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Clinica de cirurgia vascular, angiorradiologia, endovascular, ecodoppler vascular, angiologia e radiologia intervencionista. Tratamento de varizes com laser.
Atualizado: 1 hora 15 minutos atrás

10 Perguntas sobre laser e varizes

qui, 09/13/2018 - 07:50

O reconhecimento do laser como melhor opção vem aumentando pelo mundo. A recente publicação das diretrizes europeias de 2015, e pela diretriz americana de 2012 reconhecendo o método como melhor opção trouxe mais força ao método. Deixou de ser um procedimento experimental para ser o procedimento de escolha (padrão ouro) no mundo todo.

 

 

Como é o procedimento de varizes a laser?

O laser é energia luminosa que se converte em térmica aplicada à veia para fechá-la. Existem duas maneiras de utilizá-lo: por dentro da veia ou por fora. A tecnica endovenosa (por dentro) serve para as veias maiores e insuficientes como as safenas, e a técnica transdérmica (por fora) serve para as varizes superficiais, como as teleangiectasias e reticulares, que sao os chamados vasinhos.

 

Qual a diferença em relação ao método tradicional?

Comparando com a cirurgia convencional (stripping), a técnica a laser não arranca a veia fora, e sim fecha e exclui ela da circulação. Dessa forma, sendo menos agressiva, a recuperação é bem mais comoda e rápida. 

Quando falamos do laser transdermico, devemos compará-lo à escleroterapia, ou "aplicação" dos vasinhos. Ele permite maior possibilidade de tratamento e menos sessões, principalmente quando associado a outras técnicas. Enquanto o laser endovenoso (cirurgia de varizes com laser) deve ser comparada à cirurgia tradicional de stripping (arrancamento das veias safenas)

 

O método é menos invasivo?

Sim, muito menos. Enquanto a cirurgia tradicional requer cortes e dissecção, o laser endovenoso é feito através de punção, ou seja um furinho apenas. Além disso, como não há o arrancamento da safena, não há grandes sangramentos e portanto menos hematomas e equimoses

 

Quando o tratamento de varizes a laser é indicado ao paciente?

As diretrizes internacionais já colocaram o laser venoso como indicação IA e a cirurgia tradicional como IIB, ou seja, o mundo já está percebendo os beneficios da técnica e não é nada experimental. Isso pode ser compreendido de várias maneiras e resumindo é: a cirurgia tradicional funciona, mas se há a possibilidade de oferecer o laser como tratamento, este deve ter a preferência.

 

Qual o tempo de recuperação da cirurgia de varizes a laser?

Em torno de uma semana. Muitos pacientes já estão se sentindo bem muito antes. Enquanto na cirurgia tradicional a recuperação ficava em torno de 15 a 30 dias. Além disso, com o laser, no dia seguinte atividades diárias já devem ser retomadas.

 

Também pode ser usado na cirurgia da safena da perna?

Sim, o laser endovenoso deve ser usado nas safenas, e pode ser usado em outras veias doentes também, como as perfurantes insuficientes e outras veias menos "famosas".

 

Com a cirurgia a laser é possível acabar de vez com as varizes?

Acabar de vez com as varizes é complicado. A doença, quando primária, tem um componente genético importante, então, por mais que todas as veias doentes sejam retiradas e tratadas, por carregar a genética para isso, outras veias podem ficar doentes no futuro. O que é possível, é eliminar todas, ou a maioria das veias doentes, tendo um benefício circulatório e consequentemente estético.

 

Como prevenir o aparecimento das varizes?

Como a genética não é possivel mudar, devemos atuar nos fatores predisponentes, como a obesidade, os hormônios e os fatores agravantes, como alterações posturais e a profissão. Ou seja, evitar a obesidade com dieta saudável e exercicio físico, que também melhora a musculatura da panturrilha. Evitar uso de hormônios, se possível. E, com relação à profissão, aqueles que ficam muito tempo de pé e parado, devem se movimentar mais, e, se indicado pelo vascular, usar meia elástica. 

 

A cirurgia pode ser feita por homens e mulheres?

Ambos sofrem de varizes, a diferença é que as mulheres procuram ajuda médica antes, porque se incomodam com a questão estética. Os homens muitas vezes chegam no consultorio em fases mais avançadas da doença. E, para ambos, a cirurgia pode ser o tratamento indicado.

 

É verdade que mulheres tem mais propensão a ter varizes? Por quê?

Como disse antes, tanto homens como mulheres sofrem de varizes, mas as mulheres procuram o tratamento mais cedo porque se incomodam com a estética das pernas. Por causa disso, a procura nos consultórios é maior pelas mulheres, mas isso não quer dizer que os homens não tem varizes, apenas que não estão procurando tratamento nas fases iniciais. As mulheres tem também a influencia dos hormonios e a piora por causa da gravidez, que aumentam as varizes.

 

Pode me mostrar fotos pré e pós de cirurgia de varizes?

A lei brasileira e o código de ética médico impedem a divulgação, mesmo que autorizada pelo paciente, de fotos de antes e depois de cirurgias. Em consulta médica o cirurgião vascular pode mostrar os resultados. Por isso marcar consulta é muito importante.

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Como prevenir a Aterosclerose?

qui, 08/02/2018 - 18:01

Atualmente, a aterosclerose é a principal causa de morte e incapacidade prematura tanto em países desenvolvidos como em países em desenvolvimento. Ainda, um estilo de vida sedentário, hábitos alimentares nocivos e o fenômeno do envelhecimento da população apontam para um maior aumento do número de doentes nos próximos anos.
Essa doença desenvolve-se nos vasos arteriais ao longo de muitos anos, resultando em alterações estruturais como enrijecimento, obstrução ou alargamento (chamados de aneurismas) levando ao adoecimento dos órgãos que recebem o sangue conduzido por esses vasos, sendo silenciosa por muito tempo até manifestar-se por um evento agudo como derrame, infarto do coração entre outros. Pode ainda manifestar-se cronicamente, por exemplo, reduzindo a capacidade de realizar atividades simples como caminhar médias distâncias e cuidar da casa (claudicação intermitente).  
Dada a evidente importância, foram realizados grandes estudos para descobrir quais os fatores de risco para o desenvolvimento da aterosclerose e os meios para preveni-la. Nesses estudos, descobriu-se que há aqueles fatores de risco modificáveis por meio do estilo de vida e dos remédios e outros, como idade e sexo, que não podem ser modificados.
Dentre os fatores de risco que podem ser modificáveis, encontramos os níveis elevados de colesterol, em especial o colesterol LDL (também conhecido como “mau colesterol” em contraste com o HDL ou o "bom colesterol"), o tabagismo, a hipertensão, o colesterol HDL baixo, a diabetes melito, o histórico familiar de doença prematura nas artérias coronárias, principalmente em parentes de primeiro grau, a obesidade, a inatividade física, ou sedentarismo, a dieta rica em alimentos gordurosos e o pouco consumo de frutas e verduras. Também devemos lembrar que uma vida estressante e sob “alta pressão” psicológica também elevam indiretamente esse risco.

