É uma fase em que a menstruação acontece de forma irregular, com um espaço maior entre uma e outra. Muitas mulheres confundem e acham que estão na menopausa quando, na verdade, ainda estão na fase anterior a ela, principalmente porque os sintomas são os mesmos.

Conhecer o significado desses dois termos é importante para entender de vez a relação entre climatério, menopausa e gestação.

Gravidez na menopausa é possível?

Não. Engravidar de forma natural durante a menopausa não é possível. Como vimos, nessa fase da vida da mulher, há um desequilíbrio hormonal com ausência ou redução drástica dos hormônios necessários para o amadurecimento do óvulo e preparação do útero para o recebimento do embrião.

Um ponto importante a ser observado é que à medida que vai envelhecendo, a fertilidade da mulher vai diminuindo. Isso acontece porque a mulher nasce com uma quantidade única de óvulos, que são liberados ao longo de toda a sua vida.

Conforme a idade vai chegando, os óvulos vão diminuindo, reduzindo também as chances de uma fecundação, mesmo que a mulher tenha relações sexuais frequentes durante o período fértil. O ápice da redução dos óvulos é a menopausa, cujas alterações hormonais impedem uma gestação espontânea.

Outro fator impeditivo da gravidez natural nesse período é o não crescimento das paredes do endométrio, fundamental para o acolhimento do embrião.

Gravidez na pré-menopausa

Entretanto, é possível engravidar no período do climatério, estágio que antecede a menopausa. Isso porque, durante o climatério, a mulher ainda apresenta ciclos menstruais, mesmo que irregulares. Portanto, mesmo com baixa produção de óvulos, comum a partir dos 35 anos, ainda é possível que na pré-menopausa a mulher engravide naturalmente, às vezes, sem esperar por aquilo.

Ainda assim, a taxa de gravidez nessa fase é bastante baixa. A partir dos 35 anos de idade, as chances de uma mulher engravidar de forma natural é de cerca de 10%. Dos 40 em diante, essa taxa cai para 5%.

Além disso, a mulher com idade avançada produz óvulos mais frágeis e com menos chances de serem fertilizados ou de se desenvolverem dentro do útero. Por isso, as alterações genéticas e deformações do embrião são comuns quando a gravidez ocorre em mulheres de mais idade.

Fertilização in vitro para uma gravidez tardia

Quando a mulher não consegue engravidar no seu período mais fértil, entre 20 e 35 anos de idade, mas continua com o desejo de ser mãe, a recomendação é optar por um tratamento de gravidez.

A fertilização in vitro é uma opção para a gravidez tardia, que ocorre a partir dos 40 anos de idade, mais especificamente. Junto com a doação de óvulos, esse procedimento pode dar à mulher a oportunidade de gerar um filho, ainda que tenha uma idade mais avançada.

Na fertilização in vitro, há estimulação ovariana para a produção de óvulos. Esses óvulos são retirados e fecundados em ambiente externo. Depois, são levados novamente para o útero para que a gestação se desenvolva.

Quando a mulher não produz mais óvulos ou oferece óvulos de baixa qualidade, ela precisa contar com a ajuda de outra mulher: a doadora de óvulos. O tratamento da FIV, então, é realizado nas duas interessadas.

A doadora é estimulada com uso de hormônios para a produção de óvulos fortes, enquanto a receptora passa por um tratamento para fortalecer o endométrio e o útero a fim de receber o embrião já fecundado.

A fertilização in vitro com ovodoação é uma técnica legalmente reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina e aumenta as chances de gravidez tardia em até 50%, bem diferente da taxa natural que fica em torno de 5%.

Precisamos lembrar, entretanto, que a doação de óvulos tem que ser feita de forma espontânea, sem qualquer caráter lucrativo, envolvendo as duas partes.

Os riscos de uma gravidez tardia

Uma gravidez que ocorre quando a mulher tem mais de 40 anos é considerada de risco tanto para a mãe, quanto para o bebê. Diversos problemas podem surgir como diabetes gestacional, aborto espontâneo, aumento da hipertensão arterial gerando quadros de eclâmpsia, alterações genéticas e parto prematuro.

No entanto, isso não quer dizer que a mulher precise abandonar o sonho de ser mãe. Quer dizer que, ao optar por uma gravidez tardia, independente dos motivos que a levaram a essa condição, é preciso redobrar os cuidados e, assim, evitar a incidência dos problemas citados.

O acompanhamento com o obstetra deve acontecer durante todo o período da gravidez, com avaliações frequentes e relatos constantes ao médico, caso seja identificado algum incômodo inesperado ou diferente do esperado para o período.

Como vimos, não há possibilidade de uma gravidez natural quando a mulher está na menopausa. O que pode acontecer é a gravidez durante o climatério, o período que antecede a menopausa, no qual a mulher ainda ovula, mesmo que irregularmente. E, mesmo assim, as chances são reduzidas. A menopausa se caracteriza por 12 ou 24 meses de ausência total de menstruação, inviabilizando a fecundação, simplesmente porque não há óvulo a ser fecundado.

Para mulheres que estão tentando uma gravidez tardia, a opção é a fertilização in vitro, junto com a ovodoação. Ainda que haja riscos, estes são minimizados com controle rigoroso e acompanhamento frequente do médico obstetra, garantindo à mãe e ao bebê uma gestação saudável e segura.

 

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Quanto tempo esperar entre os ciclos de fertilização In vitro?

seg, 04/12/2021 - 08:00

A fertilização in vitro é um dos tratamentos para engravidar mais comuns e mais eficazes também. Em média, as taxas de sucesso chegam a 55% por tentativa, chegando ao dobro de chances se comparado a uma gravidez que ocorre de forma espontânea, que tem incidência positiva de 20%. Contudo, um resultado satisfatório depende de inúmeros fatores e quando isso não acontece, a recomendação é uma nova tentativa. Mas, você sabe dizer quanto tempo é preciso esperar entre um ciclo e outro? Falaremos um pouco mais sobre isso a seguir. Confira.

Quando a primeira tentativa não dá certo

Para que a fertilização in vitro dê certo e a gravidez se concretize, é preciso que as condições sejam favoráveis, assim como deve ser em uma gravidez que ocorre naturalmente.

Assim, uma gravidez bem-sucedida depende de embriões saudáveis e sem deformidades e exige que o organismo da mulher esteja em boas condições para receber e acolher esse embrião. Qualquer alteração pode impedir a fixação do embrião no útero ou gerar um aborto espontâneo.

Quando a primeira tentativa de gravidez não tem um resultado positivo, o primeiro passo é identificar as causas dessa falha. O médico faz uma avaliação para diagnosticar o que houve de errado e sugere uma nova investida, com a correção dos problemas encontrados no tratamento anterior.

Desta forma, o médico pode pedir novos exames, fazer novos testes e investigar mais a fundo as causas da infertilidade no casal. É de extrema importância fazer esse novo levantamento de dados para que todas as possíveis causas sejam, de fato, eliminadas ainda na fase anterior ao implante do embrião.

