Como exploramos o labirinto durante tanto tempo sem resultado, deduz-se, por pobres razões humanas, que não podemos ter de explorar muito mais; perto deve estar o centro, com um almoço de champanhe e um pedaço de água ornamental. E se não houvesse nenhum centro, mas apenas um beco após o outro, e o mundo inteiro um labirinto sem fim ou tema?
"Tudo é vaidade", diz o pregador. Mas se tudo fosse apenas vaidade, a quem importaria? Infelizmente, muitas vezes é pior do que a vaidade: a agonia, a escuridão, a morte também.