Medicina

Ronco e Apnéia

Otorrino.pro - seg, 01/30/2012 - 11:47

O ronco é bastante frequente, principalmente em mulheres e homens acima de 40 anos, respectivamente 24% e 36% dessas pessoas sofrem com esta queixa.

Ele é o ruído causado pela vibração de estruturas da via respiratória durante a passagem do ar.

As principais causas para isso acontecer são:

  • Obstrução nasal: o nariz congestionado resulta em uma necessidade de maior força inspiratória, consequentemente, maiores chances de colapso de algumas partes da via respiratória produzindo o ronco.
  • Baixo tônus muscular: o relaxamento dos músculos da garganta provocando o estreitamento da via aérea. Em todas as pessoas esses músculos relaxam durante o sono mas em algumas esse relaxamento causa um estreitamento, provocando o som. Um relaxamento maior ocorre após ingestão de bebidas alcóolicas e uso de medicação indutora de sono, aumentando a chance de aparecimento do ronco.
  • Excesso de tecidos moles na garganta: ganho de peso, conformação da região do pescoço (circunferência cervical aumentada), aumento dos tecidos linfóides (amígdalas e adenóide) causam obstrução `a passagem do ar.
  • Anatomia do palato mole e úvula: o céu da boca (palato) e a úvula (campainha), quando aumentados estreitam também a passagem do ar .

 

O que é apnéia?

Apnéia é sinônimo de parada respiratória, pode ser de duração variável e ocorrer durante o sono devido a oclusão ou semioclusão das VAS.

O distúrbio é comum e acomete todas as idades e ambos os sexos, independentemente do peso, embora seja mais freqüente nos obesos e pessoas com sobrepeso.

Nem todas as pessoas que roncam apresentam apnéia, apenas uma parcela delas. Nessas pessoas, ocorre um estreitamento que produz o som, mas sem um fechamento da via aérea.

Quase todas as pessoas que têm apnéia roncam. É raro, mas pode acontecer da pessoa ter apnéia sem roncar.

Como eu sei se tenho ou não apnéia?

O melhor exame para o diagnéstico se chama Polissonografia. Ele é realizado em hospitais e clínicas especializadas. O paciente deve dormir durante o exame, enquanto vários parâmetros são monitorizados e avaliados. Com esse exame não só conseguimos saber se o paciente tem ou não apnéia, como também qual é o grau da mesma. Outros distúrbios do sono podem ser também diagnosticados com esse exame.

Mas enfim, quais as consequências do ronco e da apnéia ?

O ronco simplesmente, sem apnéia, pode causar problemas no âmbito social, pois o roncador frequentemente é motivo de ridicularização, além de atrapalhar o sono dos que compartilham o ambiente. Além disso, essa respiração bucal noturna pode causar outros problemas como faringites em maior frequência que o normal. Já a presença da apnéia mostra que o caso é mais grave. A curto prazo já podemos perceber as repercussões, como a sonolência diurna, cansaço e sensação de sono não reparador. Isso ocorre devido a fragmentação do sono. A longo prazo a pnéia já foi associada a hipertensão arterial, a risco aumentado de infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral (derrame) e insuficiência cardíaca congestiva.

Qual é o tratamento? Há vários tipos de tratamento e a decisão do médico sobre qual é melhor para cada paciente leva em consideração diversos fatores, como o grau da apnéia, variações anatômicas do pescoço, nariz e faringe, peso, etc. Todos os pacientes que têm ronco e apnéia são orientados a perder peso (quando estão com sobrepeso) e a fazer atividade física. A avaliação da respiração nasal também é muito importante.

Além disso, as outras opções de tratamento incluem: CPAP (Continuous positive airway pressure): é um aparelho que injeta ar com pressão positiva contínua na via aérea, fazendo com que cessem as apnéias a medida que aumenta a pressão.

Cirurgia: existem alguns tipos de cirurgias para ronco e apnéia. As indicações de cada uma dependem do tipo de obstrução, da anatomia de cada paciente e do grau da apnéia.

Aparelho intra-oral: é um aparelho que ajuda no posicionamento da língua mais pra frente, ajudando nos casos em que o ronco/ apnéia são devidos a queda da língua para trás durante o sono. Ninguém melhor do que o médico especialista para avaliar qual é o tratamento mais indicado para seu caso.

