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Clínica de Fertilidade e Reprodução Humana
Atualizado: 1 hora 55 minutos atrás

Quem entra na menopausa ainda pode engravidar?

ter, 04/13/2021 - 19:13

Engravidar é o sonho de muitas mulheres. Porém, este não é um desejo que pode ser realizado em qualquer fase da sua vida. O tempo é um fator preponderante quando a mulher deseja engravidar espontaneamente. E quando a menopausa vai chegando, as chances de uma gestação acontecer se tornam ainda menores. Se você também tem dúvida sobre gravidez na menopausa, continue lendo, pois é sobre isso que falaremos a seguir.

Menopausa: o que é?

A menopausa é o período em que o ciclo reprodutivo da mulher se encerra e acontece, geralmente, a partir dos 40 anos de idade. A característica principal da menopausa é a ausência da menstruação por mais de 12 meses, de forma ininterrupta. Ou seja, sem nenhum ciclo menstrual dentro desse intervalo.

Dos 40 aos 55 anos de idade, há um desequilíbrio hormonal que prejudica a ovulação e provoca incômodos diversos na mulher, como ondas de calor, boca seca, irritação, palpitações, dores de cabeça e alteração da libido. São os sinais mais relatados da menopausa.

O período que antecede a menopausa é chamado de climatério ou pré-menopausa. É uma fase em que a menstruação acontece de forma irregular, com um espaço maior entre uma e outra. Muitas mulheres confundem e acham que estão na menopausa quando, na verdade, ainda estão na fase anterior a ela, principalmente porque os sintomas são os mesmos.

Conhecer o significado desses dois termos é importante para entender de vez a relação entre climatério, menopausa e gestação.

Gravidez na menopausa é possível?

Não. Engravidar de forma natural durante a menopausa não é possível. Como vimos, nessa fase da vida da mulher, há um desequilíbrio hormonal com ausência ou redução drástica dos hormônios necessários para o amadurecimento do óvulo e preparação do útero para o recebimento do embrião.

Um ponto importante a ser observado é que à medida que vai envelhecendo, a fertilidade da mulher vai diminuindo. Isso acontece porque a mulher nasce com uma quantidade única de óvulos, que são liberados ao longo de toda a sua vida.

Conforme a idade vai chegando, os óvulos vão diminuindo, reduzindo também as chances de uma fecundação, mesmo que a mulher tenha relações sexuais frequentes durante o período fértil. O ápice da redução dos óvulos é a menopausa, cujas alterações hormonais impedem uma gestação espontânea.

Outro fator impeditivo da gravidez natural nesse período é o não crescimento das paredes do endométrio, fundamental para o acolhimento do embrião.

Gravidez na pré-menopausa

Entretanto, é possível engravidar no período do climatério, estágio que antecede a menopausa. Isso porque, durante o climatério, a mulher ainda apresenta ciclos menstruais, mesmo que irregulares. Portanto, mesmo com baixa produção de óvulos, comum a partir dos 35 anos, ainda é possível que na pré-menopausa a mulher engravide naturalmente, às vezes, sem esperar por aquilo.

Ainda assim, a taxa de gravidez nessa fase é bastante baixa. A partir dos 35 anos de idade, as chances de uma mulher engravidar de forma natural é de cerca de 10%. Dos 40 em diante, essa taxa cai para 5%.

Além disso, a mulher com idade avançada produz óvulos mais frágeis e com menos chances de serem fertilizados ou de se desenvolverem dentro do útero. Por isso, as alterações genéticas e deformações do embrião são comuns quando a gravidez ocorre em mulheres de mais idade.

Fertilização in vitro para uma gravidez tardia

Quando a mulher não consegue engravidar no seu período mais fértil, entre 20 e 35 anos de idade, mas continua com o desejo de ser mãe, a recomendação é optar por um tratamento de gravidez.

A fertilização in vitro é uma opção para a gravidez tardia, que ocorre a partir dos 40 anos de idade, mais especificamente. Junto com a doação de óvulos, esse procedimento pode dar à mulher a oportunidade de gerar um filho, ainda que tenha uma idade mais avançada.

Na fertilização in vitro, há estimulação ovariana para a produção de óvulos. Esses óvulos são retirados e fecundados em ambiente externo. Depois, são levados novamente para o útero para que a gestação se desenvolva.

Quando a mulher não produz mais óvulos ou oferece óvulos de baixa qualidade, ela precisa contar com a ajuda de outra mulher: a doadora de óvulos. O tratamento da FIV, então, é realizado nas duas interessadas.

A doadora é estimulada com uso de hormônios para a produção de óvulos fortes, enquanto a receptora passa por um tratamento para fortalecer o endométrio e o útero a fim de receber o embrião já fecundado.

A fertilização in vitro com ovodoação é uma técnica legalmente reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina e aumenta as chances de gravidez tardia em até 50%, bem diferente da taxa natural que fica em torno de 5%.

Precisamos lembrar, entretanto, que a doação de óvulos tem que ser feita de forma espontânea, sem qualquer caráter lucrativo, envolvendo as duas partes.

Os riscos de uma gravidez tardia

Uma gravidez que ocorre quando a mulher tem mais de 40 anos é considerada de risco tanto para a mãe, quanto para o bebê. Diversos problemas podem surgir como diabetes gestacional, aborto espontâneo, aumento da hipertensão arterial gerando quadros de eclâmpsia, alterações genéticas e parto prematuro.

No entanto, isso não quer dizer que a mulher precise abandonar o sonho de ser mãe. Quer dizer que, ao optar por uma gravidez tardia, independente dos motivos que a levaram a essa condição, é preciso redobrar os cuidados e, assim, evitar a incidência dos problemas citados.

O acompanhamento com o obstetra deve acontecer durante todo o período da gravidez, com avaliações frequentes e relatos constantes ao médico, caso seja identificado algum incômodo inesperado ou diferente do esperado para o período.

Como vimos, não há possibilidade de uma gravidez natural quando a mulher está na menopausa. O que pode acontecer é a gravidez durante o climatério, o período que antecede a menopausa, no qual a mulher ainda ovula, mesmo que irregularmente. E, mesmo assim, as chances são reduzidas. A menopausa se caracteriza por 12 ou 24 meses de ausência total de menstruação, inviabilizando a fecundação, simplesmente porque não há óvulo a ser fecundado.

Para mulheres que estão tentando uma gravidez tardia, a opção é a fertilização in vitro, junto com a ovodoação. Ainda que haja riscos, estes são minimizados com controle rigoroso e acompanhamento frequente do médico obstetra, garantindo à mãe e ao bebê uma gestação saudável e segura.

 

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Quanto tempo esperar entre os ciclos de fertilização In vitro?

seg, 04/12/2021 - 08:00

A fertilização in vitro é um dos tratamentos para engravidar mais comuns e mais eficazes também. Em média, as taxas de sucesso chegam a 55% por tentativa, chegando ao dobro de chances se comparado a uma gravidez que ocorre de forma espontânea, que tem incidência positiva de 20%. Contudo, um resultado satisfatório depende de inúmeros fatores e quando isso não acontece, a recomendação é uma nova tentativa. Mas, você sabe dizer quanto tempo é preciso esperar entre um ciclo e outro? Falaremos um pouco mais sobre isso a seguir. Confira.

Quando a primeira tentativa não dá certo

Para que a fertilização in vitro dê certo e a gravidez se concretize, é preciso que as condições sejam favoráveis, assim como deve ser em uma gravidez que ocorre naturalmente.

Assim, uma gravidez bem-sucedida depende de embriões saudáveis e sem deformidades e exige que o organismo da mulher esteja em boas condições para receber e acolher esse embrião. Qualquer alteração pode impedir a fixação do embrião no útero ou gerar um aborto espontâneo.

Quando a primeira tentativa de gravidez não tem um resultado positivo, o primeiro passo é identificar as causas dessa falha. O médico faz uma avaliação para diagnosticar o que houve de errado e sugere uma nova investida, com a correção dos problemas encontrados no tratamento anterior.

Desta forma, o médico pode pedir novos exames, fazer novos testes e investigar mais a fundo as causas da infertilidade no casal. É de extrema importância fazer esse novo levantamento de dados para que todas as possíveis causas sejam, de fato, eliminadas ainda na fase anterior ao implante do embrião.

Controlando a ansiedade

É importante deixar claro que o fato de um procedimento não ter dado certo não significa que a causa daquele impedimento ocorrerá novamente nas próximas tentativas. Também não quer dizer que a mulher jamais poderá ter filhos.

É muito comum que o casal tente achar culpados para a falha da gravidez, tenha picos de estresse ou perca a esperança de um dia ter filhos.

Apesar de ser uma reação normal e compreensível, esse tipo de sentimento não deve ser estimulado ou alimentado porque pode prejudicar ainda mais as tentativas futuras, além de não ser, de fato, uma interpretação real dos fatos. Não há um único culpado, mas um conjunto de fatores que podem estar atrapalhando a realização desse sonho.

Apesar da alta taxa de fertilidade da FIV, não podemos esquecer do outro lado: a porcentagem que não alcançou o resultado esperado. Por isso, cada caso deve ser avaliado na sua individualidade com a intenção de descobrir onde está o erro e fazer o possível para saná-lo o mais breve possível.

Quanto tempo esperar entre uma tentativa e outra?

Após um procedimento que não deu certo, o médico recomenda que o casal faça uma nova tentativa de engravidar. E, para isso, não é preciso esperar muito. No mês seguinte já é possível fazer um novo ciclo de fertilização in vitro.

Contudo, é preciso avaliar com ainda mais cuidado todas as condições para um novo tratamento, aumentando as chances de tudo sair como o desejado. O que deve ser observado na próxima tentativa de engravidar:

Idade da mulher

À medida que a mulher envelhece, a quantidade de óvulos que ela possui diminui, bem como a qualidade deles, o que atrapalha a fecundação e impede uma gestação saudável.

Embrião com boas condições

Óvulos de mulher em idade avançada costumam ser mais frágeis e, mesmo após a fecundação pelo espermatozoide, o embrião pode apresentar alguma alteração nos cromossomos, impedindo o seu desenvolvimento dentro do útero.

Endométrio receptivo ao embrião

A transferência do embrião para o útero precisa ocorrer durante a fase em que haja uma boa recepção do endométrio. Do contrário, o embrião é rejeitado e não consegue se fixar na parede uterina. 

Para evitar essa rejeição, a equipe médica deve observar se há a presença de algum problema no órgão como mioma, cisto, endometriose ou qualquer tipo de inflamação impedindo o avanço do processo.

A segunda tentativa pode ser mais eficaz do que a primeira. Por quê?

Sim, há razões para que a segunda tentativa da fertilização in vitro seja mais eficiente do que o primeiro procedimento. Essa afirmação reitera a necessidade do casal em continuar tentando e não desistir diante do primeiro obstáculo. Veja o porquê:

  • O médico já sabe o que não deu certo na primeira vez e tomará todos os cuidados para que tal problema não se repita no próximo procedimento, podendo mudar os medicamentos utilizados ou, até mesmo, a técnica realizada;
  • O casal também poderá corrigir alguns erros cometidos durante o tratamento. Poderão melhorar a alimentação, largar o cigarro e a bebida, fazer atividades físicas, controlar o estresse e a ansiedade, que também são fatores impeditivos da gestação;
  • O estímulo de óvulos ocorrido na primeira tentativa pode permanecer por mais tempo e se estender até o próximo ciclo, aumentando a quantidade de óvulos liberados no mês seguinte.

Por isso, o médico tem total segurança para sugerir uma nova tentativa, uma vez que existem chances reais desse procedimento dar certo e o casal conseguir engravidar, da forma como deseja.

Qual é o limite de tentativas?

Não existe uma quantidade de tentativas de fertilização in vitro permitidas ao casal. O que deve ser levado em conta são as características de cada um, suas condições de saúde, seus desejos, os motivos das falhas e a presença de chances reais da gravidez dar certo.

