A Epopeia de Homero não deixou de ser verdadeira; no entanto, já não é a nossa Epopeia, mas brilha na distância, embora cada vez mais clara, também cada vez menor, como uma estrela que recua.
Existe um luto que a linguagem comum não consegue nomear bem. Não é o luto de quem perde alguém que o mundo conheceu. É o luto de quem perde alguém que só ela sabia que existia.