A astrologia fornece uma prova esplêndida da desprezível subjetividade dos homens. Ela relaciona o curso dos corpos celestes ao miserável ego; estabelece uma conexão entre os cometas no céu e as disputas e patifarias na terra.
A coisa em si, a vontade de viver, existe inteira e indivisa em cada ser, mesmo no mais pequeno; está presente tão completamente quanto em tudo o que alguma vez foi, é e será, tomado em conjunto.