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Fístula Arteriovenosa para Hemodiálise (FAV)

Vascular Pro - ter, 10/24/2017 - 20:22

O que é uma FAV/fístula arterio venosa?
A FAV é uma anastomose (conexão) entre uma artéria fina e uma veia periférica também fina e superficial. É feita cirurgicamente mais frequentemente nos membros superiores, de preferência no antebraço não dominante – esquerdo nas pessoas dextras e direito nos canhotos.
Muitas vezes é confeccionada utilizando a artéria radial, já que temos outras artérias que irrigam a mão, como a ulnar.
Quanto mais distal for realizada melhor, de modo que um maior número de veias possam se desenvolver e maturar, oferecendo assim inúmeros locais de punção e tenha mais locais para realizar outras fístulas se necessário. Normalmente as fistulas do cotovelo desenvolvem uma rede vascular restrita e ocasionalmente podem dificultar a circulaçao da mão.
A fístula arteriovenosa (FAV) é o acesso vascular preferido para o tratamento de hemodiálise, para aqueles que tem insuficiência renal, pela sua facilidade de utilização e pelos poucos riscos que apresenta comparativamente com as outras opções.

O que são artérias?
Artérias são vasos sanguíneos que saem do coração e vão ramificando-se sucessivamente, cada ramo tem menor calibre que o anterior, até se tornarem em arteriolas e depois capilares, irrigando todo o organismo.
São vasos resistentes e muito elásticos, acostumados com a alta pressão gerada pelo coração. À palpação, verifica-se que as artérias pulsam. O pulso ocorre por causa da dilatação da artéria ao empurrar o fluxo sanguíneo ao ritmo dos batimentos cardiacos. Quando tem um sangramento proveniente de uma artéria, são jatos bem fortes.
A sua principal função é transportar e distribuir o sangue rico em oxigénio – sangue arterial – a todas as partes do organismo. O oxigénio que confere ao sangue arterial a sua cor típica vermelho vivo.

O que são veias?
As veias também são vasos sanguineos. Ao contrário das artérias, as veias transportam sangue vindo de todas as partes do corpo para o coração.
As paredes das veias são bem finas e frágeis. Isto porque o sangue dentro delas não está sob pressão. O sangue retorna ao coração de diversas formas e forças, a gravidade ajuda, o vácuo relativo que existe quando o coração relaxa e através da pressão positiva transmitida pelas artérias e a ação dos musculos (panturrilha por exemplo). Nos membros inferiores devido à distância e para vencer a gravidade, as veias têm válvulas que abrem e fecham direcionando o fluxo, facilitando a sua ascenção e impedindo que este volte para trás.
O sangue nas veias flui com menos pressão, então se tiver uma lesão o sangramento não é em jato.
As veias transportam sangue venoso. Este sangue encontra-se saturado de gás carbônico que resultou da atividade celular. Este gás é levado aos pulmões para ser eliminado durante a fase da expiração. A sua presença no sangue torna-o vinhosoo, vermelho escuro.

Que tipos de FAV existem?
Como regra geral, cada artéria é acompanhada por uma ou duas veias que se denominam de veia satélite. Tal como as artérias, as veias também se situam profundamente. Porém nos membros, além das veias profundas que acompanham as artérias, encontramos veias superficiais que se distribuem na região subcutânea em forma de rede.
Para a criação da fístula utiliza-se uma artéria do membro superior e uma veia superficial.
Existem várias fístulas possíveis, mas os três tipos mais comuns são.
No punho:

  • FAV rádio-cefálica (mais frequente)
  • FAV ulnar-basílica (rara)

No cotovelo:

  • FAV bráquio-cefálica

O que é a maturação da FAV?
O processo de arterialização das veias não é um processo imediato. Leva o seu tempo.
Utilizar uma fistula muito cedo leva à sua perda. Isto porque as veias ainda não estão preparadas para serem puncionadas.
O tempo de maturação da FAV é variável, mas em média considera-se que sempre que possivel uma FAV seja utilizada depois do dois meses após a sua confecção.
Se por um lado algumas fistulas ao fim deste tempo já desenvolveram uma rede venosa exuberante, outras demoram meses. Isto depende das características do individuo e de doenças que podem estar associadas, como é o caso da Diabetes.
Durante o processo de maturação, devem ser feitos alguns exercícios que ajudam a dilatar e a fortalecer as veias. 
Durante este tempo se for necessário realizar hemodiálise, devem ser utilizados os catéteres centrais tomo forma de acesso à circulação sanguínea.

Quais são as vantagens da FAV?

  • Ausência de tubos e catéteres penetrantes na superfície corporal
  • Uso normal do braço fora das sessões de hemodiálise
  • Não há necessidade de curativos (exceto logo após a hemodiálise)
  • Baixo risco de infecção e trombose.
  • Acesso simples e rápido à circulação sanguínea.

E as desvantagens?

  • Necessidade de punção
  • Necessidade de fazer a hemostasia (curativo e compressão para parar de sangrar)
  • Mau aspecto do braço devido à hipertrofia das veias e cicatrizes dos locais puncionados
  • Necessidade de tempo para a sua maturação
  • Risco de má permeabilização em caso de hematoma, por exemplo

 
Fonte: Amato, ACM. Fístula Arteriovenosa para Hemodiálise. In book: Procedimentos Médicos: Técnica e Tática, Edition: 2, Chapter: 22, Publisher: Grupo Gen, Editors: Alexandre Campos Moraes Amato, pp.117-122

vascularrenalcirurgia
Categorias: Medicina

Viagens aéreas e a gestação

Fertilidade - ter, 10/24/2017 - 17:25
Gestação e voar de avião

Para quem é esta informação?

Esta informação é para você, se você estiver grávida e estiver pensando em viajar pelo ar. A informação é relevante para o voo curto (menos de quatro horas), médio e voos de longa duração (4 horas).

Se você é um membro de uma tripulação de voo ou se você voa frequentemente como parte do seu trabalho, você deve procurar aconselhamento adicional do seu departamento de saúde ocupacional sobre sua própria situação.

Voar fará mal a mim ou ao meu bebê?

Se a sua gravidez não é uma gestação complicada complicada com outras doenças, ela é simples, e voar não é prejudicial para você ou seu bebê:

  • Se você tiver uma gravidez descomplicada e saudável, não há provas de que as mudanças na pressão do ar ou a diminuição da umidade tenha um efeito nocivo sobre você ou seu bebê.
  • Não há nenhuma evidência de que voar irá causar aborto espontâneo, trabalho de parto precoce ou fazer a sua bolsa estourar.

Quem voa é exposto a um ligeiro aumento na radiação, mas vôos ocasionais não apresentam um risco para você ou seu bebê

Quando é o momento mais seguro de voar durante a gravidez?

Quando você está grávida, é o momento mais seguro para voar:

  • Antes de 37 semanas, se você estiver carregando um bebê. Pois depois de 37 semanas de gravidez você pode entrar em trabalho de parto a qualquer momento, e é por isso que muitas mulheres optam por não voar após esse tempo.
  • Antes de 32 semanas, se você estiver carregando uma gravidez de gêmeos descomplicada.

Veja aqui a sua idade gestacional.

A maioria das companhias aéreas não permitem que as mulheres voem depois de 37 semanas. É importante que você verifique com sua companhia aérea antes de voar. Também pode ser mais difícil de obter seguro de viagem depois de 37 semanas. Não se esqueça de uma cartinha do seu obstetra autorizando vôo.

Eu tenho um risco aumentado de problemas se eu viajar pelo ar?

Algumas mulheres grávidas podem sentir desconforto durante o voo. Você pode ter:

  • inchaço das pernas devido a retenção de líquidos (edema)
  • problemas de congestionamento com suas orelhas/nariz – durante a gravidez são mais propensas a ter um nariz entupido e, combinadas com isso, as mudanças na pressão do ar no avião também podem lhe causar problemas nos ouvidos
  • sintomas de gravidez – se sentir enjoo durante o voo, isso pode piorar a sua sintomatologia.

Trombose venosa profunda (TVP)

Uma TVP é um coágulo de sangue que se forma em sua perna ou pélvis. Se viaja para os pulmões (embolia pulmonar) pode ser fatal. Quando você está grávida, e até seis semanas após o nascimento de seu bebê, você tem um risco maior de desenvolver uma TVP em comparação com mulheres que não estão grávidas (reduzindo o risco de trombose venosa no avião na gravidez e após o nascimento).

Há um risco aumentado de desenvolver uma TVP durante o voo, por ficar sentada por um período prolongado.

O risco de TVP aumenta com a duração do voo. Seu risco também é aumentado se você tem fatores de risco adicionais como uma TVP anterior ou se você estiver com sobrepeso. Seu médico será capaz de verificar seu risco individualmente.

O que posso fazer para reduzir o risco de uma TVP?

Se for fazer um voo de curta distância (menos de quatro horas), é improvável que você precisará tomar medidas específicas. Seu obstetra ou cirurgião vascular deve fazer uma avaliação de risco individual de trombose venosa e conselhar para sua situação.

Para minimizar o risco de uma TVP em um meio ou em um voo de longa distância (mais de 4 horas), você deve:

  • vestir roupas soltas e sapatos confortáveis
  • sentar num assento no corredor e fazer caminhadas regulares ao redor do avião
  • no assento faça exercícios a cada 30 minutos
  • beber copos de água a intervalos regulares durante seu voo
  • reduzir bebidas que contenham álcool ou cafeína (café, bebidas gaseificadas)
  • usar meias de compressão elástica gradual – seu médico precisará fornecer o tamanho e o tipo correto para você, já que eles são diferentes das meias de vôo padrão.

Se você tiver outros fatores de risco para uma TVP, independentemente da duração de seu vôo, você pode ser aconselhada a tomar injeções de heparina. Estas vão afinar seu sangue e ajudar a prevenir uma TVP. Uma injeção de heparina deve ser tomada no dia do vôo e, diariamente, durante alguns dias depois. Por razões de segurança, você vai precisar de uma carta do seu médico para que você possa levar essas injeções para o avião.

A aspirina em baixa dosagem não parece reduzir o risco de uma TVP, mas você deve levá-la se isso foi receitado por outro motivo.

Existem circunstâncias em que eu posso ser aconselhada a não voar?

Um problema de saúde ou condição médica pode complicar a gestação e colocar você e seu bebê em risco. Por este motivo, se algum dos seguintes itens se aplicar, você pode ser aconselhada a não voar:

  • Risco aumentado de dar a luz antes da sua data de parto.
  • Anemia grave. Isto é, quando o nível de glóbulos vermelhos no sangue é inferior ao normal. Glóbulos vermelhos contêm a hemoglobina, um pigmento rico em ferro, que transporta o oxigênio ao redor de seu corpo.
  • Anemia falciforme (uma doença que afeta os glóbulos vermelhos) e teve recentemente uma crise falciforme.
  • Recentemente teve sangramento vaginal significativo.
  • Tem uma doença grave que afeta os pulmões ou o coração e que torna muito difícil para você respirar.

É importante que você discuta quaisquer problemas de saúde ou complicações na gravidez com o seu médico antes de voar. Se você tem uma chance maior de aborto espontâneo ou gravidez ectópica, o obstetra pode solicitar uma ultra-sonografia para confirmar a segurança antes de voar.

Esteja ciente de que o inesperado pode acontecer durante a viagem, o que poderia adiar o seu regresso a casa. Algumas companhias aéreas podem não permitir o voo se você tiver fraturado um osso, tiver uma infecção sinusal ou do ouvido, ou se fez recentemente uma cirurgia  abdominal que envolveu o seu intestino, tal como ter o seu apêndice removido.

