Medicina

AVVQ Aberdeen Questionário

Vascular Pro - sab, 04/04/2020 - 16:40

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Suporte emocional para lipedema

Vascular Pro - sex, 04/03/2020 - 10:57

Distúrbios relacionados à gordura podem ser emocionalmente desgastantes para aqueles que sofrem dessas doenças, por isso é vital que você encontre apoio. Poder fazer perguntas à pessoas que passam por experiências semelhantes é inestimável. Você pode considerar a possibilidade de participar de vários grupos até encontrar pessoas com a mesma opinião. Abaixo está uma amostra de grupos do Facebook. Procure por “lipedema” ou “Dercum’s disease” ou “Madelung’s disease” no Facebook para ver os grupos disponíveis.

Informe-se na Associação Brasileira de Lipedema sobre as possibilidades perto de você

Assista “The Emotional Challenges of a Fat Disorder” (Os Desafios Emocionais de um Distúrbio relacionado à Gordura) no canal do FDRS no YouTube. Lembre-se, você não está sozinha.

 


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Recursos para Lipedema

 

Recursos da doença de Dercum

 

Recursos de Madelung

 

Por favor, respeite a privacidade dos grupos de pacientes e não peça para se juntar a eles se você não tiver a doença.

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Disturbios e Doenças da Gordura

Vascular Pro - sex, 04/03/2020 - 10:38
  • Obesidade
  • Xantomatose
  • Doenças do tecido subcutâneo adiposo
    • Lipedema
    • Doença de Madelung
    • Doença de Dercum
    • Lipomatose multipla familiar

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Vibração ajuda (Plataforma vibratória) no Lipedema

Vascular Pro - sex, 04/03/2020 - 10:29

O movimento é uma das coisas mais importantes que as pacientes com problemas de gordura podem fazer para melhorar sua condição. No entanto, dependendo do estágio da doença, o exercício pode ser difícil e/ou doloroso. Plataformas de vibração podem ser a maneira ideal de exercitar suavemente seus músculos para que você ganhe força e tonifique sem colocar pressão sobre as articulações. As máquinas de vibração melhoram o fluxo linfático, o fluxo sanguíneo, o tônus muscular e a massa óssea, o que é de suma importância para qualquer pessoa com um distúrbio relacionado à gordura.

A plataforma vibratória é um equipamento relativamente barato, ou seja, é possível tê-lo em casa, além de estar disponível em muitas academias. Segundo informações das próprias pacientes, o uso do equipamento deve ocorrer em suas potências mais fracas. Colocar o equipamento no “mais forte” não ajuda e incomoda bastante.


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Para mais informações, consulte o vídeo “Pumping, Vibration, and Dry Brushing #FDRS2016” no canal do YouTube da FDRS.


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O importante é entender qual o benefício da plataforma vibratória. Ela não vai fazer a gordura desaparecer, mas pode ser um excelente auxilio no retorno linfático e, assim, diminuindo os sintomas inflamatórios e possivelmente diminuindo a sensação de inchaço.

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Terapia Descongestiva Complexa

Vascular Pro - sex, 04/03/2020 - 10:08

Terapia Descongestiva Complexa (ou Completa) é um termo para uma série de procedimentos clínicos intensivos projetados para reduzir o excesso de fluido do corpo. A Terapia Descongestiva Complexa pode incluir qualquer um dos seguintes:

 

 

O tratamento com Drenagem Linfática pode ajudar a reduzir o tamanho de um membro. No entanto, a insuficiência elástica da pele torna muito fácil o preenchimento do membro com fluido de edema. Como tal, muitas vezes é necessário que um terapeuta envolva ou enfaixe o membro afetado para evitar a reacumulação de fluido linfático que foi evacuado. Muitas pacientes com distúrbios relacionados à gordura completam uma série de Carboxiterapia intensiva antes de estarem aptas para roupas de compressão personalizadas.

Pacientes com lipedema, edema generalizado, linfedema e lipo-linfedema podem se beneficiar da Terapia Descongestiva Complexa. No entanto, aquelas que têm lipedema com apenas inchaço limitado não podem.

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Tudo Sobre Úlceras Venosas Na Perna

Vascular Pro - qui, 04/02/2020 - 22:08

Úlceras venosas na perna são um problema comum para as pessoas mais velhas, e se você as tiver, você pode estar preocupado ou angustiado. No Instituto Amato, podemos entender como o desenvolvimento de úlceras venosas na perna podem te fazer mal, mas garanto que com o tratamento rápido e eficiente o problema venoso, você poderá voltar à sua vida normal o mais rapidamente possível. Falaremos aqui sobre  úlceras venosas na perna, então você não terá mais dúvidas sobre essa doença.

O que é uma úlcera venosa?

Úlceras venosas na perna são o tipo mais comum de úlcera de pele que afeta diretamente a área acima do tornozelo. Uma úlcera de pele se refere à uma parte da pele que fica exposta, revelando a carne por baixo. Elas são mais comuns em mulheres e idosos. Enquanto a maioria das úlceras de perna é indolor, algumas pessoas sentem dor em suas úlceras, principalmente quando infectado ou quando tem outra causa associada. Sem tratamento adequado, essas úlceras de perna começam a se espalhar, e podem causar uma variedade de problemas, se deixadas sem tratamento. Também é possível desenvolver úlceras de perna não venosas, que são mais comumente causadas por má circulação. No Vascular.pro, nosso especialista de veias, Dr. Alexandre Amato, é especializado no tratamento de úlceras venosas na perna. Úlceras de perna não venosas requerem um tipo diferente de tratamento, muitas vezes em concomitância com o endocrinologista, cirurgião plástico e dermatologista. O Instituto Amato possui equipe completa e multiprofissional para o tratamento das úlceras. Este artigo será focado em úlceras venosas na perna, que podemos tratar em nossas instalações.

