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Clinica de cirurgia vascular, angiorradiologia, endovascular, ecodoppler vascular, angiologia e radiologia intervencionista. Tratamento de varizes com laser.
Atualizado: 1 hora 18 minutos atrás

Malformação arteriovenosa

ter, 06/12/2018 - 14:45
Foto proveniente de banco de fotos online Dreamstime

Malformação arteriovenosa (MAV) é uma conexão anormal entre o sistema arterial e venoso, sem passar pelo usual sistema capilar. Esta anomalia vascular é amplamente conhecida por causa de sua ocorrência no sistema nervoso central (cerebral), mas podem aparecer em qualquer local do corpo, e, quando fora do sistema nervoso, é o cirurgião vascular o responsável pelos cuidados. Embora muitos MAVs possam ser pequenos e assintomáticos, alguns podem causar intensa dor ou sangramento e levar a outros problemas médicos sérios.

MAVs são geralmente congênitos e os padrões de transmissão são desconhecidos. Não é geralmente uma doença hereditária, a não ser em algumas síndromes específicas.

A malformação arteriovenosa, na maioria das vezes, surge no desenvolvimento anormal do sistema vascular na vida embrionária, ou seja, ainda dentro da barriga da mãe.

As verdadeiras causas do desvio do desenvolvimento vascular normal no embrião, ou mesmo a transformação vascular que ocorre após o nascimento, permanecem até hoje desconhecidas.

 

Diagnóstico

O diagnóstico é clínico a maior parte das vezes. Muitas vezes estas malformações arteriovenosas são encontradas incidentalmente em exames de imagem de rotina ou para investigação de outras doenças.

Para adequado estudo e indicação do tratamento, é preciso realizar exames de imagem, como ultrassonografia Doppler, tomografia, ressonância magnética ou angiografia. 

Nenhum paciente é igual a outro, portanto a avaliação diagnóstica é essencial para o planejamento terapêutico.

 

Anatomia: 

Sistema arterial, venoso e linfático

Causa: 

Alteração do desenvolvimento embrionário.

Diagnóstico Diferencial: 

Tipos e classificação de malformações arteriovenosas

  • Capilar
    • Mancha em vinho do Porto localizada ou extensa 
    • Mancha em vinho do Porto sindrômica
    • Síndrome de Sturge-Weber
    • Facomatose pigmentar vascular
    • Síndrome de Beckwith-Wiedemann 
    • Síndrome de Robert
    • Mancha salmão
    • Mancha vascular telangiectásica medial sacral 
    • Telangiectasias
    • Síndrome de Rendu-Osler-Weber
    • Síndrome de Louis-Bar
    • Cútis marmórea telangiectásica congênita
    • Síndrome de Adams-Oliver
  • Linfática
  • Venosa
  • Arterial
    • Malformação arterial(aneurisma, ectasia, coarctação)
  • Complexa-combinada
    • Fístula arterio-venosa (FAV), malformação arterio-venosa (MAV), venosa-capilar (MVC), venosa-linfática (MVL), capilar-venosalinfática (MCVL), venosa-arterial-capilar (MVAC), arterial-linfática-capilar (MALC), arterial-linfática-venosa (MALV), capilar-venosa-linfática-arterial (MCVLA)
    • Regional / Regional
      • Fístula arteriovenosa (FAV)
      • Síndrome de Wyburn-Mason (MAV)
      • Síndrome de Brégeat (MAV)
      • Síndrome de Cobb (MAV)
      • Síndrome de Servelle-Martorell (MVC)
      • Síndrome de Klippel-Trenaunay (MCVL)
      • Síndrome de Parkes-Weber (MCVLA)
  • Difusa
    • Síndrome de Proteus (MVC)
    • Síndrome de Maffucci (MVL) 
    • Síndrome de Riley-Smith (MVL)
    • Síndrome de Solomon (MVAC) 
    • Síndrome de Bannayan (MVLAC) 

 

Epidemiologia: 

A epidemiologia é variável, dependendo do tipo de lesão. 

Evolução Natural: 

A evolução natural é muito variável, dependendo muito do grau de acometimento, local e tipo de lesão. 

Prevenção Primária: 

Por ser congênito e hereditário na maioria das vezes, não é possível a prevenção primária.

Sinais ou Sintomas: 

Os sintomas da MAV variam muito de acordo com a localização anatômica  da malformação. Cerca de quase 90% das pessoas com uma MAV são assintomáticos por muitos anos. Muitas vezes a malformação só é descoberta como parte de uma autópsia ou sem intenção durante o exame de outra doença ou check-up (achado incidental). Quando há sintomas, os mais comuns de uma MAV cerebral são dores de cabeça e crises de epilepsia. 

 

A malformação arteriovenosa é definida como um conjunto de lesões primárias da artéria, pois iniciam na fase embrionária do indivíduo.  Os indícios de malformação arteriovenosa não tendem a se manifestar nos primeiros anos de vida, no entanto, evoluem ao longo do tempo e dificilmente regridem espontaneamente. Fora do cérebro, estas lesões aumentam de forma proporcional ao crescimento do corpo e seu crescimento é desencadeado por estímulos fisiológicos, endócrinos, trauma, infecções e desnutrição dos tecidos, podendo predispor ao desenvolvimento de feridas e sangramentos.De acordo com a região em que se apresentam, as malformações podem causar comprometimento estético importante ou sintomas como dor, inchaço local ou de membro, prisão de ventre, sangramentos, entre outros sintomas. A malformação arteriovenosa nada mais é que uma má formação dos vasos que dificulta o fluxo sanguíneo, pulando o sistema capilar, e resulta no estresse de bombeamento de sangue ao coração, podendo levar à insuficiência cardíaca.

 

Prognóstico: 

O prognóstico é variável, dependendo muito do grau de acometimento, local e tipo de lesão. 

Tratamentos Possíveis: 

O tratamento para o MAV cerebral pode ser apenas sintomático e os pacientes podem ser observados periodicamente por um neurologista para qualquer convulsões, dores de cabeça, ou défices neurológicos focais. O tratamento específico pode envolver embolização endovascular, neurocirurgia aberta ou radiocirurgia. A embolização significa encher a MAV com partículas, acrilatos ou polímeros introduzido por um cateter radiograficamente guiado. As malformações arteriovenosas podem ser simples ou complexas, com estratégia de tratamento diferente para cada tipo. O importante é entender bem a situação, conhecer o objetivo do procedimento, ter um bom planejamento e facilidade com a técnica que será utilizada.As malformações arteriovenosas de fluxo baixo, que consistem em componente venoso mais preponderante, apresentam melhores resultados quando tratadas por meio de técnicas de esclerose percutânea (punção e injeção de substâncias através da pele diretamente na lesão); e a malformação arteriovenosa de alto fluxo, com preponderância arterial, por embolização endovascular. A técnica de embolização é minimamente invasiva, ou seja, é realizada através de uma pequena punção sob anestesia local e sem cortes. Guiado por um equipamento de fluoroscopia digital, o cirurgião endovascular leva estes cateteres até a artéria que está nutrindo a malformação e nela injeta substâncias ou materiais (molas, esferas, partículas) que causam a oclusão da entrada dessa malformação. Assim, o fluxo que alimenta a malformação é interrompido, fazendo com que esta regrida e se degenere, diminuindo seu tamanho e levando ao alívio dos sintomas ao paciente.

