Medicina

Conheça a oncofertilidade

Fertilidade - qua, 08/19/2020 - 18:10

Ligada à oncologia, a oncofertilidade é a parte da medicina que cuida da fertilidade dos pacientes com câncer.

Segundo a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia cerca de 50% dos pacientes submetidos a tratamentos oncológicos têm risco de perder sua capacidade reprodutiva após o tratamento, podendo esta perda ser transitória ou até permanente.

Durante o tratamento de combate ao câncer os quimioterápicos e/ou radioterápicos, mesmo que sejam administrados em doses ou radiações pequenas, agridem os ovários e testículos, causando danos às células germinativas responsáveis pela fertilidade.

Como a oncofertilidade pode auxiliar na prevenção da fertilidade?

A principal aliada é a criopreservação, ou seja, o congelamento de espermatozoides, ovócitos, embriões ou até mesmo tecido ovariano e testicular, antes de serem iniciadas as seções de quimio e/ou rádio.

Para os homens o procedimento é feito através do recolhimento de amostras de sêmen, permitindo uma boa reserva produtiva. Já para as mulheres, alguns exames precisam ser realizados, como avaliação da reserva funcional dos ovários, dosagem dos hormônios, ultrassom e por fim uma estimulação ovariana, como no procedimento de fertilização in vitro, a fim de recolher alguns óvulos que serão guardados até que a paciente encerre o tratamento contra o câncer.

A oncofertilidade tem ajudado muitos pacientes e é importante que ambos os médicos, tanto o que trata do câncer, como o especialista em fertilidade, trabalhem juntos para o sucesso do tratamento e a garantia de que o paciente seja curado e realize o desejo de ter filhos.

O post Conheça a oncofertilidade apareceu primeiro em Fertilidade.org.

Categorias: Medicina

Infertilidade e esterilidade: você conhece a diferença?

Fertilidade - ter, 08/18/2020 - 17:35

Popularmente, fala-se de infertilidade quando um casal não consegue engravidar após um ano de vida sexual ativa e contínua, sem estar usando qualquer método contraceptivo.

Tecnicamente, a infertilidade é resultado de uma disfunção dos órgãos reprodutores, dos gametas ou do concepto. Já a esterilidade é a impossibilidade que tem o homem ou a mulher de produzir gametas (óvulos e espermatozoide) ou zigotos (resultado da fusão entre óvulos e espermatozoides) viáveis.

Assim, podemos dizer que um casal é infértil quando há diminuição das chances da gravidez, que podem ser contornadas por medidas médicas, e que é estéril quando há incapacidade de gerar filhos.

O diagnóstico de infertilidade/esterilidade deve ser feito através de uma pesquisa básica sobre fertilidade e sempre envolver o casal, desde o início.

Estatisticamente, a infertilidade decorre em 35% dos casos de fatores masculinos, 45% de fatores femininos (tubo-peritoneal, 35%, e ovulatório, 10%), 10% sem causa aparente e 5% de causas diversas e pouco frequentes. Entretanto, a divisão percentual em fatores é artificial. A associação de causas de infertilidade é freqüente, principalmente a concomitância de fatores masculinos e femininos¹.

Alguns exames ajudam a diagnosticar as causas da infertilidade/esterilidade:

  • Ultrassonografia transvaginal: permite também fazer certos procedimentos da fertilização in vitro;

  • Histerossalpingografia: exame radiológico contrastado que avalia uma possível obstrução das tubas uterinas;

  • Histeroscopia: exame que permite uma visualização direta da cavidade uterina e complementa a histerossalpingografia e a histerossonografia;

  • Espermograma: visa conhecer um dos fatores masculinos, avaliando os graus de concentração, motilidade, vitalidade e morfologia dos espermatozoides.

Outros exames a serem usados em casos específicos são: avaliação do muco cervical, biópsia endometrial, culturas cervicais, pesquisa de anticorpos anti-espermatozoides, exames imunológicos e laparoscopia.

 

 

¹Fonte: Speroff & Fritz, 2005.

O post Infertilidade e esterilidade: você conhece a diferença? apareceu primeiro em Fertilidade.org.

Categorias: Medicina

Estou grávida e não quero parar de beber

Fertilidade - seg, 08/17/2020 - 18:14

O álcool que a mulher grávida consome chega com muita facilidade a todo corpo do feto e parece causar uma contração nos seus pequenos vasos sanguíneos, o que faz com que menos sangue alcance os seus órgãos, portanto menos oxigênio chega a suas células. Esse fenômeno impede que o feto cresça, aumenta as chances de aborto e de morte fetal.

Existem duas condições associadas ao consumo do álcool na gestação: a síndrome alcoólica fetal (SAF) e os efeitos relacionados ao álcool (ERA).

A síndrome alcoólica fetal tem como características a presença de alterações faciais (lábio superior fino, sobrancelha levantada, nariz rebaixado, pequena abertura dos olhos, nariz curto e largo, face plana, mandíbula pequena, entre outras), modificações também do sistema nervoso central (do crânio, do cérebro, da  coordenação) e do crescimento, que se torna muito restrito, apresentando inclusive perda de peso.

Os chamados efeitos relacionados ao álcool referem-se a defeitos durante a formação do coração, dos rins, do esqueleto, dos olhos e aos que causam problemas de surdez, de lábio leporino, de dificuldade posterior de aprendizado, de transtornos de comportamento, de problemas de memória, entre outros. Também está entre as causas de retardo mental no país.

Não existe uma quantidade de álcool considerada segura para ser consumida na gestação, por isso a indicação é que a gestante se abstenha completamente da bebida durante toda a gravidez.

Os cuidados realizados no pré-natal são fundamentais para assegurar a saúde do feto e do recém-nascido. Atualmente existem muitos meios de informação e a gestante deve, sim, manter-se informada. O médico que a acompanha durante toda a gravidez deve tirar todas as suas dúvidas de maneira realista e sincera, embasado em tudo o que a ciência oferece hoje como verdade. Dessa maneira, a gestante pode sentir-se acolhida e segura em seu suporte.


*SIAT – Sistema de Informação sobre Agentes Teratogênicos/Serviço de Genética Médica – HCPA/Departamento de Genética – UFRGS. 

* SEGRE, Conceição Aparecida de Mattos (Coord.). Efeitos do álcool na gestante, no feto e no recém-nascido.  São Paulo: Sociedade de Pediatria de São Paulo, 2010.

O post Estou grávida e não quero parar de beber apareceu primeiro em Fertilidade.org.

Categorias: Medicina

Ser mãe depois do câncer

Fertilidade - seg, 08/17/2020 - 18:10

A ocorrência de câncer em nossa sociedade aumenta paulatinamente. Ainda que seja uma doença muito grave, a taxa de sobrevivência, principalmente em crianças e adolescentes com câncer, tem crescido notavelmente nos últimos trinta anos como resultado dos tratamentos. A taxa de sobrevivência aos cinco anos é de mais de 70% em crianças e adolescentes, cerca de 80% em leucemia linfoblástica aguda e mais de 90% em linfoma de Hodgkin. O câncer de mama, outro dos mais frequentes, atinge no Brasil aproximadamente uma de cada 10 mulheres, e dessas uma em cada 10 é diagnosticada em idade fértil.