Controlando a ansiedade

É importante deixar claro que o fato de um procedimento não ter dado certo não significa que a causa daquele impedimento ocorrerá novamente nas próximas tentativas. Também não quer dizer que a mulher jamais poderá ter filhos.

É muito comum que o casal tente achar culpados para a falha da gravidez, tenha picos de estresse ou perca a esperança de um dia ter filhos.

Apesar de ser uma reação normal e compreensível, esse tipo de sentimento não deve ser estimulado ou alimentado porque pode prejudicar ainda mais as tentativas futuras, além de não ser, de fato, uma interpretação real dos fatos. Não há um único culpado, mas um conjunto de fatores que podem estar atrapalhando a realização desse sonho.

Apesar da alta taxa de fertilidade da FIV, não podemos esquecer do outro lado: a porcentagem que não alcançou o resultado esperado. Por isso, cada caso deve ser avaliado na sua individualidade com a intenção de descobrir onde está o erro e fazer o possível para saná-lo o mais breve possível.

Quanto tempo esperar entre uma tentativa e outra?

Após um procedimento que não deu certo, o médico recomenda que o casal faça uma nova tentativa de engravidar. E, para isso, não é preciso esperar muito. No mês seguinte já é possível fazer um novo ciclo de fertilização in vitro.

Contudo, é preciso avaliar com ainda mais cuidado todas as condições para um novo tratamento, aumentando as chances de tudo sair como o desejado. O que deve ser observado na próxima tentativa de engravidar:

Idade da mulher

À medida que a mulher envelhece, a quantidade de óvulos que ela possui diminui, bem como a qualidade deles, o que atrapalha a fecundação e impede uma gestação saudável.

Embrião com boas condições

Óvulos de mulher em idade avançada costumam ser mais frágeis e, mesmo após a fecundação pelo espermatozoide, o embrião pode apresentar alguma alteração nos cromossomos, impedindo o seu desenvolvimento dentro do útero.

Endométrio receptivo ao embrião

A transferência do embrião para o útero precisa ocorrer durante a fase em que haja uma boa recepção do endométrio. Do contrário, o embrião é rejeitado e não consegue se fixar na parede uterina. 

Para evitar essa rejeição, a equipe médica deve observar se há a presença de algum problema no órgão como mioma, cisto, endometriose ou qualquer tipo de inflamação impedindo o avanço do processo.

A segunda tentativa pode ser mais eficaz do que a primeira. Por quê?

Sim, há razões para que a segunda tentativa da fertilização in vitro seja mais eficiente do que o primeiro procedimento. Essa afirmação reitera a necessidade do casal em continuar tentando e não desistir diante do primeiro obstáculo. Veja o porquê:

  • O médico já sabe o que não deu certo na primeira vez e tomará todos os cuidados para que tal problema não se repita no próximo procedimento, podendo mudar os medicamentos utilizados ou, até mesmo, a técnica realizada;
  • O casal também poderá corrigir alguns erros cometidos durante o tratamento. Poderão melhorar a alimentação, largar o cigarro e a bebida, fazer atividades físicas, controlar o estresse e a ansiedade, que também são fatores impeditivos da gestação;
  • O estímulo de óvulos ocorrido na primeira tentativa pode permanecer por mais tempo e se estender até o próximo ciclo, aumentando a quantidade de óvulos liberados no mês seguinte.

Por isso, o médico tem total segurança para sugerir uma nova tentativa, uma vez que existem chances reais desse procedimento dar certo e o casal conseguir engravidar, da forma como deseja.

Qual é o limite de tentativas?

Não existe uma quantidade de tentativas de fertilização in vitro permitidas ao casal. O que deve ser levado em conta são as características de cada um, suas condições de saúde, seus desejos, os motivos das falhas e a presença de chances reais da gravidez dar certo.

A fertilização in vitro, assim como todo tratamento para engravidar, não é um jogo de sorte e de tentativas aleatórias. Todas as etapas são realizadas de forma planejada, de acordo com as singularidades de cada casal e após avaliações minuciosas de cada procedimento realizado.

A fertilização in vitro é um dos métodos para engravidar mais utilizados porque possui ótimas taxas de resultados positivos. Contudo, é possível que o procedimento não ocorra como o esperado e o casal tenha que se deparar mais uma vez com uma nova tentativa. Felizmente, não é preciso esperar muito tempo para realizar o sonho de ter um filho e, no mês seguinte, já é possível dar início a um novo tratamento, dessa vez, com maiores chances de dar certo.

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Coito programado: o que é?

dom, 04/04/2021 - 15:35

O coito programado é uma técnica bastante antiga, e de baixa complexidade, utilizada para aumentar as chances de gravidez diante de casos leves de infertilidade. Diferente dos outros tipos de tratamento, o coito programado é um procedimento simples, porém eficiente com resultados bastante satisfatórios para o casal. Vamos saber mais sobre o assunto?

O que é o coito programado?

O coito programado, também chamado de namoro programado ou relação programada, é um dos tipos de tratamento para engravidar que tem o objetivo de estimular a fertilidade da mulher.

A mulher é acompanhada por uma equipe médica que verifica o período em que o seu corpo estará mais propício para gerar um bebê. Com essa informação, o casal saberá o dia ideal para investir em mais relações sexuais e aumentar as chances de ter um filho.

Em alguns casos, a mulher pode receber uma pequena dose de hormônios para estimular a produção de óvulos pelos ovários. Todo esse processo é acompanhado por meio de exames de imagem, como o ultrassom.

Vantagens do coito programado

O coito programado é um procedimento simples, porém eficaz. Veja porque essa técnica viabiliza e aumenta as chances de uma gravidez natural.

  • O primeiro ponto, e o mais importante, é que o casal passa a saber qual é o momento exato para ter a relação sexual e aumentar as chances de engravidar;
  • Há um estímulo do ovário para que haja a liberação de óvulos de melhor qualidade;
  • O exame de ultrassom diagnostica o crescimento do endométrio, até que ele chegue à espessura ideal para o acolhimento do óvulo, entre 6 e 7 mm. Endométrio com paredes muito finas é uma das causas mais comuns para a não sobrevivência do embrião dentro do útero;
  • Saber qual será o momento propício para a gravidez também ajuda e orienta o homem a se preparar melhor para aquela data. Sabemos que um embrião forte e com ótimas condições de sobrevida depende diretamente da qualidade do espermatozoide.

Assim, o casal também pode usar o tempo que tem disponível até a data do coito programado para evitar ou aumentar a frequência de relações.

Vale lembrar que para gerar um espermatozoide de qualidade, o homem precisa ter relações sexuais em dias alternados, devendo evitar relações diárias. Também não pode passar muito tempo sem ejacular, por exemplo, pela mesma razão.

Indicações e requisitos do coito programado?

O coito programado é indicado para casos leves de infertilidade que, geralmente, são causados por ovulação irregular ou outros distúrbios ovulatórios. Geralmente, é a primeira opção de casais que tentam engravidar há alguns meses sem sucesso.