A fertilização in vitro, assim como todo tratamento para engravidar, não é um jogo de sorte e de tentativas aleatórias. Todas as etapas são realizadas de forma planejada, de acordo com as singularidades de cada casal e após avaliações minuciosas de cada procedimento realizado.

A fertilização in vitro é um dos métodos para engravidar mais utilizados porque possui ótimas taxas de resultados positivos. Contudo, é possível que o procedimento não ocorra como o esperado e o casal tenha que se deparar mais uma vez com uma nova tentativa. Felizmente, não é preciso esperar muito tempo para realizar o sonho de ter um filho e, no mês seguinte, já é possível dar início a um novo tratamento, dessa vez, com maiores chances de dar certo.

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Coito programado: o que é?

dom, 04/04/2021 - 15:35

O coito programado é uma técnica bastante antiga, e de baixa complexidade, utilizada para aumentar as chances de gravidez diante de casos leves de infertilidade. Diferente dos outros tipos de tratamento, o coito programado é um procedimento simples, porém eficiente com resultados bastante satisfatórios para o casal. Vamos saber mais sobre o assunto?

O que é o coito programado?

O coito programado, também chamado de namoro programado ou relação programada, é um dos tipos de tratamento para engravidar que tem o objetivo de estimular a fertilidade da mulher.

A mulher é acompanhada por uma equipe médica que verifica o período em que o seu corpo estará mais propício para gerar um bebê. Com essa informação, o casal saberá o dia ideal para investir em mais relações sexuais e aumentar as chances de ter um filho.

Em alguns casos, a mulher pode receber uma pequena dose de hormônios para estimular a produção de óvulos pelos ovários. Todo esse processo é acompanhado por meio de exames de imagem, como o ultrassom.

Vantagens do coito programado

O coito programado é um procedimento simples, porém eficaz. Veja porque essa técnica viabiliza e aumenta as chances de uma gravidez natural.

  • O primeiro ponto, e o mais importante, é que o casal passa a saber qual é o momento exato para ter a relação sexual e aumentar as chances de engravidar;
  • Há um estímulo do ovário para que haja a liberação de óvulos de melhor qualidade;
  • O exame de ultrassom diagnostica o crescimento do endométrio, até que ele chegue à espessura ideal para o acolhimento do óvulo, entre 6 e 7 mm. Endométrio com paredes muito finas é uma das causas mais comuns para a não sobrevivência do embrião dentro do útero;
  • Saber qual será o momento propício para a gravidez também ajuda e orienta o homem a se preparar melhor para aquela data. Sabemos que um embrião forte e com ótimas condições de sobrevida depende diretamente da qualidade do espermatozoide.

Assim, o casal também pode usar o tempo que tem disponível até a data do coito programado para evitar ou aumentar a frequência de relações.

Vale lembrar que para gerar um espermatozoide de qualidade, o homem precisa ter relações sexuais em dias alternados, devendo evitar relações diárias. Também não pode passar muito tempo sem ejacular, por exemplo, pela mesma razão.

Indicações e requisitos do coito programado?

O coito programado é indicado para casos leves de infertilidade que, geralmente, são causados por ovulação irregular ou outros distúrbios ovulatórios. Geralmente, é a primeira opção de casais que tentam engravidar há alguns meses sem sucesso.

Também é uma alternativa para mulheres com mais de 35 anos, cuja produção de óvulos é bastante reduzida nesta fase. Caso o médico não encontre uma causa aparente da infertilidade, ele também pode recomendar a técnica do coito programado para a tentativa de gravidez.

Para que o casal possa realizar esse tratamento, é preciso que ele atenda a dois requisitos básicos. São eles:

A mulher deve apresentar tubas uterinas normais, o que é verificado por meio de três exames: 

  • Ultrassonografia transvaginal;
  • Medição de dosagem hormonal;
  • Histerossalpingografia, exame que verifica a situação do útero e todos os seus componentes.

Já o homem deve ser capaz de produzir espermatozoides em quantidade e qualidade apropriados, o que também é facilmente diagnosticado através do exame espermograma.

Como é realizado o coito programado?

São basicamente três etapas que compõem o método do coito programado: o estímulo ovariano, a indução dos óvulos e a relação sexual na data correta. Saiba mais sobre essas etapas a seguir:

Estímulo ovariano

Na etapa inicial, a mulher recebe alguns hormônios, via oral ou injetável, que têm o objetivo de acelerar o crescimento dos folículos ovarianos, para que sejam produzidos óvulos com a qualidade necessária para a fecundação.

Esse procedimento acontece, em geral, a partir do 2° e 3° dia da menstruação, com doses sucessivas de hormônio ao longo dos próximos 5 ou 12 dias, dependendo do tipo de hormônio utilizado.

Indução ovular

A segunda fase do processo consiste na aplicação de outro hormônio, dessa vez para induzir a liberação de óvulos dentro de um determinado período. 

Esse hormônio é o HCG, também conhecido como hormônio da gravidez. Logo após a indução, o casal é orientado a manter relações sexuais para que o espermatozoide encontre o óvulo que foi liberado algumas horas atrás.

Todo esse processo de estímulo ovariano é complementado e acompanhado por exames de imagem como o ultrassom. É através dele que o médico consegue perceber as alterações no útero e no endométrio, esperadas para a recepção do óvulo e da fecundação.

Um ponto importante que deve ser destacado é em relação à quantidade de óvulos liberados nesse processo. O médico tem o cuidado de induzir a liberação de, no máximo, três óvulos. Essa limitação é para evitar a ocorrência de gestações múltiplas, o que pode ser arriscado para a mulher em idade avançada.

Relação sexual

A parte final desse procedimento é o coito, ou seja, a relação sexual, sem contraceptivo e dentro do período estabelecido pelo médico que acompanha o casal. Esse é o momento tão esperado para o casal, enfim, alcançar uma gravidez e deve ocorrer algumas horas depois do uso do hcg.

Taxa de sucesso do coito programado

O coito programado tem ótima taxa de sucesso. Cerca de 20% dos procedimentos têm um resultado positivo. O tratamento dura, em média, 15 dias desde a injeção de hormônios até a relação sexual. 

15 dias depois do coito, a mulher deve fazer o teste de gravidez para conferir o resultado. Ou seja, em um mês já é possível começar e terminar o tratamento.

Se o resultado do teste de gravidez for negativo, o casal pode continuar tentando engravidar, através dessa mesma técnica. Contudo, após três tentativas seguidas sem sucesso, é recomendado que o casal parta para outras opções de reprodução assistida.

Obviamente, cada caso deve ser avaliado com cuidado pelo médico que acompanha o casal e cabe a eles decidirem o que for melhor e mais conveniente para ambos.

O coito programado é uma técnica de reprodução assistida comumente utilizada por casais que não conseguem engravidar devido a algum problema simples de infertilidade ou quando a mulher apresenta ovulação irregular. É um método bastante simples, rápido e com boa taxa de eficácia. Contudo, a indicação desse ou de outro tratamento deve ser orientada pelo médico que acompanha o casal, de forma individualizada.

 

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Qual a frequência adequada de relações para aumentar as chances de engravidar?

sab, 04/03/2021 - 16:33

Quando estão tentando engravidar, muitos casais acabam caindo na crença de quanto mais relações eles tiverem, maiores serão as chances dessa gravidez dar certo. Essa ansiedade é natural e compreensiva, uma vez que o processo de gestação desperta, de fato, muitas emoções nos envolvidos. Entretanto, existem alguns fatores que devem ser levados em consideração antes de aumentar a frequência da relação sexual e é sobre isso que falaremos adiante.

Por que ter relações todos os dias não ajuda?

Parece natural pensar que quanto mais relação um casal tiver, mais rapidamente a mulher vai engravidar. E é isso que muitos deles fazem. No entanto, não é assim que acontece. Ter relações todos os dias não garante que a gravidez ocorra mais rápido.

É preciso levar em conta alguns fatores como o período fértil da mulher e também o intervalo entre as relações, fundamental para a qualidade dos espermatozoides liberados pelo homem. Falaremos melhor sobre esses dois fatores adiante.

Então, ter relações sexuais todos os dias para engravidar, sem saber se está no período fértil ou não pode gerar bastante frustração aos dois. Além disso, pode se tornar até um fator impeditivo da gravidez, uma vez que a ejaculação frequente não contribui para a boa qualidade dos espermatozoides.

Frequência ideal de relações para conseguir engravidar

O ideal é que se mantenha 1 relação sexual no período fértil da mulher em dias intercalados. Veja a seguir o porquê desse cuidado.

Período fértil da mulher

O período fértil da mulher é aquele em que o ovário libera o óvulo em direção ao útero para que ele seja fecundado por um espermatozoide. Para o homem não há período fértil, mas para a mulher esse momento existe e é durante esse tempo que a gravidez pode acontecer.

Por isso, ter relações fora do período de ovulação na esperança de engravidar é algo que não funciona porque o espermatozoide chega ao útero, mas não encontra óvulo para fecundar. Portanto, é fundamental que a mulher reconheça o momento realmente propício para uma gravidez.

Intervalos entre uma relação e outra

Até aqui você já sabe que precisa ter relações sexuais com o seu parceiro dentro do período fértil para ter mais chances de engravidar. Além disso, não precisa ter relações diárias, mas sim de maneira intercalada. Ou seja, um dia sim e outro não.

Respeitar esse espaço de tempo entre uma relação e outra é importante por causa de alguns fatores. Quando passa de 1 a 3 dias sem ejacular, o homem garante uma quantidade maior de sêmen, o que também implica em espermatozoides maduros e fortes, mais indicados para aumentar as chances de uma gravidez.

Entretanto, passar muito tempo sem ejacular pode causar o efeito contrário, ou seja, a má qualidade desses espermatozoides. Por isso, o ideal é manter relações com 1 ou 2 dias de intervalo, dentro do período fértil da mulher.

Vale lembrar também que, quando está dentro do útero, o espermatozoide pode sobreviver por até 72 horas, possibilitando a gravidez mesmo em um dia em que não há relação sexual. Enquanto isso, o óvulo tem uma sobrevida de até 24 horas após ser lançado no útero.

Como identificar o período fértil

Mas, como saber qual é o seu período fértil para, então, ter relações sexuais e aumentar as chances de uma gestação? Em primeiro lugar, a mulher precisa saber como funciona o seu ciclo menstrual, identificar os dias em que está mais propícia para engravidar.

Um ciclo regular dura cerca de 28 dias. Começa com o início do período menstrual e termina quando chega a menstruação seguinte. 11 dias depois, a mulher já está em período fértil que pode durar até o 17° dia. Vejamos um exemplo:

Uma mulher que tem um ciclo regular de 28 dias, cujo período menstrual começou no dia 5 de abril, estará no período fértil entre os dias 15 e 21 de abril. Ou seja, o período fértil começa três dias antes da metade do ciclo e termina três dias depois.

Vale fazer essas anotações na agenda para não esquecer e se confundir. De posse dessa informação, a mulher e seu parceiro já podem se programar para manter relações sexuais dentro desses 7 dias, de forma alternada, sem uso de contraceptivo.

Calcule seu próximo dia fértil aqui.

Mulher com ovulação irregular

Quando a mulher não tem um ciclo regular, ou seja, quando a menstruação não segue um padrão de começo e fim, é bem mais difícil identificar o período fértil. Nesses casos, para aumentar as chances de engravidar, o recomendado é que ela mantenha relações sexuais cerca de 3 vezes por semana, logo que a menstruação finalizar.

Além disso, a mulher também pode ficar atenta a alguns sinais que o corpo oferece quando a ovulação está próxima como, por exemplo:

  • Aumento da temperatura corporal;
  • Muco vaginal mais espesso e elástico;
  • Dor uterina leve. Esse sinal é relatado por algumas mulheres e pode acontecer na hora da liberação do óvulo, quando há a ruptura do folículo, gerando um pequeno desconforto na região da pelve.