Tomando a decisão de voar

Para ajudar a decidir se deve ou não voar, pense sobre sua própria história clínica e quaisquer grandes riscos que você possa ter. As perguntas a seguir também podem ajudá-la na tomada de sua decisão:

  • Por que você quer voar neste momento?
  • É necessário o seu voo?
  • Quanto tempo é o seu voo? Isto aumentará o risco de problemas médicos?
  • Quantas semanas de gravidez você terá quando você viajar e quando voltará?

Sua chance de dar a luz é maior quanto mais avançada você está na gravidez.

Também é importante lembrar que ter um aborto espontâneo, se você voar ou não, é comum (um em cada cinco) nos primeiros três meses da gravidez.

  • Quais são as instalações médicas do seu destino no caso de uma complicação inesperada com a gravidez?
  • Tomou todas as vacinas pertinentes e/ou medicação para o país para o qual você está viajando? Você verificou com o seu médico como elas afetam a gravidez?
  • O seu seguro de viagem cobre a gravidez e/ou cuida de seu bebê recém-nascido se der à luz inesperadamente? Há grande variação entre as companhias aéreas e apólices de seguro de viagem, assim vale a pena conferir antes de você decidir voar.
  • Você discutiu seus planos de viagem com seu obstetra e o informou de que você está pensando em fazer um voo de médio ou longo prazo?

O que devo levar comigo?

  • Suas anotações feitas à mão sobre a gravidez
  • Qualquer medicação que você esteja tomando
  • Se você está com mais de 28 semanas de gravidez, sua companhia aérea pedirá a você que entregue uma carta do seu médico informando para quando seu bebê é esperado e confirmando que você está em boa saúde, tendo uma gestação descomplicada e que não tem qualquer risco aumentado de complicações.
  • Qualquer documento necessário para confirmar a sua data de parto e que você está apta a voar. Algumas companhias aéreas têm seus próprios formulários/documentos que precisam ser preenchidos em qualquer fase da gravidez. Entre em contato com sua companhia aérea se você não tiver certeza.
  • Documentos de seguro de viagem

Eu terei que passar por um scanner de segurança?

Você terá que passar através dos controles de segurança normais antes de voar. Isto não é considerado um risco para você ou seu bebê.

Posso usar um cinto de segurança?

Você deve usar um cinto de segurança. Você deve garantir que a fita do seu cinto de segurança esteja razoavelmente firmemente amarrada na parte superior das coxas e então sob sua protuberância. Peça à tripulação da cabine se precisar de uma extensão do cinto de segurança. Eles também podem ajudar a explicar.

O que acontece se eu entrar em trabalho de parto no vôo?

Qualquer mulher grávida tem uma pequena chance de entrar em trabalho de parto precoce ou de sua bolsa romper mais cedo. Se isso acontecer com você em um voo, não há nenhuma garantia de que outros passageiros ou tripulantes serão experientes e treinados para ajudá-la a dar à luz em segurança. Como resultado, o piloto pode ter de desviar o vôo para obter ajuda para você.

 

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Viagens aéreas e a gestação

Fertilidade - ter, 10/24/2017 - 17:25
Gestação e voar de avião

Para quem é esta informação?

Esta informação é para você, se você estiver grávida e estiver pensando em viajar pelo ar. A informação é relevante para o voo curto (menos de quatro horas), médio e voos de longa duração (4 horas).

Se você é um membro de uma tripulação de voo ou se você voa frequentemente como parte do seu trabalho, você deve procurar aconselhamento adicional do seu departamento de saúde ocupacional sobre sua própria situação.

Voar fará mal a mim ou ao meu bebê?

Se a sua gravidez não é uma gestação complicada complicada com outras doenças, ela é simples, e voar não é prejudicial para você ou seu bebê:

  • Se você tiver uma gravidez descomplicada e saudável, não há provas de que as mudanças na pressão do ar ou a diminuição da umidade tenha um efeito nocivo sobre você ou seu bebê.
  • Não há nenhuma evidência de que voar irá causar aborto espontâneo, trabalho de parto precoce ou fazer a sua bolsa estourar.

Quem voa é exposto a um ligeiro aumento na radiação, mas vôos ocasionais não apresentam um risco para você ou seu bebê

Quando é o momento mais seguro de voar durante a gravidez?

Quando você está grávida, é o momento mais seguro para voar:

  • Antes de 37 semanas, se você estiver carregando um bebê. Pois depois de 37 semanas de gravidez você pode entrar em trabalho de parto a qualquer momento, e é por isso que muitas mulheres optam por não voar após esse tempo.
  • Antes de 32 semanas, se você estiver carregando uma gravidez de gêmeos descomplicada.

Veja aqui a sua idade gestacional.

A maioria das companhias aéreas não permitem que as mulheres voem depois de 37 semanas. É importante que você verifique com sua companhia aérea antes de voar. Também pode ser mais difícil de obter seguro de viagem depois de 37 semanas. Não se esqueça de uma cartinha do seu obstetra autorizando vôo.

Eu tenho um risco aumentado de problemas se eu viajar pelo ar?

Algumas mulheres grávidas podem sentir desconforto durante o voo. Você pode ter:

  • inchaço das pernas devido a retenção de líquidos (edema)
  • problemas de congestionamento com suas orelhas/nariz – durante a gravidez são mais propensas a ter um nariz entupido e, combinadas com isso, as mudanças na pressão do ar no avião também podem lhe causar problemas nos ouvidos
  • sintomas de gravidez – se sentir enjoo durante o voo, isso pode piorar a sua sintomatologia.

Trombose venosa profunda (TVP)

Uma TVP é um coágulo de sangue que se forma em sua perna ou pélvis. Se viaja para os pulmões (embolia pulmonar) pode ser fatal. Quando você está grávida, e até seis semanas após o nascimento de seu bebê, você tem um risco maior de desenvolver uma TVP em comparação com mulheres que não estão grávidas (reduzindo o risco de trombose venosa no avião na gravidez e após o nascimento).

Há um risco aumentado de desenvolver uma TVP durante o voo, por ficar sentada por um período prolongado.

O risco de TVP aumenta com a duração do voo. Seu risco também é aumentado se você tem fatores de risco adicionais como uma TVP anterior ou se você estiver com sobrepeso. Seu médico será capaz de verificar seu risco individualmente.

O que posso fazer para reduzir o risco de uma TVP?

Se for fazer um voo de curta distância (menos de quatro horas), é improvável que você precisará tomar medidas específicas. Seu obstetra ou cirurgião vascular deve fazer uma avaliação de risco individual de trombose venosa e conselhar para sua situação.

Para minimizar o risco de uma TVP em um meio ou em um voo de longa distância (mais de 4 horas), você deve:

  • vestir roupas soltas e sapatos confortáveis
  • sentar num assento no corredor e fazer caminhadas regulares ao redor do avião
  • no assento faça exercícios a cada 30 minutos
  • beber copos de água a intervalos regulares durante seu voo
  • reduzir bebidas que contenham álcool ou cafeína (café, bebidas gaseificadas)
  • usar meias de compressão elástica gradual – seu médico precisará fornecer o tamanho e o tipo correto para você, já que eles são diferentes das meias de vôo padrão.

Se você tiver outros fatores de risco para uma TVP, independentemente da duração de seu vôo, você pode ser aconselhada a tomar injeções de heparina. Estas vão afinar seu sangue e ajudar a prevenir uma TVP. Uma injeção de heparina deve ser tomada no dia do vôo e, diariamente, durante alguns dias depois. Por razões de segurança, você vai precisar de uma carta do seu médico para que você possa levar essas injeções para o avião.

A aspirina em baixa dosagem não parece reduzir o risco de uma TVP, mas você deve levá-la se isso foi receitado por outro motivo.

Existem circunstâncias em que eu posso ser aconselhada a não voar?

Um problema de saúde ou condição médica pode complicar a gestação e colocar você e seu bebê em risco. Por este motivo, se algum dos seguintes itens se aplicar, você pode ser aconselhada a não voar:

  • Risco aumentado de dar a luz antes da sua data de parto.
  • Anemia grave. Isto é, quando o nível de glóbulos vermelhos no sangue é inferior ao normal. Glóbulos vermelhos contêm a hemoglobina, um pigmento rico em ferro, que transporta o oxigênio ao redor de seu corpo.
  • Anemia falciforme (uma doença que afeta os glóbulos vermelhos) e teve recentemente uma crise falciforme.
  • Recentemente teve sangramento vaginal significativo.
  • Tem uma doença grave que afeta os pulmões ou o coração e que torna muito difícil para você respirar.

É importante que você discuta quaisquer problemas de saúde ou complicações na gravidez com o seu médico antes de voar. Se você tem uma chance maior de aborto espontâneo ou gravidez ectópica, o obstetra pode solicitar uma ultra-sonografia para confirmar a segurança antes de voar.

Esteja ciente de que o inesperado pode acontecer durante a viagem, o que poderia adiar o seu regresso a casa. Algumas companhias aéreas podem não permitir o voo se você tiver fraturado um osso, tiver uma infecção sinusal ou do ouvido, ou se fez recentemente uma cirurgia  abdominal que envolveu o seu intestino, tal como ter o seu apêndice removido.

Tomando a decisão de voar

Para ajudar a decidir se deve ou não voar, pense sobre sua própria história clínica e quaisquer grandes riscos que você possa ter. As perguntas a seguir também podem ajudá-la na tomada de sua decisão:

  • Por que você quer voar neste momento?
  • É necessário o seu voo?
  • Quanto tempo é o seu voo? Isto aumentará o risco de problemas médicos?
  • Quantas semanas de gravidez você terá quando você viajar e quando voltará?

Sua chance de dar a luz é maior quanto mais avançada você está na gravidez.

Também é importante lembrar que ter um aborto espontâneo, se você voar ou não, é comum (um em cada cinco) nos primeiros três meses da gravidez.

  • Quais são as instalações médicas do seu destino no caso de uma complicação inesperada com a gravidez?
  • Tomou todas as vacinas pertinentes e/ou medicação para o país para o qual você está viajando? Você verificou com o seu médico como elas afetam a gravidez?
  • O seu seguro de viagem cobre a gravidez e/ou cuida de seu bebê recém-nascido se der à luz inesperadamente? Há grande variação entre as companhias aéreas e apólices de seguro de viagem, assim vale a pena conferir antes de você decidir voar.
  • Você discutiu seus planos de viagem com seu obstetra e o informou de que você está pensando em fazer um voo de médio ou longo prazo?

O que devo levar comigo?

  • Suas anotações feitas à mão sobre a gravidez
  • Qualquer medicação que você esteja tomando
  • Se você está com mais de 28 semanas de gravidez, sua companhia aérea pedirá a você que entregue uma carta do seu médico informando para quando seu bebê é esperado e confirmando que você está em boa saúde, tendo uma gestação descomplicada e que não tem qualquer risco aumentado de complicações.
  • Qualquer documento necessário para confirmar a sua data de parto e que você está apta a voar. Algumas companhias aéreas têm seus próprios formulários/documentos que precisam ser preenchidos em qualquer fase da gravidez. Entre em contato com sua companhia aérea se você não tiver certeza.
  • Documentos de seguro de viagem

Eu terei que passar por um scanner de segurança?