Faça um check-up virtual para saber como anda sua saúde.

De forma prática, é fácil perceber que simplesmente adotando hábitos como 30 minutos diários de atividade física de moderada a intensa (recomendação dos principais órgãos de saúde), redução de gorduras na dieta (frituras e fast food), bem como abandono do tabagismo já implicam a redução desse risco. Entretanto, o grande desafio médico atual é fazer com que essas orientações cheguem a todos e, principalmente, que esses implementem as recomendações no cotidiano de suas vidas.
Segundo diretrizes atuais, é recomendado que todos acima de 20 anos realizem exames de sangue específicos e, para aqueles que apresentam alto risco para a doença aguda, é necessário também tratamento com  mudanças nos hábitos de vida e também no uso de certos remédios, buscando a estabilização da doença já presente. Para realizar essa avaliação e também o tratamento indicado, deve se buscar orientação médica competente e, principalmente, estar disposto a viver de forma mais saudável!
 
Leia também:

Anatomia: 

Sistema arterial

Causa: 

Deposição de gordura na parede arterial

Diagnóstico Diferencial: 

Embolia, vasoconstrição

Fatores de Risco: 

Tabagismo, diabetes, hipertensão arterial.

Evolução Natural: 

Evolução lenta e progressiva. Em alguns casos pode ser de evolução rápida.

Prevenção Primária: 

Não fumar. Controlar colesterol. Alimentação saudável. Controlar diabetes e hipertensão arterial.

Sinais ou Sintomas: 

dor, cansaço, alterações tróficas

Prognóstico: 

O prognóstico depende muito da localização da lesão.

Tratamentos Possíveis: 

Controle clinico: medicamentos e hábitos de vida saudável. Cirurgias: angioplastia, endarterectomia, pontes (bypasses)

Complicações Possíveis: 

Isquemia, trombose, gangrena, doença arterial obstrutiva.

Código: I70 Select ratingGive Como prevenir a Aterosclerose? 1/5Give Como prevenir a Aterosclerose? 2/5Give Como prevenir a Aterosclerose? 3/5Give Como prevenir a Aterosclerose? 4/5Give Como prevenir a Aterosclerose? 5/5 Average: 4.7 (3 votes) ateroscleroseprevençãoartériaarterial
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Como prevenir a Aterosclerose?

qui, 08/02/2018 - 18:01

Atualmente, a aterosclerose é a principal causa de morte e incapacidade prematura tanto em países desenvolvidos como em países em desenvolvimento. Ainda, um estilo de vida sedentário, hábitos alimentares nocivos e o fenômeno do envelhecimento da população apontam para um maior aumento do número de doentes nos próximos anos.
Essa doença desenvolve-se nos vasos arteriais ao longo de muitos anos, resultando em alterações estruturais como enrijecimento, obstrução ou alargamento (chamados de aneurismas) levando ao adoecimento dos órgãos que recebem o sangue conduzido por esses vasos, sendo silenciosa por muito tempo até manifestar-se por um evento agudo como derrame, infarto do coração entre outros. Pode ainda manifestar-se cronicamente, por exemplo, reduzindo a capacidade de realizar atividades simples como caminhar médias distâncias e cuidar da casa (claudicação intermitente).  
Dada a evidente importância, foram realizados grandes estudos para descobrir quais os fatores de risco para o desenvolvimento da aterosclerose e os meios para preveni-la. Nesses estudos, descobriu-se que há aqueles fatores de risco modificáveis por meio do estilo de vida e dos remédios e outros, como idade e sexo, que não podem ser modificados.
Dentre os fatores de risco que podem ser modificáveis, encontramos os níveis elevados de colesterol, em especial o colesterol LDL (também conhecido como “mau colesterol” em contraste com o HDL ou o "bom colesterol"), o tabagismo, a hipertensão, o colesterol HDL baixo, a diabetes melito, o histórico familiar de doença prematura nas artérias coronárias, principalmente em parentes de primeiro grau, a obesidade, a inatividade física, ou sedentarismo, a dieta rica em alimentos gordurosos e o pouco consumo de frutas e verduras. Também devemos lembrar que uma vida estressante e sob “alta pressão” psicológica também elevam indiretamente esse risco.

Faça um check-up virtual para saber como anda sua saúde.

De forma prática, é fácil perceber que simplesmente adotando hábitos como 30 minutos diários de atividade física de moderada a intensa (recomendação dos principais órgãos de saúde), redução de gorduras na dieta (frituras e fast food), bem como abandono do tabagismo já implicam a redução desse risco. Entretanto, o grande desafio médico atual é fazer com que essas orientações cheguem a todos e, principalmente, que esses implementem as recomendações no cotidiano de suas vidas.
Segundo diretrizes atuais, é recomendado que todos acima de 20 anos realizem exames de sangue específicos e, para aqueles que apresentam alto risco para a doença aguda, é necessário também tratamento com  mudanças nos hábitos de vida e também no uso de certos remédios, buscando a estabilização da doença já presente. Para realizar essa avaliação e também o tratamento indicado, deve se buscar orientação médica competente e, principalmente, estar disposto a viver de forma mais saudável!
 
Leia também:

Anatomia: 

Sistema arterial

Causa: 

Deposição de gordura na parede arterial

Diagnóstico Diferencial: 

Embolia, vasoconstrição

Fatores de Risco: 

Tabagismo, diabetes, hipertensão arterial.

Evolução Natural: 

Evolução lenta e progressiva. Em alguns casos pode ser de evolução rápida.

Prevenção Primária: 

Não fumar. Controlar colesterol. Alimentação saudável. Controlar diabetes e hipertensão arterial.

Sinais ou Sintomas: 

dor, cansaço, alterações tróficas

Prognóstico: 

O prognóstico depende muito da localização da lesão.

