Medicina

Lipedema

Vascular Pro - qui, 08/17/2017 - 19:35

Sobre o lipedema

O lipedema é caracterizado pelo aumento do tecido adiposo nos membros, e esse tecido gordurosos pode ser doloroso. Existe uma ampla diferenciação nas características presentes. A dor pode ser constante, pode ir e vir, ou apenas ocorrer quando o tecido adiposo é pressionado. Pode ser muito leve ou grave. O mecanismo da sensação de dor não é compreendido pela medicina neste momento.
Além disso, muitas pessoas experimentam algum inchaço (edema não depressível).
Para simplificar bem o diagnóstico, procure por um "manguito", uma marca no tornozelo e no pulso e verifique se as mãos e os pés NÃO incham através do teste de Sinal de Stemmer (O chamado sinal de Stemmer é um sinal de diagnóstico confiável para reconhecer o linfedema. Experimente puxar uma prega da pele para cima (por exemplo, por cima de um dedo do pé). Se isso se mostrar difícil, ou mesmo impossível, estamos falando de um "sinal de Stemmer positivo").
A diferenciação entre doença venosa (exame de ultra-sonografia venosa), obesidade (examinar locais de depósito de gordura), linfedema (teste possível via linfocintilografia), lipedema e Doença de Dercum são importantes. 
O que fazer a respeito do lipedema.
Como o lipedema ainda não é bem compreendido, ninguém sabe ainda com certeza o que ajudará melhor as pessoas com lipedema. Os corpos de todos são diferentes e, no momento, não temos nenhuma fórmula única e mágica que funcione para todos. À medida que você for testando e acrescentando à sua vida diferentes tratamentos para ver o que funciona melhor, você deve começar cada terapia nova lentamente, uma de cada vez, para ver se isso ajuda.
NÃO MORRA DE FOME. Coma alimentos de melhor qualidade em uma quantidade saudável.
Não se concentre no peso, mas tente gerenciar o inchaço e o ganho de músculos para sustentar seu corpo e permaneça o mais ativo possível. É importante lembrar que existem algumas categorias de coisas que contribuem para o peso final que aparece na balança: alimentos no trato digestivo, músculo, gordura comum, gordura do lipedema e líquido. Pode ser difícil determinar quais estão mudando. Alimentos e líquidos são mais fáceis de influenciar, depois vem gordura regular, depois músculo, e depois a gordura do lipedema.
Os objetivos do tratamento são: reduzir a inflamação, administrar a dor, melhorar o fluxo linfático (reduzir o excesso de líquido), obter suporte emocional e ajudar seu corpo a lidar com o lipedema. 
Considerando que tratamentos testar, tenha em mente o que é "conservador", ou seja, o que não é cirúrgico, e o que é cirúrgico. Cirurgiões não operarão a menos que você estabeleça primeiro boas rotinas e mostre-se engajada com os tratamentos conservadores. A cirurgia não corrige os problemas subjacentes e você ainda precisará de bons hábitos conservadores após a cirurgia para manter o resultado.
Os tratamentos conservadores podem ser interpretados ​​como mudanças de estilo de vida (melhor nutrição e exercício mais moderado), mecânicos (DLM - Drenagem Linfática Manual, roupas de compressão e bombas de compressão) e suplementos / medicamentos.
Tratamentos que são baratos e fáceis de começar incluem respiração profunda e caminhada.
As sugestões de nutrição variam, mas são geralmente destinadas a comer menos alimentos inflamatórios. Reduzir calorias não reduz a gordura do lipedema, e há evidências crescentes que mostram que a redução de calorias incentiva seu corpo a armazenar mais gordura. Dietas Páleo, cetogênica, LCHF, RAD e anti-inflamatórias são algumas das dietas recomendadas. Um livro de nutrição bem pesquisado foi criado para pacientes com lipedema especificamente; Veja aqui. À medida que você considera diferentes planos de nutrição, faça suas pesquisas para ver o que normalmente acontece se você parar o plano.
As recomendações de exercícios são geralmente: caminhada, exercício na água de qualquer tipo (hidroginástica, natação), Pilates, ciclismo e yoga. Os objetivos são fazer com que o sistema linfático se mova, cuidar de suas articulações se você for hipermóvel e criar força para ajudar a combater o peso extra.
Muitas informações existem sobre tratamentos mecânicos, como MLD, roupas/botas de compressão e bombas. A informação é geralmente destinada a pacientes com linfedema, mas também são frequentemente aplicadas ao lipedema.

A maioria dos medicamentos diuréticos não ajudam a aliviar o inchaço do lipedema e podem causar complicações se usados por muito tempo. Alguns medicamentos para dor aumentam o inchaço, mais notavelmente os AINEs.  
 
Leia também:

Tags: lipedema Select ratingGive Lipedema 1/5Give Lipedema 2/5Give Lipedema 3/5Give Lipedema 4/5Give Lipedema 5/5 No votes yet
Categorias: Medicina

Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar

Vascular Pro - seg, 08/07/2017 - 14:41
A cardiologista dra. Marisa Amato explica quais são as doenças decorrentes do hábito de fumar cigarros. Confira!  

  **** Transcrição *****   Eu sou a doutora Marisa Amato, cardiologista aqui do Instituto Amato. E hoje nós vamos falar sobre as doenças causadas pelo hábito de fumar. O tabaco é o único produto de consumo legal que mata a metade dos seus usuários, ele é um dos fatores determinantes das maiores causas de morte que são as doenças cardiovasculares e o câncer. O tabaco na fumaça do tabaco existem mais de cinco mil substâncias nocivas sendo que as mais conhecidas são a nicotina e o monóxido de carbono. A nicotina o efeito da nicotina é aumentar a frequência cardíaca e a pressão arterial prejudicando muito a irrigação sanguínea. O cigarro, a nicotina também causa uma falsa sensação de tranquilidade de equilíbrio emocional continua dessa fumaça causa uma tolerância a essa droga fazendo com que cada vez o indivíduo precisa fumar mais. O monóxido de carbono ele ocupa o lugar do oxigênio nos glóbulos vermelhos do sangue, ele também agride a parede arterial e ele aumenta a viscosidade do sangue, causando uma incidência maior de trombose arterial. A gravidade dos efeitos do tabagismo dependem de dois fatores, da quantidade e do tempo de uso. Os efeitos imediatos são o aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca, diminuição da temperatura da pele causando as extremidades frias, o mal hálito, a diminuição do apetite, tontura, diminuição da capacidade respiratória, tosse e aumento da trombose arterial. Agora os efeitos a longo prazo são principalmente o câncer e o órgão mais atingido é o pulmão, mas também atinge a laringe, a cavidade oral, a bexiga, pâncreas, útero, rins, fígado, quase todos os órgãos. E o alcatrão é a substância cancerígena responsável pelo início do câncer, 87% das mortes de câncer de pulmão são consequentes ao tabagismo. As doenças respiratórias obstrutivas, como o enfisema e a bronquite crônica, elas são quase que definitivas, porque a fumaça destrói os cílios que existe no epitélio do pulmão e isso causa o acúmulo de muco nas vias aéreas respiratórias. A fumaça ela também danifica completamente os alvéolos que perdem a capacidade de absorver o oxigênio do ar. E também os pulmões acabam perdendo a elasticidade e não conseguem expandir e contrair levando o indivíduo a ter aquela respiração ofegante e falta de ar. As doenças arteriais como infarto, acidente vascular cerebral e doença arterial obstrutiva crônica, elas também são consequências da nicotina que causa uma vasoconstrição e diminui a elasticidade das artérias e do monóxido de carbono que diminui o transporte de oxigênio para os órgãos e lesa a parede das artérias. As alterações a longo prazo elas são como, por exemplo, a impotência masculina, a infertilidade tanto masculina, como feminina, aquela cor amarelada nos dentes, as placas bacterianas, a gengivite acaba perdendo dentes precocemente são as doenças infecciosas Macas bacterianas acaba perdendo dentes, rugas precoces osteopenia, osteoporose, a perda da visão, a rouquidão, o abaixamento da voz e a maior propensão a ter doenças infecciosas. Bom, a expectativa de vida de um fumante é em média de 20 a 25 anos menor do que a do não fumante. E o que acontece se o indivíduo parar de fumar? Bom, se já atingiu alguns danos irreversíveis, como o enfisema e a doença pulmonar obstrutiva crônica, esses não vão regrediu, porém 20 minutos após parar de fumar a frequência cardíaca e a pressão arterial voltam ao normal, duas horas depois não há mais nicotina no sangue, 8 horas depois o nível de oxigênio está normal no sangue, 12 horas depois a capacidade pulmonar já melhorou, dois dias o paladar e olfato estão normalizados, em três semanas já existe uma a melhora da capacidade respiratória, em um ano o risco de morte por infarto já caiu pela metade, em 10 anos o risco de câncer caiu pela metade e o de infarto é igual ao de quem nunca fumou, e em 20 anos o risco de câncer é igual ao de quem nunca fumou. Bom, o risco do câncer é drasticamente reduzido depois de 10 anos de parar de fumar, principalmente se a interrupção do vício acontecer antes dos 40 anos de idade, por isso é preciso colocar numa balança o prazer de fumar e os danos causados ao organismo e assim tomar uma decisão, é preciso colocar numa balança o prazer de fumar e os danos causados ao organismo e tomar uma decisão. Para maiores informações acesse as nossas redes sociais.  

 

Tags: videotabagismoaterosclerosecardiologia Select ratingGive Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 1/5Give Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 2/5Give Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 3/5Give Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 4/5Give Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 5/5 No votes yet
Categorias: Medicina

Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar

Vascular Pro - seg, 08/07/2017 - 14:41
A cardiologista dra. Marisa Amato explica quais são as doenças decorrentes do hábito de fumar cigarros. Confira!  