Também é uma alternativa para mulheres com mais de 35 anos, cuja produção de óvulos é bastante reduzida nesta fase. Caso o médico não encontre uma causa aparente da infertilidade, ele também pode recomendar a técnica do coito programado para a tentativa de gravidez.

Para que o casal possa realizar esse tratamento, é preciso que ele atenda a dois requisitos básicos. São eles:

A mulher deve apresentar tubas uterinas normais, o que é verificado por meio de três exames: 

  • Ultrassonografia transvaginal;
  • Medição de dosagem hormonal;
  • Histerossalpingografia, exame que verifica a situação do útero e todos os seus componentes.

Já o homem deve ser capaz de produzir espermatozoides em quantidade e qualidade apropriados, o que também é facilmente diagnosticado através do exame espermograma.

Como é realizado o coito programado?

São basicamente três etapas que compõem o método do coito programado: o estímulo ovariano, a indução dos óvulos e a relação sexual na data correta. Saiba mais sobre essas etapas a seguir:

Estímulo ovariano

Na etapa inicial, a mulher recebe alguns hormônios, via oral ou injetável, que têm o objetivo de acelerar o crescimento dos folículos ovarianos, para que sejam produzidos óvulos com a qualidade necessária para a fecundação.

Esse procedimento acontece, em geral, a partir do 2° e 3° dia da menstruação, com doses sucessivas de hormônio ao longo dos próximos 5 ou 12 dias, dependendo do tipo de hormônio utilizado.

Indução ovular

A segunda fase do processo consiste na aplicação de outro hormônio, dessa vez para induzir a liberação de óvulos dentro de um determinado período. 

Esse hormônio é o HCG, também conhecido como hormônio da gravidez. Logo após a indução, o casal é orientado a manter relações sexuais para que o espermatozoide encontre o óvulo que foi liberado algumas horas atrás.

Todo esse processo de estímulo ovariano é complementado e acompanhado por exames de imagem como o ultrassom. É através dele que o médico consegue perceber as alterações no útero e no endométrio, esperadas para a recepção do óvulo e da fecundação.

Um ponto importante que deve ser destacado é em relação à quantidade de óvulos liberados nesse processo. O médico tem o cuidado de induzir a liberação de, no máximo, três óvulos. Essa limitação é para evitar a ocorrência de gestações múltiplas, o que pode ser arriscado para a mulher em idade avançada.

Relação sexual

A parte final desse procedimento é o coito, ou seja, a relação sexual, sem contraceptivo e dentro do período estabelecido pelo médico que acompanha o casal. Esse é o momento tão esperado para o casal, enfim, alcançar uma gravidez e deve ocorrer algumas horas depois do uso do hcg.

Taxa de sucesso do coito programado

O coito programado tem ótima taxa de sucesso. Cerca de 20% dos procedimentos têm um resultado positivo. O tratamento dura, em média, 15 dias desde a injeção de hormônios até a relação sexual. 

15 dias depois do coito, a mulher deve fazer o teste de gravidez para conferir o resultado. Ou seja, em um mês já é possível começar e terminar o tratamento.

Se o resultado do teste de gravidez for negativo, o casal pode continuar tentando engravidar, através dessa mesma técnica. Contudo, após três tentativas seguidas sem sucesso, é recomendado que o casal parta para outras opções de reprodução assistida.

Obviamente, cada caso deve ser avaliado com cuidado pelo médico que acompanha o casal e cabe a eles decidirem o que for melhor e mais conveniente para ambos.

O coito programado é uma técnica de reprodução assistida comumente utilizada por casais que não conseguem engravidar devido a algum problema simples de infertilidade ou quando a mulher apresenta ovulação irregular. É um método bastante simples, rápido e com boa taxa de eficácia. Contudo, a indicação desse ou de outro tratamento deve ser orientada pelo médico que acompanha o casal, de forma individualizada.

 

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Qual a frequência adequada de relações para aumentar as chances de engravidar?

sab, 04/03/2021 - 16:33

Quando estão tentando engravidar, muitos casais acabam caindo na crença de quanto mais relações eles tiverem, maiores serão as chances dessa gravidez dar certo. Essa ansiedade é natural e compreensiva, uma vez que o processo de gestação desperta, de fato, muitas emoções nos envolvidos. Entretanto, existem alguns fatores que devem ser levados em consideração antes de aumentar a frequência da relação sexual e é sobre isso que falaremos adiante.

Por que ter relações todos os dias não ajuda?

Parece natural pensar que quanto mais relação um casal tiver, mais rapidamente a mulher vai engravidar. E é isso que muitos deles fazem. No entanto, não é assim que acontece. Ter relações todos os dias não garante que a gravidez ocorra mais rápido.

É preciso levar em conta alguns fatores como o período fértil da mulher e também o intervalo entre as relações, fundamental para a qualidade dos espermatozoides liberados pelo homem. Falaremos melhor sobre esses dois fatores adiante.

Então, ter relações sexuais todos os dias para engravidar, sem saber se está no período fértil ou não pode gerar bastante frustração aos dois. Além disso, pode se tornar até um fator impeditivo da gravidez, uma vez que a ejaculação frequente não contribui para a boa qualidade dos espermatozoides.

Frequência ideal de relações para conseguir engravidar

O ideal é que se mantenha 1 relação sexual no período fértil da mulher em dias intercalados. Veja a seguir o porquê desse cuidado.

Período fértil da mulher

O período fértil da mulher é aquele em que o ovário libera o óvulo em direção ao útero para que ele seja fecundado por um espermatozoide. Para o homem não há período fértil, mas para a mulher esse momento existe e é durante esse tempo que a gravidez pode acontecer.

Por isso, ter relações fora do período de ovulação na esperança de engravidar é algo que não funciona porque o espermatozoide chega ao útero, mas não encontra óvulo para fecundar. Portanto, é fundamental que a mulher reconheça o momento realmente propício para uma gravidez.

Intervalos entre uma relação e outra

Até aqui você já sabe que precisa ter relações sexuais com o seu parceiro dentro do período fértil para ter mais chances de engravidar. Além disso, não precisa ter relações diárias, mas sim de maneira intercalada. Ou seja, um dia sim e outro não.

Respeitar esse espaço de tempo entre uma relação e outra é importante por causa de alguns fatores. Quando passa de 1 a 3 dias sem ejacular, o homem garante uma quantidade maior de sêmen, o que também implica em espermatozoides maduros e fortes, mais indicados para aumentar as chances de uma gravidez.

Entretanto, passar muito tempo sem ejacular pode causar o efeito contrário, ou seja, a má qualidade desses espermatozoides. Por isso, o ideal é manter relações com 1 ou 2 dias de intervalo, dentro do período fértil da mulher.

Vale lembrar também que, quando está dentro do útero, o espermatozoide pode sobreviver por até 72 horas, possibilitando a gravidez mesmo em um dia em que não há relação sexual. Enquanto isso, o óvulo tem uma sobrevida de até 24 horas após ser lançado no útero.