Você terá que passar através dos controles de segurança normais antes de voar. Isto não é considerado um risco para você ou seu bebê.

Posso usar um cinto de segurança?

Você deve usar um cinto de segurança. Você deve garantir que a fita do seu cinto de segurança esteja razoavelmente firmemente amarrada na parte superior das coxas e então sob sua protuberância. Peça à tripulação da cabine se precisar de uma extensão do cinto de segurança. Eles também podem ajudar a explicar.

O que acontece se eu entrar em trabalho de parto no vôo?

Qualquer mulher grávida tem uma pequena chance de entrar em trabalho de parto precoce ou de sua bolsa romper mais cedo. Se isso acontecer com você em um voo, não há nenhuma garantia de que outros passageiros ou tripulantes serão experientes e treinados para ajudá-la a dar à luz em segurança. Como resultado, o piloto pode ter de desviar o vôo para obter ajuda para você.

 

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Dor pélvica em mulheres

Fertilidade - qui, 09/21/2017 - 16:52
Dor pélvica

Crônica e Aguda

A pelve é a parte mais baixa da barriga (abdômen). A dor pélvica é mais comum em mulheres. Existem muitas causas diferentes de dor em sua pélvis. Elas podem ser classificadas por quando elas tendem a acontecer: se você está grávida e se elas são acompanhadas por outros sintomas, como sangramento vaginal. As causas mais comuns são mencionadas abaixo. Sendo que a maioria pode melhorar com analgésicos, que não devem ser tomados sem orientação médica. As causas mais recorrentes têm tratamentos disponíveis.

O que é a pelve?

A pelve é a parte mais baixa da barriga (abdômen). Os órgãos em sua pélvis incluem o seu intestino, bexiga, útero e os ovários. A dor pélvica, normalmente, se refere a dor que começa a partir de um destes órgãos. Em alguns casos a dor vem a partir de seus ossos pélvicos que estão ao lado destes órgãos, ou de músculos, nervos, vasos sanguíneos ou articulações próximas. Portanto, existem muitas causas para dor pélvica.

A dor pélvica é mais comum em mulheres do que em homens, e aqui falaremos das dores femininas.

Quais são as causas de dor pélvica?

Dor pélvica pode ser aguda ou crônica. Aguda significa que essa é a primeira vez que você tem este tipo de dor, de inicio rápido. Crônica significa que a dor tem sido um problema por um longo tempo - mais de seis meses.

Dor pélvica durante a gravidez

Aborto espontâneo: aborto é a perda de uma gravidez em qualquer momento até as 24 semanas. 7 a 8 abortos entre 10 ocorrem antes da 13ª semana de gravidez. Os sintomas mais comuns de aborto são sangramento vaginal e cãibras/dores na barriga (abdominal) ou pélvicas. Em seguida, pode sair algum tecido da vagina, que muitas vezes se parece com um coágulo de sangue. 

Gravidez ectópica: uma gravidez ectópica é uma gravidez que tenta se desenvolver fora do útero. Ocorre em cerca de 1 em cada 100 gestações. Os sintomas mais comuns são dor de um lado, na parte inferior do abdômen ou pélvis. Ela pode se desenvolver agudamente, ou pode piorar lentamente durante vários dias. Pode se tornar uma situação grave. Sangramento vaginal ocorre frequentemente, mas não sempre. Muitas vezes é de cor mais escura do que o sangramento de uma menstruação. 

Ruptura de cisto do corpo lúteo: um corpo lúteo faz hormônios que ajudam a manter você grávida, até que outros órgãos como a placenta façam sua parte. Forma-se após a liberação do óvulo na ovulação. Eles são frequentemente encontrados, por acaso, quando você faz uma ultrassonografia, por qualquer motivo. Eles muitas vezes não causam nenhum problema e somem sem tratamento. Às vezes podem também se tornar inchados e podem estourar. Isso pode causar dor aguda em um lado da sua pélvis. Se você tiver dor em sua pélvis nas primeiras 12 semanas de sua gravidez, consulte seu médico.

Parto prematuro: normalmente o trabalho de parto começa depois de 37 semanas de gravidez. O trabalho de parto normal geralmente começa com contrações que se sente em toda a parte inferior do abdome. Estas tornam-se mais fortes, mais dolorosas e mais próximas. Você também pode ter um 'aviso' prévio: o tampão mucoso do colo do útero. Se você tiver um jato de líquido da vagina, pode ser que sua bolsa tenha se rompido. Você deve contatar seu obstetra imediatamente. Se você tiver dores pélvicas que aparecem e desaparecem em um padrão regular, entre em contato com seu obstetra para o atendimento. 

Descolamento prematuro da placenta: raramente (cerca de 6 vezes em cada 1.000 partos), a placenta se desprende da parede do útero. Antes de 24 semanas de gravidez, isso é um aborto; no entanto, depois de 24 semanas é chamado de descolamento. Quando isso acontece, é uma emergência. Isto porque o bebê depende da placenta para o alimento e oxigênio. É uma emergência médica! Os funcionários no departamento de maternidade rapidamente tentarão fazer o parto. Isso geralmente ocorre através de uma cesariana de emergência.

 

Problemas ginecológicos

Ovulação: A ovulação se refere a produção de um óvulo no seu ovário. Algumas mulheres desenvolvem uma dor aguda quando um óvulo é liberado. Esta dor da ovulação é chamada 'Mittelschmerz' (dor do meio em alemão - porque ela ocorre no meio do ciclo). A dor pode ser de um lado diferente a cada mês, dependendo de qual ovário libera o óvulo. Esta dor dura apenas algumas horas, mas algumas mulheres acham que é grave.

Cólicas dolorosas (dismenorreia): a maioria das mulheres tem um pouco de dor durante suas menstruações. A dor é geralmente leve, mas, em cerca de 1 em cada 10 mulheres, a dor é grave o suficiente para afetar as atividades diárias. A dor pode ser tão grave que elas são incapazes de ir à escola ou trabalhar. Médicos podem chamar a dor da menstruação de 'dismenorreia'. 

Doença inflamatória pélvica (DIP): DIP é uma infecção do seu útero. Os germes (bactérias) que causam a infecção geralmente viajam para o seu útero de sua vagina ou colo do útero. Na maioria dos casos é causada por clamídia ou gonorreia. Os sintomas da DIP incluem dor no abdômen na parte inferior ou na pelve, alta temperatura (febre), sangramento vaginal anormal e um corrimento vaginal. 

Ruptura ou torção de cisto de ovário: um cisto no ovário é um saco cheio de líquido que se desenvolve em um ovário. A maioria dos cistos ovarianos não são cancerígenos (benignos) e não causam nenhum sintoma. Alguns causam problemas como dor e sangramento irregular. A dor pode acontecer quando eles explodem (ruptura) ou torcem (chamado de torção). Nenhum tratamento pode ser necessário para certos tipos de cistos ovarianos, que tendem a ir embora por conta própria. 

Mudanças degenerativas em um mioma: miomas são tumores não cancerosos que podem ocorrer no seu útero. Eles são comuns e costumam não causar nenhum sintoma. No entanto, às vezes podem causar menstruações pesadas, inchaço abdominal e problemas urinários. Raramente, o mioma ultrapassa seu suprimento sanguíneo. Isto pode fazê-lo diminuir (se degenerar), o que pode ser muito doloroso. Veja sobre embolização de miomas.

Varizes pélvicas: Acúmulo de veias dilatadas ao redor do útero, causando dor, sensação de peso na barriga. Às vezes causa dor pós coito. É um problema muito comum, mas também muito frequentemente pouco considerado. Deve ser avaliado em conjunto com o cirurgião vascular.

Endometriose: esta é uma condição encontrada em mulheres, entre as idades de 13 e 50. É mais comumente diagnosticado em mulheres na casa dos trinta. É mais comum em mulheres que estão tendo problemas para engravidar. Pode ser encontrada em 1 em cada 5 mulheres. Causa dor na época da sua menstruação. Também pode causar dor quando faz sexo. 

Dor pélvica crônica: Este é o termo usado quando uma mulher tem dor há pelo menos seis meses. Dor pélvica crônica pode ocorrer em cerca de 1 em cada 6 mulheres, por isso é muito comum. Às vezes encontra-se uma causa (tais como aquelas acima) e às vezes não há nenhuma causa óbvia. Se a fonte de sua dor pélvica crônica puder ser encontrada, o tratamento centra-se sobre essa causa. Algumas mulheres nunca recebem um diagnóstico específico, que explica a dor delas. Se nenhuma causa pode ser encontrada, seu tratamento incidirá sobre a gestão da dor. Manter um diário de sintomas pode ser útil. Isto pode identificar um padrão para a dor e os gatilhos em sua vida que podem ser os responsáveis. Depressão, estresse crônico ou um histórico de abuso físico ou sexual aumenta o risco de desenvolver dor pélvica crônica. Além disso, qualquer sofrimento emocional muitas vezes aumenta a dor, e a viver com dor crônica contribui para o sofrimento emocional. Seu médico considerará frequentemente tratamentos psicológicos para ajudar com a dor. Para obter mais informações, consulte referências abaixo.

 

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Problemas de intestino ou bexiga

Apendicite: apendicite se refere a inflamação do seu apêndice. O apêndice é uma pequena bolsa que sai da parede do intestino. Apendicite é comum. Os sintomas típicos incluem dor abdominal e mal estar (vômitos) que gradualmente pioram ao longo de 6-24 horas. Algumas pessoas têm sintomas menos típicos. Uma operação para remover o apêndice inflamado, geralmente é feita antes que estoure (perfure). Um apêndice perfurado é grave. É o cirurgião geral que atua na apendicite.

Síndrome do intestino irritável (SII): SII é um distúrbio intestinal comum. A causa não é conhecida. Os sintomas podem ser bastante variáveis e incluem dor abdominal, inchaço e às vezes crises de diarreia e/ou constipação. Os sintomas tendem a ir e vir. Não existe cura para a SII, mas os sintomas muitas vezes podem ser aliviados com o tratamento. 

Cistite: trata-se de uma infecção de urina na bexiga. É comum em mulheres. Um tratamento curto de medicação antibiótica é um tratamento comum. Pode melhorar espontaneamente sem a necessidade de antibióticos. Cistite some rapidamente sem complicações na maioria dos casos. 

Se você tiver sintomas da cistite mas não há sinais de infecção quando sua urina é testada, você pode ter cistite intersticial. Esta é uma condição mal compreendida onde as paredes da bexiga estão inflamadas. É uma causa de dor a longo prazo. É também chamada 'síndrome da bexiga dolorosa'.

Aderências: aderências podem acontecer após a cirurgia. Enquanto seu corpo tenta se curar após a cirurgia, os tecidos se tornam pegajosos. A viscosidade pode acidentalmente causar junção dos tecidos. O órgão mais comumente afetado é o intestino. Isso pode causar dor.

Estrangulamento de Hérnia: uma hérnia ocorre onde há uma fraqueza na parede do abdômen. Como resultado, alguns dos conteúdos de dentro do abdômen podem então avançar (causar protuberância) sob a pele. Então, você pode sentir um nódulo macio ou um inchaço sob a pele. Há uma pequena chance de que a hérnia possa sofrer estrangulamento. Uma hérnia sofre estrangulamento quando muito intestino chegou através da abertura no músculo ou ligamento, tornando-se então espremido. Isso pode cortar o fornecimento de sangue para a parte do intestino na hérnia. Isso pode levar a dor severa e alguns danos à parte dos intestinos na hérnia. Também é o cirurgião geral o responsavel pelo tratamento das hérnias.