E as crianças, também apresentam apnéia? Como os adultos, elas podem ter um quadro de apenas respiração bucal e roncos mas também podem apresentar apnéias. Em uma parcela dos casos, o aumento exagerado das amígdalas e/ou adenóides são os responsáveis, e a cirurgia resolve o problema. Em outros, ocorre o ronco devido `a dificuldade da respiração pelo nariz, que pode ser causada pela rinte alérgica, então o tratamento clínico faz-se necessário. Os sintomas da apnéia na criança são diferentes do que no adulto. Ela geralmente tem sono agitado, e é impaciente durante o dia, com dificuldade de concentração. A manutenção da respiração bucal na criança gera várias repercussões no crescimento da face, no posicionamento dos dentes, na fala, no ganho de peso e crescimento como um todo. Também pode haver repercussões no aprendizado e desenvolvimento.

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Ronco e Apnéia

Otorrino.pro - seg, 01/30/2012 - 11:47

O ronco é bastante frequente, principalmente em mulheres e homens acima de 40 anos, respectivamente 24% e 36% dessas pessoas sofrem com esta queixa.

Ele é o ruído causado pela vibração de estruturas da via respiratória durante a passagem do ar.

As principais causas para isso acontecer são:

  • Obstrução nasal: o nariz congestionado resulta em uma necessidade de maior força inspiratória, consequentemente, maiores chances de colapso de algumas partes da via respiratória produzindo o ronco.
  • Baixo tônus muscular: o relaxamento dos músculos da garganta provocando o estreitamento da via aérea. Em todas as pessoas esses músculos relaxam durante o sono mas em algumas esse relaxamento causa um estreitamento, provocando o som. Um relaxamento maior ocorre após ingestão de bebidas alcóolicas e uso de medicação indutora de sono, aumentando a chance de aparecimento do ronco.
  • Excesso de tecidos moles na garganta: ganho de peso, conformação da região do pescoço (circunferência cervical aumentada), aumento dos tecidos linfóides (amígdalas e adenóide) causam obstrução `a passagem do ar.
  • Anatomia do palato mole e úvula: o céu da boca (palato) e a úvula (campainha), quando aumentados estreitam também a passagem do ar .

 

O que é apnéia?

Apnéia é sinônimo de parada respiratória, pode ser de duração variável e ocorrer durante o sono devido a oclusão ou semioclusão das VAS.

O distúrbio é comum e acomete todas as idades e ambos os sexos, independentemente do peso, embora seja mais freqüente nos obesos e pessoas com sobrepeso.

Nem todas as pessoas que roncam apresentam apnéia, apenas uma parcela delas. Nessas pessoas, ocorre um estreitamento que produz o som, mas sem um fechamento da via aérea.

Quase todas as pessoas que têm apnéia roncam. É raro, mas pode acontecer da pessoa ter apnéia sem roncar.

Como eu sei se tenho ou não apnéia?

O melhor exame para o diagnéstico se chama Polissonografia. Ele é realizado em hospitais e clínicas especializadas. O paciente deve dormir durante o exame, enquanto vários parâmetros são monitorizados e avaliados. Com esse exame não só conseguimos saber se o paciente tem ou não apnéia, como também qual é o grau da mesma. Outros distúrbios do sono podem ser também diagnosticados com esse exame.

Mas enfim, quais as consequências do ronco e da apnéia ?

O ronco simplesmente, sem apnéia, pode causar problemas no âmbito social, pois o roncador frequentemente é motivo de ridicularização, além de atrapalhar o sono dos que compartilham o ambiente. Além disso, essa respiração bucal noturna pode causar outros problemas como faringites em maior frequência que o normal. Já a presença da apnéia mostra que o caso é mais grave. A curto prazo já podemos perceber as repercussões, como a sonolência diurna, cansaço e sensação de sono não reparador. Isso ocorre devido a fragmentação do sono. A longo prazo a pnéia já foi associada a hipertensão arterial, a risco aumentado de infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral (derrame) e insuficiência cardíaca congestiva.

Qual é o tratamento? Há vários tipos de tratamento e a decisão do médico sobre qual é melhor para cada paciente leva em consideração diversos fatores, como o grau da apnéia, variações anatômicas do pescoço, nariz e faringe, peso, etc. Todos os pacientes que têm ronco e apnéia são orientados a perder peso (quando estão com sobrepeso) e a fazer atividade física. A avaliação da respiração nasal também é muito importante.

Além disso, as outras opções de tratamento incluem: CPAP (Continuous positive airway pressure): é um aparelho que injeta ar com pressão positiva contínua na via aérea, fazendo com que cessem as apnéias a medida que aumenta a pressão.

Cirurgia: existem alguns tipos de cirurgias para ronco e apnéia. As indicações de cada uma dependem do tipo de obstrução, da anatomia de cada paciente e do grau da apnéia.