Sempre procure seu médico para indicar o melhor tratamento. Não faça auto medicação.

Complicações Possíveis: 

Trombose, sangramento, lesões, feridas, úlceras, edema, dor e outros.

Código: Q27.3 Select ratingGive Malformação arteriovenosa 1/5Give Malformação arteriovenosa 2/5Give Malformação arteriovenosa 3/5Give Malformação arteriovenosa 4/5Give Malformação arteriovenosa 5/5 Average: 5 (1 vote) vascularmal formaçãomavarterialvenosolinfático
Categorias: Medicina

Malformação arteriovenosa

ter, 06/12/2018 - 14:45
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Malformação arteriovenosa (MAV) é uma conexão anormal entre o sistema arterial e venoso, sem passar pelo usual sistema capilar. Esta anomalia vascular é amplamente conhecida por causa de sua ocorrência no sistema nervoso central (cerebral), mas podem aparecer em qualquer local do corpo, e, quando fora do sistema nervoso, é o cirurgião vascular o responsável pelos cuidados. Embora muitos MAVs possam ser pequenos e assintomáticos, alguns podem causar intensa dor ou sangramento e levar a outros problemas médicos sérios.

MAVs são geralmente congênitos e os padrões de transmissão são desconhecidos. Não é geralmente uma doença hereditária, a não ser em algumas síndromes específicas.

A malformação arteriovenosa, na maioria das vezes, surge no desenvolvimento anormal do sistema vascular na vida embrionária, ou seja, ainda dentro da barriga da mãe.

As verdadeiras causas do desvio do desenvolvimento vascular normal no embrião, ou mesmo a transformação vascular que ocorre após o nascimento, permanecem até hoje desconhecidas.

 

Diagnóstico

O diagnóstico é clínico a maior parte das vezes. Muitas vezes estas malformações arteriovenosas são encontradas incidentalmente em exames de imagem de rotina ou para investigação de outras doenças.

Para adequado estudo e indicação do tratamento, é preciso realizar exames de imagem, como ultrassonografia Doppler, tomografia, ressonância magnética ou angiografia. 

Nenhum paciente é igual a outro, portanto a avaliação diagnóstica é essencial para o planejamento terapêutico.

 

Anatomia: 

Sistema arterial, venoso e linfático

Causa: 

Alteração do desenvolvimento embrionário.

Diagnóstico Diferencial: 

Tipos e classificação de malformações arteriovenosas

  • Capilar
    • Mancha em vinho do Porto localizada ou extensa 
    • Mancha em vinho do Porto sindrômica
    • Síndrome de Sturge-Weber
    • Facomatose pigmentar vascular
    • Síndrome de Beckwith-Wiedemann 
    • Síndrome de Robert
    • Mancha salmão
    • Mancha vascular telangiectásica medial sacral 
    • Telangiectasias
    • Síndrome de Rendu-Osler-Weber
    • Síndrome de Louis-Bar
    • Cútis marmórea telangiectásica congênita
    • Síndrome de Adams-Oliver
  • Linfática
  • Venosa
  • Arterial
    • Malformação arterial(aneurisma, ectasia, coarctação)
  • Complexa-combinada
    • Fístula arterio-venosa (FAV), malformação arterio-venosa (MAV), venosa-capilar (MVC), venosa-linfática (MVL), capilar-venosalinfática (MCVL), venosa-arterial-capilar (MVAC), arterial-linfática-capilar (MALC), arterial-linfática-venosa (MALV), capilar-venosa-linfática-arterial (MCVLA)
    • Regional / Regional
      • Fístula arteriovenosa (FAV)
      • Síndrome de Wyburn-Mason (MAV)
      • Síndrome de Brégeat (MAV)
      • Síndrome de Cobb (MAV)
      • Síndrome de Servelle-Martorell (MVC)
      • Síndrome de Klippel-Trenaunay (MCVL)
      • Síndrome de Parkes-Weber (MCVLA)
  • Difusa
    • Síndrome de Proteus (MVC)
    • Síndrome de Maffucci (MVL) 
    • Síndrome de Riley-Smith (MVL)
    • Síndrome de Solomon (MVAC) 
    • Síndrome de Bannayan (MVLAC) 

 

Epidemiologia: 

A epidemiologia é variável, dependendo do tipo de lesão. 

Evolução Natural: 

A evolução natural é muito variável, dependendo muito do grau de acometimento, local e tipo de lesão. 

Prevenção Primária: 

Por ser congênito e hereditário na maioria das vezes, não é possível a prevenção primária.

Sinais ou Sintomas: 

Os sintomas da MAV variam muito de acordo com a localização anatômica  da malformação. Cerca de quase 90% das pessoas com uma MAV são assintomáticos por muitos anos. Muitas vezes a malformação só é descoberta como parte de uma autópsia ou sem intenção durante o exame de outra doença ou check-up (achado incidental). Quando há sintomas, os mais comuns de uma MAV cerebral são dores de cabeça e crises de epilepsia. 

 

A malformação arteriovenosa é definida como um conjunto de lesões primárias da artéria, pois iniciam na fase embrionária do indivíduo.  Os indícios de malformação arteriovenosa não tendem a se manifestar nos primeiros anos de vida, no entanto, evoluem ao longo do tempo e dificilmente regridem espontaneamente. Fora do cérebro, estas lesões aumentam de forma proporcional ao crescimento do corpo e seu crescimento é desencadeado por estímulos fisiológicos, endócrinos, trauma, infecções e desnutrição dos tecidos, podendo predispor ao desenvolvimento de feridas e sangramentos.De acordo com a região em que se apresentam, as malformações podem causar comprometimento estético importante ou sintomas como dor, inchaço local ou de membro, prisão de ventre, sangramentos, entre outros sintomas. A malformação arteriovenosa nada mais é que uma má formação dos vasos que dificulta o fluxo sanguíneo, pulando o sistema capilar, e resulta no estresse de bombeamento de sangue ao coração, podendo levar à insuficiência cardíaca.

 

Prognóstico: 

O prognóstico é variável, dependendo muito do grau de acometimento, local e tipo de lesão. 

