Neurocirurgia

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Atualizado: 1 hora 19 segundos atrás

Pseudotumor cerebral

sab, 11/10/2012 - 22:59

      Também chamado de hipertensão intracraniana benigna ou hipertensão intracraniana idiopática, é uma doença que causa principalmente dor de cabeça e alteração visual. O diagnóstico é feito ao determinar a pressão intracraniana elevada e edema no nervo óptico, após descartar outras doenças com estas características, como por exemplo, tumores cerebrais, hidrocefalia, infecções (meningite), encefalopatia hipertensiva e trombose de seio venoso dural. É uma causa evitável de cegueira, por isso o diagnóstico precoce é importante.
     O problema é mais frequente em mulheres obesas e jovens, especialmente após o uso de alguns medicamentos. A causa não é totalmente compreendida, pode melhorar espontaneamente e retornar sem explicação. Os exames de imagem do crânio são importantes para afastar a possibilidade de outras doenças, e o diagnóstico é confirmado pela medida da pressão do líquor através de punção lombar e pela avaliação oftalmológica. O tratamento clínico, inclui além do uso de medicamentos específicos, perda de peso, suspensão de alguns medicamentos, restrição de sal e líquidos, entre outras medidas. O tratamento cirúrgico é indicado quando o tratamento clínico não funciona ou quando a perda visual é progressiva, nesse caso diversas formas de derivação liquórica podem ser utilizadas.

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First Case

sab, 11/10/2012 - 04:13

this is first medical case related to fever.. give your treatments here.......... Thanks ........

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Convulsão e Epilepsia

sab, 11/03/2012 - 21:18

O que é epilepsia? E convulsão, é a mesma coisa?

     A epilepsia se caracteriza por crises epilépticas de repetição. É uma doença frequente que acomete cerca de 1 a 2% da população geral. Além disto, cerca de 4% das pessoas,  já apresentou pelo menos uma crise convulsiva na vida.  Na crise epiléptica, por algum motivo, um agrupamento de células cerebrais se comporta de maneira anormal, como se fosse um curto-circuito. A convulsão é um tipo de crise epiléptica.

     Na grande maioria dos casos, as crises desaparecem espontaneamente, mas a tendência é que se repitam de tempos em tempos. Crise que dura mais de cinco minutos ou crises recorrentes indicam uma situação de emergência neurológica conhecida como estado do mal epilético. Nesse caso, o paciente precisa de atendimento médico imediato.

O que causa uma crise convulsiva?

     As crises convulsivas se originam de focos ou regiões de mal-funcionamento do cérebro. Eventualmente todo o cérebro pode estar comprometido.

     Um episódio único não é indicativo de epilepsia. O médico precisa ouvir a história do paciente e o relato das pessoas que presenciaram a crise para determinar o diagnóstico. Além disso, é preciso certificar-se de que não existe nenhum fator precipitante da crise, seja tóxico, seja provocado por alguma outra doença.

     Algumas causas são reversíveis, como por exemplo, variação na quantidade de sal das células; outras estão presentes desde o nascimento, como as malformações do cérebro. Existem também epilepsias associadas à presença de lesões graves, potencialmente fatais, como tumores ou hemorragias cerebrais. Para o paciente, descobrir a doença que causa suas crises é fundamental, e atualmente os exames complementares disponíveis facilitam muito o diagnóstico. No entanto nem sempre isso é possível, e muitas vezes o tratamento é apenas sintomático, ou seja, baseado em medicações anti-epilépticas. 

Vale a pena ressaltar que ter epilepsia não implica obrigatoriamente em ter distúrbios de comportamento ou retardo mental. Apesar do preconceito que envolve a doença, existem vários profissionais de todas as áreas que têm epilepsia e usam medicação regularmente.


Quais são os tratamentos disponíveis?

     Existem várias medicações capazes de tratar as crises epilépticas, que são escolhidas pelo profissional de acordo com as características individuais do paciente e o tipo de crise apresentada. Nos casos de epilepsia grave, incapacitante e refratária ao tratamento clínico, o paciente pode ser candidato ao tratamento cirúrgico. O avanço tecnológico e dos métodos diagnósticos têm tornado o tratamento medicamentoso e cirúrgico cada vez mais seguros e eficientes.