Problemas musculares e ósseos

Problemas com a parte inferior das costas, nos ossos em sua pélvis e nas articulações próximas, como as articulações do quadril, podem causar dor. Muitas vezes é claro de onde vem a dor. No entanto, em alguns casos, a dor pode ser sentida como se estivesse na sua pélvis e pode ser difícil identificar sua origem.

O que devo fazer se eu tiver dor pélvica?

Existem muitas diferentes causas de dor pélvica. Algumas são mais graves do que outras. Se você está confiante de que você conhece a causa ou a dor - por exemplo, cólica durante a menstruação - você poderia tentar tomar um analgésico como o paracetamol ou ibuprofeno, com a orientação prévia de seu médico especialista.

Se você não tem certeza da causa da dor ou se a dor for grave, você deve consultar um médico. Em particular, algumas causas são emergências - por exemplo, uma gravidez ectópica. Procure ajuda médica urgentemente se você suspeitar que seja isso. Você também pode querer consultar um médico se a dor continua voltando. Para muitas das condições listadas acima, existem tratamentos disponíveis.

Podem-se recomendar quais investigações?

Seu médico irá lhe fazer algumas perguntas (anamnese) e poderá examiná-la. Baseado no que ele acha, ele pode aconselhá-la a fazer outras investigações.

Uma infecção de urina é uma causa muito comum de dor pélvica e seu médico pode pedir uma amostra de urina. Se ele achar que existe um risco de infecção, ele pode pedir para tirar uma amostra para exame. Um teste de gravidez pode ser recomendado se você não tiver certeza. Ele pode providenciar um ultrassom urgente (se houver suspeita de aborto ou gravidez ectópica) no seu hospital local. Uma ultrassonografia de rotina pode ser agendada para diagnosticar problemas, como cistos ovarianos.

Laparoscopia é comumente realizada por ginecologistas. Neste procedimento, uma pequena câmera de video é colocada através de um pequeno corte no seu umbigo. Isto permite ao médico ver o interior de sua pélvis. 

Médicos que se especializam no intestino podem usar vídeos flexíveis para olhar dentro do seu intestino. O esôfago e o estômago podem ser vistos por endoscopia. O intestino inferior (reto e cólon) são vistos por colonoscopia.

O que pode ser recomendado para ajudar a gerenciar o problema?

Isso vai depender da causa provável. Siga os links acima para as respectivas páginas para obter mais informações sobre isso.

Se o problema não for uma emergência, seu médico pode encaminhar você para uma consulta com um especialista investigações adicionais - como acima.

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Dor pélvica em mulheres

Fertilidade - qui, 09/21/2017 - 16:52
Dor pélvica

Crônica e Aguda

A pelve é a parte mais baixa da barriga (abdômen). A dor pélvica é mais comum em mulheres. Existem muitas causas diferentes de dor em sua pélvis. Elas podem ser classificadas por quando elas tendem a acontecer: se você está grávida e se elas são acompanhadas por outros sintomas, como sangramento vaginal. As causas mais comuns são mencionadas abaixo. Sendo que a maioria pode melhorar com analgésicos, que não devem ser tomados sem orientação médica. As causas mais recorrentes têm tratamentos disponíveis.

O que é a pelve?

A pelve é a parte mais baixa da barriga (abdômen). Os órgãos em sua pélvis incluem o seu intestino, bexiga, útero e os ovários. A dor pélvica, normalmente, se refere a dor que começa a partir de um destes órgãos. Em alguns casos a dor vem a partir de seus ossos pélvicos que estão ao lado destes órgãos, ou de músculos, nervos, vasos sanguíneos ou articulações próximas. Portanto, existem muitas causas para dor pélvica.

A dor pélvica é mais comum em mulheres do que em homens, e aqui falaremos das dores femininas.

Quais são as causas de dor pélvica?

Dor pélvica pode ser aguda ou crônica. Aguda significa que essa é a primeira vez que você tem este tipo de dor, de inicio rápido. Crônica significa que a dor tem sido um problema por um longo tempo - mais de seis meses.

Dor pélvica durante a gravidez

Aborto espontâneo: aborto é a perda de uma gravidez em qualquer momento até as 24 semanas. 7 a 8 abortos entre 10 ocorrem antes da 13ª semana de gravidez. Os sintomas mais comuns de aborto são sangramento vaginal e cãibras/dores na barriga (abdominal) ou pélvicas. Em seguida, pode sair algum tecido da vagina, que muitas vezes se parece com um coágulo de sangue. 

Gravidez ectópica: uma gravidez ectópica é uma gravidez que tenta se desenvolver fora do útero. Ocorre em cerca de 1 em cada 100 gestações. Os sintomas mais comuns são dor de um lado, na parte inferior do abdômen ou pélvis. Ela pode se desenvolver agudamente, ou pode piorar lentamente durante vários dias. Pode se tornar uma situação grave. Sangramento vaginal ocorre frequentemente, mas não sempre. Muitas vezes é de cor mais escura do que o sangramento de uma menstruação. 

Ruptura de cisto do corpo lúteo: um corpo lúteo faz hormônios que ajudam a manter você grávida, até que outros órgãos como a placenta façam sua parte. Forma-se após a liberação do óvulo na ovulação. Eles são frequentemente encontrados, por acaso, quando você faz uma ultrassonografia, por qualquer motivo. Eles muitas vezes não causam nenhum problema e somem sem tratamento. Às vezes podem também se tornar inchados e podem estourar. Isso pode causar dor aguda em um lado da sua pélvis. Se você tiver dor em sua pélvis nas primeiras 12 semanas de sua gravidez, consulte seu médico.

Parto prematuro: normalmente o trabalho de parto começa depois de 37 semanas de gravidez. O trabalho de parto normal geralmente começa com contrações que se sente em toda a parte inferior do abdome. Estas tornam-se mais fortes, mais dolorosas e mais próximas. Você também pode ter um 'aviso' prévio: o tampão mucoso do colo do útero. Se você tiver um jato de líquido da vagina, pode ser que sua bolsa tenha se rompido. Você deve contatar seu obstetra imediatamente. Se você tiver dores pélvicas que aparecem e desaparecem em um padrão regular, entre em contato com seu obstetra para o atendimento. 

Descolamento prematuro da placenta: raramente (cerca de 6 vezes em cada 1.000 partos), a placenta se desprende da parede do útero. Antes de 24 semanas de gravidez, isso é um aborto; no entanto, depois de 24 semanas é chamado de descolamento. Quando isso acontece, é uma emergência. Isto porque o bebê depende da placenta para o alimento e oxigênio. É uma emergência médica! Os funcionários no departamento de maternidade rapidamente tentarão fazer o parto. Isso geralmente ocorre através de uma cesariana de emergência.

 

Problemas ginecológicos

Ovulação: A ovulação se refere a produção de um óvulo no seu ovário. Algumas mulheres desenvolvem uma dor aguda quando um óvulo é liberado. Esta dor da ovulação é chamada 'Mittelschmerz' (dor do meio em alemão - porque ela ocorre no meio do ciclo). A dor pode ser de um lado diferente a cada mês, dependendo de qual ovário libera o óvulo. Esta dor dura apenas algumas horas, mas algumas mulheres acham que é grave.

Cólicas dolorosas (dismenorreia): a maioria das mulheres tem um pouco de dor durante suas menstruações. A dor é geralmente leve, mas, em cerca de 1 em cada 10 mulheres, a dor é grave o suficiente para afetar as atividades diárias. A dor pode ser tão grave que elas são incapazes de ir à escola ou trabalhar. Médicos podem chamar a dor da menstruação de 'dismenorreia'. 

Doença inflamatória pélvica (DIP): DIP é uma infecção do seu útero. Os germes (bactérias) que causam a infecção geralmente viajam para o seu útero de sua vagina ou colo do útero. Na maioria dos casos é causada por clamídia ou gonorreia. Os sintomas da DIP incluem dor no abdômen na parte inferior ou na pelve, alta temperatura (febre), sangramento vaginal anormal e um corrimento vaginal. 

Ruptura ou torção de cisto de ovário: um cisto no ovário é um saco cheio de líquido que se desenvolve em um ovário. A maioria dos cistos ovarianos não são cancerígenos (benignos) e não causam nenhum sintoma. Alguns causam problemas como dor e sangramento irregular. A dor pode acontecer quando eles explodem (ruptura) ou torcem (chamado de torção). Nenhum tratamento pode ser necessário para certos tipos de cistos ovarianos, que tendem a ir embora por conta própria. 

Mudanças degenerativas em um mioma: miomas são tumores não cancerosos que podem ocorrer no seu útero. Eles são comuns e costumam não causar nenhum sintoma. No entanto, às vezes podem causar menstruações pesadas, inchaço abdominal e problemas urinários. Raramente, o mioma ultrapassa seu suprimento sanguíneo. Isto pode fazê-lo diminuir (se degenerar), o que pode ser muito doloroso. Veja sobre embolização de miomas.

Varizes pélvicas: Acúmulo de veias dilatadas ao redor do útero, causando dor, sensação de peso na barriga. Às vezes causa dor pós coito. É um problema muito comum, mas também muito frequentemente pouco considerado. Deve ser avaliado em conjunto com o cirurgião vascular.

Endometriose: esta é uma condição encontrada em mulheres, entre as idades de 13 e 50. É mais comumente diagnosticado em mulheres na casa dos trinta. É mais comum em mulheres que estão tendo problemas para engravidar. Pode ser encontrada em 1 em cada 5 mulheres. Causa dor na época da sua menstruação. Também pode causar dor quando faz sexo. 

Dor pélvica crônica: Este é o termo usado quando uma mulher tem dor há pelo menos seis meses. Dor pélvica crônica pode ocorrer em cerca de 1 em cada 6 mulheres, por isso é muito comum. Às vezes encontra-se uma causa (tais como aquelas acima) e às vezes não há nenhuma causa óbvia. Se a fonte de sua dor pélvica crônica puder ser encontrada, o tratamento centra-se sobre essa causa. Algumas mulheres nunca recebem um diagnóstico específico, que explica a dor delas. Se nenhuma causa pode ser encontrada, seu tratamento incidirá sobre a gestão da dor. Manter um diário de sintomas pode ser útil. Isto pode identificar um padrão para a dor e os gatilhos em sua vida que podem ser os responsáveis. Depressão, estresse crônico ou um histórico de abuso físico ou sexual aumenta o risco de desenvolver dor pélvica crônica. Além disso, qualquer sofrimento emocional muitas vezes aumenta a dor, e a viver com dor crônica contribui para o sofrimento emocional. Seu médico considerará frequentemente tratamentos psicológicos para ajudar com a dor. Para obter mais informações, consulte referências abaixo.

 

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Problemas de intestino ou bexiga

Apendicite: apendicite se refere a inflamação do seu apêndice. O apêndice é uma pequena bolsa que sai da parede do intestino. Apendicite é comum. Os sintomas típicos incluem dor abdominal e mal estar (vômitos) que gradualmente pioram ao longo de 6-24 horas. Algumas pessoas têm sintomas menos típicos. Uma operação para remover o apêndice inflamado, geralmente é feita antes que estoure (perfure). Um apêndice perfurado é grave. É o cirurgião geral que atua na apendicite.

