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Clinica de cirurgia vascular, angiorradiologia, endovascular, ecodoppler vascular, angiologia e radiologia intervencionista. Tratamento de varizes com laser.
Atualizado: 2 horas 19 minutos atrás

Anestesia pelo frio

qui, 05/14/2015 - 17:07
Anestesia pelo frio

A anestesia quer dizer ausência de sensações. Existem diversas maneiras de alcançar isso. Uma delas é com anestesia química, por meio de injeções ou medicamentos tópicos. O uso de métodos físicos, como a mudança da temperatura também alcança a desejada anestesia. Portanto a anestesia sem agulhas e sem medicamento já é possível. A anestesia proporciona ausência ou alívio da dor e outras sensações ao paciente que necessita realizar procedimentos médicos.

Existem muitos métodos anestésicos, usados para determinados procedimentos e cirurgias, como gases inalatórios, medicamentos orais, injetaveis e outros. Mas o que realmente assusta o paciente é que a anestesia local, usada em procedimentos de pequeno porte, com injeção de medicamento dói. Antes de causar o efeito desejado, causa um ardor, tolerável porém desagradável.

Hoje em dia podemos oferecer outros métodos anestésicos compativeis com procedimentos de pequeno porte, como a anestesia térmica, que, com a diminuição da temperatura local, causa uma anestesia mais fisiológica.

Aqui, a anestesia térmica é utilizada nos tratamentos estéticos de crioescleroterapia e laser para vasinhos.

A clínica possui esse equipamento, e pode oferecer ao paciente maior conforto.

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Aneurismas venosos

sex, 05/08/2015 - 17:39
Imagem editada: foi simulado um aneurisma venoso em veia jugular (para não expor pacientes)

Por causa da grandiosidade e risco clínico dos aneurismas arteriais, os aneurismas venosos foram deixados de lado pela pesquisa científica e são pouco lembrados na prática vascular, apesar de muito frequentes. Podem ocorrer em qualquer veia do corpo, sendo relativamente frequentes na veia jugular, nas veias das pernas e nas veias das mãos. Aparecem clinicamente como uma "bolinha" que enche e esvazia de sangue venoso.
Ocorrem principalmente em veias varicosas, situação na qual o tratamento das varizes leva ao tratamento do aneurisma venoso. A técnica cirúrgica pode ser a ligadura, a exérese (a retirada), o laser, a espuma e outros; mas a melhor indicação depende da localização e deve ser discutida com o seu médico. Em alguns casos, dependendo do tamanho e localização, somente a observação clínica e acompanhamento com exames pode ser o suficiente.
O aneurisma venoso também pode se formar em decorrência de uma fístula artério venosa, mais comumente as realizadas para hemodiálise. As veias não suportam a pressão arterial e acabam diladando e formando brandes aneurismas em membro superior. Nesse caso, a decisão da ligadura ou não da fístula deve ser feita em conjunto com o nefrologista e com a perspectiva de um transplante renal.
 
 
PS: Aneurisma é a dilatação de um vaso (arterial ou venoso) em mais do que 50% do seu diâmetro

venosotratamentoaneurisma
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Tromboflebite superficial

qui, 05/07/2015 - 13:18
Tromboflebite superficial

A tromboflebite superficial de membros inferiores, também chamada de trombose venosa superficial é a presença de trombo dentro de uma veia superficial, o que provoca uma reação inflamatória na parede do vaso e ao redor. Os sintomas são um cordão palpável, endurecido, avermelhado, quente e doloroso no trajeto de uma veia superficial. Um “vergão” vermelho e dolorido no membro. Pode ocorrer em veias sadias previamente ou mesmo em veias varicosas. Sabe-se que as varizes são fator de risco para a tromboflebite superficial. Outros fatores de risco são as trombofilias, ou seja doenças do sangue que causam coagulação exagerada (Fator V Leiden, G2010A, etc) e as neoplasias. Por isso a investigação da causa se faz necessária, durante ou após o tratamento. A tromboflebite superficial pode estar associada a trombose venosa profunda e a embolia pulmonar, ou seja, não é uma doença sem riscos e deve ser cuidada como tal. Existem vários tratamentos, desde o clínico com medicação e meias elásticas, até o cirúrgico. Mas a indicação depende de muitos fatores como localização, extensão, causa e outros. O médico capacitado para indicar o melhor procedimento em cada caso é o cirurgião vascular.
 
