Vascular Pro

Subscrever feed Vascular Pro
Clinica de cirurgia vascular, angiorradiologia, endovascular, ecodoppler vascular, angiologia e radiologia intervencionista. Tratamento de varizes com laser.
Atualizado: 2 horas 17 minutos atrás

Você conhece o Bypass arterial?

qua, 04/30/2014 - 16:34

A cirurgia de ponte, ou Bypass, consiste na construção de um novo caminho para o fluxo de sangue através de um enxerto, que pode ser uma parte de uma das veias ou um tubo sintético conectado acima e abaixo de um bloqueio, permitindo que o sangue flua, contornando a lesão.

O Bypass é realizado quando a lesão aterosclerótica atinge a Aorta, as artérias Ilíacas ou artérias da perna. O procedimento pode ser realizado, no tratamento da Doença Arterial Periférica (DAP), quando o tubo é implantado em artérias das pernas ou mesmo dos braços. É uma das possibilidades de tratamento, visto que as angioplastias têm evoluido rapidamente.

Os sintomas podem ser identificados através de membros frios, perda de pelos, dores nos braços ou pernas durante atividades físicas (claudicação) ou, em casos mais graves, o desenvolvimento de úlceras que não cicatrizam ou gangrena (morte do tecido).

Para localizar o bloqueio e escolher os melhores lugares para conectar o enxerto, alguns testes podem ser realizados, como:

Os fatores de risco para a doença e que também são responsáveis por um resultado não desejado após a cirurgia são:

Por isso, o tratamento dessas doenças também deve ser realizado antes da realização da cirurgia.

A duração da hospitalização normalmente varia de 5 a 10 dias e os cuidados no pós-operatório baseiam-se em curativos, medicamentos e injeções de anticoagulante. Após a alta, consultas médicas são indicadas para o acompanhamento da evolução da doença.

Tags:
Categorias: Medicina

O que é Doença Arterial Periférica (DAP)?

qua, 04/16/2014 - 16:52

As artérias levam o sangue rico em oxigênio e nutrientes do seu coração para o resto do corpo. Quando as artérias das pernas ficam bloqueadas, as pernas não recebem sangue ou oxigênio suficiente, e você pode ter uma condição chamada de doença arterial periférica (DAP). Menos comum, mas também possível, pode acorrer o bloqueio de artérias nos braços.

 

Normalmente, as artérias são lisas e sem obstáculos no interior, mas podem tornar-se bloqueadas, causando inclusive o endurecimento das mesmas pelo acúmulo de gordura e tecido fibroso. Quando esse bloqueio acontece, o fluxo é reduzido causando a falta ou diminuição de oxigênio levado até as pernas e braços.

 

A DAP é mais comum em homens idosos; mas fumar, ter pressão alta, diabetes e níveis altos de colesterol, aumentam as chances de desenvolver a doença mais cedo.

 

Para identificá-la, alguns sintomas são as dores e o desconforto na região dos quadris, nádegas, coxas, joelhos, canelas e pés, que acontecem no movimento e param quando se descansa; cãibras, peso ou fraqueza nos membros também podem ser indícios.

 

Na doença arterial periférica grave, pode haver o desenvolvimento de úlceras dolorosas nos dedos ou pés, e caso a circulação não melhore, as úlceras podem trazer feridas e até tornar-se tecido morto (gangrena).

 

Para tratar a DAP, o principal é a mudança no estilo de vida, buscando uma alimentação saudável e a prática de exercícios assistidos, mas há outros procedimentos, como:

  • Medicação;  
  • Angioplastia e implante de stent;
  • Cirurgia Bypass;
  • Endarterectomia;
  • Amputação (em casos extremos).

 

O diagnóstico precoce e o tratamento é importante, afim de evitar um risco maior como a perda de membros, ou ainda um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral.

 

Tags:
Categorias: Medicina

Dissecção aórtica, o que é isso?

ter, 03/18/2014 - 15:20

Os vasos sanguíneos que levam o sangue do coração, rico em oxigênio, para o restante do corpo são chamados artérias. As artérias aumentam e diminuem de tamanho, são muito elásticas e comportam mais ou menos sangue conforme necessário. A aorta, que sai diretamente do coração, é a maior artéria do corpo e é dela que saem todas as outras artérias.

Esses vasos são como tubos compostos por três camadas que lhes dão força e elasticidade (íntima, média e adventícia). As camadas são bem unidas entre si, de modo que o sangue passa apenas por dentro do tubo (chamada luz do vaso).

Mas, existe um fenômeno em que a camada que reveste a parte de dentro do vaso se separa das outras duas que continuam unidas. Essa separação permite que o sangue, que antes circulava apenas pela luz do vaso, agora circule também nesse novo espaço (de fundo cego) que se abriu entre as camadas; a esse fenômeno dá-se o nome de dissecção; quando acontece com a artéria aorta é chamada de dissecção aórtica. É um delaminamento, ou seja, uma separação das camadas das artérias, que passa a levar o sangue pelo caminho errado.

