A astrologia fornece uma prova esplêndida da desprezível subjetividade dos homens. Ela relaciona o curso dos corpos celestes ao miserável ego; estabelece uma conexão entre os cometas no céu e as disputas e patifarias na terra.
A fama do rico termina com sua vida; lembra-se o tesouro, mas não o entesourador. Muito diferente é a glória da virtude dos mortais da de seus tesouros.