Quando a mulher com ciclo irregular não consegue engravidar de forma espontânea, ela pode iniciar um tratamento de gravidez. Uma opção é o Coito Programado.

Nesse tratamento, a mulher é acompanhada pelo médico que verifica o momento mais propício para a gravidez, ou seja, o seu período fértil. Também pode haver estimulação dos ovários para uma produção melhor dos óvulos que serão fecundados.

Chances da mulher engravidar no período fértil

Manter relações sexuais dentro do período fértil aumenta as chances de engravidar, mas não garante eficácia de 100%. Um casal saudável, em que a mulher tenha menos de 35 anos, e que mantenha relações sexuais frequentes, tem a probabilidade de 20% de engravidar em um mês. Ou seja, de 10 casais nessas condições, que tentam engravidar em um mês, 2 deles obterá sucesso.

E quando existe algum fator impeditivo para a gestação, como infertilidade no homem ou na mulher, doenças genéticas ou ginecológicas, dentre outras, as chances de uma gravidez reduzem mais ainda. Por isso, diante de uma negativa ao tentar engravidar, o casal deve buscar ajuda médica para identificar as razões e fazer o tratamento necessário.

Sendo assim, podemos concluir que manter 1 relação sexual, de maneira alternada, dentro do período fértil é suficiente para que ocorra a tão sonhada gravidez do casal. Para isso, a mulher precisa conhecer seu ciclo menstrual e reconhecer o período em que os óvulos são liberados para encontrar o espermatozoide, ou seja, o período fértil. Se, mesmo com insistência, o resultado for negativo, convém buscar orientação médica e iniciar um tratamento de gravidez, se for o caso.

 

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Por que meu tratamento de gravidez não está dando certo?

sex, 03/26/2021 - 17:17

O tratamento de gravidez é uma alternativa muito buscada por casais que não conseguem engravidar de maneira espontânea. Os resultados são bastante positivos. Contudo, nem sempre tudo sai de acordo com o esperado, o que acaba gerando frustração não só nos futuros papais, mas também em toda a equipe médica envolvida nesse processo. Existem muitas dúvidas a respeito dos motivos que impedem um tratamento de gravidez de dar certo e hoje falaremos mais sobre isso.

Minha gravidez não deu certo. E agora?

Dizemos que o tratamento de gravidez falhou quando o resultado não é obtido, ou seja, quando a mulher não conseguiu engravidar ou quando ela sofreu aborto espontâneo ao longo da gestação. O fato é que não existe um único motivo que possa atrapalhar a gravidez assistida.

Existem variáveis diversas que atingem a mulher em maior ou menor grau, impedindo a gestação. Normalmente, essa falha está associada às causas da infertilidade no homem ou na mulher, que os induziram a buscar ajuda médica para engravidar.

É, portanto, uma questão individual que precisa ser averiguada de forma específica. E a primeira coisa que o casal deve fazer é procurar o médico responsável pelo procedimento para tentar descobrir o que deu errado.

 

Possíveis causas de falhas no tratamento de gravidez

Sabemos que o médico responsável pelo procedimento toma todas as precauções possíveis antes de iniciar o tratamento, conhecendo o histórico da paciente, buscando doenças que comprometem a fertilidade tanto no homem quanto na mulher, solicitando exames para fechar diagnósticos etc.

Ainda assim, é possível que alguns fatores prevaleçam e atrapalhem todas as medidas de prevenção aplicadas antes e durante o tratamento, gerando uma frustração em todos. A taxa de sucesso de um tratamento de gravidez como a Fertilização In Vitro, por exemplo, pode chegar a 60% dos casos. Os outros 40% que não deram certo podem ter relação com algumas das causas abaixo. Confira.

Mulher com idade avançada

A partir dos 35 anos de idade, as chances de uma mulher engravidar de maneira espontânea caem consideravelmente. Com o tratamento de gravidez, as chances aumentam, mas, ainda assim, há riscos de um resultado negativo.

Isso acontece por causa do envelhecimento natural do corpo, da redução no número de óvulos produzidos e liberados pela mulher e também porque a idade avançada aumenta as chances de alterações genéticas nos embriões, dificultando e até impedindo o seu desenvolvimento.

Processos inflamatórios crônicos

Doenças ou inflamações que atingem a região do útero são responsáveis por boa parte das falhas na gravidez. Essas alterações podem surgir durante a gestação ou podem não ter sido diagnosticadas durante a fase de preparação da mulher.

Outra possível causa é o fato do endométrio não estar pronto para receber aquele embrião introduzido no útero, o que também pode acontecer devido a processos inflamatórios locais. Como resultado, o embrião não encontra um ambiente satisfatório para o seu desenvolvimento.

Baixa qualidade dos espermatozoides

Ainda que o médico faça a seleção dos melhores espermatozoides para a fecundação do óvulo, é possível que os escolhidos apresentem algum problema ao longo do processo. Geralmente, esses espermatozoides de má qualidade estão mais relacionados aos abortos espontâneos.

Alterações nos embriões

Problemas embrionários são responsáveis pela maioria das falhas na gravidez assistida. No caso da FIV, a transferência de um embrião no momento errado de sua evolução compromete o seu desenvolvimento, impedindo a gravidez.

Além disso, o embrião pode trazer alguma alteração genética não identificada pelo médico durante a avaliação e no processo de escolha. Essa deformidade impede que o embrião tenha a evolução esperada.

O que fazer para reduzir essas falhas?

Como dissemos, cada caso é único e deve ser averiguado de forma individual. O médico precisa identificar e avaliar as possíveis causas da não gestação e tomar medidas de precaução para uma nova tentativa. Existem algumas maneiras de fazer isso. Vejamos.

Estudar alterações genéticas do embrião

Se for essa a provável causa, o médico faz um estudo genético do embrião, avaliando e optando por aqueles que não tenham anormalidades genéticas. Só depois, esses embriões são introduzidos no útero.

Avaliação do endométrio

Se a causa da não gravidez tiver relação com problemas no endométrio, que é uma razão bastante comum, o médico também vai reavaliar essa região uterina, identificar o melhor momento em que o embrião será mais aceito ou prevenir e tratar processos inflamatórios para que eles não comprometam o processo de gestação.

Além dessas medidas, o médico deve sugerir outras estratégias igualmente eficazes para que o casal tenha resultados satisfatórios na próxima tentativa de engravidar. Essas e outras técnicas dependem exclusivamente das características de cada paciente.

O que é possível fazer para aumentar as chances de engravidar durante o tratamento?

Não existe uma lista efetiva de recomendações que possam favorecer a gravidez. Mas, existem algumas dicas que melhoram a fertilidade do casal, uma vez que contribuem para a saúde do corpo como um todo.

  • Reduzir ou eliminar hábitos não saudáveis como o tabagismo e o alcoolismo;
  • Manter uma alimentação saudável com preferência para alimentos naturais, reduzindo industrializados e processados;
  • Sair do sedentarismo e se manter em movimento;
  • Ficar longe de situações de estresse, buscando maneiras de relaxar e descansar sempre que possível;
  • Controlar os níveis de ansiedade, por mais que seja um pouco mais difícil nesse momento tão importante para a família;
  • Por fim, é preciso ter muita paciência. Como vimos, os resultados positivos têm um ótimo índice, porém, não podemos deixar de observar todos os casos que não deram certo. Então, é uma situação normal, mesmo que não seja a ideal.

O importante é continuar insistindo, seguindo os protocolos e recomendações da equipe médica, controlando o que estiver ao seu alcance como o cultivo de bons hábitos, a redução do estresse e da ansiedade e tendo boas noites de sono para que o trajeto em busca da gravidez seja tão satisfatório quanto o resultado esperado.

O tratamento para gravidez traz resultados fantásticos para os casais que sonham em ter filhos, mas, como todo procedimento médico, pode apresentar falhas, sendo estas motivadas por inúmeros fatores. Essas possíveis causas são averiguadas pela equipe médica responsável que sugere alterações no tratamento para a obtenção de resultados satisfatórios para ambas as partes.

 

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Sintomas da Gravidez

sex, 03/26/2021 - 09:06
Vamos direto ao assunto? Não sabe se está gravida ainda? e quer descobrir?

Caso tenha chegado nessa página para descobrir se está grávida no momento, temos as seguintes opções:

Teste de sintomas de Gravidez: Como saber se você está grávida – Sinais e sintomas que podem ajudar a diagnosticar uma gravidez.

Quando fazer o teste laboratorial de gravidez? – Quer saber o melhor momento para realizar o teste de gravidez de farmácia? Esse cálculo vai te ajudar nisso.

 

Já sabe que está grávida?

A gestação é um saquinho de surpresas, a cada fase uma nova sensação, mudanças no nosso organismo para se adaptar a esta nova condição, para você  ir se acostumando com a idéia e saber o que é comum sentir na gravidez e não necessariamente precisar de tratamento aí vão algumas dicas de  “o que esperar quando se esta esperando…”

Algumas mulheres buscam ajuda nas redes sociais, mas nós estamos aqui, prontos para te ajudar.

Durante a gestação o obstetra será o seu médico principal.

No início da gravidez você poderá sentir:

  • Náuseas e vômitos;
  • Aumento das mamas e dor;
  • Escurecimento dos mamilos;
  • Sono;
  • Prisão de ventre;
  • Tonturas;
  • Dor de cabeça;
  • Aumento da freqüência de urinar;

A boa notícia é que as náuseas na maioria das mulheres acaba após os 3 meses de gravidez assim como aquele sono incontrolável. Para os outros sintomas não esqueça de pedir orientação ao seu médico pois tudo pode ser contornável por medicações sintomáticas e alimentação adequada.

Mas, durante toda gestação ainda poderá ocorrer:

  • Manchas na pele (cloasma gravídico);
  • Aparecimento de linha escurecida no abdome;
  • Estrias;
  • Dor nas costas;
  • Azia;
  • Dificuldade para dormir, pelo aumento da barriga e mamas;
  • Dor nas pernas;
  • Propensão a desenvolver varizes nas mulheres predispostas;
  • Pré disposição a hemorróidas;
 

Aqui listamos algumas modificações do organismo materno, lembrando que nem todas as mulheres por regra passarão por todas estas fases.

Lembrem-se: para que sua gravidez seja tranqüila é importante um acompanhamento Pré Natal adequado, hábitos de vida e alimentares saudáveis, exercício físico a partir do segundo trimestre de gravidez com orientação médica pela obstetra.

 

Sintomas da Gravidez

Lista de sinais e sintomas da gravidez (teste de sintomas de gravidez):

Saber cedo que está grávida é muito importante para que a mulher inicie o seu seguimento pré-natal o mais cedo possível. As mulheres que ficam sabendo da gestação nas primeiras semanas podem tomar medidas que beneficiam o feto como: melhorar o controle da glicemia no sangue, melhorar a dieta, usar suplementos como ácido fólico e ferro, controlar a pressão arterial, tratar eventuais infecções precocemente e evitar o consumo de álcool ou drogas potencialmente nocivas ao bebê no primeiro trimestre de gestação

Os primeiros sinais e sintomas da gravidez surgem frequentemente após três semanas da fecundação. Em alguns casos, a gravidez já mostra sinais tão cedo quanto o sexto dia após a concepção. Então, apesar de não ser comum, é perfeitamente possível a mulher já apresentar sintomas de gravidez antes da menstruação atrasar.

Os 20 primeiros sintomas de gravidez são:

  • Sangramento vaginal.
  • Atraso menstrual.
  • Cólicas ou dor abdominal.
  • Aumento dos seios ou dor nas mamas.
  • Alterações na aparência dos seios.
  • Náuseas e vômitos.
  • Constipação intestinal.
  • Inchaço abdominal.
  • Cansaço e sono excessivo.
  • Vontade frequente de urinar.
  • Desejos alimentares.
  • Alteração do paladar.
  • Aversão a odores fortes.
  • Aumento dos gases.
  • Tonturas.
  • Variações do humor.
  • Dor de cabeça.
  • Dor lombar.
  • Acne.
  • Corrimento vaginal.
  