Na grande maioria dos casos, a dissecção acontece devido à pressão arterial alta e à presença de placas de aterosclerose (resultantes do acúmulo de gordura nos vasos). Além disso, algumas doenças genéticas também podem colaborar para que ocorra esse fenômeno (Síndrome de MarfanEhler-Danlos e outras).

Por ser a artéria principal, ou seja a origem de todas as outras artérias, dependendo do ponto em que a aorta é acometida, a pessoa pode apresentar diferentes sintomas: pode ter uma dor intensa nas costas ou no peito, sentir falta de ar, desmaio, paralisia, parecendo muitas vezes um infarto do coração ou um derrame cerebral, dor nas pernas, e pode também apresentar pressão alta ou baixa. 

Essa condição é uma emergência médica muito grave que exige imediato tratamento hospitalar, algumas vezes necessitando cirurgia. É preciso avaliação imediata por um cirurgião vascular e endovascular para definir a necessidade de tratamento cirúrgico ou clínico.





 

Tags:
Categorias: Medicina

TEP, o que é isso?

ter, 03/18/2014 - 15:09

Tromboembolismo pulmonar (TEP) ou embolia pulmonar é um fenômeno que pode ocorrer devido à presença de um trombo nas veias, principalmente nas das pernas; as veias são os vasos sanguíneos que levam o sangue usado pelo corpo de volta ao coração, de onde é levado ao pulmão, local em que será enriquecido com oxigênio novamente.

Trombos são coágulos/plaquinhas formadas de células sanguíneas, plaquetas (responsáveis pela cicatrização das lesões) e proteínas. Eles são formados quando o organismo recebe um estímulo para fazer a coagulação de um vaso sanguíneo, é um evento que serve para controlar os sangramentos. Mas, quando o estímulo é excessivo ou surge mesmo sem ter havido uma lesão, esse “tratamento” natural do organismo pode ser danoso.

O local onde são formados com mais frequência é na panturrilha (batata da perna) e, uma vez formados, os trombos podem crescer dentro dos vasos e impedir completamente a passagem do sangue, podendo inclusive, muito raramente, levar à morte das células e dos tecidos e à perda do membro (Phlegmasia cerulea dolens).

Se um pedacinho do trombo se solta, ele muda de nome e passa a ser chamado de êmbolo e pode alcançar o coração. Do coração, ele alcança a artéria que irriga o pulmão, impedindo a passagem de sangue para esse órgão. Esse fenômeno é chamado de embolia pulmonar ou TEP e é muito grave.

A pessoa com TEP sente uma súbita falta de ar. Pode sentir também dor e chiado no peito, respiração rápida e tosse, que pode vir acompanhada de escarro com sangue; dor, palidez e formigamento. Sintomas que indicam que há um trombo nas pernas, também podem estar presentes. Além disso, o TEP é uma emergência médica, portanto a pessoa acometida deve ser levada prontamente a um hospital para tratamento.

Para ajudar a prevenir esse fenômeno, deve-se ter cuidado com situações que ajudam o sangue a ficar parado nas pernas, sem circular. No caso de pós-operatórios, o médico deve orientar a movimentação precoce e outras medidas de prevenção. Outras situações que necessitem de repouso, como viagens prolongadas, uso de cadeira de rodas, e outras também são fatores de risco. Pessoas muito obesas, ou com acometimento grave de varizes e mulheres que acabaram de ganhar bebê também estão sujeitos a risco aumentado. A presença de algumas doenças cardíacas e/ou renais e o uso de anticoncepcionais orais também podem colaborar com a doença.

O uso de meias elásticas de compressão, em pessoas que são propensas a esses eventos e que possuem fatores de risco, é uma medida de grande valia nessas horas e deve ser indicada pelo médico especialista. O mau uso da meia elástica também pode ser prejudicial. O ideal é procurar um médico cirurgião vascular que possa avaliar os riscos individuais e orientar sobre quais as melhores condutas a serem tomadas.

 

