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Clinica de Reprodução Humana em São Paulo, SP. Tratamento de Infertilidade. Técnicas modernas de fertilização in vitro. Dicas para manter sua fertilidade.
Atualizado: 16 minutos 42 segundos atrás

Infertilidade masculina sem explicação

qua, 12/04/2013 - 17:14

    Quando um casal procura um médico especialista com a queixa de não conseguir engravidar, inicia-se um processo de investigação que tem por objetivo identificar o que está causando essa dificuldade. As causas possíveis são inúmeras e podem resultar de um acometimento da mulher, do homem ou de ambos. Em um determinado número de vezes não é possível, mesmo com intensa busca, determinar a causa da infertilidade do casal.
    O estudo da fertilidade do homem começa com o seu histórico de saúde e seu exame físico. Nesta etapa alguns exames já podem ser realizados. Posteriormente a investigação continua com a realização de um espermograma, que é um exame que avalia a qualidade e a quantidade de espermatozoides presentes em uma ejaculação. Essa é a última etapa para a grande maioria dos homens, pois diversas condições podem ser diagnosticadas com esse exame. Mas para outros, a pesquisa deve continuar com a repetição do exame ou com dosagens hormonais. É importante que a parceira também seja investigada, pois algumas vezes a dificuldade em se achar o diagnóstico no homem se deve ao fato de não haver nada de errado com ele.
    Quando a busca se encerra sem uma explicação concreta para a infertilidade masculina, diz-se que ela é idiopática, isto é, sem causa definida. Esse diagnóstico pode acometer até 15%* dos homens inférteis, o que levou ao surgimento de muitas pesquisas e teorias sobre o assunto. Uma das explicações  é a presença de anticorpos contra os espermatozoides. Isso pode acontecer e seria devido à quebra de barreira no local onde eles ficam armazenados nos testículos (resultado de trauma ou infecção anteriores, por exemplo). Assim, o sangue quando entra em contato com agentes patogênicos pode estimular o sistema a produzir esses anticorpos. Outras possibilidades seriam o excesso de radicais livres - advindos de processos infecciosos ou do tabagismo -, o dano ao DNA dos espermatozoides ou defeito no processo de capacitação que os espermatozoides precisam realizar para conseguir fertilizar o óvulo.
    São diversas as explicações propostas, mas faltam exames adequados para que seja possível identificar essas condições. Os tratamentos disponíveis, dependendo do caso, incluem se abster do tabagismo, o uso de medicação hormonal ou antioxidante e a reprodução assistida.

* IBJU: Unexplained male infertility: a review - Alaa Hamada, Sandro C. Esteves, Mark Nizza, Ashok Agarwal. Vol. 38 (5): 576-594, September - October, 2012

Tags: masculinoidiopática
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Qual a relação entre obesidade e infertilidade?

sab, 11/16/2013 - 00:00

A obesidade é medida na prática com uma conta que usa o valor do peso e da altura. Essa conta representa um índice chamado índice de massa corporal ou IMC, de modo que quanto mais alto o índice mais acima do peso ideal a pessoa está. Esse excesso de peso já está associado aos mais diversos problemas de saúde, sendo considerado, por si só, uma condição que merece tratamento. Inúmeras pesquisas são feitas atualmente para compreender qual a relação entre a obesidade e a infertilidade. Será que, como a maioria dos aspectos da saúde humana, a capacidade reprodutiva também é negativamente influenciada por ela?
Um estudo* recentemente publicado na revista “Obstetrics and Gynecology Clinics of North America” procurou compreender melhor essa possível associação. Nele foi explicado que o tecido adiposo produz substâncias chamadas adipocinas, que influenciam a boa comunicação entre as células do corpo. Com essa comunicação dificultada, fica mais complicado executar corretamente as suas funções; essa influência pode inclusive ser exercida sobre as regiões do cérebro responsáveis pelo controle do ciclo ovulatório.
O tecido adiposo em excesso é considerado tóxico para o organismo porque também permite que a gordura seja estocada em diferentes células e tecidos, inclusive nos óvulos, afetando a sua qualidade.
O ciclo menstrual irregular, que pode estar presente em mulheres obesas, reflete o controle desregulado do organismo sobre a ovulação, mas parece que mesmo aquelas com o ciclo regular demoram mais para conseguir engravidar, assim como as chances de abortamento nessas mulheres também parecem ser maiores.
O aconselhamento por médico especialista antes da gravidez é muito importante para orientar a paciente obesa em relação a maneiras de como promover a sua capacidade reprodutiva, inclusive para aquelas que irão se submeter a tratamentos para infertilidade. Embora a perda de peso melhore de modo geral a função dos ovários e o desfecho da gravidez, o tratamento dessas pacientes deve ser individualizado, isto é, “cada caso é um caso” .