Antes de seguirmos, é importante salientar que os sinais e sintomas de gravidez não são os mesmos para todas as mulheres. Além disso, uma mesma mãe pode ter sintomas completamente diferentes entre duas gestações distintas. Os sinais de gravidez podem também variar em sua intensidade, frequência e duração.

Tenha em mente que muitos dos sintomas precoces da gestação podem parecer semelhantes aos desconfortos pré-menstruais que você está habituada. As mulheres que não estão tentando engravidar não ficam muito atentas aos sinais do seu corpo, e os primeiros sintomas da gravidez podem passar despercebidos, sendo confundidos com os sinais de uma menstruação a caminho.

Procure sem o obstetra e ginecologista para acompanhar sua gestação, assim problemas como gravidez ectópica e outros podem ser resolvidos cedo.

Ter um bebê pode ser o sonho de muitas mulheres. Às vezes o atraso da menstruação é a primeira dica entre todos os sintomas de que a mulher está grávida. A gravidez pode apresentar diferentes sintomas em cada semana da gestação.

Quer saber o melhor momento de fazer um teste de gravidez?

Fizemos uma calculadora para ajudar a saber o melhor momento para se fazer o teste de gravidez. Veja aqui quando fazer o teste de gravidez.

jQuery(document).ready(function($) { var delay = 100; setTimeout(function() { $('.elementor-tab-title').removeClass('elementor-active'); $('.elementor-tab-content').css('display', 'none'); }, delay); }); Bibliografia Rizk, B; Garcia-Velasco, J; Sallam, H; Infertility and Assisted Reproduction. 2008. Cambridge University Press. Te Linde. Ginecologia Operatoria. 8ed. Rock Thompson.

Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

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Investigando a Linguagem do Tratamento de Fertilidade: IIU Explicada

qui, 03/25/2021 - 18:08

Existem muitos diferentes procedimentos de tratamento para ajudar a engravidar. IIU, também conhecida como inseminação intrauterina ou inseminação artificial, é um dos mais comuns procedimentos para tratamento de fertilidade utilizados atualmente.

 

Para Que Serve a Inseminação Intra-uterina (IIU)?

 

IIUs são usadas para tratar muitos diagnósticos diferentes de infertilidade, incluindo:

 

O Que Acontece Durante um Procedimento de IIU?

 

IIU pode ser feita com ou sem medicamentos que impulsionam a ovulação. Se uma IIU é feita com medicamentos, em seguida, os ovários são estimulados para produzir uma pequena quantidade de óvulos maduros. Diferente da FIV (Fertilização In Vitro), onde os óvulos são retirados e então fertilizados, com uma IIU, a ênfase está em garantir que haja apenas alguns óvulos para emergir. Há uma possibilidade de gestações múltiplas quando é feita uma IIU e mais do que apenas alguns óvulos maduros emergem, então é preciso que haja um cuidadoso e consistente monitoramento.

Quando os óvulos estão maduros, há um “gatilho” de injeção – uma medicação que estimula os folículos (bolsas cheias de fluido que contêm os óvulos) para liberar os óvulos. Em seguida, o esperma é coletado, através de masturbação e dado ao laboratório do programa de fertilidade para ser preparado. O esperma é cuidadosamente preparado e então introduzido dentro do útero através do colo do útero, usando um pequeno cateter.

Muitos programas de fertilidade fazem duas inseminações em cada ciclo para maximizar a probabilidade dos espermatozoides atingirem os óvulos no momento ideal.

Há poucos cuidados após o procedimento que precisam ser feitos. As inseminações normalmente não causam dor. Não há atividades específicas que você precise evitar ou que você precise tomar precauções. Apesar disso, a maioria dos programas e clínicas de fertilidade desaconselha exercício físico muito intenso.

Alguns procedimentos de fertilidade incluem medicamentos após a IIU para a reforçar ainda mais a implantação precoce.

E depois há a espera.

Para obter mais informações sobre a IIU, por favor entre em contato conosco. Se você tem tentado engravidar há um ano, é hora de procurar ajuda.

 

 

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Anomalias das trompas

qui, 03/25/2021 - 07:16

As trompas de Falópio são dois “tubos” contráteis anexados ao lado esquerdo e ao lado direito do útero. Cada tubo estende-se desde o útero para o ovário e sua função é pegar o óvulo, assim que ele é liberado do ovário. As extremidades das trompas de falópio são alargadas e têm delicadas estruturas semelhantes a dedos chamadas fímbrias. Quando o ovário libera um óvulo ou ovócito, as fímbrias pegam o óvulo e o direcionam para dentro do tubo. Enquanto o óvulo passa pelas trompas de Falópio, ele recebe nutrição e um ambiente perfeito para a fertilização. O óvulo e o espermatozoide geralmente se encontram na porção distal do tubo, onde ocorre a fecundação. É vital que a trompa de Falópio esteja aberta e funcionando corretamente para permitir que o óvulo e o espermatozoide se encontrem e que o óvulo fertilizado se mova até o útero para implantação.

Tubos que tenham sido danificados por infecção prévia ou endometriose podem afetar severamente a chance de um casal conseguir a gravidez. Também existem Anormalidades Congênitas das trompas de falópio que podem dificultar a captação do óvulo.

 

Obstrução Tubária

 

Mulheres que tiveram infecções pélvicas, endometriose ou cirurgia que envolvem inflamação podem causar cicatrizes ao redor do útero e das trompas de Falópio. Mulheres que tiveram uma gravidez ectópica podem também ter obstrução tubária. A obstrução pode ser causada por várias outras condições, tais como:

  • Infecções pélvicas (tais como a doença inflamatória pélvica e doenças sexualmente transmissíveis)
  • Uma ruptura do apêndice ou cirurgia na pelve ou abdômen inferior
  • Uma gravidez tubária ou ectópica, nas trompas de Falópio
  • Malformação das trompas de Falópio
  • Endometriose
  • Aderências pélvicas entre estruturas normalmente não conectadas no útero ou na pelve
  • Anormalidades Congênitas

 

Hidrossalpinge

 

Uma trompa de Falópio bloqueada que se torne preenchida com líquido é chamada de hidrossalpinge. Esta não só causa infertilidade, como também pode reduzir a eficácia de outros tratamentos de infertilidade. A condição ocorre quando há lesão nas Trompas de Falópio, geralmente devido a infecção, que faz com que a extremidade do tubo se feche. Como resultado, o fluido fica retido no tubo e faz com que ele inche. Este fluido normalmente vazaria para fora da extremidade do tubo, mas já que o tubo está bloqueado na verdade os vazamentos retornam para o útero. Este fluido mostrou ser capaz de diminuir as chances de engravidar, em uma quantidade significativa. Se um embrião é implantado no útero usando FIV, este refluxo das trompas no útero pode diminuir as chances de sucesso de um terço à metade, a menos que seja tratado antes do tempo.

O sintoma mais comum de obstrução tubária é a infertilidade.

 

Diagnóstico de Danos Tubais

 

Fator Tubário e infertilidade é um problema muito comum e por causa disso nós rotineiramente examinamos para determinar se os tubos estão abertos e se não estão danificados, como parte dos testes habituais de fertilidade. No Plano de FIV nós rotineiramente usamos um dos dois tipos de exames de diagnóstico para verificar a permeabilidade tubária em um histerosalpingograma (HSG) e em um procedimento cirúrgico, a laparoscopia diagnóstica.

 

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Conexão da endometriose com a Infertilidade

qua, 03/24/2021 - 18:16

A Endometriose Pode Ser Responsável por Até 70% das Mulheres Afetadas por Infertilidade e Dor Pélvica

A endometriose é uma condição de hormônio sensibilizados – como os ovários produzem hormônios normalmente todo mês, a endometriose pode crescer e piorar. A dor da endometriose geralmente ocorre antes e durante um ciclo menstrual. Esta dor cíclica e o crescimento da endometriose pode ser tratado com medicamentos que inibem a função ovariana. Isso significa que os ovários não estão produzindo óvulos durante o mês, e isto também evitará que a gravidez ocorra. É por isso que é difícil de tratar a endometriose associada com infertilidade – para casais tentando engravidar, nossos tratamentos de fertilidade muitas vezes estimulam os ovários a produzirem mais óvulos e mais hormônios durante o ciclo menstrual, e isso nada faz para tratar a dor associada com a endometriose. Na verdade, pode aumentar a dor. Para as mulheres com infertilidade e dor pélvica relacionada com endometriose, nosso objetivo é ajudar a gravidez a ocorrer mais rapidamente, reduzindo a quantidade de tempo em que o paciente sente a dor que ocorre com o ciclo menstrual.

Ciclos de tratamento de fertilidade são geralmente a melhor forma de tratamento em vez de cirurgia laparoscópica para as mulheres que estão tentando engravidar com endometriose.  Às vezes, no entanto, a cirurgia para endometriose pode ser realizada antes do tratamento de fertilidade, especialmente se a dor pélvica for um fator significativo. A cirurgia para endometriose é muito boa para aliviar a dor pélvica, mas provavelmente apenas minimamente aumentará a probabilidade de uma gravidez natural ou diminuirá a necessidade de tratamento de fertilidade quando a mulher está pronta para engravidar.

A endometriose, infelizmente, não pode ser completamente curada. A dor pélvica pode ser minimizada e a infertilidade pode ser superada com o tratamento, mas a inflamação pélvica e a presença das células dentro da pelve com endometriose geralmente continuam ao longo da vida reprodutiva feminina. Às vezes a endometriose pode progredir e causar dor pélvica crônica, que é muito difícil de tratar.

O Que Mais Você Pode Fazer Se Você Tem Endometriose?

Como com qualquer condição crônica, existem algumas maneiras de administrar a endometriose. Novos medicamentos estão sendo explorados e o controle de natalidade continua a ser uma forma adequada para impedir que as células indesejáveis se proliferem. Existem também vários estudos que estão sendo realizados, incluindo o estudo ROSE. ROSE significa Research OutSmarts Endometriosis (Pesquisa para Superação da Endometriose) e está em conjunção com a Endometriosis Foundation of America, fundada por Padma Lakshmi, uma respeitada celebridade que quando diagnosticada com endometriose saiu publicamente para apoiar outras que sofrem com a dor da endometriose. Você pode ler mais sobre esse estudo e ver se é uma boa escolha para você. 

Se precisar de ajuda com a dor pélvica, com a infertilidade ou se tem suspeita de endometriose, estamos aqui para ajudar. 

 

 

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Taxa de fertilidade

qua, 03/24/2021 - 08:29

As estatísticas da reprodução humana e taxa de fertilidade variam com o país, com as clínicas e com a causa da infertilidade. Os números aqui apresentados se referem a uma grande avaliação feita pela Red Lara (Red Latinoamericana de Reproducción Asistida).