Tags:
Categorias: Medicina

Entendendo o seu corpo: o sistema vascular

qua, 12/04/2013 - 20:56

O sistema cardiovascular é composto por diferentes sistemas: o das veias (venoso), o das artérias (arterial), o dos vasos linfáticos (sistema linfático), os pequenos vasos de troca (capilares da microcirculação) e o coração. Quando se fala sobre esse sistema no dia a dia é muito comum a confusão entre alguns desses termos. A sua compreensão torna muito mais fácil o entendimento do funcionamento do corpo e  como atuam algumas doenças muito comuns.
O coração é a grande bomba responsável por enviar o sangue rico em oxigênio para todas as partes do corpo, que dependem dele para viver. Ele é um órgão muscular que tem a capacidade de gerar o seu ritmo de forma independente do nosso cérebro, por meio de uma corrente elétrica que ele mesmo produz. O marca-passo, por exemplo, é um dispositivo que gera estímulo elétrico para o coração quando ele não consegue mais fazer isso de forma correta - como em pessoas que sofrem de arritmia.
Assim como outros músculos, o coração contrai e relaxa (nesse caso sem o nosso controle). Quando ele contrai, o sangue é levado ao corpo; quando ele relaxa, é preenchido pelo sangue que volta do corpo pelo sistema venoso.
Para o fluxo alcançar todos os órgãos sai uma grande artéria do coração: a artéria aorta. Ela vai se dividindo em ramos cada vez menores para alcançar todas as partes do corpo. A dilatação e a contração das artérias permitem que a pressão sanguínea mude. Em certas regiões elas se tornam bem superficiais e podem ser sentidas pela palpação, como, por exemplo, a do pulso, a do punho e a do pescoço. Cada vez que o coração contrai, as artérias são preenchidas por sangue e é isso que sentimos.
Quando alcançam o seu destino, as artérias já estão bem pequenas e se unem a pequenas veias ali presentes por intermédio dos capilares (microcirculação). As veias vão até o coração carregando sangue agora pobre em oxigênio (que foi consumido pelas células) e rico em gás carbônico (que é o resultado do metabolismo das células, isto é, de suas reações químicas básicas); as pequenas veias vão se unindo nesse caminho e uma única grande veia entra no coração: a veia cava. A musculatura da panturrilha (a batata da perna) facilita o retorno do sangue ao coração, pois pressiona as veias ali presentes.
Já o sistema linfático é composto de vasos e órgãos (baço e linfonodos) que têm como funções principais remover excesso de líquido e substâncias presentes nos tecidos que não foram captados pelas veias. Comunicam-se com o coração, ligando-se na região do pescoço por meio do sistema venoso. Se um vaso linfático é obstruído, surge o edema (ou inchaço localizado); os linfonodos produzem células de defesa do corpo e é por isso que durante uma infecção é possível senti-los aumentados de tamanho (chamados popularmente de ínguas).
Em outras palavras, as artérias vão do coração para o corpo nutrindo as células e as veias fazem o caminho inverso levando o sangue “usado” de volta para o coração. Mas o que acontece ali no coração? Ali há comunicação dele com o pulmão, também por meio de veias e artérias. Essa comunicação permite que o pulmão elimine gás carbônico e oxigene novamente o sangue (graças a nossa respiração), enviando de volta para o coração um sangue “novo”, que possa ser levado mais uma vez das artérias ao corpo, dando continuidade a esse magnífico circuito...

 

Tags:
Categorias: Medicina

Entendendo o seu corpo: a doença venosa

qua, 12/04/2013 - 20:50

As veias são vasos que levam o sangue do corpo ao coração. O sangue é enriquecido com oxigênio pelos pulmões e, posteriormente, levado de volta ao corpo para nutri-lo. Dessa forma o sentido do seu percurso pelas veias se dá contra a gravidade, de baixo para cima.
Para que seja levado ao coração sem retornar ao ponto de origem (aos pés, por exemplo), as veias possuem válvulas no seu interior – elas impedem o refluxo do sangue. Os músculos possuem um papel importante nesse processo, pois quando contraem impulsionam o sangue presente nas veias no sentido do coração. É por isso que a caminhada ajuda na circulação sanguínea, pois permite a contração dos músculos, principalmente os da perna, facilitando esse processo; existe também uma importante rede de veias na planta dos pés que permite que, a cada passo, o sangue também seja levado de volta.
Há certos problemas que podem acontecer com essas válvulas que fazem com que elas não funcionem direito. Qual é o resultado disso? O sangue se acumula nas veias, e não retorna ao coração. É a chamada insuficiência venosa, que pode se manifestar de diferentes formas. Podemos observar pequenos vasinhos avermelhados dilatados na pele (telangiectasias), que não causam sintomas, ou varizes. Essas últimas representam os vasos tortos, dilatados e com sangue acumulado, sendo vistas pela pele com uma coloração mais roxa ou azul. Elas também podem chegar a provocar dor e inchaço. 
Casos mais complicados causam alterações na qualidade da pele, levando ao seu endurecimento e à presença de manchas escurecidas. Esse estágio ainda pode progredir para a formação de úlceras, que são feridas que ficam localizadas normalmente em uma região mais próxima ao tornozelo; elas podem provocar dor, coceira e uma sensação de peso nas pernas.
A gestação é uma causa conhecida para a formação de varizes, assim como trabalhar muito tempo em pé, pois são situações que dificultam o retorno do sangue ao coração, facilitando o seu acúmulo, o que pode danificar as válvulas. A atividade física, pelo contrário, facilita o trabalho das veias, assim, se for necessário permanecer muito tempo em pé, é importante se movimentar - caminhando de um lado para outro, por exemplo. A idade mais avançada, a obesidade e o histórico familiar de insuficiência venosa também são fatores de risco.
É aconselhável procurar um especialista para avaliar a presença de insuficiência venosa, pois existem diferentes terapias e orientações que podem ser oferecidas nos diferentes estágios de evolução da doença, mas é importante saber que cada paciente apresenta uma necessidade diferente e, portanto, o tratamento deverá ser personalizado.