As causas de úlceras venosas nas pernas

Úlceras venosas nas pernas são causadas por uma elevação da pressão venosa na perna, que empurra o líquido para fora das veias e faz com que ele se acumule debaixo da superfície da pele. Não está relacionado com a pressão alta arterial. Ao longo do tempo, a pele que é danificada engrossa e incha. Com o tempo, a pele danificada se decompõe, formando uma úlcera. Essa elevação da pressão venosa origina sangue acumulado em veias superficiais. Este sangue tende a acumular por conta de danos nas válvulas das veias maiores, frequentemente por um coágulo de sangue recente ou por varizes. Por causa da força da gravidade, o sangue fluirá para as válvulas danificadas novamente e acumulará nas veias inferiores.

Diagnóstico de úlceras venosas na perna

O aparecimento de úlceras venosas na perna é geralmente óbvio. O aparecimento de úlceras venosas na perna é diferente do de úlceras não venosas em geral. Normalmente, para descartar a má circulação, como a causa, seu médico irá verificar sua pressão no tornozelo e no braço. Dividindo-se a pressão arterial do tornozelo através da pressão de sangue do braço, seu médico poderá calcular o seu índice de pressão tornozelo-braquial (ABPI). Uma baixa relação sugere má circulação como uma causa, ao invés de um problema com as veias. Seu médico também poderá realizar outros testes para avaliar se você tem ou não outras doenças, tais como diabetes ou artrite, que pode causar úlceras na pele. Se seu caso é mais complexo, pode também ser necessário uma ressonância magnética ou tomografia computadorizada.

Tratamento clinico de úlceras venosas na perna

Se seu médico determinar que sua úlcera da perna é causada por problemas venosos, começará o tratamento de úlceras venosas da perna. Uma enfermeira vai cobrir sua úlcera como qualquer ferida normal, embora isto não seja suficiente para curar completamente uma úlcera venosa na perna. Seu médico também irá prescrever uma bandagem de compressão para você, que será parte integrante de seu tratamento da veia. Depois de cobrir a ferida, a sua enfermeira aplicará duas a quatro camadas de enfaixamento compressivo sobre a úlcera. A pressão é mais elevada na altura do tornozelo e diminui conforme sobe a perna. Uma meia de compressão também poderá ser usada, mas uma bandagem irá cobrir mais efetivamente a área.

A cada semana ou algo assim, você precisará voltar para a nossa clínica de veia para ter suas ataduras reaplicadas. Antes de vir, é melhor manter a perna elevada durante várias horas. Dentro da bandagem de compressão você deve ser capaz de facilmente mover seu tornozelo; Se você não puder, ou se está experimentando dor, é importante conversar com o seu especialista de veia.

Além do tratamento e aplicação das ligaduras de compressão, é importante incorporar uma rotina de elevar a perna em repouso e adicionar mais atividade em sua vida diária. Durante 30 minutos, quatro vezes por dia, eleve a perna acima de seu coração, especialmente se a perna estiver inchada, e durma com a perna elevada, se possível. Além disso, simplesmente não descanse o tempo todo; também é importante que você permaneça ativo. Participe em atividades que você normalmente faria e em seguida, tente adicionar caminhadas regulares. Não fique em pé por longos períodos de tempo.

Úlceras venosas na perna curam dentro de 12 semanas com o tratamento clinico adequado.

Tratamento cirúrgico de úlceras venosas na perna

O tratamento cirúrgico evoluiu muito nos últimos anos. Apresentando melhora clinica rápida e segura.

Em certos casos, se uma úlcera não cicatriza, seu médico pode recomendar um enxerto de pele, ou tratamento cirurgico. Você também pode precisar fazer cirurgia venosa após sua úlcera cicatrizar, se ela foi causada por uma condição das veias, como varizes.

Quando a causa da úlcera é insuficiência venosa superficial será avaliado a possibilidade de tratamento com laser venoso, que pode ser prontamente realizado com aceleração no processo de cicatrização da úlcera. O procedimento com espuma para úlcera venosa também pode ser indicado.

Se você tem úlceras de perna ou outro problema com a saúde de suas veias, contate o Instituto Amato e Vascular.pro, hoje. Como especialistas de veias, nos orgulhamos de oferecer cuidados compassivos e abrangentes aos nossos pacientes.

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Trombofilia: doença do sangue que causa trombose

Vascular Pro - qui, 04/02/2020 - 21:25

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Sejam bem-vindos ao canal do Instituto Amato! Eu sou o Dr. Alexandre Amato, Cirurgião Vascular no Instituto Amato, e nesse vídeo falaremos sobre a trombofilia.