Tratamentos Possíveis: 

O tratamento para o MAV cerebral pode ser apenas sintomático e os pacientes podem ser observados periodicamente por um neurologista para qualquer convulsões, dores de cabeça, ou défices neurológicos focais. O tratamento específico pode envolver embolização endovascular, neurocirurgia aberta ou radiocirurgia. A embolização significa encher a MAV com partículas, acrilatos ou polímeros introduzido por um cateter radiograficamente guiado. As malformações arteriovenosas podem ser simples ou complexas, com estratégia de tratamento diferente para cada tipo. O importante é entender bem a situação, conhecer o objetivo do procedimento, ter um bom planejamento e facilidade com a técnica que será utilizada.As malformações arteriovenosas de fluxo baixo, que consistem em componente venoso mais preponderante, apresentam melhores resultados quando tratadas por meio de técnicas de esclerose percutânea (punção e injeção de substâncias através da pele diretamente na lesão); e a malformação arteriovenosa de alto fluxo, com preponderância arterial, por embolização endovascular. A técnica de embolização é minimamente invasiva, ou seja, é realizada através de uma pequena punção sob anestesia local e sem cortes. Guiado por um equipamento de fluoroscopia digital, o cirurgião endovascular leva estes cateteres até a artéria que está nutrindo a malformação e nela injeta substâncias ou materiais (molas, esferas, partículas) que causam a oclusão da entrada dessa malformação. Assim, o fluxo que alimenta a malformação é interrompido, fazendo com que esta regrida e se degenere, diminuindo seu tamanho e levando ao alívio dos sintomas ao paciente.

Sempre procure seu médico para indicar o melhor tratamento. Não faça auto medicação.

Complicações Possíveis: 

Trombose, sangramento, lesões, feridas, úlceras, edema, dor e outros.

Código: Q27.3 Select ratingGive Malformação arteriovenosa 1/5Give Malformação arteriovenosa 2/5Give Malformação arteriovenosa 3/5Give Malformação arteriovenosa 4/5Give Malformação arteriovenosa 5/5 Average: 5 (1 vote) vascularmal formaçãomavarterialvenosolinfático
Categorias: Medicina

Entupimento de veia

ter, 06/12/2018 - 13:51

Para entendermos o entupimento das veias, necessitamos lembrar como funciona o sistema vascular, que contém o sistema arterial, venoso e linfático. Todos eles podem entupir em algum momento e as consequências e tratamentos são bem diferentes.
Quando falamos entupimento de veia, e entendemos literalmente, estamos falando do sistema venoso, que consiste em um sistema vascular responsável por trazer o sangue de volta ao coração. É um sistema de baixa pressão que não sofre as consequencias da aterosclerose, mas que, por causa do seu fluxo mais lento, pode "trombosar", ou seja, ocluir, entupir a veia. Quando o sistema venoso profundo é ocluído, ocorre a trombose venosa profunda e quando o sistema venoso superficial entope, ocorre a tromboflebite superficial. A trombose venosa profunda é mais grave, pois pode acarretar a embolia pulmonar, que pode ser fatal. Tanto a trombose venosa profunda, quanto a tromboflebite superficial causam dor e inchaço, mais frequentemente nas pernas, mas a gravidade dos sintomas depende muito de acordo com o tipo e localização da veia acometida. O tratamento mais frequentemente realizado para o entupimento venoso (trombose venosa) é, portanto, a anticoagulação, com o intuito primário de evitar sua pior complicação que é a emboliza pulmonar. Em alguns casos específicos pode ser indicado a fibrinólise, com o objetivo de desentupir a veia e evitar uma complicação a longo prazo, que se chama síndrome pós trombótica. As varizes podem ocorrer pela síndrome pós trombótica, mas não são caracterizadas pelo entupimento das veias, e, sim a insuficiência venosa.
Agora, quando falamos entupimento de veias genericamente, podemos estar querendo dizer "entupimento arterial", ou seja, do sistema vascular responsável por levar o sangue do coração aos órgãos e membros, e, nesse caso, estamos falando de outras entidades que podem causar dificuldade na progressão desse sangue de alta pressão, sendo, mais frequente (>90% dos casos) a aterosclerose. A aterosclerose ocorre lenta e paulativamente, aumentando a espessura da parede das artérias e levando a um estrangulamento, ou fechamento dessas artérias, de moso que o sangue arterial, cheio de oxigênio, não chega aonde deveria, e os órgãos ou membros passam a sofrer com a falta de oxigênio. As áreas mais acometidas com a aterosclerose são: o coração e suas coronárias (podendo levar ao infarto), carótidas (podendo levar ao AVC) e membros inferiores (podendo levar à claudicação). O tratamento varia muito dependendo do local acometido, mas sempre inclui o controle dos fatores de risco, como parar de fumar, controle da pressão arterial, controle da diabetes e outras comorbidade, dieta adequada, exercício fisico sob observação médica e, em alguns casos as cirurgias podem ser necessárias.
Outra possibilidade seria o entupimento de um vaso linfático, que é menos comum, mas pode acontecer. A obstrução linfática mais frequentemente está associada à lesões e traumas, podendo ocorrer, por exemplo após cirurgias (cirurgia de câncer de mama é bem frequente quando se faz o esvaziamento linfático), ou mesmo após infecções (celulite ou erisipela). O tratamento consiste na compressão elástica ou inelástica.
Então, quando falamos entupimento, pode ser de qualquer estrutura tubular que leve ou traga alguma substância dentro do nosso corpo, se quisermos ser precisos e for referente ao sistema vascular, é necessário falar se é arterial, linfático ou venoso. As doenças são bem diferentes entre si, e com tratamentos mais diferentes ainda. É óbvio que as doenças podem aparecer concomitantemente, e pode ocorrer por exemplo as úlceras mistas, onde há o acomentimento venoso, arterial e até mesmo linfático.
 
 

Tags: trombosearterialvenosatvp Select ratingGive Entupimento de veia 1/5Give Entupimento de veia 2/5Give Entupimento de veia 3/5Give Entupimento de veia 4/5Give Entupimento de veia 5/5 Average: 5 (2 votes)
Categorias: Medicina