Fonte: Amato, ACM. Manual do Médico Generalista na Era do Conhecimento. Grupo Gen

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Sistema Linfático

dom, 05/03/2015 - 18:51
Sistema linfático: linfedema, erisipela

Doenças do Sistema Linfático:
Existem várias doenças do sistema linfático. A mais prevalente na prática diária do cirurgião vascular é a Erisipela. Mas também fazem parte os linfedemas.

linfáticosistemadoenças
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Entrevista sobre varizes e salto alto

qua, 03/18/2015 - 12:54
Entrevista na rádio sobre varizes e salto alto. Bem rápida e objetiva.

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O idoso que viaja e o risco de tromboembolismo venoso

sab, 02/21/2015 - 16:47

As pessoas idosas têm viajado cada vez mais e muitas são viagens de longa distancia o que aumenta a preocupação com o risco de tromboembolismo venoso. Felizmente estudos mostram que algumas medidas podem prevenir essa perigosa situação.
Por que as viagens podem aumentar a chance de tromboembolismo venoso?
A imobilidade provoca estase venosa (fluxo lento) que pode levar a formação de coágulos nas veias profundas das pernas. Quando esses coágulos se formam e não se dissolvem ocorre a trombose venosa profunda. Se o coagulo se desprender e migrar para circulação pulmonar ocorre a chamada embolia pulmonar. Esse mecanismo denomina-se tromboembolismo venoso.
Todas as pessoas que viajam podem desenvolver tromboembolismo venoso?
Não. A chance de desenvolver o problema depende do número de fatores de risco que cada um apresenta. Quanto maior o número de fatores pré-existentes maior o risco.
Pesquisas mostram que 75% - 99,5 % dos casos ocorrem em quem tem mais de um fator de risco.
Quais são os fatores de risco para o tromboembolismo venoso?

  • Idade avançada (aumenta após os 40 anos)
  • Dificuldade de locomoção (exemplo osteoartrite de joelhos)
  • Insuficiência venosa periférica (varizes)
  • Tromboembolismo venoso prévio
  • Obesidade (IMC > 30 kg / m2)
  • Doença oncológica ativa ou tratamento recente de câncer
  • Doenças crônicas como a insuficiência cardíaca, doença inflamatória intestinal e doença renal.
  • Cirurgias recentes e hospitalização
  • Trauma e imobilização ortopédica
  • Terapia de reposição hormonal ou uso de anovulatórios (pílula anticoncepcional)
  • História familiar de trombose ou embolia pulmonar
  • Tabagismo
  • Uso de tamoxifeno ou raloxifeno
  • Gravidez e período pós-parto
  • Distúrbios de hipercoagulabilidade
  • Uso de cateter venoso central.

Por que preocupar-se com o idoso que viaja?
envelhecimento por si só é um fator de risco e quanto mais avançada a idade, maior a probabilidade. É frequente o idoso ter outros fatores de risco que se potencializam e aumentam a chance de um evento. Não é difícil imaginar uma pessoa idosa (> 60 a) com varizes, dificuldade de locomoção por doenças ortopédicas do joelho e/ou do quadril e portadora de uma doença oncogeriatrica.
A duração da viagem interfere na chance de eventos?
Quanto mais longa a viagem pior. Aquelas com duração superior a 4 horas tanto em avião, carro, ônibus ou trem são as mais preocupantes.
Quanto tempo depois da viagem pode surgir os sintomas?
Logo após o desembarque e até 4 a 8 semanas depois.
Por que se fala mais dessa situação nas viagens de avião?
Porque maior parte das pesquisas é feitas com indivíduos que utilizaram esse tipo de transporte. Viagens longas em transporte terrestre podem ser igualmente deletérias.
 O tamanho e o espaço entre os assentos faz diferença?
 Assentos altos não reguláveis e espaços pequenos entre a fileiras das aeronaves são fatores que podem contribuir para a formação do coágulo. Nas pessoas com menos de 1,60 m a parte anterior do assento pode comprimir a região poplítea (a parte posterior do joelho) dificultando o retorno venoso. Nos indivíduos com mais de 1,90 o pouco espaço entre os assentos dificulta a movimentação das pernas durante a viagem.
Quais os sintomas da trombose venosa e da embolia pulmonar?
Reconhecer os sintomas é muito importante, pois o inicio precoce do tratamento faz muita diferença.
Sintomas e sinais de trombose venosa