O Prof. Dr. Alexandre Amato é professor de cirurgia vascular da UNISA e chefe da cirurgia vascular do Instituto Amato (www.amato.com.br). Cirurgião Vascular e Varizes?‍⚕Especialista em Lipedema, Doutor (PhD) pela USP?Médico Assist. Hosp. San Raffaele – Milão 2008 ?? Prof. da UNISA?‍??11 50532222

Escreveu vários livros (https://www.amato.com.br/livros-medicos), e está dando esse de presente para você: http://bit.ly/HistoriaCirurgia, aproveite!

Siga no Facebook: https://www.facebook.com/institutoamato/reviews
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Estamos à disposição na Av Brasil, 2283. Tel 11 5053-2222 ou WhatsApp 11 93318-3661.

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Lipedema e o coronavírus

Vascular Pro - qui, 04/02/2020 - 16:17
Esperamos que todos estejam saudáveis e bem nesse momento crítico. Gostaria de informar que o lipedema NÃO é fator de risco para o coronavírus. Quem possui lipedema não tem risco maior de contrair o vírus, e quem contraiu o vírus não tem risco maior de complicação grave por causa do lipedema. Mas… o lipedema muitas vezes vem acompanhado de outras comorbidades (doenças associadas), como obesidade, diabetes, asma, idade avançada, que não tem relação direta com o lipedema, mas sim, podem agravar a evolução da doença. Sugerimos não realizar procedimentos eletivos de lipedema (lipoaspiração) no momento e aguardar o restabelecimento da segurança para voltar ao planejamento cirúrgico. Isso não significa que devem abandonar o tratamento. Esse é o momento para aumentar a dedicação ao tratamento clínico e auto-conhecimento. Algumas dicas:
Dieta: objetivo principal não piorar a dieta anterior, objetivo secundário melhorar a dieta anterior. Coma saudável. Aproveite para aprender sobre a dieta anti-inflamatória. Aproveite esse tempo para identificar os alimentos pró inflamatórios para você. (http://bit.ly/suadietapessoal). Pode estudar tambem a dieta cetogênica. (https://www.amato.com.br/content/perda-de-peso-rapida-e-dietas-cetogenicas)
Movimente-se: não fique sedentária. Não desista apesar das dificuldades. Aproveite para fazer aulas online de Yoga e Pilates. Existem muitas à disposição. (mas dêem uma olhada em https://lymphaticyoga.net/) A plataforma vibratória é excelente para ser feita dentro de casa.
Elastocompressão: Se você está usando meias elásticas, não deixe de usar porque está em casa. Cuide delas adequadamente para que durem mais. Não compre meias novas online sem saber o modelo e tamanho exato. Veja sobre as terapias alternativas que à vezes não temos tempo de dar atenção, como a escovação a seco por exemplo (https://vascular.pro/escovacao-a-seco/) Piora dos sintomas? Bom, se já temos poucos trabalhos sobre lipedema em geral, imagina sobre a relação de lipedema com o coronavirus… Pessoalmente eu acredito que como o covid19 é uma doença inflamatória, ela pode ser um gatilho para os sintomas inflamatórios do lipedema. Mas, se você está nesse grupo, já deve saber e ter lido sobre as mais diversas maneiras de controlar esses sintomas. Se acontecer, não se preocupe. Trate a infecção que é primordial seguindo as orientações do seu médico, e depois, resolvemos os sintomas do lipedema. Entendemos que o isolamento é dificil para todos, principalmente para as portadoras de lipedema, mas a prioridade é a saúde de todos. Mantenha a saúde mental com rotina de exercícios, estude sobre o assunto, converse com amigas online, resgate um hobbie antigo, leia, escreva, utilize seu tempo de forma a melhorar. Diminua o tempo em mídias sociais e lendo notícias ruins. Sugerimos ler apenas o jornal https://thegoodnewscoronavirus.com/, que apresenta as BOAS notícias. Se todo mundo fizer sua parte, que é bem simples, retomaremos nossas vidas fora de casa em breve.

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Ecodoppler é Tudo Igual? Ultrassom para veias é o exame certo?

Vascular Pro - ter, 03/31/2020 - 19:19

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Exame de ultrassom para varizes é tudo igual? Ecodoppler e ultrassom é a mesma coisa? O exame que meu vascular pediu está certo? Posso fazer em qualquer lugar? Todas essas dúvidas e muito mais respondidas pelo Cirurgião Vascular do Instituto Amato (www.amato.com.br)

Sejam bem-vindos ao canal do Instituto Amato! Eu sou o Dr. Alexandre Amato, Cirurgião Vascular no Instituto Amato, e nesse vídeo falaremos sobre o exame de ecodoppler.

O Prof. Dr. Alexandre Amato é professor de cirurgia vascular da UNISA e chefe da cirurgia vascular do Instituto Amato (www.amato.com.br). Cirurgião Vascular e Varizes?‍⚕Especialista em Lipedema, Doutor (PhD) pela USP?Médico Assist. Hosp. San Raffaele – Milão 2008 ?? Prof. da UNISA?‍??11 50532222

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Síndrome x Fenômeno de Cockett / May-Thurner sem enrolação e o que tem a ver com varizes.

Vascular Pro - qua, 03/25/2020 - 18:01

 


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Sejam bem-vindos ao canal do Instituto Amato! Eu sou o Dr. Alexandre Amato, Cirurgião Vascular no Instituto Amato, e nesse vídeo falaremos sobre a diferença entre a síndrome e o fenômeno de Cockett / May-Thurner.