Síndrome do intestino irritável (SII): SII é um distúrbio intestinal comum. A causa não é conhecida. Os sintomas podem ser bastante variáveis e incluem dor abdominal, inchaço e às vezes crises de diarreia e/ou constipação. Os sintomas tendem a ir e vir. Não existe cura para a SII, mas os sintomas muitas vezes podem ser aliviados com o tratamento. 

Cistite: trata-se de uma infecção de urina na bexiga. É comum em mulheres. Um tratamento curto de medicação antibiótica é um tratamento comum. Pode melhorar espontaneamente sem a necessidade de antibióticos. Cistite some rapidamente sem complicações na maioria dos casos. 

Se você tiver sintomas da cistite mas não há sinais de infecção quando sua urina é testada, você pode ter cistite intersticial. Esta é uma condição mal compreendida onde as paredes da bexiga estão inflamadas. É uma causa de dor a longo prazo. É também chamada 'síndrome da bexiga dolorosa'.

Aderências: aderências podem acontecer após a cirurgia. Enquanto seu corpo tenta se curar após a cirurgia, os tecidos se tornam pegajosos. A viscosidade pode acidentalmente causar junção dos tecidos. O órgão mais comumente afetado é o intestino. Isso pode causar dor.

Estrangulamento de Hérnia: uma hérnia ocorre onde há uma fraqueza na parede do abdômen. Como resultado, alguns dos conteúdos de dentro do abdômen podem então avançar (causar protuberância) sob a pele. Então, você pode sentir um nódulo macio ou um inchaço sob a pele. Há uma pequena chance de que a hérnia possa sofrer estrangulamento. Uma hérnia sofre estrangulamento quando muito intestino chegou através da abertura no músculo ou ligamento, tornando-se então espremido. Isso pode cortar o fornecimento de sangue para a parte do intestino na hérnia. Isso pode levar a dor severa e alguns danos à parte dos intestinos na hérnia. Também é o cirurgião geral o responsavel pelo tratamento das hérnias.

Problemas musculares e ósseos

Problemas com a parte inferior das costas, nos ossos em sua pélvis e nas articulações próximas, como as articulações do quadril, podem causar dor. Muitas vezes é claro de onde vem a dor. No entanto, em alguns casos, a dor pode ser sentida como se estivesse na sua pélvis e pode ser difícil identificar sua origem.

O que devo fazer se eu tiver dor pélvica?

Existem muitas diferentes causas de dor pélvica. Algumas são mais graves do que outras. Se você está confiante de que você conhece a causa ou a dor - por exemplo, cólica durante a menstruação - você poderia tentar tomar um analgésico como o paracetamol ou ibuprofeno, com a orientação prévia de seu médico especialista.

Se você não tem certeza da causa da dor ou se a dor for grave, você deve consultar um médico. Em particular, algumas causas são emergências - por exemplo, uma gravidez ectópica. Procure ajuda médica urgentemente se você suspeitar que seja isso. Você também pode querer consultar um médico se a dor continua voltando. Para muitas das condições listadas acima, existem tratamentos disponíveis.

Podem-se recomendar quais investigações?

Seu médico irá lhe fazer algumas perguntas (anamnese) e poderá examiná-la. Baseado no que ele acha, ele pode aconselhá-la a fazer outras investigações.

Uma infecção de urina é uma causa muito comum de dor pélvica e seu médico pode pedir uma amostra de urina. Se ele achar que existe um risco de infecção, ele pode pedir para tirar uma amostra para exame. Um teste de gravidez pode ser recomendado se você não tiver certeza. Ele pode providenciar um ultrassom urgente (se houver suspeita de aborto ou gravidez ectópica) no seu hospital local. Uma ultrassonografia de rotina pode ser agendada para diagnosticar problemas, como cistos ovarianos.

Laparoscopia é comumente realizada por ginecologistas. Neste procedimento, uma pequena câmera de video é colocada através de um pequeno corte no seu umbigo. Isto permite ao médico ver o interior de sua pélvis. 

Médicos que se especializam no intestino podem usar vídeos flexíveis para olhar dentro do seu intestino. O esôfago e o estômago podem ser vistos por endoscopia. O intestino inferior (reto e cólon) são vistos por colonoscopia.

O que pode ser recomendado para ajudar a gerenciar o problema?

Isso vai depender da causa provável. Siga os links acima para as respectivas páginas para obter mais informações sobre isso.

Se o problema não for uma emergência, seu médico pode encaminhar você para uma consulta com um especialista investigações adicionais - como acima.

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Categorias: Medicina

Esporte e Fertilidade

Fertilidade - qui, 09/21/2017 - 11:45
Esporte e Exercicio Fisico

Fertilidade

Tanto o excesso de esporte e/ou a falta do exercício físico pode influenciar a fertilidade. Você precisa de gordura corporal para engravidar. A recomendação é se exercitar regularmente e com intensidade moderada, acompanhado de uma dieta equilibrada. Esporte e fertilidade andam juntos, já que o esporte fornece ingredientes indispensáveis: reduz os níveis de estresse (teste seu estado emocional para engravidar), fornece energia, ajuda a controlar o peso e a manter um corpo ativo.

Uma vida sedentária não é uma boa aliada da fertilidade, já que dela pode originar-se a obesidade, que também é inimigo da fertilização nas mulheres. Além do mais, praticar esportes e não levar uma vida sedentária melhora consideravelmente a qualidade do esperma do homem.

Também não é recomendável passar de nenhum exercício ao esporte extremo em um curto período de tempo com o objetivo de perder peso rapidamente; isso pode afetar a capacidade reprodutiva das pessoas.

Esporte e Fertilidade: Quais são as consequências do excesso de esportes?

Quando se trata de mulheres, realizar muito ou muito pouco exercício pode causar desequilíbrios hormonais que alteram a ovulação. Em atletas de alta performance, podem haver casos de:

  • Anovulação: Nos casos mais graves, há uma ausência do ciclo menstrual e nenhuma gravidez devido à falta de ovulação.
  • Insuficiência lútea: muitas atletas mulheres mantêm seu ciclo menstrual e sua capacidade ovulatória, mas apresentam uma diminuição na produção de progesterona durante a segunda fase do ciclo menstrual. A importância disso está no fato de que a fertilidade pode ficar comprometida por essa deficiência de progesterona – este é o hormônio responsável por uma boa implantação do embrião. Por esta razão, podemos encontrar mulheres atletas com falhas de implantação e abortos prematuros.

Nos homens, o excesso de esporte pode influenciar na qualidade e na quantidade de espermatozoides, afetando sua fertilidade.

Quando há excesso de esporte, é necessário equilibrar a ingestão nutricional e ajustar a quantidade de calorias de acordo com o consumo de calorias. Geralmente, a solução seria aumentar a ingestão de calorias e reduzir a quantidade de exercício físico. Se o peso for baixo, também deve haver um equilíbrio do peso.

Quais são os benefícios de praticar exercício?

Melhorar a circulação sanguínea: o exercício físico melhora a circulação e o fluxo de oxigênio no sistema do corpo a nível celular. Também aumenta a formação de receptores de células hormonais complexas.

Reduz o estresse: realizado de forma moderada é um ótimo redutor de estresse. Está provado que o estresse afeta negativamente a fertilidade e pode provocar reações hormonais que criam um bloqueio.

Melhora o equilíbrio hormonal: praticar esporte regularmente tonifica os músculos, ajuda a regular a menstruação e reduz os sintomas pré-menstruais.

Aumenta as endorfinas: estudos recentes provaram que logo após o exercício físico, o nível de endorfina no sangue aumentou consideravelmente. Esta é conhecida como o hormônio da felicidade, um anestésico natural que ajuda a combater a depressão e a ansiedade.

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Esporte e Fertilidade

Fertilidade - qui, 09/21/2017 - 11:45
Esporte e Exercicio Fisico

Fertilidade

Tanto o excesso de esporte e/ou a falta do exercício físico pode influenciar a fertilidade. Você precisa de gordura corporal para engravidar. A recomendação é se exercitar regularmente e com intensidade moderada, acompanhado de uma dieta equilibrada. Esporte e fertilidade andam juntos, já que o esporte fornece ingredientes indispensáveis: reduz os níveis de estresse (teste seu estado emocional para engravidar), fornece energia, ajuda a controlar o peso e a manter um corpo ativo.

Uma vida sedentária não é uma boa aliada da fertilidade, já que dela pode originar-se a obesidade, que também é inimigo da fertilização nas mulheres. Além do mais, praticar esportes e não levar uma vida sedentária melhora consideravelmente a qualidade do esperma do homem.

Também não é recomendável passar de nenhum exercício ao esporte extremo em um curto período de tempo com o objetivo de perder peso rapidamente; isso pode afetar a capacidade reprodutiva das pessoas.

Esporte e Fertilidade: Quais são as consequências do excesso de esportes?

Quando se trata de mulheres, realizar muito ou muito pouco exercício pode causar desequilíbrios hormonais que alteram a ovulação. Em atletas de alta performance, podem haver casos de:

  • Anovulação: Nos casos mais graves, há uma ausência do ciclo menstrual e nenhuma gravidez devido à falta de ovulação.
  • Insuficiência lútea: muitas atletas mulheres mantêm seu ciclo menstrual e sua capacidade ovulatória, mas apresentam uma diminuição na produção de progesterona durante a segunda fase do ciclo menstrual. A importância disso está no fato de que a fertilidade pode ficar comprometida por essa deficiência de progesterona – este é o hormônio responsável por uma boa implantação do embrião. Por esta razão, podemos encontrar mulheres atletas com falhas de implantação e abortos prematuros.

Nos homens, o excesso de esporte pode influenciar na qualidade e na quantidade de espermatozoides, afetando sua fertilidade.

Quando há excesso de esporte, é necessário equilibrar a ingestão nutricional e ajustar a quantidade de calorias de acordo com o consumo de calorias. Geralmente, a solução seria aumentar a ingestão de calorias e reduzir a quantidade de exercício físico. Se o peso for baixo, também deve haver um equilíbrio do peso.

Quais são os benefícios de praticar exercício?

Melhorar a circulação sanguínea: o exercício físico melhora a circulação e o fluxo de oxigênio no sistema do corpo a nível celular. Também aumenta a formação de receptores de células hormonais complexas.

Reduz o estresse: realizado de forma moderada é um ótimo redutor de estresse. Está provado que o estresse afeta negativamente a fertilidade e pode provocar reações hormonais que criam um bloqueio.

Melhora o equilíbrio hormonal: praticar esporte regularmente tonifica os músculos, ajuda a regular a menstruação e reduz os sintomas pré-menstruais.

Aumenta as endorfinas: estudos recentes provaram que logo após o exercício físico, o nível de endorfina no sangue aumentou consideravelmente. Esta é conhecida como o hormônio da felicidade, um anestésico natural que ajuda a combater a depressão e a ansiedade.

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Categorias: Medicina

Lúpus

Vascular Pro - seg, 09/18/2017 - 17:12

Lúpus eritematoso sistêmico, conhecido como LES ou lúpus, é uma doença crônica (longo prazo) que provoca a inflamação sistêmica que afeta múltiplos órgãos.
Fatos Rápidos

  • Lúpus ocorre dez vezes mais frequentemente em mulheres do que em homens.
  • O tratamento depende dos órgãos envolvidos.
  • O envolvimento dos rins e/ou do cérebro é a manifestação mais grave de lúpus.
  • As pessoas podem viver bem com lúpus se trabalham ativamente pela boa saúde.
  • Exposição ao sol pode levar a erupções de lúpus.
  • Planeje cuidadosamente sua gravidez; Lúpus pode aumentar durante a gravidez e pode afetar o seu resultado.