Como identificar o período fértil

Mas, como saber qual é o seu período fértil para, então, ter relações sexuais e aumentar as chances de uma gestação? Em primeiro lugar, a mulher precisa saber como funciona o seu ciclo menstrual, identificar os dias em que está mais propícia para engravidar.

Um ciclo regular dura cerca de 28 dias. Começa com o início do período menstrual e termina quando chega a menstruação seguinte. 11 dias depois, a mulher já está em período fértil que pode durar até o 17° dia. Vejamos um exemplo:

Uma mulher que tem um ciclo regular de 28 dias, cujo período menstrual começou no dia 5 de abril, estará no período fértil entre os dias 15 e 21 de abril. Ou seja, o período fértil começa três dias antes da metade do ciclo e termina três dias depois.

Vale fazer essas anotações na agenda para não esquecer e se confundir. De posse dessa informação, a mulher e seu parceiro já podem se programar para manter relações sexuais dentro desses 7 dias, de forma alternada, sem uso de contraceptivo.

Calcule seu próximo dia fértil aqui.

Mulher com ovulação irregular

Quando a mulher não tem um ciclo regular, ou seja, quando a menstruação não segue um padrão de começo e fim, é bem mais difícil identificar o período fértil. Nesses casos, para aumentar as chances de engravidar, o recomendado é que ela mantenha relações sexuais cerca de 3 vezes por semana, logo que a menstruação finalizar.

Além disso, a mulher também pode ficar atenta a alguns sinais que o corpo oferece quando a ovulação está próxima como, por exemplo:

  • Aumento da temperatura corporal;
  • Muco vaginal mais espesso e elástico;
  • Dor uterina leve. Esse sinal é relatado por algumas mulheres e pode acontecer na hora da liberação do óvulo, quando há a ruptura do folículo, gerando um pequeno desconforto na região da pelve.

Quando a mulher com ciclo irregular não consegue engravidar de forma espontânea, ela pode iniciar um tratamento de gravidez. Uma opção é o Coito Programado.

Nesse tratamento, a mulher é acompanhada pelo médico que verifica o momento mais propício para a gravidez, ou seja, o seu período fértil. Também pode haver estimulação dos ovários para uma produção melhor dos óvulos que serão fecundados.

Chances da mulher engravidar no período fértil

Manter relações sexuais dentro do período fértil aumenta as chances de engravidar, mas não garante eficácia de 100%. Um casal saudável, em que a mulher tenha menos de 35 anos, e que mantenha relações sexuais frequentes, tem a probabilidade de 20% de engravidar em um mês. Ou seja, de 10 casais nessas condições, que tentam engravidar em um mês, 2 deles obterá sucesso.

E quando existe algum fator impeditivo para a gestação, como infertilidade no homem ou na mulher, doenças genéticas ou ginecológicas, dentre outras, as chances de uma gravidez reduzem mais ainda. Por isso, diante de uma negativa ao tentar engravidar, o casal deve buscar ajuda médica para identificar as razões e fazer o tratamento necessário.

Sendo assim, podemos concluir que manter 1 relação sexual, de maneira alternada, dentro do período fértil é suficiente para que ocorra a tão sonhada gravidez do casal. Para isso, a mulher precisa conhecer seu ciclo menstrual e reconhecer o período em que os óvulos são liberados para encontrar o espermatozoide, ou seja, o período fértil. Se, mesmo com insistência, o resultado for negativo, convém buscar orientação médica e iniciar um tratamento de gravidez, se for o caso.

 

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Por que meu tratamento de gravidez não está dando certo?

sex, 03/26/2021 - 17:17

O tratamento de gravidez é uma alternativa muito buscada por casais que não conseguem engravidar de maneira espontânea. Os resultados são bastante positivos. Contudo, nem sempre tudo sai de acordo com o esperado, o que acaba gerando frustração não só nos futuros papais, mas também em toda a equipe médica envolvida nesse processo. Existem muitas dúvidas a respeito dos motivos que impedem um tratamento de gravidez de dar certo e hoje falaremos mais sobre isso.

Minha gravidez não deu certo. E agora?

Dizemos que o tratamento de gravidez falhou quando o resultado não é obtido, ou seja, quando a mulher não conseguiu engravidar ou quando ela sofreu aborto espontâneo ao longo da gestação. O fato é que não existe um único motivo que possa atrapalhar a gravidez assistida.

Existem variáveis diversas que atingem a mulher em maior ou menor grau, impedindo a gestação. Normalmente, essa falha está associada às causas da infertilidade no homem ou na mulher, que os induziram a buscar ajuda médica para engravidar.

É, portanto, uma questão individual que precisa ser averiguada de forma específica. E a primeira coisa que o casal deve fazer é procurar o médico responsável pelo procedimento para tentar descobrir o que deu errado.

 

Possíveis causas de falhas no tratamento de gravidez

Sabemos que o médico responsável pelo procedimento toma todas as precauções possíveis antes de iniciar o tratamento, conhecendo o histórico da paciente, buscando doenças que comprometem a fertilidade tanto no homem quanto na mulher, solicitando exames para fechar diagnósticos etc.

Ainda assim, é possível que alguns fatores prevaleçam e atrapalhem todas as medidas de prevenção aplicadas antes e durante o tratamento, gerando uma frustração em todos. A taxa de sucesso de um tratamento de gravidez como a Fertilização In Vitro, por exemplo, pode chegar a 60% dos casos. Os outros 40% que não deram certo podem ter relação com algumas das causas abaixo. Confira.

Mulher com idade avançada

A partir dos 35 anos de idade, as chances de uma mulher engravidar de maneira espontânea caem consideravelmente. Com o tratamento de gravidez, as chances aumentam, mas, ainda assim, há riscos de um resultado negativo.

Isso acontece por causa do envelhecimento natural do corpo, da redução no número de óvulos produzidos e liberados pela mulher e também porque a idade avançada aumenta as chances de alterações genéticas nos embriões, dificultando e até impedindo o seu desenvolvimento.

Processos inflamatórios crônicos

Doenças ou inflamações que atingem a região do útero são responsáveis por boa parte das falhas na gravidez. Essas alterações podem surgir durante a gestação ou podem não ter sido diagnosticadas durante a fase de preparação da mulher.

Outra possível causa é o fato do endométrio não estar pronto para receber aquele embrião introduzido no útero, o que também pode acontecer devido a processos inflamatórios locais. Como resultado, o embrião não encontra um ambiente satisfatório para o seu desenvolvimento.

Baixa qualidade dos espermatozoides

Ainda que o médico faça a seleção dos melhores espermatozoides para a fecundação do óvulo, é possível que os escolhidos apresentem algum problema ao longo do processo. Geralmente, esses espermatozoides de má qualidade estão mais relacionados aos abortos espontâneos.