Tratamentos Possíveis: 

Controle clinico: medicamentos e hábitos de vida saudável. Cirurgias: angioplastia, endarterectomia, pontes (bypasses)

Complicações Possíveis: 

Isquemia, trombose, gangrena, doença arterial obstrutiva.

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Como prevenir a Aterosclerose?

qui, 08/02/2018 - 18:01

Atualmente, a aterosclerose é a principal causa de morte e incapacidade prematura tanto em países desenvolvidos como em países em desenvolvimento. Ainda, um estilo de vida sedentário, hábitos alimentares nocivos e o fenômeno do envelhecimento da população apontam para um maior aumento do número de doentes nos próximos anos.
Essa doença desenvolve-se nos vasos arteriais ao longo de muitos anos, resultando em alterações estruturais como enrijecimento, obstrução ou alargamento (chamados de aneurismas) levando ao adoecimento dos órgãos que recebem o sangue conduzido por esses vasos, sendo silenciosa por muito tempo até manifestar-se por um evento agudo como derrame, infarto do coração entre outros. Pode ainda manifestar-se cronicamente, por exemplo, reduzindo a capacidade de realizar atividades simples como caminhar médias distâncias e cuidar da casa (claudicação intermitente).  
Dada a evidente importância, foram realizados grandes estudos para descobrir quais os fatores de risco para o desenvolvimento da aterosclerose e os meios para preveni-la. Nesses estudos, descobriu-se que há aqueles fatores de risco modificáveis por meio do estilo de vida e dos remédios e outros, como idade e sexo, que não podem ser modificados.
Dentre os fatores de risco que podem ser modificáveis, encontramos os níveis elevados de colesterol, em especial o colesterol LDL (também conhecido como “mau colesterol” em contraste com o HDL ou o "bom colesterol"), o tabagismo, a hipertensão, o colesterol HDL baixo, a diabetes melito, o histórico familiar de doença prematura nas artérias coronárias, principalmente em parentes de primeiro grau, a obesidade, a inatividade física, ou sedentarismo, a dieta rica em alimentos gordurosos e o pouco consumo de frutas e verduras. Também devemos lembrar que uma vida estressante e sob “alta pressão” psicológica também elevam indiretamente esse risco.

Faça um check-up virtual para saber como anda sua saúde.

De forma prática, é fácil perceber que simplesmente adotando hábitos como 30 minutos diários de atividade física de moderada a intensa (recomendação dos principais órgãos de saúde), redução de gorduras na dieta (frituras e fast food), bem como abandono do tabagismo já implicam a redução desse risco. Entretanto, o grande desafio médico atual é fazer com que essas orientações cheguem a todos e, principalmente, que esses implementem as recomendações no cotidiano de suas vidas.
Segundo diretrizes atuais, é recomendado que todos acima de 20 anos realizem exames de sangue específicos e, para aqueles que apresentam alto risco para a doença aguda, é necessário também tratamento com  mudanças nos hábitos de vida e também no uso de certos remédios, buscando a estabilização da doença já presente. Para realizar essa avaliação e também o tratamento indicado, deve se buscar orientação médica competente e, principalmente, estar disposto a viver de forma mais saudável!
 
Leia também:

Anatomia: 

Sistema arterial

Causa: 

Deposição de gordura na parede arterial

Diagnóstico Diferencial: 

Embolia, vasoconstrição

Fatores de Risco: 

Tabagismo, diabetes, hipertensão arterial.

Evolução Natural: 

Evolução lenta e progressiva. Em alguns casos pode ser de evolução rápida.

Prevenção Primária: 

Não fumar. Controlar colesterol. Alimentação saudável. Controlar diabetes e hipertensão arterial.

Sinais ou Sintomas: 

dor, cansaço, alterações tróficas

Prognóstico: 

O prognóstico depende muito da localização da lesão.

Tratamentos Possíveis: 

Controle clinico: medicamentos e hábitos de vida saudável. Cirurgias: angioplastia, endarterectomia, pontes (bypasses)

Complicações Possíveis: 

Isquemia, trombose, gangrena, doença arterial obstrutiva.

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Aneurisma de aorta

qui, 08/02/2018 - 17:45

Quais os sintomas associados aos aneurismas da Aorta Abdominal
A maior parte das pessoas não sente quaisquer sintomas que possam indicar a existência de um Aneurisma na Aorta Abdominal. Durante um exame físico de rotina, um médico poderá notar ou sentir algo a pulsar na parte central ou inferior do abdômen do doente. No entanto, a maioir parte dos aneurismas são identificados durante exames de diagnóstico imagiológico (como por exemplo, uma ecografia) realizados por outros motivos.
 
Quais os fatores de risco que podem contribuir para o aparecimento do AAA
Os Aneurismas da Aorta Abdominal afetam, principalmente, pessoas com mais de 65 anos de idade e são mais comuns no sexo masculino. Outros fatores de risco incluem o tabagismo, diabetes, arterosclerose, colesterol elevado, hipertensão e doença cardiovascular.
Finalmente um doente com histórico familiar de AAA apresenta um risco maior e deverá falar e deverá falar com o seu médico sobre este fato.
 
Quando deverá consutar um médico
Se tem um ou mais dos fatores identificados fale com o seu médico.

Tags: aneurismaartériaaortaarterial Select ratingGive Aneurisma de aorta 1/5Give Aneurisma de aorta 2/5Give Aneurisma de aorta 3/5Give Aneurisma de aorta 4/5Give Aneurisma de aorta 5/5 Average: 4 (1 vote)
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Aneurisma de aorta

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Quais os sintomas associados aos aneurismas da Aorta Abdominal
A maior parte das pessoas não sente quaisquer sintomas que possam indicar a existência de um Aneurisma na Aorta Abdominal. Durante um exame físico de rotina, um médico poderá notar ou sentir algo a pulsar na parte central ou inferior do abdômen do doente. No entanto, a maioir parte dos aneurismas são identificados durante exames de diagnóstico imagiológico (como por exemplo, uma ecografia) realizados por outros motivos.
 
Quais os fatores de risco que podem contribuir para o aparecimento do AAA
Os Aneurismas da Aorta Abdominal afetam, principalmente, pessoas com mais de 65 anos de idade e são mais comuns no sexo masculino. Outros fatores de risco incluem o tabagismo, diabetes, arterosclerose, colesterol elevado, hipertensão e doença cardiovascular.
Finalmente um doente com histórico familiar de AAA apresenta um risco maior e deverá falar e deverá falar com o seu médico sobre este fato.
 