Leia também

 

Tags:
Categorias: Medicina

O que é derrame?

qua, 12/04/2013 - 17:38

O derrame é para o cérebro o que o infarto é para o coração. Em ambas as situações uma artéria que irriga o órgão, levando nutrientes para ele, é obstruída, causando o sofrimento de suas células pela falta de oxigênio em um processo chamado isquemia, que pode levar a morte e a perda do tecido.
Esse evento no cérebro é chamado acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico (AVE) e é a principal causa de morte no Brasil. Existem dois tipos de derrame: o isquêmico (a maioria dos casos) e o hemorrágico. Este último é causado pelo sangramento de uma artéria (normalmente uma artéria que tem uma porção dilatada, isto é, um aneurisma). O sangue preenche o espaço que recobre o tecido nervoso, aumentando a pressão sobre ele. São condições associadas ao AVC hemorrágico o tabagismo, a pressão alta, o alcoolismo e algumas doenças genéticas. O evento pode ser desencadeado por esforço físico e se manifesta subitamente com forte dor de cabeça, vômitos e sonolência, podendo levar ao desmaio. É possível também que a pessoa apresente dificuldade de encostar o queixo no peito, como acontece na meningite. Essa é uma situação de emergência, que necessita de atendimento médico imediato.
Já o AVC isquêmico é causado pela obstrução de uma artéria que irriga o cérebro. Essa obstrução pode resultar da presença de uma placa de aterosclerose nessa mesma artéria ou em artérias distantes, ou da presença de trombos no coração. Mas como uma placa distante pode obstruir um vaso dentro do cérebro? Isso acontece por meio de êmbolos. 
O êmbolo é um pedacinho de um trombo ou restos de uma placa, presente em alguma outra parte do corpo, que se soltou e percorreu os vasos sanguíneos até alcançar o cérebro. O trombo inicial pode estar presente no coração ou em alguma outra artéria. Ele se forma em cima de placas de aterosclerose presentes nos vasos ou se forma devido à presença de determinados tipos arritmia do coração.
O derrame pode se manifestar de diferentes formas, dependendo de qual parte do cérebro não está mais recebendo sangue e oxigênio. O paciente pode não conseguir mexer os braços, apresentar dificuldade para falar, não conseguir sorrir, ter sensações estranhas do tipo formigamento nos membros, não conseguir caminhar, sentir tontura (“leveza”), os olhos podem desviar para os lados, as pálpebras podem ficar caídas. Pode ser que somente um desses sintomas esteja presente, entre outros possíveis. Essa também é uma situação de emergência, necessitando de atendimento médico imediato.
Nem sempre o evento pode ser evitado, mas manter um estilo de vida saudável com a prática regular de atividade física, uma alimentação balanceada e evitar o tabagismo, assim como manter sob controle outras doenças como pressão alta e diabetes, ajudam na prevenção da doença aterosclerótica e, consequentemente, do derrame.

 

Tags:
Categorias: Medicina

Minha perna dói quando eu caminho

qua, 12/04/2013 - 17:34

É comum, para certas pessoas, andar alguns metros e ter que parar porque as pernas doem, depois disso caminhar mais um pouco e ter que parar novamente pela sensação de dor, câimbra, formigamento ou cansaço nas pernas. Essa situação recebe o nome de claudicação intermitente e reflete a presença de placas de aterosclerose nas artérias dos membros inferiores. 
As principais condições associadas à formação dessas placas são o tabagismo, o colesterol alto, o diabetes e a pressão alta. As mesmas condições relacionadas a doenças como o infarto do coração e o derrame cerebral, pois todas apresentam em sua base a doença aterosclerótica.
As pernas são nutridas por vasos que são ramos da grande artéria aorta (que sai do coração). Se esses vasos forem obstruídos, o sangue do coração não alcança os músculos da perna e eles sofrem com a falta de oxigênio. As placas de aterosclerose são responsáveis, na imensa maioria das vezes, por essa obstrução. A panturrilha, ou a batata da perna, é o local que sente seus maiores efeitos, pois é o músculo que mais trabalha durante a caminhada e, portanto, o que mais precisa de oxigênio. 
Em casos muito graves, é possível apresentar dor mesmo estando em repouso (o que piora ao se deitar com as pernas na horizontal) e também lesões dolorosas nos pés, as úlceras isquêmicas (a isquemia é a total falta de oxigênio que pode levar à morte das células e dos tecidos do corpo), situadas principalmente em cima dos dedos.
Quando se suspeita da presença de doença arterial nas pernas é de extrema importância procurar um cirurgião vascular, pois ele irá, por meio de uma consulta especializada, avaliar o grau de acometimento da doença e propor o tratamento mais adequado. A avaliação pode incluir a realização de alguns exames de imagem.
O tratamento por vezes exige mudanças no estilo de vida e  uso de determinadas medicações, quando necessário. Pacientes tabagistas devem parar de fumar, e aqueles com pressão alta e diabetes devem ter essas condições bem controladas. Em casos mais graves será preciso realizar cirurgia vascular, já a necessidade de amputação do membro é rara, mas pode acontecer.