 

*Obstet Gynecol Clin N Am 39 (2012) 479–493

 

Tags: obesidadetratamento
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Não consegui engravidar com o tratamento: devo desistir?

sab, 11/16/2013 - 00:00

A dificuldade de engravidar é algo presente na vida de muitos casais que são considerados inférteis quando, mesmo após um ano de tentativas, não conseguem engravidar. Após procurarem um especialista e iniciarem um tratamento adequado - já que são inúmeras as causas de infertilidade - três resultados podem aparecer: a gravidez, a falha do tratamento ou a desistência precoce por parte dos casais.
A variedade de tratamento disponível inclui a inseminação artificial, a fertilização in vitro, a injeção intracitoplasmática de esperma, assim como procedimentos cirúrgicos e o uso de medicações, hormonais ou não. Os motivos que os levam a desistir são os mais diversos, variando conforme o tipo de tratamento a que estão submetidos.
De modo geral a desistência acontece por desgaste físico e emocional, questões financeiras, problemas médicos ou quando já estão previstas baixas chances de sucesso com a terapia. Mas o desgaste emocional parece ser o aspecto que exerce a maior influência, algumas vezes pode ser necessário apoio psicológico profissional para auxiliar o casal a lidar com a frustração e o estresse emocional.
A decisão de desistir é rotineiramente tomada em conjunto pelo casal e parece não influenciar negativamente sobre a manutenção posterior do seu relacionamento, segundo pesquisas.
O tratamento da infertilidade, assim como qualquer outro tratamento médico, pode ser exaustivo e algumas vezes desestimulador, principalmente quando os resultados demoram a aparecer.
A decisão sobre continuar ou não o tratamento deve ser uma decisão bem informada, isto é, o médico que acompanha o casal deve fornecer a eles a realidade sobre o seu caso e as suas chances de sucesso, conforme o tempo passa. Fora a informação, também é bom haver o suporte social e emocional de parentes e amigos que possam ajudá-los a refletir sobre qual o melhor caminho a seguir.

 

Tags: suportefamíliatratamento
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Não quero engravidar agora: devo congelar o meu óvulo?

ter, 11/12/2013 - 11:49

O momento “certo” para engravidar é um dilema moderno. Se por um lado a mulher sente que deve esperar ter estabilidade profissional e financeira, estar com alguém que realmente ama e com quem deseja ter um filho e, principalmente, esperar o momento em que tenha realmente maturidade para lidar com a maternidade, por outro lado ela sabe que, conforme o tempo passa, mais difícil será engravidar e conceber uma criança saudável.
A capacidade reprodutiva da mulher começa a cair por volta dos 35 anos de idade, se tornando bem inferior aos 40. Paralelamente a esse processo, aumentam-se as chances de defeitos genéticos no embrião, levando a gestação mais frequentemente ao abortamento. O que fazer? 
A criopreservação é a técnica que permite o congelamento de óvulos da mulher quando ainda jovem por um longo período. A ideia central é que ela possa usufruir dessas células congeladas para engravidar em um “momento mais adequado” na sua vida, quando estiver mais velha, por exemplo, e com uma maior dificuldade para gerar um óvulo saudável e conseguir engravidar naturalmente.
Ainda que a criopreservação seja uma opção disponível atualmente, a idade em que o óvulo é retirado e a idade em que é utilizado no futuro influenciam no sucesso da terapia, sendo tão mais bem sucedida quanto mais jovem a mulher em ambos os momentos.  
A conscientização precoce sobre a fertilidade como algo que faz parte da saúde e do dia a dia e que é fortemente influenciada pelas nossas atitudes, decisões e estilo de vida é de extrema importância tanto para o planejamento familiar pessoal quanto para o sucesso de futuras terapias de reprodução assistida.
A orientação e o suporte do médico especialista são uma ferramenta essencial no processo de decisão da mulher e do casal, porque, muitas vezes, os casais não sabem quais as tecnologias que estão disponíveis e quais as suas reais opções.

 

Tags: criopreservaçãomomento certoquando
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Como se preparar para o tratamento de infertilidade?