Aparelho intra-oral: é um aparelho que ajuda no posicionamento da língua mais pra frente, ajudando nos casos em que o ronco/ apnéia são devidos a queda da língua para trás durante o sono. Ninguém melhor do que o médico especialista para avaliar qual é o tratamento mais indicado para seu caso.

E as crianças, também apresentam apnéia? Como os adultos, elas podem ter um quadro de apenas respiração bucal e roncos mas também podem apresentar apnéias. Em uma parcela dos casos, o aumento exagerado das amígdalas e/ou adenóides são os responsáveis, e a cirurgia resolve o problema. Em outros, ocorre o ronco devido `a dificuldade da respiração pelo nariz, que pode ser causada pela rinte alérgica, então o tratamento clínico faz-se necessário. Os sintomas da apnéia na criança são diferentes do que no adulto. Ela geralmente tem sono agitado, e é impaciente durante o dia, com dificuldade de concentração. A manutenção da respiração bucal na criança gera várias repercussões no crescimento da face, no posicionamento dos dentes, na fala, no ganho de peso e crescimento como um todo. Também pode haver repercussões no aprendizado e desenvolvimento.

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Ronco e Apnéia

Otorrino.pro - seg, 01/30/2012 - 11:47

O ronco é bastante frequente, principalmente em mulheres e homens acima de 40 anos, respectivamente 24% e 36% dessas pessoas sofrem com esta queixa.

Ele é o ruído causado pela vibração de estruturas da via respiratória durante a passagem do ar.

As principais causas para isso acontecer são:

  • Obstrução nasal: o nariz congestionado resulta em uma necessidade de maior força inspiratória, consequentemente, maiores chances de colapso de algumas partes da via respiratória produzindo o ronco.
  • Baixo tônus muscular: o relaxamento dos músculos da garganta provocando o estreitamento da via aérea. Em todas as pessoas esses músculos relaxam durante o sono mas em algumas esse relaxamento causa um estreitamento, provocando o som. Um relaxamento maior ocorre após ingestão de bebidas alcóolicas e uso de medicação indutora de sono, aumentando a chance de aparecimento do ronco.
  • Excesso de tecidos moles na garganta: ganho de peso, conformação da região do pescoço (circunferência cervical aumentada), aumento dos tecidos linfóides (amígdalas e adenóide) causam obstrução `a passagem do ar.
  • Anatomia do palato mole e úvula: o céu da boca (palato) e a úvula (campainha), quando aumentados estreitam também a passagem do ar .

 

O que é apnéia?

Apnéia é sinônimo de parada respiratória, pode ser de duração variável e ocorrer durante o sono devido a oclusão ou semioclusão das VAS.

O distúrbio é comum e acomete todas as idades e ambos os sexos, independentemente do peso, embora seja mais freqüente nos obesos e pessoas com sobrepeso.

Nem todas as pessoas que roncam apresentam apnéia, apenas uma parcela delas. Nessas pessoas, ocorre um estreitamento que produz o som, mas sem um fechamento da via aérea.

Quase todas as pessoas que têm apnéia roncam. É raro, mas pode acontecer da pessoa ter apnéia sem roncar.

Como eu sei se tenho ou não apnéia?

O melhor exame para o diagnéstico se chama Polissonografia. Ele é realizado em hospitais e clínicas especializadas. O paciente deve dormir durante o exame, enquanto vários parâmetros são monitorizados e avaliados. Com esse exame não só conseguimos saber se o paciente tem ou não apnéia, como também qual é o grau da mesma. Outros distúrbios do sono podem ser também diagnosticados com esse exame.

Mas enfim, quais as consequências do ronco e da apnéia ?

O ronco simplesmente, sem apnéia, pode causar problemas no âmbito social, pois o roncador frequentemente é motivo de ridicularização, além de atrapalhar o sono dos que compartilham o ambiente. Além disso, essa respiração bucal noturna pode causar outros problemas como faringites em maior frequência que o normal. Já a presença da apnéia mostra que o caso é mais grave. A curto prazo já podemos perceber as repercussões, como a sonolência diurna, cansaço e sensação de sono não reparador. Isso ocorre devido a fragmentação do sono. A longo prazo a pnéia já foi associada a hipertensão arterial, a risco aumentado de infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral (derrame) e insuficiência cardíaca congestiva.