  **** Transcrição *****   Eu sou a doutora Marisa Amato, cardiologista aqui do Instituto Amato. E hoje nós vamos falar sobre as doenças causadas pelo hábito de fumar. O tabaco é o único produto de consumo legal que mata a metade dos seus usuários, ele é um dos fatores determinantes das maiores causas de morte que são as doenças cardiovasculares e o câncer. O tabaco na fumaça do tabaco existem mais de cinco mil substâncias nocivas sendo que as mais conhecidas são a nicotina e o monóxido de carbono. A nicotina o efeito da nicotina é aumentar a frequência cardíaca e a pressão arterial prejudicando muito a irrigação sanguínea. O cigarro, a nicotina também causa uma falsa sensação de tranquilidade de equilíbrio emocional continua dessa fumaça causa uma tolerância a essa droga fazendo com que cada vez o indivíduo precisa fumar mais. O monóxido de carbono ele ocupa o lugar do oxigênio nos glóbulos vermelhos do sangue, ele também agride a parede arterial e ele aumenta a viscosidade do sangue, causando uma incidência maior de trombose arterial. A gravidade dos efeitos do tabagismo dependem de dois fatores, da quantidade e do tempo de uso. Os efeitos imediatos são o aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca, diminuição da temperatura da pele causando as extremidades frias, o mal hálito, a diminuição do apetite, tontura, diminuição da capacidade respiratória, tosse e aumento da trombose arterial. Agora os efeitos a longo prazo são principalmente o câncer e o órgão mais atingido é o pulmão, mas também atinge a laringe, a cavidade oral, a bexiga, pâncreas, útero, rins, fígado, quase todos os órgãos. E o alcatrão é a substância cancerígena responsável pelo início do câncer, 87% das mortes de câncer de pulmão são consequentes ao tabagismo. As doenças respiratórias obstrutivas, como o enfisema e a bronquite crônica, elas são quase que definitivas, porque a fumaça destrói os cílios que existe no epitélio do pulmão e isso causa o acúmulo de muco nas vias aéreas respiratórias. A fumaça ela também danifica completamente os alvéolos que perdem a capacidade de absorver o oxigênio do ar. E também os pulmões acabam perdendo a elasticidade e não conseguem expandir e contrair levando o indivíduo a ter aquela respiração ofegante e falta de ar. As doenças arteriais como infarto, acidente vascular cerebral e doença arterial obstrutiva crônica, elas também são consequências da nicotina que causa uma vasoconstrição e diminui a elasticidade das artérias e do monóxido de carbono que diminui o transporte de oxigênio para os órgãos e lesa a parede das artérias. As alterações a longo prazo elas são como, por exemplo, a impotência masculina, a infertilidade tanto masculina, como feminina, aquela cor amarelada nos dentes, as placas bacterianas, a gengivite acaba perdendo dentes precocemente são as doenças infecciosas Macas bacterianas acaba perdendo dentes, rugas precoces osteopenia, osteoporose, a perda da visão, a rouquidão, o abaixamento da voz e a maior propensão a ter doenças infecciosas. Bom, a expectativa de vida de um fumante é em média de 20 a 25 anos menor do que a do não fumante. E o que acontece se o indivíduo parar de fumar? Bom, se já atingiu alguns danos irreversíveis, como o enfisema e a doença pulmonar obstrutiva crônica, esses não vão regrediu, porém 20 minutos após parar de fumar a frequência cardíaca e a pressão arterial voltam ao normal, duas horas depois não há mais nicotina no sangue, 8 horas depois o nível de oxigênio está normal no sangue, 12 horas depois a capacidade pulmonar já melhorou, dois dias o paladar e olfato estão normalizados, em três semanas já existe uma a melhora da capacidade respiratória, em um ano o risco de morte por infarto já caiu pela metade, em 10 anos o risco de câncer caiu pela metade e o de infarto é igual ao de quem nunca fumou, e em 20 anos o risco de câncer é igual ao de quem nunca fumou. Bom, o risco do câncer é drasticamente reduzido depois de 10 anos de parar de fumar, principalmente se a interrupção do vício acontecer antes dos 40 anos de idade, por isso é preciso colocar numa balança o prazer de fumar e os danos causados ao organismo e assim tomar uma decisão, é preciso colocar numa balança o prazer de fumar e os danos causados ao organismo e tomar uma decisão. Para maiores informações acesse as nossas redes sociais.  

 

Tags: videotabagismoaterosclerosecardiologia Select ratingGive Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 1/5Give Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 2/5Give Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 3/5Give Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 4/5Give Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 5/5 No votes yet
Categorias: Medicina

Pré natal na gestação de fertilização in vitro (FIV)

Fertilidade - seg, 08/07/2017 - 11:49
Pré Natal

na FIV

A dra. Juliana Amato os cuidados no pré natal de uma gestação gerada por meio de fertilização in vitro. Confira!  

Muitas dúvidas decorrem sobre o pré Natal após se engravidar de Fertilização in vitro. será que será um acompanhamento normal ou de alto risco? Na verdade, depende de cada caso.

O médico deverá avaliar a mulher como um todo, doenças pregressas como alterações da tireóide, pressão alta, diabetes devem ser acompanhadas com mais frequência.

Gestações em pacientes acima de 35 anos sem nenhuma doença associada são acompanhadas a cada mês e nos últimos 3 meses a cada 15 dias. Alem dos exames que fazem parte da rotina do Pré natal podem ser incluídos outros mais específicos, como por exemplo uma amniocentese, doppler, dosagens de hormônios ou glicemia.

O importante aqui é ter em mente que cada gravidez é única e que o acompanhamento que fuja da rotina do Pré natal normal deve ser individualizado para cada caso.

 

***** Transcrição *****   Olá, meu nome é Juliana Amato. Hoje nós vamos conversar sobre o pré-natal em pacientes que foram submetidas a fertilização in vitro. Muitas pacientes que fazem o tratamento de fertilização in vitro tem dúvidas como será o seu pré-natal, se vai ser um pré-natal normal, se ela vai ter que fazer mais exames, se ela vai ter que vir em consultas mais vezes. Como funciona. As pacientes que se submeteram a fertilização in vitro até 35 anos sem nenhuma doença de base é um pré-natal normal. O que vai ocorrer nas consultas? Ela vai fazer todos os exames a cada 2 ou 3 meses de gravidez exame, de sangue, sorologia para algumas doenças, ultrassom, vão fazer quatro ultrassons durante esse pré-natal que é o de base, vão fazer quatro estações durante o pré-natal são dois morfológicos e mais dois obstétricos. E nas pacientes acima de 35 anos se tiverem alguma doença de base as consulta vão ser menos espaçados uma frequência de duas vezes ao mês e vão fazer mais exames para detectar algumas doenças. O que é feito durante o pré-natal? Normalmente se fazem exames sorologia para Hepatite, HIV, hemograma para ver se tem anemia, sorologia para sífilis ultrassons. Ultrassom morfológico  de primeiro trimestre  ele é realizado entre a 12ª e 14ª semana de gravidez ele aquele ultrassom que rastreia a síndrome de Down. O segundo ultrassom morfológico ele é feito entre a 20ª semana e a 22ª semana de gravidez e ele vai detectar outras malformações e como que tá o crescimento desses embriãozinho, desse bebezinho. As pacientes que foram submetidas a fertilização in vitro além desses dois ultrassons vão fazer mais ultrassons, mas no início da gravidez para ver se esse embrião ele tá se desenvolvendo bem, se ele está bem fixado, se ele vai ter algum descolamento de placenta, entre outros probleminhas que podem ocorrer nesse início de gravidez. Bom, isso que eu gostaria de falar para vocês hoje um pouquinho sobre essa dúvidas do pré-natal em pacientes que foram submetidas a fertilização in vitro. Para mais informações só acessar as normas redes sociais e curti-las. vídeopré natalgestaçãofivO que você achou deste conteúdo?:  0 No votes yet
Categorias: Medicina

Pré natal na gestação de fertilização in vitro (FIV)

Fertilidade - seg, 08/07/2017 - 11:49
Pré Natal

na FIV

A dra. Juliana Amato os cuidados no pré natal de uma gestação gerada por meio de fertilização in vitro. Confira!  

Muitas dúvidas decorrem sobre o pré Natal após se engravidar de Fertilização in vitro. será que será um acompanhamento normal ou de alto risco? Na verdade, depende de cada caso.

O médico deverá avaliar a mulher como um todo, doenças pregressas como alterações da tireóide, pressão alta, diabetes devem ser acompanhadas com mais frequência.

Gestações em pacientes acima de 35 anos sem nenhuma doença associada são acompanhadas a cada mês e nos últimos 3 meses a cada 15 dias. Alem dos exames que fazem parte da rotina do Pré natal podem ser incluídos outros mais específicos, como por exemplo uma amniocentese, doppler, dosagens de hormônios ou glicemia.

O importante aqui é ter em mente que cada gravidez é única e que o acompanhamento que fuja da rotina do Pré natal normal deve ser individualizado para cada caso.

 

***** Transcrição *****   Olá, meu nome é Juliana Amato. Hoje nós vamos conversar sobre o pré-natal em pacientes que foram submetidas a fertilização in vitro. Muitas pacientes que fazem o tratamento de fertilização in vitro tem dúvidas como será o seu pré-natal, se vai ser um pré-natal normal, se ela vai ter que fazer mais exames, se ela vai ter que vir em consultas mais vezes. Como funciona. As pacientes que se submeteram a fertilização in vitro até 35 anos sem nenhuma doença de base é um pré-natal normal. O que vai ocorrer nas consultas? Ela vai fazer todos os exames a cada 2 ou 3 meses de gravidez exame, de sangue, sorologia para algumas doenças, ultrassom, vão fazer quatro ultrassons durante esse pré-natal que é o de base, vão fazer quatro estações durante o pré-natal são dois morfológicos e mais dois obstétricos. E nas pacientes acima de 35 anos se tiverem alguma doença de base as consulta vão ser menos espaçados uma frequência de duas vezes ao mês e vão fazer mais exames para detectar algumas doenças. O que é feito durante o pré-natal? Normalmente se fazem exames sorologia para Hepatite, HIV, hemograma para ver se tem anemia, sorologia para sífilis ultrassons. Ultrassom morfológico  de primeiro trimestre  ele é realizado entre a 12ª e 14ª semana de gravidez ele aquele ultrassom que rastreia a síndrome de Down. O segundo ultrassom morfológico ele é feito entre a 20ª semana e a 22ª semana de gravidez e ele vai detectar outras malformações e como que tá o crescimento desses embriãozinho, desse bebezinho. As pacientes que foram submetidas a fertilização in vitro além desses dois ultrassons vão fazer mais ultrassons, mas no início da gravidez para ver se esse embrião ele tá se desenvolvendo bem, se ele está bem fixado, se ele vai ter algum descolamento de placenta, entre outros probleminhas que podem ocorrer nesse início de gravidez. Bom, isso que eu gostaria de falar para vocês hoje um pouquinho sobre essa dúvidas do pré-natal em pacientes que foram submetidas a fertilização in vitro. Para mais informações só acessar as normas redes sociais e curti-las. vídeopré natalgestaçãofiv
Categorias: Medicina

Linfedema: Inchaço das pernas

Vascular Pro - seg, 08/07/2017 - 11:39
Confira mais sobre o Linfedema, doença que atinge muitas pessoas atualmente, mas é pouco comentado atualmente. O cirurgião vascular dr. Alexandre Amato esclarece tudo sobre esse doença.  

  **** Transcrição ****     Olá, sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Amato Instituto de Medicina avançada. E hoje nós vamos falar sobre linfedema, linfedema que é um problema que atinge tantas pessoas e tão pouco comentado por aí. O linfedema é o acúmulo de líquidos e proteínas no interstício no tecido entre os vasos e nos tecidos nossos membros inferiores, membros superiores e inferiores. Linfedema pode ocorrem em qualquer parte do nosso corpo. Normalmente membros superiores ele está associado a um pós-operatório, ou seja, paciente faz uma cirurgia de câncer de mama e fica com linfedema depois, em membros inferiores está mais associado com a erisipela ou com as infecções de repetição. O linfedema é uma das causas de inchaço, existem várias outras que não estão associados com o linfedema, por exemplo, insuficiência cardíaca, na insuficiência venosa, o mixedema, tireoide, e várias outras. Então, para fazer o diagnóstico é preciso primeiro afastar essas outras causas para depois chegar no diagnóstico do linfedema. O linfedema não possui uma cura, mas existe o tratamento então são maneiras da gente é controlar a doença. O tratamento se baseia em quatro pilares, que se consiste na drenática manual que não tem nada a ver com essa drenagem linfática com essa massagem que é feita por aí, a drenagem linfática de verdade ela é um pouquinho diferente, é preciso encontrar um profissional adequado que saiba fazer a drenagem corretamente. Também baseia-se em exercícios linfomiocinéticos que ajudam a bombear a linfa novamente e baseia-se também em terapia de compressão então o uso de meias elásticas ou compressão inelástica também, existem várias técnicas atualmente muita tecnologia aplicada na terapia de compressão atualmente. E no Cuidado com a pele e cuidados locais então esses cuidados são muito importantes para evitar feridas, evitar porta de entrada para infecção, no caso do membro inferior evitando uma nova i linfedema erisipela e que progressivamente vai piorando cada vez mais a situação do linfedema. Então, esses quatro pilares são os principais no tratamento do linfedema. Com relação aos cuidados locais, veja o vídeo sobre orientação para pé diabético, apesar de ser para pé diabético todas as orientações valem também para quem tem linfedema. Então curta nosso vídeo, compartilhe e obrigado por nos assistir. Tags: videolinfedemalinfático Select ratingGive Linfedema: Inchaço das pernas 1/5Give Linfedema: Inchaço das pernas 2/5Give Linfedema: Inchaço das pernas 3/5Give Linfedema: Inchaço das pernas 4/5Give Linfedema: Inchaço das pernas 5/5 Average: 4.3 (3 votes)
Categorias: Medicina

Linfedema: Inchaço das pernas

Vascular Pro - seg, 08/07/2017 - 11:39
Confira mais sobre o Linfedema, doença que atinge muitas pessoas atualmente, mas é pouco comentado atualmente. O cirurgião vascular dr. Alexandre Amato esclarece tudo sobre esse doença.  