Quando deverá consutar um médico
Se tem um ou mais dos fatores identificados fale com o seu médico.

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Aneurisma de aorta

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Quais os sintomas associados aos aneurismas da Aorta Abdominal
A maior parte das pessoas não sente quaisquer sintomas que possam indicar a existência de um Aneurisma na Aorta Abdominal. Durante um exame físico de rotina, um médico poderá notar ou sentir algo a pulsar na parte central ou inferior do abdômen do doente. No entanto, a maioir parte dos aneurismas são identificados durante exames de diagnóstico imagiológico (como por exemplo, uma ecografia) realizados por outros motivos.
 
Quais os fatores de risco que podem contribuir para o aparecimento do AAA
Os Aneurismas da Aorta Abdominal afetam, principalmente, pessoas com mais de 65 anos de idade e são mais comuns no sexo masculino. Outros fatores de risco incluem o tabagismo, diabetes, arterosclerose, colesterol elevado, hipertensão e doença cardiovascular.
Finalmente um doente com histórico familiar de AAA apresenta um risco maior e deverá falar e deverá falar com o seu médico sobre este fato.
 
Quando deverá consutar um médico
Se tem um ou mais dos fatores identificados fale com o seu médico.

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Cirurgia de varizes

seg, 06/18/2018 - 12:02

Tantos tipos de cirurgia de varizes, tantas opiniões por aí. O que fazer? Entenda com o Dr Alexandre Amato (CRM 108651), cirurgião vascular do Instituto Amato quais são as cirurgias realizadas hoje em dia, e para qual tipo de veia. A maioria das vezes o evento de uma cirurgia de varizes consiste em várias técnicas diferentes sendo aplicadas ao mesmo paciente, mas em veias de tipos diferentes: reticulares, tributárias, safenas e colaterais.

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Cirurgia de varizes

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Tantos tipos de cirurgia de varizes, tantas opiniões por aí. O que fazer? Entenda com o Dr Alexandre Amato (CRM 108651), cirurgião vascular do Instituto Amato quais são as cirurgias realizadas hoje em dia, e para qual tipo de veia. A maioria das vezes o evento de uma cirurgia de varizes consiste em várias técnicas diferentes sendo aplicadas ao mesmo paciente, mas em veias de tipos diferentes: reticulares, tributárias, safenas e colaterais.

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Tantos tipos de cirurgia de varizes, tantas opiniões por aí. O que fazer? Entenda com o Dr Alexandre Amato (CRM 108651), cirurgião vascular do Instituto Amato quais são as cirurgias realizadas hoje em dia, e para qual tipo de veia. A maioria das vezes o evento de uma cirurgia de varizes consiste em várias técnicas diferentes sendo aplicadas ao mesmo paciente, mas em veias de tipos diferentes: reticulares, tributárias, safenas e colaterais.

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Como ocorre o AVC?

sex, 06/15/2018 - 09:46

O AVC Isquêmico
Os acidentes cerebrais isquêmicos respondem por 80% de todos os casos. O cérebro tem grande número de vasos e artérias que se ramificam no interior do tecido cerebral para levar oxigênio e as substâncias nutrientes necessárias para o seu funcionamento adequado. Quando uma dessas artérias sofre oclusão, o território que deveria ser irrigado sofre com a escassez de oxigênio e muitas células, principalmente neurônios, morrem. Esse é o AVC Isquêmico, quando áreas do cérebro morrem por falta de oxigenação.
A profilaxia para aterosclerose e avaliação da carótida podem ajudar a prevenir o AVC Isquêmico.
O AVC Hemorrágico
Já o hemorrágico acontece quando uma artéria se rompe e o sangue extravasa para o tecido cerebral, gerando uma hemorragia ou coágulo. Pode ocorrer como consequência de uma crise hipertensiva, quando a pressão no pequeno vaso cerebral é tão alta que determina a ruptura dele.

Tags: vascular Select ratingGive Como ocorre o AVC? 1/5Give Como ocorre o AVC? 2/5Give Como ocorre o AVC? 3/5Give Como ocorre o AVC? 4/5Give Como ocorre o AVC? 5/5 Average: 5 (1 vote)
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Como ocorre o AVC?

sex, 06/15/2018 - 09:46

O AVC Isquêmico
Os acidentes cerebrais isquêmicos respondem por 80% de todos os casos. O cérebro tem grande número de vasos e artérias que se ramificam no interior do tecido cerebral para levar oxigênio e as substâncias nutrientes necessárias para o seu funcionamento adequado. Quando uma dessas artérias sofre oclusão, o território que deveria ser irrigado sofre com a escassez de oxigênio e muitas células, principalmente neurônios, morrem. Esse é o AVC Isquêmico, quando áreas do cérebro morrem por falta de oxigenação.
A profilaxia para aterosclerose e avaliação da carótida podem ajudar a prevenir o AVC Isquêmico.
O AVC Hemorrágico
Já o hemorrágico acontece quando uma artéria se rompe e o sangue extravasa para o tecido cerebral, gerando uma hemorragia ou coágulo. Pode ocorrer como consequência de uma crise hipertensiva, quando a pressão no pequeno vaso cerebral é tão alta que determina a ruptura dele.

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Como ocorre o AVC?

sex, 06/15/2018 - 09:46

O AVC Isquêmico
Os acidentes cerebrais isquêmicos respondem por 80% de todos os casos. O cérebro tem grande número de vasos e artérias que se ramificam no interior do tecido cerebral para levar oxigênio e as substâncias nutrientes necessárias para o seu funcionamento adequado. Quando uma dessas artérias sofre oclusão, o território que deveria ser irrigado sofre com a escassez de oxigênio e muitas células, principalmente neurônios, morrem. Esse é o AVC Isquêmico, quando áreas do cérebro morrem por falta de oxigenação.
A profilaxia para aterosclerose e avaliação da carótida podem ajudar a prevenir o AVC Isquêmico.
O AVC Hemorrágico
Já o hemorrágico acontece quando uma artéria se rompe e o sangue extravasa para o tecido cerebral, gerando uma hemorragia ou coágulo. Pode ocorrer como consequência de uma crise hipertensiva, quando a pressão no pequeno vaso cerebral é tão alta que determina a ruptura dele.