Entupimento de veia

ter, 06/12/2018 - 13:51

Para entendermos o entupimento das veias, necessitamos lembrar como funciona o sistema vascular, que contém o sistema arterial, venoso e linfático. Todos eles podem entupir em algum momento e as consequências e tratamentos são bem diferentes.
Quando falamos entupimento de veia, e entendemos literalmente, estamos falando do sistema venoso, que consiste em um sistema vascular responsável por trazer o sangue de volta ao coração. É um sistema de baixa pressão que não sofre as consequencias da aterosclerose, mas que, por causa do seu fluxo mais lento, pode "trombosar", ou seja, ocluir, entupir a veia. Quando o sistema venoso profundo é ocluído, ocorre a trombose venosa profunda e quando o sistema venoso superficial entope, ocorre a tromboflebite superficial. A trombose venosa profunda é mais grave, pois pode acarretar a embolia pulmonar, que pode ser fatal. Tanto a trombose venosa profunda, quanto a tromboflebite superficial causam dor e inchaço, mais frequentemente nas pernas, mas a gravidade dos sintomas depende muito de acordo com o tipo e localização da veia acometida. O tratamento mais frequentemente realizado para o entupimento venoso (trombose venosa) é, portanto, a anticoagulação, com o intuito primário de evitar sua pior complicação que é a emboliza pulmonar. Em alguns casos específicos pode ser indicado a fibrinólise, com o objetivo de desentupir a veia e evitar uma complicação a longo prazo, que se chama síndrome pós trombótica. As varizes podem ocorrer pela síndrome pós trombótica, mas não são caracterizadas pelo entupimento das veias, e, sim a insuficiência venosa.
Agora, quando falamos entupimento de veias genericamente, podemos estar querendo dizer "entupimento arterial", ou seja, do sistema vascular responsável por levar o sangue do coração aos órgãos e membros, e, nesse caso, estamos falando de outras entidades que podem causar dificuldade na progressão desse sangue de alta pressão, sendo, mais frequente (>90% dos casos) a aterosclerose. A aterosclerose ocorre lenta e paulativamente, aumentando a espessura da parede das artérias e levando a um estrangulamento, ou fechamento dessas artérias, de moso que o sangue arterial, cheio de oxigênio, não chega aonde deveria, e os órgãos ou membros passam a sofrer com a falta de oxigênio. As áreas mais acometidas com a aterosclerose são: o coração e suas coronárias (podendo levar ao infarto), carótidas (podendo levar ao AVC) e membros inferiores (podendo levar à claudicação). O tratamento varia muito dependendo do local acometido, mas sempre inclui o controle dos fatores de risco, como parar de fumar, controle da pressão arterial, controle da diabetes e outras comorbidade, dieta adequada, exercício fisico sob observação médica e, em alguns casos as cirurgias podem ser necessárias.
Outra possibilidade seria o entupimento de um vaso linfático, que é menos comum, mas pode acontecer. A obstrução linfática mais frequentemente está associada à lesões e traumas, podendo ocorrer, por exemplo após cirurgias (cirurgia de câncer de mama é bem frequente quando se faz o esvaziamento linfático), ou mesmo após infecções (celulite ou erisipela). O tratamento consiste na compressão elástica ou inelástica.
Então, quando falamos entupimento, pode ser de qualquer estrutura tubular que leve ou traga alguma substância dentro do nosso corpo, se quisermos ser precisos e for referente ao sistema vascular, é necessário falar se é arterial, linfático ou venoso. As doenças são bem diferentes entre si, e com tratamentos mais diferentes ainda. É óbvio que as doenças podem aparecer concomitantemente, e pode ocorrer por exemplo as úlceras mistas, onde há o acomentimento venoso, arterial e até mesmo linfático.
 
 

Tags: trombosearterialvenosatvp Select ratingGive Entupimento de veia 1/5Give Entupimento de veia 2/5Give Entupimento de veia 3/5Give Entupimento de veia 4/5Give Entupimento de veia 5/5 Average: 5 (1 vote)
Categorias: Medicina

Permcath (Cateter Permcath)

sex, 06/08/2018 - 20:31
Cateter para hemodialise

O cateter de Permcath é um pouco diferente do Portocath que já mostramos. A função principal dele é permitir a hemodiálise, procedimento de filtragem do sangue, para aqueles que estão com os rins falhando. Muitas vezes é um procedimento temporário, outras vezes é um procedimento de transição para a fístula, e outras vezes, é definitivo. 

O Permcath é um cateter de longa permanência implantado em uma veia de grosso calibre central, geralmente através da veia jugular no pescoço. Pode também ser introduzido em outras veias como a subclávia, que fica no tórax embaixo da clavícula, ou na femoral, que fica na virilha, além de outros locais menos comuns. Este cateter é colocado através de um túnel feito em microcirurgia com saída em um local diferente do que foi implantado, oferecendo mais conforto ao paciente e, mais importante, menor índice de infecções.

 

Pacientes portadores de insuficiência renal crônica, que necessitam realizar hemodiálise – processo de filtração do sangue que substitui as funções dos rins –, precisam de um acesso venoso para o procedimento. Os acessos mais utilizados são os cateteres, no caso o Permcath, e as fístulas arteriovenosas.

 

A equipe Amato é especializada na implantação de todos os acessos disponíveis para realização de diálise em pacientes portadores de insuficiência renal crônica em regime de hospital dia, fora do ambiente hospitalar: cateter de Shilley, Permcath, Portocath e cateteres para realização de diálise peritoneal, como o Tenckhoff. Da mesma forma, a equipe tem ampla experiência na realização de fístulas arteriovenosas para hemodiálise.

 

O implante do cateter de permcath é feito no centro cirúrgico do hospital dia Instituto Amato com a aplicação de anestesia local e sedação para maior conforto. Utilizando aparelho de fluoroscopia digital de última geração, como um raio X móvel auxiliado e guiado pelo Ultrassom (método mais seguro atualmente), o procedimento é realizado de forma rápida e segura. O paciente recebe alta no mesmo dia e pode realizar hemodiálise pelo cateter assim que este é implantado. Em alguns casos, o permcath também pode ser utilizado para transplante de medula óssea.

O Dr Alexandre Amato e equipe já publicaram capítulos sobre o implante de permcath: Cateter de Trajeto Subcutâneo. In: Procedimentos Médicos Técnica e Tática. 2 edição(link is external).
 

insuficiência renalcateter Select ratingGive Permcath (Cateter Permcath) 1/5Give Permcath (Cateter Permcath) 2/5Give Permcath (Cateter Permcath) 3/5Give Permcath (Cateter Permcath) 4/5Give Permcath (Cateter Permcath) 5/5 Average: 5 (1 vote)
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Permcath

sex, 06/08/2018 - 20:31
Cateter para hemodialise

O cateter de Permcath é um pouco diferente do Portocath que já mostramos. A função principal dele é permitir a hemodiálise, procedimento de filtragem do sangue, para aqueles que estão com os rins falhando. Muitas vezes é um procedimento temporário, outras vezes é um procedimento de transição para a fístula, e outras vezes, é definitivo. 

O Permcath é um cateter de longa permanência implantado em uma veia de grosso calibre central, geralmente através da veia jugular no pescoço. Pode também ser introduzido em outras veias como a subclávia, que fica no tórax embaixo da clavícula, ou na femoral, que fica na virilha, além de outros locais menos comuns. Este cateter é colocado através de um túnel feito em microcirurgia com saída em um local diferente do que foi implantado, oferecendo mais conforto ao paciente e, mais importante, menor índice de infecções.

 

Pacientes portadores de insuficiência renal crônica, que necessitam realizar hemodiálise – processo de filtração do sangue que substitui as funções dos rins –, precisam de um acesso venoso para o procedimento. Os acessos mais utilizados são os cateteres, no caso o Permcath, e as fístulas arteriovenosas.

 

A equipe Amato é especializada na implantação de todos os acessos disponíveis para realização de diálise em pacientes portadores de insuficiência renal crônica em regime de hospital dia, fora do ambiente hospitalar: cateter de Shilley, Permcath, Portocath e cateteres para realização de diálise peritoneal, como o Tenckhoff. Da mesma forma, a equipe tem ampla experiência na realização de fístulas arteriovenosas para hemodiálise.

 

O implante do cateter de permcath é feito no centro cirúrgico do hospital dia Instituto Amato com a aplicação de anestesia local e sedação para maior conforto. Utilizando aparelho de fluoroscopia digital de última geração, como um raio X móvel auxiliado e guiado pelo Ultrassom (método mais seguro atualmente), o procedimento é realizado de forma rápida e segura. O paciente recebe alta no mesmo dia e pode realizar hemodiálise pelo cateter assim que este é implantado. Em alguns casos, o permcath também pode ser utilizado para transplante de medula óssea.