Qual é o tratamento? Há vários tipos de tratamento e a decisão do médico sobre qual é melhor para cada paciente leva em consideração diversos fatores, como o grau da apnéia, variações anatômicas do pescoço, nariz e faringe, peso, etc. Todos os pacientes que têm ronco e apnéia são orientados a perder peso (quando estão com sobrepeso) e a fazer atividade física. A avaliação da respiração nasal também é muito importante.

Além disso, as outras opções de tratamento incluem: CPAP (Continuous positive airway pressure): é um aparelho que injeta ar com pressão positiva contínua na via aérea, fazendo com que cessem as apnéias a medida que aumenta a pressão.

Cirurgia: existem alguns tipos de cirurgias para ronco e apnéia. As indicações de cada uma dependem do tipo de obstrução, da anatomia de cada paciente e do grau da apnéia.

Aparelho intra-oral: é um aparelho que ajuda no posicionamento da língua mais pra frente, ajudando nos casos em que o ronco/ apnéia são devidos a queda da língua para trás durante o sono. Ninguém melhor do que o médico especialista para avaliar qual é o tratamento mais indicado para seu caso.

E as crianças, também apresentam apnéia? Como os adultos, elas podem ter um quadro de apenas respiração bucal e roncos mas também podem apresentar apnéias. Em uma parcela dos casos, o aumento exagerado das amígdalas e/ou adenóides são os responsáveis, e a cirurgia resolve o problema. Em outros, ocorre o ronco devido `a dificuldade da respiração pelo nariz, que pode ser causada pela rinte alérgica, então o tratamento clínico faz-se necessário. Os sintomas da apnéia na criança são diferentes do que no adulto. Ela geralmente tem sono agitado, e é impaciente durante o dia, com dificuldade de concentração. A manutenção da respiração bucal na criança gera várias repercussões no crescimento da face, no posicionamento dos dentes, na fala, no ganho de peso e crescimento como um todo. Também pode haver repercussões no aprendizado e desenvolvimento.

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Epistaxe - Sangramento nasal

Otorrino.pro - seg, 01/30/2012 - 11:29

O que é epistaxe?

É o nome dado a qualquer tipo de perda de sangue pelo nariz, freqüentemente pelas narinas, ou através do nariz pela boca.

Existem dois tipos de epistaxe:

1 – anterior (90% casos aproximadamente), ou seja, mais próxima da parte externa do nariz.

2 - posterior (10% casos aproximadamente), ou seja, mais no interior: menos comum, mas com efeitos mais graves.

Como acontece o sangramento? A epistaxe ocorre quando pequenos vasos (veias ou artérias), que passam pela mucosa do nariz se rompem.

Quais são as causas do sangramento? Por que estes pequenos vasos rompem?

De uma forma geral, os vasos se tornam fragéis e mais susceptíveis à rotura por fatores locais, que podem ser identificados ao exame otorrinoloaringológico, ou por fatores sistêmicos como listado abaixo.

Fatores locais:

  • Deformidades anatômicas Inalação de produtos químicos Inflamação (secundária a infecções agudas do trato respiratório como sinusite crônica, rinite alérgica e irritantes ambientais)
  • Corpos estranhos
  • Tumores intranasais
  • Utilização de medicamentos nasais
  • Cirurgias prévias
  • Trauma 

Fatores sistêmicos :

  • Uso de alguns medicamentos (ex: aspirina, varfarina, clopidogrel, desmopressina)
  • Intoxicação alcoólica
  • Alergias
  • Alterações da coagulação do sangue
  • Problemas cardíacos
  • Tumores do sangue (leucemia)
  • Hipertensão arterial
  • Doenças infecciosas
  • Má-nutrição (especialmente anemia)
  • Uso de narcóticos
  • Doenças vasculares

O que fazer ? Se você apresenta episódios frequentes de epistaxe, vale a pena procurar o otorrinoloaringologista antes mesmo de novo evento para descobrir a causa, esclarecer todas as dúvidas e iniciar o tratamento.

Se estiver apresentando um sangramento neste momento, inicialmente mantenha a clama, a maioria das epistaxes melhoram espontaneamente em alguns minutos e não necessitam de atendimento médico de urgência. Comprima a parte lateral do nariz contra o septo do lado afetado por alguns minutos, sente-se de forma ereta, não levante e nem abaixe a cabeça. Pode-se colocar um algodão embebido em solução vasoconstrictora (Afrin, Sorine...) dentro da narina e depois continuar a compressão por pelo menos 5 a 10 minutos. Após cessar o sangramento, não force parra assoar o nariz pois poderá provocar novo sangramento. Não introduza nada nas narinas. Não tente limpá-las com cotonete, dedo, pinças, lenços, papel higiênico. Use umidificadores ou toalhas molhadas para umidificar o ambiente.