Além de afetar a pele e as articulações, pode afetar outros órgãos do corpo como os rins, o tecido que reveste os pulmões (pleura), o cérebro e o coração (pericárdio). Muitos pacientes sentem fadiga, perda de peso e febre.
Os sinais de Lúpus variam de leve a grave. A maioria dos pacientes tem momentos onde a doença está ativa, seguidos por momentos onde a doença está sobretudo silenciosa - referido como uma remissão. No entanto, há muita razão para ter esperança. Melhorias no tratamento têm melhorado extremamente a qualidade de vida destes pacientes e aumentaram a expectativa de vida deles.
O especialista responsável pelo tratamento do lúpus é o reumatologista.

Tags: reumatologialupus Select ratingGive Lúpus 1/5Give Lúpus 2/5Give Lúpus 3/5Give Lúpus 4/5Give Lúpus 5/5 No votes yet
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Lúpus

Vascular Pro - seg, 09/18/2017 - 17:12

Lúpus eritematoso sistêmico, conhecido como LES ou lúpus, é uma doença crônica (longo prazo) que provoca a inflamação sistêmica que afeta múltiplos órgãos.
Fatos Rápidos

  • Lúpus ocorre dez vezes mais frequentemente em mulheres do que em homens.
  • O tratamento depende dos órgãos envolvidos.
  • O envolvimento dos rins e/ou do cérebro é a manifestação mais grave de lúpus.
  • As pessoas podem viver bem com lúpus se trabalham ativamente pela boa saúde.
  • Exposição ao sol pode levar a erupções de lúpus.
  • Planeje cuidadosamente sua gravidez; Lúpus pode aumentar durante a gravidez e pode afetar o seu resultado.

Além de afetar a pele e as articulações, pode afetar outros órgãos do corpo como os rins, o tecido que reveste os pulmões (pleura), o cérebro e o coração (pericárdio). Muitos pacientes sentem fadiga, perda de peso e febre.
Os sinais de Lúpus variam de leve a grave. A maioria dos pacientes tem momentos onde a doença está ativa, seguidos por momentos onde a doença está sobretudo silenciosa - referido como uma remissão. No entanto, há muita razão para ter esperança. Melhorias no tratamento têm melhorado extremamente a qualidade de vida destes pacientes e aumentaram a expectativa de vida deles.
O especialista responsável pelo tratamento do lúpus é o reumatologista.

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Lipedema e a inflamação crônica

Vascular Pro - seg, 09/18/2017 - 17:07

O lipedema é uma doença crônica do metabolismo lipidico que resulta em na distribuição e armazenamento anormal do tecido gorduroso associado com hiperplasia das celulas gordurosas causando edema e nas formas mais graves o lipolinfedema.
A disfunção linfática produz edema intersticial e disfunção imunológica causando inflamação crônica. A disfunção linfática e inflamação crônica são alvos terapêuticos para reduzir e/ou modular a progressão desta condição.
A inflamação crônica não está só presente no lipedema, mas também em outras condições como doenças cardiovasculares, sindrome metabólica, obesidade, diabetes, síndrome do intestino irritável, malignidades (tumores), doenças autoimunes e outras.
Dicas para reduzir inflamação na dieta:

  • dormir bem em quantidade e qualidade
  • exercícios de baixo impacto aeróbicos e para fortalecimento, melhorando a aptidão física
  • reduzir estresse
  • reduzir o consumo de álcool e cafeína
  • melhorar a função gastrointestinal
  • reduzir gordura trans, açucares refinados, glúten e derivados do leite
  • comer alimentos ricos em ômega-3, salmão fresco, azeite de oliva virgem, frando orgânico, grãos inteiros, vegetais crus, folhas verdes escuras, pimentas, berries, nozes, yogurte baixa gordura e não açucarado, gengibre, açafrão, alho, citrus, chá verde
  • eliminar alérgenos conhecidos e conservantes

Veja nosso artigo sobre dieta antiinflamatória.

Tags: lipedemadietadicalinfáticogordura Select ratingGive Lipedema e a inflamação crônica 1/5Give Lipedema e a inflamação crônica 2/5Give Lipedema e a inflamação crônica 3/5Give Lipedema e a inflamação crônica 4/5Give Lipedema e a inflamação crônica 5/5 No votes yet
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Lipedema e a inflamação crônica

Vascular Pro - seg, 09/18/2017 - 17:07

O lipedema é uma doença crônica do metabolismo lipidico que resulta em na distribuição e armazenamento anormal do tecido gorduroso associado com hiperplasia das celulas gordurosas causando edema e nas formas mais graves o lipolinfedema.
A disfunção linfática produz edema intersticial e disfunção imunológica causando inflamação crônica. A disfunção linfática e inflamação crônica são alvos terapêuticos para reduzir e/ou modular a progressão desta condição.
A inflamação crônica não está só presente no lipedema, mas também em outras condições como doenças cardiovasculares, sindrome metabólica, obesidade, diabetes, síndrome do intestino irritável, malignidades (tumores), doenças autoimunes e outras.
Dicas para reduzir inflamação na dieta:

  • dormir bem em quantidade e qualidade
  • exercícios de baixo impacto aeróbicos e para fortalecimento, melhorando a aptidão física
  • reduzir estresse
  • reduzir o consumo de álcool e cafeína
  • melhorar a função gastrointestinal
  • reduzir gordura trans, açucares refinados, glúten e derivados do leite
  • comer alimentos ricos em ômega-3, salmão fresco, azeite de oliva virgem, frando orgânico, grãos inteiros, vegetais crus, folhas verdes escuras, pimentas, berries, nozes, yogurte baixa gordura e não açucarado, gengibre, açafrão, alho, citrus, chá verde
  • eliminar alérgenos conhecidos e conservantes

Veja nosso artigo sobre dieta antiinflamatória.

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Tendinite (Bursite)

Vascular Pro - qua, 09/13/2017 - 17:34
Tendão de Aquiles

Fatos Rápidos

  • Tendinite e bursite são a inflamação ou degeneração (repartição) do tecido mole ao redor dos músculos e ossos.
  • O tratamento imediato inclui RICE: Repouso (Rest), Gelo (Ice), Compressão (Compression) e Elevação (Elevation).
  • Os sinais de perigo incluem rápida piora da dor, vermelhidão e inchaço, ou súbita incapacidade para mover uma articulação.

Os tendões são estruturas semelhantes a um cordão, localizados onde um músculo se estreita para se fixar a um osso. O tendão é mais fibroso e denso do que o elástico, carnudo músculo. Um tendão transmite a tração do músculo ao osso para causar o movimento. A tendinite é frequentemente muito sensível ao toque.
Tendinite ou bursite, muitas vezes afeta o ombro, cotovelo, pulso, quadril, joelho e tornozelo. A dor faz com que possa ser bastante grave e muitas vezes ocorre de repente. Como na artrite, a dor é pior durante o movimento. Ao contrário da artrite, a dor é muitas vezes em partes do corpo distantes de uma articulação. A tendinite, muitas vezes, resulta do uso repetitivo (uso excessivo). Embora o problema possa ser recorrente ou ser crônico (longo prazo) em algumas pessoas, é mais frequentemente por curto prazo, principalmente se tratado precocemente.
Bursite é a inflamação da bursa. Este pequeno saco atua como um amortecedor entre estruturas móveis (ossos, músculos, tendões ou pele). Se um músculo ou tendão está puxando um canto de um osso, ou está sobre um osso, uma bursa saudável o protege contra o desgaste e estresse. Quando a bursa está inflamada, torna-se muito doloroso, mesmo durante o repouso.

Anatomia: 

Tendões

Causa: 

A causa mecânica é provocada por esforços prolongados e repetitivos, além de sobrecarga. A causa química é provocada por alimentação incorreta e por algumas toxinas presentes no organismo. Também pode ocorrer quando os músculos e tendões não estão sendo suficientemente drenados, ocasionando a desidratação.

Diagnóstico Diferencial: 

Depende da localização, mas pode ser LER (Lesão por esforço repetitivo), artrite reumatoide, e outras

Prevenção Primária: 

Manter uma alimentação balanceada; Antes de começar uma rotina de exercícios, condicionar os músculos; Sempre fazer aquecimento antes de começar qualquer atividade física; Quem trabalha muito com computador e faz movimentos repetitivos deve parar sempre e se alongar para evitar a LER (lesão por esforço repetitivo); Procurar ajuda médica e seguir todas as orientações prescritas.

Sinais ou Sintomas: 

O sintoma básico da tendinite é a dor. Dependendo de onde a inflamação está localizada, há também sensibilidade da área, inchaço e rigidez. Se existe um histórico de dor, ou seja, se o paciente sentiu uma dor forte em alguma articulação, é preciso procurar um ortopedista para que o problema seja diagnosticado e tratado da maneira correta.

Tratamentos Possíveis: 

Sempre procure seu médico para indicar o melhor tratamento. Não faça auto medicação. Há casos em que são prescritos apenas anti-inflamatórios; em outros, pode haver a imobilização do membro afetado com tala ou até mesmo gesso; enquanto que em casos muito graves pode haver a aplicação local de corticoides. Repouso e fisioterapia também são recomendados. Em casos de tendinite com origem química, os médicos indicam uma dieta alimentar especial. O sucesso do tratamento está no reconhecimento e tratamento da doença de base.

Código: M65 Select ratingGive Tendinite (Bursite) 1/5Give Tendinite (Bursite) 2/5Give Tendinite (Bursite) 3/5Give Tendinite (Bursite) 4/5Give Tendinite (Bursite) 5/5 No votes yet musculardorortopedia
Categorias: Medicina

Tendinite (Bursite)

Vascular Pro - qua, 09/13/2017 - 17:34
Tendão de Aquiles

Fatos Rápidos

  • Tendinite e bursite são a inflamação ou degeneração (repartição) do tecido mole ao redor dos músculos e ossos.
  • O tratamento imediato inclui RICE: Repouso (Rest), Gelo (Ice), Compressão (Compression) e Elevação (Elevation).
  • Os sinais de perigo incluem rápida piora da dor, vermelhidão e inchaço, ou súbita incapacidade para mover uma articulação.

