A expressão é o ato de todo o homem, para que nosso discurso possa ser vascular. O intelecto é impotente para expressar o pensamento sem a ajuda do coração, do fígado e de cada membro.
Alguns homens têm um gosto peculiar pelas palavras ruins. Escolherão dentre mil palavras da garrafa, as falsas, as palavras com as asas cortadas e as palavras coquetes, como se apenas as notas falsas lhes chegassem aos ouvidos.
Existe um luto que a linguagem comum não consegue nomear bem. Não é o luto de quem perde alguém que o mundo conheceu. É o luto de quem perde alguém que só ela sabia que existia.