Medicina

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Vascular Pro - ter, 05/20/2014 - 14:05

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Infertilidade e esterilidade: você conhece a diferença?

Fertilidade - qua, 04/30/2014 - 17:09

Popularmente, fala-se de infertilidade quando um casal não consegue engravidar após um ano de vida sexual ativa e contínua, sem estar usando qualquer método contraceptivo.

Tecnicamente, a infertilidade é resultado de uma disfunção dos órgãos reprodutores, dos gametas ou do concepto. Já a esterilidade é a impossibilidade que tem o homem ou a mulher de produzir gametas (óvulos e espermatozoide) ou zigotos (resultado da fusão entre óvulos e espermatozoides) viáveis.

Assim, podemos dizer que um casal é infértil quando há diminuição das chances da gravidez, que podem ser contornadas por medidas médicas, e que é estéril quando há incapacidade de gerar filhos.

O diagnóstico de infertilidade/esterilidade deve ser feito através de uma pesquisa básica sobre fertilidade e sempre envolver o casal, desde o início.

Estatisticamente, a infertilidade decorre em 35% dos casos de fatores masculinos, 45% de fatores femininos (tubo-peritoneal, 35%, e ovulatório, 10%), 10% sem causa aparente e 5% de causas diversas e pouco frequentes. Entretanto, a divisão percentual em fatores é artificial. A associação de causas de infertilidade é freqüente, principalmente a concomitância de fatores masculinos e femininos¹.

Alguns exames ajudam a diagnosticar as causas da infertilidade/esterilidade:

  • Ultrassonografia transvaginal: permite também fazer certos procedimentos da fertilização in vitro;
  • Histerossalpingografia: exame radiológico contrastado que avalia uma possível obstrução das tubas uterinas;
  • Histeroscopia: exame que permite uma visualização direta da cavidade uterina e complementa a histerossalpingografia e a histerossonografia;
  • Espermograma: visa conhecer um dos fatores masculinos, avaliando os graus de concentração, motilidade, vitalidade e morfologia dos espermatozoides.

Outros exames a serem usados em casos específicos são: avaliação do muco cervical, biópsia endometrial, culturas cervicais, pesquisa de anticorpos anti-espermatozoides, exames imunológicos e laparoscopia.

 

 

¹Fonte: Speroff & Fritz, 2005.

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Infertilidade: causas e opções de tratamentos

Fertilidade - qua, 04/30/2014 - 17:02

Em sua maioria, os fatores de infertilidade (sejam masculinos ou femininos), são adquiridos e decorrem de infecções, alterações hormonais, sequelas de cirurgias ou traumas, doenças ginecológicas ou do uso abusivo de medicamentos ou drogas.

Porém, a infertilidade pode ser de caráter congênito ou hereditário, como a falta de órgãos (útero, trompa ou vagina) ou alterações das gônadas.

É possível ainda a existência de causas concorrentes e, por isso, encontrar uma causa não significa que não haja outras.

O primeiro passo é procurar tratar as causas, especialmente quando a limitação não é congênita ou hereditária. Orientado por especialista, deve-se evitar exercícios pesados e desordens alimentares; através da correção de doenças metabólicas como o diabetes mellitus, desordens do colesterol, etc; do consumo de multivitaminas e sais minerais e evitando doenças sexualmente transmissíveis (DST), visto que algumas podem causar a infertilidade.

Em alguns casos é preciso intervenção médica e a medicina dispõe de vários métodos para contornar a infertilidade, entre eles: fertilização in vitro, inseminação intrauterina e indução da ovulação, por exemplo.

  • O método da fertilização in vitro (FIV), é reservado para mulheres que já tenham tentado outras formas de tratamento. Vários óvulos são removidos do ovário e artificialmente fecundados em laboratório com os espermatozoides do parceiro ou de um doador anônimo e depois transferidos para o útero. Mulheres com impossibilidade de produzir óvulos podem também se beneficiar desse método e receberem óvulos de uma doadora, fecundados artificialmente, em laboratório, pelos espermatozoides do seu parceiro e abrigar os embriões em seu próprio útero.
  • A inseminação intrauterina consiste na introdução de espermatozoides purificados na cavidade uterina (acima do colo uterino) até 36 horas após a indução da ovulação.
  • A indução da ovulação é utilizada quando tenha sido diagnosticada a falta ou distúrbios na ovulação, nos casos de ovários policísticos, em uma fase da inseminação intrauterina ou da fertilização in vitro.