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Lipoedema

qui, 06/14/2018 - 13:43

Lipoedema é um dos termos para lipedema. Outros sinônimos são: Lipalgia, Lipofilia Membralis, Adipose dolorosa, Adiposalgia, Lipohipertrofia dolorosa, Lipedema, Lipödem, Lipoedema

E os diagnósticos diferenciais são: Linfedema, Obesidade, Lipo-linfedema e Insuficiência Venosa.

 

Leia mais sobre lipedema aqui.    

Tags: lipedema Select ratingGive Lipoedema 1/5Give Lipoedema 2/5Give Lipoedema 3/5Give Lipoedema 4/5Give Lipoedema 5/5 Sem avaliações
Categorias: Medicina

Lipoedema

qui, 06/14/2018 - 13:43

Lipoedema é um dos termos para lipedema. Outros sinônimos são: Lipalgia, Lipofilia Membralis, Adipose dolorosa, Adiposalgia, Lipohipertrofia dolorosa, Lipedema, Lipödem, Lipoedema

E os diagnósticos diferenciais são: Linfedema, Obesidade, Lipo-linfedema e Insuficiência Venosa.

 

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Lipoedema

qui, 06/14/2018 - 13:43

Lipoedema é um dos termos para lipedema. Outros sinônimos são: Lipalgia, Lipofilia Membralis, Adipose dolorosa, Adiposalgia, Lipohipertrofia dolorosa, Lipedema, Lipödem, Lipoedema

E os diagnósticos diferenciais são: Linfedema, Obesidade, Lipo-linfedema e Insuficiência Venosa.

 

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Formigamento nas pernas

qua, 06/13/2018 - 12:05

Formigamento nas pernas é conhecido como parestesia, um sintoma comum neurológico, mas que leva as pessoas ao cirurgião vascular muito frequentemente.
A parestesia pode ser um sinal de que alguma coisa pode estar errada com o sistema vascular ou com o sistema neurológico, e é muito difícil separar as causas.
A sensação geralmente se dá quando a pessoa deita de mau jeito por cima do braço ou perna, mas existem outras causas e deve-se ficar atento.
A "dormência"  é uma reação natural do corpo quando o nervo é pressionado ou falta sangue na região, a maioria das pessoas já sentiu aquele "choque" seguido de um formigamento no braço após uma pancada no cotovelo. Nesses casos, basta mudar de posição ou movimentar-se para dissipar tal sensação.  Em outros casos, porém, esses sintomas são recorrentes, e aí existe a necessidade de investigação médica.
Doenças que podem levar ao formigamento como sintoma:

  • Doença venosa: Quem tem problemas de varizes tende a sentir peso e cansaço, queimação, inchaço no tornozelo no final do dia, cãibras (principalmente noturnas) e formigamento nas pernas.
  • Aterosclerose: O problema se dá quando as placas de gordura estreitam e endurecem a parede arterial. Acometem com mais frequência o coração, mas também podem afetar os membros inferiores, causando a chamada doença arterial periférica, que tem como sintoma o formigamento nas pernas. As causas do problema estão diretamente relacionadas ao tabagismo, diabetes, obesidade, hipertensão arterial sistêmica e colesterol elevado. Além disso, a doença é mais comum em pacientes com idade avançada (acima dos 60 anos) e com histórico familiar de doença cardíaca, acidente vascular cerebral e doença arterial periférica.
  • Neuropatia diabética do pé diabético: Quem tem diabetes e não controla o nível de açúcar no sangue, pode sofrer graves consequência com o desenvolvimento de outras doenças, como a neuropatia diabética: danos nos nervos por conta da alta quantidade de glicose sanguínea. O diabetes é uma doença que afeta os vasos sanguíneos, tantos os grandes quanto os pequenos, mas começa na microcirculação, o chamado vasa nervorum, os vasos que irrigam os nervos. E os nervos funcionam como se fossem condutores que vão transmitir ao cérebro informações como frio, calor, dor, pressão, etc, e precisam receber sangue com oxigênio para funcionarem bem. No caso do diabetes, ocorre uma diminuição do oxigênio que chega aos nervos, o que pode gerar a inflamação, levando ao mau funcionamento dos nervos e causando a neuropatia periférica, que pode aparecer como parestesia/formigamento nas pernas.
  • Hérnia de disco: É uma compressão neurológica, cuidada pelo neurocirurgião. A má postura é considerada a grande vilã das patologias envolvendo coluna vertebral, como as hérnias de disco, pelo fato de haver uma pressão, com inflamação e compressão da raiz nervosa, que por vezes, causa dores insuportáveis. O tratamento fisioterápico é bastante indicado, como o pilates (melhora da postura, mobilidade, flexibilidade da coluna vertebral, além de melhor distribuição do tônus muscular e fortalecimento do abdome) e o RPG. Sugerimos a consulta com o neurocirurgião.
  • Mau posicionamento do corpo: Uma das causas mais comuns que provocam formigamento nas pernas e nos pés é ficar sentado, deitado ou parado na mesma posição durante muito tempo, como por exemplo ficar sentado em cima de uma perna, provocando a compressão do nervo no local. Postura inadequada é uma causa frequente de formigamentos.
  • Polineuropatia periférica: A polineuropatia periférica caracteriza-se por alterações nos nervos do corpo, fazendo com que a pessoa sinta muita dor, formigamento nas pernas, falta de força ou ausência de sensibilidade em algumas regiões específicas do corpo.
  • Pânico, ansiedade e estresse: Situações de estresse e ansiedade extremos podem provocar sintomas como formigamento das pernas, mãos, braços e língua, podendo ser acompanhados de outros sintomas como suores frios, palpitações cardíacas e dor no peito ou na barriga.
  • Esclerose múltipla:  Esclerose múltipla é uma doença crônica que se caracteriza por uma inflamação, na qual são destruídas as camadas de mielina que recobrem e isolam os neurônios, prejudicando assim a transmissão de informação que controla os movimentos do organismo como falar ou andar, levando à invalidez. Além de provocar sensação de formigamento nos membros, nesta doença também se podem manifestar movimentos involuntários nos músculos e dificuldade para caminhar.
  • Bériberi: O Beribéri é uma doença causada pela deficiência em vitamina B1 que pode causar sintomas como cãibras musculares, visão dupla, confusão mental e formigamento nas mãos e nos pés.
  • Síndrome de Guillian-Barré: A síndrome de Guillian-Barré é uma doença neurológica grave que se caracteriza pela inflamação dos nervos e fraqueza muscular, podendo levar a morte. Na maior parte dos casos é diagnosticada após uma infecção provocada por um vírus, como dengue ou zika, por exemplo. Um dos sintomas mais comum é o formigamento e perda de sensibilidade de pernas e braços. 
  • Mordida e picadas de animais e insetos: A mordida de alguns animais como abelhas, cobras ou aranhas podem provocar formigamento no local, podendo ser acompanhado de outros sintomas como inchaço, febre ou queimação, por exemplo.