Alterações nos embriões

Problemas embrionários são responsáveis pela maioria das falhas na gravidez assistida. No caso da FIV, a transferência de um embrião no momento errado de sua evolução compromete o seu desenvolvimento, impedindo a gravidez.

Além disso, o embrião pode trazer alguma alteração genética não identificada pelo médico durante a avaliação e no processo de escolha. Essa deformidade impede que o embrião tenha a evolução esperada.

O que fazer para reduzir essas falhas?

Como dissemos, cada caso é único e deve ser averiguado de forma individual. O médico precisa identificar e avaliar as possíveis causas da não gestação e tomar medidas de precaução para uma nova tentativa. Existem algumas maneiras de fazer isso. Vejamos.

Estudar alterações genéticas do embrião

Se for essa a provável causa, o médico faz um estudo genético do embrião, avaliando e optando por aqueles que não tenham anormalidades genéticas. Só depois, esses embriões são introduzidos no útero.

Avaliação do endométrio

Se a causa da não gravidez tiver relação com problemas no endométrio, que é uma razão bastante comum, o médico também vai reavaliar essa região uterina, identificar o melhor momento em que o embrião será mais aceito ou prevenir e tratar processos inflamatórios para que eles não comprometam o processo de gestação.

Além dessas medidas, o médico deve sugerir outras estratégias igualmente eficazes para que o casal tenha resultados satisfatórios na próxima tentativa de engravidar. Essas e outras técnicas dependem exclusivamente das características de cada paciente.

O que é possível fazer para aumentar as chances de engravidar durante o tratamento?

Não existe uma lista efetiva de recomendações que possam favorecer a gravidez. Mas, existem algumas dicas que melhoram a fertilidade do casal, uma vez que contribuem para a saúde do corpo como um todo.

  • Reduzir ou eliminar hábitos não saudáveis como o tabagismo e o alcoolismo;
  • Manter uma alimentação saudável com preferência para alimentos naturais, reduzindo industrializados e processados;
  • Sair do sedentarismo e se manter em movimento;
  • Ficar longe de situações de estresse, buscando maneiras de relaxar e descansar sempre que possível;
  • Controlar os níveis de ansiedade, por mais que seja um pouco mais difícil nesse momento tão importante para a família;
  • Por fim, é preciso ter muita paciência. Como vimos, os resultados positivos têm um ótimo índice, porém, não podemos deixar de observar todos os casos que não deram certo. Então, é uma situação normal, mesmo que não seja a ideal.

O importante é continuar insistindo, seguindo os protocolos e recomendações da equipe médica, controlando o que estiver ao seu alcance como o cultivo de bons hábitos, a redução do estresse e da ansiedade e tendo boas noites de sono para que o trajeto em busca da gravidez seja tão satisfatório quanto o resultado esperado.

O tratamento para gravidez traz resultados fantásticos para os casais que sonham em ter filhos, mas, como todo procedimento médico, pode apresentar falhas, sendo estas motivadas por inúmeros fatores. Essas possíveis causas são averiguadas pela equipe médica responsável que sugere alterações no tratamento para a obtenção de resultados satisfatórios para ambas as partes.

 

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Sintomas da Gravidez

sex, 03/26/2021 - 09:06
Vamos direto ao assunto? Não sabe se está gravida ainda? e quer descobrir?

Caso tenha chegado nessa página para descobrir se está grávida no momento, temos as seguintes opções:

Teste de sintomas de Gravidez: Como saber se você está grávida – Sinais e sintomas que podem ajudar a diagnosticar uma gravidez.

Quando fazer o teste laboratorial de gravidez? – Quer saber o melhor momento para realizar o teste de gravidez de farmácia? Esse cálculo vai te ajudar nisso.

 

Já sabe que está grávida?

A gestação é um saquinho de surpresas, a cada fase uma nova sensação, mudanças no nosso organismo para se adaptar a esta nova condição, para você  ir se acostumando com a idéia e saber o que é comum sentir na gravidez e não necessariamente precisar de tratamento aí vão algumas dicas de  “o que esperar quando se esta esperando…”

Algumas mulheres buscam ajuda nas redes sociais, mas nós estamos aqui, prontos para te ajudar.

Durante a gestação o obstetra será o seu médico principal.

No início da gravidez você poderá sentir:

  • Náuseas e vômitos;
  • Aumento das mamas e dor;
  • Escurecimento dos mamilos;
  • Sono;
  • Prisão de ventre;
  • Tonturas;
  • Dor de cabeça;
  • Aumento da freqüência de urinar;

A boa notícia é que as náuseas na maioria das mulheres acaba após os 3 meses de gravidez assim como aquele sono incontrolável. Para os outros sintomas não esqueça de pedir orientação ao seu médico pois tudo pode ser contornável por medicações sintomáticas e alimentação adequada.

Mas, durante toda gestação ainda poderá ocorrer:

  • Manchas na pele (cloasma gravídico);
  • Aparecimento de linha escurecida no abdome;
  • Estrias;
  • Dor nas costas;
  • Azia;
  • Dificuldade para dormir, pelo aumento da barriga e mamas;
  • Dor nas pernas;
  • Propensão a desenvolver varizes nas mulheres predispostas;
  • Pré disposição a hemorróidas;
 

Aqui listamos algumas modificações do organismo materno, lembrando que nem todas as mulheres por regra passarão por todas estas fases.

Lembrem-se: para que sua gravidez seja tranqüila é importante um acompanhamento Pré Natal adequado, hábitos de vida e alimentares saudáveis, exercício físico a partir do segundo trimestre de gravidez com orientação médica pela obstetra.

 

Sintomas da Gravidez

Lista de sinais e sintomas da gravidez (teste de sintomas de gravidez):

Saber cedo que está grávida é muito importante para que a mulher inicie o seu seguimento pré-natal o mais cedo possível. As mulheres que ficam sabendo da gestação nas primeiras semanas podem tomar medidas que beneficiam o feto como: melhorar o controle da glicemia no sangue, melhorar a dieta, usar suplementos como ácido fólico e ferro, controlar a pressão arterial, tratar eventuais infecções precocemente e evitar o consumo de álcool ou drogas potencialmente nocivas ao bebê no primeiro trimestre de gestação

Os primeiros sinais e sintomas da gravidez surgem frequentemente após três semanas da fecundação. Em alguns casos, a gravidez já mostra sinais tão cedo quanto o sexto dia após a concepção. Então, apesar de não ser comum, é perfeitamente possível a mulher já apresentar sintomas de gravidez antes da menstruação atrasar.

Os 20 primeiros sintomas de gravidez são:

  • Sangramento vaginal.
  • Atraso menstrual.
  • Cólicas ou dor abdominal.
  • Aumento dos seios ou dor nas mamas.
  • Alterações na aparência dos seios.
  • Náuseas e vômitos.
  • Constipação intestinal.
  • Inchaço abdominal.
  • Cansaço e sono excessivo.
  • Vontade frequente de urinar.
  • Desejos alimentares.
  • Alteração do paladar.
  • Aversão a odores fortes.
  • Aumento dos gases.
  • Tonturas.
  • Variações do humor.
  • Dor de cabeça.
  • Dor lombar.
  • Acne.
  • Corrimento vaginal.
  