  • Aumento da temperatura na perna
  • Inchaço e rigidez na panturrilha (batata da perna)
  • Dor na panturrilha

Sintomas da embolia pulmonar

  • Falta de ar súbita
  • Dor no tórax de inicio súbito a inspiração
  • Desconforto ao respirar
  • Ansiedade e inquietação
  • Tosse com sangue
  • Dor e inchaço nas pernas (trombose prévia)

Infelizmente em 50% dos casos a trombose é assintomática e os sintomas de embolia inespecíficos.Ao suspeitar não negligencie e procure uma avaliação precoce.
 
Quais as medidas preventivas para viajantes de longas distâncias?
Especialmente os idosos devem consultar seu médico sobre a necessidade de meias elásticas e anticoagulantes.
Outras medidas preventivas são:

  •  Locomover-se durante o voo
  • Fazer exercícios musculares contraindo e relaxando a musculatura da panturrilha.
  • Tomar muito líquido para se hidratar evitar bebidas alcoólicas.
  • Preferir assento no corredor para não se inibir em levantar e caminhar.
  • Viajar com roupas confortáveis.
  • Evite usar indutores de sono para dormir durante o trajeto do voo.

Autor:
Dr. Marcos Galan Morillo -  CRM: 58571
Fontes:

  1. Amato, MCM, Manual do Médico Generalista na Era do Conhecimento
  2. Chandra D et al. Meta-analysis:travel and risk for venous thromboembolism. Ann Intern Med2009.
  3. Gavish I, Brenner B. Air travel and the risk of thromboembolism. Intern Emerg Med 2011.

 

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Entrevista na rádio sobre Reembolso Médico

qua, 02/18/2015 - 22:09

O que fazer quando um médico de confiança não está credenciado no plano de saúde contratado? Em alguns casos, é possível se consultar com o profissional e depois pedir reembolso pelo plano. Confira em que situações o ressarcimento é permitido. Entrevista com Dr Alexandre Amato sobre reembolso médico.

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O Check-up no idoso e o aneurisma da aorta abdominal

seg, 02/09/2015 - 17:57

Quando se investiga uma doença no paciente que não tem sintomas deve-se eticamente considerar que:

  • A doença tenha alta taxa de mortalidade.
  • O exame utilizado para o diagnóstico seja bem aceito pelo paciente, eficaz e de custo razoável.
  • principalmente  que o tratamento da doença diagnosticada na fase pré-sintomática faça diferença real na vida da pessoa.

 
As duas principais organizações no mundo que definem as orientações para o rastreamento de doenças no paciente assintomático (check-up) são a U.S. Preventive Services Task Force (USPSTF) e a Canadian Task Force on Preventive Health Care (CTFPHC). São forças tarefas com diversos especialistas que revisam as melhores evidências científicas e determinam que exames devam ser realizados e em quais indivíduos.
Novamente na última recomendação da USPSTF publicada em 2014 a investigação do aneurisma da aorta abdominal é fortemente recomendada nos homens idosos (de 65 a 75 anos) fumantes.
Outros fatores de risco para essa doenças além do envelhecimento são:  doenças das artérias coronarianas, doença cerebrovascular, colesterol  elevado, obesidade, hipertensão arterial e história de outros aneursimas.
O exame para a detecção é a ultrassonografia com doppler, que é fácil de ser realizado, não traz desconforto para o paciente  e apresenta alta sensibilidade (94% a 100%) e especificidade (98 a 100%), ou seja,  detecta com segurança essa condição.
A grande vantagem do diagnóstico precoce do aneurisma da aorta abdominal é que a taxa de mortalidade na cirurgia eletiva é ao redor de 5% e na cirurgia de urgência de 21 a 76%. Ou seja descobrindo cedo, tratando cedo com o cirurgião vascular, melhores prognósticos.
 