  **** Transcrição ****     Olá, sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Amato Instituto de Medicina avançada. E hoje nós vamos falar sobre linfedema, linfedema que é um problema que atinge tantas pessoas e tão pouco comentado por aí. O linfedema é o acúmulo de líquidos e proteínas no interstício no tecido entre os vasos e nos tecidos nossos membros inferiores, membros superiores e inferiores. Linfedema pode ocorrem em qualquer parte do nosso corpo. Normalmente membros superiores ele está associado a um pós-operatório, ou seja, paciente faz uma cirurgia de câncer de mama e fica com linfedema depois, em membros inferiores está mais associado com a erisipela ou com as infecções de repetição. O linfedema é uma das causas de inchaço, existem várias outras que não estão associados com o linfedema, por exemplo, insuficiência cardíaca, na insuficiência venosa, o mixedema, tireoide, e várias outras. Então, para fazer o diagnóstico é preciso primeiro afastar essas outras causas para depois chegar no diagnóstico do linfedema. O linfedema não possui uma cura, mas existe o tratamento então são maneiras da gente é controlar a doença. O tratamento se baseia em quatro pilares, que se consiste na drenática manual que não tem nada a ver com essa drenagem linfática com essa massagem que é feita por aí, a drenagem linfática de verdade ela é um pouquinho diferente, é preciso encontrar um profissional adequado que saiba fazer a drenagem corretamente. Também baseia-se em exercícios linfomiocinéticos que ajudam a bombear a linfa novamente e baseia-se também em terapia de compressão então o uso de meias elásticas ou compressão inelástica também, existem várias técnicas atualmente muita tecnologia aplicada na terapia de compressão atualmente. E no Cuidado com a pele e cuidados locais então esses cuidados são muito importantes para evitar feridas, evitar porta de entrada para infecção, no caso do membro inferior evitando uma nova i linfedema erisipela e que progressivamente vai piorando cada vez mais a situação do linfedema. Então, esses quatro pilares são os principais no tratamento do linfedema. Com relação aos cuidados locais, veja o vídeo sobre orientação para pé diabético, apesar de ser para pé diabético todas as orientações valem também para quem tem linfedema. Então curta nosso vídeo, compartilhe e obrigado por nos assistir. Tags: videolinfedemalinfático Select ratingGive Linfedema: Inchaço das pernas 1/5Give Linfedema: Inchaço das pernas 2/5Give Linfedema: Inchaço das pernas 3/5Give Linfedema: Inchaço das pernas 4/5Give Linfedema: Inchaço das pernas 5/5 No votes yet
Categorias: Medicina

Preservação da fertilidade feminina

Fertilidade - seg, 08/07/2017 - 11:30
Preservação da Fertilidade A obstetra e ginecologista dra. Juliana Amato explica alguns hábitos importantes que as mulheres devem ter se quiserem aumentar as chances de engravidar. Confira!  

 

Preservação da Fertilidade

Hoje falaremos sobre os hábitos que ajudam o casal a preservar a fertilidade. manter hábitos saudáveis, cuidar do corpo e da mente são peças chaves na manutenção da saúde de qualquer pessoa, assim como da saúde sexual. 

Evitar o cigarro - este contém toxinas prejudiciais ao nosso organismo, além do risco de desenvolver câncer comprometem a qualidade de óvulos e espermatozóides.

Alimentação saudável e Prática regular de exercícios físicos - sabe-se que a obesidade altera os níveis hormonais levando a Síndrome metabólica e dificuldade para engravidar e a magreza excessiva impede a ovulação e com isto as chances de gravidez

Medicamentos - o uso de alguns medicamentos podem afetar a produção de espermatozóides pelo homen e a ovulação na mulher. Converse com seu médico sobre as medicações que usa para uma adequada orientação.

  ***** Transcrição *****     Olá, meu nome é Juliana Amato, eu sou ginecologista e obstetra da Amato Instituto de Medicina Avançada. E hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre a preservação da fertilidade feminina. Então, o que a mulher ela deve tomar cuidado, que a mulher deve se ater para preservar a sua fertilidade. Não fumar, existem estudos mostrando que o tabagismo ele altera e muito a qualidade dos óvulos, assim como ele também altera a qualidade dos espermatozoides. Então o indicado é que se evite o tabagismo. Manter hábitos de vida adequados, como, atividade física regular, uma boa alimentação, evitar ficar alimentos com muito conservante. Muito artificiais, isso também prejudica a qualidade do óvulos. Além disso o que a mulher deve fazer e se ater quando ela chega por volta dos 35 anos. À partir dos 35 anos a nossa fertilidade ela tem uma queda, ou seja, ocorre uma diminuição da qualidade e da quantidade dos óvulos então chegando nessa época da vida dela ela tem que se preocupar em preservar a sua fertilidade através do congelamento de óvulos. Muitas mulheres elas não têm uma perspectiva de 35 anos de quando elas vão ter filhos, normalmente não tem um namorado, não tem um parceiro fixo.  Então o ideal é que elas conversem com o seu ginecologista, conversem com o médico especialista em reprodução assistida, para que isso seja feito. Bom, era isso que eu gostaria de falar com você hoje. Para mais informações acesse nossas redes sociais e curtam no Facebook. vídeopreservaçãoO que você achou deste conteúdo?:  0 No votes yet
Categorias: Medicina

Preservação da fertilidade feminina

Fertilidade - seg, 08/07/2017 - 11:30
Preservação da Fertilidade A obstetra e ginecologista dra. Juliana Amato explica alguns hábitos importantes que as mulheres devem ter se quiserem aumentar as chances de engravidar. Confira!  

  ***** Transcrição *****     Olá, meu nome é Juliana Amato, eu sou ginecologista e obstetra da Amato Instituto de Medicina Avançada. E hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre a preservação da fertilidade feminina. Então, o que a mulher ela deve tomar cuidado, que a mulher deve se ater para preservar a sua fertilidade. Não fumar, existem estudos mostrando que o tabagismo ele altera e muito a qualidade dos óvulos, assim como ele também altera a qualidade dos espermatozoides. Então o indicado é que se evite o tabagismo. Manter hábitos de vida adequados, como, atividade física regular, uma boa alimentação, evitar ficar alimentos com muito conservante. Muito artificiais, isso também prejudica a qualidade do óvulos. Além disso o que a mulher deve fazer e se ater quando ela chega por volta dos 35 anos. À partir dos 35 anos a nossa fertilidade ela tem uma queda, ou seja, ocorre uma diminuição da qualidade e da quantidade dos óvulos então chegando nessa época da vida dela ela tem que se preocupar em preservar a sua fertilidade através do congelamento de óvulos. Muitas mulheres elas não têm uma perspectiva de 35 anos de quando elas vão ter filhos, normalmente não tem um namorado, não tem um parceiro fixo.  Então o ideal é que elas conversem com o seu ginecologista, conversem com o médico especialista em reprodução assistida, para que isso seja feito. Bom, era isso que eu gostaria de falar com você hoje. Para mais informações acesse nossas redes sociais e curtam no Facebook. vídeopreservação
Categorias: Medicina

Hérnia de disco a Laser: Tratamento coluna com laser

Neurocirurgia - seg, 08/07/2017 - 11:24
O neurocirurgião dr. Marcelo Amato explica para quem a cirurgia a laser é recomendada, nos casos de hérnia de disco. Confira!  

*** Transcrição ****     Olá, eu sou doutor Marcelo Amato. E hoje nós vamos falar um pouco do tratamento a laser da hérnia de disco. Esse é o procedimento realizado nos Estados Unidos já desde a década de 80 e também em outros países da Europa, demorou um pouco para chegar aqui no Brasil, talvez por ter sido considerado um tratamento experimental por muito tempo. Hoje no entanto a literatura reforça o uso dessa técnica para o tratamento de algumas hérnia de disco principalmente as hérnias de disco contidas, ou seja, aquelas em que não houve o extravasamento do núcleo do disco através do ânulo fibroso, que é aquela cápsula, que envolve o núcleo do disco. Esse é o procedimento que é realizado no sistema de hospital dia, o paciente é realizado uma sedação e uma anestesia local através de inserção de uma agulha na região das costas do paciente, nós tentamos atingir o centro do disco, essa agulha ela posicionada na do centro do disco com o auxílio do arco cirúrgico, que é aquele equipamento de raio X que nos dá uma visão tridimensional do corpo. E aí através dessa agulha por dentro dela é passado uma fibra ótica essa fibra ela vai transmitir a energia do equipamento de laser até o centro do disco, essa energia fará com que o núcleo do disco se vaporize e dessa forma a redução a pressão dentro do disco, o volume e a pressão. A pressão reduzida dentro do disco faz muitas vezes com que o fragmento herniado retorne a sua posição habitual ou se isso não for possível a redução da pressão acaba reduzindo consequentemente a  pressão em cima das estruturas nervosas ao redor do disco, que pode ser o suficiente para trazer o alivio dos sintomas do paciente. É um procedimento que dura vinte minutos e o paciente pode ir embora para casa logo depois da cirurgia. Eu gostaria de reforçar também que assim como qualquer outro procedimento para as doenças degenerativas da colunas como as hérnias de disco, um procedimento ele nunca é suficiente, o paciente precisa adotar hábitos de vida saudável, precisa fazer uma reabilitação fortalecimento da musculatura que envolve a coluna. Adotar hábitos posturais bons como a gente já conversou aqui em outra oportunidade, porque senão muitas vezes a gente resolve o problema de um disco do paciente mas algum tempo depois ele vai ter problema no outro disco ou então em outra estrutura que seja de importância para o funcionamento correto da coluna. Bom, gente, hoje foi isso que eu quis mostrar para vocês. Para mais informações sobre esse ou outros procedimentos, acesse o nosso site e acompanhe nossas publicações nas redes sociais. Tags: videocirurgia laser hernia discal
Categorias: Medicina

Hérnia de disco a Laser: Tratamento coluna com laser

Neurocirurgia - seg, 08/07/2017 - 11:24
O neurocirurgião dr. Marcelo Amato explica para quem a cirurgia a laser é recomendada, nos casos de hérnia de disco. Confira!  