Antes de seguirmos, é importante salientar que os sinais e sintomas de gravidez não são os mesmos para todas as mulheres. Além disso, uma mesma mãe pode ter sintomas completamente diferentes entre duas gestações distintas. Os sinais de gravidez podem também variar em sua intensidade, frequência e duração.

Tenha em mente que muitos dos sintomas precoces da gestação podem parecer semelhantes aos desconfortos pré-menstruais que você está habituada. As mulheres que não estão tentando engravidar não ficam muito atentas aos sinais do seu corpo, e os primeiros sintomas da gravidez podem passar despercebidos, sendo confundidos com os sinais de uma menstruação a caminho.

Procure sem o obstetra e ginecologista para acompanhar sua gestação, assim problemas como gravidez ectópica e outros podem ser resolvidos cedo.

Ter um bebê pode ser o sonho de muitas mulheres. Às vezes o atraso da menstruação é a primeira dica entre todos os sintomas de que a mulher está grávida. A gravidez pode apresentar diferentes sintomas em cada semana da gestação.

Quer saber o melhor momento de fazer um teste de gravidez?

Fizemos uma calculadora para ajudar a saber o melhor momento para se fazer o teste de gravidez. Veja aqui quando fazer o teste de gravidez.

jQuery(document).ready(function($) { var delay = 100; setTimeout(function() { $('.elementor-tab-title').removeClass('elementor-active'); $('.elementor-tab-content').css('display', 'none'); }, delay); }); Bibliografia Rizk, B; Garcia-Velasco, J; Sallam, H; Infertility and Assisted Reproduction. 2008. Cambridge University Press. Te Linde. Ginecologia Operatoria. 8ed. Rock Thompson.

Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

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Investigando a Linguagem do Tratamento de Fertilidade: IIU Explicada

qui, 03/25/2021 - 18:08

Existem muitos diferentes procedimentos de tratamento para ajudar a engravidar. IIU, também conhecida como inseminação intrauterina ou inseminação artificial, é um dos mais comuns procedimentos para tratamento de fertilidade utilizados atualmente.

 

Para Que Serve a Inseminação Intra-uterina (IIU)?

 

IIUs são usadas para tratar muitos diagnósticos diferentes de infertilidade, incluindo:

 

O Que Acontece Durante um Procedimento de IIU?

 

IIU pode ser feita com ou sem medicamentos que impulsionam a ovulação. Se uma IIU é feita com medicamentos, em seguida, os ovários são estimulados para produzir uma pequena quantidade de óvulos maduros. Diferente da FIV (Fertilização In Vitro), onde os óvulos são retirados e então fertilizados, com uma IIU, a ênfase está em garantir que haja apenas alguns óvulos para emergir. Há uma possibilidade de gestações múltiplas quando é feita uma IIU e mais do que apenas alguns óvulos maduros emergem, então é preciso que haja um cuidadoso e consistente monitoramento.

Quando os óvulos estão maduros, há um “gatilho” de injeção – uma medicação que estimula os folículos (bolsas cheias de fluido que contêm os óvulos) para liberar os óvulos. Em seguida, o esperma é coletado, através de masturbação e dado ao laboratório do programa de fertilidade para ser preparado. O esperma é cuidadosamente preparado e então introduzido dentro do útero através do colo do útero, usando um pequeno cateter.

Muitos programas de fertilidade fazem duas inseminações em cada ciclo para maximizar a probabilidade dos espermatozoides atingirem os óvulos no momento ideal.

Há poucos cuidados após o procedimento que precisam ser feitos. As inseminações normalmente não causam dor. Não há atividades específicas que você precise evitar ou que você precise tomar precauções. Apesar disso, a maioria dos programas e clínicas de fertilidade desaconselha exercício físico muito intenso.

Alguns procedimentos de fertilidade incluem medicamentos após a IIU para a reforçar ainda mais a implantação precoce.

E depois há a espera.

Para obter mais informações sobre a IIU, por favor entre em contato conosco. Se você tem tentado engravidar há um ano, é hora de procurar ajuda.

 

 

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Anomalias das trompas

qui, 03/25/2021 - 07:16

As trompas de Falópio são dois “tubos” contráteis anexados ao lado esquerdo e ao lado direito do útero. Cada tubo estende-se desde o útero para o ovário e sua função é pegar o óvulo, assim que ele é liberado do ovário. As extremidades das trompas de falópio são alargadas e têm delicadas estruturas semelhantes a dedos chamadas fímbrias. Quando o ovário libera um óvulo ou ovócito, as fímbrias pegam o óvulo e o direcionam para dentro do tubo. Enquanto o óvulo passa pelas trompas de Falópio, ele recebe nutrição e um ambiente perfeito para a fertilização. O óvulo e o espermatozoide geralmente se encontram na porção distal do tubo, onde ocorre a fecundação. É vital que a trompa de Falópio esteja aberta e funcionando corretamente para permitir que o óvulo e o espermatozoide se encontrem e que o óvulo fertilizado se mova até o útero para implantação.

Tubos que tenham sido danificados por infecção prévia ou endometriose podem afetar severamente a chance de um casal conseguir a gravidez. Também existem Anormalidades Congênitas das trompas de falópio que podem dificultar a captação do óvulo.

 

Obstrução Tubária

 

Mulheres que tiveram infecções pélvicas, endometriose ou cirurgia que envolvem inflamação podem causar cicatrizes ao redor do útero e das trompas de Falópio. Mulheres que tiveram uma gravidez ectópica podem também ter obstrução tubária. A obstrução pode ser causada por várias outras condições, tais como:

  • Infecções pélvicas (tais como a doença inflamatória pélvica e doenças sexualmente transmissíveis)
  • Uma ruptura do apêndice ou cirurgia na pelve ou abdômen inferior
  • Uma gravidez tubária ou ectópica, nas trompas de Falópio
  • Malformação das trompas de Falópio
  • Endometriose
  • Aderências pélvicas entre estruturas normalmente não conectadas no útero ou na pelve
  • Anormalidades Congênitas

 

Hidrossalpinge

 

Uma trompa de Falópio bloqueada que se torne preenchida com líquido é chamada de hidrossalpinge. Esta não só causa infertilidade, como também pode reduzir a eficácia de outros tratamentos de infertilidade. A condição ocorre quando há lesão nas Trompas de Falópio, geralmente devido a infecção, que faz com que a extremidade do tubo se feche. Como resultado, o fluido fica retido no tubo e faz com que ele inche. Este fluido normalmente vazaria para fora da extremidade do tubo, mas já que o tubo está bloqueado na verdade os vazamentos retornam para o útero. Este fluido mostrou ser capaz de diminuir as chances de engravidar, em uma quantidade significativa. Se um embrião é implantado no útero usando FIV, este refluxo das trompas no útero pode diminuir as chances de sucesso de um terço à metade, a menos que seja tratado antes do tempo.