Os tendões são estruturas semelhantes a um cordão, localizados onde um músculo se estreita para se fixar a um osso. O tendão é mais fibroso e denso do que o elástico, carnudo músculo. Um tendão transmite a tração do músculo ao osso para causar o movimento. A tendinite é frequentemente muito sensível ao toque.
Tendinite ou bursite, muitas vezes afeta o ombro, cotovelo, pulso, quadril, joelho e tornozelo. A dor faz com que possa ser bastante grave e muitas vezes ocorre de repente. Como na artrite, a dor é pior durante o movimento. Ao contrário da artrite, a dor é muitas vezes em partes do corpo distantes de uma articulação. A tendinite, muitas vezes, resulta do uso repetitivo (uso excessivo). Embora o problema possa ser recorrente ou ser crônico (longo prazo) em algumas pessoas, é mais frequentemente por curto prazo, principalmente se tratado precocemente.
Bursite é a inflamação da bursa. Este pequeno saco atua como um amortecedor entre estruturas móveis (ossos, músculos, tendões ou pele). Se um músculo ou tendão está puxando um canto de um osso, ou está sobre um osso, uma bursa saudável o protege contra o desgaste e estresse. Quando a bursa está inflamada, torna-se muito doloroso, mesmo durante o repouso.

musculardorortopediaAnatomia: TendõesCausa: A causa mecânica é provocada por esforços prolongados e repetitivos, além de sobrecarga. A causa química é provocada por alimentação incorreta e por algumas toxinas presentes no organismo. Também pode ocorrer quando os músculos e tendões não estão sendo suficientemente drenados, ocasionando a desidratação.Diagnóstico Diferencial: Depende da localização, mas pode ser LER (Lesão por esforço repetitivo), artrite reumatoide, e outrasTratamentos Possíveis: Sempre procure seu médico para indicar o melhor tratamento. Não faça auto medicação. Há casos em que são prescritos apenas anti-inflamatórios; em outros, pode haver a imobilização do membro afetado com tala ou até mesmo gesso; enquanto que em casos muito graves pode haver a aplicação local de corticoides. Repouso e fisioterapia também são recomendados. Em casos de tendinite com origem química, os médicos indicam uma dieta alimentar especial. O sucesso do tratamento está no reconhecimento e tratamento da doença de base.Prevenção Primária: Manter uma alimentação balanceada; Antes de começar uma rotina de exercícios, condicionar os músculos; Sempre fazer aquecimento antes de começar qualquer atividade física; Quem trabalha muito com computador e faz movimentos repetitivos deve parar sempre e se alongar para evitar a LER (lesão por esforço repetitivo); Procurar ajuda médica e seguir todas as orientações prescritas.Sinais ou Sintomas: O sintoma básico da tendinite é a dor. Dependendo de onde a inflamação está localizada, há também sensibilidade da área, inchaço e rigidez. Se existe um histórico de dor, ou seja, se o paciente sentiu uma dor forte em alguma articulação, é preciso procurar um ortopedista para que o problema seja diagnosticado e tratado da maneira correta.Código: M65
Categorias: Medicina

Arterite de Takayasu

Vascular Pro - qua, 09/13/2017 - 17:12
Takayasu

Fatos Rápidos

  • Arterite de Takayasu é muito mais comum em mulheres do que em homens. A doença começa geralmente em adultos jovens, mas crianças e pessoas de meia-idade podem adquiri-la, também.
  • Médicos encontram Takayasu (TAK) em angiografias. Angiografias são tipos de exames de raio-x que examinam as artérias. Na TAK, a angiografia mostra estreitamento das artérias maiores.
  • Artérias estreitadas ou bloqueadas causam problemas que variam de leves a graves. E, nesse momento que o cirurgião vascular entra em ação.
  • O tratamento de TAK quase sempre inclui glicocorticoides (prednisona e outros), que ajudam a reduzir a inflamação. Também podem ser prescritos aos pacientes medicamentos que suprimem o sistema imunológico.
  • Os sintomas de TAK refletem o fluxo sanguíneo deficiente nos tecidos e órgãos.

Arterite de Takayasu, também chamada de TAK, é uma forma rara de vasculite, doença envolvendo a inflamação nas paredes das artérias maiores no corpo: a aorta e seus ramos principais. A doença resulta de um ataque pelo sistema imunológico do próprio corpo, causando inflamação nas paredes das artérias. A inflamação leva ao estreitamento das artérias, e isso pode reduzir o fluxo de sangue para várias partes do corpo.
Arterite de Takayasu pode resultar em um pulso fraco ou perda do pulso em braços, pernas e órgãos. Por esta razão, as pessoas costumavam referir-se a doença como "doença sem pulso". Às vezes os pacientes com TAK podem não ter sintomas, e a doença é tão rara que os médicos podem não reconhecê-la facilmente. Assim, muitas vezes, há um atraso na detecção, às vezes por vários anos.
 
 
 

Anatomia: 

Artérias

Causa: 

desconhecida (autoimune, infecciosa, genética)

Diagnóstico Diferencial: 

arterite cranial, fibrose retroperitoneal, aortite sifilítica, síndrome de Ehler-Danlos, Doença de Marfan, Síndrome de Cogan, Policondrite recorrente, Lúpus eritematoso sistêmico, aortite

Epidemiologia: 

Arterite de Takayasu acomete principalmente mulheres (proporção masculino/feminino de 1:9) jovens, antes dos 40 anos, com idade de início entre 15 e 25 anos. Nos Estados Unidos sua incidência é de 3 casos/milhão de habitantes.

Fatores de Risco: 

Origem Asiática

Evolução Natural: 

O curso da AT é bastante variável, inclusive com relatos de caso de remissão espontânea.

Sinais ou Sintomas: 

Inicialmente inespecífica, apenas com sintomas constitucionais, como cansaço, febre, anorexia, perda de peso, sudorese noturna, mialgias e artralgias. Em seguida, costumam aparecer os sintomas de insuficiência arterial em decorrência principalmente da estenose das artérias.

Tratamentos Possíveis: 

Sempre procure seu médico para indicar o melhor tratamento. Não faça auto medicação. O tratamento, deve ser sempre realizado em decorrência da possível morbidade e mortalidade da doença. As principais complicações são insuficiência cardíaca, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico e insuficiência renal.

Complicações Possíveis: 

As principais complicações são insuficiência cardíaca, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico e insuficiência renal.

Código: M31.4 Select ratingGive Arterite de Takayasu 1/5Give Arterite de Takayasu 2/5Give Arterite de Takayasu 3/5Give Arterite de Takayasu 4/5Give Arterite de Takayasu 5/5 No votes yet reumatologiavasculararterial
Categorias: Medicina

Arterite de Takayasu

Vascular Pro - qua, 09/13/2017 - 17:12
Takayasu

Fatos Rápidos

  • Arterite de Takayasu é muito mais comum em mulheres do que em homens. A doença começa geralmente em adultos jovens, mas crianças e pessoas de meia-idade podem adquiri-la, também.
  • Médicos encontram Takayasu (TAK) em angiografias. Angiografias são tipos de exames de raio-x que examinam as artérias. Na TAK, a angiografia mostra estreitamento das artérias maiores.
  • Artérias estreitadas ou bloqueadas causam problemas que variam de leves a graves. E, nesse momento que o cirurgião vascular entra em ação.
  • O tratamento de TAK quase sempre inclui glicocorticoides (prednisona e outros), que ajudam a reduzir a inflamação. Também podem ser prescritos aos pacientes medicamentos que suprimem o sistema imunológico.
  • Os sintomas de TAK refletem o fluxo sanguíneo deficiente nos tecidos e órgãos.

Arterite de Takayasu, também chamada de TAK, é uma forma rara de vasculite, doença envolvendo a inflamação nas paredes das artérias maiores no corpo: a aorta e seus ramos principais. A doença resulta de um ataque pelo sistema imunológico do próprio corpo, causando inflamação nas paredes das artérias. A inflamação leva ao estreitamento das artérias, e isso pode reduzir o fluxo de sangue para várias partes do corpo.
Arterite de Takayasu pode resultar em um pulso fraco ou perda do pulso em braços, pernas e órgãos. Por esta razão, as pessoas costumavam referir-se a doença como "doença sem pulso". Às vezes os pacientes com TAK podem não ter sintomas, e a doença é tão rara que os médicos podem não reconhecê-la facilmente. Assim, muitas vezes, há um atraso na detecção, às vezes por vários anos.
 
 
 

reumatologiavasculararterialAnatomia: ArtériasCausa: desconhecida (autoimune, infecciosa, genética)Diagnóstico Diferencial: arterite cranial, fibrose retroperitoneal, aortite sifilítica, síndrome de Ehler-Danlos, Doença de Marfan, Síndrome de Cogan, Policondrite recorrente, Lúpus eritematoso sistêmico, aortiteEpidemiologia:  Arterite de Takayasu acomete principalmente mulheres (proporção masculino/feminino de 1:9) jovens, antes dos 40 anos, com idade de início entre 15 e 25 anos. Nos Estados Unidos sua incidência é de 3 casos/milhão de habitantes.Complicações Possíveis: As principais complicações são insuficiência cardíaca, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico e insuficiência renal.Tratamentos Possíveis: Sempre procure seu médico para indicar o melhor tratamento. Não faça auto medicação. O tratamento, deve ser sempre realizado em decorrência da possível morbidade e mortalidade da doença. As principais complicações são insuficiência cardíaca, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico e insuficiência renal.Fatores de Risco: Origem AsiáticaSinais ou Sintomas: Inicialmente inespecífica, apenas com sintomas constitucionais, como cansaço, febre, anorexia, perda de peso, sudorese noturna, mialgias e artralgias. Em seguida, costumam aparecer os sintomas de insuficiência arterial em decorrência principalmente da estenose das artérias. Código: M31.4Evolução Natural: O curso da AT é bastante variável, inclusive com relatos de caso de remissão espontânea.
Categorias: Medicina

Revista Fertilidade.org

Fertilidade - seg, 09/04/2017 - 08:52

Revista Fertilidade.org fez tanto sucesso entre nossas pacientes que agora está online.

Categorias: Medicina

Revista Fertilidade.org

Fertilidade - seg, 09/04/2017 - 08:52

Revista Fertilidade.org fez tanto sucesso entre nossas pacientes que agora está online.