As chances de êxito no tratamento da infertilidade são quase tão boas como as naturais, ou mesmo melhores (desde que a idade seja adequada e outros requisitos preenchidos), e é também reconhecida que a possibilidade da concepção de gêmeos (dois ou mais) é maior com a utilização desses recursos do que naturalmente.

Tags: infertilidadetratamentofeminino
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Você conhece o Bypass arterial?

Vascular Pro - qua, 04/30/2014 - 16:34

A cirurgia de ponte, ou Bypass, consiste na construção de um novo caminho para o fluxo de sangue através de um enxerto, que pode ser uma parte de uma das veias ou um tubo sintético conectado acima e abaixo de um bloqueio, permitindo que o sangue flua, contornando a lesão.

O Bypass é realizado quando a lesão aterosclerótica atinge a Aorta, as artérias Ilíacas ou artérias da perna. O procedimento pode ser realizado, no tratamento da Doença Arterial Periférica (DAP), quando o tubo é implantado em artérias das pernas ou mesmo dos braços. É uma das possibilidades de tratamento, visto que as angioplastias têm evoluido rapidamente.

Os sintomas podem ser identificados através de membros frios, perda de pelos, dores nos braços ou pernas durante atividades físicas (claudicação) ou, em casos mais graves, o desenvolvimento de úlceras que não cicatrizam ou gangrena (morte do tecido).

Para localizar o bloqueio e escolher os melhores lugares para conectar o enxerto, alguns testes podem ser realizados, como:

Os fatores de risco para a doença e que também são responsáveis por um resultado não desejado após a cirurgia são:

Por isso, o tratamento dessas doenças também deve ser realizado antes da realização da cirurgia.

A duração da hospitalização normalmente varia de 5 a 10 dias e os cuidados no pós-operatório baseiam-se em curativos, medicamentos e injeções de anticoagulante. Após a alta, consultas médicas são indicadas para o acompanhamento da evolução da doença.

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O que é Doença Arterial Periférica (DAP)?

Vascular Pro - qua, 04/16/2014 - 16:52

As artérias levam o sangue rico em oxigênio e nutrientes do seu coração para o resto do corpo. Quando as artérias das pernas ficam bloqueadas, as pernas não recebem sangue ou oxigênio suficiente, e você pode ter uma condição chamada de doença arterial periférica (DAP). Menos comum, mas também possível, pode acorrer o bloqueio de artérias nos braços.

 

Normalmente, as artérias são lisas e sem obstáculos no interior, mas podem tornar-se bloqueadas, causando inclusive o endurecimento das mesmas pelo acúmulo de gordura e tecido fibroso. Quando esse bloqueio acontece, o fluxo é reduzido causando a falta ou diminuição de oxigênio levado até as pernas e braços.

 

A DAP é mais comum em homens idosos; mas fumar, ter pressão alta, diabetes e níveis altos de colesterol, aumentam as chances de desenvolver a doença mais cedo.

 

Para identificá-la, alguns sintomas são as dores e o desconforto na região dos quadris, nádegas, coxas, joelhos, canelas e pés, que acontecem no movimento e param quando se descansa; cãibras, peso ou fraqueza nos membros também podem ser indícios.

 

Na doença arterial periférica grave, pode haver o desenvolvimento de úlceras dolorosas nos dedos ou pés, e caso a circulação não melhore, as úlceras podem trazer feridas e até tornar-se tecido morto (gangrena).

 

Para tratar a DAP, o principal é a mudança no estilo de vida, buscando uma alimentação saudável e a prática de exercícios assistidos, mas há outros procedimentos, como:

  • Medicação;  
  • Angioplastia e implante de stent;
  • Cirurgia Bypass;
  • Endarterectomia;
  • Amputação (em casos extremos).

 

O diagnóstico precoce e o tratamento é importante, afim de evitar um risco maior como a perda de membros, ou ainda um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral.

