A multidão elogia os escritores como aos esgrimistas ou aos lutadores; pois se entram com força e o fazem com muita violência, são recebidos pelos mais valentes.
Assim como um rosto irônico sem dor provoca o riso, ou um mágico disforme, ou um palhaço grosseiro, vestido com o hábito de uma dama e imitando suas ações, nos causam desgosto e desprezo tais representações; o que levou os antigos filósofos a pensar que o riso não era adequado a um homem sábio.
Existe um luto que a linguagem comum não consegue nomear bem. Não é o luto de quem perde alguém que o mundo conheceu. É o luto de quem perde alguém que só ela sabia que existia.