O Prof. Dr. Alexandre Amato é professor de cirurgia vascular da UNISA e chefe da cirurgia vascular do Instituto Amato (www.amato.com.br). Cirurgião Vascular e Varizes?‍⚕Especialista em Lipedema, Doutor (PhD) pela USP?Médico Assist. Hosp. San Raffaele – Milão 2008 ?? Prof. da UNISA?‍??11 50532222

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Celulite é genética?

Vascular Pro - qua, 03/11/2020 - 09:15

Sabemos e já comentamos várias vezes aqui que a celulite estética está relacionada com o lipedema, que é um problema genético. Agora temos um trabalho cientifico relacionando diretamente a celulite estética, não a celulite infecciosa (erisipela) à genes bem identificados (ACE e HIF1A).

A celulite é um problema complexo que atinge as mulheres caracterizada por alterações na pele. Afeta principalmente as nádegas e as coxas, embora outras áreas do corpo, como o abdômen, também possam ser afetadas. É considerado pouco atraente e indesejado por muitas, pois confere à pele uma aparência covinha, semelhante a casca de laranja. Muitas pessoas com celulite grave buscam opções eficazes de tratamento e desejam saber como prevenir a doença. No entanto, a patologia da condição não é totalmente compreendida, dificultando a cura ou a prevenção de seu desenvolvimento. Anteriormente, foi sugerido que a presença de excesso de gordura subcutânea pode ser uma das principais causas de celulite, mas pesquisas recentes indicam que a formação de celulite é mais complexa do que pensávamos. Fatores hormonais, sistema microcirculatório, matriz extracelular, alterações inflamatórias sutis e possivelmente fatores produzidos por adipócitos (células adiposas) podem desempenhar papéis importantes na formação da celulite. Para entender melhor a fisiopatologia dessa questão cosmética generalizada, os pesquisadores investigaram fatores genéticos que podem contribuir para o seu desenvolvimento.  Esse novo estudo avaliou genes com possíveis correlações à essa alteração na pele em 200 mulheres. Foi examinado 25 polimorfismos em 15 genes candidatos.

Foi encontrado 2 polimorfismos relacionados com a celulite dentro desses 25. A relação estatística foi mostrada, agora temos que entender a influência de cada um desses genes e, assim, traçar uma estratégica para o tratamento e prevenção da celulite, de modo que as mulheres fiquem com as pernas bonitas!

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Menstruação fora do tempo

Fertilidade - sab, 03/07/2020 - 10:26

Muitas visitas ao ginecologista são devidas a sangramentos
“O fluxo menstrual deve ter duração entre 3 a 7 dias e o ciclo com intervalo de 24 a 32 dias.
Se o seu ciclo e/ou fluxo não estã nesse intervalo, é válida uma consulta com seu ginecologista para avaliar o que pode estar ocasionando o problema.
Conhecida como metrorragia, O sangramento anormal do útero pode ser provocado por pólipos endometriais, miomas, traumas, gestação fora do útero, alterações hormonais e até mesmo câncer.
Essa perda de sangue de forma irregular pode causar alguns sintomas como fraqueza, palidez e tontura. O tratamento deve ser feito de acordo com a intensidade desse sangramento e o diagnóstico por trás do motivo dele.
 

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metrorragia
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Fase Lútea

Fertilidade - qua, 03/04/2020 - 12:17

A fase lútea é a segunda metade do seu ciclo, começando após a ovulação e terminando quando você começa a próxima menstruação.

Durante esse períoso, seus ovários produzem um hormônio chamado progesterona e o útero se prepara para uma possível gravidez.

Fase Lútea - Dra. JULIANA A... by Alexandre Amato on Scribd

menstruação
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Útero retrovertido

Fertilidade - ter, 02/25/2020 - 11:30

Os úteros retrovertidos ou invertidos são úteros que estão voltados para trás e se apoiam levemente no intestino.
Eles são normais, sendo apenas uma questão de posição. Somente em alguns casos (muito raros) é necessário uma cirurgia para fazer o reposicionamento.
O útero não é um órgão estático, então é normal que ele se mova em algumas circunstâncias, por exemplo, na gestação, onde ele sal do seu lugar e ocupa toda a pelve.
 

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Útero retrovertido

Fertilidade - ter, 02/25/2020 - 11:30

Os úteros retrovertidos ou invertidos são úteros que estão voltados para trás e se apoiam levemente no intestino.
Eles são normais, sendo apenas uma questão de posição. Somente em alguns casos (muito raros) é necessário uma cirurgia para fazer o reposicionamento.
O útero não é um órgão estático, então é normal que ele se mova em algumas circunstâncias, por exemplo, na gestação, onde ele sal do seu lugar e ocupa toda a pelve.
 

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Realidade aumentada: flebovisualização

Vascular Pro - sab, 02/22/2020 - 12:18


A tecnologia da flebovisualização com captação de infravermelho e projeção a laser no paciente já é utilizada no Vascular.pro e Instituto Amato desde 2012.

A Realidade aumentada  é a integração de elementos ou informações virtuais a visualizações do mundo real através de uma câmera e com o uso de sensores de movimento como giroscópio e acelerômetro. É uma experiência interativa de um mundo real, onde objetos que residem no mundo real são “acentuados” por informação perceptiva criada por computadores, no caso dos flebovisualizadores de modo visual.