Posso suspender o medicamento para fazer uso de bebida alcoólica?

     Não deixe de tomar a medicação sob nenhum pretexto. O controle das crises e a qualidade de vida depende do correto uso da medicação.

Posso pegar as receitas com meu médico sem consultá-lo?

     Mantenha visitas regulares ao médico, e não falte mesmo que esteja com bom controle da doença. É preciso evitar que possíveis efeitos colaterais possam ser atribuídos erroneamente à epilepsia. Assim como prevenir o aparecimento dos efeitos colaterais ou de descompensar das crises epilépticas. Por isso que as receitas são controladas e só devem ser prescritas após consulta médica!

Acho que não estou precisando de tanto remédio, posso diminuir a dose?

     Não altere a dose do remédio por conta própria. O controle das crises depende do uso contínuo da dose adequada para o seu caso. A dose necessária pode variar de acordo com o peso do paciente e medicamentos que estejam sendo administrados em conjunto, portanto, as visitas regulares ao seu médico são necessárias!

Meu filho pode ter o mesmo problema que eu?

     Não se preocupe, a maiorias das doenças que cursam com epilepsia não são hereditárias, portanto a possibilidade de um filho nascer com epilepsia é semelhante à dos casais que não apresentam a síndrome;

Tive um desmaio e me disseram que me contorci inteiro... mas foi só uma vez, preciso passar em consulta?

     Procure avaliação de um neurologista, mesmo que tenha apresentado apenas uma crise epiléptica;

Meu amigo tem convulsões com muita frequencia, o que posso fazer para ajudá-lo no momento da crise?

     Ao presenciar uma pessoa apresentando crise convulsiva, é importante manter a calma e tentar proteger a cabeça do paciente para evitar um traumatismo, e também tentar virar o rosto de lado para eliminar o acúmulo de saliva e impedir que se asfixie com o próprio vômito. Não se deve colocar objetos na boca ou tentar segurar a língua do paciente, sob o risco de tomar uma mordida, e não trará benefícios. Se o paciente demorar para retomar a consciência, deve ser encaminhado ao hospital. Em geral, se a crise estiver durando mais de 5 min, já vale a pena chamar uma ambulância!

Posso pegar alguma doença se me aproximar de alguém tendo convulsão?

     Não tenha medo nem preconceitos. Epilepsia não é contagioso, e nem sinal de loucura.

 

Dra. Mariluci Flavia da Silva (neurologista)

Dr. Marcelo Amato (neurocirurgião)

 

Referências

  • Greenberg MS. Manual de Neurocirurgia. 5a Ed. Porto Alegre. Artmed 2003.
  • Nitrini R e Bacheschi LA. A neurologia que todo médico deve saber. Editora Atheneu 2004.
  • Shah SM e Kelly KM. Principles and Practice of Emergency Neurology – Handbook for Emergency Physicians. Cambridge University Press 2003.
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Tenho hérnia de disco. Posso correr?

sex, 10/12/2012 - 20:26

Impedir uma pessoa de praticar atividades físicas com receio que a doença degenerativa piore pode ter consequências graves tanto psicológicas quanto físicas.