 

Doença Obstrutiva das Artérias das Pernas/Claudicação Intermitente

 

Tags:
Categorias: Medicina

Doença obstrutiva da artérias renais

qua, 12/04/2013 - 17:03

Os rins são um par de órgãos que exercem diversas funções essenciais ao organismo: eles filtram o sangue eliminando as impurezas e o excesso de água e sal, também mantêm sob controle a acidez do corpo (a quantidade certa de ácidos é fundamental para todo o seu funcionamento); regulam a composição de diversas substâncias como o cálcio, o bicarbonato e o potássio; produzem hormônio que estimula o aumento das células vermelhas no sangue, da vitamina D e da substância chamada renina, todas necessárias para o controle da pressão arterial. 
Eles são irrigados pelas artérias renais, que saem diretamente da artéria aorta - a grande artéria que leva o sangue rico em oxigênio do coração para todo o corpo. As artérias renais podem ser acometidas por diferentes condições que levam à sua obstrução, diminuindo a quantidade de sangue que chega ao rim. A isso ele responde retendo substâncias que deveriam ser eliminadas e aumentando a pressão sanguínea, podendo chegar à insuficiência renal e à necessidade de diálise.
As condições que levam à obstrução dos rins são principalmente a estenose (estreitamento da artéria) e o embolismo. O que acontece neste último caso é que um pedacinho de um trombo do coração (principalmente em pessoas que sofrem de arritmia), ou de uma placa de aterosclerose da aorta, pode se soltar e alcançar uma artéria renal. Esse pedacinho é chamado êmbolo. Esses êmbolos podem ao mesmo tempo estar presentes em outras partes do corpo causando dor abdominal, dor muscular, manchas na pele e mudanças na coloração dos dedos.
Por ter a ver com a aterosclerose, os mesmos fatores relacionados à obstrução de artérias do coração (que levam ao infarto) e das artérias do cérebro (que levam ao derrame) também estão relacionados à obstrução das artérias renais. São eles: o diabetes, o tabagismo, o sedentarismo, colesterol alto, idade avançada, pressão alta entre outros.
Essa condição pode não causar sintomas, e a primeira indicação de sua presença é o tratamento para a pressão alta que, mesmo valendo-se de várias medicações em dose máxima, não representa melhora do paciente. Às vezes a doença é diagnosticada sem querer quando uma pessoa está investigando a artéria aorta por algum outro motivo por meio de exames de imagem 
    Uma vez diagnosticada, em alguns casos poderá ser feito o tratamento cirúrgico com dilatação das artérias renais; mas o melhor tratamento é a prevenção por meio do controle dos fatores associados mencionados, pois a cura completa da doença ainda não é possível. 

 

Tags:
Categorias: Medicina

O que é a Síndrome do Desfiladeiro Torácico?

qua, 12/04/2013 - 16:54

A Síndrome do Desfiladeiro Torácico (SDT) ocorre devido à compressão neurovascular. E o que isso significa? Quer dizer que nervos (neuro) e vasos sanguíneos (vascular) são comprimidos causando sintomas. Por ser uma síndrome, pode-se dizer que existem diferentes causas que levam a esse mesmo quadro, e uma somatória de diferentes sintomas.
Mas a quais nervos e vasos se refere essa síndrome? Ela se refere às estruturas presentes no chamado desfiladeiro torácico, que é a região entre a primeira costela e a clavícula - esta pode ser palpada do ombro ao centro do corpo, em ambos os lados do pescoço. Aí também se encontram os músculos escalenos e o músculo peitoral.
Dentro dessa região passa um importante conjunto de nervos que vem da lateral do pescoço, chamado plexo braquial, assim como a artéria subclávia e a veia de mesmo nome. Se essas estruturas forem afetadas, a síndrome poderá se fazer presente. Uma síndrome de desfiladeiro comum e conhecida é o túnel do carpo.
Mas o que se sente? Como na maioria das vezes os nervos são os mais acometidos, o que se sente é fraqueza nos braços, dor e formigamento principalmente no quarto e quinto dedos das mãos. O comprometimento do fluxo sanguíneo pode causar inchaço e vermelhidão ou uma aparência azulada na pele, ou ainda uma sensação gelada nos braços; também pode se tornar difícil realizar atividades que exijam a elevação dos membros superiores.
E o que pode causar essa condição? Principalmente alterações de postura ou anatômicas, como a presença de uma pequena costela extra, na região do pescoço, alterações musculares, como o aumento do músculo (hipertrofia) que ocorre com atletas. Dessa forma, algumas vezes a pessoa nasce propensa a isso e em outras ela pode adquiri-la  no decorrer da vida.
Quando esses sintomas se fizerem presentes, é importante procurar um especialista (neurocirurgião, cirurgião ortopedista ou vascular), que avaliará a necessidade de tratamento cirúrgico para o caso ou irá orientar o tratamento clínico, que pode ser feito com medicação sintomática e exercícios posturais (fisioterapia). Às vezes torna-se necessária a redução do peso e adaptar as atividades do dia a dia, inclusive no trabalho, a uma nova postura. É importante manter em mente que pode demorar alguns meses até a melhora completa dos sintomas. 