ter, 11/12/2013 - 11:42

Chega um momento na vida de cada casal em que a dúvida sobre ter ou não ter filhos se torna uma constante no seu dia a dia. Algumas vezes os parceiros querem coisas diferentes, ou em momentos diferentes, mas, ao final, quando a decisão é tomada, um misto de alívio e ansiedade toma conta. Depois de tanto ponderar, imaginar e querer, algo inesperado pode acontecer: não ser capaz de engravidar. E em grande parte das vezes é assim que a infertilidade aparece, sem aviso prévio. O casal pode decidir, então, por procurar um especialista.     
Ao procurar um ginecologista especialista em reprodução humana, o casal aceitou que algo está errado e que eles gostariam de receber ajuda. O médico iniciará um processo de investigação das possíveis causas para a sua infertilidade e irá oferecer a eles os tratamentos disponíveis. Também serão dadas orientações gerais sobre saúde, como a importância de cuidar do corpo, controlando os vícios, balanceando a dieta e até mesmo se exercitando, já que a saúde física também é importante para o sucesso da terapia e colabora com o bem-estar individual.
A ideia de não ser capaz de ter filhos é algo difícil de digerir, principalmente porque não é um tema que costuma fazer parte do nosso cotidiano. O casal que inicia o processo de enfrentamento da infertilidade se sente muitas vezes desamparado e tem dificuldade em buscar apoio das pessoas a sua volta por medo de dizer o que sentem ou o que está de fato acontecendo. Da decisão de ter filhos, dos meses de tentativa, da decisão de procurar um médico até de fato iniciar o tratamento, o casal enfrenta uma tempestade de diferentes emoções, e a habilidade para lidar com elas é algo que definitivamente será testada.
Atualmente, no meio científico, estuda-se bastante a importância do suporte social e a diferença que isso faz para os casais que estão vivenciando esse momento. Palavras positivas de familiares e amigos, poder expressar o que sente para o parceiro e o apoio do médico que os assiste são condições essenciais para seguir em frente e amenizar o estresse que quase invariavelmente irá surgir.
Dessa forma, cuidar da saúde do corpo, conversar com as pessoas que fazem parte da sua vida, principalmente com o parceiro, assim como o suporte de um profissional compreensivo e dedicado, são ferramentas ideais para enfrentar a infertilidade.

 

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Indução de ovulação e coito programado

dom, 09/29/2013 - 20:55

            Existem diferentes motivos que podem levar um casal a não conseguir engravidar. Uma mulher que apresente um ciclo anovulatório (que não produz óvulo) pode representar até um quarto desses motivos. Quando o período menstrual demora pelo menos 35 dias para se repetir (podendo demorar até seis meses), considera-se que a mulher não está ovulando ou que, pelo menos, a sua ovulação não está ocorrendo em todos os seus ciclos, tornando a concepção para ela um evento bastante improvável.

A ausência de ovulação ou a ovulação ocasional podem resultar da falha do funcionamento do ovário, de órgãos do sistema nervoso central ou de hormônios específicos; a medicina organiza essas falhas em três diferentes “padrões”. Isso é importante ser definido porque cada um desses padrões exigirá uma conduta diferente por parte do especialista, mas, em todos os casos, é possível proceder com a indução da ovulação por meio do uso de diferentes tipos de medicação.

A indução é um estímulo ovariano à produção de um folículo -  conjunto de células que poderá gerar um óvulo posteriormente. Esse processo de indução é diferente do que é feito com mulheres que normalmente ovulam mas que precisam ser estimuladas a produzir muitos folículos para serem utilizados em técnicas de reprodução assistida, como a fertilização in vitro. As medicações mais utilizadas são o clomifeno, os chamados agonistas dopaminérgicos, as gonadotropinas, os inibidores de aromatase, entre outros.

Após a indução da ovulação com a medicação mais apropriada deve-se buscar evidências de que o ciclo menstrual se tornou ovulatório. Isso pode ser feito pela observação de sua regularização (intervalo de tempo definido entre um ciclo e outro), pela identificação de aumento cíclico da temperatura corporal, pela realização de exames de imagem (ultrassom) e de laboratório (exames de urina e de sangue). O reconhecimento do período ovulatório guia o momento mais adequado para se ter relações sexuais buscando a concepção. O acompanhamento e controle após o estímulo também são importantes para medir sua intensidade e seu efeito da medicação de modo a evitar a ocorrência potencial de gestações múltiplas (estimulação de múltiplos folículos).

Vale destacar que mulheres que se submetem a esse tipo de tratamento não estão sob maior risco de desenvolver câncer de mama. O mesmo não pode ser dito em relação ao câncer de ovário, de modo que a orientação seguida é a de  limitar a terapia a longo prazo com certas medicações, como o clomifeno.

Este tratamento é seguro e há anos ajuda mulheres em todo o mundo a engravidar. Como todo tratamento médico, há indicações particulares para cada caso. Procure um médico atuante na reprodução humana para saber qual a melhor indicação para seu caso! 

Tags: coito programadoindução da ovulação
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Fertilização in vitro

dom, 09/29/2013 - 20:49

A fertilização in vitro (FIV) é uma técnica de reprodução assistida em que se promove o encontro, em laboratório, entre o óvulo e o espermatozoide extraídos dos futuros pais. A extração dessas células sexuais pode ser realizada de diferentes maneiras, sendo que, na mulher, ocorre após um estímulo à produção ovariana de folículos, um grupo de células que se tornarão óvulos, para que haja  fornecimento de número suficiente de folículos. O sucesso da terapia está diretamente relacionado ao número e a qualidade dos óvulos que serão obtidos.