*** Transcrição ****     Olá, eu sou doutor Marcelo Amato. E hoje nós vamos falar um pouco do tratamento a laser da hérnia de disco. Esse é o procedimento realizado nos Estados Unidos já desde a década de 80 e também em outros países da Europa, demorou um pouco para chegar aqui no Brasil, talvez por ter sido considerado um tratamento experimental por muito tempo. Hoje no entanto a literatura reforça o uso dessa técnica para o tratamento de algumas hérnia de disco principalmente as hérnias de disco contidas, ou seja, aquelas em que não houve o extravasamento do núcleo do disco através do ânulo fibroso, que é aquela cápsula, que envolve o núcleo do disco. Esse é o procedimento que é realizado no sistema de hospital dia, o paciente é realizado uma sedação e uma anestesia local através de inserção de uma agulha na região das costas do paciente, nós tentamos atingir o centro do disco, essa agulha ela posicionada na do centro do disco com o auxílio do arco cirúrgico, que é aquele equipamento de raio X que nos dá uma visão tridimensional do corpo. E aí através dessa agulha por dentro dela é passado uma fibra ótica essa fibra ela vai transmitir a energia do equipamento de laser até o centro do disco, essa energia fará com que o núcleo do disco se vaporize e dessa forma a redução a pressão dentro do disco, o volume e a pressão. A pressão reduzida dentro do disco faz muitas vezes com que o fragmento herniado retorne a sua posição habitual ou se isso não for possível a redução da pressão acaba reduzindo consequentemente a  pressão em cima das estruturas nervosas ao redor do disco, que pode ser o suficiente para trazer o alivio dos sintomas do paciente. É um procedimento que dura vinte minutos e o paciente pode ir embora para casa logo depois da cirurgia. Eu gostaria de reforçar também que assim como qualquer outro procedimento para as doenças degenerativas da colunas como as hérnias de disco, um procedimento ele nunca é suficiente, o paciente precisa adotar hábitos de vida saudável, precisa fazer uma reabilitação fortalecimento da musculatura que envolve a coluna. Adotar hábitos posturais bons como a gente já conversou aqui em outra oportunidade, porque senão muitas vezes a gente resolve o problema de um disco do paciente mas algum tempo depois ele vai ter problema no outro disco ou então em outra estrutura que seja de importância para o funcionamento correto da coluna. Bom, gente, hoje foi isso que eu quis mostrar para vocês. Para mais informações sobre esse ou outros procedimentos, acesse o nosso site e acompanhe nossas publicações nas redes sociais. Tags: videocirurgia laser hernia discal
Categorias: Medicina

Cuidados com o pé diabético. O que todo diabético deve saber.

Vascular Pro - seg, 08/07/2017 - 11:20
O dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular, explica quais são os principais cuidados que os diabéticos devem ter com os pés.  

  **** Transcrição *****       Olá, sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato. E hoje vou falar sobre pés diabéticos e os cuidados que temos que ter. As orientações valem não só para quem tem pé diabéticos, mas também para quem tem erisipela, insuficiência venosa crônica ou qualquer outro tipo de lesão em membros inferiores que seja necessário evitar feridas e infecções. Então eu falo aqui do pé diabético que é a situação bem comum de cinco a dez por cento da população tem. A diabetes e uma doença muito comum e com o decorrer do tempo a maior parte dos diabéticos principalmente os não controlados podem desenvolver algum grau de pé diabético. O pé diabético é uma das grandes causas no mundo de amputação e por isso todos os cuidados são até poucos para a gente evitar. Então vamos lá, o que a gente pode e deve fazer para evitar a infecção grave no pé diabético. Sabemos que o diabético tem uma dificuldade visual, uma evolução da doença existe uma perda da acuidade visual, há também uma perda da sensibilidade no pé, isso quer dizer que pequenas feridas e muitas vezes feridas grandes não são percebidas, não há a sensação tática, não há sensação  de dor então a gente têm que pro ativamente procurar essas lesões e evita-las, isso então significa que diariamente o diabético têm que examinar os seus pés a procura de pequenas feridas, pequenas lesões, pequenas rachaduras que podem crescer com o tempo, podem infeccionar e causar graves lesões. O tratamento das lesões deve obviamente ser feita em acompanhamento com o médico então se for identificado qualquer feridinha, por favor procure o seu cirurgião vascular, procure seu endocrinologista. Todos os pacientes diabéticos devem se preocupar com os pés e tomar os seguintes cuidados, então na higiene pessoal lavar e manter os pés sempre bem secos para evitar uma micose, o uso de talco pode ser orientado pelo seu médico, existem atualmente meias especiais para evitar infecção, o uso de sapatos confortáveis então, existem sapatos próprios para quem tem diabetes e para evitar lesões que são sapatos sem costuras internas. Falando em costura interna, a própria meia pode ser usada do avesso então com a costura para fora evitar o contato diário com a costura que pode causar danos pequenos, mas que podem crescer com o tempo, olhar sempre dentro do sapato para ver se não tem alguma pedrinha, algum pedacinho de unha que possa ficar cutucando o dia inteiro e no final do dia formar uma ferida, deve também tomar cuidado ao emergir o pé na agua então vai tomar o banho de banheira não vai colocar o pé primeiro na agua, porque o pé não tendo sensibilidade não vai conseguir perceber uma agua muito quente que pode queimar então colocar primeiro a mão vê a temperatura para depois entrar com o pé, evitar muito andar descalço, andar descalço é pedir para ter algum tipo de lesão com algum prego, alguma pedrinha, alguma coisa, evitar o uso da sandália de dedo que pode machucar preferindo sapatos confortáveis próprios para quem tem diabetes, ao cortar as unhas evitar aquelas bordas que podem acabar machucando os outros dedos, tomar muito cuidado para não fazer nenhum outro machucado tentando cuidar das unhas e dos pés, dos calos, não usar produtos químicos, e obviamente se não tiver parado ainda, mas tem que parar de fumar isso é um fator principal ai no tratamento do diabético, do pé diabético, de quem tem arteriosclerose e várias doenças vasculares. Então essas orientações de cuidado dos pés pode parecer um pouquinho exagerada mas é para evitar um problema a médio e longo prazo que é muito grave que ser a amputação. Obrigado pela sua atenção. Se você gostou desse vídeo compartilhe e veja as nossas outras dicas nas redes sociais. Muito obrigado.   Leia também: O que é o pé diabético?

Pé diabético

 

Tags: diabetespé diabéticocuidadosaterosclerosevideo Select ratingGive Cuidados com o pé diabético. O que todo diabético deve saber. 1/5Give Cuidados com o pé diabético. O que todo diabético deve saber. 2/5Give Cuidados com o pé diabético. O que todo diabético deve saber. 3/5Give Cuidados com o pé diabético. O que todo diabético deve saber. 4/5Give Cuidados com o pé diabético. O que todo diabético deve saber. 5/5 No votes yet
Categorias: Medicina

Trombose Venosa e Avião (TVP, tromboflebite, embolia)

Vascular Pro - seg, 08/07/2017 - 11:13
O dr. Alexandre Amato explica quais são as recomendações gerais tanto para quem sofre, quanto para evitar a trombose venosa em viagens de avião. Confira!  

**** Transcrição *****       Olá, sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular, do Instituto Amato. E hoje vou falar sobre três assuntos, trombose venosa, embolia pulmonar e avião. Que será que avião tem a ver com tudo isso? Bom, a trombose venosa é a formação de um coágulo, um trombo dentro de uma veia e isso pode causar dor e inchaço. Quando esse coagulo se desprende ele pode percorrer as veias e ir parar no pulmão causando uma embolia pulmonar. A embolia pulmonar é muito grave podendo causar até a morte, por isso que as pessoas têm o medo da trombose. Na verdade, o medo é da embolia pulmonar decorrente de uma trombose venosa profunda. Então o tratamento da trombose consiste na anticoagulação e esse tratamento visa a diminuição do risco de embolia pulmonar. Quem tem uma embolia pulmonar pode sentir muita súbita falta de ar, dor torácica, escarro com sangue, formigamento e tudo isso pode sugerir uma embolia pulmonar. Mas normalmente estão associados aos sintomas da trombose venosa também. Então a pessoas que tem uma perna inchada, tem a dor na perna e em seguida passou a ter os sintomas da embolia pulmonar. Então agora o que que tudo isso tem a ver com avião? No avião em viagens longas principalmente com mais de 3 horas há um risco maior pela situação de ficar parado de se desenvolver uma trombose e consequentemente uma embolia então o medo vem daí. Mas agora o risco não é igual para todo mundo, quem possui fatores de risco, deve se preocupar mais com uma trombose então, quais são os fatores de risco? Quem já teve uma trombose, quem tem uma trombofilia, ou seja, uma doença do sangue que pode desencadear uma trombose, quem teve uma cirurgia recente, quem está imobilizado com a perna enfaixada, engessada, quem tem alguma doença grave e mais alguns outros fatores também. Existe um trabalho bem interessante um trabalho antigo que foi publicado mostrando quem teve trombose e tinha viajado de avião, dessas pessoas quase totalidade estava sentada em na janelinha, não estava sentado no corredor então isso vem do fato de que quem está no corredor acaba se movimentando mais tendo mais liberdade de movimentação do que quem está na janelinha. Então vamos lá, o que a gente pode fazer para evitar uma trombose e consequentemente uma embolia pulmonar no avião? Então, em primeiro lugar é não ficar parado o tempo todo tentar se movimentar, fazer exercícios na perna para bombear o sangue de volta, tomar bastante liquido o liquido não só dilui o sangue que não fica tão espesso, mas também te obriga a ir no banheiro que acaba se movimentando mais, o uso da meia elástica   serve não só para evitar trombose, mas também diminui os sintomas de uma viagem prolongada, como aquele inchaço no final da viagem e dor, sensação de peso e cansaço nas pernas. Outra dica agora, é usar o corredor e não a janelinha, Então como recomendações gerais para todo mundo eu digo, fazer exercícios de panturrilha então movimentar a perna durante o voo, se movimentar o máximo que puder, se hidratar bem tomar bastante liquido. E quem tem fator de risco, primeiro ter uma orientação pelo seu médico, pelo seu cirurgião vascular, mas basicamente vai ser o uso da meia elástica e possivelmente em alguns casos o uso de medicação anticoagulante para deixar o sangue mais fino e com menos risco de trombose. Se você gostou das informações compartilhe nosso vídeo e veja os nossos outros vídeos nas mídias sociais. Obrigado. Tags: trombosevenosavenosovideo Select ratingGive Trombose Venosa e Avião (TVP, tromboflebite, embolia) 1/5Give Trombose Venosa e Avião (TVP, tromboflebite, embolia) 2/5Give Trombose Venosa e Avião (TVP, tromboflebite, embolia) 3/5Give Trombose Venosa e Avião (TVP, tromboflebite, embolia) 4/5Give Trombose Venosa e Avião (TVP, tromboflebite, embolia) 5/5 No votes yet
Categorias: Medicina