O sintoma mais comum de obstrução tubária é a infertilidade.

 

Diagnóstico de Danos Tubais

 

Fator Tubário e infertilidade é um problema muito comum e por causa disso nós rotineiramente examinamos para determinar se os tubos estão abertos e se não estão danificados, como parte dos testes habituais de fertilidade. No Plano de FIV nós rotineiramente usamos um dos dois tipos de exames de diagnóstico para verificar a permeabilidade tubária em um histerosalpingograma (HSG) e em um procedimento cirúrgico, a laparoscopia diagnóstica.

 

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Conexão da endometriose com a Infertilidade

qua, 03/24/2021 - 18:16

A Endometriose Pode Ser Responsável por Até 70% das Mulheres Afetadas por Infertilidade e Dor Pélvica

A endometriose é uma condição de hormônio sensibilizados – como os ovários produzem hormônios normalmente todo mês, a endometriose pode crescer e piorar. A dor da endometriose geralmente ocorre antes e durante um ciclo menstrual. Esta dor cíclica e o crescimento da endometriose pode ser tratado com medicamentos que inibem a função ovariana. Isso significa que os ovários não estão produzindo óvulos durante o mês, e isto também evitará que a gravidez ocorra. É por isso que é difícil de tratar a endometriose associada com infertilidade – para casais tentando engravidar, nossos tratamentos de fertilidade muitas vezes estimulam os ovários a produzirem mais óvulos e mais hormônios durante o ciclo menstrual, e isso nada faz para tratar a dor associada com a endometriose. Na verdade, pode aumentar a dor. Para as mulheres com infertilidade e dor pélvica relacionada com endometriose, nosso objetivo é ajudar a gravidez a ocorrer mais rapidamente, reduzindo a quantidade de tempo em que o paciente sente a dor que ocorre com o ciclo menstrual.

Ciclos de tratamento de fertilidade são geralmente a melhor forma de tratamento em vez de cirurgia laparoscópica para as mulheres que estão tentando engravidar com endometriose.  Às vezes, no entanto, a cirurgia para endometriose pode ser realizada antes do tratamento de fertilidade, especialmente se a dor pélvica for um fator significativo. A cirurgia para endometriose é muito boa para aliviar a dor pélvica, mas provavelmente apenas minimamente aumentará a probabilidade de uma gravidez natural ou diminuirá a necessidade de tratamento de fertilidade quando a mulher está pronta para engravidar.

A endometriose, infelizmente, não pode ser completamente curada. A dor pélvica pode ser minimizada e a infertilidade pode ser superada com o tratamento, mas a inflamação pélvica e a presença das células dentro da pelve com endometriose geralmente continuam ao longo da vida reprodutiva feminina. Às vezes a endometriose pode progredir e causar dor pélvica crônica, que é muito difícil de tratar.

O Que Mais Você Pode Fazer Se Você Tem Endometriose?

Como com qualquer condição crônica, existem algumas maneiras de administrar a endometriose. Novos medicamentos estão sendo explorados e o controle de natalidade continua a ser uma forma adequada para impedir que as células indesejáveis se proliferem. Existem também vários estudos que estão sendo realizados, incluindo o estudo ROSE. ROSE significa Research OutSmarts Endometriosis (Pesquisa para Superação da Endometriose) e está em conjunção com a Endometriosis Foundation of America, fundada por Padma Lakshmi, uma respeitada celebridade que quando diagnosticada com endometriose saiu publicamente para apoiar outras que sofrem com a dor da endometriose. Você pode ler mais sobre esse estudo e ver se é uma boa escolha para você. 

Se precisar de ajuda com a dor pélvica, com a infertilidade ou se tem suspeita de endometriose, estamos aqui para ajudar. 

 

 

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Taxa de fertilidade

qua, 03/24/2021 - 08:29

As estatísticas da reprodução humana e taxa de fertilidade variam com o país, com as clínicas e com a causa da infertilidade. Os números aqui apresentados se referem a uma grande avaliação feita pela Red Lara (Red Latinoamericana de Reproducción Asistida).

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Congelamento de Óvulos

ter, 03/23/2021 - 17:43
A dra. Juliana Amato (CRM 106.072) explica o processo de congelamento de óvulos e para quais mulheres ele é mais indicado. Confira tudo no vídeo!       ***** Transcrição: Eu sou a Doutora Juliana, sou especialista em ginecologia obstetrícia e reprodução assistida. Então, hoje nós vamos falar um pouquinho sobre congelamento de óvulos. As mulheres hoje em dia se casam mais tarde, querem estudar, fazer mestrado, doutorado, viajar, qualquer que seja o plano delas elas têm filhos mais tarde. O que a gente tem que colocar em mente que a mulher até os 35 anos ela pode engravidar com saúde, depois dos 35 anos a gente tem uma queda dessa reserva folicular, ou seja, uma queda da fertilidade e isso em estudos em várias populações mundiais a gente vê que isso acontece após os 35 anos. O que que a mulher ela deve ter em mente? Em preservar a sua fertilidade, e como isso não feito? Com congelamento de óvulos. Quais são as candidatas para congelamento de óvulos? Mulheres até 35 anos que não queiram engravidar por agora, que tenham algum plano de saúde ou que não tenha perspectiva de gravidez. Após os 35 anos o congelamento pode ser feito, mas as taxas de sucesso de descongelamento da fertilização in vitro são menores. Tem um diagnóstico de câncer de mama ou de câncer de ovário, converse primeiro com seu oncologista, o ideal é que se faça um ciclo de estimulação de ovulação antes do tratamento da quimioterapia ou da radioterapia se congele esses óculos para depois fazer o tratamento da quimioterapia ou da radioterapia, se congele esses óvulos para depois fazer o tratamento, pois os quimioterápicos eles tendem a reduzir muito drasticamente a reserva ovariana. Esses e outros assuntos vocês podem acessar também nas nossas redes sociais.   Leia mais em: Congelamento de óvulos

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Teste de Fertilidade: Uma dieta saudável para engravidar

seg, 03/22/2021 - 20:17

Ao responder as questões nesse teste de fertilidade você será capaz de ver se sua dieta está tendo um efeito positivo ou negativo na sua fertilidade, assim como a sua saúde em geral.

Se você está ciente dos seus maus hábitos alimentares você pode mudá-los para melhor para que então você possa se ajudar a conceber um filho.

Quiz Dieta Saudável

Para começar o quiz simplesmente clique no botão abaixo

Nutrição é extremamente importante quando se trata de fertilidade. Ao analisar o que você come e fazer algumas mudanças, você irá melhorar suas chances de engravidar. Faça mudanças gradualmente, assim você poderá continuar com a sua vida normalmente e sem colocar muita pressão sobre você.