Inúmeras podem ser as causas de infertilidade feminina que resultam de qualquer desequilíbrio no seu ciclo reprodutivo, seja na produção, na ação de um hormônio ou na constituição de um determinado órgão. Entretanto, não são todos os defeitos que levam à indicação do uso da fertilização in vitro: a avaliação da capacidade reprodutiva deve ser extensamente pesquisada e, em alguns casos, outros métodos mais simples são tentados primeiro.

Uma indicação acertada, por exemplo, é a que ocorre no caso de uma obstrução da tuba uterina (que liga o corpo do útero aos ovários) ou do próprio útero, impedindo o encontro natural do óvulo com o espermatozoide por bloquear o seu caminho. Outra é  quando a mulher possui uma baixa reserva ovariana, isto é, seu potencial para produzir óvulos é  baixo, como acontece no caso da “menopausa precoce”. Ainda outra é quando o ovário não produz óvulos (nesse caso devem ser usados os óvulos de uma doadora). Além disso, se a infertilidade masculina está presente ou se outros meios para engravidar mais simples já falharam (na presença de endometriose ou infertilidade sem explicação), pode também ser o método indicado pelo ginecologista.

Vale destacar que, em função da sua complexidade, a fertilização in vitro possui alto custo (existem alternativas), além de que a mulher é exposta a diferentes procedimentos e medicações, com o aumento do risco de gestação múltipla. Existem algumas condições que podem dificultar o sucesso da terapia, como a presença de miomas - dependendo de sua localização - obesidade, fumo, histórico de aborto ou de insucesso em tentativas anteriores por reprodução assistida.

A taxa de sucesso dessa terapia tem crescido nos últimos anos e hoje até 3% das crianças nascidas nos Estados Unidos são devido à fertilização in vitro, que é uma ferramenta de alto desenvolvimento tecnológico e exige manejo exclusivo de especialistas na área, composta pelo médico ginecologista, especialista em reprodução humana, e a sua equipe de embriologistas, enfermeiros e psicólogos.

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Criopreservação de óvulos e embriões

seg, 09/16/2013 - 18:40

            A criopreservação é uma técnica de congelamento de células que visa à preservação delas a longo prazo, período esse que pode se estender por décadas. No contexto da medicina reprodutiva, refere-se ao congelamento de óvulos, espermatozoides e embriões para posterior uso por meio da reprodução assistida, o que protege a fertilidade de milhares de casais.
As indicações clássicas desse procedimento são para os pacientes que irão se submeter a radioterapia ou à quimioterapia para tratamento de câncer ou qualquer procedimento cirúrgico que possa comprometer a sua fertilidade. A criopreservação também está indicada no caso de condições que dificultam a gravidez - como a disfunção erétil - e para pacientes que irão se submeter à cirurgia de esterilidade (vasectomia ou laqueadura), bem como profissionais que se expoe a radiação e outros elementos nocivos, com o intuito de preservar a sua potencial fertilidade
           Para que a criopreservação do óvulo seja possível, é feito um estímulo medicamentoso na paciente; esse estímulo é realizado anteriormente à extração de seu óvulo - feita por punção transvaginal auxiliada por ultrassom. Algumas vezes é necessário mais de um ciclo de estimulação ovariana para que seja produzida uma quantidade mínima necessária que garanta uma coleta bem-sucedida. 
Para a obtenção de espermatozoides, as técnicas que podem ser realizadas são a punção ou a masturbação, dependendo de cada caso. Desse modo, essas células congeladas serão submetidas futuramente à fertilização in vitro, gerando um embrião que deverá ser congelado ou implantado no útero da mulher. É válido destacar que, quanto mais jovem a mulher, maiores as chances de sucesso da terapia. 
A idade do casal também influe na decisão de qual técnica é a melhor, buscando sempre as maiores chances de sucesso. Um profissional especializado é capaz de fornecer todas as orientações e informações necessárias ao casal que deseja preservar a sua fertilidade para o futuro.