     Os discos intervertebrais são estruturas compostas por uma porção mais fibrosa chamada de ânulo fibroso e outra mais elástica e gelatinosa, o núcleo pulposo. A principal função do disco é absorver o impacto e permitir a mobilidade entre uma vértebra e outra. Os vasos sanguíneos não chegam em grande parte do disco, e a sua nutrição depende justamente do impacto para que ocorra. No entanto, estresse mecânico exagerado, frequente ou inadequado podem gerar problemas e causar a doença degenerativa discal (DDD). A hérnia de disco é uma fase da DDD.
     Para o tratamento da hérnia de disco em corredores ou atletas, é importante que sejam determinados os motivos que favoreceram a degeneração discal. Não é uma tarefa simples, por ter geralmente vários fatores: genética, postura, traumatismo, nutrição, treino inadequado e tipo de atividade física. Modalidades esportivas que envolvam carga axial demasiada, como levantamento de peso, ou impacto irregular ou imprevisível, como algumas artes marciais, podem certamente acelerar o processo degenerativo. Também deve ser considerado as expectativas do atleta com relação ao retorno às suas atividades e o risco a que pode estar se submetendo de manter atividades competitivas.
     No entanto, caminhar e correr, são funções básicas do nosso corpo, e devem ser estimuladas no processo de reabilitação de doenças da coluna. Certamente, que a melhor maneira de iniciar ou reiniciar essas atividades devem ser acompanhadas de perto por um médico e equipe multiprofissional para que não ocorra recidiva ou aparecimento de novo problema da coluna. Assim como correr maratonas ou provas de velocidade pode não ser indicado para todo tipo de pessoa, ficar parado também não é! De fato, pessoas que por alguma doença, ficam restritas de algum movimento por muito tempo, sofrem com o desuso e rigidez das articulações envolvidas, processo chamado de anquilose.
     O neurocirurgião pode ajudar a determinar a gravidade do problema, assim como se há indicação de algum procedimento para proporcionar melhora e retorno mais rápido às suas atividades físicas. O fisiatra pode ajudá-lo na reabilitação adequada que deve ser realizada independente de algum procedimento neurocirúrgico.

Leia também:
dor lombar
dor cervical
hernia de disco cervical
programa de educação - coluna lombar
programa de educação - coluna cervical

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Dr. Marcelo Amato (neurocirurgião)
Dr. Anderson Nakama (fisiatra)

Referencias:
1: Guten G. Herniated lumbar disk associated with running. A review of 10 cases. Am J Sports Med. 1981 May-Jun;9(3):155-9. PubMed PMID: 7235111.
2: Moore MN, Vandenakker-Albanese C, Hoffman MD. Use of partial body-weight support for aggressive return to running after lumbar disk herniation: a case
report. Arch Phys Med Rehabil. 2010 May;91(5):803-5. PubMed PMID: 20434621.
3: Chan SC, Ferguson SJ, Gantenbein-Ritter B. The effects of dynamic loading on the intervertebral disc. Eur Spine J. 2011 Nov;20(11):1796-812. Epub 2011 May 4. Review. Erratum in: Eur Spine J. 2011 Nov;20(11):1813. PubMed PMID: 21541667; PubMed Central PMCID: PMC3207351.

 

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Hidrocefalia de Pressão Normal (HPN)

sab, 10/06/2012 - 22:05

     É uma doença caracterizada pela tríade de sintomas que inclui demência, incontinência urinária e distúrbio de marcha. Demência é a perda ou redução progressiva das funções cognitivas que incluem: memória, linguagem, atenção, habilidades construtivas, resolução de problemas, etc. O problema é causado por um distúrbio da circulação liquórica (líquido céfalo-raquidiano que protege e irrriga o sistema nervoso central); o cérebro para de funcionar adequadamente, porque o líquido não é reabsorvido corretamente ou então apresenta dificuldade de circulação.
     A HPN é geralmente diagnosticada entre a 6a e 7a década de vida. Acredita-se que o diagnóstico desta doença seja subestimado, e muitos pacientes diagnosticados com doença de Alzheimer, Parkinson ou outras demências, têm na verdade, Hidrocefalia de Pressão Normal. O SBT publicou uma reportagem recente declarando que a doença atinge 60 mil brasileiros… número exagerado, mas que serve para alertar a população sobre este problema.
     O diagnóstico da HPN não é simples, além do quadro clínico e de um bom exame de imagem como a Ressonância Nuclear Magnética, podem ser necessários exames funcionais como a Cisternocintilografia e o Tap Test. O Tap Test é um exame realizado através da drenagem de líquor pela punção lombar; cerca de 30ml de líquor é retirado em um procedimento realizado com anestesia local no consultório ou hospital. Se o paciente apresentar melhora dos sintomas com este exame, o diagnóstico de HPN é reforçado.
     O diagnóstico correto é importante pois os pacientes com HPN apresentam indicação de cirurgia para correção do distúrbio da circulação liquórica. A cirurgia mais tradicional é a derivação ventrículo-peritoneal, no entanto, recentemente a ventriculostomia endoscópica têm ganhado espaço no tratamento cirúrgico desta doença, principalmente pelo fato de não ser necessária a implantação de um corpo estranho no organismo do paciente.
    Para mais informações sobre estes procedimentos clique aqui, e não deixe de tirar todas suas dúvidas com o seu neurocirurgião.