Dieta anti-inflamatória

Vascular Pro - qua, 08/02/2017 - 19:29

Está se tornando cada vez mais claro que a inflamação crônica é a causa de muitas doenças graves – incluindo doenças cardíacas, muitos cânceres, e a doença de Alzheimer. Todos conhecemos a inflamação na superfície do corpo como dor, calor, inchaço e vermelhidão local. É o pilar da resposta de cura do corpo, trazendo mais nutrição e mais atividade imunológica para um local de lesão ou infecção. É com a inflamação que o corpo resiste e luta contra algo que não seja natural. Mas quando a inflamação persiste, não cessa ou ocorre onde não deve, danifica o corpo e provoca doenças. Estresse, falta de exercício, predisposição genética e exposição a toxinas (como o fumo de tabaco), todos podem contribuir para tal inflamação crônica. Mas, as escolhas alimentares também desempenham um papel importante, e é aí que podemos fazer a diferença. A aprendizagem de como alimentos específicos influenciam o processo inflamatório é a melhor estratégia para conter e reduzir os riscos de doença a longo prazo. 
A dieta anti-inflamatória não é uma dieta no sentido popular de perder peso – não é um programa de perda de peso (embora as pessoas possam fazer e perder peso com ela), além da dieta anti-inflamatória não ser um plano de alimentação para ficar por um período limitado de tempo, ou seja é mais uma reeducação alimentar. Em vez disso, ela é uma maneira de selecionar e preparar alimentos que tenham propriedades anti-inflamatórias, baseando-se no conhecimento científico de como podem ajudar seu corpo a manter a saúde ótima. Juntamente influenciando a inflamação, esta dieta natural anti-inflamatória fornecerá energia constante e amplas vitaminas, minerais, fibra dietética de ácidos graxos essenciais e a proteção dos fitonutrientes.
Você também pode adaptar suas receitas existentes de acordo com estas dicas de dieta anti-inflamatória:
Dicas gerais da dieta anti-inflamatória:

  • Foque na variedade. Principio importante para qualquer mudança de longo prazo.
  • Inclua alimentos frescos tanto quanto possível.
  • Minimize o consumo de alimentos processados e fast-food.
  • Coma em abundância frutas e legumes.

Ingestão calórica

  • A maioria dos adultos precisa consumir entre 2.000 e 3.000 calorias por dia.
  • Mulheres e pessoas menores e menos ativas precisam de menos calorias.
  • Homens e pessoas maiores e mais ativas precisam de mais calorias.
  • Se você está comendo o número apropriado de calorias para o seu nível de atividade, seu peso não deve variar muito.
  • A distribuição das calorias que você ingerir deve ser da seguinte forma: 40 a 50% de carboidratos, 30% de gordura e 20 a 30% de proteína.
  • Tente incluir carboidratos, gordura e proteína em cada refeição.

Hidratos de carbono (Carboidratos)

  • Em uma dieta de 2.000 calorias por dia, as mulheres adultas devem consumir entre 160 a 200 gramas de carboidratos por dia.
  • Homens adultos devem consumir entre 240 a 300 gramas de carboidratos por dia.
  • A maioria disto deve ser na forma de alimentos menos refinados, menos-processados com uma carga de baixo índice glicêmico.
  • Reduza o consumo de alimentos feitos com farinha de trigo e açúcar, especialmente o pão e alimentos embalados (incluindo batatas fritas e biscoitos).
  • Coma mais grãos integrais tais como arroz integral e trigo bulgur, em que o grão está intacto, ou em alguns pedaços grandes. Estes são preferíveis aos produtos de farinha de trigo integral, que tem aproximadamente o mesmo índice glicêmico que os produtos de farinha branca.
  • Coma mais feijões, abóboras de inverno e batata doce.
  • Cozinhe o macarrão al dente e coma-o com moderação.
  • Evite produtos feitos com alta frutose e xarope de milho.

Gordura

  • Em uma dieta de 2.000 calorias por dia, 600 calorias podem vir de gordura – ou seja, cerca de 67 gramas, e isso é saudável. Isto deve ser na proporção de 1:2:1 de gordura saturada a monoinsaturada e poliinsaturada.
  • Reduza sua ingestão de gordura saturada comendo menos manteiga, creme, queijo de alto teor de gordura, frango com pele e carnes gordas e produtos feitos com óleo de palmeira e óleo de côco.
  • Use o azeite extra virgem como um óleo de cozinha principal. Se você quer um óleo de sabor neutro, use óleo de canola prensado, orgânico. As versões de óleos de girassol e açafrão orgânicos, altamente oleicos e expelíveis também são aceitáveis.
  • Evite açafrão-bastardo/cártamo e óleos de girassol, óleo de milho, óleo de semente de algodão e mistura de óleos vegetais.
  • Evite rigorosamente margarina, gordura vegetal e todos os produtos que as listam como ingredientes. Estritamente evite todos os produtos feitos com óleos parcialmente hidrogenados de qualquer tipo. Inclua na sua dieta abacate e nozes, especialmente nozes, castanha de caju, amêndoas e manteigas de castanhas, feitas a partir dessas nozes.
  • Para ácidos graxos ômega-3, coma salmão (de preferência salmão fresco, congelado ou enlatado), sardinhas embaladas em água ou azeite, arenque e bacalhau preto (peixe negro, peixe-manteiga); ovos enriquecidos com ômega-3; as sementes de linhaça (de preferência moídas na hora); ou tome um suplemento de óleo de peixe (procure produtos que fornecem tanto EPA e DHA, em uma conveniente dose diária de duas a três gramas).

Proteína

  • Em uma dieta de 2.000 calorias por dia, sua ingestão diária de proteína deve estar entre 80 e 120 gramas. Coma menos proteína, se você tiver problemas renais ou hepáticos, alergias, ou uma doença autoimune.
  • Diminua o consumo de proteína animal, com exceção do peixe, iogurte e queijo natural de alta qualidade.
  • Coma mais proteína vegetal, especialmente a partir de grãos em geral e soja em particular. Familiarize-se com toda a variedade de alimentos de soja disponíveis e encontre aqueles que você gosta.

Fibra

  • Tente comer 40 gramas de fibra por dia. Você pode obter isso, aumentando o consumo de frutas, especialmente berries, legumes (especialmente feijões e grãos) e cereais integrais.
  • Cereais prontos para consumo podem ser fontes de boa fibra, mas leia os rótulos para certificar-se de que eles te dão pelo menos 4, e de preferência 5, gramas de farelo para cada porção de 30 gramas.

Fitonutrientes

  • Para obter máxima proteção natural contra doenças relacionadas a idade (incluindo doenças cardiovasculares, câncer e doenças neurodegenerativas), bem como contra a toxicidade ambiental, coma uma variedade de frutas, legumes e cogumelos.
  • Escolha frutas e legumes de todas as áreas do espectro de cor, especialmente berries, tomate, laranja e frutas amarelas e folhas verdes escuras.
  • Escolha produtos orgânicos sempre que possível. Saiba quais culturas convencionalmente cultivadas são mais suscetíveis de transportar resíduos de pesticidas e evite-as.
  • Coma os vegetais crucíferos (família da couve) regularmente.
  • Inclua alimentos de soja em sua dieta.
  • Beba chá em vez de café, especialmente chá branco, verde ou oolong de boa qualidade.
  • Se você bebe álcool, escolha vinho tinto, preferencialmente. E com moderação.
  • Desfrute de chocolate amargo com moderação (com um teor mínimo de cacau de 70 por cento).

Vitaminas e minerais
A melhor maneira de obter todas as suas vitaminas diárias, minerais e micronutrientes é comer uma dieta rica em alimentos frescos, com uma abundância de frutas e legumes. Além disso, é possível complementar sua dieta com coquetel antioxidante, desde que acompanhada por médico:

  • Vitamina C, 200 miligramas por dia.
  • Vitamina E, 400 IU de Tocoferóis mistos naturais (d-alfa-tocoferol com outros tocoferóis, ou, melhor, um mínimo de 80 miligramas de uma mistura natural de tocoferóis e tocotrienóis).
  • Selênio, 200 microgramas de uma forma orgânica (ligada ao fermento).
  • Carotenoides mistos, 10.000-15.000 IU diariamente.
  • Os antioxidantes podem ser mais convenientemente tomados como parte de um suplemento multivitamínico/multimineral diário que também fornece pelo menos 400 microgramas de ácido fólico e 2.000 UI de vitamina D. Ele não deve conter nenhum ferro (a menos que você seja uma mulher e tenha períodos menstruais regulares) e nenhuma vitamina A pré-formada (retinol). Tome estes suplementos com a sua maior refeição.
  • As mulheres devem tomar cálcio suplementar, de preferência como citrato de cálcio, 500-700 miligramas por dia, dependendo da sua ingestão deste mineral. Os homens devem evitar cálcio suplementar.

Outros suplementos dietéticos

  • Se você não está comendo peixes oleosos pelo menos duas vezes por semana, tome suplemento de óleo de peixe, em cápsula ou em forma líquida (dois a três gramas por dia de um produto contendo EPA e DHA). Procure produtos certificados por serem livres de metais pesados e outros contaminantes.
  • Converse com seu médico sobre fazer terapia de baixa dose de aspirina, tome uma ou duas aspirinas por dia (81 ou 162 miligramas).
  • Se você não vai comer regularmente gengibre e cúrcuma, considere tomar estes de forma suplementar.
  • Adicione coenzima Q10 (CoQ10) ao seu regime diário: 60-100 miligramas em forma de softgel, tomado com sua maior refeição.
  • Se você é propenso a síndrome metabólica, tome ácidos alfa-lipóicos, 100 a 400 miligramas por dia.

Nenhuma medicação ou suplemento deve ser tomado sem o acompanhamento médico!!!
Água

  • Beba água pura, ou bebidas que são basicamente água (chá, suco de fruta muito diluído, água com gás com limão) durante todo o dia.
  • Use água engarrafada ou obtenha um purificador de água em casa, se a água da torneira tiver gosto de cloro ou outros contaminantes, ou se você vive em uma área onde a água é suspeita ou conhecida por ser contaminada.

 

Tags: dieta Select ratingGive Dieta anti-inflamatória 1/5Give Dieta anti-inflamatória 2/5Give Dieta anti-inflamatória 3/5Give Dieta anti-inflamatória 4/5Give Dieta anti-inflamatória 5/5 No votes yet
Categorias: Medicina

Azoospermia

Fertilidade - qua, 08/02/2017 - 19:13
Azoospermia

Azoospermia é quando nenhum espermatozóide é detectado no semen ejaculado. É diagnosticada no espermograma, exame que analisa o líquido ejaculado pelo homem e verifica não só a presença e ausência de espermatozoides, como também sua qualidade e mobilidade avaliando a fertilidade do homem.

Tipos e causas
Azoospermia não obstrutiva — falta de produção de espermatozóides pelos testículos. As causas deste tipo de azoospermia incluem defeitos congênitos dos testículos ou danos externos.
Azoospermia obstrutiva — bloqueio do sistema de transporte do esperma. Pode ocorrer por danos, uma vasectomia ou anormalidades do epidídimo ou canais deferentes.

O que é azoospermia?

Para entender a azoospermia além da ausência de espermatozóides, é preciso compreender que os espermatozoides são produzidos nos testículos e ficam depositados em estruturas chamados epidídimos, onde os eles amadurecem e ganham mais movimentação. Quando existe a estimulação sexual, os espermatozoides armazenados viajam pela uretra (canal por onde passa a urina e o sêmen), onde desagua também o material proveniente da próstata e das vesículas seminais: o sêmen.