 

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Reduzindo os riscos da infertilidade

seg, 09/16/2013 - 18:05

            Tanto a saúde reprodutiva do homem quanto da mulher são dependentes de diversos elementos, que incluem a genética, os nossos hábitos de vida e o meio ambiente, assim como fatores próprios, como a idade ou a presença de doenças. Considerando a impossibilidade prática de se atuar sobre a genética, a capacidade de reprodução de uma pessoa pode ser aprimorada por meio da readequação dos hábitos ou dos fatores ambientais - que são aqueles aos quais nos expomos diariamente.
            Práticas sabidamente benéficas à saúde, de modo geral, atuam também em benefício da saúde reprodutiva, como a atividade física, o combate à obesidade, o controle do estresse emocional e a manutenção de uma dieta alimentar saudável. O consumo exagerado de álcool e o tabagismo, por outro lado, são considerados prejudiciais à fertilidade.
            É preciso ter em mente que a idade é um fator de grande atuação sobre a capacidade reprodutiva, de modo que, com o passar do tempo, principalmente a partir dos 35 anos de idade, ela vai diminuindo. A exposição a tratamentos gonadotóxicos (com efeitos adversos sobre os órgãos reprodutivos), como acontece na quimioterapia para pacientes com câncer, mesmo sendo na maioria das vezes uma condição inevitável, ainda pode ter o seu efeito amenizado dependendo da técnica que for utilizada. Assim, podem ser tomadas providências para se preservar a fertilidade desses pacientes, inclusive se fazendo valer de técnicas de congelamento de células (espermatozoides, por exemplo) que poderiam ser utilizadas posteriormente por meio da reprodução assistida (fertilização in vitro).
Assim, é possível tomar atitudes práticas com o intuito de promover a fertilidade do homem e da mulher e que inevitavelmente irão também beneficiar a saúde deles de forma geral. O médico especialista é capaz de prover o casal de ferramentas que permitam assegurar a capacidade reprodutiva, mas somente cada pessoa pode optar por mudar seus hábitos cotidianos. 

 

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O câncer e a infertilidade

ter, 08/20/2013 - 00:00

            Pacientes que superaram o câncer carregam consigo diferentes preocupações, sendo a mais angustiante delas a possibilidade de retorno da doença. Pensar em filhos, ou mesmo planejá-los, acaba, muitas vezes, sendo esquecido durante a batalha contra um câncer, mas, atualmente, com o surgimento de novas drogas e tratamentos, essa é uma importante questão para a programação do casal e da equipe médica que lida com essa doença. Já escrevemos sobre Ser mãe depois do câncer.
            Os estudos mais recentes apontam que o tratamento prévio com quimioterapia não influencia no peso do feto nem no risco de aborto, assim como não há maior risco de desenvolver doenças cromossômicas, congênitas ou câncer; a gravidez em si também não aumenta o risco de uma paciente desenvolver câncer novamente, mas, no caso daquelas que receberam irradiação na região pélvica, existe um aumento no risco de parto prematuro, aborto, baixo peso do feto e defeitos no posicionamento da placenta.
            Os riscos aos quais esses pacientes estão expostos devem ser discutidos previamente ao início do tratamento e eles devem ser encaminhados a especialistas que os orientarão para que possam manter sua capacidade reprodutiva independentemente do tratamento ao qual irão se submeter. A melhor opção para mulheres que possuem um parceiro e irão se submeter a tratamento que possa ser tóxico aos seus ovários é a criopreservação de embrião produzido pelo casal ou, em outras palavras, manter um embrião congelado pelo tempo necessário. Também somente o óvulo (sem ainda estar fecundado por um espermatozoide) pode ser criopreservado. Para aquelas que se submeterão à radioterapia é possível realizar transposição ovariana, que é uma técnica em que o ovário é reposicionado dentro do organismo para diminuir a quantidade de irradiação que possa receber. Outras opções, para ter filhos após o tratamento, incluem usufruir da doação de ovário. No caso dos pacientes masculinos também é possível a criopreservação do esperma.
            Quando um paciente é diagnosticado com câncer, o tratamento deve ser iniciado assim que possível e exatamente por isso a orientação do especialista em reprodução tem que ser feita o quanto antes para que a conduta tomada para preservação da fertilidade não atrase o tratamento da doença.

 

Tags: câncerinfertilidademasculinofeminino
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Inseminação artificial