Leia mais em:

Fontes: Tratado de Clínica Cirúrgica, Neurocirurgia Pediátrica - Fundamentos e Estratégias
 

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Exercícios de William

sab, 09/22/2012 - 23:27

Exercícios abdominais para quem tem problema de coluna.

OBS: se tiver alguma doença na coluna, consulte o seu médico antes de realizar os exercícios.

 

Exercícios de William - Amato

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Dor crônica

sab, 09/22/2012 - 23:08

Dor crônica, muita gente convive com ela 24 horas por dia. Adote 9 hábitos que minimizam o sintoma, melhorando a qualidade de vida.

Matéria publicada na edição de junho da revista Viva Saúde, da Editora Escala.

Dor Crônica

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Contato

seg, 09/17/2012 - 20:04

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Angioma Cavernoso do Sistema Nervoso Central (Angiomas, Cavernoma)

seg, 09/17/2012 - 19:55

 

     O angioma cavernoso também é conhecido como malformação cavernosa, hemangioma cavernoso, cavernoma ou malformação arteriovenosa criptogênica. Pode estar localizado no encéfalo (cérebro e cerebelo), medula espinhal e nervos cranianos. É uma doença relativamente rara, com incidência na população de 0,5 a 0,7%.      Acredita-se que na maioria das vezes estas lesões sejam congênitas, no entanto sabe-se que podem aparecer depois do nascimento, especialmente em casos de irradiação cerebral. Os angiomas cavernosos em 16 a 33% dos casos apresentam-se múltiplos e nestes há uma grande associação com a herança familiar.      A ausência de tecido nervoso normal no meio destas lesões é o que as diferencia de outras malformações como telangiectasias, malformações arterio-venosas (MAV) e angiomas venosos. A Ressonância Nuclear Magnética é bastante sensível e específica para se fazer o diagnóstico, diferenciar de tumores e programar a cirurgia. No entanto, após um sangramento agudo a identificação do angioma cavernoso pode ser difícil; o inchaço associado ao sangramento costuma desaparecer em 4 a 6 semanas, este é portanto o tempo adequado para se repetir uma Ressonância em caso de dúvida.      Geralmente, os angiomas cavernosos não causam sintomas. Quando os fazem, não costumam causar risco de vida devido ao baixo fluxo sanguíneo destas malformações vasculares. Há três principais tipos de manifestação clínica: 1.     crises epilépticas; 2.     dor de cabeça e dano neurológico progressivo 3.     sangramento no sistema nervoso (cerebral, cerebelar ou medular) com dano neurológico súbito      É importante conhecer a chance de sangramento destas lesões para que se possa programar o tratamento. Vários fatores incluindo idade, sexo, localização, tamanho, multiplicidade e forma de apresentação clínica tornam complexa a avaliação do risco de hemorragia, mas de uma forma geral, varia de 0,25% a 3,8% por ano.      Aparentemente existe um maior risco de hemorragia após o primeiro evento: 4,5% a 23%. Mulheres parecem apresentar maior risco de hemorragia, principalmente durante a gravidez devido às mudanças hormonais. Outro possível fator de risco é a idade, com maior probabilidade de sangramento em jovens.      Outro fator importante a ser considerado é o risco de um paciente com angioma cavernoso apresentar crises epilépticas (convulsão) que pode variar de 1,5% a 4,8% ao ano.      Quase todos os pacientes sem sintomas devem ser observados, pois eles podem assim permanecer por tempo indefinido, e se ocorrer uma hemorragia, geralmente é pequena e sem grandes danos neurológicos. O tratamento conservador também é relevado se a malformação estiver associada com epilepsia bem controlada clinicamente, e se o paciente for idoso ou não apresentar condições clínicas para o tratamento cirúrgico, ou se o paciente apresentar múltiplos angiomas e a lesão sintomática atual não puder ser determinada. Se a malformação estiver localizada em região crítica do cérebro, e o paciente apresentar apenas uma hemorragia ou sintomas mínimos o tratamento conservador também pode ser considerado. No tratamento conservador, sugere-se acompanhamento clínico e radiológico com Ressonância Magnética a cada 6 meses por 2 anos e se a lesão permanecer estável, pode-se ampliar o intervalo para 1 ano.      As lesões que causam sintomas devem ser tratadas agressivamente visto o alto índice de recorrência e os resultados positivos da cirurgia levando a maior expectativa e melhor qualidade de vida. Em pacientes com história curta e benigna de epilepsia, a remoção do angioma cavernoso e do hematoma adjacente está associada a alta taxa de sucesso no controle de crises epilépticas. Pacientes com sangramentos recorrentes também são geralmente submetidos à cirurgia. Em ambas situações o tratamento conservador pode ser considerado quando a lesão está localizada em uma região com grande risco cirúrgico.      Tratamento com radioterapia ou radiocirurgia não deve ser considerado, pois não há evidência de benefício e portanto não compensam as complicações envolvidas nesses procedimentos. Tags:
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Aneurismas Cerebrais. Qual o melhor tratamento?