 

Tags:
Categorias: Medicina

Entendendo o seu corpo: a doença arterial

ter, 11/05/2013 - 17:21

As artérias podem ser grandes, médias, pequenas ou muito pequenas, sendo que essas últimas são chamadas arteríolas. Cada órgão é irrigado por um grande número delas dependendo do seu tamanho e da função que exercem no organismo. A função básica delas é a de levar o sangue rico em nutrientes para todo o corpo, de modo que o bom funcionamento delas é essencial para todo o organismo estar saudável. Mas diversas situações podem provocar lesão no sistema arterial ocasionando um número também variado de doenças.           
Esses vasos também são elásticos e essa elasticidade permite que sejam dilatados ou contraídos conforme a necessidade. Quando acometidos por doenças, muitas vezes a elasticidade é perdida e a artéria endurece, não sendo mais capazes de manter um fluxo de sangue adequado como antes. Esse endurecimento pode ser resultado de um processo de aterosclerose e calcificação (depósito de cálcio nas paredes do vaso). Fatores mais comuns relacionados a isso, que agravam ainda mais o quadro, são a diabetes, o colesterol alto, a idade mais avançada, a falta de atividade física e a pressão alta.  Um possível efeito desse processo é o acometimento dos rins que, a longo prazo e sem o tratamento adequado, pode evoluir para insuficiência renal.
A estenose é outro tipo de acometimento arterial. Ela representa um ponto de estreitamento do vaso que acaba por impedir a passagem suficiente de fluxo sanguíneo para o órgão que ele irriga, além de facilitar a agressão do vaso pelo próprio fluxo.
O aneurisma, pelo contrário, representa uma área de dilatação do vaso arterial, que pode levar a diversos desfechos como o seu rompimento (ocasionando hemorragia interna) e também a um efeito de compressão sobre os órgãos que estão a sua volta. No cérebro, por exemplo, essa compressão pode levar ao aumento de pressão do órgão e diversos sintomas, como dor de cabeça, sonolência e náuseas e é de competencia do neurocirurgião.
A maioria das condições que afetam as artérias pode ser prevenida, por isso a manutenção de bons hábitos se faz essencial para evitar o surgimento dessas doenças.

Leia mais:

 

Tags:
Categorias: Medicina

Entendendo o seu corpo: a doença linfática

ter, 11/05/2013 - 17:15

Os vasos, gânglios e os órgãos linfáticos constituem o sistema linfático. Esse sistema é responsável por transportar a linfa, que é uma substância muito parecida com o sangue, mas que não contém as suas células vermelhas, sendo por isso um líquido mais transparente.
A linfa resulta da filtração do sangue pelos órgãos desse sistema e carrega microorganismos, proteínas de grande tamanho, o excesso de líquido e células. Em outras palavras, o sistema linfático auxilia as veias na drenagem do organismo.  A linfa é inclusive um dos meios pelo qual alguns tipos de câncer podem se espalhar pelo corpo, causando metástases. 
Os linfonodos são barreiras de filtração dispostas estrategicamente no decorrer do percurso dos vasos linfáticos, protegendo o corpo de substâncias tóxicas e infecções, produzindo também células de defesa.
O baço, situado no lado esquerdo do corpo, próximo a um dos rins, também produz células de defesa, serve como um estoque de células sanguíneas e também elimina as células vermelhas do sangue quando elas estão velhas.
As amígdalas presentes na garganta (chamadas de tonsilas palatinas) são também parte do sistema linfático, assim como a adenoide - localizada na parte posterior da garganta, mais próximo da cavidade nasal. Como todo esse sistema reage a infecções, normalmente esses órgãos aumentam de tamanho na presenças delas. Os linfonodos, por exemplo, podem ser sentidos como “ínguas” no pescoço ou na região da virilha; as tonsilas e a adenoide também podem aumentar de tamanho, gerando, por exemplo, em casos mais graves, a dificuldade para respirar em determinadas crianças.
Quando uma infecção ou inflamação acomete um vaso linfático elas são chamadas de linfangites. Vários agentes podem causar linfangite como bactérias, vírus, fungos, além das doenças autoimunes, da radioterapia entre outros.
A erisipela é uma linfangite causada pela bactéria Streptococcus pyogenes. Um pequeno corte na pele, como um arranhão ou uma micose entre os dedos do pé, pode permitir a entrada da bactéria (que muitas vezes já está naturalmente presente na nossa pele). A infecção causa vermelhidão e inchaço (esse último é chamado linfedema e representa o extravasamento de líquido para fora dos vasos linfáticos). O paciente pode sentir mal-estar, dor, febre e náuseas, e o tratamento é feito com antibioticoterapia, após avaliação médic, além da porta de entrada, que também deve ser tratada.
A higiene diária, com cuidados como secar bem a região entre os dedos, como prevenir-se de cortes, evitando andar descalço e usar sapatos desconfortáveis, assim como a atenção à presença de micoses nos pés são maneiras de evitar esse tipo de infecção. Qualquer sintoma sugestivo, principalmente para quem tem a doença com certa frequência, indica a necessidade de consulta com um especialista na área médica.

 

leia tambem:

 

Tags:
Categorias: Medicina

Aneurisma de artéria Renal

qua, 10/30/2013 - 19:23

Imagem do mês publicada pelo Dr Alexandre Amato na Folha Vascular.