dom, 08/18/2013 - 12:06

A inseminação artificial é uma técnica de reprodução assistida em que a fertilização acontece dentro do corpo da mulher, assim como ocorreria naturalmente após uma relação sexual, não sendo necessária a retirada de seus óvulos; é diferente do que ocorre na  fertilização in vitro, em que o encontro do óvulo com o espermatozoide (a fertilização) ocorre em laboratório, sendo o embrião posteriormente colocado no útero.
    Existem duas diferentes estratégias de inseminação artificial: a intracervical e a intrauterina. A primeira simula o que ocorre na relação sexual normal, isto é, os espermatozoides são depositados diretamente na cérvice feminina (a entrada do útero pela vagina - ou colo uterino). É indicada quando não é possível haver a penetração vaginal pelo parceiro, como no caso de impotência sexual ou algum outro distúrbio tanto masculino quanto feminino que possam impedir essa etapa da relação. O método intrauterino permite que os espermatozoides sejam injetados diretamente dentro do útero, aumentando enormemente as chances de seu encontro com o óvulo ali presente, além de não exigir a presença do muco vaginal em quantidade e qualidade adequadas para a gravidez, como é necessário com a estratégia intracervical ou mesmo na relação sexual normal.
Antes do depósito dentro do corpo feminino, o líquido seminal – expelido pelo homem ou retirado do mesmo - passa por um tratamento laboratorial em que os espermatozoides de melhor qualidade são selecionados para posterior realização do procedimento. Esse processo é importante para o sucesso da terapia. Outra etapa também essencial é a estimulação ovariana, isto é, a mulher faz uso de medicações que estimularão a sua produção de óvulos com o intuito de aumentar as chances de encontro entre pelo menos uma célula de cada parceiro. Essa estimulação deve ocorrer de forma controlada, limitada até certo ponto, para minimizar as chances de ocorrência de gravidez múltipla.
Para que esses métodos sejam possíveis, a mulher deve ter pelo menos uma tuba uterina viável (para permitir o fluxo do seu óvulo e posteriormente do embrião fecundado), assim como uma cavidade uterina também viável, para permitir o desenvolvimento adequado de uma gestação.
A inseminação artificial possui uma taxa de sucesso que varia entre 10 a 20%, e assim como qualquer terapia de reprodução assistida, e mesmo a concepção natural, pode ser influenciada por diversos aspectos da vida de cada parceiro individualmente, como seu estilo de vida, no compete sua alimentação, vícios, uso de medicação, doenças prévias etc. E por isso todo casal que deseja engravidar, principalmente aqueles que reconhecidamente apresentam dificuldade para tanto, devem buscar aconselhamento profissional para otimizar as suas chances de uma gravidez saudável 

 

Tags: inseminaçãotratamentofemininafeminino
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Bebê em formação na barriga da Mãe.

qua, 08/14/2013 - 12:33

Incrível vídeo de formação do bebê na barriga da mamãe!

Tags: video
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Infertilidade Masculina

ter, 08/13/2013 - 11:47

A infertilidade masculina, assim como ocorre com a mulher, pode resultar do acometimento de diferentes órgãos que compõem o seu sistema reprodutivo como testículos, vias espermáticas, glândulas anexas e pênis. Até um quarto das causas de infertilidade de um casal podem ser atribuídas ao parceiro masculino e, algumas vezes, as causas masculinas e femininas se sobrepõem, sendo necessário tratamento para ambos.
            A avaliação de um homem com possível infertilidade é feita pelo médico especialista que deve investigar minuciosamente sua saúde reprodutiva, a começar por relatos de exposição a substâncias tóxicas ou drogas, história de cirurgias prévias, infecções, doenças crônicas, dados da puberdade, etc. O médico realiza então o exame físico criterioso e solicita análise do sêmen por meio do espermograma – exame laboratorial que estuda a produção em termos de quantidade e qualidade dos espermatozoides.
A alteração em um dos parâmetros avaliados por esse exame pode ser causada por algum defeito na regulação hormonal, por defeitos no próprio testículo (resultante de infecção testicular, exposição a toxinas e ausência de cromossomo Y) ou pela presença de obstáculos no caminho que o sêmen percorre até a saída do corpo do homem (desde a vesícula seminal até a uretra). Nesse caminho, os espermatozoides são banhados por substâncias que irão compor o líquido seminal com qualidade ideal para a reprodução que também podem ser causa da infertilidade.
A criptorquidia é também uma causa comum de infertilidade, caracterizada pela não descida dos testículos para a bolsa escrotal durante o desenvolvimento do feto. Assim, os testículos permanecem sob altas temperaturas dentro da barriga e não se desenvolve corretamente, uma vez que precisa de temperaturas mais baixas encontradas na bolsa escrotal. Outras causas incluem a varicocele (dilatações das veias do escroto) e traumas.
O tratamento da infertilidade do homem depende da causa, por isso é muito importante defini-la. Dentre os tratamentos estão o uso de hormônios para estimular a produção de espermatozoides, procedimentos cirúrgicos (como a correção de varicocele) ou uso de técnicas de reprodução assistida para extração das células reprodutivas diretamente do local onde são produzidas ou estocadas na bolsa escrotal.

Para o casal infértil são necessários profissionais qualificados e verdadeiramente aptos a lidar com a complexidade da questão, bem como um bom entrosamento e persistência da família que espera um bebê. 