O Dr Alexandre Amato e equipe já publicaram capítulos sobre o implante de permcath: Cateter de Trajeto Subcutâneo. In: Procedimentos Médicos Técnica e Tática. 2 edição(link is external).
 

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Portocath (Port-a-cath®)

seg, 06/04/2018 - 18:19
Cateter para quimioterapia

tratamento oncológico é um momento muito difícil para os pacientes e familiares. Por isso, todos procedimentos que tornem esse período mais confortável são bem-vindos. As picadas de agulhas para infusão de medicações e coletas de exames são desconfortáveis para qualquer pessoa, e para quem já está fragilizado é ainda mais doloroso. O cateter de portocath é um desses procedimentos, que evita múltiplas punções.
O cateter possui um pequeno reservatório, que serve para infundir medicamentos facilmente, diminuindo dor e riscos de perda de veias.
O cateter permite a infusão de medicamentos de quimioterapia e também facilita a introdução de fluídos, dieta parenteral e hemoderivados, além de auxiliar na coleta de exames, evitando o sofrimento com tantas picadas em um momento tão crítico.
Apesar de parecer estranho ter um cateter implantado no corpo, o portocath pode tornar o tratamento mais confortável e eficiente, e, após um discreto “estranhamento”, acaba-se acostumando com ele.
O cateter não é grande (existem vários tamanhos), mas pode ficar saliente na pele dependendo de onde ‘implantado. Por isso, áreas estratégicas são escolhidas para que não incomode. O procedimento costuma ser simples e rápido, quando guiado por tecnologias modernas e feitos por mãos habilidosas do cirurgião vascular habilitado pela técnica de Acesso Venoso Central. Além disso, algumas quimioterapias podem causar lesões na pele e irritar as veias dos braços por serem veias mais finas. Com o cateter, é possível saber exatamente onde deve ser realizada a punção, causando menos dor e não precisando contar com a sorte para achar a veia. Como ele é implantado em uma veia de calibre maior, as chances de complicações durante o tratamento são menores. A agulha pode permanecer no portocath por diversos dias, sem prejuizo para o cateter.
Quando não utilizado com frequência, o cateter precisa de manutenção periódica: ser lavado com soro, procedimento simples e indolor, pelo menos uma vez por mês, para não correr o risco de ocluir.
O cateter permanece no paciente durante todo o tratamento quimioterápico e algum tempo após esse período, assim ele já está pronto caso ocorra alguma reincidência do câncer. Quando o cateter não é mais necessário, ele pode ser facilmente retirado, num procedimento extremamente gratificante para o paciente e para o médico, pois significa a vitória.
 
O Dr Alexandre Amato e equipe já publicaram capítulos sobre o implante de portocath: Cateter de Trajeto Subcutâneo. In: Procedimentos Médicos Técnica e Tática. 2 edição.
Veja sobre o Permcath, cateter para hemodiálise.
 

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Portocath

seg, 06/04/2018 - 18:19
Cateter para quimioterapia

tratamento oncológico é um momento muito difícil para os pacientes e familiares. Por isso, todos procedimentos que tornem esse período mais confortável são bem-vindos. As picadas de agulhas para infusão de medicações e coletas de exames são desconfortáveis para qualquer pessoa, e para quem já está fragilizado é ainda mais doloroso. O cateter de portocath é um desses procedimentos, que evita múltiplas punções.
O cateter possui um pequeno reservatório, que serve para infundir medicamentos facilmente, diminuindo dor e riscos de perda de veias.
O cateter permite a infusão de medicamentos de quimioterapia e também facilita a introdução de fluídos, dieta parenteral e hemoderivados, além de auxiliar na coleta de exames, evitando o sofrimento com tantas picadas em um momento tão crítico.
Apesar de parecer estranho ter um cateter implantado no corpo, o portocath pode tornar o tratamento mais confortável e eficiente, e, após um discreto “estranhamento”, acaba-se acostumando com ele.
O cateter não é grande (existem vários tamanhos), mas pode ficar saliente na pele dependendo de onde ‘implantado. Por isso, áreas estratégicas são escolhidas para que não incomode. O procedimento costuma ser simples e rápido, quando guiado por tecnologias modernas e feitos por mãos habilidosas do cirurgião vascular habilitado pela técnica de Acesso Venoso Central. Além disso, algumas quimioterapias podem causar lesões na pele e irritar as veias dos braços por serem veias mais finas. Com o cateter, é possível saber exatamente onde deve ser realizada a punção, causando menos dor e não precisando contar com a sorte para achar a veia. Como ele é implantado em uma veia de calibre maior, as chances de complicações durante o tratamento são menores. A agulha pode permanecer no portocath por diversos dias, sem prejuizo para o cateter.
Quando não utilizado com frequência, o cateter precisa de manutenção periódica: ser lavado com soro, procedimento simples e indolor, pelo menos uma vez por mês, para não correr o risco de ocluir.
O cateter permanece no paciente durante todo o tratamento quimioterápico e algum tempo após esse período, assim ele já está pronto caso ocorra alguma reincidência do câncer. Quando o cateter não é mais necessário, ele pode ser facilmente retirado, num procedimento extremamente gratificante para o paciente e para o médico, pois significa a vitória.
 
O Dr Alexandre Amato e equipe já publicaram capítulos sobre o implante de portocath: Cateter de Trajeto Subcutâneo. In: Procedimentos Médicos Técnica e Tática. 2 edição.
 

cateterquimioterapiaoncologiaportportocath Select ratingGive Portocath 1/5Give Portocath 2/5Give Portocath 3/5Give Portocath 4/5Give Portocath 5/5 Average: 5 (1 vote)
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Qual a melhor técnica para tratamento dos vasinhos? Glicose, crioglicose, polidocanol, espuma ou laser?

qua, 05/02/2018 - 19:07

Um dos tratamentos das veias varicosas é a escleroterapia, que significa literalmente terapia do endurecimento da veia. Aqui no Brasil é conhecida como aplicação de vasinhos, e secagem de vasinhos, mas é uma técnica que pode também ser aplicada em veias maiores. Na veia doente é injetada uma substancia chamada esclerosante, que irrita a parede da veia, fazendo-a endurecer e eventualmente desaparecer, muitas vezes com o objetivo estético. A escleroterapia foi descrita inicialmente lá pelos idos de 1800 e desde lá houve muita evolução e melhoras para transformá-la no tratamento seguro e útil de hoje em dia. Enquanto os primeiros esclerosantes causavam muitos efeitos colaterais graves e os esclerosantes de 20 a 30 anos atrás eram desconfortáveis para a paciente, as medicações atuais são mais seguras e raramente causam efeitos colaterais. São bem confortáveis e geralmente produzem um excelente resultado estético.

Bom, muitos termos e muitas dúvidas, certo? Vou tentar simplificar: não existe uma melhor técnica. Cada técnica tem suas vantagens e desvantagens, de modo que pensando no problema, a melhor solução é a união delas, o uso da melhor técnica para cada vaso e dependendo de cada caso.

