A entidade separada prospera na tentativa de apaziguar a mente, e ao fazê-lo apenas consegue perpetuar a agitação que há em seu coração; deixa que a mente seja como é e tu permanece como o que és.
A felicidade é a ausência de resistência ao que é. É a prática espiritual mais elevada. No entanto, não é uma prática que possa ser realizada por uma pessoa; é a natureza eternamente presente do nosso Eu, a Consciência.
A mente não precisa ser transformada em uma mente sem escolha, sem julgamento, incondicional e que tudo aceita; Eu, Consciência, já sou inerentemente sem escolha, sem julgamento, incondicional e tudo aceito.
Abertura total, pura sensibilidade, aceitação incondicional: isso não é algo que você, como pessoa, possa fazer; é o que você, como pura Consciência, é.