 
Independente de qual seja o problema que levou ao formigamento nas pernas, é importante seguir o tratamento corretamente, pois a parestesia pode retornar.

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Formigamento nas pernas

qua, 06/13/2018 - 12:05

Formigamento nas pernas é conhecido como parestesia, um sintoma comum neurológico, mas que leva as pessoas ao cirurgião vascular muito frequentemente.
A parestesia pode ser um sinal de que alguma coisa pode estar errada com o sistema vascular ou com o sistema neurológico, e é muito difícil separar as causas.
A sensação geralmente se dá quando a pessoa deita de mau jeito por cima do braço ou perna, mas existem outras causas e deve-se ficar atento.
A "dormência"  é uma reação natural do corpo quando o nervo é pressionado ou falta sangue na região, a maioria das pessoas já sentiu aquele "choque" seguido de um formigamento no braço após uma pancada no cotovelo. Nesses casos, basta mudar de posição ou movimentar-se para dissipar tal sensação.  Em outros casos, porém, esses sintomas são recorrentes, e aí existe a necessidade de investigação médica.
Doenças que podem levar ao formigamento como sintoma:

  • Doença venosa: Quem tem problemas de varizes tende a sentir peso e cansaço, queimação, inchaço no tornozelo no final do dia, cãibras (principalmente noturnas) e formigamento nas pernas.
  • Aterosclerose: O problema se dá quando as placas de gordura estreitam e endurecem a parede arterial. Acometem com mais frequência o coração, mas também podem afetar os membros inferiores, causando a chamada doença arterial periférica, que tem como sintoma o formigamento nas pernas. As causas do problema estão diretamente relacionadas ao tabagismo, diabetes, obesidade, hipertensão arterial sistêmica e colesterol elevado. Além disso, a doença é mais comum em pacientes com idade avançada (acima dos 60 anos) e com histórico familiar de doença cardíaca, acidente vascular cerebral e doença arterial periférica.
  • Neuropatia diabética do pé diabético: Quem tem diabetes e não controla o nível de açúcar no sangue, pode sofrer graves consequência com o desenvolvimento de outras doenças, como a neuropatia diabética: danos nos nervos por conta da alta quantidade de glicose sanguínea. O diabetes é uma doença que afeta os vasos sanguíneos, tantos os grandes quanto os pequenos, mas começa na microcirculação, o chamado vasa nervorum, os vasos que irrigam os nervos. E os nervos funcionam como se fossem condutores que vão transmitir ao cérebro informações como frio, calor, dor, pressão, etc, e precisam receber sangue com oxigênio para funcionarem bem. No caso do diabetes, ocorre uma diminuição do oxigênio que chega aos nervos, o que pode gerar a inflamação, levando ao mau funcionamento dos nervos e causando a neuropatia periférica, que pode aparecer como parestesia/formigamento nas pernas.
  • Hérnia de disco: É uma compressão neurológica, cuidada pelo neurocirurgião. A má postura é considerada a grande vilã das patologias envolvendo coluna vertebral, como as hérnias de disco, pelo fato de haver uma pressão, com inflamação e compressão da raiz nervosa, que por vezes, causa dores insuportáveis. O tratamento fisioterápico é bastante indicado, como o pilates (melhora da postura, mobilidade, flexibilidade da coluna vertebral, além de melhor distribuição do tônus muscular e fortalecimento do abdome) e o RPG. Sugerimos a consulta com o neurocirurgião.
  • Mau posicionamento do corpo: Uma das causas mais comuns que provocam formigamento nas pernas e nos pés é ficar sentado, deitado ou parado na mesma posição durante muito tempo, como por exemplo ficar sentado em cima de uma perna, provocando a compressão do nervo no local. Postura inadequada é uma causa frequente de formigamentos.
  • Polineuropatia periférica: A polineuropatia periférica caracteriza-se por alterações nos nervos do corpo, fazendo com que a pessoa sinta muita dor, formigamento nas pernas, falta de força ou ausência de sensibilidade em algumas regiões específicas do corpo.
  • Pânico, ansiedade e estresse: Situações de estresse e ansiedade extremos podem provocar sintomas como formigamento das pernas, mãos, braços e língua, podendo ser acompanhados de outros sintomas como suores frios, palpitações cardíacas e dor no peito ou na barriga.
  • Esclerose múltipla:  Esclerose múltipla é uma doença crônica que se caracteriza por uma inflamação, na qual são destruídas as camadas de mielina que recobrem e isolam os neurônios, prejudicando assim a transmissão de informação que controla os movimentos do organismo como falar ou andar, levando à invalidez. Além de provocar sensação de formigamento nos membros, nesta doença também se podem manifestar movimentos involuntários nos músculos e dificuldade para caminhar.
  • Bériberi: O Beribéri é uma doença causada pela deficiência em vitamina B1 que pode causar sintomas como cãibras musculares, visão dupla, confusão mental e formigamento nas mãos e nos pés.
  • Síndrome de Guillian-Barré: A síndrome de Guillian-Barré é uma doença neurológica grave que se caracteriza pela inflamação dos nervos e fraqueza muscular, podendo levar a morte. Na maior parte dos casos é diagnosticada após uma infecção provocada por um vírus, como dengue ou zika, por exemplo. Um dos sintomas mais comum é o formigamento e perda de sensibilidade de pernas e braços. 
  • Mordida e picadas de animais e insetos: A mordida de alguns animais como abelhas, cobras ou aranhas podem provocar formigamento no local, podendo ser acompanhado de outros sintomas como inchaço, febre ou queimação, por exemplo.

 
Independente de qual seja o problema que levou ao formigamento nas pernas, é importante seguir o tratamento corretamente, pois a parestesia pode retornar.

