“A compaixão, o amor por nossos irmãos, pelas pessoas que nos amam, o amor por aqueles que nos odeiam, o amor pelos inimigos — sim, esse amor que Deus preconizou na Terra, esse amor que a princesa Mária me ensinou e que eu não compreendia; é disso que me arrependo na vida, é isso o que eu faria se ainda ficasse, se eu ainda vivesse. Mas agora já é tarde. Sei disso!”
“O peso na cabeça e no peito o fez lembrar que os sofrimentos e a morte eram possíveis também para ele. E naquele momento não quis para si nem Moscou, nem a vitória, nem a glória. (Para que precisava de mais glória?) Agora só desejava repouso, tranquilidade e liberdade.”
A argumentação não é suficiente para a descoberta de novos trabalhos, pois a sutileza da natureza é muitas vezes maior do que a sutileza dos argumentos.