 

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Orientações pós-operatórias

Otorrino.pro - ter, 04/08/2014 - 22:08

Orientações e cuidados no pós-operatório de Adenoamigdalectomia (Retirada das amígdalas e Adenóide)

Alimentação:

- A alimentação nos seis primeiros dias deve ser com líquidos e pastosos; frios ou na temperatura ambiente ( sorvete, gelatina, vitamina, sucos, sopas, iogurtes).
- A partir do sexto dia massas bem cozidas, arroz bem cozido e carnes macias poderão ser consumidas.
- Alimentar-se várias vezes ao dia em pouca quantidadee, principalmente, tomar líquido

Importante: Não comer torradas ou qualquer alimento que possa ferir. Os alimentos duros ou quentes ficam terminantemente proibidos. Não ingerir grandes volumes de alimentos.

É frequente acontecer:
- Dor leve na região ou próxima ao ouvido.
- A dor piora ao falar e engolir.
- Vômitos no primeiro dia.
- Placas brancas na garganta.
- Intestino preso.
- Febre baixa (até 38 graus Celsius) nos dois primeiros dias.

Outros cuidados:
- Deve ser feito repouso das atividades físicas.
- Deitar-se preferencialmente de lado, para dormir, nos primeiros dias.
- Seguir corretamente a prescrição médica.
- Comparecer à consulta médica pós operatória.

Complicação mais importante:
- Sangramento com sangue vivo, que não para em até 5 minutos deve ser comunicado ao médico imediatamente..

 

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Orientações pós-operatórias

Otorrino.pro - ter, 04/08/2014 - 22:08

Orientações e cuidados no pós-operatório de Adenoamigdalectomia (Retirada das amígdalas e Adenóide)

Alimentação:

- A alimentação nos seis primeiros dias deve ser com líquidos e pastosos; frios ou na temperatura ambiente ( sorvete, gelatina, vitamina, sucos, sopas, iogurtes).
- A partir do sexto dia massas bem cozidas, arroz bem cozido e carnes macias poderão ser consumidas.
- Alimentar-se várias vezes ao dia em pouca quantidadee, principalmente, tomar líquido

Importante: Não comer torradas ou qualquer alimento que possa ferir. Os alimentos duros ou quentes ficam terminantemente proibidos. Não ingerir grandes volumes de alimentos.

É frequente acontecer:
- Dor leve na região ou próxima ao ouvido.
- A dor piora ao falar e engolir.
- Vômitos no primeiro dia.
- Placas brancas na garganta.
- Intestino preso.
- Febre baixa (até 38 graus Celsius) nos dois primeiros dias.

Outros cuidados:
- Deve ser feito repouso das atividades físicas.
- Deitar-se preferencialmente de lado, para dormir, nos primeiros dias.
- Seguir corretamente a prescrição médica.
- Comparecer à consulta médica pós operatória.

Complicação mais importante:
- Sangramento com sangue vivo, que não para em até 5 minutos deve ser comunicado ao médico imediatamente..

 

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Orientações pós-operatórias

Otorrino.pro - ter, 04/08/2014 - 22:08

Orientações e cuidados no pós-operatório de Adenoamigdalectomia (Retirada das amígdalas e Adenóide)

Alimentação:

- A alimentação nos seis primeiros dias deve ser com líquidos e pastosos; frios ou na temperatura ambiente ( sorvete, gelatina, vitamina, sucos, sopas, iogurtes).
- A partir do sexto dia massas bem cozidas, arroz bem cozido e carnes macias poderão ser consumidas.
- Alimentar-se várias vezes ao dia em pouca quantidadee, principalmente, tomar líquido

Importante: Não comer torradas ou qualquer alimento que possa ferir. Os alimentos duros ou quentes ficam terminantemente proibidos. Não ingerir grandes volumes de alimentos.

É frequente acontecer:
- Dor leve na região ou próxima ao ouvido.
- A dor piora ao falar e engolir.
- Vômitos no primeiro dia.
- Placas brancas na garganta.
- Intestino preso.
- Febre baixa (até 38 graus Celsius) nos dois primeiros dias.

Outros cuidados:
- Deve ser feito repouso das atividades físicas.
- Deitar-se preferencialmente de lado, para dormir, nos primeiros dias.
- Seguir corretamente a prescrição médica.
- Comparecer à consulta médica pós operatória.

Complicação mais importante:
- Sangramento com sangue vivo, que não para em até 5 minutos deve ser comunicado ao médico imediatamente..