Qual o tratamento? O otorrinolaringologista pode realizar a cauterização (química ou térmica) dos vasos sangüíneos afetados e controlar sua cicatrização. Algumas vezes é necessário realizar um tamponamento nasal nas mais variadas formas (algodão, gaze, esponjas ou materiais expansíveis) por um período de 24 a 48 horas. Quando retirados, geralmente as feridas já estão em fase de cicatrização. Pacientes com doenças da coagulação sanguínea ou uso crônico de medicamentos que afetem a coagulação (aspirina, anticoagulantes orais ou injetáveis) devem ter sua dosagem adequada ou suspensos momentaneamente. Pacientes em quimioterapia, com leucemia, ou pós-radioterapia sofrem freqüentemente com epistaxes e devem procurar o especialista. Sangramentos de maiores proporções, mais prolongados ou com manutenção do sangramento mesmo com tampão, podem ser tratados com cirurgia para ligadura ou eletrocauterização destas artérias sob anestesia geral.

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Epistaxe - Sangramento nasal

Otorrino.pro - seg, 01/30/2012 - 11:29

O que é epistaxe?

É o nome dado a qualquer tipo de perda de sangue pelo nariz, freqüentemente pelas narinas, ou através do nariz pela boca.

Existem dois tipos de epistaxe:

1 – anterior (90% casos aproximadamente), ou seja, mais próxima da parte externa do nariz.

2 - posterior (10% casos aproximadamente), ou seja, mais no interior: menos comum, mas com efeitos mais graves.

Como acontece o sangramento? A epistaxe ocorre quando pequenos vasos (veias ou artérias), que passam pela mucosa do nariz se rompem.

Quais são as causas do sangramento? Por que estes pequenos vasos rompem?

De uma forma geral, os vasos se tornam fragéis e mais susceptíveis à rotura por fatores locais, que podem ser identificados ao exame otorrinoloaringológico, ou por fatores sistêmicos como listado abaixo.

Fatores locais:

  • Deformidades anatômicas Inalação de produtos químicos Inflamação (secundária a infecções agudas do trato respiratório como sinusite crônica, rinite alérgica e irritantes ambientais)
  • Corpos estranhos
  • Tumores intranasais
  • Utilização de medicamentos nasais
  • Cirurgias prévias
  • Trauma 

Fatores sistêmicos :

  • Uso de alguns medicamentos (ex: aspirina, varfarina, clopidogrel, desmopressina)
  • Intoxicação alcoólica
  • Alergias
  • Alterações da coagulação do sangue
  • Problemas cardíacos
  • Tumores do sangue (leucemia)
  • Hipertensão arterial
  • Doenças infecciosas
  • Má-nutrição (especialmente anemia)
  • Uso de narcóticos
  • Doenças vasculares

O que fazer ? Se você apresenta episódios frequentes de epistaxe, vale a pena procurar o otorrinoloaringologista antes mesmo de novo evento para descobrir a causa, esclarecer todas as dúvidas e iniciar o tratamento.

Se estiver apresentando um sangramento neste momento, inicialmente mantenha a clama, a maioria das epistaxes melhoram espontaneamente em alguns minutos e não necessitam de atendimento médico de urgência. Comprima a parte lateral do nariz contra o septo do lado afetado por alguns minutos, sente-se de forma ereta, não levante e nem abaixe a cabeça. Pode-se colocar um algodão embebido em solução vasoconstrictora (Afrin, Sorine...) dentro da narina e depois continuar a compressão por pelo menos 5 a 10 minutos. Após cessar o sangramento, não force parra assoar o nariz pois poderá provocar novo sangramento. Não introduza nada nas narinas. Não tente limpá-las com cotonete, dedo, pinças, lenços, papel higiênico. Use umidificadores ou toalhas molhadas para umidificar o ambiente.

Qual o tratamento? O otorrinolaringologista pode realizar a cauterização (química ou térmica) dos vasos sangüíneos afetados e controlar sua cicatrização. Algumas vezes é necessário realizar um tamponamento nasal nas mais variadas formas (algodão, gaze, esponjas ou materiais expansíveis) por um período de 24 a 48 horas. Quando retirados, geralmente as feridas já estão em fase de cicatrização. Pacientes com doenças da coagulação sanguínea ou uso crônico de medicamentos que afetem a coagulação (aspirina, anticoagulantes orais ou injetáveis) devem ter sua dosagem adequada ou suspensos momentaneamente. Pacientes em quimioterapia, com leucemia, ou pós-radioterapia sofrem freqüentemente com epistaxes e devem procurar o especialista. Sangramentos de maiores proporções, mais prolongados ou com manutenção do sangramento mesmo com tampão, podem ser tratados com cirurgia para ligadura ou eletrocauterização destas artérias sob anestesia geral.