Iniciamos muitos anos antes com o uso de câmeras infravermelho para identificação venosa, o que poderia ser considerado a época apenas a fotodocumentação venosa. Mas com a projeção no próprio paciente, torna-se a realidade aumentada.

Com o evoluir das câmeras nos smartphones, criamos um aplicativo para o iOS gratuito, que qualquer um pode baixar, o Vein Camera, que é capaz de captar as imagens e fazer um pós processamento para realce das veias.

 

 

A realidade aumentada pode ser utilizada

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Ultrassonografia vascular

Vascular Pro - sab, 02/22/2020 - 12:04

Ultrassonografia com doppler colorido de alta definição: também conhecido como mapeamento duplex ou ecodoppler venoso

O que é?

Ultrassonografia com doppler colorido de alta definição é um importante exame subsidiário de imagem utilizado para diagnósticos e avaliação vascular, avaliando tanto as veias safenas, perfurantes e colaterais e também todo o sistema arterial.

Como funciona?

A Ultrassonografia com doppler colorido de alta definição mostra se há dilatações e obstruções durante todo o trajeto do sangue ou se há refluxo nas veias. Também permite visualizar a presença de trombose e verificar a intensidade e direção do fluxo sanguíneo.

Vantagens
  • É um exame não invasivo e indolor,
  • Apresenta não só a anatomia, mas também a funcionalidade das veias e artérias. Permitindo um planejamento terapêutico minucioso.
  • Permite também a investigação detalhada e não invasiva da hemodinâmica corporal, que pode ser avaliada quantitativa e qualitativamente, não só do ponto de vista morfológico, mas também funcional
  • Pode ser considerado semelhante, ou melhor, substituto à flebografia e outros exames invasivos na maioria das doenças vasculares
  • Além da avaliação venosa e arterial, temos critérios específicos da Vascular.pro e Instituto Amato de avaliação e indicação de Lipedema e correlação do exame funcional com estético
  • É um método que não utiliza nenhum tipo de radiação e não apresenta efeitos colaterais
  • Os resultados dos tratamentos venosos, arteriais e linfáticos evoluíram imensamente
Tecnologia a serviço de bons resultados

O Instituto Amato possui equipamentos de ultrassom de última geração à disposição de sua equipe desde 1999, tendo trazido o primeiro aparelho Sequoia para o Brasil.

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Nutrição nas doenças da gordura

Vascular Pro - sex, 02/21/2020 - 19:35

Exercício em combinação com uma dieta saudável é o ponto de partida para o tratamento de pessoas com desordens relacionadas à gordura.

Como 70% do sistema linfático do corpo está no intestino, é vital encontrar o plano de nutrição ou “dieta” que trabalhe para reduzir a inflamação. Especialistas em desordens relacionadas à gordura enfatizam o valor dos alimentos anti-inflamatórios tanto no manejo do desconforto associado ao lipedema quanto na doença de Dercum e manter um nível de energia e um peso saudável. Acredita-se que uma dieta ocidental tradicional leve ao acúmulo excessivo de tecido adiposo branco e ao potencial aumento de endotoxinas e inflamação.

Alguns pacientes que reduziram a ingestão de açúcares simples, produtos lácteos, carne e glúten e aumentaram a ingestão de vegetais folhosos, frutas coloridas e alimentos ricos em ácidos graxos ômega-3 (por exemplo, salmão, nozes, óleo de linhaça), relataram níveis mais altos de energia, redução da inflamação e melhores respostas ao exercício e controle da dor em geral.

Para pessoas propensas a reter fluidos através de edemalipedema ou linfedema, NÃO DESISTA se as melhorias da sua nova dieta não forem imediatamente óbvias. Pode levar vários meses para ser razoavelmente rigoroso com a sua dieta e com exercícios antes de começar a sentir os efeitos.

Aprenda a maneira correta e prática de identificação dos alimentos pró inflamatórios no Livro: Dieta Anti-Inflamatória Estratégica.

Os pacientes relataram melhorias, incluindo:

  • menos dor
  • menos inflamação
  • mais mobilidade
  • menos fadiga
  • menos peso

O livro americano (em inglês) mais abrangente sobre nutrição abordando lipedema e linfedema: Linfedema e Lipedema Guia Nutricional: alimentos, vitaminas, minerais e suplementos. por Chuck Ehrlich, Emily Iker, MD, Karen Louise Herbst , PhD, MD, Linda-Anne Kahn. CMT, CL T- LANA, Dorothy D. Sears, PhD. Mandy Kenyon, MS, RD, CSSD e Elizabeth McMahon, PhD

Agora, o melhor livro nacional sobre dieta anti-inflamatória e sua abordagem para pacientes com lipedema e outros sintomas inflamatórios é o Livro: Dieta Anti-Inflamatória Estratégica. Amato. ACM. 2020

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Vasculites

Vascular Pro - sex, 02/21/2020 - 18:49
Vasculite

Vasculite é um termo usado para descrever uma série de condições em que há inflamação dos vasos sanguíneos.

A vasculite pode ser primária (ocorrendo por conta própria) ou secundária (como resultado de infecção, ou em associação com outra condição, como a artrite reumatoide).