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Formigamento nas pernas

qua, 06/13/2018 - 12:05

Formigamento nas pernas é conhecido como parestesia, um sintoma comum neurológico, mas que leva as pessoas ao cirurgião vascular muito frequentemente.
A parestesia pode ser um sinal de que alguma coisa pode estar errada com o sistema vascular ou com o sistema neurológico, e é muito difícil separar as causas.
A sensação geralmente se dá quando a pessoa deita de mau jeito por cima do braço ou perna, mas existem outras causas e deve-se ficar atento.
A "dormência"  é uma reação natural do corpo quando o nervo é pressionado ou falta sangue na região, a maioria das pessoas já sentiu aquele "choque" seguido de um formigamento no braço após uma pancada no cotovelo. Nesses casos, basta mudar de posição ou movimentar-se para dissipar tal sensação.  Em outros casos, porém, esses sintomas são recorrentes, e aí existe a necessidade de investigação médica.
Doenças que podem levar ao formigamento como sintoma:

  • Doença venosa: Quem tem problemas de varizes tende a sentir peso e cansaço, queimação, inchaço no tornozelo no final do dia, cãibras (principalmente noturnas) e formigamento nas pernas.
  • Aterosclerose: O problema se dá quando as placas de gordura estreitam e endurecem a parede arterial. Acometem com mais frequência o coração, mas também podem afetar os membros inferiores, causando a chamada doença arterial periférica, que tem como sintoma o formigamento nas pernas. As causas do problema estão diretamente relacionadas ao tabagismo, diabetes, obesidade, hipertensão arterial sistêmica e colesterol elevado. Além disso, a doença é mais comum em pacientes com idade avançada (acima dos 60 anos) e com histórico familiar de doença cardíaca, acidente vascular cerebral e doença arterial periférica.
  • Neuropatia diabética do pé diabético: Quem tem diabetes e não controla o nível de açúcar no sangue, pode sofrer graves consequência com o desenvolvimento de outras doenças, como a neuropatia diabética: danos nos nervos por conta da alta quantidade de glicose sanguínea. O diabetes é uma doença que afeta os vasos sanguíneos, tantos os grandes quanto os pequenos, mas começa na microcirculação, o chamado vasa nervorum, os vasos que irrigam os nervos. E os nervos funcionam como se fossem condutores que vão transmitir ao cérebro informações como frio, calor, dor, pressão, etc, e precisam receber sangue com oxigênio para funcionarem bem. No caso do diabetes, ocorre uma diminuição do oxigênio que chega aos nervos, o que pode gerar a inflamação, levando ao mau funcionamento dos nervos e causando a neuropatia periférica, que pode aparecer como parestesia/formigamento nas pernas.
  • Hérnia de disco: É uma compressão neurológica, cuidada pelo neurocirurgião. A má postura é considerada a grande vilã das patologias envolvendo coluna vertebral, como as hérnias de disco, pelo fato de haver uma pressão, com inflamação e compressão da raiz nervosa, que por vezes, causa dores insuportáveis. O tratamento fisioterápico é bastante indicado, como o pilates (melhora da postura, mobilidade, flexibilidade da coluna vertebral, além de melhor distribuição do tônus muscular e fortalecimento do abdome) e o RPG. Sugerimos a consulta com o neurocirurgião.
  • Mau posicionamento do corpo: Uma das causas mais comuns que provocam formigamento nas pernas e nos pés é ficar sentado, deitado ou parado na mesma posição durante muito tempo, como por exemplo ficar sentado em cima de uma perna, provocando a compressão do nervo no local. Postura inadequada é uma causa frequente de formigamentos.
  • Polineuropatia periférica: A polineuropatia periférica caracteriza-se por alterações nos nervos do corpo, fazendo com que a pessoa sinta muita dor, formigamento nas pernas, falta de força ou ausência de sensibilidade em algumas regiões específicas do corpo.
  • Pânico, ansiedade e estresse: Situações de estresse e ansiedade extremos podem provocar sintomas como formigamento das pernas, mãos, braços e língua, podendo ser acompanhados de outros sintomas como suores frios, palpitações cardíacas e dor no peito ou na barriga.
  • Esclerose múltipla:  Esclerose múltipla é uma doença crônica que se caracteriza por uma inflamação, na qual são destruídas as camadas de mielina que recobrem e isolam os neurônios, prejudicando assim a transmissão de informação que controla os movimentos do organismo como falar ou andar, levando à invalidez. Além de provocar sensação de formigamento nos membros, nesta doença também se podem manifestar movimentos involuntários nos músculos e dificuldade para caminhar.
  • Bériberi: O Beribéri é uma doença causada pela deficiência em vitamina B1 que pode causar sintomas como cãibras musculares, visão dupla, confusão mental e formigamento nas mãos e nos pés.
  • Síndrome de Guillian-Barré: A síndrome de Guillian-Barré é uma doença neurológica grave que se caracteriza pela inflamação dos nervos e fraqueza muscular, podendo levar a morte. Na maior parte dos casos é diagnosticada após uma infecção provocada por um vírus, como dengue ou zika, por exemplo. Um dos sintomas mais comum é o formigamento e perda de sensibilidade de pernas e braços. 
  • Mordida e picadas de animais e insetos: A mordida de alguns animais como abelhas, cobras ou aranhas podem provocar formigamento no local, podendo ser acompanhado de outros sintomas como inchaço, febre ou queimação, por exemplo.

 
Independente de qual seja o problema que levou ao formigamento nas pernas, é importante seguir o tratamento corretamente, pois a parestesia pode retornar.

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Malformação arteriovenosa

ter, 06/12/2018 - 14:45
Foto proveniente de banco de fotos online Dreamstime

Malformação arteriovenosa (MAV) é uma conexão anormal entre o sistema arterial e venoso, sem passar pelo usual sistema capilar. Esta anomalia vascular é amplamente conhecida por causa de sua ocorrência no sistema nervoso central (cerebral), mas podem aparecer em qualquer local do corpo, e, quando fora do sistema nervoso, é o cirurgião vascular o responsável pelos cuidados. Embora muitos MAVs possam ser pequenos e assintomáticos, alguns podem causar intensa dor ou sangramento e levar a outros problemas médicos sérios.

MAVs são geralmente congênitos e os padrões de transmissão são desconhecidos. Não é geralmente uma doença hereditária, a não ser em algumas síndromes específicas.

A malformação arteriovenosa, na maioria das vezes, surge no desenvolvimento anormal do sistema vascular na vida embrionária, ou seja, ainda dentro da barriga da mãe.

As verdadeiras causas do desvio do desenvolvimento vascular normal no embrião, ou mesmo a transformação vascular que ocorre após o nascimento, permanecem até hoje desconhecidas.