Referências:
 
Moraes, IN Tratado de Clínica Cirúrgica
Amato, MCM, Manual do Médico Generalista na Era do Conhecimento
Internet Citation: Clinical Summary: Abdominal Aortic Aneurysm: Screening. U.S. Preventive Services Task Force. October 2014.
http://www.uspreventiveservicestaskforce.org/Page/Document/ClinicalSummaryFinal/abdominalaorticaneurysmscreening

Um artigo do nosso colega e geriatra Dr Marcos Galan Morillo.

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Arterite temporal

seg, 02/09/2015 - 17:44

A arterite temporal (AT) é considerada emergência médica, pois se não for tratada pronta e corretamente pode causar cegueira permanente em até 20% dos pacientes.

O que é a arterite temporal?

Também chamada de arterite de células gigantes ou vasculite necrotizante é uma inflamação das artérias do sistema carotídeo, particularmente as artérias cranianas.

 Qual a população mais suscetível?

 A arterite temporal ocorre principalmente em idosos com mais de 70 anos e é um pouco mais comum nos indivíduos de pele branca e do sexo feminino.

Quais os sintomas da arterite temporal?

Em 70 a 90% dos pacientes o sintoma inicial é uma dor de cabeça latejante e continua na região temporal (parte lateral anterior do crânio ou “têmporas”).

Ocorre também diminuição, turvação e/ou perda fugaz da visão.

É comum esse quadro ser precedido de dor muscular e fraqueza na região dos ombros e membros superiores (polimialgia reumática).  Febre baixa e inapetência também podem estar presentes.

Como é feito o diagnóstico?

Após a suspeita clinica deve-se palpar a artéria temporal (foto) que pode estar mais grossa, dolorosa e com a pulsação ausente ou diminuída. Às vezes a dor piora com movimentação da mandíbula.  O exame que define do diagnóstico é a biópsia da artéria temporal que deve ser feita por um cirurgião vascular nas primeiras 48horas e analisada por um patologista.

O exame de hemossedimentação (VHS) é muito elevado (>100) e reforça o diagnóstico.

Qual o tratamento?

Para prevenir a cegueira o tratamento com corticosteroides deve ser iniciado assim que houver a suspeita clinica e em doses efetivas. Se não for possível realizar a biópsia prontamente o tratamento não deve ser adiado, mas a biópsia da artéria é o padrão ouro para confirmar o diagnóstico e determinar o tempo de tratamento.

 

 

Um artigo do nosso colega e geriatra Dr Marcos Galan Moriilo.

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Doutorado na USP

ter, 01/27/2015 - 10:17

Defesa de Doutorado do Dr Alexandre Amato ocorreu dia 26 de janeiro no Anfiteatro da Farmacologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Mais um passo na carreira acadêmica com êxito.

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Retrospectiva 2014

seg, 12/22/2014 - 18:23

O ano de 2014 ficará na história da equipe Amato. Tantas mudanças, tanto investimento de carinho e suor num projeto imenso para podermos melhor atender nossos pacientes. Foi um ano que deixou sua marca. E finalmente mudamos para Av Brasil, 2283. Ainda temos muito a fazer, mas para aqueles que sempre desejam melhorar, esse é um caminho sem fim.
Para o site não foi por menos. Mais de 215.446 visitas ao nosso conteúdo. Sempre buscando a melhor informação de saúde para você.
Artigos mais lidos em 2014 foram:

  1. Aplicação e Escleroterapia
  2. Perguntas Frequentes: Varizes e Vazinhos
  3. Perguntas Frequentes
  4. Trombose Venosa Profunda (TVP)
  5. O que é derrame?
  6. Úlceras Venosas (úlcera de estase, úlcera varicosa)
  7. O que é a Síndrome do Desfiladeiro Torácico?
  8. Dor nas pernas: pode refletir um problema vascular?
  9. Indicações de cirurgia vascular de carótidas
  10. Como é o pós-operatório da cirurgia de varizes?

Notamos que sempre varizes é uma preocupação maior, provavelmente pela prevalência na população. É uma doença que tem tanto um aspecto estético como funcional, então o envolvimento do cirurgião vascular é essencial para um bom resultado no tratamento. Além disso, notamos a trombose venosa profunda e a estenose carotídea como temas de destaque. Presenteamos os artigos mais lidos com vídeos explicativos, não perca. E Aproveite e curta nossa página no facebook.