154 Folha Vascular - Outubro 2013 

Tags:
Categorias: Medicina

Aneurismas

dom, 09/29/2013 - 21:03

Quando uma artéria aumenta de tamanho a ponto de dobrar seu diâmetro, chamamos esta nova forma de aneurisma. O problema do aneurisma não é somente o aumento do vaso, mas o enfraquecimento de sua parede, pois, quanto maior a dilatação, maior as chances de ruptura.

O aneurisma se forma pelo efeito de mais de uma variável: idade avançada, “pressão alta”, tabagismo, genética – a síndrome de Marfan e outros defeitos genéticos -  sedentarismo, entre outros. A grande maioria dessas variáveis ou “fatores de risco” pode ser  minimizada com adoção de bons hábitos durante toda a vida, embora, quem já tem aneurisma, somente poderá fazer um diagnóstico precoce. Como sintoma pode-se sentir uma massa pulsátil ou dor no local acometido, mas, também, pode ser que não se sinta nada.

O local de acometimento mais frequente é em nossa principal artéria, chamada de artéria aorta. Esta artéria tem um longo trajeto, começando nas “câmaras” cardíacas esquerdas, descendo pelo tórax até passar para a cavidade abdominal, quando recebe o nome de artéria aorta abdominal. É nesse segmento que encontramos, na maior parte das vezes, os aneurismas quando presentes. Da artéria aorta abdominal nascem duas artérias renais, uma de cada lado, e no seu trajeto principal segue emitindo outros pequenos ramos até tornarem-se as artérias ilíacas, direita e esquerda. Em todos esses pontos pode haver a formação dos aneurismas.

Vale lembrar que toda artéria pode tornar-se aneurismática principalmente quando há muitos “fatores de risco” (descritos anteriormente). Assim, dependendo do lugar em que surge, por sua fragilidade e possibilidade de ruptura,  representa maior ou menor gravidade: os casos mais preocupantes ocorrem no cérebro e na artéria aorta, pois por circular sangue com alta pressão, pode ocasionar grandes perdas sanguíneas rapidamente.

Uma vez identificado o aneurisma, o acompanhamento deve ser regular com um médico cirurgião vascular para verificar a velocidade de crescimento e se há indicação ou não de correção com cirurgia, bem como o tipo de tratamento cirúrgico mais adequado.  Atualmente,  utilizam-se técnicas menos invasivas, que vão por dentro dos vasos, chamadas endoproteses. Informe-se com seu médico e verifique a necessidade de consultar um especialista.

Tags:
Categorias: Medicina

Exames do check-up vascular

dom, 09/29/2013 - 20:34

O check-up vascular constitui-se da realização de uma consulta médica especializada (que inclui o exame físico geral e direcionado) visando a busca de dados na história do paciente que revelem um potencial acometimento vascular, assim como a realização de exames de sangue e de imagem que auxiliem neste diagnóstico, de modo a fornecer uma orientação ou terapêutica específica para o paciente que procurou o angiologista ou cirurgião vascular (médico especialista nos vaso sanguíneos).
    Tanto as artérias (vasos que levam o sangue rico em oxigênio do coração para o corpo) quanto as veias (vasos que levam o sangue usado pelo corpo de volta ao coração) devem ser avaliadas. Os exames de imagem permitem avaliar a qualidade dos vasos e do fluxo sanguíneo que por eles percorre. As artérias podem ser avaliadas por meio do eco-doppler colorido e da angiotomografia arterial, e as veias por meio de pletismografia, ultrassom de ondas contínuas e mapeamento dúplex. Na prevenção utiliza-se somente os exames não invasivos, e, somente quando a história clínica sugere alteração. Destes, angiotomografia arterial é o único exame que necessita da aplicação de contraste para a sua realização. O contraste é uma substância injetada na veia do paciente que auxilia na visualização posterior dos vasos sanguíneos por meio do aparelho de tomografia. Após o exame, o paciente é orientado a ingerir bastante líquido com o intuito de ajudar na eliminação do contraste de seu organismo. 
O que se busca nesse estudo é identificar principalmente a presença de trombos (que possam obstruir os vasos), aneurismas (dilatações focais dos vasos) e estenoses (estreitamentos), assim como avaliar a velocidade do sangue e capacidade dos vasos em acomodá-lo de maneira adequada. A presença dessa condições pode levar a hemorragias graves ou impedir o fluxo sanguíneo normal e consequente oxigenação das células do corpo, podendo levar à morte dessas células, ocasionando diversos sintomas e doenças. Também se busca esclarecer possíveis queixas que o paciente apresente como varizes, dor nas pernas ao caminhar e inchaço nos membros.
O acompanhamento com o médico especialista é a melhor maneira de avaliar a sua saúde e saber como atuar de maneira preventiva, e curativa, em relação às diversas condições que possam acometer o organismo do ponto de vista cardiovascular. 