                  As mulheres sofrem com as consequências dos tratamentos do câncer. A radioterapia e a quimioterapia causam uma redução da função ovariana ou, até mesmo, sua anulação. De fato, estima-se que 42% das meninas ou mulheres jovens que recebem quimioterapia e/ou radioterapia tem algum desses problemas. Conservar a fertilidade das pacientes em que é diagnosticado um câncer deveria ser uma questão considerada no mesmo momento do diagnóstico.

 

                  Há alguns anos vem sendo propostas diferentes estratégias para proteger e conservar a função ovariana em pacientes com câncer e outras doenças.

       

                  Que opções existem para manter a fertilidade antes do tratamento?

                  Criopreservação de oócitos ou vitrificação: Consiste em congelar os oócitos depois de ter realizado um estímulo ovariano. Hoje em dia, diante da técnica de vitrificação se consegue excelentes resultados na hora de descongelar (97%). A grande vantagem dessa opção é que permite que a mulher tenha filhos alguns anos depois de congelá-los, mas com as mesmas possibilidades de quando os óvulos foram vitrificados.       

                   Criopreservação de tecidos ovarianos: Com esta técnica se consegue preservar a fertilidade e a função hormonal ovariana. Consiste na extração através de cirurgia laparoscópica do “córtex” de um dos ovários, para ser congelado posteriormente. Quando a paciente se cura, este “córtex” pode ser reimplantado no mesmo local em que foi obtido. Em meninas não é indicado a criopreservação de oócitos, mas pode ser indicada a de tecido ovariano: em adolescentes e mulheres jovens são adequadas as duas técnicas.       

                  Outras opções: A transposição cirúrgica dos ovários é realizada para evitar a exposição direta dos ovários à radioterapia e pode ser feita por ginecologistas treinados em cirurgia laparoscópica.       

 

                  Que opções existem depois do tratamento?

                  Se não foram criopreservados óvulos e tecidos ovarianos antes do tratamento.

                  As opções dependerão de cada situação:

                  1 – Meios naturais: A recuperação ovulatória  ocorre somente em 20-30% dos casos. O mais adequado, é tentar conseguir uma gestação por meios naturais, mas é conveniente esperar o tempo aconselhado por seu oncologista antes de tentar a gestação espontânea.

                  2 – Reprodução assistida: Se é recuperada a função dos ovários, mas a reserva ovariana é escassa, as probabilidades de conseguir uma gravidez de forma natural se reduzem. Nestes casos, é conveniente realizar um estudo da função ovariana, para medir as possibilidades de gravidez. Assim, dependendo da idade e da reserva ovariana da mulher, poderão ser realizados diferentes tratamentos de reprodução assistida que estão disponíveis atualmente [inseminação artificial, fecundação in vitro (FIV) ou microinjeção intracitoplasmática de espermatozóides (ICSI)]       

                 

                  3- Adoção: Por último, e não por isso menos importante ,outra alternativa para formar uma família é a adoção.

 

 

Que tratamentos podem afetar a fertilidade?

A infertilidade pode ser causada por qualquer um dos diferentes tratamentos oncológicos aplicados atualmente: Quimioterapia, Radioterapia ou Cirurgia.

1 – Quimioterapia

                  A Quimioterapia atua sobre todas as células do corpo, destruindo tanto as células cancerígenas como as saudáveis que estão em processo de divisão. Entre estas se encontram os óvulos. Por isso, um dos potenciais efeitos colaterais destes tratamentos é a influência no sistema reprodutivo: basicamente, sua consequência seria a redução do número de óvulos, embora os riscos possam variar segundo cada tratamento.    

                  2 – Radioterapia

                  A radiação no útero e ovários pode causar a infertilidade ou, em muitos casos, a esterilidade permanente. Em algumas mulheres o retorno da menstruação pode aparecer meses ou anos depois de encerrar seu tratamento.       

 3 – Cirurgia

                  Em casos que se extraiam os dois ovários (ooforectomia bilateral) não há possibilidades de manter a fertilidade, e se a extração é de um único ovário pode ser afetada em grandes proporções. Outro procedimento cirúrgico que pode afetar a fertilidade da mulher é da endometriose grave.

                  Perguntas mais frequentes

                  Quais são os sintomas da infertilidade?

                  Na mulher que foi tratada com Quimio/Radioterapia, pode haver ausência do ciclo menstrual, ciclos irregulares.       

                  Como é possível determinar a fertilidade de uma mulher?

                  Além da idade, podemos nos guiar por exames de sangue para avaliar seus hormônios e ultra-som ginecológico.       

                  Quando inicia e quanto dura a infertilidade depois de um tratamento oncológico?

                  Começa com o tratamento oncológico, mas a fertilidade pode ser recuperada após o tratamento ou também ocorrer uma infertilidade irreversível.        

                  A partir de que idade se pode congelar óvulos/tecido ovariano?

                  Pode-se congelar óvulos e tecidos ovarianos após o início do ciclo menstrual.

Quanto dura a amostra de tecido ovariano/óvulos criopreservados?

Podem permanecer congelados por anos sem perder sua qualidade.       

                É seguro o uso de oócitos/tecidos ovarianos criopreservados para um tratamento de reprodução assistida?

                  Hoje em dia, a utilização de óvulos congelados é segura e sua eficiência é amplamente comprovada. A utilização de tecidos ovarianos é contra-indicada em casos de leucemias.       

      

 

 

Fonte: Rizk, B; Garcia-Velasco, J; Sallam, H; Infertility and Assisted Reproduction. 2008. Cambridge University Press.

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

O post Ser mãe depois do câncer apareceu primeiro em Fertilidade.org.

Categorias: Medicina

Estou grávida e não quero parar de fumar

Fertilidade - seg, 08/17/2020 - 17:14

Quando uma mulher planeja ter filhos ela deve saber que, quando esse desejo se concretizar, sua vida nunca mais será a mesma. Agora mais do que mulher, esposa, filha, ela também será Mãe e seus desejos não serão mais a sua prioridade. Uma criança não pode se cuidar sozinha e depende daqueles que a amam para se manter saudável e feliz.

Antes de ser criança, antes de sequer ser um bebê, ainda na barriga de sua futura mamãe, aquele feto depende completamente das vontades e atitudes de seus pais e o que possui mais próximo de independência são obras do acaso.

Tudo aquilo com o qual a gestante entra em contato, o seu futuro bebê entra também. Todas as substâncias que entram em seu corpo e percorrem o seu sangue podem atravessar a placenta que alimenta o feto.

Substâncias como o cigarro podem provocar sérios danos a esse ser ainda em formação. Gestantes que fumam tem maiores chances de gerar um bebê sem vida ou que falece antes de completar uma semana de vida*.

O início da gestação é o momento em que cada estrutura do corpo é formada e é um processo que não deve ser perturbado. O final da gestação é o momento em que aquele feto, já formado, engorda e adquire condições para viver fora do ambiente seguro que o guardava até então.

Os futuros pais são responsáveis por manter esse ambiente de fato seguro o tempo todo; o acompanhamento do pré-natal dá suporte para que o homem e a mulher se preparem para, no momento certo, ser pai e mãe.





