A cultura não salva nada nem ninguém, ela não justifica. Mas é um produto do homem: ele se projeta, se reconhece nela; só este espelho crítico lhe oferece a própria imagem.
A distância entre o primeiro exame de sangue e um bebê nos braços ainda é enorme — e ninguém te avisa que o positivo não fecha essa distância, apenas a torna visível.