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Congelamento de Óvulos

ter, 03/23/2021 - 17:43
A dra. Juliana Amato (CRM 106.072) explica o processo de congelamento de óvulos e para quais mulheres ele é mais indicado. Confira tudo no vídeo!       ***** Transcrição: Eu sou a Doutora Juliana, sou especialista em ginecologia obstetrícia e reprodução assistida. Então, hoje nós vamos falar um pouquinho sobre congelamento de óvulos. As mulheres hoje em dia se casam mais tarde, querem estudar, fazer mestrado, doutorado, viajar, qualquer que seja o plano delas elas têm filhos mais tarde. O que a gente tem que colocar em mente que a mulher até os 35 anos ela pode engravidar com saúde, depois dos 35 anos a gente tem uma queda dessa reserva folicular, ou seja, uma queda da fertilidade e isso em estudos em várias populações mundiais a gente vê que isso acontece após os 35 anos. O que que a mulher ela deve ter em mente? Em preservar a sua fertilidade, e como isso não feito? Com congelamento de óvulos. Quais são as candidatas para congelamento de óvulos? Mulheres até 35 anos que não queiram engravidar por agora, que tenham algum plano de saúde ou que não tenha perspectiva de gravidez. Após os 35 anos o congelamento pode ser feito, mas as taxas de sucesso de descongelamento da fertilização in vitro são menores. Tem um diagnóstico de câncer de mama ou de câncer de ovário, converse primeiro com seu oncologista, o ideal é que se faça um ciclo de estimulação de ovulação antes do tratamento da quimioterapia ou da radioterapia se congele esses óculos para depois fazer o tratamento da quimioterapia ou da radioterapia, se congele esses óvulos para depois fazer o tratamento, pois os quimioterápicos eles tendem a reduzir muito drasticamente a reserva ovariana. Esses e outros assuntos vocês podem acessar também nas nossas redes sociais.   Leia mais em: Congelamento de óvulos

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Teste de Fertilidade: Uma dieta saudável para engravidar

seg, 03/22/2021 - 20:17

Ao responder as questões nesse teste de fertilidade você será capaz de ver se sua dieta está tendo um efeito positivo ou negativo na sua fertilidade, assim como a sua saúde em geral.

Se você está ciente dos seus maus hábitos alimentares você pode mudá-los para melhor para que então você possa se ajudar a conceber um filho.

Quiz Dieta Saudável

Para começar o quiz simplesmente clique no botão abaixo

Nutrição é extremamente importante quando se trata de fertilidade. Ao analisar o que você come e fazer algumas mudanças, você irá melhorar suas chances de engravidar. Faça mudanças gradualmente, assim você poderá continuar com a sua vida normalmente e sem colocar muita pressão sobre você.

Como ter uma dieta saudável e balanceada:

  • Compre pequenas quantidades de comida frequentemente, para garantir que estejam sempre frescas
  • Coma frutos da estação
  • Tenha suas 5 porções ao dia de frutas e/ou vegetais
  • Corte alimentos processados e pré-prontos
  • Coma carboidratos complexos e alimentos integrais
  • Evite carnes gordurosas
  • Beba chás de ervas ao invés de chá comum e café

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Os 3 principais tratamentos para engravidar

seg, 03/22/2021 - 11:37

Engravidar de maneira natural é o desejo de toda mulher que deseja ser mãe, contudo essa não é a realidade de muitas delas. Segundo dados da OMS, cerca de 15% dos casais em idade reprodutiva apresentam algum problema de infertilidade. Felizmente, a medicina desenvolveu algumas técnicas eficazes que auxiliam o casal que sonha em ter um filho. A seguir, falaremos sobre os três principais tratamentos para engravidar e também sobre o melhor momento para buscar ajuda de uma clínica de fertilidade.

3 tratamentos mais comuns para engravidar

Existem vários tipos de tratamentos para gravidez. Hoje, falaremos dos três mais comuns e mais realizados atualmente. Para facilitar a compreensão, dividimos esses métodos em dois níveis de complexidade: baixa e alta. Veja a seguir:

Tratamentos de baixa complexidade

Os tratamentos de baixa complexidade são assim chamados porque exigem menos intervenções e procedimentos médicos ao longo do tratamento. São métodos mais simples, rápidos, acessíveis e de fácil execução. O processo de fecundação acontece dentro do útero da mulher.

  1. Coito programado ou namoro programado

O objetivo desse tratamento é fazer com que o casal consiga engravidar de maneira natural, mantendo relações sexuais dentro do período de maior ovulação da mulher, aumentando as chances de fecundação do óvulo pelo espermatozoide.

Para isso, a equipe médica acompanha e monitora aquele que será o período mais fértil da mulher e orienta o melhor momento para a relação sexual.

Quando a mulher apresenta uma ovulação irregular, o médico pode fazer a aplicação de hormônios que estimulam o amadurecimento e a liberação dos óvulos para um acompanhamento mais preciso do momento certo para o ato sexual.

  1. Inseminação intrauterina (Inseminação artificial)

A inseminação artificial também é um método de baixa complexidade que estimula a fecundação natural do óvulo, dentro do útero da mulher. A técnica consiste em algumas etapas. O primeiro passo é a coleta do esperma do homem na tentativa de capturar os espermatozoides mais fortes e resistentes.

Em seguida, esses espermatozoides são introduzidos dentro do útero da mulher para que eles fecundem o óvulo liberado. Para aumentar as chances de fecundação, pode ser que a mulher precise ter o ovário estimulado, assim como acontece no coito programado.

A inseminação artificial é um procedimento bastante popular e é indicado para aqueles casais que não conseguem engravidar, mesmo sem uma causa aparente ou quando o homem tem algum problema que atinja a qualidade dos seus espermatozoides.

Como vimos, é feita uma seleção criteriosa de espermatozoides, sendo introduzidos no útero apenas aqueles mais resistentes, com boa movimentação e ausência de má-formação.


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Tratamentos de alta complexidade

Os tratamentos de alta complexidade possuem etapas mais detalhadas e, por isso, mais complexas. De todos, a fertilização in vitro (FIV) é a mais comum e a mais utilizada.

  1. Fertilização in vitro (FIV)

A fertilização in vitro é um tratamento de gravidez em que a fecundação acontece fora do útero da mulher. Todo o processo ocorre dentro de ambiente hospitalar, em um laboratório da clínica de reprodução.

O processo começa com a coleta dos óvulos, na mulher, e do sêmen, no homem. Mais uma vez, a mulher recebe hormônios para estimular a ovulação e o amadurecimento dos folículos e facilitar a captura. Em seguida, o melhor espermatozoide é escolhido, capturado e injetado no óvulo, ocorrendo a fecundação.

Os óvulos fecundados são monitorados por alguns dias até que atinjam as condições esperadas para serem, enfim, introduzidos no útero da mulher e assim continuar o processo de gravidez. Vale lembrar que há um limite de óvulos fecundados e introduzidos, uma medida importante para evitar a gestação múltipla.

A fertilização in vitro atende a um grande número de casos de infertilidade. É indicada em casos de vasectomia, laqueadura, doenças ginecológicas como a endometriose ou lesões uterinas que dificultem a gravidez, obstrução das tubas uterinas, mulheres com idade avançada, dentre outros casos.

Também é uma técnica eficaz para situações em que o casal já passou por diversas tentativas de engravidar, mas não obteve sucesso.


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Quando eu sei que preciso de tratamento para engravidar?

Essa dúvida é muito recorrente e é muito importante fazer esse esclarecimento porque pode auxiliar casais que há anos tentam engravidar naturalmente, não conseguem e acreditam que não existe nenhum problema de ordem biológica impedindo a gravidez.

Primeiro, é preciso saber que um casal jovem, com até 35 anos, com ótimas condições de saúde e que mantenha relação sexual frequente sem usar métodos contraceptivos, pode engravidar em pouco tempo após as primeiras tentativas.

Quando esse tempo ultrapassa 12 meses, um ano, é hora de buscar ajuda médica para saber o que está impedindo a gravidez.

Mulher com idade avançada tem menos chance de engravidar naturalmente

Para a mulher, o tempo se torna um fator impeditivo à medida que a idade vai chegando. Mulheres com idade entre 25 e 30 anos tem até 85% de chances de engravidar em um ano de tentativas. A partir dos 31 e até os 35 anos, essa taxa cai para 80%, mas ainda é muito grande, com ótimas chances de uma gravidez natural.

A partir dos 35 anos de idade, o tempo se torna mais escasso para a mulher. A sua capacidade de engravidar naturalmente cai para 50% ao ano. E, a partir dos 40 anos, a taxa de fertilidade cai mais ainda, dessa vez para 20% ao ano.

Portanto, uma mulher com mais de 35 anos que tenta uma gravidez há mais de seis meses e não tem resultados positivos, precisa fazer um tratamento para engravidar e contar com a ajuda da medicina para realizar o sonho de ser mãe.

Essas e outras informações devem ser levadas em conta na hora em que o casal para e avalia o motivo das tentativas de gravidez não estarem dando certo. É preciso analisar fatores como saúde biológica de ambos, idade da mulher, problemas genéticos e outras doenças que impedem a fertilidade.

Os tratamentos para engravidar surgiram como uma alternativa para aqueles casais que não conseguem gerar um filho de maneira natural. Esta é uma situação bastante comum, embora muitas pessoas não saibam que têm problemas de fertilidade. Em muitos casos, só há a percepção desse fato depois de inúmeras tentativas de engravidar que resultam em dolorosas frustrações. Nessa hora, a clínica de reprodução assistida surge como uma aliada apresentando ao casal o método que melhor se encaixa na sua individualidade e que possa ajudá-lo a alcançar o objetivo tão esperado: um resultado positivo.

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É necessário fazer repouso após transferência de embriões?

sex, 03/19/2021 - 16:07

A transferência de embriões é a última etapa de um tratamento para gravidez, como a fertilização in vitro. É quando os embriões são inseridos no útero da mulher para que esta, finalmente, realize o tão esperado sonho de ser mãe. Nesse momento, sempre surgem algumas dúvidas a respeito da necessidade do repouso após o recebimento desses embriões. Os dias de repouso indicados variam de acordo com cada médico e isso deixa a mulher um pouco confusa. Hoje vamos falar qual é a importância desse descanso e por quanto tempo ele é necessário.

De onde vem a indicação do repouso após a transferência de embriões?

Em primeiro lugar, precisamos destacar que a dúvida da mulher em relação ao repouso após transferência de embriões é muito válida, uma vez que ela está ansiosa para que a gravidez seja confirmada, depois de ter passado por inúmeras etapas do tratamento.

Assim, o que estiver ao seu alcance para fazer com que a gravidez realmente aconteça ela deseja fazer. E o repouso é um dos pontos bastante debatidos não só entre médicos, mas também entre outras mulheres que realizam algum tipo de fertilização.

Segundo alguns médicos, o repouso seria uma maneira de garantir que os embriões injetados no útero não se desprendessem de lá, por causa de algum movimento mais brusco realizado pela mulher. Estando em repouso, o risco de perder esses embriões seria menor.

Contudo, essa afirmação não pode ser considerada totalmente correta porque em uma gravidez que acontece naturalmente não há esse descanso, pelo menos não nessa fase inicial. Quando a mulher tem uma gravidez de risco ela precisa de repouso, mas não é uma realidade de todo o público feminino.

Além do mais, o próprio útero se encarrega de armazenar esses embriões dentro da sua cavidade e realizar o processo de fecundação, mantendo-os seguros e prontos para a evolução. Portanto, o descanso é sim importante, como veremos a seguir, mas não é um pré-requisito obrigatório.

 

Repousar ou não após transferência de embriões?

Nós, enquanto equipe médica, realizamos os mais diversos tipos de tratamento para a fertilidade. A nossa recomendação em relação ao repouso da mulher após transferência de embriões é que ela descanse sim, mas apenas no dia exato da injeção de embriões no útero.

O ideal é que ela não faça atividades físicas e nem realize nenhum outro tipo de esforço que exija muito dela. Trata-se de uma forma de precaução, levando em conta que muitas mulheres que experimentam o tratamento para engravidar possuem dificuldades próprias para levar uma gravidez adiante.

O descanso também é uma maneira de fazer com que ela relaxe naquele dia que, por si só, já é muito cheio de ansiedade, que ela aproveite o momento para saborear esse passo tão esperado. A saúde mental da mulher, o alívio do estresse também são muito importantes para uma gravidez saudável.

Além de ser um fator interessante para aliviar a ansiedade, o repouso após transferência de embriões é válido para o conforto da mulher. Após receber os embriões, a mulher pode sentir algum desconforto na região do ventre como uma dor leve, por exemplo.