 

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Limpeza Nasal

Otorrino.pro - ter, 04/08/2014 - 22:01

Limpeza Nasal e uso correto das medicações nas crianças

     A limpeza nasal é de extrema importância na prevenção e no tratamento das diversas patologias nasais, como rinite, sinusite e resfriados. Mas como fazer isso na criança? Aqui temos algumas dicas para esse procedimento, mas lembrando que a orientação médica é essencial.

     Para remover as secreções de crianças menores e lactentes (que não sabem assoar o nariz), deve-se colocar solução fisiológica 0,9% (ou similares) e, com cuidado, usar uma haste de algodão para remover as secreções mais externas; nunca introduzir profundamente a haste. Em crianças maiores podemos pedir para a mesma assoar levemente o nariz, após a lavagem com o soro. Em caso de obstrução nasal não se deve assoar o nariz com força.

Lavando o nariz das crianças:

- Primeiramente, sempre explicar para a criança a importância da limpeza nasal, e como ela será feita.

- Aquecer o soro fisiológico (ou similares) até a temperatura corporal, friccionando o vidro entre as mãos.

- Se for usar conta-gotas ou seringa deve-se inclinar a cabeça da criança para trás e injetar a dosagem prescrita do soro de uma só vez, para promover a limpeza. Não colocar o conta-gotas ou seringa novamente no frasco de soro (utilizar um copo).

- Pode-se repetir o procedimento até que a limpeza esteja completa.

- Se for usar o spray nasal, a criança deve ficar sentada e com o queixo para baixo, assim o soro alcança melhor todas regiões do nariz.

 

Cuidados com soro fisiológico: manter em geladeira e renovar a cada 2 ou 3 dias.

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Limpeza Nasal

Otorrino.pro - ter, 04/08/2014 - 22:01

Limpeza Nasal e uso correto das medicações nas crianças

     A limpeza nasal é de extrema importância na prevenção e no tratamento das diversas patologias nasais, como rinite, sinusite e resfriados. Mas como fazer isso na criança? Aqui temos algumas dicas para esse procedimento, mas lembrando que a orientação médica é essencial.

     Para remover as secreções de crianças menores e lactentes (que não sabem assoar o nariz), deve-se colocar solução fisiológica 0,9% (ou similares) e, com cuidado, usar uma haste de algodão para remover as secreções mais externas; nunca introduzir profundamente a haste. Em crianças maiores podemos pedir para a mesma assoar levemente o nariz, após a lavagem com o soro. Em caso de obstrução nasal não se deve assoar o nariz com força.

Lavando o nariz das crianças:

- Primeiramente, sempre explicar para a criança a importância da limpeza nasal, e como ela será feita.

- Aquecer o soro fisiológico (ou similares) até a temperatura corporal, friccionando o vidro entre as mãos.

- Se for usar conta-gotas ou seringa deve-se inclinar a cabeça da criança para trás e injetar a dosagem prescrita do soro de uma só vez, para promover a limpeza. Não colocar o conta-gotas ou seringa novamente no frasco de soro (utilizar um copo).

- Pode-se repetir o procedimento até que a limpeza esteja completa.

- Se for usar o spray nasal, a criança deve ficar sentada e com o queixo para baixo, assim o soro alcança melhor todas regiões do nariz.

 

Cuidados com soro fisiológico: manter em geladeira e renovar a cada 2 ou 3 dias.

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Limpeza Nasal

Otorrino.pro - ter, 04/08/2014 - 22:01

Limpeza Nasal e uso correto das medicações nas crianças

     A limpeza nasal é de extrema importância na prevenção e no tratamento das diversas patologias nasais, como rinite, sinusite e resfriados. Mas como fazer isso na criança? Aqui temos algumas dicas para esse procedimento, mas lembrando que a orientação médica é essencial.

     Para remover as secreções de crianças menores e lactentes (que não sabem assoar o nariz), deve-se colocar solução fisiológica 0,9% (ou similares) e, com cuidado, usar uma haste de algodão para remover as secreções mais externas; nunca introduzir profundamente a haste. Em crianças maiores podemos pedir para a mesma assoar levemente o nariz, após a lavagem com o soro. Em caso de obstrução nasal não se deve assoar o nariz com força.

Lavando o nariz das crianças:

- Primeiramente, sempre explicar para a criança a importância da limpeza nasal, e como ela será feita.

