Medicina

Quanto custa uma fertilização in vitro em 2021?

Fertilidade - qui, 01/14/2021 - 15:01

Um novo ano se inicia e com ele muitos casais planejam começar um tratamento de fertilidade para realizarem o sonho de ter um bebê. Atualmente, existem diversos tipos de tratamento, sendo que a fertilização in vitro (FIV) é uma das mais conhecidas já que ela pode ser bem-sucedida até em casos mais complexos de infertilidade.

Por conseguir ajudar em casos mais complicados, o valor desse tratamento costuma ser mais elevado que outros, como a indução da ovulação ou a relação sexual programada. Sendo assim, seu valor gera curiosidade nos casais que desejam saber se conseguem realizar uma fertilização, caso seja necessário.

Para saber quanto custa uma fertilização in vitro em 2021, primeiro o casal deve conhecer bem o procedimento e entender quais são os custos envolvidos nesse tratamento. Por isso, a seguir, vamos explicar as etapas da FIV e quais custos devem ser considerados na hora de calcular o valor de todo o procedimento.

Procedimento da fertilização in vitro

De forma simplificada, na FIV é realizada a indução da ovulação na mulher para estimular o desenvolvimento e a liberação de óvulos que serão fecundados com o espermatozoide em um meio de cultura.

Após a formação do embrião, este é transferido para o útero da mulher. Depois de alguns dias da realização do procedimento, a paciente deve ir ao médico para conferir se o tratamento foi bem-sucedido. Veja, agora, os custos envolvidos em cada uma dessas etapas:

Estimulação da ovulação

A indução da ovulação é feita por meio de injeções diárias que a paciente aplica em si mesma em casa. A cada 2 ou 3 dias, ela deve fazer um ultrassom com seu médico para acompanhar o crescimento folicular.

Geralmente, nessa primeira etapa, a mulher vai acompanhar esse crescimento com o médico em torno de 5 vezes. Quando os folículos atingem um determinado tamanho, a paciente tem que usar outra medicação que a faz ovular 36 horas depois. 

Esse acompanhamento e a avaliação da estimulação da ovulação são feitos integralmente no consultório do médico. Então, nessa fase do tratamento, é necessário considerar entre os custos: os honorários do profissional que está acompanhando a paciente, o valor dos ultrassons realizados e dos medicamentos usados.

Aqui, é importante salientar que é muito difícil determinar o custo exato dos medicamentos, sem consulta prévia, porque cada paciente responde de uma maneira à medicação. Se a mulher tem uma baixa reserva ovariana, por exemplo, sua dosagem tem que ser maior que a de uma paciente que tem uma reserva ovariana mais alta.

O remédio receitado pelo médico também pode variar de acordo com a causa da infertilidade do casal. Uma mulher que tem endometriose geralmente deve tomar mais de um medicamento durante o tratamento, enquanto uma com ovário policístico possivelmente vai gastar menos com medicação.

Retirada de folículos

A segunda etapa da fertilização in vitro é a retirada dos folículos, que é realizada em uma sala cirúrgica de um laboratório de reprodução assistida. Após a retirada, os folículos são enviados para o laboratório, onde um biólogo faz a fertilização em um meio de cultura.

Por isso, nessa etapa, entre os custos devem ser considerados: a manutenção do espaço físico do laboratório, o honorário do biólogo para a fertilização e a avaliação diária do embrião, o valor dos equipamentos usados no procedimento (como pipetas, placa de petri e microscópios) e da incubadora.

Aqui, novamente é difícil definir um custo exato, porque há muitas variáveis envolvidas. O honorário do biólogo e o custo da manutenção do laboratório, por exemplo, podem mudar de acordo com o estabelecimento escolhido no tratamento. Obviamente o seu médico especialista em reprodução humana já tem seu laboratório de escolha, e poderá passar isso em consulta.

Como existem muitas variáveis, é importante lembrar que o tratamento não deve ser guiado somente pelo valor dos serviços. Ou seja, o casal não deve se decidir por um laboratório ou profissional porque eles cobram mais barato ou mais caro.

O fundamental é verificar a qualidade do serviço realizado, a estrutura do local, os equipamentos disponíveis para o procedimento e, se possível, conversar com ex-pacientes.

Transferência do embrião para o útero

Quando o embrião está formado, é a hora de fazer a transferência dele do meio de cultura para o útero da mulher. Após a realização do procedimento, a paciente tem que esperar alguns dias até verificar com o médico se o tratamento obteve sucesso.

Nessa terceira etapa, é preciso levar em conta os custos da sala onde é feita a transferência, do laboratório e do médico que vai realizar o procedimento. Novamente, são custos que podem variar.

Nem todos os profissionais especializados em reprodução assistida, por exemplo, cobram o mesmo valor pelos serviços realizados. O custo pode diminuir ou aumentar de acordo com a experiência do médico, seus estudos e a região em que atua.

Justamente por envolver custos muito variáveis que é difícil definir um valor fixo para a fertilização in vitro em 2021. Não é possível afirmar quanto o procedimento vai custar exatamente, porque isso depende do diagnóstico do casal e do profissional que eles escolherem para acompanhar o tratamento.

Então, mesmo que você veja um valor exato na internet ou em alguma clínica, lembre-se de que o custo mostrado pode não valer para o seu caso. Afinal, dependendo da causa da infertilidade, você pode ter que tomar mais ou menos medicamentos. Ainda, os honorários dos profissionais envolvidos podem ser maiores ou menores.

Por isso, o que é possível fazer é explicar essas variáveis para que os interessados se lembrem de considerá-las na hora de calcular quanto vai custar o tratamento para eles.

Como ter uma ideia mais exata do custo de uma inseminação para você?

A única forma de saber quanto custa uma fertilização in vitro para você é consultar um médico especialista em reprodução assistida para que ele possa avaliar o seu caso. Dessa forma, ele será capaz de calcular os custos de todo o procedimento, incluindo honorários e medicamentos, e passar um valor bem próximo do real.

Então, se você quer conhecer o valor do tratamento, marque uma consulta com um especialista! Depois de entender o que deve ser considerado no custo da fertilização in vitro em 2021, veja também quanto tempo pode durar um tratamento de fertilidade


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É preciso emagrecer para operar as varizes?

Vascular Pro - ter, 01/12/2021 - 18:46

Você já ouviu falar que para operar as varizes é obrigatório emagrecer? Algumas pessoas encaram a obesidade como um impeditivo para a realização da cirurgia das varizes e acabam deixando de realizar esse procedimento tão importante para a saúde e para a estética do corpo. De fato, perder peso é uma estratégia recomendada por especialistas antes de qualquer cirurgia, mas não chega a ser um obstáculo intransponível. E é sobre isso que falaremos ao longo desse artigo.

Qual é o peso ideal para operar as varizes?

O peso ideal de um indivíduo é definido, atualmente, pelo número do seu IMC (Índice de Massa Corporal). O IMC é um número obtido a partir do peso e da altura de uma pessoa e sugere um valor que deve ser alcançado para que ela esteja dentro do peso indicado para o seu tipo físico.

Obviamente, o IMC não é taxativo, mas é muito útil como uma orientação para aquelas pessoas que não sabem se estão dentro do peso correto, se precisam emagrecer ou, quem sabe, ganhar alguns quilinhos. Contudo, é preciso levar em consideração também o estilo de vida do indivíduo, os seus hábitos, a sua rotina e a existência ou não de doenças que influenciam no aumento do peso corporal.

Ainda assim, vale a pena descobrir qual é o seu IMC e ter um norte em relação ao seu peso atual. A partir daí, traçar estratégias para chegar naquele peso que seria o melhor para cada pessoa. É uma maneira de qualificar alguém como saudável não só para o dia a dia, mas também para a realização de procedimentos médicos como a cirurgia das varizes.

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Bom, em primeiro lugar, emagrecer é recomendado para qualquer pessoa e em qualquer momento da vida porque perder peso sempre é algo vantajoso, na grande maioria das vezes.

Em uma cirurgia de varizes, deve-se evitar operar quando o paciente está muito acima do peso por causa das complicações que são muito mais abrangentes, principalmente quando a cirurgia for tradicional, do tipo aberta, que é mais invasiva e tem um pós-operatório que exige mais cuidados.

Uma cirurgia de varizes realizada em um paciente obeso ocorre em uma área bem maior no corpo. Além disso, há um risco maior de trombose e outras complicações como infecções. Por fim, o paciente obeso já tem a mobilidade reduzida o que fica ainda mais comprometido após o procedimento.

Além disso, é preciso observar também qual é a causa real dos incômodos do paciente. Muitas vezes, ele reclama de dores e cansaço nas pernas, mas a origem do desconforto não são as varizes, mas o peso em excesso.

Nesse caso, mesmo que ele faça a cirurgia, as dores permanecerão, o que não inviabiliza por completo a cirurgia, mas não elimina o desconforto provocado pelo excesso de peso. Assim, emagrecer continua sendo necessário.

E esses são os principais motivos pelos quais o paciente que deseja operar as varizes é orientado a emagrecer. Mas, como dissemos, o emagrecimento não deve ser visto como um impeditivo, até porque, para muitas pessoas, emagrecer é uma tarefa quase impossível por diversos motivos.

Quando o indivíduo precisa fazer a cirurgia de varizes, mas está muito acima do peso é preciso conhecer e escolher outros procedimentos igualmente eficazes. Veja a seguir.

E quando a paciente não consegue chegar ao peso ideal?

Emagrecer não é algo assim tão fácil. Nem todas as pessoas têm facilidade em seguir dieta e realizar atividades físicas por diversos motivos. Além disso, existem algumas doenças que dificultam a perda de peso de forma rápida, o que é ainda mais desmotivador para quem necessita emagrecer.

Mas, de forma alguma isso quer dizer que as cirurgias de varizes devem ser proibidas a essas pessoas. Pelo contrário, cabe ao paciente conversar com o seu cirurgião vascular e buscar uma alternativa eficaz e que se encaixe na sua realidade atual.

Pessoas que estão com varizes em estágio avançado, com úlceras, por exemplo, não podem ser impedidas de realizar a cirurgia por causa do peso excessivo. A alternativa é optar por procedimentos menos invasivos como a cirurgia a laser, tão eficaz quanto a tradicional, bem menos invasiva, com menos risco de infecção e com pós-operatório muito mais tranquilo.

Contudo, é preciso salientar que sempre há limites de peso que devem ser respeitados. E o médico pode sim sugerir que o paciente reduza um pouco o seu peso para que a cirurgia possa ocorrer com o mínimo possível de complicações durante e após o procedimento operatório.

Dicas para emagrecer

Perder peso não deve ser encarado como algo ruim, mas como uma necessidade para garantir dias mais saudáveis e uma vida mais tranquila, com menos incidências de doenças diversas. Veja a seguir algumas dicas práticas para emagrecer com saúde, que é o mais importante.

  • Substitua alimentos industrializados por alimentos naturais. Coma mais comida de verdade e menos enlatados, embutidos e similares.

  • Faça ao menos seis refeições ao dia, comendo porções pequenas para se manter sempre alimentado e evitar beliscar fora de hora.

  • Beba bastante água durante o dia. Além de melhorar o funcionamento do corpo, a água ajuda a driblar a fome.

  • Coma proteína em todas as refeições. A proteína deixa o estômago satisfeito por mais tempo. Consuma mais carne, ovos, leite e derivados.

  • Durma bem. Descanse seu corpo e sua mente. Assim, você reduz o estresse e se sente menos tentado a comer o tempo inteiro.

  • Reduza o estresse. Altos índices de estresse aumentam a produção do cortisol, hormônio que, em excesso, aumenta o apetite durante o dia.

  • Saia do sedentarismo. A atividade física é fundamental para potencializar o emagrecimento e deve ser praticada diariamente ou, pelo menos, três vezes por semana.

Como pudemos perceber, emagrecer é uma orientação recomendada a todas as pessoas por causa das muitas consequências benéficas como bem-estar, redução da incidência de várias doenças, aumento de disposição física dentre outras. Contudo, estar acima do peso jamais deve ser considerado um obstáculo intransponível para a cirurgia de varizes. É verdade que no caso da tradicional cirurgia aberta, há riscos de complicações. No entanto, existem outros meios de remover as varizes, mesmo com excesso de peso como a cirurgia a laser que é menos invasiva e oferece baixos riscos. O ideal é que o paciente converse com o seu médico e, junto com ele, decida o que é melhor, mais vantajoso e mais seguro.

 


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Lista de sinais e sintomas de lipedema

Vascular Pro - qua, 12/23/2020 - 12:47

Um lipedema é um aumento simétrico de gordura, normalmente ocorre nas pernas, nádegas e braços, e geralmente afeta apenas as mulheres. A distribuição de gordura no corpo é alterada por causa dessa doença e não, como se supõe, uma consequência do excesso de peso. Além da retenção de líquidos, ocorre uma dor causada pela pressão, que em muitos casos está associada ao aumento de roxos/contusões e dor na área afetada. A perna fica uniformemente grossa e pesada, geralmente do quadril ao tornozelo. O lipoedema também pode se manifestar nos braços superiores, enquanto a parte superior do corpo, mãos e pés do paciente geralmente permanecem esbeltos.

 

Se você acha que pode ter lipoedema, por favor, complete esta lista de sintomas.

☐ O peso é ganho desproporcionalmente nos quadris, coxas e abaixo do joelho (geralmente bilateralmente – afeta ambos os lados – e simétrico – ocorre uniformemente)

☐ A metade inferior é maior e a cintura menor

☐ A sensação de “nódulos” gordurosos debaixo da pele

☐ Contusões ocorrem facilmente e muitas vezes é inexplicável

☐ Pernas são muito sensíveis ao toque

☐ Dor profunda e latejante / pernas doloridas

☐ Dor nas articulações do joelho

☐ Se sentem as pernas pesadas e elas incham ao longo do dia (especialmente depois de longos períodos em pé ou sentada), mas aliviam durante a noite

☐ A gordura nas pernas é macia e parece ondulada, como pele de “casca de laranja”, pode sentir frio ao toque nas pernas

☐ A gordura de lipoedema não responde à dieta

☐ Mãos e pés não são afetados

☐ Pele das áreas afetadas pode ser pálida e fria

☐ Os membros superiores também podem ser desproporcionalmente mais gordos

☐ Aumento do inchaço durante o calor

 

Se você responder afirmativamente em mais de 7 pontos, você pode ter lipedema. Entre em contato conosco para mais informações!

 

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Como eliminar varizes nas nádegas? Varizes em lugares incomuns.

Vascular Pro - ter, 12/22/2020 - 16:34

As varizes são veias defeituosas que se tornam mais aparentes, dilatadas e tortuosas quando não conseguem resistir à pressão da circulação do sangue dentro delas, por causa das paredes frágeis. Apesar de ser um problema que atinge basicamente os membros inferiores, as varizes também podem surgir em locais inusitados como o rosto, o abdome, o tórax, a vagina, a virilha e as nádegas.

A causa, a identificação e o tratamento desse tipo de varizes são diferentes de acordo com a natureza delas e sua localização. Hoje, vamos falar mais sobre essas varizes que surgem em lugares incomuns e apresentar maneiras de eliminá-las do corpo. Vamos lá?