*Nicotine & Tobacco Research Advance Access published August 13, 2013

Influence of Snuff and Smoking Habits in Early Pregnancy on Risks for Stillbirth and Early Neonatal Mortality – Sachiko Baba, Anna-Karin Wikström, Olof Stephansson, Sven Cnattingius

O post Estou grávida e não quero parar de fumar apareceu primeiro em Fertilidade.org.

Categorias: Medicina

Quando procurar ajuda de um médico especialista de fertilização

Fertilidade - sex, 08/14/2020 - 16:00

Como já explicado, existem vários passos complicados que devem ocorrer para que se resulte em uma gravidez:
•    A mulher ovular um óvulo saudável e maduro
•    O homem produzir espermatozoides saudáveis nadadores em número suficiente
•    Os espermatozoides devem chegar ao óvulo
•    O óvulo deve mudar a sua estrutura para tornar-se um embrião fertilizado
•    O material genético do embrião deve estar correto
•    O embrião deve dividir-se corretamente até formar um blastocisto
•    O blastocisto deve implantar-se no útero sem ser rejeitado

Isto pode levar tempo. Mas quanto tempo? De acordo com a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva:
Infertilidade é uma doença, definida pela falência em atingir-se a gravidez após 12 meses ou mais de regular intercurso sexual sem proteção. Avaliação e tratamento antes deste período determinado devem ser justificados baseados na história médica e nos achados físicos e é sugerido após 6 meses de tentativas para mulheres acima de 35 anos de idade.

O post Quando procurar ajuda de um médico especialista de fertilização apareceu primeiro em Fertilidade.org.

Categorias: Medicina

5 exercícios para reduzir a dor nas pernas

Vascular Pro - sex, 08/14/2020 - 14:13

Dores nas pernas podem surgir por diversos fatores, mas as causas mais comuns são o cansaço, a vida sedentária e problemas de circulação. Esses motivos mostram que as dores nas pernas podem atingir qualquer pessoa, independente da idade e estilo de vida.

Se você é uma pessoa que vive com dores nas pernas, sabe como é incômodo passar os dias com essa sensação. A boa notícia é que, independente do fator que lhe causa essas dores, existem exercícios físicos que podem lhe ajudar a reduzi-las.

Pensando nisso, preparamos este post explicando por que os exercícios ajudam na redução de dores nas pernas e quais atividades você pode praticar para aliviar seu mal-estar.

Como os exercícios físicos ajudam a diminuir a dor nas pernas

Praticar atividades físicas traz vários benefícios para o ser humano e um deles é a redução de dores nas pernas. Em geral, exercícios auxiliam a diminuir esse problema, porque eles melhoram a circulação das pernas.

No caso específico de dores nas pernas, o mais indicado é praticar exercícios de alongamento, pois além de aprimorarem a circulação, eles ainda auxiliam na melhora da flexibilidade e da postura do praticante. Esses são dois itens que ajudam a prevenir dores não só nas pernas, mas em outras partes do corpo também, como costas e quadris.

Como alongar é essencial para reduzir dores, o pilates e a yoga são duas práticas bastante recomendadas para quem sente dor nas pernas. Mas, se você quiser ter liberdade para escolher suas atividades, por exemplo, é possível selecionar exercícios de alongamento para praticar em casa sozinha.

Qualquer uma dessas atividades de alongamento será benéfica para o seu corpo, porém lembre-se de que para sentir os efeitos da prática escolhida você deve realizar os exercícios com frequência.

5 exercícios para reduzir a dor nas pernas

Agora, vamos lhe explicar como fazer em casa 5 exercícios que ajudam a diminuir suas dores nas pernas. Eles podem ser feitos em qualquer ambiente de sua casa e a qualquer hora, já que não tomam muito tempo do seu dia!

1. Alongamento das coxas

Para fazer esse primeiro alongamento, primeiro você deve ficar em pé com as duas pernas juntas. Depois, siga esses passos:

  • Dobre uma das pernas para trás, pegue em seu pé e permaneça assim por 1 minuto;
  • Se tiver dificuldades, você pode apoiar a outra mão na parede para manter o equilíbrio;
  • Refaça a mesma atividade com a outra perna.

Se você sentir o músculo da coxa, pode dar uma chacoalhada de leve nas pernas antes de partir para o próximo exercício.

2. Elevação das batatas das pernas

A elevação das batatas das pernas é mais um exercício simples que pode trazer benefícios para seu corpo. Além de ajudar a diminuir as dores em suas pernas, ele também pode melhorar o seu equilíbrio e sua força. Para realizá-lo, faça as seguintes ações:

  • Fique em pé com as duas pernas juntas;
  • Coloque-se na ponta dos pés e se mantenha nessa posição por 30 segundos. Aqui, lembre-se de subir a ponta dos pés o máximo que puder, sem forçar ou machucar seu corpo;
  • Coloque o pé todo novamente no chão;
  • Faça entre 5 e 10 repetições, sempre sem forçar o seu corpo. Se 5 repetições forem suficientes, por exemplo, faça apenas as 5.

Não forçar o corpo é importante, porque isso pode trazer mais problemas para suas pernas em vez de melhorar suas dores. Além disso, é normal que você não consiga fazer as 10 repetições facilmente, se não estiver acostumada a fazer exercícios físicos. Porém, com a prática, a atividade ficará cada vez mais fácil.

3. Alongamento da panturrilha

Como nessa atividade o praticante alonga suas panturrilhas e calcanhares, ela é indicada especialmente para pessoas que trabalham sentadas o dia todo. Mas, mesmo que esse não seja o motivo de suas dores nas pernas, também é importante fazer esse alongamento. Veja quais passos você deve realizar:

  • Apoie suas mãos (com as palmas estendidas) em uma parede;
  • Coloque uma de suas pernas para trás e fique na ponta dos pés;
  • Flexione levemente o joelho da perna que ficou na frente;
  • Permaneça nessa posição por 30 segundos.
  • Faça essa atividade 3 vezes em cada perna.

Conforme você for praticando e percebendo a melhora em seu corpo, pode se inclinar mais em relação à parede para ter um alongamento mais profundo. Entretanto, não tenha pressa para fazer isso antes do tempo, pois você pode se machucar se seu corpo ainda não estiver pronto para esse alongamento mais intenso.

4. Ave para frente

Esse exercício é ótimo, pois ele alonga e relaxa ao mesmo tempo. A posição pode ser feita no chão, mas o ideal é que você faça sobre um tapete de yoga ou um objeto semelhante para que a atividade seja mais confortável.

  • Sente-se no chão ou no tapete, dobre a perna direita levando o tornozelo para frente de seu quadril e apoie os cotovelos no chão;
  • Permaneça com a perna esquerda para trás e com o joelho levemente flexionado;
  • Fique nessa posição por 5 ou 10 respirações, sempre de acordo com o que você conseguir fazer.
  • Sente-se novamente, respire e faça o mesmo exercício, mas agora dobrando a perna esquerda.
5. Pernas na parede

Nossa última dica de alongamento é uma ótima forma de incentivar a circulação na perna e descansar. Pegue uma toalha ou almofada, aproxime-se da parede e siga esses passos:

  • Deite-se no chão;
  • Coloque a toalha dobrada ou a almofada embaixo de suas costas e encoste as pernas erguidas na parede;
  • Preste atenção em sua posição e certifique-se de que a região dos glúteos está encostando no chão;
  • Estenda seus braços ao lado de seu corpo;
  • Fique nessa posição por aproximadamente 2 minutos.