Os efeitos podem ser transitórios ou resultar em danos a longo prazo para a vasculatura.

Epidemiologia

A vasculite é rara. Cerca de 14.000 novos casos são diagnosticados no Reino Unido a cada ano. Um estudo da prática geral no Reino Unido descobriu que o tipo mais comum – polimialgia reumática (PR) – tinha uma prevalência cumulativa estimada (o número de pessoas que já teve a doença durante um determinado período de tempo) de 2,27%. O segundo mais comum foi arterite de células gigantes (GCA) com 0,41%.

 

Vasculites

  • Arterite de Takayasu
  • Wegener com Poliangiite (Granulomatose de Wegener)
  • Poliarterite Nodosa
  • Esclerose sistêmica (Esclerodermia)
Etiologia
  • Idiopática (45-55%).
  • Infecção (15-20%) – por exemplo, púrpura de Henoch-Schönlein, a vasculite séptica, erupções do trato respiratório superior de Wegener com poliangiite (granulomatose de Wegener), poliarterite nodosa (PAN).
  • Doença inflamatória (15-20%) – por exemplo, Lúpus eritematoso sistêmico (LES), artrite reumatoide, doença de Crohn e colite ulcerativa.
  • Induzida por drogas (10-15%) – por exemplo, sulfonamidas, beta-lactamas, quinolonas, antiinflamatórios não-esteroides (AINEs), contraceptivos orais, as tiazidas e vacinas contra gripe. Produtos químicos como inseticidas e produtos petrolíferos.
  • Neoplásicas (< 5%) – por exemplo, como resultado de uma paraproteinaemia ou desordem linfoproliferativa.

Classificação

Muitas tentativas foram feitas para classificar esse grupo de doenças e existem diversas classificações. A Conferência de Consenso de Chapel Hill (CHCC) classificou amplamente as causas de vasculite em infecciosa e não-infecciosa e então passou a classificar ainda mais as causas não-infecciosas.

As causas infecciosas são consideradas como aquelas onde há invasão direta de patógenos na parede vascular, resultando em inflamação. Exemplos incluem vasculite rickettsial, aortite sifilítica e arterite de aspergillus.

Por causas não-infecciosas, o CHCC classificou a vasculite em:

 

Vasos grandes (por exemplo, GCA) Único-órgão (por exemplo, aortite isolada) Meio-vaso (por exemplo, doença de Kawasaki) Doença sistêmica associada (por exemplo, artrite reumatoide) Vasos pequenos (por exemplo, o complexo imune) Provavelmente associada (por exemplo, hepatite B, hepatite C) Vaso-variável (por exemplo, doença de Behçet)  

Classificação do CHCC aplica-se a determinadas vasculites (o pleural de vasculite) no qual o anticorpo citoplasmático antineutrófilo (ANCA) está presente no sangue. Isso é conhecido como vasculite associada à ANCA (AAV). A Não-AAV ocorre geralmente em condições em que ocorre deposição de complexo imune (por exemplo, Púrpura de Henoch-Schönlein) ou fenômenos pan-neoplásicos.

Apresentação

A vasculite pode afetar todo o sistema, produzindo uma ampla gama de sintomas. Embora sintomas inespecíficos tais como artralgia e letargia possam estar presentes por algum tempo, frequentemente o primeiro sinal perceptível de uma vasculite será como uma lesão de pele e, portanto, se apresentará como tal.

 

  Vasculite de pequenos vasos
(Por vezes referida como vasculite de hipersensibilidade ou vasculite leucocitoclástica cutânea (LCV)) Vasculite de vasos de tamanho médio Vasculite de grandes vasos 
(ou seja, aorta e principais ramificações) Apresentação
  • Púrpura palpável 1-3 mm (pode juntar-se para formar placas ± úlcera)
  • Pequenas pápulas
  • Hemorragias de Splinter
  • Urticária
  • Vesículas
  • Livedo reticular (raro)
  • Úlceras
  • Infartos Digitas
  • Nódulos
  • Livedo reticular
  • Lesões papulo-necróticas
  • Hipertensão
    (danos aos vasos renais)
  • Isquemia de extremidade-órgão (por exemplo, TIA/CVE)
  • Hipertensão
  • Aneurismas
  • Dissecação ± hemorragia ou ruptura
Diagnóstico diferencial
  • Púrpura de Henoch-Schönlein
  • Vasculite crioglobulinêmica – idiopática, hepatite C
  • Reações de hipersensibilidade da droga
  • Infecções (por exemplo, streptococcus beta-hemolíticos, hepatite viral, HIV)
  • Doença vascular do colágeno (por exemplo, artrite reumatoide, síndrome de Sjögren, LES)
  • Doença inflamatória intestinal
  • Neoplásico
    (por exemplo, leucemia de células pilosas)
  • Causas da vasculite dos vasos maiores (raro)
  • Vasculite da granulomatose de Wegener
  • Síndrome de Churg-Strauss
  • Poliarterite nodosa
  • Doença de Kawasaki
  • GCA
  • Doença de Behçet,
  • Artrite reumatoide
  • Infecções (por exemplo, tuberculose)
  • Eritema indurado (de Bazin)
  • Doença de Kawasaki
  • Doença de Behçet
  • Artrite reumatoide
  • Sífilis e tuberculose
  • Aorta, particularmente GCA e
    Arterite de Takayasu

O diagnóstico da lesão da pele pode fornecer informações sobre o calibre do vaso envolvido, o diagnóstico potencial e onde mais no corpo a evidência de vasculite deve ser procurada.

