
A vida do sujeito é um interminável adultério.

A vida do sujeito é um interminável adultério.
Ler maisA alegria não dá nada, ou quase nada, seja na vida mesma, seja no teatro. Ela empobrece, amesquinha e aniquila o nosso horizonte interior.
Ler maisA ficção, para ser purificadora, precisa ser atroz. O personagem é vil, para que não o sejamos.
Ler maisA gente deve ser o que é. Acho que até o leproso não deve renegar a própria lepra.
Ler mais— Mamãe, eu não sou nada nesta vida. UMA VAGABUNDA
Ler mais“Preciso primeiro pronunciar uma sentença de morte contra tudo o que pode apropriadamente chamar-se uma coisa desta vida, até para considerar-me a mim, a minha esposa, a meus filhos, a minha saúde, aos meus divertimentos, e a todos, mortos para mim, e eu mesmo morto para eles.”
Ler mais2 + 2 = 4; ele é, portanto, major. A matemática não falha...