seg, 09/17/2012 - 19:53

 

    Aneurismas cerebrais constituem um importante problema de saúde mundial, afetando entre 3 a 5% da população. São lesões caracterizadas por dilatações ou lobulações das paredes das artérias intracranianas. Na maioria das vezes, os aneurismas não dão sintomas até que ocorra ruptura e sangramento, quando geralmente se manifestam pela hemorragia subaracnóide (HSA), que é uma situação clínica grave e uma urgência médica.

    O tratamento consiste em excluir o aneurisma da circulação sanguínea, evitando-se desta forma a HSA, que quando ocorre, pode ser fatal em 1/3 dos casos e deixar seqüelas clínicas limitantes em até metade dos pacientes que sobrevivem.

    Tradicionalmente, o tratamento do aneurisma cerebral se faz através da colocação cirúrgica de um clipe metálico entre o vaso normal e o aneurisma, excluindo-se desta forma a passagem de sangue para o interior do saco aneurismático. Este procedimento é realizado através de craniotomia, ou seja, uma pequena abertura no crânio. O cérebro não é cortado, apenas dissecado e afastado para que a artéria com aneurisma, que geralmente se situa embaixo do cérebro seja encontrada e tratada. O procedimento é realizado com anestesia geral, dura cerca de 4 horas e, atualmente, é considerado bastante seguro e eficaz.

    Em 1991, com a introdução por Gulglielmi das espirais metálicas com destacamento controlado, disponibilizou-se uma nova alternativa ao tratamento dos aneurismas cerebrais, até então tratados preferencialmente por via cirúrgica. A utilização destas espirais metálicas (molas delicadas de platina) permitiu a realização do tratamento do aneurisma cerebral pela técnica de embolização endovascular. Neste procedimento, é realizada uma pequena punção na artéria femoral (virilha), por onde se conduz um micro cateter até o interior do saco aneurismático. O procedimento, realizado em um angiógrafo,  utiliza visualização em tempo real sob Raios-X para identificação das estruturas vasculares quando preenchidas por contraste iodado. Com o micro cateter no interior do aneurisma, sucessivas espirais metálicas são introduzidas no interior do saco aneurismático até a sua exclusão circulatória. 