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Inseminação intra-uterina

sab, 07/13/2013 - 18:24

A inseminação é um procedimento simples que consiste em concentrar e introduzir os espermatozóides capacitados diretamente no interior do útero. É utilizada quando o volume ou a concentração dos espermatozóides não são suficientes ou quando a mobilidade dos gametas decresce. Esta técnica também pode ser usada quando o muco cervical apresenta problemas. Em geral, neste procedimento, recomenda-se também o estímulo da ovulação na mulher como forma de potencializar os resultados. A taxa de sucesso da inseminação artificial depende muito das causas de infertilidade diagnosticadas. É essencial a permeabilidade em pelo menos uma das trompas, assim como um número mínimo de espermatozoides, para que a técnica funcione.

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Fertilização in Vitro por ICSI

sab, 07/13/2013 - 13:52

ICSI significa Intra Citoplasmatic Sperm Inject – Micro Manipulação de Gametas. A técnica faz uso de microscópio e micromanipuladores, introduzindo o espermatozóide dentro do óvulo com uma agulha sete ou mais vezes mais fina que o diâmetro de um fio de cabelo humano. Isso tudo é uma complementação da própria técnica de FIV. Atualmente é utilizado nos casos de óvulos com zona pelúcida “enrijecida” (mulher > 40). 

O espermatozóide que vai fertilizar o óvulo é selecionado com uma micro agulha e depois é injetado dentro do óvulo.

Esta técnica é utilizada quando existem alterações na quantidade, na motilidade ou na forma dos espermatozóides, o que poderia impedir sua entrada no óvulo de maneira natural. Também se utiliza esta técnica quando o homem apresenta azoospermia e os espermatozóides devem ser recuperados por coleta alternativa. Também se utiliza esta técnica em pacientes com vasectomia.

A paciente recebe medicações que vão estimular o crescimento dos folículos ovarianos. Os ovários são avaliados periodicamente até os folículos apresentarem tamanho adequado para agendar o dia da fertilização. Ao final da indução da ovulação, é administrada uma medicação que vai terminar de amadurecer os óvulos e aproximadamente 35hs após este procedimento é agendada a aspiração dos óvulos (punção folicular).

A punção folicular é realizada sob sedação (anestesia). O médico utiliza o ultrassom com uma agulha e aspira os folículos ovarianos via transvaginal. Os óvulos são encontrados dentro do líquido aspirado. No mesmo dia, o homem colhe o sêmen através da masturbação. Após algumas horas, o casal é liberado.

No laboratório, o óvulo é injetado com uma microagulha com ajuda de um equipamento especial (micromanipulador). Após dois ou três dias, em alguns casos até cinco dias, a paciente retorna para transferência embrionária. A transferência não requer anestesia. Os embriões são colocados dentro do útero com um catéter especial com ou sem auxílio de uma ultra-sonografia pélvica via supra-púbica. Após 12 a 14 dias já se pode saber o resultado através do teste de gravidez (beta-hCG).

A chance de sucesso é semelhante à FIV e a taxa de gravidez por tentativa depende da idade da mulher e do diagnóstico do casal.

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Doação de óvulos

sab, 07/13/2013 - 13:50

Tratamento recomendado para mulheres incapazes de produzir seus próprios óvulos, nos casos de menopausa precoce, ooferectomizadas, menopausadas, ou aquelas com doenças genéticas. A doação de óvulos, também chamada de doação de oocitos, torna a gravidez possível para aquelas mulheres que de outra forma não ficariam grávidas usando os seus próprios óvulos. Todos os anos, cerca de 3000 bebês nascem de mulheres que usaram óvulos doados.

Quando a mulher já não produz óvulos ou os óvulos que produz são de baixa qualidade, ela pode utilizar óvulos de uma doadora.

Mulheres com menopausa precoce, endometriose, síndrome de Turner e outras doenças podem necessitar deste tipo de tratamento.

O tratamento realizado é a fertilização in vitro, porém os óvulos utilizados vêm de uma doadora. Estes óvulos são fecundados com os espermatozóides do marido da paciente e os embriões resultantes colocados dentro do útero.

As doadoras podem ser pacientes que estejam em tratamento de fertilização e que tenham óvulos excedentes ou mulheres voluntárias que se dispõem a doar. Todas elas devem ter menos de 36 anos de idade (devido à qualidade dos óvulos), não podem ter doenças como endometriose ou doenças hereditárias e são testadas para doenças infecciosas.

A doação de óvulos no Brasil é anônima. A doadora não conhece a paciente que receberá os óvulos, nem é permitido à paciente conhecer a identidade da doadora. Cabe à equipe médica selecionar a doadora com base nas características físicas do casal receptor e grupo sanguíneo.