Sêmen é o líquido ejaculado na relação sexual pelos homens e que normalmente carrega os espermatozoides. Serve para manter os espermatozoides vivos até chegarem no local da fecundação, no encontro com o óvulo. Milhares de espermatozoides precisam envolver um óvulo no interior da trompa uterina da mulher para que apenas um consiga penetrar e iniciar toda a mágica da formação do embrião.

Portanto, a azoospermia é causada por problemas na produção (testículos), no armazenamento (epidídimos), ou ainda na distribuição dos espermatozoides, no caminho das células até a uretra. Isso inclui todas as doenças que afetam os testículos ou epidídimos como:

  • trauma,
  • infecções,
  • radiação,
  • tumores/neoplasias/câncer,
  • seu tratamento com medicamentos quimioterápicos,
  • torções,
  • criptorquidia (testículo oculto que não desceu para a bolsa escrotal),
  • cirurgias pélvicas,
  • varicocele (dilatação das veias que drenam os testículos);
  • e doenças que provocam obstruções no caminho que liga os testículos até o canal da uretra, tubo por onde o sêmen é ejaculado.

Cada uma das causas possui tratamento diferente, quando o objetivo é tratar a causa. Mas, quando o objetivo final é ter um bebê, a coleta dos espermatozóides pode ser feita, muitas vezes por:

homemespermaespermatozóideO que você achou deste conteúdo?:  0 No votes yet
Categorias: Medicina

Azoospermia

Fertilidade - qua, 08/02/2017 - 19:13
Azoospermia

Azoospermia é quando nenhum espermatozóide é detectado no semen ejaculado. É diagnosticada no espermograma, exame que analisa o líquido ejaculado pelo homem e verifica não só a presença e ausência de espermatozoides, como também sua qualidade e mobilidade avaliando a fertilidade do homem.

Tipos e causas
Azoospermia não obstrutiva — falta de produção de espermatozóides pelos testículos. As causas deste tipo de azoospermia incluem defeitos congênitos dos testículos ou danos externos.
Azoospermia obstrutiva — bloqueio do sistema de transporte do esperma. Pode ocorrer por danos, uma vasectomia ou anormalidades do epidídimo ou canais deferentes.

O que é azoospermia?

Para entender a azoospermia além da ausência de espermatozóides, é preciso compreender que os espermatozoides são produzidos nos testículos e ficam depositados em estruturas chamados epidídimos, onde os eles amadurecem e ganham mais movimentação. Quando existe a estimulação sexual, os espermatozoides armazenados viajam pela uretra (canal por onde passa a urina e o sêmen), onde desagua também o material proveniente da próstata e das vesículas seminais: o sêmen.

Sêmen é o líquido ejaculado na relação sexual pelos homens e que normalmente carrega os espermatozoides. Serve para manter os espermatozoides vivos até chegarem no local da fecundação, no encontro com o óvulo. Milhares de espermatozoides precisam envolver um óvulo no interior da trompa uterina da mulher para que apenas um consiga penetrar e iniciar toda a mágica da formação do embrião.

Portanto, a azoospermia é causada por problemas na produção (testículos), no armazenamento (epidídimos), ou ainda na distribuição dos espermatozoides, no caminho das células até a uretra. Isso inclui todas as doenças que afetam os testículos ou epidídimos como:

  • trauma,
  • infecções,
  • radiação,
  • tumores/neoplasias/câncer,
  • seu tratamento com medicamentos quimioterápicos,
  • torções,
  • criptorquidia (testículo oculto que não desceu para a bolsa escrotal),
  • cirurgias pélvicas,
  • varicocele (dilatação das veias que drenam os testículos);
  • e doenças que provocam obstruções no caminho que liga os testículos até o canal da uretra, tubo por onde o sêmen é ejaculado.

Cada uma das causas possui tratamento diferente, quando o objetivo é tratar a causa. Mas, quando o objetivo final é ter um bebê, a coleta dos espermatozóides pode ser feita, muitas vezes por:

homemespermaespermatozóide
Categorias: Medicina

Embolização de Varicocele

Vascular Pro - seg, 07/17/2017 - 15:32

Embolização de Varicocele
Uma varicocele é uma veia alargada no escroto de um homem que pode causar dor, inchaço ou infertilidade. A técnica de Embolização de Varicocele usa orientação por imagem de RaioX e um cateter para colocar uma mola pequena ou um fluido embólico em um vaso sanguíneo para desviar o fluxo de sangue para longe da varicocele. É menos invasivo que a cirurgia convencional, podendo aliviar a dor e inchaço e melhorar a qualidade do esperma com segurança.
Informe o seu médico sobre qualquer doença recente, condições médicas, alergias e medicamentos que você está tomando, incluindo aspirina e suplementos fitoterápicos. Você pode ser aconselhado a parar de tomar aspirina, antiinflamatórios não-esteroides (AINEs) ou anticoagulantes, vários dias antes de seu procedimento. Deixe joias em casa e use roupas soltas e confortáveis. Você pode ser requisitado a usar um roupão. Se você for ser sedado, pode ser dito para não comer ou beber nada de quatro a oito horas antes de seu procedimento. Se assim for, tenha planos de alguém te levar para casa depois.

 
O que é Embolização de Varicocele?
Embolização de varicocele é um procedimento guiado por imagem no qual se usa um cateter em uma minúscula mola e/ou líquido embólico em um vaso sanguíneo para desviar o fluxo de sangue de uma Varicocele.
Uma varicocele é uma veia alargada e alongada no escroto de um homem, como se fossem varizes. Pode causar dor, inchaço e infertilidade. Um exame clínico pode confirmar a presença de um varicocele e um exame de ultrassom pode permitir a avaliação das conclusões.
Embolização de Varicocele, com segurança, alivia a dor e inchaço e pode melhorar a qualidade do esperma para casais inférteis.
 
Como devo me preparar?
Deve reportar ao seu médico todos os medicamentos que está tomando, incluindo os suplementos de ervas, e se você tem alguma alergia, especialmente para medicamento anestésico local, anestesia geral ou para materiais de contraste contendo iodo (por vezes referido como "corante" ou "tintura de raio-x"). Seu médico pode aconselhá-lo a parar de tomar aspirina, antiinflamatórios não-esteroides (AINEs) ou "afinadores" de sangue por um determinado período de tempo antes do seu procedimento.
Você receberá instruções específicas sobre como se preparar, incluindo quaisquer alterações que precisam ser feitas no seu horário de medicação regular.
Se você for receber um sedativo durante o procedimento, pode ser orientado a não comer ou beber nada durante quatro a oito horas antes do seu exame. Deve ter um parente ou amigo para acompanhá-lo e levá-lo para casa depois.
Será dado a você um roupão ou avental para usar durante o procedimento.
 
Com o que o equipamento se parece?
Neste procedimento, um cateter será usado.
Um cateter é um tubo de plástico longo e fino que é consideravelmente menor do que um "lápis", ou aproximadamente 1/8 de polegada de diâmetro.
Embolizações de varicocele geralmente são realizadas com orientação de raio-x.
Outros equipamentos que podem ser utilizados durante o procedimento incluem uma linha intravenosa (IV), máquina de ultrassom e dispositivos que monitoram seu batimento cardíaco e pressão arterial.
 
Como é realizado o procedimento?
Procedimentos minimamente invasivos, guiados por imagem, tais como embolização de varicocele são mais frequentemente realizados por um angiorradiologista treinado em radiologia intervencionista, em uma sala de cirurgia.
Este procedimento geralmente é feito em regime de hospital dia. No entanto, alguns pacientes podem necessitar seguir o procedimento de admissão. Por favor consulte com seu médico sobre se você será ou se não será admitido.
Você será posicionado na mesa de exames.
Você pode ser conectado a monitores que controlam a sua frequência cardíaca, pressão arterial e pulso durante o procedimento.
Uma enfermeira ou irá inserir por via venosa (IV) uma sonda em uma veia na sua mão ou braço para que o medicamento sedativo possa ser administrado por via intravenosa. Sedação moderada pode ser usada. Como alternativa, você pode receber anestesia geral.
Seu médico vai anestesiar a área, geralmente na virilha, com um anestésico local.
A área do seu corpo onde o cateter é inserido será esterilizada e coberta com um pano cirúrgico.
Uma incisão na pele muito pequena é feita no local.
Usando a imagem de orientação com RaioX, um cateter (um tubo plástico longo, fino, oco) é inserido através da pele para a veia femoral, um grande vaso sanguíneo na virilha e manobrada para o local do tratamento.
Pequenas quantidades de corante de raio-x (contraste) são injetadas para que o angiorradiologista possa claramente ver as veias na radiografia, a fim de identificar onde está o problema e onde embolizar, ou bloquear, a veia.
Pequenas molas feitas de aço inoxidável, platina ou outros materiais, tais como líquidos, que diretamente fecham um vaso, são inseridas na veia para bloqueá-la. Bloqueando a drenagem da veia deficiente, o refluxo para o testículo é interrompido e o sangue é desviado para veias saudáveis para sair do testículo através de vias normais. O inchaço e pressão dentro do testículo serão reduzidos, se o fluxo sanguíneo for desviado com sucesso.
No final do procedimento, o cateter será removido e pressão será aplicada para parar qualquer sangramento. A abertura na pele é então coberta com um curativo. Nenhuma sutura é necessária.
Este procedimento geralmente é realizado dentro de uma hora.
 
O que vou experimentar durante e após o procedimento?
O angiorradiologista limpa sua pele acima do ponto de inserção para o cateter e aplica um anestésico local. A sedação por via venosa é normalmente dada para que você não sinta muita dor ou incômodo. Normalmente, você não vai sentir o cateter durante o procedimento.
Dispositivos para monitorar sua frequência cardíaca e pressão arterial serão anexados ao seu corpo.
Você vai sentir uma ligeira picada de agulha quando a agulha for inserida em sua veia para a linha intravenosa (IV) e quando o anestésico local for injetado. A maior parte da sensação é no local da incisão de pele que está anestesiada usando anestesia local. Você pode sentir pressão quando o cateter é inserido na veia ou artéria.
Se o procedimento for feito com sedação, com o sedativo intravenoso (IV) você vai se sentir relaxado, com sono e confortável para o procedimento. Você pode ou não pode permanecer acordado, dependendo de quão profundamente você está sedado.
Você pode sentir pressão leve quando o cateter for inserido, mas não um sério desconforto.
Como o material de contraste passa por seu corpo, você pode experimentar uma sensação de calor que rapidamente some.
Você permanecerá na sala de recuperação até que esteja completamente acordado e pronto para voltar para casa.
Você deve ser capaz de retomar suas atividades normais dentro de 24 horas.
Quem interpreta os resultados e como eu os consigo?
O angiorradiologista pode aconselhá-lo se o procedimento foi um sucesso técnico, quando ele estiver concluído.
 
Quais são os benefícios vs riscos?
Benefícios

  • Não há necessidade de incisão cirúrgica — apenas uma pequena incisão na pele que não tem que ser costurada.
  • O tempo de recuperação é mais curto com embolização do que com a cirurgia aberta.
  • Existe uma taxa de sucesso de 90% com embolização, que são os mesmos resultados como os alcançados com as mais invasivas técnicas cirúrgicas.