Categorias: Medicina

Tudo o Que Você Deve Saber Sobre O Seu Sistema Linfático

Vascular Pro - sab, 08/26/2017 - 20:41

Seu sistema linfático desempenha um enorme papel na proteção contra doenças, mas a maioria das pessoas não sabe muito sobre isso.
A Internet está cheia de informações questionáveis sobre o corpo e como cuidar de seus vários sistemas e órgãos — e o sistema linfático não é exceção. Aliás, é quase regra, pois é um sistema complicado, com poucos médicos que se dedicam a estudá-lo, muita ciência básica e pouca ciência aplicada. Uma rápida pesquisa no Google traz diversos artigos alegando que ele precisa ser desintoxicado para seu funcionamento ideal e melhor saúde geral. Outros alegam propriedades milagrosas ao sistema. Blogueiros aconselham a fazer coisas como tomar ervas especiais, secar escovando a sua pele, remover o arame do seu sutiã e ficar pendurado de cabeça para baixo numa “mesa de inversão" para liberar as toxinas do seu sistema — e eles afirmam que se você negligencia seu sistema linfático, corre o risco de ter eczema, artrite, sinusite crônica e outros problemas de saúde com diferentes graus de gravidade. Caramba. Puxa vida.
Na saúde, somos céticos sobre qualquer conselho relativo à desintoxicação. Afinal, a ciência prova que o nosso fígado e rins já fornecem um eficiente sistema de filtragem da maioria dos alimentos e substâncias prejudiciais que ingerimos. Além disso, certos tipos de limpeza fazem mais mal do que bem e podem levar a graves consequências. É por isso que podemos ler sobre tudo o que há para saber sobre o sistema linfático e estender a mão para médicos que tratam isso todos os dias. A especialidade dedicada é a cirurgia vascular e a angiologia, apesar disso, nem todos se dedicam ao assunto. Aqui, uma visão geral do que o sistema linfático faz — e a palavra final sobre se ele precisa ser limpo e desintoxicado ou não.
O que é o sistema linfático?
O sistema linfático é uma rede de tecidos e órgãos que transportam o fluido linfático através do corpo. Faz parte do sistema imunológico, ajudando o corpo a combater infecções. É, também, o sistema relegado entre os sistemas vasculares.
Também chamado de circulação linfática, é composta por vasos linfáticos que correm por todo o corpo em uma grande rede (sendo o maior vaso o ducto torácico, que coleta uma grande parte da linfa do corpo); gânglios linfáticos, localizados no pescoço, axila, virilha e no interior do centro do peito e abdômen; amígdalas e adenoides, que são coleções de tecido linfoide semelhantes aos gânglios linfáticos; e o baço e timo, que são órgãos linfoides.
Como é que funciona?
Quando o coração bombeia o sangue para os capilares, o fluido linfático — o fluido aquoso, fluido nutritivo no sangue — precisa ir até os vasos sanguíneos nos tecidos diversos do corpo para alimentá-los. Uma vez que esse fluido esteja lá, ele não consegue retornar pelas veias até o coração; é aí que o sistema linfático move o fluido de volta através do corpo. O sistema linfático coleta a linfa  pelos capilares linfáticos e a retorna para dentro do sistema circulatório. Uma vez dentro do sistema linfático, o fluido é chamado de linfa.
O fluido linfa filtra através dos gânglios linfáticos. Se os linfonodos detectam corpos estranhos como vírus e bactérias no líquido linfático, os gânglios encurralam os intrusos e produzem mais células brancas de combate à infecção para destruí-los. Pense no pequeno PAC-MEN limpando a sujeira, se você tem um corte no seu braço e os gânglios linfáticos acima em sua axila ficam vermelhos e sensíveis, ou se você tem um resfriado e os gânglios no pescoço ficam vermelhos, inchados ou doloridos, isso significa que eles estão fazendo seu trabalho. São as chamadas ínguas.
A partir daí, a linfa viaja através do ducto torácico no peito ou pelo ducto linfático direito e depois para uma área ao lado do pescoço, perto da veia jugular, onde volta ao sistema circulatório de novo. Alguns gânglios também transportam gorduras do seu trato gastrointestinal para a corrente sanguínea.
Você precisa desintoxicar seu sistema linfático?
Se você é uma pessoa razoavelmente saudável, você não precisa se preocupar com o seu sistema linfático ou a sua função. Ele vai fazer sua própria atividade, e seu estilo de vida não vai afetá-lo.
Então toda aquela conversa de acúmulo de toxinas em seu sistema linfático e a necessidade de desintoxicá-lo? Charlatanismo. Você não pode ou precisa aumentar a saúde do seu sistema linfático. Ele funciona maravilhosamente sozinho, e não há nada para desintoxicar. Desconfie dos supostos especialistas que afirmam que você pode ajudar a livrar seu corpo das toxinas no sistema adicionando certas ervas na sua dieta ou indo para a sauna. Exercício e massagem ajudam a mover a linfa através do corpo (veja sobre drenagem linfática), mas a movimentação normal diária e ao invés de ficar sentado ou ser sedentário por muito tempo cuida do bombeamento da linfa naturalmente.
O que pode prejudicar seu sistema linfático?
Quando os gânglios linfáticos são removidos ou danificados — geralmente devido ao tratamento de câncer — podem causar linfedema, ou inchaço nos braços ou pernas. Linfedema ocorre por um bloqueio no sistema linfático, impedindo que o fluido viaje através do corpo corretamente. Essa condição aumenta o risco de infecções. 
Outro problema potencial do sistema linfático: leucemia e linfomas que podem se desenvolver. Mas a limpeza ou desintoxicação do sistema não tem impacto sobre isto. Os fatores externos que parecem afetar o seu risco para estes cânceres são o Agente Laranja (um herbicida usado pelos militares dos Estados Unidos durante a guerra do Vietnã) e exposição à fumaça pesada (não-cigarro).
Se seu sistema linfático não está funcionando corretamente, você pode notar o acúmulo de líquido nos membros, como inchaço. Você verá o inchaço durante o dia, que pode melhorar à noite. Ao longo do tempo, o líquido pode não ir embora à noite e você pode ver as alterações na pele da região. Se tiver estes sintomas, converse com seu médico cirurgião vascular. O lipedema não deve ser confundido com o linfedema.
Em geral, o sistema linfático é uma ferramenta poderosa para nutrir os tecidos e ajudar nosso sistema imunológico, limpando as bactérias e patógenos. Ele não precisa ser desintoxicado — ele faz isso por conta própria. Ao se manter ativo, com hábitos saudáveis, exercícios físicos, você mantem seu sistema linfático funcionando corretamente.
 
 

Tags: linfáticalinfático Select ratingGive Tudo o Que Você Deve Saber Sobre O Seu Sistema Linfático 1/5Give Tudo o Que Você Deve Saber Sobre O Seu Sistema Linfático 2/5Give Tudo o Que Você Deve Saber Sobre O Seu Sistema Linfático 3/5Give Tudo o Que Você Deve Saber Sobre O Seu Sistema Linfático 4/5Give Tudo o Que Você Deve Saber Sobre O Seu Sistema Linfático 5/5 No votes yet
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Tudo o Que Você Deve Saber Sobre O Seu Sistema Linfático

Vascular Pro - sab, 08/26/2017 - 20:41

Seu sistema linfático desempenha um enorme papel na proteção contra doenças, mas a maioria das pessoas não sabe muito sobre isso.
A Internet está cheia de informações questionáveis sobre o corpo e como cuidar de seus vários sistemas e órgãos — e o sistema linfático não é exceção. Aliás, é quase regra, pois é um sistema complicado, com poucos médicos que se dedicam a estudá-lo, muita ciência básica e pouca ciência aplicada. Uma rápida pesquisa no Google traz diversos artigos alegando que ele precisa ser desintoxicado para seu funcionamento ideal e melhor saúde geral. Outros alegam propriedades milagrosas ao sistema. Blogueiros aconselham a fazer coisas como tomar ervas especiais, secar escovando a sua pele, remover o arame do seu sutiã e ficar pendurado de cabeça para baixo numa “mesa de inversão" para liberar as toxinas do seu sistema — e eles afirmam que se você negligencia seu sistema linfático, corre o risco de ter eczema, artrite, sinusite crônica e outros problemas de saúde com diferentes graus de gravidade. Caramba. Puxa vida.
Na saúde, somos céticos sobre qualquer conselho relativo à desintoxicação. Afinal, a ciência prova que o nosso fígado e rins já fornecem um eficiente sistema de filtragem da maioria dos alimentos e substâncias prejudiciais que ingerimos. Além disso, certos tipos de limpeza fazem mais mal do que bem e podem levar a graves consequências. É por isso que podemos ler sobre tudo o que há para saber sobre o sistema linfático e estender a mão para médicos que tratam isso todos os dias. A especialidade dedicada é a cirurgia vascular e a angiologia, apesar disso, nem todos se dedicam ao assunto. Aqui, uma visão geral do que o sistema linfático faz — e a palavra final sobre se ele precisa ser limpo e desintoxicado ou não.
O que é o sistema linfático?
O sistema linfático é uma rede de tecidos e órgãos que transportam o fluido linfático através do corpo. Faz parte do sistema imunológico, ajudando o corpo a combater infecções. É, também, o sistema relegado entre os sistemas vasculares.
Também chamado de circulação linfática, é composta por vasos linfáticos que correm por todo o corpo em uma grande rede (sendo o maior vaso o ducto torácico, que coleta uma grande parte da linfa do corpo); gânglios linfáticos, localizados no pescoço, axila, virilha e no interior do centro do peito e abdômen; amígdalas e adenoides, que são coleções de tecido linfoide semelhantes aos gânglios linfáticos; e o baço e timo, que são órgãos linfoides.
Como é que funciona?
Quando o coração bombeia o sangue para os capilares, o fluido linfático — o fluido aquoso, fluido nutritivo no sangue — precisa ir até os vasos sanguíneos nos tecidos diversos do corpo para alimentá-los. Uma vez que esse fluido esteja lá, ele não consegue retornar pelas veias até o coração; é aí que o sistema linfático move o fluido de volta através do corpo. O sistema linfático coleta a linfa  pelos capilares linfáticos e a retorna para dentro do sistema circulatório. Uma vez dentro do sistema linfático, o fluido é chamado de linfa.
O fluido linfa filtra através dos gânglios linfáticos. Se os linfonodos detectam corpos estranhos como vírus e bactérias no líquido linfático, os gânglios encurralam os intrusos e produzem mais células brancas de combate à infecção para destruí-los. Pense no pequeno PAC-MEN limpando a sujeira, se você tem um corte no seu braço e os gânglios linfáticos acima em sua axila ficam vermelhos e sensíveis, ou se você tem um resfriado e os gânglios no pescoço ficam vermelhos, inchados ou doloridos, isso significa que eles estão fazendo seu trabalho. São as chamadas ínguas.
A partir daí, a linfa viaja através do ducto torácico no peito ou pelo ducto linfático direito e depois para uma área ao lado do pescoço, perto da veia jugular, onde volta ao sistema circulatório de novo. Alguns gânglios também transportam gorduras do seu trato gastrointestinal para a corrente sanguínea.
Você precisa desintoxicar seu sistema linfático?
Se você é uma pessoa razoavelmente saudável, você não precisa se preocupar com o seu sistema linfático ou a sua função. Ele vai fazer sua própria atividade, e seu estilo de vida não vai afetá-lo.
Então toda aquela conversa de acúmulo de toxinas em seu sistema linfático e a necessidade de desintoxicá-lo? Charlatanismo. Você não pode ou precisa aumentar a saúde do seu sistema linfático. Ele funciona maravilhosamente sozinho, e não há nada para desintoxicar. Desconfie dos supostos especialistas que afirmam que você pode ajudar a livrar seu corpo das toxinas no sistema adicionando certas ervas na sua dieta ou indo para a sauna. Exercício e massagem ajudam a mover a linfa através do corpo (veja sobre drenagem linfática), mas a movimentação normal diária e ao invés de ficar sentado ou ser sedentário por muito tempo cuida do bombeamento da linfa naturalmente.
O que pode prejudicar seu sistema linfático?
Quando os gânglios linfáticos são removidos ou danificados — geralmente devido ao tratamento de câncer — podem causar linfedema, ou inchaço nos braços ou pernas. Linfedema ocorre por um bloqueio no sistema linfático, impedindo que o fluido viaje através do corpo corretamente. Essa condição aumenta o risco de infecções. 
Outro problema potencial do sistema linfático: leucemia e linfomas que podem se desenvolver. Mas a limpeza ou desintoxicação do sistema não tem impacto sobre isto. Os fatores externos que parecem afetar o seu risco para estes cânceres são o Agente Laranja (um herbicida usado pelos militares dos Estados Unidos durante a guerra do Vietnã) e exposição à fumaça pesada (não-cigarro).
Se seu sistema linfático não está funcionando corretamente, você pode notar o acúmulo de líquido nos membros, como inchaço. Você verá o inchaço durante o dia, que pode melhorar à noite. Ao longo do tempo, o líquido pode não ir embora à noite e você pode ver as alterações na pele da região. Se tiver estes sintomas, converse com seu médico cirurgião vascular. O lipedema não deve ser confundido com o linfedema.
Em geral, o sistema linfático é uma ferramenta poderosa para nutrir os tecidos e ajudar nosso sistema imunológico, limpando as bactérias e patógenos. Ele não precisa ser desintoxicado — ele faz isso por conta própria. Ao se manter ativo, com hábitos saudáveis, exercícios físicos, você mantem seu sistema linfático funcionando corretamente.
 
 

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Hérnia de disco por endoscopia - Acesso Interlaminar

Neurocirurgia - seg, 08/21/2017 - 19:08

Vídeo demonstrando o acesso interlaminar para o tratamento endoscópico da hérnia de disco.

 

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