Leia também: Check-up Vascular

Tags:
Categorias: Medicina

Check-up vascular

dom, 09/29/2013 - 20:30

Os profissionais de saúde aderiram firmemente a um conceito precioso que permite investir na longevidade humana: a prevenção - o foco da medicina atualmente. De maneira prática, evitando as doenças ou as detectando de maneira precoce, é possível permitir que uma pessoa viva por mais tempo. E é nesse contexto que a ideia do check-up se torna uma vantagem na preservação da nossa saúde. 
O check-up vascular consiste em uma consulta médica com o objetivo específico de detectar características no paciente que indiquem ele estar sob risco de acometimento cardiovascular. Além da história colhida pelo médico especialista, o angiologista, e o exame físico realizado por ele, serão solicitados exames de sangue ou imagem, conforme se fizer necessário.
As doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de queda na qualidade de vida e de morte no mundo, e incluem o derrame (AVC), o infarto, a hipertensão, as amputações e os aneurismas (que consistem em dilatações localizadas das artérias de qualquer parte do corpo). Identificar fatores de risco para essas doenças ou diagnosticá-las precocemente é de grande valia para promover saúde e prevenir agravos até mesmo fatais. 
A base da grande maioria das principais doenças cardiovasculares é a aterosclerose. A aterosclerose é uma placa de gordura e outras células que se forma na parede interna das artérias, principalmente devido à hipertensão e ao colesterol alto, podendo obstrui-las ou gerar êmbolos que viajam pelos vasos podendo causar uma obstrução à distância, sendo essa uma das causas de derrame. No caso das veias, as varizes e as tromboses são as doenças mais comuns, que por si só podem gerar graves complicações como a produção de um êmbolo para o pulmão gerando grave insuficiência respiratória.
Dada a importância da prevenção de doenças do sistema cardiovascular, o check-up vascular está indicado para pessoas acima dos 40 anos e que apresentam fatores de risco sabidamente associados a grande maioria dessas doenças. São eles: hipertensão, obesidade, aumento de colesterol, diabetes, presença de varizes, pessoas que apresentam história familiar positiva para essas doenças, sedentarismo, consumo excessivo de álcool, açúcar e sal, fumo, assim como também as gestantes - uma vez que a gestação aumenta o risco de trombose venosa profunda e acarreta grande demanda cardiovascular, é importante a mulher que deseja engravidar buscar avaliação para iniciar uma gestação mais tranquila e saudável. Após o check-up, que inclui diversas orientações gerais e específicas para o paciente, será possível para ele conscientizar-se da importância de todos esses aspectos sobre seu organismo e prosseguir com uma vida mais saudável e possivelmente mais longa.

Leia mais: Exames do checkup vascular

Tags:
Categorias: Medicina

Erisipela

ter, 09/24/2013 - 22:08

Você sabe o que é erisipela? Trata-se de uma infecção cutânea causada geralmente pela bactéria Streptcoccus. Ela e outras linfangites (inflamações de um ou mais vasos linfáticos) são doenças circulatórias que têm quadros clínicos semelhantes, com febre alta, vermelhidão e inchaço da perna, e podem ter em comum a mesma forma de contágio, a partir de uma lesão ou ferimento na pele. A prevenção consiste no combate às micoses interdigitais (lesões cutâneas entre os dedos), cuidados especiais na higiene dos pés, tratamento de pequenos traumatismos ou arranhões e de pequenas infecções da pele. Uma vez instalada a enfermidade, a pessoa deve procurar orientação medida imediata. Apenas uma crise já pode levar ao linfedema, que é o acúmulo do fluido linfático em determinada região do corpo.

Fonte: SBACVRJ

Tags:
Categorias: Medicina

Caso publicado na Folha Vascular - Pseudoaneurisma

ter, 09/24/2013 - 13:00

Pseudoaneurisma pós-punção de artéria femoral direita, causando compressão extrínseca das artérias femoral superficial e profunda

 

Tags:
Categorias: Medicina

Doença das Coronárias

sex, 09/20/2013 - 14:23

Você sabe o que é a doença coronária arterial?
 
É uma doença que decorre da arteriosclerose: endurecimento e estreitamento das artérias que abastecem o coração. Está intimamente relacionada com as doenças arteriais periféricas.
Essa condição progressiva inicia logo cedo na vida e pode ser causada por vários fatores, desde os genes que você herdou até o estilo de vida que você leva. Por exemplo o tabagismo é um fator importantíssimo.
As manifestações mais comuns são o ataque cardíaco e a angina - dores no peito desencadeadas por esforço e estresse.
É muito importante saber que, uma vez detectada, existem medidas a serem tomadas por você, com a ajuda de um cardiologista, para manter os sintomas em controle e evitar a progressão da doença, que pode culminar em um ataque cardíaco fatal.
Consulte seu cardiologista, descubra como está a saúde do seu coração e evite preocupações futuras!

Tags:
Categorias: Medicina

Há tratamento para varizes ?

ter, 09/17/2013 - 22:07

Varizes são veias superficiais dilatadas e tortuosas que resultam de múltiplas cau- sas: podem ser decorrentes de defeitos da estrutura em função das valvas das veias safena, de uma fragilidade da parede veno- sa, da pressão dentro dos vasos aumenta- dos ou até de comunicações entre artérias e veias. São mais frequentes em mulheres e a grande maioria das vezes o tratamento não é cirúrgico.

IHC 30 site by alexandre884

Tags:
Categorias: Medicina

Páginas

Não perca Frases do Einstein selecionadas a dedo.

Conhece alguma frase legal? Envie-nos.

Vote agora nas frases e citações que você mais gosta.