Varizes no rosto? Sim, pode acontecer

O rosto é uma região que também pode sofrer com as varizes. Nesse caso, elas são chamadas de teleangiectasias, que são os famosos vasinhos. Outro nome comum para esse tipo de variz é a aranha vascular por causa do seu formato característico, com algumas ramificações.

As teleangiectasias podem surgir devido à pressão do sangue nas veias doentes, mas também podem ser originadas por questões genéticas e hormonais. Tanto é que a gravidez é um fator de risco para o problema.

Nessa fase da vida da mulher, há um desequilíbrio natural dos hormônios, o que faz com que a pressão do sangue aumente e provoque as veias dilatadas em diversas partes do corpo, inclusive no rosto.

As varizes no rosto, geralmente, são assintomáticas, mas algumas mulheres relatam dor na região, além de peso e inchaço. No entanto, o incômodo maior é o fator estético, uma vez que as varizes surgem em uma região exposta como o rosto, causando grande desconforto, sobretudo, às mulheres.

Para tratar as varizes no rosto, o mais indicado é o tratamento a laser já que essa é uma região com baixa pressão venosa e as chances de êxito são maiores.

Varizes no tórax e abdome? O que são?

Diferente dos vasinhos que surgem no rosto, as varizes que surgem no tórax e no abdome podem ser resultado de algum problema nos órgãos internos como lesões no útero ou no fígado.

Por isso, o diagnóstico deve ser feito da maneira correta, com identificação da origem do problema. A partir desse diagnóstico é que é possível indicar o tratamento ideal.

Varizes nas nádegas, virilhas e vagina: o que são?

Além das nádegas, as varizes também podem aparecer na vagina e na virilha. Apesar de ser um problema recorrente, ele é pouco diagnosticado, muitas vezes, por falta de conhecimento do assunto, e por ficar numa área mais escondida.

As varizes nas nádegas costumam ser a consequência de uma doença bem mais grave, chamada de síndrome da congestão pélvica ou varizes pélvicas. Nesse caso, além de surgirem nas nádegas e regiões próximas, as varizes também podem aparecer ao redor do útero, trompas e ovários, e até mesmo nos membros inferiores.

No geral, quem faz esse diagnóstico é o ginecologista através de exames de imagem ou até mesmo durante o parto cesariana, em que é possível observar as varizes ao redor do útero e alertar a paciente.

A congestão pélvica acontece quando o sangue da região fica represado por causa do mau funcionamento das veias do útero, aumentando a pressão e provocando dores. Durante a gravidez, os sintomas das varizes pélvicas costumam aumentar bastante.

Um detalhe interessante e que vale a pena ser observado é que quem tem varizes na região das pernas tem mais tendência a apresentar varizes na região do útero.

Os principais sintomas das varizes pélvicas são:

Complicações das varizes pélvicas

Além de causar diversos e dolorosos incômodos, as varizes pélvicas também podem trazer complicações para as mulheres, principalmente quando as veias estão localizadas na região dos lábios vaginais. O aumento da pressão na região afetada pode ocasionar o que chamamos de varicorragia, isto é, quando a veia doente estoura provocando sangramento intenso.

É muito comum acontecer essa ruptura durante o parto normal, devido à enorme pressão que acontece na região da vagina. É por isso que, em casos mais graves de varizes pélvicas, o obstetra opta pelo parto do tipo cesariana, reduzindo o risco da varicorragia.

Como eliminar as varizes pélvicas?

As varizes dos membros inferiores geralmente são tratadas com a escleroterapia com aplicação de glicose ou espuma. No entanto, o tratamento das varizes pélvicas é totalmente diferente.

A recomendação é que seja feita a embolização da veia varicosa. O procedimento é muito simples, eficaz e pouco invasivo. É aplicada a anestesia local na paciente e introduzido um cateter com uma substância que obstrui a veia doente dentro do útero, fazendo com que ela murche e seja absorvida pelo organismo.

Consequentemente, as veias aparentes localizadas nas nádegas, vagina e virilha também somem e murcham, levando junto os sintomas nada agradáveis das varizes pélvicas.

Como já dissemos, o diagnóstico das varizes pélvicas é um acontecimento recente, mas não porque a doença não existia. Esse problema era comumente confundido com doenças ginecológicas com sintomas semelhantes como a endometriose, por exemplo.

Porém, o avanço da medicina, o olhar mais atento dos profissionais, a modernização e o fácil acesso aos exames de imagem possibilitaram que as varizes pélvicas fossem descobertas mais rapidamente, facilitando o tratamento e os bons resultados.

É preciso fazer cirurgia em todos os casos?

Não. A cirurgia para eliminar as varizes provocadas pela congestão pélvica só é recomendada se o médico ginecologista, junto com o cirurgião vascular, identificarem essa necessidade, de acordo com os sintomas relatados pela paciente.

Outro procedimento que alguns médicos recomendam para combater as varizes é a histerectomia, ou seja, a remoção total do útero. No entanto, essa é uma técnica muito agressiva e desnecessária, uma vez que podemos optar pela embolia, um tratamento eficaz, com resultados rápidos, pouco invasivo e bem menos agressivo para as mulheres.   

Como vimos, as varizes pélvicas não são um problema apenas estético, mas que indicam que algo mais grave está acontecendo dentro do útero da mulher. As varizes pélvicas são, muitas vezes, confundidas com outras doenças ginecológicas, por causa dos sintomas semelhantes. Para um diagnóstico correto, o médico ginecologista e o cirurgião vascular devem trabalhar em conjunto, visando sempre o melhor para cada paciente e seu caso particular.

 

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Calculadora de peso ideal

Fertilidade - ter, 12/22/2020 - 09:42

Verifique se seu peso ideal nesta calculadora

 

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Reloginho biológico: idade e a possibilidade de engravidar

Fertilidade - seg, 12/21/2020 - 18:47

Com base em estatísticas médias, esta calculadora fornecerá uma idéia de como a idade pode afetar a sua fertilidade. Inclui a probabilidade de gravidez a cada ciclo, a probabilidade de concepção ao longo do tempo, o risco de aborto e as chances de defeitos cromossômicos com base na idade materna. Os números gerados por esta calculadora são simplesmente diretrizes básicas e podem ser afetados por muitos fatores, incluindo a saúde da mãe e do pai, além de peso, etnia, influências ambientais e saúde emocional. Se você tiver dúvidas ou preocupações sobre sua fertilidade ou riscos de aborto espontâneo e defeitos congênitos, é melhor discuti-las com seu médico.

As estatísticas de probabilidade são apenas para mulheres com função reprodutiva normal. Os números representam o cenário “melhor caso” para a probabilidade de gravidez, se você estiver tentando engravidar naturalmente (sem nenhuma intervenção médica).

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9 dicas para cuidar das pernas no verão e evitar varizes

Vascular Pro - seg, 12/21/2020 - 18:45

As varizes são veias tortuosas e dilatadas que geralmente surgem nos membros inferiores. Elas provocam diversos incômodos para as mulheres como dores, cansaço e inchaço, além de problemas estéticos. Além disso, as varizes podem evoluir e provocar outras doenças como a trombose, resultado da má circulação sanguínea.

O surgimento das varizes ocorre, em grande parte, por questões hereditárias, mas existem alguns fatores considerados de risco e que podem acelerar o problema.

Assim, mulheres, obesos, sedentários, pessoas que ficam muito tempo na mesma posição, seja sentado ou em pé, fumantes, pessoas com doenças cardiovasculares e circulatórios têm mais chances de apresentar o problema.

No verão, as varizes costumam incomodar mais, principalmente porque é a estação mais quente do ano. É quando as mulheres, que fazem parte do grupo mais afetado, usam roupas mais curtas e leves, vão mais à praia ou à piscina e se sentem desmotivadas ao fazer isso por causa do aspecto estético das pernas, prejudicado pelas veias doentes.

Por isso, vamos listar, a seguir, as melhores dicas para cuidar das pernas no verão e evitar o surgimento das varizes ou a piora do problema. Vamos saber mais sobre isso?

 

A importância dos exercícios físicos para evitar as varizes

Doenças como as varizes costumam causar inchaço e acúmulo de líquido na área atingida, no caso, os membros inferiores. Por isso, muitas mulheres reclamam de cansaço e peso nas pernas. Essa é uma característica comum das doenças venosas.

No corpo humano, a parte responsável pelo retorno do líquido dos membros inferiores até o coração e o pulmão é a panturrilha, também chamada de coração periférico. O exercício físico, por sua vez, fortalece a musculatura da perna e da panturrilha, auxiliando-a a empurrar o líquido das pernas até o local esperado, que são o coração e pulmão.

Além de ser determinante para conferir elasticidade e tônus ao músculo da panturrilha, o exercício físico também auxilia na perda de peso, outro fator de risco que acelera o surgimento das varizes e pioram os sintomas.

9 dicas para cuidar das pernas no verão e evitar varizes

Exercícios físicos são fundamentais para evitar varizes, mas qual exercício é o mais indicado? E o que mais pode ser feito para combater esse problema também durante o verão? Veja as respostas a seguir.

1.       Use meias elásticas

As meias elásticas, ou de compressão, são importantes para estimulara a circulação local. No entanto, muitas mulheres evitam usá-la durante o verão por causa do calor extremo. Se for esse o seu caso, deixe-as de lado um pouco e invista nos exercícios físicos e demais cuidados listados a seguir.

2.       Faça exercícios físicos aquáticos

Os exercícios físicos na água são excelentes para o combate às varizes porque exercem a pressão hidrostática, fazendo com que o líquido acumulado nas pernas retorne para coração e para o pulmão. Dessa forma, o inchaço diminui, bem como suas consequências como dor e cansaço nas pernas. Alguns exercícios valiosos são:

  • Natação;
  • Hidroginástica;
  • Bicicleta na água;
  • Corrida na água.
3.       Prefira exercícios de baixo impacto

Caso não seja possível praticar os exercícios na água, não tem problema. Mais importante é praticar alguma atividade física. Nesse caso, prefira exercícios de baixo impacto.

Além de serem mais confortáveis, especialmente para idosos, obesos e sedentários, os exercícios de baixo impacto reduzem o risco de lesões nas pernas e pés.

Portanto, se possível, prefira a esteira para correr ou caminhar. Entre uma caminhada e uma corrida, prefira a caminhada que é menos exigente, a não ser que você tenha um bom preparo físico. Exercícios interessantes para quem tem varizes ou quer evitá-las são:

  • Ciclismo ou bicicleta na academia;
  • Pilates;
  • Ioga;
  • Corrida, se estiver em boas condições físicas;
  • Caminhada;
  • Musculação leve, sempre com orientação de um educador físico.
4.       Exercite-se com frequência

Os exercícios físicos são essenciais para estimular a circulação sanguínea, reduzir o inchaço e fortalecer a panturrilha, que, como vimos, é de extrema importância na circulação dos membros inferiores.

Mas, para que os efeitos sejam bem aproveitados, é preciso realizá-los com a frequência mínima de três vezes por semana e por, pelo menos, 30 minutos por dia.

Como estamos falando do verão, uma estação naturalmente quente, escolha horários mais agradáveis para mexer o corpo como o começo da manhã e o final da tarde.


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5.       Eleve as pernas antes de dormir

Outro cuidado muito válido é usar um travesseiro embaixo das pernas na hora de dormir. Essa posição favorece muito a circulação sanguínea das pernas, prevenindo o inchaço e melhorando o sono. Essa estratégia pode ser executada ao longo de todo o ano e é uma ótima alternativa para quem fica muito tempo em pé no trabalho, por exemplo.

6.       Evite ficar o dia inteiro na mesma posição

Mesmo que você consiga incluir na sua rotina os exercícios físicos, evite permanecer muito tempo sentado ou em pé ao longo do dia. Profissionais cujo trabalho tenha essa exigência como garçons e secretárias, por exemplo, devem redobrar a atenção.

O ideal é mudar a posição de vez em quando, por alguns minutos, descansando e fazendo alongamentos para estimular a circulação sanguínea em todo o corpo e, principalmente, nas pernas.

7.       Reduza o peso

Outro fator de risco para o surgimento das varizes é o excesso de peso. Ao aproveitar o verão para se exercitar ao ar livre, você também estará contribuindo para o emagrecimento natural.

Para acelerar o processo, invista em uma alimentação saudável, reduzindo frituras, carboidratos refinados, álcool e industrializados. Em vez disso, consuma legumes, frutas, verduras e produtos integrais.

Caso seja necessário, não deixe de seguir o tratamento com medicamentos indicados pelo seu médico para auxiliar nos resultados.

8.       Beba água

Beber água é fundamental todos os dias, mas no verão ter esse cuidado é mais importante ainda por causa do calor natural da época. A água ajuda na retenção líquida, oxigena o cérebro e o organismo e ajuda o corpo a perder peso.

9.       Faça acompanhamento com seu médico vascular

Os exercícios realizados para melhorar o sistema linfático e venoso das pernas devem ter o acompanhamento do médico vascular.

Caso a paciente já esteja com problemas de circulação, o seu sistema arterial está doente, comprometido e o oxigênio não está chegando como deveria a todas as partes do corpo. Nesse caso, a musculatura se cansa muito mais rápido.

Por isso, é importante que o médico saiba como o seu paciente está se exercitando, se cuidando e, dessa forma, possa orientá-lo da melhor forma possível a tirar todo o proveito dos exercícios físicos para prevenção e combate às varizes.

Essas foram algumas dicas importantes para que as mulheres possam evitar as varizes no verão, além de amenizar os sintomas durante todas as outras épocas do ano. Exercitar-se, alimentar-se de maneira saudável e ter orientação médica são essenciais para uma vida com mais qualidade e longe das varizes.

 

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Dicas para o Lipedema

Vascular Pro - dom, 12/20/2020 - 12:47

Uma vez que você foi diagnosticada com lipedema, uma nova vida vai começar para você, até certo ponto. Costumo dizer que muda a sua jornada, agora para uma jornada que você tem chances de melhorar. Além da lipoaspiração para remoção cirúrgica do tecido adiposo subcutâneo doente do lipedema, existem muitas outras possibilidades de tratamento para melhora da sua qualidade de vida! E é importante que você aprenda e experimente, descobrindo o que funciona melhor para seu corpo. Entre elas, o uso de roupas íntimas de compressão e as atividades esportivas são alguns pilares importantes do tratamento clínico do lipedema.
Ambos devem te acompanhar de agora em diante para ajudar controlar os sintomas da melhor forma possível.
Os tópicos de nutrição e moda do lipedema também desempenham um papel extraordinário. As roupas certas te darão mais autoconfiança e uma dieta com conhecimento anti-inflamatório e com baixo teor de carboidratos ajuda você a se sentir mais em forma e mais saudável, além de ajudar na diminuição de volume e sintomas.

Lipedema: Perguntas frequentes

O lipedema levanta muitas dúvidas entre as pacientes. Como funciona a lipoaspiração? A terapia conservadora pode substituir a lipoaspiração? Quando estarei apto novamente após a cirurgia?

Nós respondemos essas e muitas outras perguntas em nossas nos respectivos links.