O histórico completo deve ser tomado, particularmente com respeito a:

  • Duração dos sinais/sintomas.
  • Doenças recentes.
  • Exposição recente a medicamentos, vacinas e produtos químicos.
  • Outros sintomas – por exemplo, artralgia, tosse, sintomas de otorrinolaringologia, dormência e parestesia.
  • Análise detalhada de todos os sistemas.

Tendo em conta a natureza sistêmica da muitas doenças vasculares, um exame físico completo deve ser realizado, incluindo exame do sistema nervoso central e otorrinolaringológico.

Pesquisas

Pesquisas devem ser adaptadas para a possível causa. Para todos os pacientes suspeitos de ter uma lesão vasculítica, considere:

  • Hemograma completo e Contagem de células diferencial.
  • Uréia e eletrólitos
  • Função hepática.
  • Marcadores inflamatórios.
  • Cultura de urina, microscopia.
  • Teste de urina para glicose, proteínas e sangue.
  • Sorologia de hepatite (tipos B e C são associados com PAN e crioglobulinemia mista, respectivamente).
  • Crioglobulinas.
  • Níveis de complemento.
  • Fator reumatoide.
  • Raio-X tórax.

Também, considere:

  • Culturas de ecocardiograma e hemoculturas se houver presença de sopro cardíaco.
  • Anticorpos antinucleares (ANAs), se há envolvimento de vaso de tamanho médio e qualquer sugestão de doença do tecido conjuntivo.
  • Biópsia cutânea tomada durante a fase aguda.
  • Imagem
    • o uso de imagens é uma abordagem relativamente nova, mas a Ressonância Magnética e o eco Doppler colorido tem potencial no diagnóstico de vasculite de grandes vasos.

Diagnóstico diferencial

Há várias outras condições que podem imitar a vasculite cutânea e estas devem ser consideradas quando chegar a um diagnóstico. Alguns dos mais comuns incluem:

  • Picadas de insetos/escrófulo.
  • Trauma.
  • Lesões pigmentadas.
  • Púrpura (por exemplo, devido a contagem baixa de plaquetas).
  • Coagulopatia intravascular disseminada.
  • Pitiríase liquenoide.
Tratamento

O tratamento irá variar consideravelmente de acordo com a causa subjacente e a gravidade dos sintomas e sua duração. Pode incluir:

  • Evitar o fator precipitante, tais como drogas ou produtos químicos.
  • Em geral, os corticosteroides são administrados para controlar sintomas agudos e evidências laboratoriais de inflamação sistêmica. Após o controle ser alcançado, podem ser feitas tentativas para dosagem de ajuste durante um mês.
  • Opções como imunossupressão com ciclofosfamida, azatioprina, metotrexato ou tumor bloqueio de fator de necrose podem ser usadas.
  • Vasculite associada à ANCA, as diretrizes europeias recomendam o uso de micofenolato mofetil.
  • Uso de plasmaférese ou imunoglobulina intravenosa são opções para vasculite refratária.
  • Existe uma crescente evidência para agentes biológicos na vasculite.
  • Morbidade devido à dose cumulativa corticosteroide (bem como a toxicidade por imunossupressão) deve ser pesada no plano de cuidados a longo prazo.
Cirurgia

Ocasionalmente, a cirurgia vascular pode ser indicada. Os objetivos desta dependem da área afetada, mas podem ser abrir ou desviar o fluxo de sangue ao redor de uma área de bloqueio, tomar uma amostra (biópsia) ou para reparar uma área de dano nos órgãos.

Exemplos incluem:

  • Implante de stent de vasos estenóticos, que é cada vez mais utilizado. Dilatação do balão também tem sido usada para melhorar o fluxo de renovascular.
  • Pacientes com granulomatose com poliangiite (granulomatose de Wegener) podem desenvolver estenose subglótica, que é favorável à dilatação do balão.
Acompanhamento
  • VHS pode ser usado como um marcador de atividade da doença.
  • Pacientes com números elevados de anticorpo anticitoplasma de neutrófilo (c-ANCA) podem ter níveis normais durante os períodos de controle da doença e aumentar com a atividade da doença.

Prognóstico

Isto está relacionado com o grau de envolvimento da extremidade-órgão.

 

Complicações

Complicações são variadas e dependem da causa subjacente, do tamanho do vaso e dos órgãos afetados. Podem incluir:

 

Fonte: Patient.Info

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Não caia nesses 6 mitos de Internet sobre estatinas

Vascular Pro - sex, 02/21/2020 - 17:00
Estatinas fazem mal à saúde?

Graças a listas de e-mails e sites que dizem que medicamentos de estatina são nocivos ou desnecessários, muitos pacientes estão confusos sobre se devem ou não tomá-los.

É uma pena, porque a medicação não só ajuda a prevenir ataques cardíacos e derrames, como também reduz a chance de desenvolver doença arterial periférica, ou DAOP, em que as artérias nos pés e pernas se tornam tão estreitas que os tecidos não recebem oxigênio suficiente.