Esse pode ser sempre o exercício final de sua série de alongamentos. Assim, você consegue relaxar (sem deixar de estimular sua circulação) depois de realizar as outras atividades.

Os exercícios de alongamento são ótimos para reduzir a dor nas pernas, independente do que está lhe causando esse desconforto. Então, insira essas atividades em sua rotina e lembre-se de que a prática precisa ser regular para trazer benefícios para o seu corpo.

Como foi dito, outras atividades interessantes para reduzir a dor nas pernas são o pilates e a yoga. Sendo assim, veja também quais são 8 benefícios da yoga para seu corpo e sua mente!

O post 5 exercícios para reduzir a dor nas pernas apareceu primeiro em Vascular.pro.

Categorias: Medicina

A infertilidade feminina

Fertilidade - qui, 08/13/2020 - 16:58

Para uma mulher ser considerada infértil ela precisa ser incapaz de engravidar naturalmente após um ano de tentativas, isto é, mesmo tendo relações sexuais frequentes, durante o seu período fértil, com um homem que tem a fertilidade preservada. Quando uma mulher que deseja ser mãe se percebe nessa situação, ela deve procurar ajuda de um médico especialista em reprodução humana para que possa ser avaliada.

 

O sistema reprodutivo feminino é formado por diferentes órgãos e células que precisam estar funcionando de forma perfeita e harmoniosa para que a concepção seja possível. São órgãos pertencentes a esse sistema a vagina, o útero, os ovários e as trompas (que conectam os dois anteriormente citados), e trabalham com eles diferentes hormônios (como o estrogênio e a progesterona) e diferentes células (como os folículos ovarianos, que a cada ciclo liberam uma célula com potencial para ser tornar óvulo). A falha em qualquer um desses órgãos ou células, assim como em partes específicas do cérebro que controlam todo esse processo, pode ser a responsável pela incapacidade de uma mulher se reproduzir.

 

Dessa forma, o “problema” pode estar nos ovários, no endométrio (camada interna do útero), nos tecidos que conectam os órgãos uns aos outros, promovendo sua sustentação dentro da bacia, nas trompas uterinas, na produção e ação de hormônios etc. Um quarto das causas de infertilidade feminina é devido a doenças do ovário, como a ausência de ovulação ou o envelhecimento do óvulo – este último mais frequentemente devido ao envelhecimento da própria mulher. A endometriose (doença caracterizada pela presença de endométrio fora da cavidade uterina) aparece em segundo lugar como causa de infertilidade, sendo responsável por 15% dos casos; depois temos as doenças das trompas ou dos tecidos de sustentação mencionados anteriormente, que normalmente representam obstáculos físicos no caminho do óvulo ou do embrião, impedindo que ele percorra o seu percurso natural e se desenvolva. Má-formações uterinas ou a presença de pólipos ou tumores dentro do útero também podem ser responsáveis em alguns casos, pois não permitem que o órgão seja capaz de sustentar a gravidez.

 

Outras causas ainda incluem doenças da cérvice feminina (a cérvice é a entrada do útero, que está localizada no fundo da vagina, ao alcance do exame físico de rotina do médico ginecologista), do sistema imunológico (que é o sistema de defesa do organismo) e as genéticas e, ainda assim mesmo, após intensa investigação, às vezes o motivo da infertilidade mantém-se desconhecido.

 

O acompanhamento do médico especialista tem por objetivo descobrir o que causa a infertilidade e qual é o meio para superá-la. Essa meta é alcançada por meio de um estudo minucioso da saúde do casal, que também inclui a realização de exames de imagem e de sangue. Com esse estudo, o médico deve ser capaz de diagnosticar qual parte desse complexo sistema não está funcionando adequadamente, podendo, a partir daí, elaborar um plano que se adapte especificamente ao caso em questão, sendo que o atendimento individualizado promove maiores chances de sucesso do tratamento.

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

O post A infertilidade feminina apareceu primeiro em Fertilidade.org.

Categorias: Medicina

Fertilidade e Alimentação

Fertilidade - qua, 08/12/2020 - 17:56

O post Fertilidade e Alimentação apareceu primeiro em Fertilidade.org.

Categorias: Medicina

Tenho síndrome dos ovários policísticos e estou infeliz

Fertilidade - ter, 08/11/2020 - 17:45

Essa não é uma frase incomum para muitas mulheres… A síndrome dos ovários policísticos é a doença hormonal mais frequente da mulher em idade reprodutiva. Costuma ser diagnosticada ainda na adolescência e está associada a um quadro de sintomas bem característico que compreende a irregularidade menstrual, a acne, a obesidade, aumento de pelos no rosto e corpo e em casos mais avançados a dificuldade para engravidar   – nem todos esses sintomas precisam estar presentes dependendo do grau da doença.

Apesar de ter características que podem ser medidas ou avaliadas por exame físico, exame de imagem e de laboratório (alterações hormonais típicas), a mulher com síndrome dos ovários policísticos também pode apresentar sintomas de ansiedade e de depressão, assim como dificuldade nos relacionamentos (pessoal e sexual).

A presença de sintomas psicológicos em mulheres com a síndrome muitas vezes exige tratamento específico, não podendo passar despercebida. A ausência de tratamento para esses distúrbios está associada a uma maior necessidade de tratamento de outras doenças como também aumenta a chance de desenvolver doenças cardiovasculares.

Algumas vezes as pacientes escondem os sintomas emocionais que sentem de determinado médico especialista, ou por medo ou por acreditarem que nada tem a ver com a “doença que apresentam” no momento.  Mas ambos, médico e paciente, não podem esquecer que não há queixas irrelevantes e que todos os problemas podem ser abordados no seu devido tempo.

Sofrer em silêncio é uma realidade para muitas mulheres que não se queixam, seguem em frente e muitas vezes esquecem de si mesmas. O efeito disso normalmente é uma sobreposição de doenças e transtornos em uma vida cansada, confusa e infeliz. É importante expressar o que se sente e, mais importante ainda, saber pedir ajuda e ter em quem confiar.


Assine o melhor canal de saúde no Youtube

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

 

Veja mais:

Bazarganipour et al. Health and Quality of Life Outcomes 2013, 11:141 – Psychological investigation in patients with polycystic ovary syndrome -Fatemeh Bazarganipour, Saeide Ziaei, Ali Montazeri, Fatemeh Foroozanfard, Anoshirvan Kazemnejad and Soghrat Faghihzadeh5

O post Tenho síndrome dos ovários policísticos e estou infeliz apareceu primeiro em Fertilidade.org.

Categorias: Medicina

Não consegui engravidar com o tratamento: devo desistir?