Lipedema & Esportes Exercícios aquáticos

O esporte e o exercício devem desempenhar um papel importante em sua vida. Quem se esforça fisicamente não faz apenas algo pela sua aparência, mas, acima de tudo, pela mente, através da liberação de endorfinas. Por si só, o esporte pode nos deixar animados e simplesmente afastar os pensamentos ruins.
Os esportes aquáticos como a hidroginástica, o ciclismo aquático (hidrobike, acqua cycling) ou mesmo a natação são particularmente recomendados para o lipedema.
A pressão exercida pela água resulta na compressão homogênea e naturalmente graduada, que por ser mais uniforme é mais agradável para mulheres afetadas pelo lipedema e melhora o retorno linfático. Sendo assim, em alguns casos, pode ser até mais aceitável do que a drenagem linfática clássica.

Preparador físico

Poucos profissionais são dedicados atualmente ao lipedema, portanto sugerimos informar o seu preparador sobre a doença. A compreensão da doença, o treinamento adaptado e a motivação garantem que os pacientes se sintam melhor, esvaziem suas mentes e voltem a desfrutar da atividade física. É importante que não apenas as regiões afetadas pelo lipedema recebam atenção, mas que todo o corpo seja devidamente treinado.

 

Nutrição lipedema

Embora o lipedema definitivamente não seja causado pela obesidade, a obesidade pode ser um efeito colateral da doença. É frequente a associação de obesidade com o lipedema, principalmente em fases mais avançadas da doença. Se você busca uma alimentação saudável e balanceada, pode fazer muito para uma bela aparência e melhorar seu bem-estar. Hoje já existem recomendações dietéticas específicas para pacientes com lipedema, vale a pena seguir algumas dicas úteis.

Lipedema: O que vestir?

Muitas pacientes com lipedema têm dificuldade em encontrar algo para vestir. Geralmente, você precisa prestar atenção aos materiais que fluem e caem bem, que embelezam sua aparência e proporcionam uma sensação agradável. Evite roupas justas que prendam e sejam desconfortáveis.

Grupos de autoajuda

Antes de mais nada entenda o que é bioindividialidade! O que funciona para uma pessoa não necessariamente vai funcionar para outra. Por isso é essencial o seguimento com médicos especializados no lipedema. Mas os grupos de autoajuda são uma excelente fonte de inspiração para dicas de moda, já que as pessoas afetadas trocam regularmente suas experiências. Cuidado com pessoas que possuem conflitos de interesse, algumas estão nessa apenas para se aproveitar da vulnerabilidade das pacientes.  Sugerimos este grupo no facebook.
O ajuste certo é particularmente importante quando se trata de roupas íntimas de compressão. A pressão de compressão deve gradualmente ir ficando mais fraca da mão ou do pé até o coração. Se não for esse o caso, o edema no fim da extremidade (braços e pernas) pode piorar. O uso regular de meias de compressão personalizadas reduz o inchaço e, acima de tudo, deve evitar que o edema volte a piorar. Acredito que a compressão elástica tenha o melhor momento para ser usada e indicada, e não é nas piores fases do lipedema

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Existe uma estimativa de custos de um tratamento de fertilidade?

Fertilidade - sex, 12/18/2020 - 12:37

Quando um casal decide buscar ajuda para engravidar surgem diversas dúvidas sobre os tratamentos de fertilidade, como quais são os tipos oferecidos pelas clínicas, quanto tempo eles podem durar e quanto custam.

Em relação ao valor do tratamento, não é possível definir um custo fixo para ele, porque existem muitas variáveis envolvidas que influenciam no preço da atividade. Sendo assim, o que os casais podem fazer é uma estimativa considerando todos os elementos que podem ser necessários em um tratamento de fertilidade.

Por isso, a seguir, vamos listar todas as variáveis que devem ser consideradas por você e seu parceiro na hora de fazer os cálculos.

Variáveis que devem ser consideradas em uma estimativa de custos Exames e consultas

Antes de iniciar um tratamento de fertilidade, você e seu parceiro precisam fazer alguns exames para descobrir qual é a causa da esterilidade e, assim, encontrar o procedimento mais adequado para o caso.

Além disso, é necessário consultar médicos especialistas, como ginecologistas e urologistas, para conferir se vocês estão saudáveis e aptos para iniciar um tratamento de fertilidade.

Sendo assim, se tiverem um plano de saúde, vocês devem conferir se ele cobre as consultas e os exames pedidos pelos profissionais. Caso não tenham ou o plano não cubra tudo, é preciso adicionar os custos dos exames e consultas em sua estimativa.

Esse valor pode variar bastante, porque vai depender do valor cobrado pelos profissionais e dos exames solicitados, que podem ser diferentes em cada caso.

Medicamentos

A maior parte dos tratamentos de fertilidade demandam que a mulher tome medicamentos para induzir a sua ovulação e aumentar as chances de gravidez no procedimento escolhido.

Mas, os remédios indicados pelo médico vão variar de acordo com o tratamento, além das suas particularidades e de seu parceiro. Eles podem ser, por exemplo, orais ou injetáveis, de diferentes fabricantes e com componentes distintos.

Ainda, a quantidade de medicamento receitada pode mudar novamente conforme as suas necessidades. Então, o custo com medicamentos varia bastante, podendo ir de R$ 1.000,00 até R$ 8.000,00.

Definido causa e estratégia de tratamento é possível chegar num valor mais próximo do valor final, mas esteja sempre preparada para possíveis eventualidades.

Valor do procedimento

Atualmente, existem diversos tratamentos de fertilidade, sendo que alguns são mais simples e outros mais complexos. Alguns possuem poucas etapas, por exemplo, e demandam serviços mais básicos.

Já outros, como a fertilização in vitro (FIV), têm mais etapas, necessitam de equipamentos mais tecnológicos e processos mais trabalhosos para serem bem-sucedidos. Por isso, o valor dos procedimentos também varia bastante.

Abaixo, listamos algumas etapas dos principais tratamentos de fertilidade que interferem em seus custos:

Indução da ovulação

A indução da ovulação é um dos tratamentos mais simples de fertilidade, porque ele tem poucas etapas e a fecundação é feita por meio do coito programado. Sendo assim, o seu valor costuma ser mais baixo que o de outros procedimentos.

Nele, é necessário comprar os medicamentos para induzir a ovulação, fazer o monitoramento da ovulação e programar as relações sexuais para que as chances de gravidez aumentem consideravelmente. Então, os custos na indução da ovulação são basicamente com os medicamentos e com o acompanhamento do profissional especializado em reprodução humana.

Inseminação artificial intrauterina

A inseminação artificial intrauterina já é um pouco mais complexa que a indução da ovulação, porque nesse tratamento os espermatozoides são colocados diretamente no útero da mulher para que encontrem o óvulo e haja uma fecundação de forma natural.

Os espermatozoides injetados no útero podem ser do parceiro ou de um doador, dependendo da causa da esterilidade do casal. Caso eles sejam de seu parceiro, vocês vão precisar adicionar à estimativa os custos da coleta de sêmen, além da seleção dos melhores espermatozoides e do processo de inseminação.

É preciso lembrar que na inseminação, o médico também lhe acompanha para conferir como está a indução da ovulação e ela exige que o profissional tenha equipamentos de qualidade. Esses itens vão aumentar o custo final do tratamento, pois o médico precisa cobrar seu honorário e fazer a manutenção dos equipamentos.

Fertilização in vitro

Esse tratamento é considerado o mais complexo dos 3 listados, porque nele a fecundação do óvulo e do espermatozoide é feita em um meio de cultura. Dessa forma, além dos medicamentos para a indução da ovulação, esse procedimento ainda exige a coleta de óvulos, de sêmen, a manipulação deles para realizar a fecundação e a transferência do embrião para o útero.

Todos esses processos geram custos, já que demandam mão-de-obra e equipamentos da clínica de fertilidade escolhida. Na fertilização in vitro ainda é realizado o congelamento de óvulos, sêmens e embriões após a finalização do procedimento.

Ele é feito com os elementos que sobram da primeira tentativa para que, caso seja necessário fazer uma segunda tentativa, não seja necessário fazer a coleta ou a fecundação novamente. O congelamento de óvulos, sêmen ou embriões é um item que aumenta o valor do tratamento, porque custa em torno de R$ 2.500,00 e ainda é necessário pagar pelo armazenamento mensalmente.

Se não for necessário realizar uma segunda tentativa, os itens podem ser doados para outras pessoas ou eles podem continuar armazenados para uma segunda gravidez no futuro.

Custo da equipe especializada

Em sua estimativa de custo, ainda é necessário adicionar o custo da equipe especializada que será responsável pelo tratamento. Esse valor pode variar muito de acordo com a experiência dos profissionais, a possibilidade do uso do reembolso médico, o procedimento que será realizado e até a região em que se encontra a clínica. O honorário da equipe pode ir de R$ 5 mil, por exemplo, a R$ 15 mil dependendo dessas variáveis.

Como você pode perceber, o valor de um tratamento de fertilidade pode mudar bastante de um caso para o outro. Por isso, o mais indicado para saber quanto custaria esse serviço para você e seu parceiro é marcar uma consulta com um profissional.

Assim, ele pode analisar o caso de vocês, descobrir a razão da esterilidade, qual é o tratamento mais adequado e fazer uma estimativa mais próxima do custo real. 

Se você ainda não conhece um profissional especializado em reprodução humana, marque uma consulta conosco para que possamos lhe ajudar a fazer uma estimativa de custos e a realizar um tratamento de fertilidade de qualidade. 


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Como dormir depois de uma cirurgia das varizes?

Vascular Pro - qua, 12/16/2020 - 19:11

As varizes são uma doença de caráter progressivo que começa com o surgimento de pequenos vasinhos nas pernas e evolui para veias dilatadas, grossas e saltadas na pele. Além do desconforto estético, as varizes também provocam dores, inchaço e cansaço na região das pernas e, muitas vezes, podem provocar tromboses.

Felizmente, a cirurgia das varizes tem um resultado bastante satisfatório e o período de recuperação também é bem tranquilo, uma vez que o procedimento é pouco invasivo. Algumas mulheres têm dúvidas em relação aos cuidados a serem tomados na hora de dormir. Por isso, vamos falar um pouco sobre isso no artigo de hoje. As principais dicas são:

Durma com os pés elevados

Use um travesseiro macio e flexível para acomodar os pés durante as noites de sono. É uma maneira de manter os seus pés em uma altura diferente do restante do corpo, estimulando a circulação no local.

O travesseiro não deve servir de apoio para a extensão da perna que vai dos pés até o joelho, ou seja, a panturrilha, pois assim pode dificultar o retorno venoso.  Apoiar somente a panturrilha não é recomendado. Algumas pessoas relatam o uso de travesseiros anti-refluxo usados nas pernas.

Além de ativar a circulação, elevar os pés reduz o inchaço e diminui as dores, contribuindo também para uma noite de sono mais tranquila e revigorante.

Posição de Trendelemburg

Ficar com os pés acima da posição do corpo deitado também é chamada de posição de trendelemburg e é muito utilizada devido aos seus ótimos resultados. No pós-operatório da cirurgia de varizes, essa posição é recomendada para prevenir complicações, dentre elas a trombose venosa.

Friedrich Trendelemburg é o nome do cirurgião alemão que fez a descrição dessa posição, identificando-a como capaz de estimular a circulação sanguínea das pernas. 

Levantar os pés da cama

É importante que os pés do paciente fiquem elevados para facilitar a estimular a circulação sanguínea da área, mas como é um pouco difícil se manter nessa posição durante toda a noite a recomendação é elevar os pés da cama, pelo menos nos primeiros dias após a cirurgia.

Essa posição eleva não só os calcanhares e as pernas, mas toda a região abaixo do quadril, o que é muito benéfico para as pernas, pois facilita o trajeto do sangue que sai das pernas para o restante do corpo.

Essa estratégia também deve ser seguida durante o dia, porém, alternando com a posição normal. A partir ddo primeiro dia, já é possível se movimentar pela casa, sem excessos e fazendo o equilíbrio com os momentos de descanso.

Deixe a sua cama confortável

As primeiras 24 horas após a cirurgia de varizes são cruciais para a recuperação da paciente. Por isso, é recomendado o repouso relativo. Durante a noite, é importante que a paciente tome todas as precauções para ter uma noite de sono tranquila, mantendo-se em uma posição confortável e evitando a movimentação das pernas.

Tome um chá, use uma roupa de cama limpa, use um travesseiro macio e que acomode bem as pernas até o joelho e, se possível, conte com a ajuda de alguém durante a noite para beber água ou ir ao banheiro, por exemplo.

Às vezes pequenos sangramentos podem sujar a cama, para evitar, forre com toalhas.

Outros cuidados pós-operatórios importantes

Além de ter o cuidado na hora de dormir, também é de fundamental importância evitar certas práticas, comuns no cotidiano. São elas:

  • Evitar tomar sol durante os próximos 30 dias. Após esse período, usar sempre protetor solar.

  • Atividades físicas podem ser feitas, frequentemente, a partir do sétimo dia após a cirurgia, desde que sejam exercícios leves e liberados pelo cirurgião vascular. Outras práticas mais exigentes precisam da liberação do médico que acompanha a paciente.

  • Evite tomar banho nas primeiras 24 horas, evitando principalmente coçar ou esfregar a região dos curativos.
Acompanhamento médico é fundamental

O retorno ao médico vascular responsável pela cirurgia deve ser seguido à risca, de acordo com o estabelecido. Geralmente, essa consulta acontece em até duas semanas e é importante porque o médico precisa saber como está a paciente e o processo de recuperação. O retorno após um mês permite avaliar possíveis vasinhos estéticos que necessitem de escleroterapia.

Lembrando que, dentro desse prazo, a paciente pode identificar pequenos hematomas na pele, ocasionados pela cirurgia em si. Contudo, esses machucados tendem a desaparecer em pouco tempo e não devem ser motivo de preocupação.

E o que não fazer após uma cirurgia de varizes?

Assim como existem recomendações do que fazer, também há orientações a respeito do que deve ser evitado após a cirurgia de varizes. As mais comuns são:

Não use meias de compressão para dormir

As meias de compressão são indicadas tanto para o controle dos sintomas das varizes quanto para acelerar o período pós-operatório. No entanto, não é recomendado o uso durante o período da noite, quando a paciente estiver dormindo, apenas durante o dia. Com exceção do primeiro dia.

A não ser que seja uma recomendação do seu cirurgião vascular devido a alguma situação específica, mas, no geral, o uso de meias elásticas para dormir não é necessário. Use as meias ao acordar e retire-as antes de dormir.

Não mexa nos curativos

Os curativos presentes nas pernas podem ser um pouco incômodos, mas não devem ser mexidos e muito menos removidos antes do tempo indicado pelo médico. Durante o sono, é comum que a paciente coce as pernas na tentativa de se livrar do desconforto, mas é uma prática que deve ser evitada sempre.

Não tome analgésicos de forma indiscriminada

O pós-cirúrgico, geralmente, não é dolorido. O que pode acontecer são alguns desconfortos locais devido às intervenções nas pernas, mas totalmente suportáveis. Por isso, o uso de analgésicos deve ser prescrito pelo médico, se ele identificar a necessidade.