- Aquecer o soro fisiológico (ou similares) até a temperatura corporal, friccionando o vidro entre as mãos.

- Se for usar conta-gotas ou seringa deve-se inclinar a cabeça da criança para trás e injetar a dosagem prescrita do soro de uma só vez, para promover a limpeza. Não colocar o conta-gotas ou seringa novamente no frasco de soro (utilizar um copo).

- Pode-se repetir o procedimento até que a limpeza esteja completa.

- Se for usar o spray nasal, a criança deve ficar sentada e com o queixo para baixo, assim o soro alcança melhor todas regiões do nariz.

 

Cuidados com soro fisiológico: manter em geladeira e renovar a cada 2 ou 3 dias.

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Estou grávida e não quero parar de fumar

Fertilidade - ter, 03/18/2014 - 15:31

Quando uma mulher planeja ter filhos ela deve saber que, quando esse desejo se concretizar, sua vida nunca mais será a mesma. Agora mais do que mulher, esposa, filha, ela também será Mãe e seus desejos não serão mais a sua prioridade. Uma criança não pode se cuidar sozinha e depende daqueles que a amam para se manter saudável e feliz.

Antes de ser criança, antes de sequer ser um bebê, ainda na barriga de sua futura mamãe, aquele feto depende completamente das vontades e atitudes de seus pais e o que possui mais próximo de independência são obras do acaso.

Tudo aquilo com o qual a gestante entra em contato, o seu futuro bebê entra também. Todas as substâncias que entram em seu corpo e percorrem o seu sangue podem atravessar a placenta que alimenta o feto.

Substâncias como o cigarro podem provocar sérios danos a esse ser ainda em formação. Gestantes que fumam tem maiores chances de gerar um bebê sem vida ou que falece antes de completar uma semana de vida*.

O início da gestação é o momento em que cada estrutura do corpo é formada e é um processo que não deve ser perturbado. O final da gestação é o momento em que aquele feto, já formado, engorda e adquire condições para viver fora do ambiente seguro que o guardava até então.

Os futuros pais são responsáveis por manter esse ambiente de fato seguro o tempo todo; o acompanhamento do pré-natal dá suporte para que o homem e a mulher se preparem para, no momento certo, ser pai e mãe.





*Nicotine & Tobacco Research Advance Access published August 13, 2013

Influence of Snuff and Smoking Habits in Early Pregnancy on Risks for Stillbirth and Early Neonatal Mortality - Sachiko Baba, Anna-Karin Wikström, Olof Stephansson, Sven Cnattingius

 

Tags: gravidezfatores de riscoriscos
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Estou grávida e não quero parar de beber

Fertilidade - ter, 03/18/2014 - 15:28

O álcool que a mulher grávida consome chega com muita facilidade a todo corpo do feto e parece causar uma contração nos seus pequenos vasos sanguíneos, o que faz com que menos sangue alcance os seus órgãos, portanto menos oxigênio chega a suas células. Esse fenômeno impede que o feto cresça, aumenta as chances de aborto e de morte fetal.

Existem duas condições associadas ao consumo do álcool na gestação: a síndrome alcoólica fetal (SAF) e os efeitos relacionados ao álcool (ERA).

A síndrome alcoólica fetal tem como características a presença de alterações faciais (lábio superior fino, sobrancelha levantada, nariz rebaixado, pequena abertura dos olhos, nariz curto e largo, face plana, mandíbula pequena, entre outras), modificações também do sistema nervoso central (do crânio, do cérebro, da  coordenação) e do crescimento, que se torna muito restrito, apresentando inclusive perda de peso.

Os chamados efeitos relacionados ao álcool referem-se a defeitos durante a formação do coração, dos rins, do esqueleto, dos olhos e aos que causam problemas de surdez, de lábio leporino, de dificuldade posterior de aprendizado, de transtornos de comportamento, de problemas de memória, entre outros. Também está entre as causas de retardo mental no país.

Não existe uma quantidade de álcool considerada segura para ser consumida na gestação, por isso a indicação é que a gestante se abstenha completamente da bebida durante toda a gravidez.

Os cuidados realizados no pré-natal são fundamentais para assegurar a saúde do feto e do recém-nascido. Atualmente existem muitos meios de informação e a gestante deve, sim, manter-se informada. O médico que a acompanha durante toda a gravidez deve tirar todas as suas dúvidas de maneira realista e sincera, embasado em tudo o que a ciência oferece hoje como verdade. Dessa maneira, a gestante pode sentir-se acolhida e segura em seu suporte.