Fertilidade - seg, 08/10/2020 - 15:54

A dificuldade de engravidar é algo presente na vida de muitos casais que são considerados inférteis quando, mesmo após um ano de tentativas, não conseguem engravidar. Após procurarem um especialista e iniciarem um tratamento adequado – já que são inúmeras as causas de infertilidade – três resultados podem aparecer: a gravidez, a falha do tratamento ou a desistência precoce por parte dos casais.
A variedade de tratamento disponível inclui a inseminação artificial, a fertilização in vitro, a injeção intracitoplasmática de esperma, assim como procedimentos cirúrgicos e o uso de medicações, hormonais ou não. Os motivos que os levam a desistir são os mais diversos, variando conforme o tipo de tratamento a que estão submetidos.
De modo geral a desistência acontece por desgaste físico e emocional, questões financeiras, problemas médicos ou quando já estão previstas baixas chances de sucesso com a terapia. Mas o desgaste emocional parece ser o aspecto que exerce a maior influência, algumas vezes pode ser necessário apoio psicológico profissional para auxiliar o casal a lidar com a frustração e o estresse emocional.
A decisão de desistir é rotineiramente tomada em conjunto pelo casal e parece não influenciar negativamente sobre a manutenção posterior do seu relacionamento, segundo pesquisas.
tratamento da infertilidade, assim como qualquer outro tratamento médico, pode ser exaustivo e algumas vezes desestimulador, principalmente quando os resultados demoram a aparecer.
A decisão sobre continuar ou não o tratamento deve ser uma decisão bem informada, isto é, o médico que acompanha o casal deve fornecer a eles a realidade sobre o seu caso e as suas chances de sucesso, conforme o tempo passa. Fora a informação, também é bom haver o suporte social e emocional de parentes e amigos que possam ajudá-los a refletir sobre qual o melhor caminho a seguir.

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

var URLlist = [["http://bit.ly/YouTubeAmato", 10],];var ultimatePopunderSettings = {width:(screen.width * .80),height:(screen.height * .80),cap:1,wait:(60 * 30),cookie:"ultimatePopunder"};

O post Não consegui engravidar com o tratamento: devo desistir? apareceu primeiro em Fertilidade.org.

Categorias: Medicina

Como se preparar para o tratamento de infertilidade?

Fertilidade - seg, 08/10/2020 - 15:33

Chega um momento na vida de cada casal em que a dúvida sobre ter ou não ter filhos se torna uma constante no seu dia a dia. Algumas vezes os parceiros querem coisas diferentes, ou em momentos diferentes, mas, ao final, quando a decisão é tomada, um misto de alívio e ansiedade toma conta. Depois de tanto ponderar, imaginar e querer, algo inesperado pode acontecer: não ser capaz de engravidar. E em grande parte das vezes é assim que a infertilidade aparece, sem aviso prévio. O casal pode decidir, então, por procurar um especialista.     
Ao procurar um ginecologista especialista em reprodução humana, o casal aceitou que algo está errado e que eles gostariam de receber ajuda. O médico iniciará um processo de investigação das possíveis causas para a sua infertilidade e irá oferecer a eles os tratamentos disponíveis. Também serão dadas orientações gerais sobre saúde, como a importância de cuidar do corpo, controlando os vícios, balanceando a dieta e até mesmo se exercitando, já que a saúde física também é importante para o sucesso da terapia e colabora com o bem-estar individual.
A ideia de não ser capaz de ter filhos é algo difícil de digerir, principalmente porque não é um tema que costuma fazer parte do nosso cotidiano. O casal que inicia o processo de enfrentamento da infertilidade se sente muitas vezes desamparado e tem dificuldade em buscar apoio das pessoas a sua volta por medo de dizer o que sentem ou o que está de fato acontecendo. Da decisão de ter filhos, dos meses de tentativa, da decisão de procurar um médico até de fato iniciar o tratamento, o casal enfrenta uma tempestade de diferentes emoções, e a habilidade para lidar com elas é algo que definitivamente será testada.
Atualmente, no meio científico, estuda-se bastante a importância do suporte social e a diferença que isso faz para os casais que estão vivenciando esse momento. Palavras positivas de familiares e amigos, poder expressar o que sente para o parceiro e o apoio do médico que os assiste são condições essenciais para seguir em frente e amenizar o estresse que quase invariavelmente irá surgir.
Dessa forma, cuidar da saúde do corpo, conversar com as pessoas que fazem parte da sua vida, principalmente com o parceiro, assim como o suporte de um profissional compreensivo e dedicado, são ferramentas ideais para enfrentar a infertilidade.

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

var URLlist = [["http://bit.ly/YouTubeAmato", 10],];var ultimatePopunderSettings = {width:(screen.width * .80),height:(screen.height * .80),cap:1,wait:(60 * 30),cookie:"ultimatePopunder"};

O post Como se preparar para o tratamento de infertilidade? apareceu primeiro em Fertilidade.org.

Categorias: Medicina

Opções de tratamento para pacientes com síndrome dos ovários policísticos

Fertilidade - seg, 08/10/2020 - 15:31

A síndrome dos ovários policísticos, ou SOP, é uma doença comum na população feminina. É considerada uma síndrome hiperandrogênica. Isso quer dizer que a mulher portadora possui características que refletem a ação de hormônios masculinos, como a distribuição de pelos e acne. A obesidade e a infertilidade (relacionada à irregularidade menstrual) também são comuns a essa condição. E a característica que dá nome à doença é a presença de pelo menos doze pequenos cistos ovarianos distribuídos na periferia dos ovários, ou um ovário aumentado de tamanho. Mas não é preciso detectar essa alteração para se fazer o diagnóstico.

As mulheres com SOP nem sempre apresentam todos esses sintomas ao mesmo tempo. É por isso que o tratamento pode variar bastante entre as pacientes, pois ele é direcionado pelo objetivo que a paciente pretende alcançar: regular a menstruação, combater a acne, engravidar, perder peso ou ainda melhorar a resistência à insulina, que também é característica da doença. A resistência à insulina (ou intolerância à glicose) representa a dificuldade que esse hormônio tem para exercer a sua ação no organismo podendo, a longo prazo, levar ao desenvolvimento do diabetes.

Dessa forma as opções de tratamento incluem anticoncepcionais orais (para regular o ciclo menstrual) e medicamentos que ajudam a amenizar os sintomas masculinizantes. Resistência a insulina e obesidade são tratados individualizando os casos e em acompanhamento com o Endocrinologista juntamente com o Ginecologista.

Independentemente do objetivo que se queira alcançar, ou do tratamento escolhido, todas as pacientes com síndrome dos ovários policísticos se beneficiam com controle nutricional adequado e atividade física regular, que podem amenizar todos os seus sintomas, incluindo a dificuldade para engravidar! Dessa forma, essa mudança de hábitos deve fazer parte do tratamento de todas as pacientes, o que também ajuda a combater a maior tendência que essas mulheres possuem de desenvolver doenças cardiovasculares.


Assine o melhor canal de saúde no Youtube


Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

 

Veja mais:

var URLlist = [["http://bit.ly/YouTubeAmato", 10],];var ultimatePopunderSettings = {width:(screen.width * .80),height:(screen.height * .80),cap:1,wait:(60 * 30),cookie:"ultimatePopunder"};

O post Opções de tratamento para pacientes com síndrome dos ovários policísticos apareceu primeiro em Fertilidade.org.

Categorias: Medicina

9 dicas para ter pés bem cuidados durante o inverno

Vascular Pro - seg, 08/10/2020 - 13:37

A estação mais fria do ano chegou e com ela as meias e os sapatos fechados saem dos guarda-roupas para esquentar os nossos pés. Como a tendência é que os pés passem a maior parte do tempo cobertos no inverno, muitas mulheres acabam se esquecendo de dar atenção a eles.