Riscos

  • Qualquer processo onde a pele é penetrada carrega um risco de infecção. A chance de infecção, que exige tratamento antibiótico parece ser menos de um em 1.000.
  • Há um risco muito pequeno de uma reação alérgica, quando o material de contraste é injetado.
  • Qualquer procedimento que envolve a colocação de um cateter dentro de um vaso sanguíneo acarreta certos riscos. Estes riscos incluem danos para os vasos sanguíneos, grandes hematomas ou hemorragias no local da punção e infecção. No entanto precaução é tomada para mitigar esses riscos.
  • Há sempre uma chance de que um agente embólico possa apresentar-se no lugar errado e privar o tecido normal do seu suprimento de oxigênio.
  • Há sempre uma pequena chance de câncer devido a exposição a radiações depois de muito tempo, e com o acúmulo de radiação. No entanto, o benefício do tratamento compensa o risco.
  • Outras possíveis complicações incluem dor lombar, inflamação dentro do escroto (epididimite) e flebite.

 
Quais são as limitações da embolização de Varicocele?
Em aproximadamente 5 a 10 por cento dos pacientes que se submetem à embolização de varicocele, as varicoceles retornam. Esta taxa de recorrência de varicocele é semelhante a taxa relatada para procedimentos cirúrgicos invasivos.
Em menos de cinco por cento dos pacientes que se submetem à embolização de varicocele, o angiorradiologista não será capaz de posicionar o cateter adequadamente para permitir o bloqueio da veia deficiente.
 

Tags: infertilidadehomemvaricoceleembolização
Categorias: Medicina

Hiperidrose

Vascular Pro - sex, 07/14/2017 - 16:38

O que é hiperidrose?
É uma doença na qual ocorre suor excessivo, os pacientes podem transpirar muito mesmo em repouso. A sudorese até certo ponto é uma condição normal do nosso corpo e ajuda a manter a temperatura. É normal suar quando se está calor, durante a prática de atividades físicas ou em certas situações específicas, como momentos de raiva, nervosismo ou medo. Entretanto, a sudorese excessiva ocorre mesmo sem a presença de qualquer desses fatores. Isso ocorre porque as glândulas sudoríparas (de suor) dos pacientes são hiperfuncionantes.
A hiperidrose pode decorrer de diferentes causas, como fatores emocionais, hereditários ou doenças. Diferentes regiões do corpo podem ser acometidas: axilas, palmas das mãos, rosto, cabeça, plantas dos pés e virilhas. Quando há transpiração extrema, esta pode ser embaraçosa, desconfortável, indutora de ansiedade e se tornar incapacitante. Pode perturbar todos os aspectos da vida de uma pessoa, desde a escolha da carreira e atividades recreativas até relacionamentos, bem-estar emocional e autoimagem.
Quais são os sintomas?
O principal sintoma da hiperidrose é o suor excessivo, seja em todo o corpo ou em áreas localizadas, como axilas, mãos, pés ou rosto. 
Quem são os especialistas resposnsáveis por tratar a hiperidrose?
É uma doença de tratamento multidisciplinar. O dermatologista atua nas alterações fisiológicas determinadas pela simpatectomia, tanto por secura da pele. O nutricionista ou nutrólogo são de extrema importância na orientação dietética, com prescrição de dieta com baixa capacidade termogênica. O endocrinologista auxilia no sobrepeso ou problemas relacionados ao metabolismo. O psicólogo ajuda no apoio psicológico e na minimização dos sintomas. O psiquiatra ou neurologista também acompanha o tratamento com antidepressivos ou drogas de efeito no sistema nervoso central quando induzida por estresse mental ou por ansiedade. O educador físico orientará e acompanhará nos exercícios físicos, contribuindo na melhora do condicionamento físico e, conseqüentemente, na qualidade de vida do paciente. O cirurgião vascular ou cirurgião torácico são responsáveis pelo tratamento cirúrgico com a simpatectomia e a simpatectomia videotoracoscópica.
Quais são os tratamentos disponíveis?
É preciso determinar a causa principal da condição, diagnosticando alguma doença ou uso de medicação. Por isso a consulta com o cirurgião vascular é muito importante. No caso de hiperidrose primária, existem alguns tratamentos disponíveis como os que seguem:

  • Tratamento não medicamentoso:
    • ​Controle do peso: Geralmente, o aumento do índice de massa corpórea (IMC) está associado à maior necessidade de transpiração. Portanto, os pacientes com HHC devem ser orientados a manter seu IMC na faixa considerada normal.Este índice é calculado pela seguinte fórmula: IMC = peso em quilogramas dividido pela altura em metros, elevada ao quadrado (kg/m2).
    • Dieta não-termogênica: A dieta estimula o sistema nervoso simpático a aumentar a salivação. Esse estímulo é proveniente do paladar, olfato e até mesmo da visão. O estímulo simpático pode ter efeito sistêmico, dependendo da composição dos micronutrientes da dieta, provo- cando, em alguns casos, o aumento da sudorese corpórea. Certos alimentos têm sido reportados como ativadores do sistema nervoso simpático, levando a respostas metabólicas e endócrinas, 30-40 min após sua ingestão, e devem ser EVITADOS, tais como pimenta, alho, coentro, canela, ketchup, sal, gengibre, chocolate, café, carne de porco, vísceras, carne vermelha, leite e derivados, morango, refrigerantes a base de cola, algumas leguminosas, chás (mate, preto, verdes, camomila), etc. Com relação à composição da dieta, as proteínas são as que mais contribuem para ativar o sistema nervoso simpático, ou seja, ativam a termogênese, seguidas pelos carboidratos. Os carboidratos estimulam a síntese de insulina, levando ao aumento dos níveis de norepinefrina e, conseqüentemente, ao aumento da temperatura corpórea. As gorduras não apresentam efeito termogênico como muitos acreditam, sendo a mais neutra dos três.
    • Exercícios físicos: Fazer exercícios é bom e também é eficiente no emagrecimento e redução dos índices de gordura corpórea.
    • Vestuário: O vestuário, tanto social quanto do ambiente de trabalho, deverá ser readaptado às condições supor- táveis pelo paciente. Uma fina camiseta de tecido sintético (poliamida e elastano), tipo caimento seco (dry-fit) pode ajudar a melhor distribuir o suor, quando usada por debaixo da camisa. Trocas frequentes quando necessários.
    • Clima: os pacientes apresentam melhora quando estão em clima frio, com baixa umidade e com boa ventilação. 
    • Atividades laborativas: Mudar para funções e trabalhos que possam ser exercidos em ambiente que possua climatização com ar refrigerado.
    • Sono: O uso de antidepressivos pode ajudar no restabelecimento da qualidade e quantidade do sono.
    • Antitranspirantes: sudorese excessiva pode ser controlada com fortes antitranspirantes (48hs ou mais).
  • Tratamento medicamentoso oral: drogas anticolinérgicas ajudam a impedir a estimulação das glândulas sudoríparas, mas, embora eficazes para alguns pacientes, são pouco receitadas e às vezes pouco toleradas. Os efeitos colaterais incluem boca seca, tonturas e problemas com a micção. Os betabloqueadores ou benzodiazepínicos podem ajudar a reduzir a transpiração relacionada ao estresse.
  • Toxina botulínica tipo A (Botox): toxina botulínica purificada pode ser injetada na axila, nas mãos ou nos pés para bloquear temporariamente a sudorese, sendo seu principal inconveniente a dor na aplicação.
  • Simpatectomia torácica endoscópica (STE): em casos graves, que não respondem aos tratamentos clínicos, pode-se recomendar um procedimento cirúrgico executado por cirurgião tóracico ou vascular.  Este procedimento desliga o sinal que avisa o corpo para suar excessivamente. Sua melhor indicação é para os casos nos quais as palmas das mãos ou plantas dos pés são acometidas.  A principal complicação é começar a suar em outras áreas do corpo, o que chamamos de hiperidrose compensatória.
  • Curetagem e liposucção/lipoaspiração: em alguns casos de hiperidrose axilar pode ser feita uma “raspagem”, ou mesmo uma liposucção das glândulas sudoríparas e da gordura que está abaixo da pele da axila, aliviando, desta forma, a sudorese.
Tags: hiperidrose
Categorias: Medicina

Sistema Linfático

Vascular Pro - qui, 07/13/2017 - 19:05
Sistema linfático: linfedema, erisipela

Doenças do Sistema Linfático:
Existem várias doenças do sistema linfático. A mais prevalente na prática diária do cirurgião vascular é a Erisipela. Mas também fazem parte os linfedemas.
Não confundir linfedema com lipedema, entidade clinica que se diferencia por ser uma doença crônica que ocorre na maioria das vezes em mulheres, caracterizada por ser bilateral, com excesso simétrico de tecido gorduroso principalmente nas pernas e tornozelos, combinado a uma tendência de inchaço que piora ao ficar de pé, muitas vezes associado a dor.

linfáticosistemadoenças
Categorias: Medicina

Lipedema

Vascular Pro - qui, 07/13/2017 - 18:51

Definição: lipedema (síndrome gordurosa dolorosa) é uma doença crônica que ocorre na maioria das vezes em mulheres. É caracterizada por ser bilateral, com excesso simétrico de tecido gorduroso principalmente nas pernas e tornozelos, combinado a uma tendência de inchaço que piora ao ficar de pé. O lipedema em homens é raro. Frequentemente o lipedema é confundido com o linfedema de membros inferiores ou simplesmente obesidade.

 

Etiologia

A etiologia do lipedema e outros tipos de deposição gordurosa ainda é desconhecido, embora suspeite-se de uma causa genética. Outras possíveis causas de lipedema incluem metabólico, inflamatório e envolvimento hormonal.

 

Sintomas

Sintomas variam de acordo com cada pessoa, e nem todas possuem todos os sintomas

  • Apresentação simétrica, envolvendo ambas as pernas 1
  • Dor em tecido mole no repouso, ao caminhar ou ao tocar. Hipersensibilidade ao toque.1
  • Acúmulo de gordura lipêmica da cintura até os joelhos ou tornozelos, as vezes com uma marca anelar acima do tornozelo, com os pés livres de acometimento2
  • Hiper mobilidade2
  • Coxins gordurosos acima, medial e abaixo dos joelhos e na região lateral alta de coxas1
  • Nodulos gordurosos ou coxins podem aumentar estresse na articulação causando marcha anormal e/ou dor aumentada nas articulações2
  • Problemas nos joelhos que podem levar a alteração da marcha1
  • Acúmulo de gordura lipedêmica nos braços, as vezes com hgrande quantidade de gordura pendurada quando braço está esticado, pesquisa mostra que entre 30 a 90% das pessoas com lipedema tem braços também afetados2
  • Acúmulo de gordura lipedemica nos braços, causando um efeito de “blusa” com um anel distinto de grdura acima do pulso2
  • Perda da elasticidade da pele1
  • Edema não depressível no inicio; posteriormente pode tornar-se lipo-linfema (estágio IV)1
  • Edema depressível pode ocorrer na ortostase prolongada e melhora ao elevar membros2
  • Dieta de restrição calórica tem pouco efeito na gordura lipedêmica1
  • Hematomas fáceis e frequentes1
  • Sinal de Stemmer negativo nos pés e mãos1
  • Temperatura diminuída nos membros3
  • Cansaço geral3
  • Sensibilidade à pressão3
  • Textura do membro é borrachosa3
  • O inicio dos sintomas ocorrem na puberdade, gravidez ou menopausa1
  • Aparecimento ou exacerbação pode ocorrer após cirurgia com anestesia geral3
  • Pés e mãos geralmente são poupados antes do estagio IV de lipo-linfedema1
  • Estagios iniciais: a parte superior do corpo pode permanecer delgada a medida que o corpo inferior aumenta e a gordura se acumula nos quadris, coxas e pernas1
  • Estagios tardios: gordura piledemica também pode acumular no peito, torso, abdome e extremidades superiores3
  • Envolvimento linfático evidente nos estágios tardios2
  • Dor crônica e constrangimento pode levar a depressão e/ou transtornos alimentares2,3
  • Deterioração progressiva da mobilidade se não tratado1
  • Gordura torna-se fibrótica4
  • Baixa de vitamina D, ferro e/ou B124
  • Às vezes ocorrem bolsões de gordura/fluido abaixo do joelho3