Tomar analgésicos por conta própria é prejudicial em todas as situações e não só após a cirurgia de varizes. Caso sinta alguma dor mais forte ou qualquer outro tipo de desconforto irregular, entre em contato com o seu médico e relate o ocorrido.

Só ele pode identificar alguma complicação que, porventura, possa ter acontecido que esteja causando dores além do normal e esperado.

Não fique deitada o tempo todo

O repouso após o pós-operatório é uma orientação geral e que deve durar 24 horas. Depois disso, a paciente já pode executar pequenos movimentos em casa, sem forçar muito as pernas.

Por isso, não há necessidade de ficar deitada todo o tempo que tiver disponível. Dormir muito durante o dia compromete totalmente o seu sono durante a noite, podendo provocar insônia e prejudicar o processo de recuperação.

Essas são algumas dicas que irão ajudar você a dormir melhor depois de uma cirurgia de varizes. O pós-cirúrgico é um período simples e tranquilo e após alguns dias a paciente já pode ter uma vida independente, porém, contando sempre com o acompanhamento do médico responsável.

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8 Dicas: Como lidar com os medos e as expectativas ao longo do tratamento de fertilidade?

Fertilidade - qua, 12/16/2020 - 09:51

Passar por um tratamento de fertilidade é uma ação que gera muitas expectativas em um casal que está tentando engravidar e até em familiares e amigos. Sendo assim, esse momento pode gerar medo, ansiedade, estresse e outras tensões em você e seu parceiro.

Mas, além de prejudicar sua qualidade de vida, esses sentimentos podem afetar o tratamento de fertilidade. Por isso, é essencial saber como lidar com seus medos e expectativas ao longo do processo.

Para lhe ajudar nesse período, listamos 8 dicas para você e seu parceiro saberem lidar com os medos e expectativas durante o seu tratamento de fertilidade.

Encontre um profissional de confiança

O primeiro passo para lidar com seus sentimentos durante o tratamento de fertilidade é encontrar um médico com experiência e que lhe transmita confiança.

Isso é fundamental, porque se você e seu parceiro não confiarem no profissional que está realizando o tratamento, será praticamente impossível ter tranquilidade durante esse período. Então, mesmo que vocês realizem outras ações que vamos indicar para lidar bem com o medo e as expectativas, elas provavelmente não vão surtir efeito nesse cenário. 

Por isso, antes de decidir onde fará seu tratamento, marque uma consulta com o médico, tire dúvidas e tenha certeza de que o profissional escolhido vai lhe acompanhar em todas as etapas do processo.

Converse com outros casais que passaram pelo tratamento

Falar com pessoas que já passaram pela mesma situação é muito importante, pois elas sabem exatamente quais são suas preocupações e conhecem o passo a passo do tratamento.

Dessa forma, elas conseguem realmente compreender seus anseios e podem até dar conselhos para que você e seu parceiro enfrentem esse desafio de maneira mais tranquila. Contudo, lembre-se de que cada caso é um caso.

Por isso, não tome medicamentos ou utilize estratégias de amigos para aumentar as chances de engravidar sem conversar com seu médico. Afinal, o que funcionou para uma mulher nem sempre vai ser benéfico para outra paciente.

Não se compare com outras mulheres

Conversar com casais que passaram pelo mesmo tratamento é essencial para ter um apoio especializado, mas tenha em mente que você não deve se comparar com outras mulheres que passaram pelo mesmo procedimento.

Cada casal é único, porque eles têm personalidades diferentes e causas distintas de infertilidade. Sendo assim, não é porque sua amiga fez o procedimento diversas vezes antes de conseguir engravidar ou engravidou na primeira tentativa que o mesmo vai acontecer com você.

O seu corpo e tratamento são únicos, então não se compare com as outras mulheres e com os resultados obtidos por elas. Essa não é uma ação fácil, por isso você tem que se lembrar dela todos os dias.

Crie uma rotina de exercícios físicos

Praticar exercícios físicos é indispensável para lidar com suas emoções, porque esse tipo de atividade auxilia a aliviar estresse, ansiedade e outras tensões que você pode sofrer durante o tratamento.

Além disso, é interessante praticar exercícios durante o seu tratamento, pois eles melhoram o seu sistema imunológico e o condicionamento físico. Ou seja, eles aprimoram a sua saúde em geral.

Mas, lembre-se de que antes de começar a praticar uma atividade, é preciso conversar com seu médico para conferir qual é a opção mais adequada de exercício de acordo com o tratamento.

Procure um auxílio psicológico

Quando as emoções causadas pelo tratamento de fertilidade começam a aparecer, muitos casais silenciam esses sentimentos e continuam focados no procedimento. Mas, esse é um grande erro.

Ignorar os sentimentos que surgem e se intensificam nesse período é um grande problema, porque isso pode aumentar o sofrimento de ambos, prejudicar a saúde mental e até física do casal.

Sendo assim, o silenciamento é capaz de dificultar o seu tratamento. Por isso, é importante conversar com casais que já passaram por um tipo de tratamento para ter apoio de pessoas queridas, mas é preciso ir além.

Um auxílio psicológico é essencial, porque um profissional dessa área é capacitado para escutar suas preocupações, problemas e ajudá-la nessa situação. O psicólogo vai saber guiar tanto você quanto seu parceiro para a compreensão, aceitação e até uma mudança de perspectiva.  

Essa ajuda consegue aumentar tanto a união entre vocês, que pode até melhorar o relacionamento após a finalização do tratamento.

Divirta-se com pessoas queridas

Ademais de ter um suporte para lidar com suas emoções, não se esqueça de separar um tempo para se divertir com amigos e familiares. Passar bons momentos com pessoas queridas é uma ótima forma de se alegrar e se acalmar durante o processo.

Então, ligue para eles, converse e, quando possível, encontre-os. Em alguns casos, compartilhar com os amigos e familiares os anseios sobre o tratamento também é interessante para incluí-los nesse momento especial e para aliviar seus sentimentos.

Contudo, tenha em mente que você e seu parceiro podem decidir quando desejam compartilhar com pessoas próximas as novidades sobre o tratamento e até com quais indivíduos conversar sobre o procedimento.

Isto é, vocês não são obrigados a contarem tudo a todo momento ou desde o início. O importante é que vocês estejam confortáveis e contem com o apoio de pessoas queridas da forma que preferirem.

Descubra hobbys

Praticar atividades de lazer que lhe relaxam também é fundamental para lidar com os medos e as expectativas de seu tratamento. Elas fazem bem para o seu emocional, porque liberam hormônios que proporcionam bem-estar ao corpo, como a serotonina, endorfina e oxitocina.

Portanto, teste diferentes atividades, como ler, pintar, praticar artesanato, e descubra aquelas que mais lhe agradam. Se você já tinha um hobby que foi deixado de lado devido à rotina corrida, que tal voltar a praticá-lo durante o tratamento?

Caso seu hobby seja algo que pode impactar no procedimento, como um exercício físico, é melhor conversar com seu médico antes de voltar a realizá-lo. Se não, aproveite o momento para renovar seus hobbys e aumentar o bem-estar ao longo do tratamento.

Seguindo essas dicas, será mais fácil lidar com os medos e expectativas durante o processo de fertilidade. E, caso você e seu parceiro precisem de mais ajuda, lembrem-se de conversar com o especialista responsável pelo tratamento de fertilidade.

Após conferir como encarar os sentimentos causados por esse período, veja também o que observar antes de iniciar um tratamento em uma clínica

 

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Confira 5 tipos de tratamentos de varizes

Vascular Pro - ter, 12/15/2020 - 11:43

As varizes atingem uma parcela considerável do público feminino. Além de comprometer a estética das pernas, as varizes também indicam problemas circulatórios e podem evoluir para doenças mais graves como a trombose. Felizmente, existem vários tratamentos para as varizes e é sobre eles que falaremos a seguir. Confira.

5 tratamentos contra as varizes

Os tratamentos para as varizes dividem-se em meios tradicionais, modernos, com aplicação isolada ou em conjunto. A escolha do procedimento depende da avaliação do médico especialista. Saiba mais a seguir.

1) Escleroterapia

A escleroterapia é um dos procedimentos mais usados no combate às varizes devido ao seu resultado satisfatório e simplicidade de execução. Esse tratamento consiste na aplicação de uma substância diretamente nas varizes, fazendo com que elas sequem e se tornem invisíveis.

A escleroterapia é indicada para o tratamento de varizes finas e vasinhos perceptíveis, que sempre causam muito incômodo estético nas mulheres. É um método invasivo e tanto a indicação quanto a sua aplicação deve ser realizada por um médico especialista como um cirurgião vascular.

Existem dois tipos de escleroterapia: a tradicional, com aplicação de glicose 75% e a com espuma, com aplicação de polidocanol. Vamos saber mais sobre elas a seguir.

a) Escleroterapia tradicional (aplicação de glicose)

Nesse tipo de tratamento, uma solução de glicose é injetada na área afetada com o intuito de fazer com que as varizes desapareçam. É uma técnica simples, apesar de invasiva e recomendada para vasos com até 2mm de diâmetro.

A glicose é uma substância natural e não provoca alergias ou rejeições no organismo. Apesar disso, é técnica de baixo poder esclerótico.

Algumas pessoas também podem se incomodar com o uso da agulha, mas, o incômodo provocado pelas aplicações é completamente suportável. Por isso podemos acrescentar a técnica Annox para sedação consciente.

Para que os resultados sejam satisfatórios é preciso realizar o tratamento completo, seguindo o número de aplicações recomendadas pelo médico que acompanha a paciente.

b) Escleroterapia com espuma (aplicação de polidocanol)

Essa modalidade é a mais indicada para vasos com até 4mm de diâmetro, embora possa funcionar com vasos de quase qualquer tamanho. Em vez da glicose, é aplicada nas veias uma solução esclerosante, com consistência de espuma, chamada de polidocanol. Essa substância é muito mais potente do que a glicose, mas tras outros riscos associados.

Esse procedimento não é recomendado para idosos, gestantes e pessoas que já tenham sofrido com embolia pulmonar.

2) Laser transdérmico

Nesse tipo de tratamento é utilizado um feixe de luz diretamente nas varizes, ocasionando o sumiço delas por causa do calor. O laser transdérmico pode ser aplicado de duas formas: isoladamente ou em conjunto com a escleroterapia.

Diferente da escleroterapia, o laser transdérmico é um método não invasivo. Sua aplicação é recomendada para tratar vasos de menor calibre e não é indicada para pessoas com histórico de câncer de pele ou outras doenças dermatológicas.

a) Tratamento isolado

Nessa opção, há apenas a aplicação do laser transdérmico, sem interferência de outros métodos.

b) Tratamento laser associado à escleroterapia (CLACS)

Nesse tipo de tratamento, são utilizados o laser e também a escleroterapia tradicional, com aplicação de glicose 75%. É uma metodologia recomendada e aplicada nas varizes de maior calibre que não são removidas totalmente apenas com a escleroterapia e nem com o laser.

Ao juntar esses dois tratamentos, o resultado é mais completo e satisfatório.

3) Microcirurgia

A microcirurgia é indicada para o tratamento de varizes de pequeno e médio porte e é considerado um procedimento minimamente invasivo. A cirurgia acontece após a aplicação de uma anestesia local e a sedação da paciente.

A microcirurgia é utilizada para a retirada da veia varicosa através de incisões mínimas e que não necessitam de suturas. A cicatrização é rápida e o pós-operatório também é tranquilo.

A única contraindicação é para pacientes que tenham alguma alergia às substâncias anestésicas ou que sofram de alguma doença grave cardiovascular.

4) Safenectomia tradicional (stripping)

Um dos tratamentos mais tradicionais das varizes, a safenectomia é recomendada para aquelas veias extremamente tortuosas e dilatadas, com funcionamento quase nulo. O procedimento consiste na retirada da veia safena, localizada nos membros inferiores.

É considerada a técnica mais agressiva de tratamento das varizes, mas têm ótimos resultados a longo prazo, além de execução simples.

5) Termoablação de safenas e perfurantes

Esse tratamento de varizes é uma modalidade recente, mas já com muitos adeptos e resultados excelentes. Fazemos a termoablação com laser há mais de 1 década e chegamos a publicar internacionalmente nossos resultados. A técnica consiste na aplicação de calor na veia safena para que a mesma deixe de funcionar.

O tratamento é minimamente invasivo e acontece por meio de uma punção da veia, sem incisões na pele. O médico é orientado pelo ultrassom durante todo o processo.

A termoablação pode ser executada de duas formas: a laser e por radiofrequência. Os dois tratamentos são eficazes, rápidos e com resultados duráveis. Veja a seguir detalhes dos dois tipos.

a) Termoablação a laser (endolaser)

No endolaser, o paciente é sedado por meio de anestesia local. A parede da veia doente é eliminada com a ação do calor emitido pela luz com apenas um comprimento de onda. É um procedimento que substitui a cirurgia tradicional.

b) Termoablação por radiofrequência

Essa opção de termoablação da veia acontece por meio de um eletrodo, localizado na extremidade de um cateter fazendo a liberação de energia de radiofrequência. É esse calor que destrói a veia doente.

Existem algumas vantagens nessas duas técnicas em relação aos meios tradicionais de tratamento de varizes: são menos invasivas, produzem menos hematomas e menos dores e garantem ao paciente uma recuperação mais rápida e satisfatória.

A termoablação não é recomendada para pacientes com histórico de trombose da veia safena. Por outro lado, obesos, idosos e pacientes que já tiveram linfedema respondem bem ao procedimento.

É importante salientar que um resultado eficaz do tratamento escolhido depende também do paciente e da sua disponibilidade em seguir as demais orientações repassadas no consultório como reduzir o peso, usar meias compressoras e manter uma alimentação saudável. Só assim é possível, de fato, usufruir de todos os benefícios oriundos do tratamento aplicado.

Como vimos, há diversos tipos de tratamentos de varizes. A indicação de um ou outro vai depender do médico que acompanha o caso, do tipo, tamanho das varizes e necessidade de cada paciente. Por serem procedimentos delicados, é crucial que sejam acompanhados por um especialista vascular. Também é de suma importância que o paciente siga todas as recomendações médicas para uma recuperação eficaz dentro do prazo estipulado.


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Categorias: Medicina

Candidíase de repetição

Fertilidade - sex, 12/11/2020 - 19:42

Este vídeo é especialmente dedicado às mulheres que sofrem com coceiras de repetição e que não melhoram com os tratamentos realizados. Dra Juliana Amato, ginecologista do Instituto Amato explica a candidíase de repetição.


