A argumentação não é suficiente para a descoberta de novos trabalhos, pois a sutileza da natureza é muitas vezes maior do que a sutileza dos argumentos.
A ciência — a ciência pura, a ciência sem nenhuma aplicação prática, a ciência pela ciência — é uma questão profundamente emocional para aqueles que a praticam.
A ciência — ou melhor, a sua delicada mistura de abertura e ceticismo, e o seu estímulo à diversidade e ao debate — é um pré-requisito para continuar a delicada experiência da liberdade numa sociedade industrial e altamente tecnológica.