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Como prevenir varizes?

dom, 12/07/2014 - 17:43

As varizes são veias superficiais que apresentam alguma alteração de circulação, estando mais dilatadas que o comum, marcando a pele e causando muitas vezes inchaço, queimação, dor e cansaço.

Quando existe o aparecimento de um desses sintomas, o principal procedimento é procurar um médico especialista, para uma melhor avaliação da inflamação e um esclarecimento sobre os tratamentos mais indicados.

De qualquer maneira, algumas dicas e medidas que podem ser tomadas para que se evite ou se retarde o aparecimento das varizes ou dos sintomas venosos. São elas:

Alimentação saudável: Consumir regularmente líquidos, ter uma alimentação rica em fibras, evitar o fumo e o sobrepeso ajudam a prevenir o aparecimento das varizes.

Manter uma rotina de exercícios: Caminhadas durante o dia, subir escadas ao invés de usar o elevador, se movimentar no trabalho, são exemplos que auxiliam na circulação sanguínea nas pernas; a prática da ginástica e da musculação, quando não exageradas e bem orientadas, também são bastante aconselháveis.

Uso de meias elásticas medicinais/ortopédicas: A compressão exercida por essas meias facilita o fluxo de sangue e evita inchaços. Quanto ao tamanho das meias é preciso ficar atento à medida da panturrilha da perna, evitando as que ficarem –muito apertadas. Meias terapêuticas são de indicação médica, e devem ser receitadas após consulta.

Uso de saltos moderados: O uso do salto alto é uma das maiores dúvidas entre as causas do aparecimentos das varizes. É preciso reconhecer que todo exagero pode causar problemas, assim, saltos muito altos e passar muito tempo com o mesmo calçado pode atrapalhar a circulação e também o movimento da panturrilha, assim, nada é proibido, mas cautelas são sempre importantes.

Relaxar as pernas: Deitar-se com as pernas elevadas é saudável. Deixar os pés mais altos que o coração auxilia o retorno venoso favorecendo uma melhor circulação sanguínea.

Através destas dicas e precauções, você prevenirá não apenas as varizes, mas terá uma vida mais saudável em todos os aspectos. E importante lembrar também sobre a importância de consultar um médico especialista que ajudará melhor na manutenção da sua saúde.

 

Já tínhamos falado sobre prevenção de varizes em 2011, mas não custa nada relembrar e reforçar os conceitos básicos de saúde das pernas.

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O que é vasculite?

qua, 12/03/2014 - 17:41

Vasculite ou angiite é o nome dado às inflamações ou necroses dos vasos sangüíneos. Seus danos causam estreitamento ou obstrução dos vasos, limitando ou até interrompendo o fluxo sanguíneo.

Causas

Diversos fatores podem ser responsáveis pela incidência das vasculites, como por exemplo, agentes infecciosos - bactérias, vírus, protozoário - que agem diretamente na parede do vaso; ou por medicamentos utilizados para combater tais agentes, como penicilina, quinina e antibióticos. Outro fator que causa vasculites é o uso de drogas ilícitas, como heroína e cocaína.

Sintomas

Com sintomas bastante variáveis, os exames realizados regularmente são a melhor opção para identificar e tratar a doença.

Febre de origem desconhecida, perda do apetite, fadiga, suores noturnos, dores nas articulações e músculos, além de pequenas lesões na pele, como nódulos ou úlceras - lesão superficial - podem ser alguns sinais, porém há casos em que o primeiro sintoma foi a necrose, estágio já avançado da inflamação que pode atingir praticamente todos os vasos do corpo humano.

Tratamento

É recomendável o acompanhamento de um especialista já nos primeiros sintomas, pois a  vasculite pode ser sinal para doenças mais graves, como a púrpura de Schönlein-Henoch (ou púrpura alérgica), doença do soro, periarterite nodosa, eritrema nodoso, arterite temporal ou doença de Buerger, a mais grave de todas, pois pode levar à grangena e até mesmo amputações.

Para o tratamento da vasculite é necessária a identificação do agente causador e assim administrado o uso de medicamentos antiinflamatórios, vasodilatadores, analgésicos ou anticoagulantes, e podendo, em casos mais graves, um tratamento cirúrgico ou endovascular ser o mais indicado.