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— transcrição —

Olá meu nome é Juliana Amato sou ginecologista e obstetra do Instituto Amato e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre candidíase de repetição o que é candidíase. A candidíase é uma infecção vaginal. Normalmente ela ocorre como o corrimento esbranquiçado vaginal e que coça muito. A candidíase é causada por um fungo chamado Candida albicans que é o mais comum. Ele está presente na nossa vagina. Na vagina de todas as mulheres. Eles fazem parte da flora vaginal e ajudam a manter o pH nessa região com isso impedindo que outras infecções ocorram quando essa candidíase pode ocorrer? Principalmente quando a gente está com a imunidade mais baixa. Essa Candida aumenta sua população na região vaginal e ela com uma quantidade aumentada vai causar esses sintomas de coceira e corrimento esbranquiçado. O que mais pode propiciar é uma candidíase muito tempo em piscina muito tempo em praia biquíni molhado. Isso deixa a região muito úmida e também propicia ao desenvolvimento de mais candida nessa área. Mulheres imunosuprimidas também têm mais chances de ter candidíase de repetição. Assim como as usuárias de antibióticos em grande escala. Por exemplo têm uma infecção uma faringite ou uma amigdalite tomou um antibiótico não melhorou ou tomou da forma errada vai ter que repetir esse tratamento. A imunidade cai e com isso a candidíase pode proliferar. O que também ocorre e o uso de roupas muito apertadas então calça jeans muito apertada e shorts muito apertado, muito curto. Isso também causa uma atração nessa região vaginal, forma pequenas lesões e que podem infectar pelo fungo. Algumas dicas para prevenir a candidíase é ter uma boa alimentação e uma alimentação equilibrada. Evitar o uso excessivo de antibiótico quando não é necessário. Quando estiver na praia trocar o biquíni e não ficar muito tempo com esse biquíni molhado quando tiver na piscina tomar mais sol para secar esse biquíni. Evitar o uso de roupas muito apertadas também ajuda bastante a evitar candidíase. E se ela ocorrer. O que fazer?Procure seu médico porque nos casos de candidíase de repetição que ocorrem mais de três vezes em seis meses é feito um tratamento contínuo com medicações específicas. Se você curtiu o nosso vídeo inscreva no nosso canal comente aqui o seu like, ative o sininho de notificação para receber mais videos.

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Categorias: Medicina

8 dicas para ter pernas bonitas e saudáveis para o verão

Vascular Pro - sex, 12/11/2020 - 13:25

Não é porque você sofre com varizes que precisa se esconder na estação mais quente do ano. É totalmente possível exibir pernas bonitas e saudáveis no verão e nós vamos dizer agora como você pode se preparar para isso. Quer saber mais? Continue lendo.

8 dicas para garantir pernas lindas para o verão

Quem sofre com varizes nas pernas sabe que o verão é uma das estações mais difíceis de enfrentar. O calor pede roupas mais soltas e pernas à mostra, mas como fazer isso sem atrair olhares para as imperfeições na pele? Com as dicas de hoje vai ser muito mais fácil lidar com essa situação. Confira.

1. Não deixe o tratamento para a última hora

Muitas mulheres que sofrem com as varizes relatam que não perceberam quando exatamente surgiram os primeiros vasos aparentes. Contudo, esse é um cuidado que deve ser tomado pelo público feminino, já que ele é o principal fator de risco para as varizes.

As pernas são a região do corpo onde mais se concentram as varizes. Portanto, a mulher precisa se autoexaminar em busca de possíveis alterações e procurar um especialista vascular logo que perceber alguma imperfeição do tipo.

Portanto, se você quer aproveitar muito o verão e sem esconder as pernas precisa começar o tratamento das varizes pelo menos três meses antes do início da estação.

2. Continue tratando as varizes durante o ano

As varizes são veias doentes e sua causa principal é o fator genético. Logo, precisam ser acompanhadas durante todo o ano por um médico vascular, especialista no assunto, e não apenas durante o período de tratamento indicado por ele.

3. Prepare-se para um tratamento prolongado

O problema das varizes, muitas vezes, não se resolve em um único dia, como muitas pessoas pensam. Ao contrário, é um tratamento prolongado, que pode durar até três meses e que exige total atenção do paciente no cumprimento das orientações estipuladas pelo médico.

Portanto, para aproveitar bem o verão com tudo que você tem direito é necessário se planejar com antecedência, procurando um médico e iniciando o tratamento o mais rápido possível.

Ao deixar tudo para a última hora você corre um sério risco de não obter os resultados que tanto deseja.

4. Faça exercício físico com frequência

Já vimos que exercícios físicos são essenciais para a saúde do corpo como um todo, inclusive para as pernas. O exercício físico contribui para a perda de peso, estimula a circulação sanguínea, especialmente dos membros inferiores, e aumenta a disposição ao longo do dia.

Pratique atividade física ao menos três vezes por semana e por trinta minutos ou mais. Alguns exercícios que ajudam na circulação sanguínea e melhoram o aspecto e a incidência das varizes são:

  • Caminhada;
  • Natação;
  • Hidroginástica;
  • Bicicleta na água ou Acqua Cycling;
  • Caminhada.
5. Visite o seu médico vascular periodicamente

As varizes devem ser acompanhadas com frequência pelo seu médico vascular. É nessas consultas que o especialista pode perceber e identificar alguma alteração ou complicação que porventura esteja ocorrendo nas varizes.

E sabemos que quanto mais cedo for feito um diagnóstico sobre um determinado problema de saúde, maiores são as chances de tratar e curar esse problema.

As varizes não são apenas interferências estéticas que impedem a mulher de usar determinada roupa, por exemplo. As varizes são um problema sério de saúde que sinaliza que existe algo de errado com o sistema circulatório.

Os coágulos formados dentro das veias devido às varizes podem provocar trombose. Além disso, pedaços dos coágulos podem entupir as artérias, impedir a oxigenação dos pulmões e causar embolia pulmonar.

Diante de tantas complicações derivadas das varizes podemos afirmar que o acompanhamento médico deve ser feito constantemente e não apenas quando estiver faltando poucos dias ou meses para a chegada do verão.

6. Use meias elásticas para prevenir novas varizes

As meias elásticas ou meias de compressão são indicadas pelos médicos como parte do tratamento das varizes. As meias estimulam a circulação na região das pernas, reduzindo o inchaço, o cansaço e a sensação de peso nas pernas.

Além de tratar as varizes existentes, as meias elásticas também evitam que novas varizes surjam. Por questões estéticas, muitas mulheres relutam em usar as meias compressoras. Contudo, é uma orientação médica que deve ser seguida, pois influencia na saúde e beleza das pernas no futuro.

7. Reduza o excesso de peso

O excesso de peso é um fator de risco para as varizes porque gera uma pressão maior sobre as pernas, dificultando a circulação do sangue.

Para perder peso é preciso seguir uma regra básica: gastar mais calorias do que ingere. É o que chamamos de déficit calórico e acontece quando o corpo queima mais calorias do que a quantidade que foi consumida.

Para acelerar esse processo, existem duas maneiras: fazer atividade física e melhorar a alimentação, deixando de lado alimentos calóricos e incluindo aqueles mais saudáveis e que engordam menos.

Outras dicas para perder peso:

  • Coma de três em três horas de forma fracionada, ou seja, em pequenas porções. Assim, você se mantém alimentada ao longo do dia, sem exagerar em nenhuma refeição;
  • Escolha uma atividade física que você goste, assim é mais fácil praticá-la;
  • Beba bastante água. A água estimula a circulação e oxigenação do cérebro, alimenta, dribla a fome, reduz o inchaço e ajuda no funcionamento do intestino;
  • Faça trocas saudáveis. Substitua o pão refinado pelo integral, por exemplo. Faça o mesmo com o macarrão e o arroz. Use leite desnatado, troque o refrigerante pela água saborizada etc.
  • Veja tudo que já falamos sobre alimentação saudável.
8. Tenha uma alimentação saudável

Não existe uma dieta capaz de eliminar as varizes. No entanto, existem alguns alimentos que minimizam seus efeitos e colaboram para o alívio dos sintomas e outros que devem ser evitados. Confira:

  • Alimentos ricos em fibras: frutas, legumes, verduras, sementes e alimentos integrais possuem muitas fibras e ajudam no funcionamento do intestino. Consequentemente, também ajudam a evitar o surgimento das varizes;
  • Água: para que as fibras produzam efeito, é fundamental beber bastante água. Sem água, as fibras provocam o efeito não desejado que é a prisão de ventre;
  • Alimentos anti-inflamatórios como o peixe e a linhaça, ricos em ômega 3. Alho, tomate e cebola também são ótimas opções;
  • Alimentos ricos em vitamina C: laranja, acerola, amora, morango e frutas cítricas;
  • Evitar embutidos, enlatados, gorduras, frituras e demais industrializados em excesso.

Como você viu, é possível sim ter pernas lindas e saudáveis no verão e usufruir de todas as vantagens dessa estação calorosa e convidativa. Para isso, é preciso começar o tratamento das varizes o quanto antes, seguir todas as recomendações médicas, além de incluir na rotina a prática de hábitos saudáveis. 

 

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Categorias: Medicina

O que observar antes de iniciar o tratamento em uma clínica de fertilidade?

Fertilidade - sex, 12/11/2020 - 11:05

Após realizar diversas tentativas frustradas de engravidar, um casal que está desconfiando de infertilidade precisa procurar uma clínica especializada no assunto. Dessa forma, eles conseguirão descobrir a causa da infertilidade e fazer um tratamento para engravidar.

Mas, o casal não pode ir em qualquer clínica sem se informar sobre ela. É necessário observar vários itens antes de iniciar um tratamento, porque o consultório e o profissional escolhidos fazem muita diferença no sucesso do procedimento.

Pensando nisso, separamos aqui 8 ações que você deve realizar antes de iniciar o seu tratamento para escolher uma clínica de fertilidade adequada.

Faça pesquisas sobre a clínica e seus profissionais

Primeiro, você deve pesquisar sobre a clínica e seus profissionais para saber mais sobre ela. Verifique o site e as redes sociais da clínica para descobrir desde quando ela oferece serviços, ler os textos publicados, observar comentários de pacientes e conhecer sua equipe de profissionais.

Leia o currículo dos médicos e veja se eles têm experiência na área. Caso não haja muitas informações a respeito da equipe ou da clínica nas páginas oficiais, vale a pena pesquisar também em um buscador, como o Google, para conferir se há mais dados interessantes.

Lembre-se ainda de verificar se a equipe é composta por profissionais com diferentes especialidades. Um time diversificado e completo pensa em áreas distintas do seu bem-estar e faz com que o tratamento seja melhor.

Verifique quais tratamentos ela oferece

Durante a sua pesquisa sobre a clínica, dê uma atenção especial para a seção de tratamentos. Se você ainda não sabe qual é a causa de sua infertilidade, é interessante escolher uma clínica que forneça diversos tratamentos de diferentes complexidades, como indução da ovulação, fertilização in vitro e inseminação artificial.

Isso é importante, porque assim você tem uma garantia de que independente da causa da infertilidade, essa clínica poderá lhe atender. Já se ela oferecer apenas tratamentos mais simples ou só os mais complexos, talvez não seja possível continuar o tratamento neste local.

Descubra se o tratamento é individualizado

Um tratamento individualizado é aquele em que o médico analisa o seu caso e de seu parceiro para realizar o melhor procedimento de fertilidade para vocês. Ou seja, ele conhece o histórico do casal, solicita exames com base nas informações obtidas e busca descobrir qual é a causa da infertilidade.

Após essa etapa, ele ainda indica medicamentos e dosagens de acordo com suas características e necessidades. Fazer um tratamento individualizado é muito importante, porque os cenários de esterilidade e os casais não são sempre iguais. Sendo assim, o tratamento para cada caso também apresenta particularidades.

Confira as taxas de sucesso

Em um tratamento de fertilidade, existem diversas variáveis que podem influenciar no resultado, como a idade da mulher, a causa da infertilidade, a qualidade dos embriões, entre outros. Por isso, as taxas de sucesso desses procedimentos costumam variar bastante.

Mesmo com essa variação, é interessante analisar esse dado para saber mais sobre a clínica de fertilidade. O ideal é observar a taxa oferecida por ela e as taxas médias nacionais ou mundiais.

Se a clínica estiver muito abaixo dessas médias é um sinal de que talvez ela não seja tão qualificada. Por outro lado, se ela estiver bem acima das demais médias, desconfie da veracidade do dado. Afinal, existem diversas variáveis envolvidas nos tratamentos, o que dificulta o alcance de uma taxa muito alta.

Converse com ex-pacientes da clínica

Além de conferir informações na internet ou por telefone, peça a opinião de casais que já passaram pelo tratamento na clínica. Se você não conhecer ninguém, verifique com familiares e amigos se eles conhecem alguém que já realizou um tratamento de fertilidade neste local.

Peça indicações ainda para seu ginecologista e para outros casais que não necessariamente realizaram o procedimento na clínica que você está pesquisando. Dessa forma, você pode conseguir outras boas indicações.

Marque uma consulta com um médico da equipe

Marcar uma consulta com um médico da clínica é fundamental em sua escolha, pois você tem que confiar no profissional responsável pelo tratamento se deseja ter sucesso no processo.

E para ter certeza de que você confia no médico nada melhor que uma consulta presencial. Durante a visita, tire suas dúvidas, observe se ele tem paciência para respondê-las, para ouvir sua história e se é o tipo de profissional que vai lhe acompanhar durante todo o tratamento. Essas características com certeza lhe darão mais segurança e confiança para realizar o tratamento na clínica.

Avalie o valor do tratamento

Uma clínica de fertilidade não deve ser escolhida somente devido ao preço que ela oferece pelo tratamento, mas é importante avaliar o valor cobrado para saber se ele cabe em seu orçamento.

Além disso, se a clínica realizar o tratamento por um valor muito abaixo do mercado, desconfie. Os custos de equipamentos, medicamentos, processos de fertilidade e da manutenção de uma clínica não são baixos. Então, se o valor do tratamento é muito pequeno significa que talvez os profissionais não estejam utilizando produtos de qualidade.

Observe a estrutura e os equipamentos do espaço físico

Quando marcar sua consulta na clínica, peça para conhecer o espaço ou pergunte a respeito dele para o médico. Veja se o local tem estrutura para realizar exames e procedimentos, como ultrassons, coleta de óvulos e sêmen. Se tudo puder ser feito na própria clínica, o tratamento se torna mais prático e confortável para os pacientes.

Confira ainda com quais equipamentos a clínica trabalha e se eles são modernos. O ideal é que eles sejam bem tecnológicos, pois assim aumentam as chances de o procedimento ser bem-sucedido.

Com essas informações, será muito mais fácil saber qual é a clínica de fertilidade correta para o seu tratamento. Lembre-se de que observar a estrutura, os equipamentos e valores da clínica são atividades essenciais, mas se você não confiar no médico aquela não é a melhor opção.

Por essa razão, quando encontrar uma clínica que lhe agrade, marque uma consulta para tomar sua decisão. Caso ainda não tenha iniciado a sua pesquisa, navegue em nosso site para conhecer a nossa clínica e confirmar se ela é uma boa opção para você e seu parceiro. 

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Categorias: Medicina

A clamídia causa infertilidade?

Fertilidade - sex, 12/11/2020 - 07:41

A clamídia afeta muitos homens e mulheres em algum momento de suas vidas e é muito comum entre os jovens. É uma doença sexualmente transmissível que pode ser facilmente tratada com antibióticos. No entanto, muitas vezes permanece sem sintomas e, se não for tratada, pode ter sérios efeitos a longo prazo para homens e mulheres.

 

Quais efeitos a longo prazo a clamídia pode causar em mulheres?