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Epistaxe - Sangramento nasal

Otorrino.pro - seg, 01/30/2012 - 11:29

O que é epistaxe?

É o nome dado a qualquer tipo de perda de sangue pelo nariz, freqüentemente pelas narinas, ou através do nariz pela boca.

Existem dois tipos de epistaxe:

1 – anterior (90% casos aproximadamente), ou seja, mais próxima da parte externa do nariz.

2 - posterior (10% casos aproximadamente), ou seja, mais no interior: menos comum, mas com efeitos mais graves.

Como acontece o sangramento? A epistaxe ocorre quando pequenos vasos (veias ou artérias), que passam pela mucosa do nariz se rompem.

Quais são as causas do sangramento? Por que estes pequenos vasos rompem?

De uma forma geral, os vasos se tornam fragéis e mais susceptíveis à rotura por fatores locais, que podem ser identificados ao exame otorrinoloaringológico, ou por fatores sistêmicos como listado abaixo.

Fatores locais:

  • Deformidades anatômicas Inalação de produtos químicos Inflamação (secundária a infecções agudas do trato respiratório como sinusite crônica, rinite alérgica e irritantes ambientais)
  • Corpos estranhos
  • Tumores intranasais
  • Utilização de medicamentos nasais
  • Cirurgias prévias
  • Trauma 

Fatores sistêmicos :

  • Uso de alguns medicamentos (ex: aspirina, varfarina, clopidogrel, desmopressina)
  • Intoxicação alcoólica
  • Alergias
  • Alterações da coagulação do sangue
  • Problemas cardíacos
  • Tumores do sangue (leucemia)
  • Hipertensão arterial
  • Doenças infecciosas
  • Má-nutrição (especialmente anemia)
  • Uso de narcóticos
  • Doenças vasculares

O que fazer ? Se você apresenta episódios frequentes de epistaxe, vale a pena procurar o otorrinoloaringologista antes mesmo de novo evento para descobrir a causa, esclarecer todas as dúvidas e iniciar o tratamento.

Se estiver apresentando um sangramento neste momento, inicialmente mantenha a clama, a maioria das epistaxes melhoram espontaneamente em alguns minutos e não necessitam de atendimento médico de urgência. Comprima a parte lateral do nariz contra o septo do lado afetado por alguns minutos, sente-se de forma ereta, não levante e nem abaixe a cabeça. Pode-se colocar um algodão embebido em solução vasoconstrictora (Afrin, Sorine...) dentro da narina e depois continuar a compressão por pelo menos 5 a 10 minutos. Após cessar o sangramento, não force parra assoar o nariz pois poderá provocar novo sangramento. Não introduza nada nas narinas. Não tente limpá-las com cotonete, dedo, pinças, lenços, papel higiênico. Use umidificadores ou toalhas molhadas para umidificar o ambiente.

Qual o tratamento? O otorrinolaringologista pode realizar a cauterização (química ou térmica) dos vasos sangüíneos afetados e controlar sua cicatrização. Algumas vezes é necessário realizar um tamponamento nasal nas mais variadas formas (algodão, gaze, esponjas ou materiais expansíveis) por um período de 24 a 48 horas. Quando retirados, geralmente as feridas já estão em fase de cicatrização. Pacientes com doenças da coagulação sanguínea ou uso crônico de medicamentos que afetem a coagulação (aspirina, anticoagulantes orais ou injetáveis) devem ter sua dosagem adequada ou suspensos momentaneamente. Pacientes em quimioterapia, com leucemia, ou pós-radioterapia sofrem freqüentemente com epistaxes e devem procurar o especialista. Sangramentos de maiores proporções, mais prolongados ou com manutenção do sangramento mesmo com tampão, podem ser tratados com cirurgia para ligadura ou eletrocauterização destas artérias sob anestesia geral.

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Embolização Uterina para tratamento de miomas

Vascular Pro - sex, 01/13/2012 - 20:55

Embolização Uterina é novamente incluída no rol de procedimentos de cobertura obrigatória por convênios e planos de saúde.