*SIAT – Sistema de Informação sobre Agentes Teratogênicos/Serviço de Genética Médica – HCPA/Departamento de Genética – UFRGS. 

* SEGRE, Conceição Aparecida de Mattos (Coord.). Efeitos do álcool na gestante, no feto e no recém-nascido.  São Paulo: Sociedade de Pediatria de São Paulo, 2010.

Tags: gestaçãoriscosfatores de risco
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Dissecção aórtica, o que é isso?

Vascular Pro - ter, 03/18/2014 - 15:20

Os vasos sanguíneos que levam o sangue do coração, rico em oxigênio, para o restante do corpo são chamados artérias. As artérias aumentam e diminuem de tamanho, são muito elásticas e comportam mais ou menos sangue conforme necessário. A aorta, que sai diretamente do coração, é a maior artéria do corpo e é dela que saem todas as outras artérias.

Esses vasos são como tubos compostos por três camadas que lhes dão força e elasticidade (íntima, média e adventícia). As camadas são bem unidas entre si, de modo que o sangue passa apenas por dentro do tubo (chamada luz do vaso).

Mas, existe um fenômeno em que a camada que reveste a parte de dentro do vaso se separa das outras duas que continuam unidas. Essa separação permite que o sangue, que antes circulava apenas pela luz do vaso, agora circule também nesse novo espaço (de fundo cego) que se abriu entre as camadas; a esse fenômeno dá-se o nome de dissecção; quando acontece com a artéria aorta é chamada de dissecção aórtica. É um delaminamento, ou seja, uma separação das camadas das artérias, que passa a levar o sangue pelo caminho errado.

Na grande maioria dos casos, a dissecção acontece devido à pressão arterial alta e à presença de placas de aterosclerose (resultantes do acúmulo de gordura nos vasos). Além disso, algumas doenças genéticas também podem colaborar para que ocorra esse fenômeno (Síndrome de MarfanEhler-Danlos e outras).

Por ser a artéria principal, ou seja a origem de todas as outras artérias, dependendo do ponto em que a aorta é acometida, a pessoa pode apresentar diferentes sintomas: pode ter uma dor intensa nas costas ou no peito, sentir falta de ar, desmaio, paralisia, parecendo muitas vezes um infarto do coração ou um derrame cerebral, dor nas pernas, e pode também apresentar pressão alta ou baixa. 

Essa condição é uma emergência médica muito grave que exige imediato tratamento hospitalar, algumas vezes necessitando cirurgia. É preciso avaliação imediata por um cirurgião vascular e endovascular para definir a necessidade de tratamento cirúrgico ou clínico.





 

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TEP, o que é isso?

Vascular Pro - ter, 03/18/2014 - 15:09

Tromboembolismo pulmonar (TEP) ou embolia pulmonar é um fenômeno que pode ocorrer devido à presença de um trombo nas veias, principalmente nas das pernas; as veias são os vasos sanguíneos que levam o sangue usado pelo corpo de volta ao coração, de onde é levado ao pulmão, local em que será enriquecido com oxigênio novamente.

Trombos são coágulos/plaquinhas formadas de células sanguíneas, plaquetas (responsáveis pela cicatrização das lesões) e proteínas. Eles são formados quando o organismo recebe um estímulo para fazer a coagulação de um vaso sanguíneo, é um evento que serve para controlar os sangramentos. Mas, quando o estímulo é excessivo ou surge mesmo sem ter havido uma lesão, esse “tratamento” natural do organismo pode ser danoso.

O local onde são formados com mais frequência é na panturrilha (batata da perna) e, uma vez formados, os trombos podem crescer dentro dos vasos e impedir completamente a passagem do sangue, podendo inclusive, muito raramente, levar à morte das células e dos tecidos e à perda do membro (Phlegmasia cerulea dolens).

Se um pedacinho do trombo se solta, ele muda de nome e passa a ser chamado de êmbolo e pode alcançar o coração. Do coração, ele alcança a artéria que irriga o pulmão, impedindo a passagem de sangue para esse órgão. Esse fenômeno é chamado de embolia pulmonar ou TEP e é muito grave.