 

1 – citado em vários trabalhos 2 – citado em alguns trabalhos 3 – respostas em pesquisas com pacientes 4 – relatos de caso

 

Estágios do lipedema

·      Estágio I

  • Pele é lisa/suave
  • O inchaço aumenta durante o dia e pode resolver com o descanso e elevação dos membros
  • Responde bem ao tratamento

·      Estágio II

  • Pele tem marcas “identações”
  • Lipomas podem ocorrer
  • Eczema e erisipelas podem estar presentes
  • Edema aumenta durante o dia, com melhora parcial após repouso e elevação dos membros
  • Pode responder bem ao tratamento

·      Estágio III

  • Tecido conectivo endurecido, fibroesclerose
  • Edema presente e consistente
  • Grandes áreas e massas de pele e gordura que se sobrepõe
  • Menos responsivo a algumas modalidades de tratamento

·      Estágio IV

  • Fibroesclerose, possivelmente elefantíase
  • Edema consistente presente
  • Grandes áreas e massas de pele e gordura que se sobrepõe
  • Tambem conhecido como Lipo-linfedema
  • Menos responsivo a algumas modalidades de tratamento

 

Diagnóstico diferencial

 

Doença

Lipedema

Linfedema

Obesidade

Lipo-linfedema

Insuficiencia Venosa

Característica

Depositos de gordura, edema em pernas e braços, mas não em mãos e pés

Depósitos de gordura, edema em um membro incluindo pés e mãos

Deposito de gordura generalizado

Depósito de gordura, edema generalizado em pernas, braços e torso

Edema próximo do tornozelo, dermatite ocre, pouco edema

Sexo

F

M/F

M/F

F

M/F

Quando inicia

Durante mudanças hormonais (puberdade, gravidez, menopausa)

Após cirurgia que aferta o sistema linfático ou ao nascimento

Qualquer idade

Durante mudanças hormonais

Em torno do inicio da obesidade, diabetes, gravidez, hipertensão

Associação com dieta

Dieta com restrição calórica inefetiva

Dieta com restrição calórica inefetiva

Dieta e perda de peso são efetivas

Dieta com restrição calórica inefetiva

Sem relação com a ingestão calórica

Edema/Inchaço

Edema não depressível

Edema depressível

Sem edema

Muito edema, um pouco depressível, alguma fibrose

Frequentemente edema, mas também pode ocorrer sem edema nos estágios iniciais

Sinal típico no exame físico

Sinal de Stemmer negativo

Sinal de Stemmer positivo

Sinal de Stemmer negativo

Sinal de Stemmer negativo ou positivo

 

Dor?

Provavelmente dor nas áreas afetadas

Sem dor inicialmente

Sem dor

Dor em áreas afetadas

Provavelmente dor

Frequencia na população

Melhor estimativa é de 11% das mulheres adultas

Baixa

>30% dos norte americanos

Desconhecido

30% dos norte americanos

Celulite/Erisipela

Sem história de celulite

História possível de celulite ou erisipela

 

Provavelmente história de celulite

Frequente coceira e manchas na pelo confundidas com celulite

Genética/Hereditariedade

Provavelmente história famíliar

História familiar não provável a não ser que seja linfedema familiar

Provavelmente história famíliar

Provavelmente história famíliar de lipedema

Provavelmente história famíliar

 

Diferenciação entre lipedema e linfedema

Para se aprofundar na explanação do lipedema, é necessário comparar com o linfedema. Linfedema é frequentemente assimétrico e pode ser adquirido (secundário a cirurgia, trauma, infecção que danifica o sistema linfático) ou congênito (mudanças hereditárias o sistema linfático). A medida que o edema condinua e se espalha das extremidades inferiores para outras partes do corpo, o edema é provavelmente causado pelo fluxo linfático lento e mudanças da estrutura linfática causada pela pressão no membro lipedematoso. Isso é conhecido como lipo-linfedema. Lipo-linfedema também pode ocorrer concomitantemente com insuficiência venosa crônica e outras doenças vasculares.

 

Diagnóstico

Atualmente, a melhor maneira de diagnosticas lipedema é com o exame físico e anamnese feitas por médico treinado. Alguns médicos estão familiarizados com a distinção entre lipedema, linfedema e obesidade. Após a palpação da gordura o médico pode sentir nódulos. Com o avanço da doença, os nódulos podem aumentar de tamanho e de númeor e podem formar sequencias de nódulos. Comunicação entre pacientes e médicos deve ser estimulada.

O teste sanguíneo definitivo para diagnostico de lipedema não existe, entretanto alguns médicos recomendam tratar doenças concomitantes que costumam agravar o quadro e sintomas do lipedema. Os testes são: dosagem hormonal tireoideana, marcadores inflamatórios, dosagem de vitamina B e D. Em alguns estágios da doença, pode ser possível ver evidência do lipedema ou lipo-linfedema pelo ultrassom Ressonância Magnética, linfografia e/ ou linfocintilografia. Entretanto, deve haver muito cuidado devido ao falso resultado NORMAL nas fases iniciais do lipedema. Algumas ferramentas diagnósticas podem ajudar o médico a definir o protocolo de tratamento.

Schmeller distingue lipedema de lipohipertrofia que pode se apresentar com forma corporal semelhante, mas sem edema ou dor. Ele postula que essa condição pode levar a outra e que pessoas podem mover de um estado a outro. Mais pesquisa se faz necessária para determinar se lipedema e lipohipertrofia são a mesma condição ou se são diferentes uma da outra.

 

Tratamento

Embora o lipedema tenha sido diagnosticado e identificado inicialmente na Mayo Clinic em 1940, a maioria dos médicos não está familiarizado com a doença. Não há cura identificada no momento para o lipedema, entretanto a detecção precoce e o tratamento pode reduzir os danos progressivos ao paciente. Mudanças precoces de peso e dieta com nutrição e exercício podem ajudar a reduzir a gordura não  lipedemica e reduzir a inflamação. Dessa forma pode prevenir o aumento da parte inferior do corpo, que seria pior se o paciente também fosse obeso. Entretanto, mesmo com dieta rígida e regime de exercícios a doença também pode progredir e tratamentos futuros podem ser necessários.

Embora não haja tratamento comprovadamente efetivo para o lipedema, o edema pode ser controlado com a compressão, certos medicamentos, drenagem linfática manual e terapia de descongestao completa. A compressão pode ajudar no retorno linfático, mas dificilmente é tolerado pela dor que os pacientes apresentam, por isso é necessário o tratamento com médico especializado também na escolha da melhor compressão.

Lipoaspiração no tratamento do lipedema iniciou em 1980 e esta ficando cada vez mais comum. Embora tenha ajudado muitos pacientes quando feito por cirurgião treinado e consicente do lipedema, poucos médicos tem o conhecimento necessário, sendo um tratamento frequente na Europa, mas nem tanto nos Estados Unidos. Entre as técnicas de tratamento disponíveis, nem todas são adequadas para todos pacientes. A Lipoasiração assistida a agua (WAL – Water Assisted Liposuction) e a Lipoaspiração por tumescência (TLA – Tumescent Liposuction) são dois procedimentos realizados rotineiramente na Alemanha, Países Baixos, Inglaterra e Austria para pacientes com lipedema. Recomenda-se que os pacientes busquem informação aprofundada sobre as técnicas e os médicos antes da realização de qualquer procedimento.

Lipedema é acompanhada as vezes de outras doenças, que podem agravar a saúde do paciente. Doenças articulares, venosas, linfedema, obesidade, transtornos psicossociais são vistos frequentemente em pacientes com lipedema. Medicamentos para controle da dor, ansiedade e depressão são comuns nesta população, por isso recomenda-se associação a grupos de suporte. Cirurgia bariátrica não reduz a gordura lipedemica, embora possa ajudar a tratar as co-morbidades que acompanham.

 

Pesquisas atuais

Embora seja uma doença reconhecida, tratada e pesquisada na Europa, é pouco pesquisada nos Estados Unidos. Entretanto um aumento no reconhecimento do lipedema como condição médica é visto também na literatura médica. O interesse sobre lipedema tem aumentado nos anos. Dado que 11% da população adulta feminina pode sofrer desta doença, é vital que mais pesquisas sem feitas.

O lipedema é classificado no CID-10 como E882 (lipomatose)

 

Sinônimos
  • Lipalgia
  • Lipofilia Membralis
  • Adipose dolorosa
  • Adiposalgia
  • Lipohipertrofia dolorosa
  • Lipedema
  • Lipödem

 

Bibliografia

1)  Chen, S. G., Hsu, S. D., Chen, T. M., Wang, H. J. Painful fat syndrome in a male patient. Br J Plast Surg 2004; 57(3):282-286 2)  http://www.tillysmidt.nl/LIPEDEMA%20%20Englisch%20for%20Lipoedeem.htm,  3)  Todd, Marie, Lipoedema: presentation and management. Chronic Oedema, 2010; 10-16 4)  Schmeller W, Meier-Vollrath I, Chapter 7 Lipedema, http://www.hanse-klinik.com/englisch/Lipoedema.pdf  5)  Allen E V, Hines E A, Lipoedema of the legs. A syndrome characterized by fat legs and edema. Proc Staff. Meet. Mayo Clinic 1940; 15:184  6)  C to provide 7)  Fife CE, Maus EA, Carter MJ, 2010 Lipedema: A Frequently Misdiagnoed and Misunderstood Fatty Deposition Syndrome. ADV SKIN WOUND CARE 2010;23:81-92; quiz 93-4. reported "However, in an unpublished epidemiological study conducted in 2001, Foeldi and Foeldi [28] claimed that lipedema is present in 11% of the female population". [28] corresponds to "Foeldi E, Foeldi M. Lipedema. In: Foeldi M, Foeldi E, eds. Foeldi’s Textbook of Lymphology. 2nd ed. Munich, Germany: Elsevier; 2006:417-27. 8) Trayes KP, Studdiford JS, Pickle S, Tully AS  “Edema: Diagnosis and Management” Am Fam Physican 2013:88(2):102-110 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23939641  9) Herbst, Karen L “Rare adipose disorders (RADs) masquerading as obesity” Acta Pharmacol Sin. 2012 Feb;33(2):155-72. doi: 10.1038/aps.2011.153. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22301856  10) van der Krabben, Tatjana "Lipedema got a ICD-10 code!" http://blog.lipese.com/2016/12/lipedema-got-icd-10-code.html?utm_source=... 11) Lipedema / Lipoedema / Lipödem http://fatdisorders.org/fat-disorders/lipedema-lipoedema-description Tags: linfáticalinfáticoedemalipedema
Categorias: Medicina

Páginas

Subscrever Frases Fortes agregador - Medicina

Não perca Frases do Einstein selecionadas a dedo.

Conhece alguma frase legal? Envie-nos.

Vote agora nas frases e citações que você mais gosta.

delorean