Aqueles que vivem numa extremidade da cidade diferente da minha, eu os vejo como pessoas fora do mundo, e somente eu e a cena que me rodeia estamos nele.
Quando você abandona a tarefa impossível de decodificar sintomas e reconhece que eles não têm resposta para dar, algo acontece: você para de monitorar para tentar adivinhar e começa, talvez pela primeira vez em semanas, a viver.