A mão é para ele um aparato que golpeia e abençoa ao mesmo tempo, que recebe e dá, que alimenta, presta juramento, mede as coisas, lê para o cego, fala para o mudo, estende-se ao amigo e se ergue contra o inimigo, e é, ao mesmo tempo, martelo, tenaz e alfabeto...
Original: La mano es para él un aparato que golpea y bendice al mismo tiempo, que recibe y da, que alimenta, presta juramento, mide las cosas, lee para el ciego, habla para el mudo, se tiende hacia el amigo y se alza contra el enemigo, y es, a la vez, martillo, tenaza y alfabeto...
Fonte: Discurso a los Cirujanos; Aforismos; Goethe — Prólogo (parte 3)
A arte de traduzir deve ser uma arte de colaboração: contribuições de acentos e acertos viriam de todos os rumos e se uniriam para formar um único coro, um edifício único no qual os nomes dos colaboradores ficariam modesta ou orgulhosamente ocultos