Nesse caso, o repouso é uma recomendação apenas pensada no bem-estar da mulher naquele momento. Ficar deitada, relaxar, descansar é importante para reduzir o incômodo do procedimento realizado momentos antes.

Quantos dias de descanso são necessários

Como dissemos, um dia de repouso é suficiente para que o corpo da mulher comece a se preparar para fazer crescer um bebê dentro dele. Alguns médicos recomendam o repouso absoluto de dois, três e até doze dias para garantir a gravidez, baseados na afirmação anterior de que os embriões poderiam se perder do útero.

Mas, além de não ser uma orientação com fundamentação científica, chega a ser também nada prático para a vida de uma mulher que, além de estar em tratamento para ser mãe, ainda precisa desempenhar diversos papéis ao longo do seu dia.

Ficar sem fazer nada durante todo esse tempo não acelera a gravidez e ainda pode elevar os níveis de ansiedade e frustração se, no final, a gravidez não vingar, o que pode acontecer por inúmeros fatores.

Voltando às atividades de rotina

Após o período de descanso, a mulher pode voltar à sua rotina normal de atividades. Ir ao trabalho, estudar, fazer tarefas domésticas etc. Porém, deve evitar exercícios físicos e outras atividades que exijam grande esforço físico como pegar peso, subir e descer escadas, limpeza pesada em casa dentre outras tarefas.

Esse cuidado deve permanecer até o 12º dia, que é quando é feito o exame beta-hcg que vai confirmar ou não a gravidez. É importante frisar que a coleta de óvulos é um procedimento cirúrgico e exige cuidados posteriores.

O que fazer para aumentar as chances da gravidez dar certo

Se o repouso absoluto por longos 12 dias não é indicação para a gravidez dar certo, o que a mulher pode fazer para aumentar as chances do resultado do exame dar positivo? Apesar de não haver nenhuma dica cem por cento eficaz, existem algumas orientações que podem ser úteis.

  • Manter uma alimentação saudável, evitando ingerir álcool, excesso de café e consumindo mais legumes, frutas e verduras.
  • Evitar manter relações sexuais dentro desse período inicial para que o útero não tenha contrações que possam prejudicar os embriões recentemente instalados.
  • Não usar produtos químicos no cabelo ou em outras partes do corpo, pois podem ser absorvidos pelo organismo e afetar os embriões.
  • Não se automedicar. Procurar sempre a orientação do médico que a acompanha antes de ingerir qualquer medicamento.
  • Evitar o cigarro, que é extremamente prejudicial para a saúde do corpo em geral.

Como vimos, o repouso após a transferência de embriões é uma recomendação médica importante porque ajuda a reduzir a ansiedade na mulher, a aliviar o estresse típicos desse momento delicado que é a busca pela gravidez. Também é útil caso a mulher sinta algum desconforto ou após alguma complicações durante o procedimento. Entretanto, o repouso não é uma maneira de aumentar as chances da gravidez dar certo. Por isso, um ou dois dias, no máximo, são suficientes para a mulher se sentir melhor após receber os embriões. Nos dias seguintes, evitar esforço em excesso e cultivar hábitos saudáveis em geral.

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Por que é importante fazer exame de sífilis quando se está planejando uma gestação?

seg, 03/15/2021 - 19:11

Durante o tratamento de gravidez, geralmente na primeira consulta, o médico que está atendendo aquele casal que deseja engravidar solicita uma série de exames para saber como está a saúde dos dois. E um deles é o exame de sífilis. É um exame simples e fácil de ser realizado, mas que muitas mulheres ficam um pouco apreensivas ao realizá-lo. Afinal, é preciso mesmo fazer esse exame? Qual a importância do exame de sífilis quando se está planejando uma gestação?

O que é a Sífilis?

A sífilis é uma doença infecciosa e sexualmente transmissível, causada por uma bactéria. Ela provoca ferimentos, geralmente indolores, na região íntima do homem e da mulher. Além da transmissão sexual, há também a transmissão vertical, em que o bebê é infectado pela mãe ainda dentro do útero, através da placenta.

Quando é transmitida da mãe para o feto, a doença recebe o nome de sífilis congênita e é uma das principais causas de abortos, malformações e partos prematuros, trazendo riscos tanto para a mãe quanto para o bebê.

Felizmente, a sífilis é uma doença curável, mas precisa ser detectada o mais rápido possível, visto que pode se tornar uma doença crônica. O exame de sífilis é a melhor maneira de fazer esse diagnóstico, especialmente se a mulher estiver em tratamento para gravidez.

Exame de sífilis: o que é e como fazer?

O exame de sífilis mais comum e requisitado pelos médicos é o VDRL, um exame de sangue que atesta a presença de anticorpos combatentes da bactéria causadora da sífilis. É um exame simples e rápido, além de muito eficaz.

Além do VDRL, o médico também pode fazer um exame clínico, caso a gestante apresente alguma lesão, sinal ou sintoma que possa indicar a presença da sífilis. Geralmente, essa avaliação é feita a partir de uma análise da área lesionada.

Esse e outros exames devem ser realizados antes da gestação e ainda durante a gravidez, para garantir que a mulher e o bebê estejam livres da doença. A sífilis possui uma fase em que chamamos de latente, quando a bactéria não é detectada pelo exame.

Logo, o VDRL precisa ser refeito após dois ou três meses mesmo que o exame apresente resultado negativo.

Por que é tão importante fazer um exame de sífilis?

Como vimos, a sífilis é uma doença grave, com alto poder de transmissão entre casais que se relacionam sem proteção e entre mãe e filho durante a gestação. Apesar de ser uma doença muito conhecida por médicos e sociedade em geral, a sífilis ainda consegue infectar muitas pessoas.

A sífilis congênita, por exemplo, que passa de mãe para filho por meio da placenta, alcança índices altíssimos de transmissão. Uma das principais causas desse número elevado é o fato de a gestante não saber que tem a doença. Mas, se é uma doença tão conhecida, por que isso acontece?

A sífilis não costuma apresentar sinais claros, principalmente quando está em estágio inicial, mas é nesse período que a transmissão acontece com mais velocidade. Nas mulheres, geralmente, a doença se instala no canal vaginal, ânus ou colo do útero provocando ferimentos que não sangram e nem doem.

Até nas fases seguintes, a sífilis não provoca sintomas fáceis de perceber. Assim, a mulher não sabe que está doente, inicia uma gestação, permanece sem aparentar os sintomas e provavelmente só descobrirá a doença após algum problema no parto ou com o bebê.

Principais riscos da sífilis para o bebê

A sífilis pode ser transmitida da mãe para o bebê através da placenta ou na hora do parto, caso a lesão no canal vaginal esteja ativa. Os principais problemas apresentados são:

  • Aborto;
  • Bebê pode vir a óbito pouco tempo depois do parto;
  • Parto prematuro;
  • Malformação congênita ou tardia. Ou seja, a criança pode nascer com alguma deformação ou pode adquirir algum problema no futuro;
  • Malformação na região da boca como dentes, céu da boca ou fissura nos lábios;
  • Bebê com baixo peso;
  • Surdez;
  • Dificuldade de aprendizagem;
  • Deficiência mental;
  • Problemas ósseos.

Por todos esses motivos é que o exame de sífilis não pode ser negligenciado pelo médico e nem pelo casal que está pretendendo ter filhos. O resultado do exame sai rapidamente e caso seja positivo, é hora de fazer o tratamento adequado.

O resultado deu positivo para sífilis. E agora?

A sífilis é uma doença grave, mas que tem cura. O tratamento deve ser orientado pelo médico obstetra que acompanha a família e pode ser realizado, inclusive, durante a gestação. Se executado de forma precoce e corretamente, o tratamento da sífilis impede que o bebê seja infectado também.

Por isso, se o resultado do exame de sífilis der positivo, não há razão para desistir da gravidez ou acreditar que o bebê terá problemas ao nascer. O tratamento para a sífilis é eficaz no combate à doença e pode garantir uma gravidez segura para a gestante e para a criança.

Ao ser diagnosticada com a doença, a mulher deve se submeter ao tratamento, assim como o homem, uma vez que ambos podem estar igualmente infectados.

Contudo, é preciso saber que o tratamento cura a doença, mas não impede que a mulher seja infectada novamente, caso mantenha contato com a bactéria posteriormente. Por isso, a prevenção é essencial, com uso de preservativo durante todas as relações sexuais com o parceiro.

Exame de sífilis no bebê

Após o nascimento, o bebê, cuja mãe realizou tratamento para sífilis, também deve ser submetido ao exame VDRL a fim de identificar a presença de antígenos, os anticorpos que combatem a bactéria que causa a doença. O exame é mais uma medida de precaução para afastar de vez o risco da doença na criança.

É possível amamentar mesmo tendo sífilis?

Sim, a mãe pode amamentar o seu bebê desde que não existam ferimentos ou lesões nas auréolas, referentes à doença.

Vale salientar que, em alguns casos, mulheres que descobrem a sífilis durante a gravidez não terminam o tratamento e nem alcançam a cura da doença antes do nascimento da criança. Por isso, é fundamental ter esse cuidado ao amamentar o recém-nascido e não infectá-lo.

Como vimos, o exame de sífilis é essencial quando se está planejando uma gravidez porque, caso o resultado seja positivo, é possível começar o tratamento e impedir que o bebê seja infectado pela doença e venha sofrer sérias consequências antes e após o parto. A sífilis é uma doença grave, mas tem cura e o diagnóstico precoce é a melhor forma de controlá-la.

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Categorias: Medicina

Dieta para um tratamento de gravidez saudável

sex, 03/12/2021 - 15:54

Muitos casais que desejam engravidar buscam uma dieta que garanta um tratamento de gravidez mais eficaz e saudável. Nós sabemos que um cardápio baseado em alimentos naturais, com ingredientes variados e de boa origem é fundamental para a saúde do nosso corpo em geral. Quando falamos em fertilidade, esse cuidado deve ser ainda maior.

Contudo, isso não quer dizer que exista uma fórmula alimentar que consiga eliminar todos os riscos e elevar cem por cento as chances de uma gravidez dar certo. O que existem são alguns alimentos e hábitos que podem influenciar de forma positiva ou negativa no tratamento para engravidar. Veja a seguir algumas dicas de alimentação que podem ser incluídas no seu dia a dia e melhorar a fertilidade.


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Dieta ideal para uma gravidez saudável

O objetivo de uma alimentação saudável é manter o indivíduo bem nutrido, com consumo equilibrado de fibras, vitaminas e outras substâncias essenciais ao bom funcionamento do corpo humano. 

Além de ter um corpo bem disposto e resistente a doenças, a boa alimentação também ajuda nos processos naturais do indivíduo como o processo de gravidez. Vamos às dicas:

Inclua proteína animal na sua dieta

Alguns estudos já identificaram uma redução considerável dos níveis de fertilidade em pessoas que se alimentam apenas de proteína vegetal em detrimento da proteína animal. Isso não quer dizer, contudo, que vegetarianos ou veganos não podem engravidar, mas sim que precisam encontrar outras maneiras de melhorar a fertilidade.

Quem já consome proteína animal não precisa aumentar a ingestão do alimento, apenas continuar mantendo-a no seu cardápio, até três vezes por semana. Além da carne bovina, inclua carne de frango, carne suína, ovos e peixes.

Evite o excesso de café e de álcool

Nada em excesso é benéfico e o mesmo acontece com o álcool e com o café, especialmente para quem está tentando engravidar. Então, quem é fã de um cafezinho diário ou de uma taça de vinho à noite, não precisa eliminar esses hábitos, mas diminuir a quantidade ingerida para garantir um tratamento mais saudável.

Perca peso e fique longe da obesidade

A obesidade também diminui a fertilidade em homens e mulheres. A mulher, quando está muito acima do peso, apresenta ciclo anovulatórios, ou seja, não ovulam, e isso compromete bastante a fertilização e a gravidez porque menos óvulos são liberados.