A embolização é uma técnica de radiologia intervencionista aplicada à área ginecológica para abordagem terapêutica de várias situações, como no tratamento do leiomioma uterino sintomático. Miomas uterinos são nódulos de tecido muscular liso e tecido conjuntivo fibroso que se desenvolvem na parede do útero. São os tumores benignos mais comuns observados na prática ginecológica.

Apesar do rol já apresentar uma opção terapêutica para o tratamento do mioma com preservação do útero – a miomectomia uterina – a embolização constitui uma alternativa minimamente invasiva ao tratamento cirúrgico para esta patologia.

A ANS resolve adotar os seguintes critérios:

1. Cobertura obrigatória nos casos de:

a. Mulheres portadoras de leiomiomas uterinos intramurais sintomáticos ou miomas múltiplos sintomáticos na presença do intramural (sintomas expressos através de queixa de menorragia/metrorragia, dismenorreia, dor pélvica, sensação de pressão supra-púbica e/ou compressão de órgãos adjacentes).

2. Não há indicação para realização do procedimento nos casos abaixo que, portanto, não teriam cobertura obrigatória pelo Rol de Procedimentos:
 

  • Mulheres assintomáticas;
  • Adenomiose isolada;
  • Mioma subseroso pediculado;
  • Leiomioma submucoso (50% do diâmetro na cavidade uterina);
  • Leiomioma intraligamentar;
  • Diâmetro maior que 10 cm;
  • Extensão do mioma acima da cicatriz umbilical.
  • Neoplasia ou hiperplasia endometriais;
  • Presença de malignidade;
  • Gravidez/amamentação;
  • Doença inflamatória pélvica aguda;
  • Vasculite ativa;
  • História de irradiação pélvica;
  • Coagulopatias incontroláveis;
  • Insuficiência renal;
  • Uso concomitante de análogos de GnRH

Fonte: ANS
 

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Reprodução Assistida na atualidade

Neurocirurgia - seg, 12/19/2011 - 19:21

Muito se fala nos dias de hoje do aumento dos casos de Infertilidade Conjugal, afinal ao que isso se deve?

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Reprodução Assistida na atualidade

Fertilidade - seg, 12/19/2011 - 19:21

Muito se fala nos dias de hoje do aumento dos casos de Infertilidade Conjugal, afinal ao que isso se deve?

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Aplicação e Escleroterapia

Vascular Pro - dom, 12/11/2011 - 18:31

O que é escleroterapia ?

A escleroterapia, também chamada de "aplicação" ou até mesmo de  "queimar vasinhos" é um procedimento médico realizado para o tratamento de vasos sanguineos dilatados ou mal formações, ou seja varizes nos mais diversos tamanhos. Na maior parte dos casos tem o objetivo estético, porém também é utilizado como tratamento da doença,
Um liquido, espuma, laser ou termocoagulador é utilizado como esclerosante, injetado ou aplicado sobre a veia, causando uma alteração nas células do vaso fechando-o. Quando o liquido ou espuma continua na circulação e atinge vasos maiores é diluido pelo sangue e perde seu efeito. O laser funciona apenas em um comprimento de onda, ou seja, ele possui um alvo, no caso a hemoglobina das células vermelhas. Ao atingir a hemoglogina, aumenta a temperatura local, a ponto de ebulição, fechando o vaso por causa do calor.

Como é feita a escleroterapia ?

É um tratamento sem necessidade de cirurgia, e, portanto, feito em consultório. Os "vasinhos" são tratados com a aplicação de medicamentos esclerosantes nas veias alteradas, obstruindo o fluxo sanguineo. Essas veias, doentes não são necessárias para a circulação, o sangue busca veias mais saudáveis para percorrer. Ao obstruir os vasinhos vermelhos, o aspecto estético das pernas melhora.
A escleroterapia será eficaz e não deve ser feita quando os vasinhos estão conectados as veias varicosas, suas nutridoras. Nesses casos, a microcirurgia deve ser indicada. O especialista capaz de identificar o problema e indicar o melhor tratamento é o cirurgião vascular.

O tratamento é doloroso?

Geralmente a dor é pequena ou ausente, com boa tolerância dos pacientes e minimizada com uso da termoanestesia, ou seja, diminuição da temperatura da pele.
 

Qual técnica de escleroterapia devo escolher?