Entretanto, essa é a época do ano em que os cuidados com os pés devem ser mais intensos, porque como eles ficam muito cobertos, é comum que apareçam frieiras, micoses, unhas encravadas e que a pele fique ressecada.

Pode ser que você não esteja usando tantos sapatos fechados, já que muitas pessoas estão ficando mais em casa, devido à pandemia de Covid-19. Mas, mesmo assim, é importante reforçar os cuidados com os pés durante o inverno, pois o uso frequente de meias interfere na saúde da região e a pele costuma ressecar nessa época do ano.

Então, continue lendo nosso post para conferir 9 dicas para ter pés bem cuidados durante o inverno!

1. Seque bem os pés após o banho

Em dias frios, é comum que as pessoas saiam do banho, corram para colocar uma roupa quente e se esqueçam de secar bem o corpo. Apesar de ser normal, você deve evitar esse comportamento, pois usar meias com os pés molhados facilita o aparecimento de bactérias, fungos e frieiras.

Então, o indicado ao sair do banho é secar bem os pés, especialmente os espaços entre os dedos. Assim, você garante que nenhuma região dos pés estará úmida no momento em que colocar suas meias. Para secar os pés de forma adequada, você pode utilizar uma toalha macia ou até mesmo um secador de cabelo.

2. Use meias de algodão

Outra medida importante para cuidar de seus pés no inverno é usar meias de algodão, porque elas possuem dois benefícios fundamentais para essa época do ano. A primeira vantagem de utilizá-las no inverno é que elas esquentam bem os pés.

O outro motivo que faz com que elas sejam uma ótima escolha para dias frios é a capacidade das meias de algodão de absorver o suor dos pés. Dessa forma, elas garantem um ambiente seco e evitam a propagação de bactérias e fungos no local.

As meias de tecidos sintéticos, como nylon, não são indicadas para o inverno justamente porque elas contribuem para o aumento da transpiração dos pés.

3. Dê preferência aos calçados confortáveis

Quando sair de casa, você pode usar sapatos fechados para esquentar os pés. Contudo, dê preferência aos calçados confortáveis, ou seja, que não apertem os pés, as unhas e se adequem a eles. Isso é importante, porque utilizar calçados apertados por muitas horas pode condicionar a circulação sanguínea e causar o encravamento das unhas dos pés.

4. Não use sempre o mesmo sapato e par de meias

É necessário escolher calçados confortáveis no inverno, mas lembre-se também de não utilizar sempre os mesmos sapatos e pares de meias. Você precisa alternar o uso para que seus calçados e suas meias possam ficar sempre limpos, secos e arejados antes de serem utilizados novamente.

O indicado no inverno, inclusive, é retirar os sapatos e meias assim que você chegar em casa e deixá-los em um local arejado antes de guardá-los em um guarda-roupa ou armário. Dessa maneira, eles podem secar naturalmente.

5. Use talco

Passar talco nos pés é uma forma interessante de cuidar dos pés no inverno, pois esse produto ajuda a reduzir a umidade na região. Sendo assim, os pés ficam secos e evita-se a proliferação dos fungos e bactérias.

Então, lembre-se de passá-lo sempre que for colocar um sapato. O recomendado é colocar o produto no próprio calçado e entre os dedos dos pés, para garantir que essa região também se manterá seca.

6. Deixe os pés “respirarem” em casa

Como foi dito, na estação mais fria do ano os cuidados com os pés devem ser redobrados, porque eles passam muito tempo cobertos por sapatos fechados e meias. Por isso, quando você estiver em casa, é importante ficar com os pés descalços e sem meias por um tempo. Dessa forma, eles poderão “respirar” e você evita o aparecimento das frieiras e micoses.

7. Passe um creme hidratante nos pés

O inverno é uma estação seca e, por isso, é comum que a pele dos pés fique ressecada nessa época do ano. Para melhorar a condição de sua pele, passar um creme hidratante específico para os pés é uma ótima ideia.

Lembre-se de escolher um horário do dia para fazer isso, como durante a manhã ou à noite, para que a atividade faça parte de sua rotina. É essencial passar o creme regularmente, como uma vez ao dia ou a cada dois dias, para que você sinta os feitos do produto em sua pele.

8. Não se esqueça de cuidar bem de suas unhas

Cuidar bem das unhas também é importante, para que elas não encravem e causem dor ou desconforto nos pés. Então, corte as unhas com frequência e sempre faça um corte quadrado, para que elas não encravem nos cantos.

Além disso, lixe suas unhas regularmente e tente não mexer na parte inferior ou nos cantos delas, pois isso também pode provocar o encravamento das unhas. Se você costuma passar esmalte nas unhas dos pés, lembre-se ainda de deixá-las alguns dias sem esse produto. Isso é importante, porque permite que as unhas “respirem” e fiquem mais fortes.

9. Se necessário, vá ao dermatologista

Caso você perceba que está com rachaduras nos pés, uma coloração diferente nas unhas ou na pele dos pés e até com sangramentos, o mais indicado é visitar o seu dermatologista. Ele poderá fazer o diagnóstico correto e recomendar o melhor tratamento para você.

Mas, se você seguir as dicas dadas aqui e colocá-las realmente em sua rotina, dificilmente terá problemas mais sérios com a saúde de seus pés. Afinal de contas, eles estarão sendo bem cuidados durante o inverno e vão passar pela estação sem problemas.

Então, anote nossas dicas e comece a colocá-las em prática! Se você quiser saber como cuidar de seu corpo todo, que tal conferir quais são os benefícios da prática de yoga?

O post 9 dicas para ter pés bem cuidados durante o inverno apareceu primeiro em Vascular.pro.

Categorias: Medicina

Infertilidade masculina sem explicação

Fertilidade - seg, 08/10/2020 - 05:16

    Quando um casal procura um médico especialista com a queixa de não conseguir engravidar, inicia-se um processo de investigação que tem por objetivo identificar o que está causando essa dificuldade. As causas possíveis são inúmeras e podem resultar de um acometimento da mulher, do homem ou de ambos. Em um determinado número de vezes não é possível, mesmo com intensa busca, determinar a causa da infertilidade do casal.
    O estudo da fertilidade do homem começa com o seu histórico de saúde e seu exame físico. Nesta etapa alguns exames já podem ser realizados. Posteriormente a investigação continua com a realização de um espermograma, que é um exame que avalia a qualidade e a quantidade de espermatozoides presentes em uma ejaculação. Essa é a última etapa para a grande maioria dos homens, pois diversas condições podem ser diagnosticadas com esse exame. Mas para outros, a pesquisa deve continuar com a repetição do exame ou com dosagens hormonais. É importante que a parceira também seja investigada, pois algumas vezes a dificuldade em se achar o diagnóstico no homem se deve ao fato de não haver nada de errado com ele.
    Quando a busca se encerra sem uma explicação concreta para a infertilidade masculina, diz-se que ela é idiopática, isto é, sem causa definida. Esse diagnóstico pode acometer até 15%* dos homens inférteis, o que levou ao surgimento de muitas pesquisas e teorias sobre o assunto. Uma das explicações  é a presença de anticorpos contra os espermatozoides. Isso pode acontecer e seria devido à quebra de barreira no local onde eles ficam armazenados nos testículos (resultado de trauma ou infecção anteriores, por exemplo). Assim, o sangue quando entra em contato com agentes patogênicos pode estimular o sistema a produzir esses anticorpos. Outras possibilidades seriam o excesso de radicais livres – advindos de processos infecciosos ou do tabagismo -, o dano ao DNA dos espermatozoides ou defeito no processo de capacitação que os espermatozoides precisam realizar para conseguir fertilizar o óvulo.
    São diversas as explicações propostas, mas faltam exames adequados para que seja possível identificar essas condições. Os tratamentos disponíveis, dependendo do caso, incluem se abster do tabagismo, o uso de medicação hormonal ou antioxidante e a reprodução assistida.