Como ter uma dieta saudável e balanceada:

  • Compre pequenas quantidades de comida frequentemente, para garantir que estejam sempre frescas
  • Coma frutos da estação
  • Tenha suas 5 porções ao dia de frutas e/ou vegetais
  • Corte alimentos processados e pré-prontos
  • Coma carboidratos complexos e alimentos integrais
  • Evite carnes gordurosas
  • Beba chás de ervas ao invés de chá comum e café

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Os 3 principais tratamentos para engravidar

seg, 03/22/2021 - 11:37

Engravidar de maneira natural é o desejo de toda mulher que deseja ser mãe, contudo essa não é a realidade de muitas delas. Segundo dados da OMS, cerca de 15% dos casais em idade reprodutiva apresentam algum problema de infertilidade. Felizmente, a medicina desenvolveu algumas técnicas eficazes que auxiliam o casal que sonha em ter um filho. A seguir, falaremos sobre os três principais tratamentos para engravidar e também sobre o melhor momento para buscar ajuda de uma clínica de fertilidade.

3 tratamentos mais comuns para engravidar

Existem vários tipos de tratamentos para gravidez. Hoje, falaremos dos três mais comuns e mais realizados atualmente. Para facilitar a compreensão, dividimos esses métodos em dois níveis de complexidade: baixa e alta. Veja a seguir:

Tratamentos de baixa complexidade

Os tratamentos de baixa complexidade são assim chamados porque exigem menos intervenções e procedimentos médicos ao longo do tratamento. São métodos mais simples, rápidos, acessíveis e de fácil execução. O processo de fecundação acontece dentro do útero da mulher.

  1. Coito programado ou namoro programado

O objetivo desse tratamento é fazer com que o casal consiga engravidar de maneira natural, mantendo relações sexuais dentro do período de maior ovulação da mulher, aumentando as chances de fecundação do óvulo pelo espermatozoide.

Para isso, a equipe médica acompanha e monitora aquele que será o período mais fértil da mulher e orienta o melhor momento para a relação sexual.

Quando a mulher apresenta uma ovulação irregular, o médico pode fazer a aplicação de hormônios que estimulam o amadurecimento e a liberação dos óvulos para um acompanhamento mais preciso do momento certo para o ato sexual.

  1. Inseminação intrauterina (Inseminação artificial)

A inseminação artificial também é um método de baixa complexidade que estimula a fecundação natural do óvulo, dentro do útero da mulher. A técnica consiste em algumas etapas. O primeiro passo é a coleta do esperma do homem na tentativa de capturar os espermatozoides mais fortes e resistentes.

Em seguida, esses espermatozoides são introduzidos dentro do útero da mulher para que eles fecundem o óvulo liberado. Para aumentar as chances de fecundação, pode ser que a mulher precise ter o ovário estimulado, assim como acontece no coito programado.

A inseminação artificial é um procedimento bastante popular e é indicado para aqueles casais que não conseguem engravidar, mesmo sem uma causa aparente ou quando o homem tem algum problema que atinja a qualidade dos seus espermatozoides.

Como vimos, é feita uma seleção criteriosa de espermatozoides, sendo introduzidos no útero apenas aqueles mais resistentes, com boa movimentação e ausência de má-formação.


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Tratamentos de alta complexidade

Os tratamentos de alta complexidade possuem etapas mais detalhadas e, por isso, mais complexas. De todos, a fertilização in vitro (FIV) é a mais comum e a mais utilizada.

  1. Fertilização in vitro (FIV)

A fertilização in vitro é um tratamento de gravidez em que a fecundação acontece fora do útero da mulher. Todo o processo ocorre dentro de ambiente hospitalar, em um laboratório da clínica de reprodução.

O processo começa com a coleta dos óvulos, na mulher, e do sêmen, no homem. Mais uma vez, a mulher recebe hormônios para estimular a ovulação e o amadurecimento dos folículos e facilitar a captura. Em seguida, o melhor espermatozoide é escolhido, capturado e injetado no óvulo, ocorrendo a fecundação.

Os óvulos fecundados são monitorados por alguns dias até que atinjam as condições esperadas para serem, enfim, introduzidos no útero da mulher e assim continuar o processo de gravidez. Vale lembrar que há um limite de óvulos fecundados e introduzidos, uma medida importante para evitar a gestação múltipla.

A fertilização in vitro atende a um grande número de casos de infertilidade. É indicada em casos de vasectomia, laqueadura, doenças ginecológicas como a endometriose ou lesões uterinas que dificultem a gravidez, obstrução das tubas uterinas, mulheres com idade avançada, dentre outros casos.

Também é uma técnica eficaz para situações em que o casal já passou por diversas tentativas de engravidar, mas não obteve sucesso.


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Quando eu sei que preciso de tratamento para engravidar?

Essa dúvida é muito recorrente e é muito importante fazer esse esclarecimento porque pode auxiliar casais que há anos tentam engravidar naturalmente, não conseguem e acreditam que não existe nenhum problema de ordem biológica impedindo a gravidez.

Primeiro, é preciso saber que um casal jovem, com até 35 anos, com ótimas condições de saúde e que mantenha relação sexual frequente sem usar métodos contraceptivos, pode engravidar em pouco tempo após as primeiras tentativas.

Quando esse tempo ultrapassa 12 meses, um ano, é hora de buscar ajuda médica para saber o que está impedindo a gravidez.

Mulher com idade avançada tem menos chance de engravidar naturalmente

Para a mulher, o tempo se torna um fator impeditivo à medida que a idade vai chegando. Mulheres com idade entre 25 e 30 anos tem até 85% de chances de engravidar em um ano de tentativas. A partir dos 31 e até os 35 anos, essa taxa cai para 80%, mas ainda é muito grande, com ótimas chances de uma gravidez natural.

A partir dos 35 anos de idade, o tempo se torna mais escasso para a mulher. A sua capacidade de engravidar naturalmente cai para 50% ao ano. E, a partir dos 40 anos, a taxa de fertilidade cai mais ainda, dessa vez para 20% ao ano.

Portanto, uma mulher com mais de 35 anos que tenta uma gravidez há mais de seis meses e não tem resultados positivos, precisa fazer um tratamento para engravidar e contar com a ajuda da medicina para realizar o sonho de ser mãe.

Essas e outras informações devem ser levadas em conta na hora em que o casal para e avalia o motivo das tentativas de gravidez não estarem dando certo. É preciso analisar fatores como saúde biológica de ambos, idade da mulher, problemas genéticos e outras doenças que impedem a fertilidade.

Os tratamentos para engravidar surgiram como uma alternativa para aqueles casais que não conseguem gerar um filho de maneira natural. Esta é uma situação bastante comum, embora muitas pessoas não saibam que têm problemas de fertilidade. Em muitos casos, só há a percepção desse fato depois de inúmeras tentativas de engravidar que resultam em dolorosas frustrações. Nessa hora, a clínica de reprodução assistida surge como uma aliada apresentando ao casal o método que melhor se encaixa na sua individualidade e que possa ajudá-lo a alcançar o objetivo tão esperado: um resultado positivo.

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