A pessoa com TEP sente uma súbita falta de ar. Pode sentir também dor e chiado no peito, respiração rápida e tosse, que pode vir acompanhada de escarro com sangue; dor, palidez e formigamento. Sintomas que indicam que há um trombo nas pernas, também podem estar presentes. Além disso, o TEP é uma emergência médica, portanto a pessoa acometida deve ser levada prontamente a um hospital para tratamento.

Para ajudar a prevenir esse fenômeno, deve-se ter cuidado com situações que ajudam o sangue a ficar parado nas pernas, sem circular. No caso de pós-operatórios, o médico deve orientar a movimentação precoce e outras medidas de prevenção. Outras situações que necessitem de repouso, como viagens prolongadas, uso de cadeira de rodas, e outras também são fatores de risco. Pessoas muito obesas, ou com acometimento grave de varizes e mulheres que acabaram de ganhar bebê também estão sujeitos a risco aumentado. A presença de algumas doenças cardíacas e/ou renais e o uso de anticoncepcionais orais também podem colaborar com a doença.

O uso de meias elásticas de compressão, em pessoas que são propensas a esses eventos e que possuem fatores de risco, é uma medida de grande valia nessas horas e deve ser indicada pelo médico especialista. O mau uso da meia elástica também pode ser prejudicial. O ideal é procurar um médico cirurgião vascular que possa avaliar os riscos individuais e orientar sobre quais as melhores condutas a serem tomadas.

 

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Retirada de Cerume (“Rolha” de cerume)

Otorrino.pro - seg, 02/03/2014 - 10:04

     É muito comum pacientes procurarem o otorrinolaringologista para retirada de cerume do ouvido.

     O que todos devem saber é que, somente devemos fazer a retirada, quando houver cerume em excesso. Ou seja, quando o cerume está, de alguma forma, atrapalhando o equilíbrio do ouvido externo.

     O uso de cotonete, portanto, não é bom, pois tira toda a proteção do ouvido ao retirar o cerume.

     Mas quando em excesso, o cerume pode atrapalhar a audição e também propiciar o surgimento de otites externas devido à retenção de umidade.

     A retirada deve sempre ser feita por um médico, para não haver traumas e lesões ao ouvido. Ela pode ser feita através de lavagem, aspiração, ou pinças. Todas são excelentes formas de fazer esse procedimento, cabe ao médico decidir qual a melhor para cada situação.

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Retirada de Cerume (“Rolha” de cerume)

Otorrino.pro - seg, 02/03/2014 - 10:04

     É muito comum pacientes procurarem o otorrinolaringologista para retirada de cerume do ouvido.

     O que todos devem saber é que, somente devemos fazer a retirada, quando houver cerume em excesso. Ou seja, quando o cerume está, de alguma forma, atrapalhando o equilíbrio do ouvido externo.

     O uso de cotonete, portanto, não é bom, pois tira toda a proteção do ouvido ao retirar o cerume.

     Mas quando em excesso, o cerume pode atrapalhar a audição e também propiciar o surgimento de otites externas devido à retenção de umidade.

     A retirada deve sempre ser feita por um médico, para não haver traumas e lesões ao ouvido. Ela pode ser feita através de lavagem, aspiração, ou pinças. Todas são excelentes formas de fazer esse procedimento, cabe ao médico decidir qual a melhor para cada situação.

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Retirada de Cerume (“Rolha” de cerume)

Otorrino.pro - seg, 02/03/2014 - 10:04

     É muito comum pacientes procurarem o otorrinolaringologista para retirada de cerume do ouvido.

     O que todos devem saber é que, somente devemos fazer a retirada, quando houver cerume em excesso. Ou seja, quando o cerume está, de alguma forma, atrapalhando o equilíbrio do ouvido externo.

     O uso de cotonete, portanto, não é bom, pois tira toda a proteção do ouvido ao retirar o cerume.

     Mas quando em excesso, o cerume pode atrapalhar a audição e também propiciar o surgimento de otites externas devido à retenção de umidade.

     A retirada deve sempre ser feita por um médico, para não haver traumas e lesões ao ouvido. Ela pode ser feita através de lavagem, aspiração, ou pinças. Todas são excelentes formas de fazer esse procedimento, cabe ao médico decidir qual a melhor para cada situação.