* IBJU: Unexplained male infertility: a review – Alaa Hamada, Sandro C. Esteves, Mark Nizza, Ashok Agarwal. Vol. 38 (5): 576-594, September – October, 2012

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

var URLlist = [["http://bit.ly/YouTubeAmato", 10],];var ultimatePopunderSettings = {width:(screen.width * .80),height:(screen.height * .80),cap:1,wait:(60 * 30),cookie:"ultimatePopunder"};

O post Infertilidade masculina sem explicação apareceu primeiro em Fertilidade.org.

Categorias: Medicina

O câncer e a infertilidade

Fertilidade - seg, 08/10/2020 - 05:14

            Pacientes que superaram o câncer carregam consigo diferentes preocupações, sendo a mais angustiante delas a possibilidade de retorno da doença. Pensar em filhos, ou mesmo planejá-los, acaba, muitas vezes, sendo esquecido durante a batalha contra um câncer, mas, atualmente, com o surgimento de novas drogas e tratamentos, essa é uma importante questão para a programação do casal e da equipe médica que lida com essa doença. Já escrevemos sobre Ser mãe depois do câncer.
            Os estudos mais recentes apontam que o tratamento prévio com quimioterapia não influencia no peso do feto nem no risco de aborto, assim como não há maior risco de desenvolver doenças cromossômicas, congênitas ou câncer; a gravidez em si também não aumenta o risco de uma paciente desenvolver câncer novamente, mas, no caso daquelas que receberam irradiação na região pélvica, existe um aumento no risco de parto prematuro, aborto, baixo peso do feto e defeitos no posicionamento da placenta.
            Os riscos aos quais esses pacientes estão expostos devem ser discutidos previamente ao início do tratamento e eles devem ser encaminhados a especialistas que os orientarão para que possam manter sua capacidade reprodutiva independentemente do tratamento ao qual irão se submeter. A melhor opção para mulheres que possuem um parceiro e irão se submeter a tratamento que possa ser tóxico aos seus ovários é a criopreservação de embrião produzido pelo casal ou, em outras palavras, manter um embrião congelado pelo tempo necessário. Também somente o óvulo (sem ainda estar fecundado por um espermatozoide) pode ser criopreservado. Para aquelas que se submeterão à radioterapia é possível realizar transposição ovariana, que é uma técnica em que o ovário é reposicionado dentro do organismo para diminuir a quantidade de irradiação que possa receber. Outras opções, para ter filhos após o tratamento, incluem usufruir da doação de óvulos. No caso dos pacientes masculinos também é possível a criopreservação do esperma.
            Quando um paciente é diagnosticado com câncer, o tratamento deve ser iniciado assim que possível e exatamente por isso a orientação do especialista em reprodução tem que ser feita o quanto antes para que a conduta tomada para preservação da fertilidade não atrase o tratamento da doença.

 

Autor: Dra. Juliana Amato

var URLlist = [["http://bit.ly/YouTubeAmato", 10],];var ultimatePopunderSettings = {width:(screen.width * .80),height:(screen.height * .80),cap:1,wait:(60 * 30),cookie:"ultimatePopunder"};

O post O câncer e a infertilidade apareceu primeiro em Fertilidade.org.

Categorias: Medicina

Não quero engravidar agora: devo congelar o meu óvulo?

Fertilidade - seg, 08/10/2020 - 05:07

O momento “certo” para engravidar é um dilema moderno. Se por um lado a mulher sente que deve esperar ter estabilidade profissional e financeira, estar com alguém que realmente ama e com quem deseja ter um filho e, principalmente, esperar o momento em que tenha realmente maturidade para lidar com a maternidade, por outro lado ela sabe que, conforme o tempo passa, mais difícil será engravidar e conceber uma criança saudável.
A capacidade reprodutiva da mulher começa a cair por volta dos 35 anos de idade, se tornando bem inferior aos 40. Paralelamente a esse processo, aumentam-se as chances de defeitos genéticos no embrião, levando a gestação mais frequentemente ao abortamento. O que fazer? 
criopreservação é a técnica que permite o congelamento de óvulos da mulher quando ainda jovem por um longo período. A ideia central é que ela possa usufruir dessas células congeladas para engravidar em um “momento mais adequado” na sua vida, quando estiver mais velha, por exemplo, e com uma maior dificuldade para gerar um óvulo saudável e conseguir engravidar naturalmente.
Ainda que a criopreservação seja uma opção disponível atualmente, a idade em que o óvulo é retirado e a idade em que é utilizado no futuro influenciam no sucesso da terapia, sendo tão mais bem sucedida quanto mais jovem a mulher em ambos os momentos.  
A conscientização precoce sobre a fertilidade como algo que faz parte da saúde e do dia a dia e que é fortemente influenciada pelas nossas atitudes, decisões e estilo de vida é de extrema importância tanto para o planejamento familiar pessoal quanto para o sucesso de futuras terapias de reprodução assistida.
A orientação e o suporte do médico especialista são uma ferramenta essencial no processo de decisão da mulher e do casal, porque, muitas vezes, os casais não sabem quais as tecnologias que estão disponíveis e quais as suas reais opções.

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

var URLlist = [["http://bit.ly/YouTubeAmato", 10],];var ultimatePopunderSettings = {width:(screen.width * .80),height:(screen.height * .80),cap:1,wait:(60 * 30),cookie:"ultimatePopunder"};

O post Não quero engravidar agora: devo congelar o meu óvulo? apareceu primeiro em Fertilidade.org.