Apesar de todos os cuidados, a vasculite é uma doença persistente e pode não responder corretamente aos tratamentos ou até mesmo aparecer novamente, mesmo depois de concluído o tratamento. Para um melhor acompanhamento desta doença, consultas regulares com profissionais especializados são indicadas.

Os especialistas na área são: angiologistas, cirurgiões vasculares e reumatologistas.

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ACP 2014 - 28˚ Congresso Internacional

seg, 11/17/2014 - 16:46

Compartilhando conhecimento sobre casos raros com os colegas americanos no American College of Phlebology, congresso internacional em Phoenix, Arizona.

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IX Congresso Brasileiro de Laser

sab, 11/01/2014 - 15:19

Compartilhando conhecimento sobre laser em varizes com colegas no IX Congresso Brasileiro de Laser. Aula sobre termoablação endovenosa de safenas. Mostramos a evolução do laser e as grandes vantagens do laser de 1470nm sobre o de 980nm.

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Retirada de cateter de quimioterapia

ter, 10/14/2014 - 17:49

Se tem um procedimento simples dentro da cirurgia vascular que é agradável de realizar é a retirada de um cateter de quimioterapia após o tratamento do câncer com êxito.
A passagem do cateter é um momento crítico, pois frequentemente vem acompanhado do diagnóstico do câncer, toda angústia e dúvida se aflora nesse procedimento, que é apenas um dos primeiros passos de uma grande batalha. O cirurgião vascular é um mero coadjuvante nessa doença, e quanto menos for necessário, melhor. Somos expectadores, participantes ocasionais, onde o maestro é o oncologista. Quer dizer que o cateter funcionando, não precisa de manutenção, não precisa do vascular. Mas, após vencida essa batalha, vem o momento da retirada do cateter, um momento único, e final da batalha. Tem um significado psicológico muito grande para o paciente, e é sempre bom participar desse momento: a guerra vencida. É um procedimento que o paciente realiza com prazer, pois sabe que não será necessário outro.

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Laser melhor que espuma e cirurgia

ter, 10/14/2014 - 17:35

Um artigo muito interessante saiu recentemente*, comparando as diversas modalidades de tratamento de varizes: espuma, cirurgia tradicional e cirurgia com laser.

Os resultados mostraram o que já sabemos: que todos os tratamentos funcionam e possuem boa eficácia. O tratamento que oferece menos complicações é a cirurgia a laser de varizes, e o tratamento que possui maior falha na oclusão das veias é a espuma.

As varizes e a insuficiência venosa são doenças crônicas, que podem causar dores, sensação de peso nas pernas e inchaço, mas além de tudo isso pode causar também uma queixa estética. Por isso é importante ao tratar a doença, escolher uma técnica que também ofereça um bom resultado estético. Consulte o cirurgião vascular com aptidão em todas as técnicas para saber qual a mais adequada no seu caso.

 

Brittenden, Julie, Seonaidh C Cotton, Andrew Elders, Craig R Ramsay, John Norrie, Jennifer Burr, Bruce Campbell, and others. "A Randomized Trial Comparing Treatments for Varicose Veins." The New England journal of medicine 371, no. 13 (2014): doi:10.1056/NEJMoa1400781.

 

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Pletismografia

qui, 07/10/2014 - 10:48

Pletismografia venosa de membros é um exame auxiliar muito importante para detectar insuficiência venosa e falha na bomba periférica. São dados muito úteis e que não se consegue com outros exames como a ecografia vascular. A pletismografia pertence ao laboratório vascular não invasivo. 

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Contato

ter, 05/20/2014 - 14:05

Entre em contato com o doutor.

Este portal não pretende realizar consultas, pareceres ou realizar diagnostico e tratamento via online. Consultas médicas não devem, e não podem ser realizadas via Internet. É vedado ao médico prescrever tratamento ou outros procedimentos sem exame direto do paciente. (Art. 114 do código de ética médica) É muito importante que os interessados entrem em contato com o seu médico de confiança. É preciso uma consulta presencial para estabelecer um bom tratamento.

Caso queira uma consulta, agende através deste formulário ou pelo telefone (11) 5053-2222.

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