Antes que uma criança de nosso tempo encontre o caminho para abrir um livro, seus olhos já foram expostos a tal ventania de letras mutáveis, coloridas e contraditórias que suas possibilidades de penetrar na arcaica quietude do livro são escassas.
Aquele que pergunta aos adivinhos sobre o futuro, sem querer, perde a indicação dos eventos vindouros que é mil vezes mais exata do que qualquer coisa que possam dizer.
A crítica diz muitas bobagens, mas mesmo suas bobagens são uma força útil. Ela mantém a questão da arte diante do mundo, insiste em sua importância e a coloca sempre em ordem.