Somente o médico especialista pode indicar o melhor tratamento. E o melhor especialista é aquele que tem conhecimento, treinamento, experiência e tecnologia à sua disposição. Portanto uma única técnica pode não ser adequada, muitas vezes a associação de técnicas é mais eficaz. Veja sobre o Clacs: Criolaser com crioglicose.

Quanto às técnicas citadas, espuma, glicose, crioglicose e polidocanol, todas são técnicas de escleroterapia, ou seja ablação quimica ou física do vasinho (teleangiectasia ou reticular). A crioglicose ou crioescleroterapia consiste na aplicação de glicose congelada, que fica com uma consistencia gelatinosa, sendo mais efetiva e menos dolorosa que a glicose comum. O polidocanol é uma substância liquida, que quando aplicada a técnica de Tessari transforma-se em espuma. É uma substância esclerosante que foi, há décadas estudada como anestésico local, ou seja, apresenta menor dor à aplicação. Tanto liquida quanto em espuma tem ação esclerosante mas com aplicações diferentes. Por ser uma substância adversa ao organismo, pode apresentar reação alérgica. O uso de espuma com ar ambiente também oferece mais riscos do que o uso de um gás inerte, como o CO2.

Todas as técnicas podem, de alguma forma, manchar a pele, por isso, devem ser aplicadas com cuidado e por especialista. Cada tecnica tem um risco inerente de manchas, a espuma, por exemplo possui relatos de manchas em até 60% dos casos. Por isso, para quem tem desejo estético, existem outras técnicas com menos riscos.

O laser é um método não quimico de ocluir o vasinho (teleangiectasia): o calor gerado coagula o sangue e destrói o vaso, o paciente relata uma pequena sensação de calor no local que é minimizada por técnicas de anestesia térmica.

Alguns dos esclerosantes mais comuns incluem:

  • polidocanol, originalmente foi desenvolvido como anestésico e é provavelmente o esclerosante mais utilizado no mundo, ele é confortável para o paciente, tem uma incidência baixa de reação alérgica e geralmente produz bons resultados estéticos, ele também pode ser diluído para produzir concentrações adaptáveis a qualquer diâmetro de veia, mas sendo um detergente ele também pode ser usado para criar uma espuma que é muito efetiva para ao tratamento de veias grandes varicosas
  • glicerina é considerada off label, ela é bem espessa e normalmente é diluída com anestésico para ficar mais fina e fácil de injetar, a glicerina é confortável e efetiva para o tratamento de telangectasias com bons resultados.
  • glicose hipertônica é muito utilizada no Brasil e funciona pela sua alta osmolaridade, causando o fechamento das veias após lesão do endotélio venoso. É a substância esclerosante mais segura, mas com um poder esclerosante baixo. Por isso sua associação com outras técnicas, como o laser transdérmico (CLaCs) e radiofrequência é bem interessante, aumentando efetividade sem aumentar riscos.
  • espuma pode ser feita a partir de diversos esclerosantes, como  polidocanol e o sódio tetradecil sulfato. Muitos médicos começaram a produzir a espuma para aumentar a potência ou diminuir a quantidade de medicação necessária, quando o liquido esclerosante é injetado, ele automaticamente se mistura com o sangue na veia, ficando diluído. Isso resulta em uma concentração menor do que ele tem a oferecer. Então, mais medicação é necessária para conseguir a irritação necessária da parede da veia. Quando o esclerosante é injetado na forma de espuma ele não se dilui tão fácil e tão rápido, e é capaz de irritar a parede da veia mais efetivamente e com uma menor quantidade de esclerosante atinge o mesmo efeito. Sendo assim as veias fecham mais rápido e mais facilmente. 
  • o laser pode ser aplicado tando por dentro da veia (endolaser na cirurgia de varizes) como por fora da veia (transdérmico), para o tratamento de vasinhos.
    Veja mais sobre escleroterapia. varizes
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Veias Varicosas e Varizes

qua, 04/25/2018 - 16:56

Veias varicosas afetam a vida de milhões de pessoas. E por causa dessa frequência e divulgação, a maioria das pessoas reconhece facilmente as veias varicosas como veias dilatadas e tortuosas, visíveis a olho nu e que saltam por sobre a pele. O diagnóstico muitas vezes é feito pelo próprio paciente.
Mas você sabia que você pode ter veias varicosas não tão aparentes e nem ficar sabendo?
Muitas dessas veias estão abaixo da superfície da pele e não são visíveis. As teleangectasias visíveis e as veias varicosas às vezes são apenas a ponta do iceberg. Embora a maioria dos pacientes procure ajuda médica porque esta descontente com a parte estética das teleangectasias e das veias varicosas, isso pode esconder, de fato, um problema venoso muito maior.
As teleangectasias e veias varicosas podem ser um sinal externo, ou um aviso, de que há um problema interno que é conhecido como insuficiência venosa. Pacientes que têm dor crônica, desconforto, sensação de peso ou câimbras, são pacientes que têm mais chance de possuir insuficiência venosa.
As veias varicosas normalmente aparecem em adultos e podem ser causadas por uma variedade de fatores genéticos, ambientais e ocupacionais. O histórico familiar de veias varicosas, múltiplas gravidezes, exposição ao hormônio estrogênio com medicamentos, um estilo de vida sedentário, trauma de tecidos moles e algumas profissões que requerem muito tempo sentado ou de pé. Histórico de trombose e idade avançada, podem todos contribuir para o desenvolvimento da doença venosa, como veias varicosas e insuficiência venosa.
As pessoas frequentemente pensam “O que causa a veia varicosa?”
Enquanto veias normais do nosso corpo trazem o sangue de volta para cima, trazem o sangue das pernas de volta para o coração, as veias varicosas permitem o fluxo sanguíneo nas duas direções, tanto para cima, para o coração, quanto para baixo, para os pés. Isso porque as veias perderam sua habilidade de vencer a gravidade, que está constantemente fazendo força para trazer o sangue para baixo.
Se a gravidade vencesse e todo o nosso sangue parasse em nossos pés, nós iríamos desmaiar. Para evitar que isso aconteça, nós temos válvulas na maior parte de nossas veias, que somente permitem o fluxo em um sentido.
Mas enquanto as veias começam o processo de se tornar varicosas, as paredes vão ficando mais fracas e dilatando. Enquanto elas dilatam, as paredes das veias ficam mais distantes, afastando as válvulas e permitindo que a gravidade vença, empurrando um pouquinho de sangue em direção aos nossos pés, que seria o refluxo.

O que são varizes?
Veias dilatadas e tortuosas, visíveis a olho nú. Essa é a definição mais imples e prática que existe.