    A embolização endovascular dos aneurismas cerebrais permitiu uma abordagem terapêutica eficaz e segura, associada a menores taxas de morbidade e de mortalidade. Entretanto, a melhor escolha terapêutica entre as modalidades, cirúrgica ou endovascular, deverá ser analisada de forma multidisciplinar levando-se em conta o melhor tipo de abordagem para cada tipo de aneurisma e de paciente.

    O Amato Consultório Médico e a equipe Neurocirurgia.com possuem profissionais capacitados para o tratamento dos aneurismas cerebrais e todos os casos são discutidos com equipe multidisciplinar composta por neurocirurgião, neurorradiologista intervencionista e cirurgião endovascular para que a melhor opção terapêutica seja escolhida para cada caso.

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Hérnia de Disco

seg, 09/17/2012 - 19:49

   

     Entre as vértebras cervicais, torácicas e lombares, estão os discos intervertebrais, que são estruturas cilíndricas, formadas por um anel (ânulo) fibroso na parte mais externa e uma porção mais gelatinosa (núcleo pulposo) no interior. A função destes discos é amortecer o impacto, absorver os choques, e evitar o atrito entre uma vértebra e outra.Os discos intervertebrais desgastam-se com o tempo, com o uso repetitivo ou inadequado. Nessas situações podem ocorrer  as hérnias de disco, ou seja, parte dos discos sai da posição normal e comprime a medula ou raizes nervosas. O problema é mais comum nas regiões lombar e cervical, por serem áreas mais expostas ao movimento e que suportam mais carga.

   

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Fratura Osteoporótica

seg, 09/17/2012 - 19:46

    Geralmente, a fratura por osteoporose ocorre após uma queda da própria altura ou um traumatismo pequeno em paciente idoso ou que tem osteoporose. O principal sintoma é a dor, mas dependendo da gravidade da fratura podem ocorrer déficits neurológicos como perda de força ou de sensibilidade nos membros inferiores ou superiores, de acordo com o nível da coluna afetado.
    Um diagnóstico diferencial que deve ser considerado nas fraturas patológicas da coluna vertebral são os tumores. Uma fratura aparentemente osteoporótica pode se confundir com a fratura vertebral causada pelo enfraquecimento que o tumor provoca na vértebra.
    O tratamento inicial geralmente envolve o uso de medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios (quando não há contra-indicação para o uso destes) e o uso de um colete. Caso a dor seja insuportável, não melhore com o tratamento clínico ou ocorra deformidade grave da coluna, o tratamento deve ser cirúrgico. Os principais métodos são a cifoplastia e a vertebroplastia que podem, em muitos casos, ser realizada com sedação e anestesia local. Em alguns casos o paciente pode internar e deixar o hospital no mesmo dia da cirurgia!

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5 maneiras de aumentar sua fertilidade

qua, 04/18/2012 - 21:02

Procure tratamento

A gravidez pode ser um processo muito natural em sua vida, mas para alguns a gravidez é um pouco mais difícil.   Se você é uma dessas mulheres, então ainda não é hora de parar ou desistir. A maioria dos casais que tem dificuldade de conceber um bebê são bem sucedidos ao buscar tratamento adequado de infertilidade.

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Calendário da fertilidade

qui, 03/08/2012 - 23:07

Pessoal, essa oferta do aplicativo gratuito de calendário da fertilidade é válida somente para as próximas 6 horas.

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Reprodução Assistida na atualidade

seg, 12/19/2011 - 19:21

Muito se fala nos dias de hoje do aumento dos casos de Infertilidade Conjugal, afinal ao que isso se deve?

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Da concepção ao nascimento

sab, 11/19/2011 - 10:13

 

Essa apresentação na TED (Idéias que merecem ser difundidas) do Alexander Tsiaras contempla maravilhosas imagens da concepção ao nascimento, e além. Uma mistura de ciência, beleza e arte.

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Aula sobre ética na reprodução assistida

qui, 10/20/2011 - 12:23

A Dra Juliana vai apresentar dia 20/10/2011 aula sobre Ética na Reprodução Humana no I Congresso Internacional de Direitos Humanos - Brasil e Alemanha - Concordâncias e divergências.

Todos estão convidados.

 

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