Categorias: Medicina

Infertilidade feminina sem explicação

Fertilidade - sex, 08/07/2020 - 15:09

O desenvolvimento do sistema reprodutivo feminino e do seu ciclo ovulatório é um processo complexo que acontece naturalmente para todas as mulheres. Ovários, trompas, útero e secreção vaginal precisam estar todos em perfeita harmonia com o  ciclo hormonal para que a fertilidade esteja presente, de modo que, quando isso não acontece, deve ser realizada uma extensa investigação da paciente para determinar qual ponto de todo esse processo não está funcionando corretamente.
Para que a mulher consiga engravidar é preciso no mínimo que ela esteja produzindo óvulos e que as suas tubas uterinas (que são prolongamentos do útero que o conectam aos dois ovários) estejam abertas permitindo a passagem deles.
investigação da infertilidade da mulher inicia com seu histórico de saúde e seu exame físico. Essa consulta inicial irá direcionar o especialista quanto às possíveis causas para a infertilidade. Podem ser necessários exames de sangue para dosagens hormonais e exames de imagem para avaliação dos órgãos reprodutivos. Em um momento mais tardio pode ser necessária a realização de videolaparoscopia, que é uma ferramenta tanto para diagnóstico quanto para tratamento em alguns casos e que consiste na introdução na cavidade abdominal (por meio de pequenos orifícios realizados pelo cirurgião) de uma câmera e alguns instrumentos para manipulação cirúrgica.
Quando não é possível definir a causa da dificuldade de engravidar (considerando que o parceiro também está sendo investigado), a infertilidade é chamada idiopática e pode ser devido a fatores genéticos ou imunológicos não muito bem compreendidos ainda. Mesmo para esses casos, existem diversos tratamentos propostos, como a indução da ovulação, com o uso de medicação, e a reprodução assistida, com inseminação intrauterina ou fertilização in vitro.

var URLlist = [["http://bit.ly/YouTubeAmato", 10],];var ultimatePopunderSettings = {width:(screen.width * .80),height:(screen.height * .80),cap:1,wait:(60 * 30),cookie:"ultimatePopunder"};

O post Infertilidade feminina sem explicação apareceu primeiro em Fertilidade.org.

Categorias: Medicina

A saúde do recém-nascido pode ser afetada pela obesidade da mãe?

Fertilidade - sex, 08/07/2020 - 06:16

A obesidade é uma condição sabidamente associada a diversos outros problemas de saúde. Na gestação ela se torna importante fator de risco para a mãe e para o feto. Gestantes obesas têm maiores chances de desenvolver diabetes gestacional, pressão alta (que pode ser grave ao ponto de ter que interromper a gestação) e fetos muito pesados. A gestação dessas mulheres pode se prolongar além do esperado e elas também apresentam maiores taxas de necessidade de cesariana.
Em relação especificamente ao feto*, a obesidade da gestante está associada ao nascimento de bebês prematuros, que apresentam dificuldades respiratórias, icterícia (amarelão na pele), queda do açúcar no sangue e, portanto, também maiores taxas de internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). 
O feto dessas mulheres parece ter maior dificuldade em se adaptar ao trabalho de parto do que o feto de mulheres com o peso adequado para a sua altura. A relação entre alguns desses fatores parece ser diretamente proporcional à obesidade, isto é, quanto mais obesa a gestante maior a chance de parto prematuro, por exemplo. 
Os benefícios da redução do peso são incontáveis. A alimentação balanceada e a prática de atividade física durante a gestação podem amenizar os possíveis efeitos negativos  da obesidade sobre a saúde do feto. 
Algumas dicas importantes às gestantes incluem beber bastante líquido, dividir as refeições em porções menores durante o dia, de modo a se alimentar a cada duas ou três horas no máximo, consumir bastante frutas e legumes e evitar  comer doces em excesso. 
A gestação não é período para fazer dieta para tentar emagrecer, muito pelo contrário, deve haver alimento o suficiente para suprir as necessidades da mãe e do feto, mas de forma balanceada. A amamentação é um processo que consome bastante energia e facilita a perda do peso adquirido na gestação.
O acompanhamento adequando no pré-natal é muito importante para se detectar precocemente algumas alterações que podem decorrer da obesidade e prevenir possíveis danos à gestante e ao bebê.

Leia também:

*JAMA, June 12, 2013—Vol 309, No. 22 – Maternal Obesity and Risk of Preterm Delivery Sven Cnattingius,Eduardo Villamor, Stefan Johansson, Anna-Karin Edstedt Bonamy, Martina Persson, Anna-Karin Wikstro¨m, Fr edrik Granath

*MC Pregnancy and Childbirth 2013 – Neonatal outcomes in obese mothers: a population-based analysis – Anne-Frederique Minsart, Pierre Buekens, Myriam De Spiegelaere and Yvon Englert, Minsart et al. B

var URLlist = [["http://bit.ly/YouTubeAmato", 10],];var ultimatePopunderSettings = {width:(screen.width * .80),height:(screen.height * .80),cap:1,wait:(60 * 30),cookie:"ultimatePopunder"};

O post A saúde do recém-nascido pode ser afetada pela obesidade da mãe? apareceu primeiro em Fertilidade.org.

Categorias: Medicina

A obesidade e a saúde reprodutiva do homem

Fertilidade - qui, 08/06/2020 - 15:25

infertilidade masculina tem, em grande parte dos casos, uma causa idiopática, isto é, mesmo após investigação apropriada não é possível encontrar o que está causando a dificuldade para haver a reprodução. Aposta-se assim em  causas comuns como as doenças hormonais, obesidade, determinadas medicações, varicocele (varizes nos testículos que atrapalham a produção dos espermatozoides), infecções, uso de drogas, entre outras.
Uma dessas causas comuns, a obesidade masculina, está associada a diferentes condições urológicas como presença de pedra nos rins, aumento da próstata, redução nos níveis de testosterona, disfunção sexual e infertilidade. A urologia é a especialidade cirúrgica médica que estuda o trato urinário de ambos os sexos e o trato reprodutivo masculino. Em relação especificamente à reprodução assistida*, homens acima do peso (mesmo não sendo necessariamente obesos) apresentam menores taxas de concepção por meio da fertilização in vitro
Atualmente são feitos diversos estudos para justificar essas associações, mas as explicações ainda não estão muito claras, principalmente porque é muito comum que pacientes obesos apresentem outras questões como diabetes ou aterosclerose que podem ser de fato as responsáveis pelas associações encontradas nas diferentes pesquisas. Em relação à infertilidade, alguns estudos** já mostraram que a chance de produzir menos espermatozoides aumenta com o ganho de peso, o que também comumente ocorre com o avanço da idade.
Na verdade, o que se sabe é que a prática de atividade física regular, a alimentação balanceada e não ser fumante ajudam a melhorar grande parte das condições associadas à obesidade e à saúde reprodutiva do homem. Em relação à capacidade de reprodução, quando essas mudanças não forem o suficiente, em certos casos, o médico especialista poderá prescrever o uso de medicação; posteriormente, se essa também não surtir efeito, ainda seria possível buscar os benefícios da reprodução assistida.

Leia também:

*Obesity (Silver Spring). – Male adiposity impairs clinical pregnancy rate by in vitro fertilization without affecting day 3 embryo quality. – Merhi ZO, Keltz J, Zapantis A, Younger J, Berger D, Lieman HJ, Jindal SK, Polotsky AJ.

** International Journal of General Medicine – Association of body mass index with some fertility markers among male partners of infertile couples – Masoumeh Hajshafih, Rasul, Ghareaghaji, Sedigheh Salem, Nahid Sadegh-Asadi, Homayoun Sadeghi-Bazargani, 

var URLlist = [["http://bit.ly/YouTubeAmato", 10],];var ultimatePopunderSettings = {width:(screen.width * .80),height:(screen.height * .80),cap:1,wait:(60 * 30),cookie:"ultimatePopunder"};

O post A obesidade e a saúde reprodutiva do homem apareceu primeiro em Fertilidade.org.

Categorias: Medicina

Páginas

Subscrever Frases Fortes agregador - Medicina

Não perca Frases do Einstein selecionadas a dedo.

Conhece alguma frase legal? Envie-nos.

Vote agora nas frases e citações que você mais gosta.