O que causa esse enfraquecimento das paredes venosas?
Pesquisas recentes mostram que esse é um processo complicado que envolve a inflamação do corpo, que resulta no dano da parede da veia. Até o momento, não se sabe definitivamente o que desencadeia essa inflamação ou o que pode preveni-la, mas temos alguns indícios.
Os flebologistas têm a esperança de que um dia haverá uma maneira de impedir essa inflamação ou impedir o dano na parede venosa e prevenir a formação das veias varicosas completamente, mas até o momento ainda não há.
Além dos problemas estéticos que as veias dilatadas criam, elas também apresentam uma variedade de outros problemas para as pessoas que as possuem. Sempre que algo em nosso corpo começa a se esticar, ele começa a doer. Essa é a razão pela qual as pessoas que têm veias varicosas frequentemente experimentam sintomas desagradáveis nas pernas, incluindo dor, latejamento, queimação, peso ou fadiga nas pernas, além de uma coceira intensa sobre as veias dilatadas.
Algumas pessoas acordam com dor nas pernas, tipo câimbra, em decorrência das veias varicosas. Esses sintomas normalmente aparecem quando a pessoa tem que ficar muito tempo de pé ou sentada. Por esta razão as pessoas com profissões que não permitem uma movimentação frequente, notam que suas pernas podem ficar desconfortáveis durante, ou no final, do dia de trabalho e é por isso que deitar e elevar as pernas pode fazer se sentir melhor.
Algumas vezes em alguma área da perna que tenha veia varicosa e que sofre um pequeno trauma, como uma batida, ou após um longo período parado no carro ou no avião ou um período prolongado de descanso, um trombo pode se formar dentro de uma veia varicosa. Isto é chamado de trombose, e, se ocorre em uma veia da superfície, tromboflebite superficial
A veia se torna dura, vermelha e dolorosa. Nesses casos o cirurgião vascular ou flebologista pode indicar o uso de meia elástica de compressão, associado ao uso de medicamentos anti-inflamatórios, anti-coagulantes e movimentação frequente. Raramente pode ser necessário cirurgia.
Outras vezes, a formação de um trombo em uma veia do sistema venoso profundo também pode estar presente. Essa é uma situação muito mais séria e que tem um potencial risco de morte, pois a trombose venosa profunda pode desencadear a fatal embolia pulmonar.
Sempre que ocorrer a situação de suas veias ficarem vermelhas, quentes doloridas ou inchaço nas pernas, você deve procurar atendimento médico.
Em algumas pessoas as veias varicosas podem levar ao dano à pele na área do tornozelo. Devido ao refluxo e ao aumento de pressão nas veias da perna, a pressão no tornozelo, venosa, fica maior ainda. Após muito tempo dessa situação isso desencadeia uma reação em cadeia de eventos que podem resultar em uma mancha na pele, chamada dermatite ocre ou mesmo uma úlcera na parte interna ou externa do tornozelo. Essa inflamação duradoura pode também com o tempo endurecer a pele, causando a chamada dermatofibrose.
Tratando as veias varicosas e prevenindo o fluxo do sangue para baixo, esse processo pode ser interrompido e a úlcera pode ser prevenida, razão pela qual o tratamento cirúrgico da insuficiência venosa previne as complicações futuras. Muitas vezes o aparecimento da macha dermatite ocre é o primeiro sintoma, e o dermatologista vai encaminhar para o cirurgião vascular, pois, para ter êxito no tratamento da mancha é necessário primeiro o tratamento da sua causa, a insuficiência venosa.
 
Autor: Prof. Dr. Alexandre Amato
* Imagens do banco de imagens: © roblan | Dreamstime.com - Varicose veins

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Há tratamentos para varizes?

qui, 04/12/2018 - 13:41
Varizes

   Varizes são veias superficiais dilatadas e tortuosas que resultam de múltiplas causas: podem ser decorrentes de defeitos da estrutura em função das valvas das veias safena, de uma fragilidade da parede venosa, da pressão dentro dos vasos aumentados ou até de comunicações entre artérias e veias. São mais frequentes em mulheres e a grande maioria das vezes o tratamento não é cirúrgico.

 

    Elas podem ser percebidas visualmente, incomodando pela aparência pouco estética em coxas e pernas, bem como dor incômoda ou sensação de pressão ou peso nos membros inferiores após muito tempo em pé, sendo aliviada pela elevação das pernas que parecem pesadas, e, em alguns casos, com inchaço discreto nos tornozelos. Em pessoas com varizes avançadas, pode haver aparecimento de úlceras na pele que demoram a cicatrizar, bem como ocorrer trombose superficial e, mais raramente, ruptura dos vasos com sangramento.       A prevenção se dá pela prática de atividades físicas regulares, uma alimentação saudável, redução de peso e alternância da posição em pé. Para quem já apresenta sintomas discretos, o uso de meias elásticas (prescritas pelo seu médico) pode prevenir aumento das varizes. A lógica dessa meia elástica, um dos principais tratamentos conservadores, é oferecer uma resistência contrária ao conteúdo dos vasos, garantindo que o sangue corra preferencialmente dentro dos vasos mais profundos, evitando o fluxo maior e consequente dilatação das veias mais superficiais que dão origem às varizes.       Os tratamentos cirúrgicos e também o uso de laser são indicados para as pessoas que apresentam insuficiência venosa, úlceras de pele, dor significativa que não melhora com as outras medidas. A estética, que é relevante individualmente, também pode ser uma indicação para o tratamento.       Os processos de ablação, como a escleroterapia, radiofrequência endovenosa ou ablação a laser, consistem em obstruir o vaso, através de diferentes métodos físicos ou químicos. A introdução de materiais como polidacanol/espuma, glicose, entre outros, são indicados para diferentes tipos e tamanhos de veias. Podem ser indicados para casos de insuficiencia venosa, refluxo venoso, úlceras recorrentes, além de motivos estéticos. No tratamento cirúrgico, é realizada a retirada definitiva dos vasinhos indesejados. A escolha da técnica mais adequada para cada caso e a execução do procedimento deve ser feita somente após a avaliação criteriosa de um médico especialista (Cirurgião Vascular).     *Imagens pela Dreamstime Stock Photos varizesinsuficiência venosa Select ratingGive Há tratamentos para varizes? 1/5Give Há tratamentos para varizes? 2/5Give Há tratamentos para varizes? 3/5Give Há tratamentos para varizes? 4/5Give Há tratamentos para varizes? 5/5 Average: 5 (1 vote)
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Há tratamentos para varizes?

qui, 04/12/2018 - 13:41
Varizes

   Varizes são veias superficiais dilatadas e tortuosas que resultam de múltiplas causas: podem ser decorrentes de defeitos da estrutura em função das valvas das veias safena, de uma fragilidade da parede venosa, da pressão dentro dos vasos aumentados ou até de comunicações entre artérias e veias. São mais frequentes em mulheres e a grande maioria das vezes o tratamento não é cirúrgico.