Já os homens, quando obesos, têm os seus hormônios alterados, o que interfere na saúde e na quantidade dos espermatozóides liberados.

Então, a dica para quem está tentando engravidar e está acima do peso é emagrecer através de hábitos saudáveis, melhorando a alimentação e fazendo atividade física. Diante da dificuldade em perder peso, é interessante buscar um endocrinologista.

Vitaminas podem ajudar

O uso de polivitamínicos é muito comum por mulheres que desejam engravidar e, de fato, eles podem ajudar a manter o corpo mais saudável, já que possuem doses equilibradas de várias vitaminas. Contudo, a melhora na fertilidade com o uso de polivitamínicos é bem pequena. Utilize polivitamínicos somente sob prescrição médica.

Ácido fólico

Já o ácido fólico é uma vitamina que não deve faltar e precisa estar em quantidades normais no organismo para evitar defeitos no tubo neural, durante a gestação. A ausência ou deficiência dessa vitamina pode contribuir para malformações fetais.

O ácido fólico está presente em folhas de cor escura como couve, espinafre e salsinha. Também é encontrado no brócolis, na beterraba, feijão, ervilha e lentilha.

Devido à baixa ingestão dessa vitamina pela gestante, muito comum, aliás, é recomendada a suplementação do ácido fólico durante a gestação para garantir a saúde do bebê.

Vitamina A

Temos também a vitamina A que, em excesso, pode estar associada a defeitos congênitos, segundo alguns estudos realizados. Por outro lado, a carência de vitamina A também pode influenciar no surgimento de doenças infecciosas.

Portanto, o ideal é sempre evitar os excessos, até mesmo de vitaminas, e tentar manter o equilíbrio no consumo de todas elas. A orientação de um nutricionista é fundamental antes e durante todo o processo de gravidez.

Reduza os laticínios

Os laticínios também são associados à diminuição da concentração de espermatozoides no esperma do homem. Por isso, devem ser consumidos com moderação e na sua versão mais magra, que são os desnatados.

São exemplos de laticínios o leite e seus derivados como a manteiga, o requeijão, o queijo e similares.

Consuma frutas e vegetais orgânicos

Em uma dieta saudável para tratamento da gravidez é muito importante ficar longe de alimentos que contenham algum vestígio de pesticidas, pois eles alteram a morfologia do espermatozóide do homem.

Evite a magreza excessiva

Se a obesidade atrapalha a fertilidade, a magreza em excesso também não ajuda. Quando têm um percentual de gordura muito baixo, essas mulheres deixam de menstruar e, consequentemente, não ovulam diminuindo as chances da gravidez, seja de maneira natural ou através de tratamento.

Inclua alimentos ricos em ômega 3 na sua dieta

O ômega 3 aumenta a produção de espermatozoides e eleva os níveis de fertilidade no homem. Além disso, previne doenças cardiovasculares, diabetes, inflamações e melhora a função cerebral sendo uma substância muito valiosa tanto para homens quanto para mulheres.

São fontes de ômega 3 os peixes, as sementes de chia, linhaça e girassol, além das castanhas e nozes.

Tenha hábitos saudáveis diários

Além de manter uma alimentação balanceada, é preciso que o casal que deseja engravidar mantenha hábitos igualmente saudáveis, com prática diária de atividades físicas, uma boa rotina do sono, mantendo o estresse sob controle e buscando ajuda médica sempre que perceber alguma alteração no organismo.

Lembrando que esses alimentos indicados para a melhora da fertilidade devem ser consumidos diariamente, mas de maneira equilibrada, dentro de uma alimentação amplamente saudável. As refeições devem ser diversificadas, com alimentos variados para melhor aproveitamento de todos os benefícios.

Como pudemos perceber, não existe uma dieta específica que possa garantir um tratamento de gravidez saudável, mas sim práticas e hábitos saudáveis tanto na alimentação quanto nos cuidados com o corpo em geral. Assim, em resumo, é importante evitar o consumo de produtos processados e industrializados, consumir frutas e vegetais livre de substâncias nocivas à saúde, incluir proteínas animais no cardápio, inclusive o peixe, e manter o peso equilibrado. Por fim, não esquecer de ficar longe do cigarro e do álcool em excesso e fugir do sedentarismo.

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Por quanto tempo um embrião pode ficar congelado

ter, 03/09/2021 - 08:09

O congelamento de embriões é uma técnica bastante comum realizada durante um tratamento de gravidez. É uma medida de precaução que tem o objetivo de conservar a fertilidade e aumentar as chances de uma mulher engravidar no futuro, se houver esse interesse. É um procedimento que levanta muitas dúvidas e uma das mais recorrentes diz respeito ao tempo em que um embrião pode ficar congelado, além da qualidade desse embrião após certo tempo. É sobre isso que falaremos a partir de agora.

O que é e como funciona o congelamento de embriões?

O congelamento de embriões, também chamado de criopreservação, é um procedimento médico, realizado em uma clínica especialista em fertilidade, no qual alguns embriões são congelados, estando à disposição da mulher quando esta desejar engravidar novamente.

Normalmente, esses embriões são aqueles não fertilizados durante o processo de Fertilização in vitro. Nesse tipo de tratamento, alguns óvulos são capturados e fecundados fora do corpo da mulher. Depois, alguns são introduzidos no útero para que o bebê seja gerado.

Contudo, é importante saber que sempre há uma fecundação maior de óvulos externamente. Entretanto, nem todos são inseridos na mulher porque há o risco de gestação múltipla, o que não é recomendado por questões médicas e legais.

Assim, alguns embriões não são utilizados naquele momento, mas podem ser congelados para uso posterior.

Quando é indicado o congelamento de embriões?

O congelamento de embriões não acontece de forma aleatória. Existem algumas situações em que a criopreservação é muito útil e, por vezes, necessária. Vejamos a seguir:

Nova tentativa de fertilização

Quando um ou mais óvulos fecundados são injetados na mulher, a esperança de todos é que a gravidez, de fato, se confirme. Contudo, isso pode não acontecer e, em breve, a mulher terá que passar pelo mesmo processo de ovulação estimulada, captura de óvulos e recebimento de embriões.

Com os embriões congelados, as duas primeiras etapas são puladas e o primeiro passo se torna a introdução dos embriões, antes congelados, dentro do útero em uma nova tentativa de gravidez.

Mulher com muita produção de óvulos

Quando passa por um processo de tratamento de gravidez, a mulher pode ter uma superprodução de óvulos o que também viabiliza o congelamento de embriões para gestações futuras ou novas tentativas de fertilização in vitro.

Homem ou mulher pode ter algum problema de fertilização futura

Existem algumas doenças que, quando tratadas, podem prejudicar a fertilidade de homens e mulheres ou comprometer o sistema reprodutor de ambos. É o caso do câncer, por exemplo. Sabendo disso, o casal pode optar pelo congelamento de embriões, enquanto estes ainda estão saudáveis e fortes para a gestação.

Como é feito o congelamento de embriões?

A criopreservação acontece em três etapas, conforme veremos a seguir:

  • A primeira etapa é a inserção desse embrião em um ambiente que evita a formação de cristais de gelo dentro das células.
  • O segundo passo é o armazenamento desse embrião em um recipiente resfriado com nitrogênio líquido. Esse resfriamento acontece muito rapidamente para garantir o máximo de qualidade desses embriões e sobrevivência deles após o descongelamento.
  • Na última etapa, os embriões são etiquetados e permanecem no nitrogênio durante o tempo necessário até a sua utilização.

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Por quanto tempo um embrião fica congelado?

Não há um tempo limite para o congelamento de embriões. Temos casos de embriões congelados há mais de 30 anos. Esse período pode ser maior ou menor, dependendo das necessidades e interesses da pessoa interessada no processo de fertilização.

Uma dúvida muito comum é em relação à qualidade desses embriões após o tempo de congelamento, principalmente quando é um período muito longo. Podemos afirmar que esses embriões congelados são tão fortes e aptos para uma gestação quanto os embriões frescos.

Há casos, inclusive, que comprovam que a gravidez a partir de embriões congelados tem mais chance de dar certo porque a mulher não precisa mais se expor à estimulação de produção de óvulos, uma das etapas do tratamento de fertilização.

Apesar de essencial para o sucesso do tratamento, essa superestimulação provocada pelo uso de medicamentos específicos poderia causar pequenos danos às paredes do útero, interferindo na eficiência da gestação.

O que pode influenciar a qualidade desses embriões é o processo de congelamento, armazenamento e descongelamento, que é uma responsabilidade da clínica de fertilização. Daí a importância de buscar uma equipe médica e um consultório responsável e compromissado com os protocolos de segurança e qualidade dos procedimentos que realiza.

No geral, estima-se que 95% dos embriões congelados sobrevivam ao período de armazenamento, o que significa uma perda muito pequena, confirmando a importância da criopreservação.

Sucesso da gravidez a partir de embriões congelados

Como dissemos, os embriões congelados têm a mesma qualidade daqueles considerados frescos, produzidos naquele momento. Contudo, sempre há a possibilidade da mulher não conseguir engravidar com o uso desses embriões, o que também acontece quando são usados óvulos “novos”.

O sucesso dessa gravidez não depende exclusivamente da saúde dos embriões, mas também da idade da mulher e também das suas condições de saúde durante o recebimento dos embriões e no período de gestação.

O que acontece com o embrião congelado e não utilizado?

O congelamento dos embriões tem um objetivo. Contudo, quando a mulher ou o casal não deseja mais manter aquele embrião congelado há, basicamente, três maneiras de solucionar essa questão.

1. Doação para pesquisas de célula-tronco

Embriões com mais de três anos de preservação podem ser doados para pesquisas que estudam as células-tronco embrionárias.

2. Doação para outros casais

Outro casal que deseja engravidar pode receber o embrião congelado, se esse for o interesse de ambas as partes interessadas. A doação pode ocorrer com embriões congelados há mais de três anos e não pode ter fins lucrativos. Ou seja, não é permitido vender os embriões.

3. Descarte

Segundo o que consta na lei, após três anos de congelamento os embriões podem ser descartados definitivamente se nenhuma das opções anteriores fizer sentido para o casal, dono dos óvulos fecundados.

Como vimos, o congelamento de embriões é um procedimento bastante comum realizado nas clínicas de fertilização e não há tempo limite para esse armazenamento, que pode passar de 30 anos. Desde que seja realizado de maneira correta, a criopreservação é um método seguro, não prejudica a qualidade dos embriões, havendo, inclusive, casos de taxas maiores de gravidez com o uso de embriões congelados. A adesão, contudo, deve ser feita após acordo entre equipe médica e os pais, responsáveis pelo material armazenado.

 

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Quais as chances de ter gêmeos na inseminação artificial?

sab, 03/06/2021 - 08:40

Quando opta pela inseminação artificial para conseguir engravidar, a mulher não experimenta apenas a satisfação pela busca de um sonho, mas também a preocupação pela possibilidade de ter uma gestação múltipla, ou seja, engravidar de gêmeos. Na maioria das vezes, não é esse o objetivo da mulher, uma vez que a gravidez gemelar provoca realmente uma mudança bastante radical na vida da família, além dos riscos provocados. Mas, quais são, de fato, as chances de uma mulher ter uma gestação múltipla durante o processo de inseminação artificial? Vamos falar um pouco mais sobre isso?

Como ocorre a gestação múltipla espontânea

Em primeiro lugar, precisamos saber por quais razões uma mulher tem uma gestação múltipla. Entendemos por gestação múltipla, ou gravidez gemelar, aquela em que mais de um óvulo é fecundado, podendo gerar dois ou mais bebês de uma única vez.