 

Diagnóstico

O diagnóstico é clínico a maior parte das vezes. Muitas vezes estas malformações arteriovenosas são encontradas incidentalmente em exames de imagem de rotina ou para investigação de outras doenças.

Para adequado estudo e indicação do tratamento, é preciso realizar exames de imagem, como ultrassonografia Doppler, tomografia, ressonância magnética ou angiografia. 

Nenhum paciente é igual a outro, portanto a avaliação diagnóstica é essencial para o planejamento terapêutico.

 

Anatomia: 

Sistema arterial, venoso e linfático

Causa: 

Alteração do desenvolvimento embrionário.

Diagnóstico Diferencial: 

Tipos e classificação de malformações arteriovenosas

  • Capilar
    • Mancha em vinho do Porto localizada ou extensa 
    • Mancha em vinho do Porto sindrômica
    • Síndrome de Sturge-Weber
    • Facomatose pigmentar vascular
    • Síndrome de Beckwith-Wiedemann 
    • Síndrome de Robert
    • Mancha salmão
    • Mancha vascular telangiectásica medial sacral 
    • Telangiectasias
    • Síndrome de Rendu-Osler-Weber
    • Síndrome de Louis-Bar
    • Cútis marmórea telangiectásica congênita
    • Síndrome de Adams-Oliver
  • Linfática
  • Venosa
  • Arterial
    • Malformação arterial(aneurisma, ectasia, coarctação)
  • Complexa-combinada
    • Fístula arterio-venosa (FAV), malformação arterio-venosa (MAV), venosa-capilar (MVC), venosa-linfática (MVL), capilar-venosalinfática (MCVL), venosa-arterial-capilar (MVAC), arterial-linfática-capilar (MALC), arterial-linfática-venosa (MALV), capilar-venosa-linfática-arterial (MCVLA)
    • Regional / Regional
      • Fístula arteriovenosa (FAV)
      • Síndrome de Wyburn-Mason (MAV)
      • Síndrome de Brégeat (MAV)
      • Síndrome de Cobb (MAV)
      • Síndrome de Servelle-Martorell (MVC)
      • Síndrome de Klippel-Trenaunay (MCVL)
      • Síndrome de Parkes-Weber (MCVLA)
  • Difusa
    • Síndrome de Proteus (MVC)
    • Síndrome de Maffucci (MVL) 
    • Síndrome de Riley-Smith (MVL)
    • Síndrome de Solomon (MVAC) 
    • Síndrome de Bannayan (MVLAC) 

 

Epidemiologia: 

A epidemiologia é variável, dependendo do tipo de lesão. 

Evolução Natural: 

A evolução natural é muito variável, dependendo muito do grau de acometimento, local e tipo de lesão. 

Prevenção Primária: 

Por ser congênito e hereditário na maioria das vezes, não é possível a prevenção primária.

Sinais ou Sintomas: 

Os sintomas da MAV variam muito de acordo com a localização anatômica  da malformação. Cerca de quase 90% das pessoas com uma MAV são assintomáticos por muitos anos. Muitas vezes a malformação só é descoberta como parte de uma autópsia ou sem intenção durante o exame de outra doença ou check-up (achado incidental). Quando há sintomas, os mais comuns de uma MAV cerebral são dores de cabeça e crises de epilepsia. 

 

A malformação arteriovenosa é definida como um conjunto de lesões primárias da artéria, pois iniciam na fase embrionária do indivíduo.  Os indícios de malformação arteriovenosa não tendem a se manifestar nos primeiros anos de vida, no entanto, evoluem ao longo do tempo e dificilmente regridem espontaneamente. Fora do cérebro, estas lesões aumentam de forma proporcional ao crescimento do corpo e seu crescimento é desencadeado por estímulos fisiológicos, endócrinos, trauma, infecções e desnutrição dos tecidos, podendo predispor ao desenvolvimento de feridas e sangramentos.De acordo com a região em que se apresentam, as malformações podem causar comprometimento estético importante ou sintomas como dor, inchaço local ou de membro, prisão de ventre, sangramentos, entre outros sintomas. A malformação arteriovenosa nada mais é que uma má formação dos vasos que dificulta o fluxo sanguíneo, pulando o sistema capilar, e resulta no estresse de bombeamento de sangue ao coração, podendo levar à insuficiência cardíaca.

 

Prognóstico: 

O prognóstico é variável, dependendo muito do grau de acometimento, local e tipo de lesão. 

Tratamentos Possíveis: 

O tratamento para o MAV cerebral pode ser apenas sintomático e os pacientes podem ser observados periodicamente por um neurologista para qualquer convulsões, dores de cabeça, ou défices neurológicos focais. O tratamento específico pode envolver embolização endovascular, neurocirurgia aberta ou radiocirurgia. A embolização significa encher a MAV com partículas, acrilatos ou polímeros introduzido por um cateter radiograficamente guiado. As malformações arteriovenosas podem ser simples ou complexas, com estratégia de tratamento diferente para cada tipo. O importante é entender bem a situação, conhecer o objetivo do procedimento, ter um bom planejamento e facilidade com a técnica que será utilizada.As malformações arteriovenosas de fluxo baixo, que consistem em componente venoso mais preponderante, apresentam melhores resultados quando tratadas por meio de técnicas de esclerose percutânea (punção e injeção de substâncias através da pele diretamente na lesão); e a malformação arteriovenosa de alto fluxo, com preponderância arterial, por embolização endovascular. A técnica de embolização é minimamente invasiva, ou seja, é realizada através de uma pequena punção sob anestesia local e sem cortes. Guiado por um equipamento de fluoroscopia digital, o cirurgião endovascular leva estes cateteres até a artéria que está nutrindo a malformação e nela injeta substâncias ou materiais (molas, esferas, partículas) que causam a oclusão da entrada dessa malformação. Assim, o fluxo que alimenta a malformação é interrompido, fazendo com que esta regrida e se degenere, diminuindo seu tamanho e levando ao alívio dos sintomas ao paciente.

Sempre procure seu médico para indicar o melhor tratamento. Não faça auto medicação.

Complicações Possíveis: 

Trombose, sangramento, lesões, feridas, úlceras, edema, dor e outros.

Código: Q27.3 Select ratingGive Malformação arteriovenosa 1/5Give Malformação arteriovenosa 2/5Give Malformação arteriovenosa 3/5Give Malformação arteriovenosa 4/5Give Malformação arteriovenosa 5/5 Average: 5 (1 vote) vascularmal formaçãomavarterialvenosolinfático
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