 

    Elas podem ser percebidas visualmente, incomodando pela aparência pouco estética em coxas e pernas, bem como dor incômoda ou sensação de pressão ou peso nos membros inferiores após muito tempo em pé, sendo aliviada pela elevação das pernas que parecem pesadas, e, em alguns casos, com inchaço discreto nos tornozelos. Em pessoas com varizes avançadas, pode haver aparecimento de úlceras na pele que demoram a cicatrizar, bem como ocorrer trombose superficial e, mais raramente, ruptura dos vasos com sangramento.       A prevenção se dá pela prática de atividades físicas regulares, uma alimentação saudável, redução de peso e alternância da posição em pé. Para quem já apresenta sintomas discretos, o uso de meias elásticas (prescritas pelo seu médico) pode prevenir aumento das varizes. A lógica dessa meia elástica, um dos principais tratamentos conservadores, é oferecer uma resistência contrária ao conteúdo dos vasos, garantindo que o sangue corra preferencialmente dentro dos vasos mais profundos, evitando o fluxo maior e consequente dilatação das veias mais superficiais que dão origem às varizes.       Os tratamentos cirúrgicos e também o uso de laser são indicados para as pessoas que apresentam insuficiência venosa, úlceras de pele, dor significativa que não melhora com as outras medidas. A estética, que é relevante individualmente, também pode ser uma indicação para o tratamento.       Os processos de ablação, como a escleroterapia, radiofrequência endovenosa ou ablação a laser, consistem em obstruir o vaso, através de diferentes métodos físicos ou químicos. A introdução de materiais como polidacanol/espuma, glicose, entre outros, são indicados para diferentes tipos e tamanhos de veias. Podem ser indicados para casos de insuficiencia venosa, refluxo venoso, úlceras recorrentes, além de motivos estéticos. No tratamento cirúrgico, é realizada a retirada definitiva dos vasinhos indesejados. A escolha da técnica mais adequada para cada caso e a execução do procedimento deve ser feita somente após a avaliação criteriosa de um médico especialista (Cirurgião Vascular).     *Imagens pela Dreamstime Stock Photos varizesinsuficiência venosa Select ratingGive Há tratamentos para varizes? 1/5Give Há tratamentos para varizes? 2/5Give Há tratamentos para varizes? 3/5Give Há tratamentos para varizes? 4/5Give Há tratamentos para varizes? 5/5 Average: 5 (1 vote)
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Bioimpedância

sex, 03/16/2018 - 10:23

O método da bioimpedância elétrica (BIA) é baseado na condução de uma corrente elétrica de baixa intensidade (indolor), aplicada ao organismo por meio de cabos conectados a eletrodos ou superfícies condutoras, que são colocados em contato com a pele (mãos e pés, em geral). Apesar de sua facilidade técnica e alta reprodutibilidade, situações em que o balanço hidroeletrolítico está alterado (ingestão de álcool, atividade física intensa realizada antes do teste, presença de edema ou retenção hídrica em certos períodos do ciclo menstrual, por exemplo) podem tornar as estimativas menos precisas, assim como a ingestão recente de alimentos e obesidade. Os aparelhos disponíveis para este tipo de avaliação fornecem os valores de gordura, por meio de equações preditivas ajustadas para sexo, idade, peso, altura e nível de atividade física.
 
Por que fazer a bioimpedancia ?
Existem diversas maneiras de avaliar a gordura corporal, desde imersão em tanques de água, tomografias, até outras estimativas mais usuais como as abaixo relacionadas.
A gordura em excesso está diretamente relacionada com o risco cardiometabólico, ou seja com a incidência de diabetes, hipertensão, infarto do miocárdio, insuficiência renal, aneurisma, acidentes vasculares cerebrais ou periféricos, entre outras doenças.

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sex, 03/16/2018 - 10:23

O método da bioimpedância elétrica (BIA) é baseado na condução de uma corrente elétrica de baixa intensidade (indolor), aplicada ao organismo por meio de cabos conectados a eletrodos ou superfícies condutoras, que são colocados em contato com a pele (mãos e pés, em geral). Apesar de sua facilidade técnica e alta reprodutibilidade, situações em que o balanço hidroeletrolítico está alterado (ingestão de álcool, atividade física intensa realizada antes do teste, presença de edema ou retenção hídrica em certos períodos do ciclo menstrual, por exemplo) podem tornar as estimativas menos precisas, assim como a ingestão recente de alimentos e obesidade. Os aparelhos disponíveis para este tipo de avaliação fornecem os valores de gordura, por meio de equações preditivas ajustadas para sexo, idade, peso, altura e nível de atividade física.
 
Por que fazer a bioimpedancia ?
Existem diversas maneiras de avaliar a gordura corporal, desde imersão em tanques de água, tomografias, até outras estimativas mais usuais como as abaixo relacionadas.
A gordura em excesso está diretamente relacionada com o risco cardiometabólico, ou seja com a incidência de diabetes, hipertensão, infarto do miocárdio, insuficiência renal, aneurisma, acidentes vasculares cerebrais ou periféricos, entre outras doenças.

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Posso doar minha meia elástica?

qui, 01/18/2018 - 13:08

O Dr Alexandre Amato (CRM 108651) explica porque a meia elástica para o tratamento da insuficiência venosa é de uso pessoal. Não é possível doar sua meia, ou mesmo usar a meia de outra pessoa.

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Posso doar minha meia elástica?

qui, 01/18/2018 - 13:08

O Dr Alexandre Amato (CRM 108651) explica porque a meia elástica para o tratamento da insuficiência venosa é de uso pessoal. Não é possível doar sua meia, ou mesmo usar a meia de outra pessoa.

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Aplicação de anticoagulante: tratamento para trombofilia e trombose

ter, 01/16/2018 - 14:17

Várias pessoas precisam usar anticoagulante por diversos motivos, entre eles, gestantes e pacientes com trombofilia e trombose. A técnica de aplicação, ou de autoaplicação, é muito importante, e deve ser feita de maneira subcutânea se for realizada pelo paciente. A melhor região para a aplicação é a abdominal, além de ser primordial a limpeza da área antes da injeção de anticoagulante. Assista ao vídeo e saiba mais com o Dr. Alexandre Amato (CRM 108.651).

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Aplicação de anticoagulante: tratamento para trombofilia e trombose

ter, 01/16/2018 - 14:17

Várias pessoas precisam usar anticoagulante por diversos motivos, entre eles, gestantes e pacientes com trombofilia e trombose. A técnica de aplicação, ou de autoaplicação, é muito importante, e deve ser feita de maneira subcutânea se for realizada pelo paciente. A melhor região para a aplicação é a abdominal, além de ser primordial a limpeza da área antes da injeção de anticoagulante. Assista ao vídeo e saiba mais com o Dr. Alexandre Amato (CRM 108.651).

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Úlceras: causas e cuidados

ter, 01/16/2018 - 14:08

Úlceras são feridas de longas durações de várias causas, as venosas são as mais frequentes. As orientações podem variar conforme o paciente e o médico que estiver atendendo, mas basicamente os cuidados locais da úlcera venosa é deixa-la sempre limpa para evitar infecções. Assista ao vídeo e saiba mais com o Dr. Alexandre Amato (CRM 108.651).

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Úlceras: causas e cuidados

ter, 01/16/2018 - 14:08

Úlceras são feridas de longas durações de várias causas, as venosas são as mais frequentes. As orientações podem variar conforme o paciente e o médico que estiver atendendo, mas basicamente os cuidados locais da úlcera venosa é deixa-la sempre limpa para evitar infecções. Assista ao vídeo e saiba mais com o Dr. Alexandre Amato (CRM 108.651).

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