Algumas situações onde a mulher deve considerar a doação de óvulos:

  • Mulheres que tenham diminuído a função ovariana e não tenham condições de produzir óvulos de qualidade. 
  • Mulheres que não tenham ovários.
  • Mulheres com ovários que não funcionam devido à quimioterapia, radiação ou menopausa prematura.
  • Mulheres que não tenham respondido bem à terapia medicamentosa para os ovários ou tenham repetidamente produzido óvulos de baixa qualidade durante tentativas anteriores de Fertilização in Vitro.
  • Mulheres que possuam doenças geneticamente transmissíveis.

 

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Risco de problemas com aumento da idade

sab, 07/13/2013 - 13:42

Aborto
O risco de aborto espontâneo relacionado com o aumento da idade é causado, pelo menos em parte, por aumentos em anormalidades nos cromossomos. A maioria dos abortos espontâneos ocorre no 1º trimestre para mulheres de todas as idades. O risco de aborto espontâneo aumenta com o aumento da idade. Estudos sugerem as seguintes taxas de aborto espontâneo por idade:
•    Em torno de 10% nas idades entre 20-29 anos
•    Em torno de 20% nas idades entre 35-39 anos
•    Em torno de 35% nas idades entre 40-44 anos
•    Maior que 50% na idade de 45 anos

Síndrome de Down
O risco de uma mulher ter um bebê com certos defeitos congênitos envolvendo cromossomos (as estruturas das células que contêm os genes) aumenta com a idade. Síndrome de Down é o defeito congênito cromossômico mais comum. As crianças afetadas possuem retardo mental em diversos graus e defeitos físicos desde o nascimento. O risco de uma mulher ter um bebê com Síndrome de Down é:
•    Aos 25 anos, 1 em 1,250
•    Aos 30 anos, 1 em 1000
•    Aos 35 anos, 1 em 400
•    Aos 40 anos, 1 em 100
Especialistas recomendam que a todas as mulheres grávidas, independentemente da idade, seja oferecido um teste de rastreamento para Síndrome de Down e outros defeitos cromossômicos congênitos. 

NASCIMENTOS MÚLTIPLOS (Gêmeos)
Embora mulheres acima dos 35 anos tenham mais dificuldade em engravidar, elas também têm mais chances de terem gêmeos.  As chances de terem gêmeos aumentam naturalmente com a idade. 

OPÇÕES PARA CONSTRUÇÃO FAMILIAR
É devastador para uma mulher perceber que ela possui infertilidade ligada à idade. No entanto, é bom saber que existem outras formas de construir-se uma família. Algumas mulheres podem optar por adotar uma criança. Para aquelas que gostariam de gerar e dar à luz a uma criança, o uso de óvulo doado é uma opção viável.  Quando usado, é a idade da doadora do óvulo, não a idade da beneficiária (ou da mãe que vai gerar) que importa.

 

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Idade e Fertilidade Feminina

sab, 07/13/2013 - 13:39

Nem todas as mulheres estão cientes do quanto sua fertilidade declina com a idade. Devido aos casos de celebridades dando à luz na faixa dos 40 anos, as mulheres são, às vezes, erroneamente levadas a acreditar que a concepção nesta idade é bastante possível. O que muito frequentemente não é revelado é que estas celebridades usaram um óvulo ou embrião doados.
As mulheres nascem com todos os óvulos que elas irão ter por toda vida. Dos 1.000.000 de óvulos que uma recém-nascida tem ao nascimento, apenas 300.000 restam no momento que ela alcança a puberdade. Deste número, apenas em torno de 300 óvulos serão ovulados durante os anos reprodutivos da mulher... na taxa de um óvulo por mês.
Geralmente, as mulheres são mais férteis na casa dos 20 anos, então a fertilidade começa a declinar à medida que ela vai atingindo o final de seus 20 anos. É importante saber que após os 35 anos de idade, as chances de uma mulher ter um bebê naturalmente declinam em média em 50%. Após os 40 anos, as chances diminuem em torno dos 90%.
Assim que a menopausa se aproxima, as capacidades reprodutivas da mulher vão diminuindo e se tornam menos efetivas em produzir óvulos maduros e saudáveis. À medida que a mulher envelhece e chega próximo à menopausa, seus ovários já não respondem bem aos hormônios que são responsáveis por ajudar na ovulação.
 

Com o passar do tempo, os riscos para o bebê e para a mãe também aumentam.

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A infertilidade feminina

sex, 04/19/2013 - 19:51

Para uma mulher ser considerada infértil ela precisa ser incapaz de engravidar naturalmente após um ano de tentativas, isto é, mesmo tendo relações sexuais frequentes, durante o seu período fértil, com um homem que tem a fertilidade preservada.

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O ginecologista especialista em reprodução humana

sex, 04/19/2013 - 19:49

O médico que atua na crescente área da reprodução humana percorre um caminho longo até a sua especialização. Sua formação inicia-se no curso de Medicina, que dura 6 anos, nos quais é estudado o homem sob a perspectiva biológica e humana.

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