Setembro é o Mês de Conscientização da DAOP, um bom momento para esclarecer a importância das estatinas para pacientes DAP. Cerca de oito a 12 milhões de americanos têm a condição.

A noção de que as estatinas são perigosas ou excessivamente prescritas já existe há vários anos. Ela precisa ser desmascarada, de acordo com cirurgiões vasculares, que tratam de doenças do aparelho circulatório, muitas vezes com medicação e, por vezes, com cirurgia. Seus pacientes estão vivos e mandando ver – literalmente – por causa das estatinas. Desde quando a classe da droga foi desenvolvida, há várias décadas atrás, medicamentos de estatina provavelmente salvaram ou melhoraram a qualidade de milhões de vidas.

Estatinas ajudam a ter níveis mais baixos de colesterol no sangue, que é um tipo de gordura cerosa que o corpo absorve conforme se decompõe o alimento que você come. Elas vem em duas formas, lipoproteínas de baixa densidade (LDL) e lipoproteínas de alta densidade (HDL). Enquanto precisamos de ambas, LDL, que é também conhecida como “colesterol ruim”, pode causar um acúmulo de colesterol nas artérias, levando-as a tornarem-se estreitas e difíceis, o que pode levar a doenças vasculares.

Para cirurgiões vasculares, as estatinas são uma droga maravilhosa que tem feito a diferença entre a vida e a morte para muitos pacientes.

Para pessoas que têm uma indicação para a estatina, é claramente de grande benefício tomá-las em relação aos riscos que possuem. Quem não precisa, não deve tomar. Mas foram os fatores de risco que foram hiper-promovidos e levaram algumas pessoas a temer usá-las.

Aqui estão alguns dos equívocos comuns:

Mito: Estatinas causam diabetes. Alguns estudos têm demonstrado que as estatinas podem aumentar o açúcar no sangue do paciente, talvez predispondo um paciente ao diabetes. Mas os resultados do estudo eram inconsistentes. Alguns estudos mostraram esse resultado e alguns não. Pode ser que ocorra em um pequeno grupo de pessoas, ou apenas com certas estatinas ou dosagens. Mas, de qualquer maneira, é um efeito pequeno quando comparado com o número de ataques cardíacos ou derrames que elas podem ajudar a prevenir.

Mito: estatinas destroem tecido muscular. Algumas pessoas começaram a ter dores musculares ou desconfortos. Isso não é incomum e geralmente pode ser tratado sem parar com as estatinas. Muitas vezes trocando a medicação é possível resolver isso. A maioria dos estudos mostram que muito poucos pacientes realmente pararam de tomar estatinas devido aos efeitos colaterais. É extraordinariamente raro ter uma condição mais grave de ruptura muscular chamada rabdomiólise.

Mito: estatinas realmente não previnem doenças vasculares. Estatinas impedem principalmente que as artérias piorem com uma placa. Estes medicamentos ajudam a estabilizar a “tampa” na parte superior da placa, que impede a ruptura da placa bacteriana que pode levar a um ataque cardíaco ou derrame. Se a placa já ocorreu, temos que  manter a placa tão saudável quanto possível. Estatinas não podem limpar e desobstruir as artérias, mas existem alguns casos onde as estatinas podem até causar o encolhimento da placa. Estatinas também desempenham um papel crítico na redução da inflamação, uma causa fundamental da doença cardiovascular.

Mito: Tudo bem ter colesterol alto. Errado. Altos níveis de colesterol quase certamente garantem que a placa vai se acumule nas artérias. Se nada de mal te acontecer… bem, há sempre exceções à regra. Mas colesterol elevado descontrolado ao longo do tempo quase invariavelmente levará a problemas. Colesterol alto é especialmente ruim para quem tem sintomas de doença cardiovascular, teve um ataque cardíaco ou foi diagnosticado com a doença arterial periférica.

Mito: as estatinas são caras. Algumas estatinas podem ser caras, mas algumas são muito mais baratas do que essas. Os genéricos são mais baratos que os nomes de marca. Sinvastatina é mais barata do que a maioria, e resolve a maioria dos casos. Outras como a pravastatina, lovastatina e atorvastatina genérica podem ser um pouco mais caras. De acordo com relatórios do consumidor, algumas grandes lojas e redes de drogarias têm estes medicamentos por tão pouco quanto R$12 por mês e ainda existem na Farmácia Popular. Fale com seu médico sobre opções econômicas, não é necessário começar direto com as mais caras.

Mito: médicos, só querem dar a todos uma estatina. Estatinas funcionam tão bem para tantas pessoas que, às vezes parece que todo o mundo está tomando essa medicação. Mas, na verdade, cada paciente deve ter essa discussão com seu próprio médico. Fatores de risco do paciente, outros problemas médicos e idade são todas considerações importantes.

Um paciente já tratado com uma estatina deve certificar-se de perguntar ao seu médico: “Estou com a dose certa?” . Muitas vezes os usuários de estatina não estão com a dose recomendada mais elevada.

Para evitar confusão sobre informações conflitantes online, pacientes devem obter aconselhamento médico de seus médicos ou de fontes confiáveis.

Informação incorreta pode ser generalizada e pode ser difícil de tirar da mente dos pacientes o que não é verdade. Prezamos pela informação de qualidade.

 

 

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