A gravidez gemelar ocorre, geralmente, 1 vez a cada 80 gestações. Além disso, ela também acontece de forma espontânea de acordo com alguns fatores específicos:

Idade da mulher

A partir dos 35 anos de idade, o ovário da mulher já não funciona de forma equilibrada como antes e passa por momentos de grande produção do hormônio FSH, que é o hormônio responsável por regular e selecionar os óvulos considerados mais saudáveis para a fecundação.

Ao executar essa ação, o FSH pode recrutar mais de um óvulo que se encontra perfeito para a fecundação, resultando em uma gestação múltipla naturalmente espontânea.

Casos de gravidez múltipla na família

Outra razão para a gravidez gemelar espontânea é a presença de casos na família. Isso se deve às questões de hereditariedade. Não é uma regra, mas as chances de uma mulher engravidar de gêmeos, tendo ela algum caso na família, são maiores.

Tratamento de fertilidade

Os tratamentos de fertilidade e reprodução assistida também influenciam na gestação múltipla porque os especialistas criam uma situação mais favorável para a fecundação dos óvulos. Há um tratamento antes, durante e depois da fecundação para garantir que a gravidez, de fato, aconteça.

Por que a inseminação artificial aumenta as chances de ter gêmeos?

Na inseminação artificial a mulher recebe a injeção de hormônios como o FSH que estimula a ovulação, a maturação dos óvulos e seleciona naturalmente aqueles mais fortes para receber o espermatozoide.

Por causa da atuação desse e de outros hormônios, a mulher pode liberar mais de um óvulo saudável e pronto para a fecundação e é por isso que ela pode alcançar uma gravidez gemelar.

A reprodução assistida consiste em um trabalho amplo, em conjunto com os pais, para o alcance de um objetivo em comum: a gravidez saudável.

Para isso, são realizados procedimentos diversos para que o homem produza espermatozoides saudáveis e fortes e a mulher ovule com toda a sua capacidade natural. Potencializando o funcionamento do próprio corpo, as chances de acontecer uma gravidez de gêmeos são bem maiores.

Probabilidade de ter gêmeos na inseminação artificial

Mas, então quais são as chances de ter gêmeos em uma inseminação artificial? Uma gravidez múltipla espontânea pode ocorrer entre 10% e 20% dos casos de gestação. Quando há inseminação artificial, esse número sobe um pouco mais.

De acordo com estudos e resultados já obtidos, as chances de mulheres engravidarem de gêmeos em uma inseminação artificial aumenta para 20% e 30% dos casos assistidos. Obviamente, esse número não é estático e nem definitivo e diversos fatores podem influenciar nessa porcentagem.

Quando uma mulher tem uma gravidez múltipla, com mais de dois bebês, normalmente as pessoas associam o acontecimento a algum tratamento de reprodução assistida. E, de fato, há mais chances de isso acontecer pelos motivos já citados.

Posso escolher ter gêmeos em uma inseminação artificial?

Como já dissemos, tratamentos de fertilidade aumentam as chances de ocorrer uma gestação gemelar. Contudo, apesar de muitos casais terem o sonho de ter filhos gêmeos, essa não é uma opção recomendada e nem permitida pelo Conselho Federal de Medicina.

Na fertilização in vitro, em que há introdução de óvulos fecundados no útero da mulher, existe uma quantidade limite de óvulos injetados. 

  • Em mulheres com até 35 anos de idade, podem ser inseridos até 2 óvulos;
  • Mulheres com idade entre 35 e 40 podem ter até 3 óvulos introduzidos no útero;
  • Em mulheres acima dos 40 anos, o CFM permite a aplicação de apenas 4 óvulos no útero.

Mas, por que esse cuidado? Para evitar que a gestação múltipla aconteça de forma recorrente, já que há uma possibilidade maior de isso acontecer com os tratamentos de fertilidade. E nem sempre esse é o desejo da mulher, além de todos os riscos que esse tipo de gravidez envolve.

Gravidez de gêmeos é de risco?

Gravidez múltipla aumenta sim as probabilidades de riscos diversos tanto para a mulher quanto para os bebês. Bebês gêmeos podem não se desenvolver todos ao mesmo tempo, além de vários tipos de doenças que podem surgir durante os nove meses de gestação.

Por esses motivos é que existe o controle do Conselho Federal de Medicina em relação à injeção de óvulos no útero da mulher e, claro, a não permissão de que casais possam escolher ter filhos gêmeos em uma inseminação artificial ou na fertilização in vitro.

Contudo, cabe salientar que na inseminação artificial a gravidez de gêmeos acontece de maneira natural, com a liberação de dois ou mais óvulos fortes e prontos para a fecundação. Ainda assim, pode implicar em algum risco por causa de inúmeros fatores já conhecidos pela mulher durante o tratamento, como idade, situação do útero e ovários, dentre outros.

Como reduzir os riscos de uma gravidez múltipla?

Além de evitar a fecundação de muitos óvulos, é fundamental o acompanhamento completo da gravidez através de um pré-natal bem realizado e bem orientado por toda a equipe que acompanha a gestante. É o que chamamos de pré-natal de risco.

Assim, a gestante precisa visitar o médico com frequência, realizar um número maior de exames e seguir todas as orientações relatadas pelo médico como ter repouso, manter uma boa alimentação e evitar fazer muito esforço físico.

Hoje vimos que a inseminação artificial aumenta a probabilidade da mulher ter gêmeos. Contudo, essa informação não deve preocupar a mulher e nem afastá-la do sonho de ser mãe. É importante que ela saiba de todas as possibilidades existentes para, junto com a equipe médica, seguir todas as orientações recomendadas. Afinal, o objetivo da reprodução assistida é que a mulher tenha não só um sonho realizado, mas uma gestação saudável para todos.

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Como é a primeira consulta para um tratamento de gravidez?

sab, 03/06/2021 - 08:32

A primeira consulta para um tratamento de gravidez é sempre envolta em muitas dúvidas, ansiedade e medo, mas também é cheia de esperança. Afinal, um grande sonho está prestes a ser realizado e é sempre muito difícil lidar com tantas transformações que estão por vir.

Pensando nisso, resolvemos falar um pouco mais sobre o primeiro encontro da família que pretende engravidar com o médico escolhido para participar desse processo tão delicado. O intuito é sanar algumas dúvidas e aliviar a ansiedade muito frequente nessa fase.

Primeira consulta para tratamento de gravidez: o que esperar?

Bem, o primeiro contato que a família terá com o médico responsável pelo processo de gravidez é básico e, ao mesmo tempo, é bem completo. É um acolhimento básico porque o médico precisa colher informações gerais sobre os futuros papais para ter uma visão ampla do caso.

E também é um encontro completo porque são captados dados essenciais ao sucesso do tratamento. São informações sobre a saúde do casal, doenças hereditárias e pontos similares.

Além disso, o médico pode usar esse encontro para explicar os diferentes tipos de tratamento para engravidar, riscos, possibilidades, sugestões e orientações, impedimentos físicos e legais, dentre outras dúvidas que sempre surgem a respeito. Veja tudo com mais detalhes a seguir.

Investigando a saúde do casal

Normalmente, quando o casal procura uma clínica de fertilidade é porque as tentativas de engravidar naturalmente não deram certo. Nesse momento, eles precisam de ajuda profissional para identificar o que está acontecendo de errado.

Sabendo disso, o médico inicia a conversa tentando entender como foram as tentativas de engravidar, quais técnicas já foram utilizadas, qual é o nível de conhecimento da mulher sobre o seu período de ovulação etc.

Depois, ele procura saber como está a saúde do casal, levando em conta a idade de cada um, sintomas frequentes, hábitos e estilo de vida. Esse momento exige muita honestidade e relato verdadeiro das informações. É a partir desses dados que o médico traçará um plano de ação para alcançar o resultado esperado.

O passo seguinte é o diagnóstico de possíveis impedimentos a uma gravidez natural. O médico solicita alguns exames para saber de onde vem o problema. Nem sempre a pessoa sabe que tem alguma dificuldade interna que impede a gravidez, o que só pode ser constatado através de exames.

Informações sobre a presença de doenças hereditárias

Outro ponto levantado é a existência de alguma doença hereditária na família que, também pode estar afetando algum dos pais, comprometendo a gravidez. Diante de alguma suposição do tipo, o médico também solicita exames para averiguar e confirmar ou não o diagnóstico.

Informações sobre familiares com dificuldade para engravidar

Casos de infertilidade na família também devem ser relatados porque podem estar relacionados a alguma doença genética. Portanto, é importante o casal fazer essa pesquisa com seus familiares para facilitar a análise médica.

Casos de menopausa precoce costumam ser averiguados, uma vez que é uma situação que pode se repetir entre as mulheres do mesmo grupo familiar. E também é um ponto que pode interferir na gravidez.

Solicitação de exames de diagnóstico

Os exames são solicitados para que o médico tenha uma visão mais próxima possível da saúde do casal que deseja engravidar. Tanto o homem quanto a mulher precisam ser examinados em busca de pontos que possam dificultar uma gravidez.

Muitas vezes a mulher acredita que o problema está com ela, mas isso não é uma afirmação correta. O homem também pode ser o responsável pela não gestação. A ausência de sintomas não significa uma saúde em perfeito estado.

Portanto, o casal não deve se assustar com a quantidade ou com o tipo de exames solicitados pelo médico. Todos eles são necessários para um diagnóstico amplo, preciso e completo sobre a saúde de ambos.

Esclarecimentos e dúvidas

A primeira consulta para tratamento da gravidez também deve ser o momento utilizado pelo casal para tirar todas as suas dúvidas ou, pelo menos, aquelas que surgiram faz tempo.

Então, o casal é informado sobre os métodos de fertilidade existentes, possibilidades de uma gravidez múltipla, possíveis riscos da gestação, probabilidade de sucesso do tratamento dentre outras dúvidas que possam surgir.

É importante destacar que a primeira consulta não é utilizada para a indicação do tratamento ideal de gravidez. Apenas com o resultado dos exames em mãos é que o médico pode apresentar as opções que melhor se encaixam na realidade daquele casal.

Como se preparar para a primeira consulta?

Veja a seguir algumas dicas simples que facilitarão muito a sua primeira conversa com o médico responsável pelo seu tratamento.

Busque informações e anote as suas dúvidas

O primeiro contato com o médico tem o objetivo de formar uma base, o pilar do tratamento que será iniciado. Portanto, é importante que o casal tenha uma preparação prévia a respeito do assunto, que pode ser através de leituras e outras fontes de informação.

Em caso de dúvidas, estas podem e devem ser listadas para que, durante o encontro com o médico, elas sejam esclarecidas. Ter o cuidado de listar as dúvidas é importante porque impede o esquecimento momentâneo e a frustração depois.

Informe-se sobre a saúde da sua família

Outro ponto importante é a coleta de informações sobre a família. Fazer uma pesquisa ampla sobre a saúde geral dos familiares, saber se alguma mulher teve dificuldades para engravidar ou teve menopausa precoce é fundamental para ajudar o médico a fazer um diagnóstico mais preciso.

Seja honesto na entrega de informações

Por fim, precisamos destacar a honestidade nas informações e o cumprimento correto das solicitações. Como dissemos, o tratamento para gravidez cria um laço forte entre médico e casal e essa relação exige o compromisso com a verdade.

Então, é necessário responder a todos os questionamentos, ser verdadeiro nas respostas, ser paciente com a coleta de dados, realizar os exames solicitados e seguir todas as outras orientações repassadas pelo médico.

Como vimos, a primeira consulta para o tratamento de gravidez é um dos momentos mais importantes dessa nova fase na vida do casal que deseja ter um filho. É o momento de conhecer mais sobre o assunto, esclarecer dúvidas e alinhar expectativas. Também é hora de verificar como está a saúde desse casal e identificar o que está impedindo a gravidez espontânea. Por tudo isso, é essencial que a futura mamãe e o futuro papai estejam comprometidos com esse momento para que, juntos com a equipe médica, alcancem o objetivo tão aguardado que é a chegada de um lindo bebê.

 

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