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Tenho síndrome dos ovários policísticos e estou infeliz

Fertilidade - dom, 01/26/2014 - 23:39

Essa não é uma frase incomum para muitas mulheres... A síndrome dos ovários policísticos é a doença hormonal mais frequente da mulher em idade reprodutiva. Costuma ser diagnosticada ainda na adolescência e está associada a um quadro de sintomas bem característico que compreende a irregularidade menstrual, a acne, a obesidade, aumento de pelos no rosto e corpo e em casos mais avançados a dificuldade para engravidar  - nem todos esses sintomas precisam estar presentes dependendo do grau da doença.

Apesar de ter características que podem ser medidas ou avaliadas por exame físico, exame de imagem e de laboratório (alterações hormonais típicas), a mulher com síndrome dos ovários policísticos também pode apresentar sintomas de ansiedade e de depressão, assim como dificuldade nos relacionamentos (pessoal e sexual).

A presença de sintomas psicológicos em mulheres com a síndrome muitas vezes exige tratamento específico, não podendo passar despercebida. A ausência de tratamento para esses distúrbios está associada a uma maior necessidade de tratamento de outras doenças como também aumenta a chance de desenvolver doenças cardiovasculares.

Algumas vezes as pacientes escondem os sintomas emocionais que sentem de determinado médico especialista, ou por medo ou por acreditarem que nada tem a ver com a “doença que apresentam” no momento.  Mas ambos, médico e paciente, não podem esquecer que não há queixas irrelevantes e que todos os problemas podem ser abordados no seu devido tempo.

Sofrer em silêncio é uma realidade para muitas mulheres que não se queixam, seguem em frente e muitas vezes esquecem de si mesmas. O efeito disso normalmente é uma sobreposição de doenças e transtornos em uma vida cansada, confusa e infeliz. É importante expressar o que se sente e, mais importante ainda, saber pedir ajuda e ter em quem confiar.

Bazarganipour et al. Health and Quality of Life Outcomes 2013, 11:141 - Psychological investigation in patients with polycystic ovary syndrome -Fatemeh Bazarganipour, Saeide Ziaei, Ali Montazeri, Fatemeh Foroozanfard, Anoshirvan Kazemnejad and Soghrat Faghihzadeh5

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Opções de tratamento para pacientes com síndrome dos ovários policísticos

Fertilidade - dom, 01/26/2014 - 23:37

A síndrome dos ovários policísticos, ou SOP, é uma doença comum na população feminina. É considerada uma síndrome hiperandrogênica. Isso quer dizer que a mulher portadora possui características que refletem a ação de hormônios masculinos, como a distribuição de pelos e acne. A obesidade e a infertilidade (relacionada à irregularidade menstrual) também são comuns a essa condição. E a característica que dá nome à doença é a presença de pelo menos doze pequenos cistos ovarianos distribuídos na periferia dos ovários, ou um ovário aumentado de tamanho. Mas não é preciso detectar essa alteração para se fazer o diagnóstico.

As mulheres com SOP nem sempre apresentam todos esses sintomas ao mesmo tempo. É por isso que o tratamento pode variar bastante entre as pacientes, pois ele é direcionado pelo objetivo que a paciente pretende alcançar: regular a menstruação, combater a acne, engravidar, perder peso ou ainda melhorar a resistência à insulina, que também é característica da doença. A resistência à insulina (ou intolerância à glicose) representa a dificuldade que esse hormônio tem para exercer a sua ação no organismo podendo, a longo prazo, levar ao desenvolvimento do diabetes.

Dessa forma as opções de tratamento incluem anticoncepcionais orais (para regular o ciclo menstrual) e medicamentos que ajudam a amenizar os sintomas masculinizantes. Resistência a insulina e obesidade são tratados individualizando os casos e em acompanhamento com o Endocrinologista juntamente com o Ginecologista.

Independentemente do objetivo que se queira alcançar, ou do tratamento escolhido, todas as pacientes com síndrome dos ovários policísticos se beneficiam com controle nutricional adequado e atividade física regular, que podem amenizar todos os seus sintomas, incluindo a dificuldade para engravidar! Dessa forma, essa mudança de hábitos deve fazer parte do tratamento de todas as pacientes, o que também ajuda a combater a maior tendência que essas mulheres possuem de desenvolver doenças cardiovasculares.

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