A clamídia pode causar uma série de efeitos a longo prazo em homens e mulheres.

 

Nas mulheres, a infecção pode causar:

 

Nos homens, a clamídia pode causar:

 

A clamídia no ânus pode causar complicações em ambos os sexos, pois pode causar uma inflamação da membrana mucosa do ânus. Isso pode levar a sintomas como dor, corrimento, cólicas ou diarreia.

A presença de bactérias da clamídia também aumenta o risco de contrair outras doenças sexualmente transmissíveis, incluindo HIV.

E se a clamídia não for tratada por vários anos?

Não há um intervalo de tempo específico em que você possa ter complicações devido à clamídia. É possível transportar as bactérias durante vários anos sem sofrer efeitos a longo prazo. Cada paciente é diferente e é difícil prever se uma infecção existente causou alguma complicação se você não notou nenhum sintoma de clamídia.

Quanto mais tempo a DST permanecer sem tratamento, maior o risco de complicações e danos permanentes, como infertilidade.

A clamídia torna homens e mulheres inférteis?

Estima-se que 10% a 40% das mulheres que contraem clamídia desenvolvam a doença inflamatória pélvica (DIP) como resultado. DIP pode afetar o útero, ovários ou as trompas de falópio. Se a inflamação persistir por um longo período de tempo, pode causar cicatrizes e bloquear as tubas uterinas. Se as trompas de falópio estão bloqueadas, o espermatozoide não chega a um óvulo, o que significa que você pode ficar infértil. Isso significa que a clamídia pode causar infertilidade após causar uma DIP.  

Não se sabe o quão comum é para as mulheres se tornarem inférteis após uma infecção por clamídia, mas alguns especialistas estimam que a clamídia é responsável por até um em cada cinco casos de infertilidade em mulheres.

No entanto, a clamídia não afeta apenas a fertilidade feminina, mas também pode afetar a fertilidade masculina. Pode levar a uma menor contagem de espermatozoides e ter um impacto negativo na qualidade do esperma. Também aumenta o risco de uma inflamação chamada epididimite (que afeta o tubo que transporta o esperma), o que pode levar a cicatrizes e resultar em infertilidade.

Quanto tempo leva para a clamídia torná-lo infértil?

Quanto tempo leva para a clamídia causar danos permanentes ao seu sistema reprodutivo não é sabido. Se isso afeta sua fertilidade vai depender se a infecção se alastra. A regra geral é: quanto mais rápido você tratar, melhor.  

No entanto, o fato de você ter tido clamídia por vários anos não significa necessariamente que você é infértil. Muitas pessoas carregam as bactérias por um longo tempo sem sofrer consequências.

Você pode morrer de clamídia?

A clamídia não é uma ameaça à vida e não causa nenhum impacto permanente na sua saúde se for tratada logo após você ter sido infectada.

Os bebês que contraem clamídia durante o parto podem desenvolver complicações perigosas, como pneumonia. No Brasil não é oferecido de rotina teste de clamídia no início de sua gravidez para garantir que o bebê não seja exposto à bactéria da clamídia, somente havendo sintomas.

Como evitar complicações

Embora a clamídia possa causar complicações graves em algumas pessoas, ela também é uma infecção tratável. Você pode evitar pegá-la ou deixá-la sem tratamento seguindo estas três etapas simples:

  1. Sempre use preservativo ao fazer sexo com um novo parceiro.
  2. Certifique-se de que você e seu parceiro façam o exame antes de fazer sexo pela primeira vez.
  3. Faça o exame para as ISTs uma vez por ano.

 

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Categorias: Medicina

Quais são os tipos de varizes que existem?

Vascular Pro - qui, 12/10/2020 - 12:53

Se você pensa que as varizes são todas iguais, está muito enganada. Existem diferentes tipos de varizes e elas podem se diferenciar pelo tamanho, pela coloração, pela profundidade e também pelos sintomas apresentados. Além disso, as varizes também são divididas em níveis de maior ou menor perigo. Quer saber qual o tipo de variz que incomoda você? Venha saber mais sobre o assunto.

Tipos de varizes

As varizes são veias doentes, de formato tortuoso que impedem a circulação regular do sangue. Esse defeito faz com que surjam os coágulos, também chamados trombos.

As veias varicosas são dilatadas e, em alguns casos, sensíveis. Geralmente, surgem nos membros inferiores e se apresentam sob diferentes características, podendo ser classificadas nos tipos a seguir:

Vasinhos ou aranhas vasculares

O nome técnico para essas varizes é telangiectasia, mas elas são mais conhecidas como aranhas vasculares ou vasinhos. São aquelas veias finas, com várias ramificações que se assemelham a uma aranha.

As varizes vasculares são menores do que os outros tipos e também são menos perigosas. Logo que surgem, afetam mais a estética das pernas do que a saúde propriamente dita já que não provocam sintomas. No entanto, isso não quer dizer que não devam ser tratadas.

Pelo contrário, a existência de varizes nas pernas, por menores que sejam indicam sim um problema circulatório e que podem evoluir para algo mais grave como tromboflebites, úlceras e trombose mais tardiamente.

Os vasinhos têm cerca de 1 mm de diâmetro, coloração arroxeada ou avermelhada e se localizam bem na superfície mais externa da pele. Por isso, podem ser vistos com facilidade.

Varizes reticulares

Também chamadas de microvarizes, as varizes reticulares têm entre 1 e 3 mm de diâmetro. Geralmente são azuladas ou esverdeadas e também estão localizadas na superfície da pele, só que um pouco mais internamente.

Apesar de serem visíveis a olho nú, essas varizes não têm o aspecto saltado, característica comum das varizes tronculares.

Varizes tronculares

As varizes tronculares são o tipo mais grave desse problema e, por isso, exigem tratamento imediato para evitar complicações mais graves. Tronculares são aquelas veias mais saltadas, inchadas e tortuosas. Elas também são mais largas e têm cerca de 4 mm de diâmetro.

Vale lembrar que nem todas as veias saltadas são varizes. Muitas pessoas apresentam veias salientes e se assustam com o grande volume das mesmas.

No entanto, veias volumosas são uma característica natural em determinadas pessoas e geralmente são provocadas pela pouca gordura na região e também pela grande carga muscular no local, o que faz com que as veias fiquem mais aparentes.

Veias saltadas, livres de outros sintomas como dores, coceira ou ardência não indicam insuficiência venosa.

Classificação das varizes

As varizes também são classificadas por especialistas de acordo com o risco que oferecem. A classificação varia de 0 a 6. Vamos ver mais detalhes.

C0: são varizes que não se destacam na pele e, erroneamente, fazem com que muitas mulheres não saibam que têm o problema. Nessa fase, não há nenhum sintoma o que retarda a procura ao médico e, consequentemente, o diagnóstico precoce.

C1: nessa classificação estão os vasinhos e as varizes reticulares. O sintoma mais nítido é a própria veia um pouco saltada. Não há relatos de dores, inchaços ou algo parecido, a não ser o desconforto estético uma vez que as veias varicosas marcam a região das pernas.

C2: são as veias tronculares que apresentam um estágio já avançado. São veias extremamente saltadas, tortuosas e que afetam tanto a saúde do corpo quanto a estética. Essa fase deve servir de alerta e a pessoa afetada deve buscar ajuda o quanto antes.

C3: nessa fase, as veias tronculares trazem também um edema que se caracteriza com um inchaço na região afetada ou nos tornozelos. Outros sintomas podem surgir como câimbras, coceira e cansaço nas pernas. A insuficiência venosa crônica fica evidente.

C4: nessa classificação, a pele apresenta forte coloração avermelhada ou arroxeada, geralmente com descamações chamadas de eczemas. Também é nessa fase que surgem manchas brancas em torno das varizes chamadas de atrofia branca.

C5: nessa fase, as pernas afetadas por varizes desenvolvem pequenas úlceras venosas que cicatrizam mais facilmente. As úlceras, únicas ou múltiplas, podem surgir na região onde se encontram as varizes ou também nos tornozelos.

C6: a última classificação das varizes indica veias varicosas que estão com úlceras ativas, ou seja, ferimentos de difícil cicatrização e que causam extremo desconforto nas pernas, locais onde elas mais se apresentam.

As úlceras costumam surgir após pequenos traumas na região como arranhões, por exemplo. Como a região está bastante fragilizada, em pouco tempo o ferimento evolui, cresce e se transforma em úlceras dolorosas e profundas.

Se não forem tratadas, esses ferimentos podem infeccionar rapidamente, agravando ainda mais o problema, especialmente se a pessoa sofrer com alguma doença crônica como a diabetes, por exemplo.

Devemos lembrar que, quanto mais varizes a pessoa apresentar, e quanto mais sintomas surgirem, maior é o grau de insuficiência circulatória.


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Como tratar as varizes

Pudemos perceber que as varizes seguem uma evolução de gravidade. Primeiro se apresentam como pequenos vasos, simples, que não doem e provocam desconforto estético. Depois, se agravam até se transformarem em úlceras intravenosas.

É por essa razão que existem tratamentos diferenciados para atender de forma direcionada e efetiva a todos os casos de varizes, de acordo com as especificidades de cada tipo.

Por isso, é de fundamental importância que a pessoa acometida por esse problema, em especial as mulheres, procurem ajuda médica logo que perceberem alguma alteração na pele e não esperem que as varizes comecem a doer para ir ao médico.


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Aliviando os sintomas das varizes

O tratamento é a solução adequada para conter as varizes e seus sintomas e apenas o médico especialista pode indicar a melhor solução para cada caso. Contudo, existem meios paliativos usados para reduzir o desconforto e diminuir a velocidade de progressão da doença. São exemplos:

  • Usar meias de compressão para estimular a circulação sanguínea;
  • Fazer atividade física com frequência;
  • Elevar as pernas para facilitar a circulação do sangue nos membros inferiores e permanecer assim por cerca de 30 minutos, de três a quatro vezes por semana.

Como vimos, as varizes não são todas iguais. Da mesma forma que se apresentam em formatos diferentes na pele, elas também têm características, sintomas, consequências específicas e únicas em cada caso. Por isso, é importante conhecer todos os tipos de varizes e fazer o tratamento correto, de acordo com a indicação do especialista.

 

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Endometriose

Fertilidade - qui, 12/10/2020 - 07:59
Fatos e definição de endometriose
  • Endometriose é o crescimento anormal de células (células endometriais) semelhantes às que se formam dentro do útero, mas em um local fora dele. Endometriose é mais comumente encontrada implantada em outros órgãos da pelve.
  • A causa exata da endometriose ainda não foi identificada.
  • A endometriose é mais comum em mulheres que estão passando pelo problema da infertilidade do que em mulheres férteis, mas a endometriose nem sempre causa infertilidade.
  • A maioria das mulheres com endometriose não têm sintomas, mas quando têm podem apresentar:
    • Menstruação
    • Relações sexuais dolorosas
    • Micção ou Evacuações dolorosas (dor para ir ao banheiro)
    • Infertilidade
  • Dor pélvica durante a menstruação ou ovulação pode ser um sintoma de endometriose, mas também pode ocorrer em mulheres normais.
  • A suspeita de Endometriose pode ser com base no padrão dos sintomas da mulher e às vezes durante um exame físico, mas o diagnóstico definitivo é geralmente confirmado por cirurgia, mais frequentemente por videolaparoscopia.
  • O tratamento da endometriose inclui medicamentos e cirurgia para alívio da dor e tratamento da infertilidade, se a gravidez é desejada.
O que é endometriose?

Endometriose é o crescimento anormal de tecido endometrial semelhante àquele que reveste o interior do útero, mas em um local fora do útero. Tecido endometrial é renovado a cada mês durante a menstruação. Áreas de tecido endometrial, encontradas em localizações ectópicas (fora do normal) são chamadas de implantes endometriais. Estas lesões são mais comumente encontradas nos ovários, trompas de Falópio, superfície do útero, intestino e no revestimento da membrana da cavidade pélvica (ou seja, o peritônio). São menos comumente encontradas envolvendo a bexiga, colo do útero e vagina. Raramente, a endometriose pode ocorrer fora da pelve. Endometriose tem sido relatada no fígado, cérebro, pulmão e em  cicatrizes cirúrgicas antigas. Os implantes endometriais, embora possam se tornar problemáticos, são geralmente benignos (ou seja, não cancerosos).

Quais são as fases da endometriose?

Endometriose é classificada em uma das quatro fases (I – mínima, II – leve, III – moderada e IV – grave) com base na exata localização, extensão e profundidade dos implantes de endometriose, bem como na presença e gravidade de tecido cicatricial e com a presença e o tamanho dos implantes endometrióticos nos ovários. A maioria dos casos de endometriose é classificada como mínima ou leve, o que significa que existem implantes superficiais e cicatrizes suaves. A Endometriose moderada e grave normalmente resulta em cistos e cicatrizes mais graves. O estágio da endometriose não está relacionado com o grau de sintomas que uma mulher experimenta. A infertilidade é comum em endometriose de estágio IV.

 Quais são os sinais e sintomas da endometriose?

Na verdade, a maioria das mulheres que têm endometriose, não têm sintomas. Das que possuem, os mais comuns incluem:

  • Dor (geralmente pélvica) que normalmente ocorre apenas antes da menstruação e diminui após a menstruação
  • Relações sexuais dolorosas
  • Cólicas durante a relação sexual
  • Cólicas ou dor durante os movimentos intestinais ou durante a micção
  • Infertilidade
  • Dor em exames pélvicos

A intensidade da dor pode variar de mês para mês e pode variar muito entre as pacientes afetadas. Algumas mulheres experimentam uma piora progressiva dos sintomas, enquanto outras podem ter uma resolução da dor sem nenhum tratamento.

A Dor pélvica em mulheres com endometriose depende em parte de onde se situam os implantes endometriais.

  • Implantes mais profundos e implantes em áreas com mais terminações nervosas são mais capazes de produzir dor.
  • Os implantes também podem liberar substâncias na corrente sanguínea que são capazes de provocar dor.
  • A dor pode ser resultante de quando os implantes endometrióticos incitam a cicatrização dos tecidos circundantes. Parece não haver nenhuma relação entre a severidade da dor e a quantidade de doença anatômica que está presente.

A Endometriose pode ser uma das razões para a causa da infertilidade em casais saudáveis. Quando os exames laparoscópicos são realizados para avaliar a infertilidade, os implantes são frequentemente encontrados em pacientes que eram totalmente assintomáticas. As razões da diminuição da fertilidade em muitas pacientes com endometriose não são totalmente compreendidas. A endometriose pode incitar a formação de tecido cicatricial dentro da pelve. Se os ovários e as trompas de Falópio estiverem envolvidos, os processos mecânicos envolvidos na transferência dos óvulos fertilizados para as trompas podem ser alterados. Alternativamente, as lesões endometriais podem produzir substâncias inflamatórias que afetam adversamente a ovulação, a fertilização e a implantação.

Outros sintomas que podem estar relacionados à endometriose incluem:

  • Dor no abdômen inferior (dor na barriga baixa)
  • Diarréia e/ou constipação
  • Lombalgia
  • Fatiga crônica
  • Menstruação forte ou irregular
  • Dor ao urinar, ou
  • Sangue ao urinar (especialmente durante a menstruação).

