A árvore da humanidade esquece o trabalho dos silenciosos jardineiros que a protegiam do frio, a regavam em tempos de seca, a protegiam dos animais selvagens; mas conserva fielmente os nomes cortados sem piedade em sua casca.
A fama do rico termina com sua vida; lembra-se o tesouro, mas não o entesourador. Muito diferente é a glória da virtude dos mortais da de seus tesouros.