A escleroterapia pode ser realizada com injeções, termocoagulação e laser. A escleroterapia quimica, conhecida como "aplicação" utiliza um líquido concentrado, o esclerosante que é injetado por microagulhas dentro dos vasinhos. O líquido mais utilizado é a glicose por sua segurança e eficácia. A glicose é aplicada congelada, próximo de 30 graus negativos. Nessa temperatura sua viscosidade aumenta, a dor diminui e a eficácia aumenta, essa técnica é chamada de crioescleroterapia. Na escleroterapia com espuma injeta-se, o polidocanol, substância esclerosante que já foi estudada como anestésico, em forma de espuma. A espuma apresenta densidade menor, mantém contato com a parede do vaso por mais tempo, empurrando o sangue, sendo mais eficaz em vasos maiores. A escleroterapia com laser elimina os vasinhos pela ação física da luz e calor
nas teleangiectasias. Cada técnica tem sua indicação e o cirurgião vascular é o especialista recomendado para escolher o melhor tratamento. As vantagens e desvantagens de cada técnica devem sempre ser consideradas, sabendo que não existe técnica perfeita, e sim, a melhor técnica para cada diferente vaso.

Qual o tempo de recuperação e os cuidados?

Após as sessões de escleroterapia pode-se ter vida normal, podendo voltar ao trabalho na mesma hora.
É muito importante que o paciente siga as orientações de pós escleroterapia do especialista, que podem variar de acordo com a técnica utilizada e calibre de veia tratada. O cirurgião vascular irá lhe dizer quando você pode retornar as atividades físicas, período sem tomar sol, uso de meias elásticas, cremes ou remédios necessários.

Vasinhos voltam?

A recidiva pode ocorrer, pois tratamos a consequencia, e não a causa da doença. Quando completa e corretamente tratada é normal a recidiva parcial em 1-3 anos, variando com o paciente e sua doença.

E os vasinhos do rosto e de outras partes?

As causas podem ser outras, porém o tratamento é semelhante. No rosto, o tratamento com laser ou termocoagulação é o mais eficaz.

Quantas sessões são necessárias?

O número varia muito entre os pacientes. Impossível precisar, dependendo da quantidade de vasos, expectativa de melhora, resposta ao tratamento, tolerância à dor, assiduidade e adesão às orientações pós escleroterapia. Alguns vasos desaparecem, outros diminuem e outros não respondem. Por isso é necessário novas sessões. Os intervalos entre as sessões devem ser em média de 15 dias.     

Efeitos colaterais esperados:
Ardência, coceira leve no local durando 12-24hs, pequenos hematomas por 3-15 dias
Efeitos colaterais indesejáveis:
Alergias, coágulos nos pequenos vasos (que devem ser puncionados), hiperpigmentação local (rara), ulceração (rara)

CUIDADOS GERAIS
Não queimar-se ao sol até o desaparecimento completo dos sinais (15-45 dias) e utilizar protetor solar;
Depilação, Massagem, Atividade Física são permitidos após 12-24 hs;
Faixas elásticas e meias elásticas - em caso de veias maiores podem ser necessárias e devem ser aplicadas pelo médico ao término da sessão e utilizadas por 1-6hs, não sendo necessário dormir com elas.
 

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Da concepção ao nascimento

Neurocirurgia - sab, 11/19/2011 - 10:13

 

Essa apresentação na TED (Idéias que merecem ser difundidas) do Alexander Tsiaras contempla maravilhosas imagens da concepção ao nascimento, e além. Uma mistura de ciência, beleza e arte.

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Da concepção ao nascimento

Fertilidade - sab, 11/19/2011 - 10:13

 

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Aula sobre ética na reprodução assistida

Neurocirurgia - qui, 10/20/2011 - 12:23

A Dra Juliana vai apresentar dia 20/10/2011 aula sobre Ética na Reprodução Humana no I Congresso Internacional de Direitos Humanos - Brasil e Alemanha - Concordâncias e divergências.

Todos estão convidados.

 

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Os miomas diminuem a fertilidade?

Fertilidade - qui, 09/08/2011 - 11:52

Embolização dos Miomas serve como tratamento da infertilidade?

Para responder essa pergunta é necessário antes responder outra: Os miomas diminuem a fertilidade?

 

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Fertilidade e Alimentação

Fertilidade - dom, 08/21/2011 - 19:26

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Operação Sorriso

Fertilidade - qui, 07/28/2011 - 18:44

ONG dedicada ao tratamento das fissuras labiais (lábio leporino) e palatais (fenda palatina). Veja mais em http://www.operationsmile.org.br/

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Video: Fertilidade

Fertilidade - sex, 06/17/2011 - 14:27

Um video mostrando desde a concepção, a fertilização até o parto.

Fertilidade from Alexandre Amato on Vimeo.

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Entrevista com a Dra Juliana

Fertilidade - dom, 05/01/2011 - 21:31

Programa Vida e Saúde na TV

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