Sintomas raros da endometriose incluem dor no peito ou tosse com sangue devido a endometriose nos pulmões, dor de cabeça e/ou convulsões devido a endometriose no cérebro.

E o risco de endometriose e câncer?

Alguns estudos têm postulado que as mulheres com endometriose têm um risco aumentado para o desenvolvimento de certos tipos de câncer de ovário, conhecido como câncer epitelial de ovário (CEO). Este risco é maior em mulheres com endometriose e infertilidade primária (aquelas que nunca passaram por uma gravidez). O uso da combinação de pílulas orais contraceptivas (POC), que são por vezes utilizadas no tratamento da endometriose, parece reduzir significativamente este risco.

As razões para a associação entre endometriose e câncer epitelial de ovário não são claramente compreendidas. Uma teoria diz que os implantes de endometriose se submetem a uma transformação maligna para o câncer. Outra possibilidade é que a presença da endometriose pode estar relacionada a outros fatores genéticos ou ambientais que servem para aumentar o risco das mulheres de desenvolverem câncer de ovário.

Quais as causas da endometriose?

A causa da endometriose é desconhecida. Uma teoria diz que o tecido endometrial é depositado em locais incomuns pelo fluxo retrógrado de detritos menstruais através das trompas de Falópio para as cavidades abdominais e pélvicas. A causa desta menstruação retrógrada não é entendida claramente. É claro que a menstruação retrógrada não é a única causa da endometriose, já que muitas mulheres que têm menstruação retrógrada não desenvolveram a condição.

Outra possibilidade é que áreas que alinham os órgãos pélvicos possuem células primitivas que são capazes de evoluir para outras formas de tecidos, tais como o endométrio. (Este processo é denominado coelomic metaplasia.)

Também é provável que a transferência direta dos tecidos endometriais no momento da cirurgia seja responsável pelos implantes de endometriose ocasionalmente encontrados em cicatrizes cirúrgicas (por exemplo, episiotomia ou cicatrizes de cesariana). A transferência de células endometriais através da corrente sanguínea ou do sistema linfático é a explicação mais plausível para os raros casos de endometriose que são encontrados no cérebro e outros órgãos distantes da pelve.

Finalmente, há evidências de que algumas mulheres com endometriose têm uma resposta imunológica alterada que pode afetar a habilidade natural do corpo para reconhecer o tecido endometrial ectópico.

O que dizer sobre a Endometriose e a infertilidade?

A Endometriose é mais comum em mulheres inférteis, em oposição a aquelas que passaram por uma gravidez. No entanto, muitas mulheres com endometriose confirmada são capazes de engravidar sem dificuldade, especialmente se a doença é leve ou moderada. Estima-se que acima de 70% das mulheres com endometriose leve ou moderada conseguirão engravidar no prazo de três anos sem qualquer tratamento específico.

As razões para uma diminuição na fertilidade quando a endometriose está presente não são completamente compreendidas. É provável que fatores anatômicos e hormonais sejam contributivos à diminuição da fertilidade. A presença da endometriose pode incitar a formação de cicatriz significativa (adesão) na pelve que pode distorcer as estruturas anatômicas normais. Alternativamente, a endometriose pode afetar a fertilidade através da produção de substâncias inflamatórias que têm um efeito negativo na ovulação, na fertilização do óvulo, e/ou na implantação do embrião. Infertilidade associada com endometriose é mais comum em mulheres com formas anatomicamente graves da doença.

Opções de tratamento para infertilidade associada à endometriose são variados, mas a maioria dos médicos acreditam que, para a endometriose, a cirurgia é superior ao tratamento médico. Quando apropriada, a tecnologia de reprodução assistida pode também ser utilizada como adjuvante ou alternativa ao tratamento cirúrgico.

A dieta afeta a endometriose?

Não existem dados bem estabelecidos que mostram que as modificações dietéticas podem evitar ou reduzir os sintomas da endometriose. Um estudo mostrou que um alto consumo de verduras e frutas foi associado com um risco menor de desenvolver endometriose, enquanto uma maior ingestão de carnes vermelhas foi associada com um risco mais elevado. Nenhuma associação foi vista com o consumo de café, leite ou álcool. Mais estudos são necessários para determinar se dieta desempenha um papel importante no desenvolvimento da endometriose.

Quais especialidades médicas tratam a endometriose?

A Endometriose é mais comumente tratada por ginecologistas/obstetras.

Há um exame para diagnosticar a endometriose?

A suspeita de Endometriose pode surgir com base nos sintomas de dor pélvica e descobertas durante exames físicos. Ocasionalmente, durante um exame reto-vaginal (um dedo na vagina e um dedo no reto), o médico pode sentir nódulos (implantes endometriais) atrás do útero e ao longo dos ligamentos que unem a parede pélvica. Outras vezes, nenhum nódulo é sentido, mas o exame em si causa dor incomum ou desconforto.

Infelizmente, nem os sintomas, nem o exame físico pode ser confiável para conclusivamente, estabelecer o diagnóstico da endometriose. Exames de imagem, tais como o ultrassom, podem ser úteis para excluir outras doenças pélvicas e podem sugerir a presença de endometriose nas áreas vaginais e na bexiga, mas eles não podem diagnosticar a endometriose com certeza absoluta. Para um diagnóstico preciso, uma inspeção visual direta dentro da pelve e no abdômen, assim como uma biópsia do tecido dos implantes são necessárias.

Portanto, o único método definitivo (de certeza) para diagnosticar a endometriose é a cirurgia. Requer videolaparoscopia (por furinhos) ou laparotomia (abertura do abdômen, fazendo uma grande incisão).

A laparoscopia é o procedimento cirúrgico mais comumente empregado, utilizado para o diagnóstico da endometriose. Este é um pequeno procedimento cirúrgico realizado sob anestesia geral, ou em alguns casos, sob anestesia local. É geralmente realizada como um procedimento ambulatorial (a paciente não fica internada durante a noite). A laparoscopia é realizada primeiro inflando a cavidade abdominal com um gás (dióxido de carbono), através de uma pequena incisão no umbigo. Um instrumento fino, de visão tubular (laparoscópio) é inserido na cavidade abdominal inflada para inspecionar o abdômen e a pelve. Os implantes endometriais então podem ser vistos diretamente.

Durante a laparoscopia, biópsias (remoção de amostras minúsculas de tecido para exame sob um microscópio) também podem ser realizadas a fim de obter um diagnóstico do tecido. Às vezes biópsias aleatórias obtidas durante a laparoscopia mostrarão a endometriose microscópica, mesmo que os implantes não sejam visualizados.

Laparoscopia e ultrassom pélvico também são importantes na exclusão de neoplasias malignas (como câncer de ovário) que podem causar muitos dos mesmos sintomas que imitam os sintomas da endometriose.

Qual é o tratamento para a endometriose?

Endometriose pode ser tratada com medicamentos e/ou cirurgia. Os objetivos do tratamento da endometriose podem incluir alívio dos sintomas e/ou aumento da fertilidade.

Quais os medicamentos que tratam a endometriose? Antiinflamatórios não-esteroides (AINEs)

Medicamentos antiinflamatórios não-esteroides ou AINEs são comumente prescritos para ajudar a aliviar a dor pélvica e as cólicas menstruais. Esses medicamentos para aliviar a dor não têm efeito sobre os implantes endometriais ou a progressão da endometriose. No entanto, eles diminuem a produção de prostaglandinas, e as prostaglandinas são conhecidas por ter um papel na causa da dor. Como o diagnóstico da endometriose só pode ser definitivamente confirmado com uma biópsia, muitas mulheres com queixas, suspeitas de que possuem endometriose são tratadas para dor primeiro sem um diagnóstico firme ser estabelecido. Sob tais circunstâncias, os AINEs são comumente usados como um tratamento empírico de primeira linha. Se eles forem eficazes no controle da dor, outros procedimentos ou tratamentos médicos não serão necessários. Se eles são ineficazes, tratamento e uma avaliação adicional será necessária.

Como a endometriose ocorre durante os anos reprodutivos, muitos dos tratamentos médicos disponíveis para endometriose se baiseiam na interrupção da produção hormonal cíclica normal dos ovários. Estes medicamentos incluem os análogos GnRH, pílulas contraceptivas orais e progesterona prescritos pelo ginecologista.

Análogos do hormônio liberador de gonadotrofinas (análogos de GnRH)

Análogos do hormônio liberador de gonadotrofinas (análogos de GnRH) têm sido efetivamente usados para aliviar a dor e reduzir o tamanho dos implantes de endometriose. Estas drogas suprimem a produção de estrogênio pelos ovários, inibindo a secreção de hormônios reguladores da glândula pituitária. Como resultado, para os períodos menstruais, imitando a menopausa. Formas nasais e injeção de agonistas de GnRH estão disponíveis.

Os efeitos colaterais são do resultado da falta de estrogênio e incluem:

  • ondas de calor
  • secura vaginal
  • sangramento vaginal irregular
  • alterações de humor
  • fadiga, e
  • Perda da densidade óssea (osteoporose).

Felizmente, repor pequenas quantidades de progesterona em forma de pílula (semelhante aos tratamentos, por vezes, utilizados para o alívio dos sintomas da menopausa), pode evitar muitos dos efeitos colaterais irritantes devido à deficiência de estrogênio. “Adicionar terapia de reposição” é um termo que se refere a esta forma moderna de administrar agonistas de GnRH juntamente com progesterona, de forma a garantir a conformidade, eliminando a maioria dos indesejados efeitos colaterais da terapia de GnRH.

Pílulas contraceptivas

Pílulas contraceptivas orais (combinação de estrogênio e progesterona) são também por vezes utilizadas para tratar a endometriose. A combinação mais comum usada é em forma de pílula contraceptiva oral (PCO). Às vezes as mulheres que têm dor menstrual severa são convidadas a tomar a PCO continuamente, significando ignorar o placebo (hormonalmente inerte) como parte do ciclo. O uso contínuo, dessa maneira, geralmente irá parar a menstruação por completo. Ocasionalmente, ganho de peso, mastalgia, náusea, e sangramento irregular podem ocorrer. Pílulas contraceptivas orais são geralmente bem toleradas em mulheres com endometriose.

Progesterona

Progesterona [por exemplo, acetato de medroxiprogesterona (Provera, Cycrin, Amen), acetato de noretisterona, acetato de norgestrel (Ovrette)] são mais potentes do que os anticoncepcionais e foram recomendadas para mulheres que não obtêm alívio da dor ou não podem tomar uma pílula anticoncepcional. Elas podem ser úteis para as mulheres que não respondem a, ou não podem tomar (por razões médicas) contraceptivos orais.

Efeitos colaterais são mais comuns e incluem:

  • mastalgia
  • distenção abdominal
  • ganho de peso
  • sangramento uterino irregular, e
  • depressão.

Como a ausência de menstruação (amenorreia) induzida pelas altas doses de progesterona podem durar muitos meses após o término da terapia, estas drogas não são recomendadas para mulheres que estão planejando uma gravidez imediatamente após o término da terapia.

Outras drogas usadas para tratar a endometriose Danazol (Danocrine)

Danazol (derivado da etisterona, esteróide sintético) é uma droga sintética que cria um alto andrógeno (hormônio do sexo masculino) e baixo nível hormonal de estrogênio por interferir na ovulação e na produção ovariana de estrogênio. Oitenta por cento das mulheres que tomam esta droga têm alívio da dor e encolhimento dos implantes de endometriose, mas até 75% das mulheres desenvolvem efeitos colaterais da droga significativos. Estes incluem:

  • ganho de peso
  • edema (inchaço)
  • encolhimento da mama
  • acne
  • pele oleosa
  • Hirsutismo (crescimento de cabelo de padrão masculino)
  • intensificação da voz
  • dor de cabeça
  • ondas de calor
  • alterações da libido, e
  • alterações de humor.

Exceto para as alterações de voz, todos esses efeitos colaterais são reversíveis. Em alguns casos, a resolução dos efeitos colaterais pode levar muitos meses. Danazol não deve ser tomado por mulheres com certos tipos de doenças no fígado, rim ou doenças do coração. Este produto é raramente usado.

Inibidores da aromatase

Uma abordagem mais atual para o tratamento da endometriose envolve a administração de medicamentos conhecidos como inibidores da aromatase (por exemplo, anastrozole [Arimidex] e letrozole [Femara]). Estas drogas atuam interrompendo a formação do estrogênio local dentro dos implantes de endometriose. Elas também inibem a produção de estrogênio dentro do ovário e do tecido adiposo. Pesquisas estão em andamento para avaliar a eficácia dos inibidores de aromatase no tratamento da endometriose. Inibidores da aromatase podem causar perda óssea significativa com o uso prolongado. Devem também ser empregados em combinação com outras drogas em mulheres pré-menopáusicas devido aos seus efeitos sobre os ovários.

Cirurgia para endometriose?

Tratamento cirúrgico para endometriose pode ser útil quando os sintomas são graves ou quando há uma resposta inadequada à terapia médica. A cirurgia é o tratamento preferido quando há distorção anatômica dos órgãos pélvicos ou obstrução do intestino ou do trato urinário. Ela pode ser classificada como conservadora, em que o útero e tecido ovariano são preservados, ou definitiva, que envolve histerectomia (remoção do útero), com ou sem remoção dos ovários. Obviamente implicando na fertilidade da mulher.

A cirurgia conservadora é normalmente realizada por laparoscopia. Implantes endometriais podem ser extirpados ou destruídos por diferentes fontes de energia (por exemplo, laser, corrente elétrica). Se a doença for extensa e de anatomia distorcida, a laparotomia pode ser necessária.

Enquanto os tratamentos cirúrgicos podem ser muito eficazes na redução da dor, estima-se que a taxa de recorrência da endometriose após tratamento cirúrgico conservador é tão elevada quanto 40%. Muitos médicos recomendam realizar terapia médica após a cirurgia na tentativa de evitar a recorrência da doença sintomática.

Quem desenvolve endometriose?

Endometriose afeta as mulheres durante seus anos reprodutivos. A prevalência exata da endometriose não é conhecida, uma vez que muitas mulheres que são identificadas mais tarde como tendo a condição são assintomáticas. Estima-se que a endometriose afeta mais de 1 milhão de mulheres (as estimativas variam de 3% a 18% das mulheres) nos Estados Unidos. É uma das principais causas de dor pélvica e é a responsável por muitas das laparoscopias e histerectomias realizadas por ginecologistas. As estimativas sugerem que 20% a 50% das mulheres em tratamento para infertilidade têm endometriose, e que até 80% das mulheres com dor pélvica crônica podem estar afetadas.

Enquanto a maioria dos casos de endometriose é diagnosticada em mulheres com idade entre 25 a 35 anos, a endometriose tem sido relatada em meninas a partir dos 11 anos de idade. Endometriose é rara em mulheres pós-menopáusicas. Estudos ainda sugerem que a endometriose é mais comum em mulheres mais altas, finas, com uma baixa massa corporal (IMC). Atrasar a gravidez até uma idade avançada, nunca dar à luz, ou início precoce da menstruação e menopausa tardia foram apontados como fatores de risco para endometriose. Também é provável que existam fatores genéticos que predispõem a mulher a desenvolver endometriose, uma vez que ter um parente de primeiro grau com a condição aumenta a chance de que uma mulher vá desenvolver a condição.

Endometriose pode ser prevenida?

Como a causa da endometriose é mal compreendida, não existem formas conhecidas efetivas para impedir o seu desenvolvimento.

Qual é o prognóstico para uma mulher com endometriose?

A endometriose é comumente uma doença dos anos reprodutivos, e os sintomas geralmente desaparecem depois que a mulher atinge a menopausa. Para as mulheres que experimentam sintomas, algumas terapias estão disponíveis para socorro. Tratamentos para a infertilidade associada com endometriose também estão disponíveis para ajudar a aumentar as chances de uma mulher engravidar

 

Qual a diferença entre endometriose e varizes pélvicas?

Veja o video sobre as diferenças nos sintomas das varizes pélvicas e endometriose.

———————-

Endometriose e infertilidade

A infertilidade pode ser o primeiro sinal de endometriose em muitas mulheres. Cerca de 30% a 40% das mulheres com endometriose têm alguns problemas para engravidar. A razão para isso não é bem compreendida, e cicatrizes do trato reprodutivo podem desempenhar um papel importante. Fatores hormonais também podem estar envolvidos. Felizmente, tratamentos para tratar a infertilidade são eficazes para muitas mulheres.

 

 

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Categorias: Medicina

Aborto recorrente e tardio: exames e tratamento de casais

Fertilidade - qua, 12/09/2020 - 20:27

Sofrer um aborto pode ser muito angustiante. Ter vários abortos ou um aborto tardio pode ser devastador. Esta página é para você que teve três ou mais abortos precoces ou um ou mais abortos tardios.

Vamos falar sobre

  • o que sabemos sobre as razões do aborto recorrente e aborto tardio
  • recomendações para exames e tratamento para casais nesta situação.


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Assim você pode se ajudar e a sua equipe de saúde pode tomar as melhores decisões sobre seus cuidados. Não substitui o aconselhamento de um médico.

O que é um aborto?

Se você perder um bebê antes das 24 semanas de gravidez, isso é chamado de aborto espontâneo. Se isso acontecer nos primeiros 3 meses da gravidez, é conhecido como um aborto precoce. Infelizmente, os abortos precoces são comuns, ocorrendo em cerca de 10 a 20 em cada 100 gestações (10-20%).

Abortos tardios, que ocorrem depois de 3 meses de gravidez, mas antes de 24 semanas, são menos comuns: 1 a 2 em cada 100 (1-2%) gestações culminam em aborto tardio.

O que é um aborto recorrente?

Quando um aborto espontâneo acontece três ou mais vezes seguidas, é chamado de aborto espontâneo recorrente. O aborto recorrente afeta 1 em cada 100 (1%) casais tentando ter um bebê.

Por que o aborto recorrente e o aborto tardio acontecem?

Às vezes, há uma causa encontrada para o aborto recorrente e tardio. Em outros casos, não há problema subjacente que possa ser descoberto. A maioria dos casais provavelmente terá uma gravidez bem sucedida no futuro, particularmente se os resultados dos exames e acompanhamento com médico estejam normais.

Há uma série de fatores que podem desempenhar um papel na causa do aborto recorrente e tardio:

  • Idade

Quanto mais idade, maior o risco de ter um aborto espontâneo. Se a mulher tem mais de 40 anos, mais de 1 em cada 2 gestações terminam em um aborto espontâneo. Abortos espontâneos também podem ser mais comuns se o pai for mais velho.

  • Síndrome antifosfolípide (APS)

APS (uma síndrome que torna o seu sangue mais provável coagular) é incomum, mas é uma causa de aborto recorrente e aborto tardio.

  • Trombofilia

Trombofilia (uma condição hereditária – genética ou não –  que significa que seu sangue está mais sujeito a coagular) pode causar aborto recorrente e, em particular, abortos tardios.

  • Fatores genéticos

Em aproximadamente 2 a 5 em cada 100 casais (2-5%) com aborto recorrente, um dos parceiro terá uma anormalidade em um dos seus cromossomos (estruturas genéticas dentro de nossas células que contêm o nosso DNA e as características que herdamos de nossos pais). Embora essa alteração possa não afetar o pai, às vezes pode causar um aborto.

  • Colo do útero fraco (insuficiência/imcompetência do colo uterino)

Fraqueza do colo do útero é conhecida por ser uma das causas de aborto entre 14 e 23 semanas de gravidez. Isto pode ser difícil de diagnosticar quando você não está grávida. Pode ser uma suspeita se em uma gestação anterior sua bolsa rompeu cedo, ou se o colo do útero abriu sem qualquer dor.

  • Problemas de desenvolvimento do bebê

Algumas anomalias do bebê podem levar a um aborto, mas é improvável que seja a causa de aborto espontâneo recorrente.

  • Infecção

Qualquer infecção que te fez muito mal pode provocar um aborto. Infecções mais leves que afetam o bebê também podem provocar um aborto. Desconhece-se o papel das infecções no aborto recorrente.

  • Forma do útero

Não é claro quanto um útero de forma anormal contribui para o aborto recorrente ou abortos tardios. No entanto, pequenas variações não parecem provocar aborto.

  • Problemas de tiroide e diabetes

Diabetes ou distúrbios da tireoide podem ser fatores dos abortos. Eles não causam aborto recorrente, enquanto são tratados e mantidos sob controle.

  • Fatores imunológicos

Tem sido sugerido que algumas mulheres abortam porque seu sistema imunológico não responde ao bebê da forma habitual. Isso é conhecido como uma reação auto-imune. Não há nenhuma evidência para apoiar essa teoria no momento. Pesquisa adicional é necessária.

Existem outros fatores de risco?

Excesso de peso aumenta o risco de aborto. Fumar e tomar muita cafeína também podem aumentar o risco. Excesso de álcool é conhecido por ser prejudicial para um bebê em desenvolvimento e beber cinco ou mais unidades por semana pode aumentar o risco de aborto.

A chance de mais um aborto aumenta ligeiramente com cada aborto. As mulheres com três abortos consecutivos têm uma chance de 4 em cada 10 de ter outro. Isto significa que 6 em cada 10 mulheres (60%) nesta situação vão ter um bebê na próxima vez.

Por que as investigações são úteis?

Descobrir se há uma causa para seu aborto recorrente ou aborto tardio é importante, pois assim seu médico será capaz de lhe dar uma ideia sobre a sua probabilidade de ter uma gravidez bem sucedida. Em um pequeno número de casos pode haver tratamento disponível para ajudá-la.

Que investigações/exames podem ser feitos?

Exames de sangue:

  • Para APS. APS é diagnosticada se der positivo em duas ocasiões com 12 semanas de intervalo, antes de você engravidar novamente.
  • Para trombofilia. Se você teve um aborto tardio, você pode fazer exames de sangue para certas trombofilias hereditárias.
  • Para checar os seus cromossomos e do seu parceiro para anormalidades. Você pode ser fazer este exame se seu bebê tiver demonstrado ter cromossomos anormais.

Exames para anomalias no bebê

Você pode precisar fazer exames para verificar se há anormalidades nos cromossomos de seu bebê. Isto não é sempre possível, mas pode ajudar a determinar a sua chance de abortar novamente.

Se você teve um aborto tardio, também pode ser indicado um exame pós-morte do seu bebê. Isto não acontecerá sem o seu consentimento, e você terá a oportunidade de discutir isso de antemão com sua equipe de saúde.

Exames para anormalidades na forma do seu útero.

Uma ultra-sonografia pélvica para verificar se há qualquer anormalidade na forma do seu útero. Se houver suspeita de uma anormalidade, outras investigações podem incluir uma histeroscopia (um procedimento para examinar o útero através de uma pequena câmera que é passada através da vagina e do colo do útero) ou uma laparoscopia (um procedimento no qual um cirurgião usa uma câmera bem fina para olhar dentro do abdômen e da pelve).

Exames para infecção

Se você já teve um aborto tardio, exames como amostras de sangue e papanicolau podem ser colhidos no momento para procurar por qualquer fonte de infecção.

Quais são minhas opções de tratamento?

Tratamento para APS

Se você tem APS e teve aborto irregular recorrente ou um aborto tardio, o tratamento com comprimidos de aspirina em baixa dose e injeções de heparina na gravidez podem aumentar sua chance de ter um bebê, desde que não tenha contra-indicações. Aspirina e heparina tornam o seu sangue menos provável de coagular e são seguras para tomar durante a gravidez.

Ter APS significa que você está com risco aumentado de complicações durante a gravidez, como pré-eclâmpsia, problemas com o crescimento do seu bebê e parto prematuro. Você deve ser monitorada cuidadosamente para que possa ser receber tratamento para quaisquer problemas que possam surgir.

Tratamento para trombofilia

Se você tem uma tendência genética de hipercoagulação do sangue (trombofilia) e teve um aborto espontâneo entre 12 e 24 semanas de gravidez, pode ser necessário receber tratamento com heparina.

Neste momento não há evidências suficientes para dizer se a heparina irá reduzir suas chances de aborto espontâneo, se você teve abortos precoces (até 12 semanas de gravidez). No entanto, você pode ser ainda indicada ao tratamento para reduzir o risco de um coágulo de sangue durante a gravidez. Seu médico irá discutir o que seria recomendado no seu caso em particular.

Encaminhamento para aconselhamento genético

Se você ou seu parceiro tem uma anomalia cromossômica, você deve ser indicada a oportunidade de ver um especialista chamado de geneticista clínico. Ele discutirá com você quais são suas chances para futuras gestações e irá explicar quais são as suas escolhas. Isso é conhecido como aconselhamento genético.

Monitoramento e tratamento para um colo do útero fraco

Se você já teve um aborto espontâneo entre 14 e 24 semanas e teve um diagnóstico de colo do útero fraco, pode ser necessário para uma cirurgia para colocar um ponto no colo do seu útero (cerclagem). Isso geralmente é feito através da vagina às 13 ou 14 semanas de gravidez sob anestesia geral ou raquianestesia. Seu médico deve discutir a cirurgia com você.

Se não está claro se seu aborto tardio foi causado por um cérvix fraco, podem ser indicados exames de ultra-som vaginal durante a gravidez para medir o comprimento do seu colo do útero. Isso pode dar informações sobre quão provável você está de abortar. Se o seu colo uterino é menor do que deveria ser antes de 24 semanas de gravidez, pode ser indicada uma operação para colocar um ponto no colo do seu útero.

Cirurgia do útero

Se uma anomalia é encontrada em seu útero, pode ser indicada uma operação para corrigir isso.

Tratamento hormonal

Foi tentado progesterona ou hormônios de gonadotrofina coriônica humana no início da gestação para evitar aborto recorrente, porém mais evidências são necessárias para mostrar se isso funciona.

Imunoterapia

O tratamento para prevenir ou modificar a resposta do sistema imunológico (conhecido como imunoterapia) não é recomendado para mulheres com aborto recorrente. Não foi provado que funciona, não melhora as chances de um nascimento vivo e pode levar a sérios riscos (incluindo a reação à transfusão, choque alérgico e hepatite).

E se nenhuma causa é encontrada?

Onde não há uma causa para o aborto recorrente ou aborto tardio, não há, atualmente, nenhuma evidência de que o tratamento de heparina e aspirina reduza a chance de um outro aborto espontâneo. Por esse motivo, este tratamento não é recomendado habitualmente, embora tenha relatos de êxito.

O que isso significa para nós no futuro?

Você e seu parceiro devem ser vistos juntos por um especialista em fertilidade. Dentro de uma clínica dedicada.

Seu médico conversará com você tanto sobre sua situação particular quanto a sua probabilidade de sofrer um novo aborto e uma gravidez bem sucedida. Se a causa foi encontrada, as opções possíveis de tratamento serão oferecidas para melhorar suas chances de uma gravidez bem sucedida.

As mulheres que têm cuidados de apoio com médico especialista desde o início da gravidez, têm mais chances de um parto bem sucedido. Para casais onde nenhuma causa para o aborto recorrente foi encontrada, 75 em cada 100 (75%) terão uma gravidez bem sucedida com este cuidado.

Vale lembrar que, estatisticamente, a maioria dos casais terá uma gravidez bem sucedida na próxima vez, mesmo depois de três abortos consecutivos

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Exames para mulheres

Fertilidade - qua, 12/09/2020 - 07:14

A fertilidade de uma mulher declina com a idade. Isso significa que as chances de engravidar, ambas naturalmente ou através de tratamento de fertilidade, caem conforme você envelhece. Seu clínico geral deve dar mais informações sobre isso.


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Seu ginecologista deve perguntar qual a frequência e quão regular é a sua menstruação. Se você tem menstruações mensais regulares (a cada 26 a 36 dias), é provável que você esteja ovulando. Você não será aconselhada a usar tabelas da sua temperatura corporal (conhecida como temperatura corporal basal) para verificar se você está ovulando normalmente, já que não são um teste confiável para isso.

Verificando os seus níveis hormonais

Você deve realizar exames de sangue para verificar seus níveis hormonais para ver se você está ovulando. Estes devem incluir um exame para medir um hormônio chamado progesterona, que é produzido pelos ovários depois que os óvulos são liberados. O momento do exame variará dependendo do quão regular são as suas menstruações.

Se as suas menstruações são irregulares, você deve realizar também um exame para medir hormônios chamados gonadotrofinas, que estimulam os ovários a produzirem óvulos.

Verificando seus ovários

Você também deverá realizar exames para ver quão bem seus ovários podem responder aos medicamentos de fertilidade. Isso envolve um exame de sangue para medir os níveis de hormônios (chamados hormônio folículo-estimulante e hormônio anti Mülleriano) ou um ultrassom para contar o número de folículos nos seus ovários.

Verificando suas trompas de falópio

Quando os resultados dos seus exames e do exame de sêmen do seu parceiro forem conhecidos, também será requerido um exame para ver se as suas trompas de falópio estão bloqueadas. Dependendo de suas circunstâncias e histórico médico, isso pode ser feito usando raio-X, ultrassom, ou por uma operação chamada laparoscopia. Antes que você faça esse procedimento, você deverá ser testada para uma infecção chamada clamídia. Clamídia pode danificar suas trompas de falópio se não for diagnosticada e tratada com antibióticos. Se você está infectada, você e o seu parceiro (ou parceiros) devem ser encaminhados para tratamento. Se você não tiver feito exames para clamídia, pode ser que lhe seja dado antibióticos antes do procedimento como uma precaução no caso de você ter a infecção.

Exames que não necessariamente devem ser solicitados

Você normalmente não deve ter os seguintes exames solicitados porque eles não mostraram ser úteis:

  • Exames do seu muco cervical depois da relação sexual (conhecido como teste pós-coital)
  • Um exame de sangue para medir os níveis de um hormônio chamado prolactina
  • Uma biópsia (um procedimento para tomar uma pequena amostra de tecido) do revestimento do seu útero
  • Um exame do seu útero, chamado de histeroscopia (em algumas circunstâncias seu médico pode precisar realizar uma histeroscopia mas será realizada como parte da sua laparoscopia).

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