Medicina

Doutorado na USP

Vascular Pro - ter, 01/27/2015 - 10:17

Defesa de Doutorado do Dr Alexandre Amato ocorreu dia 26 de janeiro no Anfiteatro da Farmacologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Mais um passo na carreira acadêmica com êxito.

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Em busca da fertilidade

Fertilidade - qua, 01/14/2015 - 09:18

Livro "Em Busca da Fertilidade" está disponível na Apple Store.

Atualidades sobre a infertilidade e seus tratamentos. A busca pela fertilidade é um processo com várias etapas, desde a identificação do problema até sua resolução. A compreensão é essencial e ocorre logo depois ou concomitante à aceitação. Nesse momento o casal passa a entender a função existencial do ser humano. Ao definir suas prioridades o casal está apto à proceder com os passos seguintes. A fase da compreensão varia muito, podendo ser suficiente apenas uma conversa no consultório com um profissional, ou necessário a opinião de diversos profissionais; assim como também tem aqueles que precisam fazer uma ampla pesquisa na Internet, procuram entrevistas, vídeos e muito mais. O mundo globalizado de hoje oferece a possibilidade de diversas fontes de informação e isso é muito saudável. Entretanto, por outro lado, também se faz necessário uma fonte coerente, concisa, atualizada e confiável, exatamente o que este livro se propõe a fazer.

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Otorrino.pro - seg, 01/05/2015 - 09:25
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Otorrino.pro - seg, 01/05/2015 - 07:08
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Retrospectiva 2014

Vascular Pro - seg, 12/22/2014 - 18:23

O ano de 2014 ficará na história da equipe Amato. Tantas mudanças, tanto investimento de carinho e suor num projeto imenso para podermos melhor atender nossos pacientes. Foi um ano que deixou sua marca. E finalmente mudamos para Av Brasil, 2283. Ainda temos muito a fazer, mas para aqueles que sempre desejam melhorar, esse é um caminho sem fim.
Para o site não foi por menos. Mais de 215.446 visitas ao nosso conteúdo. Sempre buscando a melhor informação de saúde para você.
Artigos mais lidos em 2014 foram:

  1. Aplicação e Escleroterapia
  2. Perguntas Frequentes: Varizes e Vazinhos
  3. Perguntas Frequentes
  4. Trombose Venosa Profunda (TVP)
  5. O que é derrame?
  6. Úlceras Venosas (úlcera de estase, úlcera varicosa)
  7. O que é a Síndrome do Desfiladeiro Torácico?
  8. Dor nas pernas: pode refletir um problema vascular?
  9. Indicações de cirurgia vascular de carótidas
  10. Como é o pós-operatório da cirurgia de varizes?

Notamos que sempre varizes é uma preocupação maior, provavelmente pela prevalência na população. É uma doença que tem tanto um aspecto estético como funcional, então o envolvimento do cirurgião vascular é essencial para um bom resultado no tratamento. Além disso, notamos a trombose venosa profunda e a estenose carotídea como temas de destaque. Presenteamos os artigos mais lidos com vídeos explicativos, não perca. E Aproveite e curta nossa página no facebook.

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Como prevenir varizes?

Vascular Pro - dom, 12/07/2014 - 17:43

As varizes são veias superficiais que apresentam alguma alteração de circulação, estando mais dilatadas que o comum, marcando a pele e causando muitas vezes inchaço, queimação, dor e cansaço.

Quando existe o aparecimento de um desses sintomas, o principal procedimento é procurar um médico especialista, para uma melhor avaliação da inflamação e um esclarecimento sobre os tratamentos mais indicados.

De qualquer maneira, algumas dicas e medidas que podem ser tomadas para que se evite ou se retarde o aparecimento das varizes ou dos sintomas venosos. São elas:

Alimentação saudável: Consumir regularmente líquidos, ter uma alimentação rica em fibras, evitar o fumo e o sobrepeso ajudam a prevenir o aparecimento das varizes.

Manter uma rotina de exercícios: Caminhadas durante o dia, subir escadas ao invés de usar o elevador, se movimentar no trabalho, são exemplos que auxiliam na circulação sanguínea nas pernas; a prática da ginástica e da musculação, quando não exageradas e bem orientadas, também são bastante aconselháveis.

Uso de meias elásticas medicinais/ortopédicas: A compressão exercida por essas meias facilita o fluxo de sangue e evita inchaços. Quanto ao tamanho das meias é preciso ficar atento à medida da panturrilha da perna, evitando as que ficarem –muito apertadas. Meias terapêuticas são de indicação médica, e devem ser receitadas após consulta.

Uso de saltos moderados: O uso do salto alto é uma das maiores dúvidas entre as causas do aparecimentos das varizes. É preciso reconhecer que todo exagero pode causar problemas, assim, saltos muito altos e passar muito tempo com o mesmo calçado pode atrapalhar a circulação e também o movimento da panturrilha, assim, nada é proibido, mas cautelas são sempre importantes.

Relaxar as pernas: Deitar-se com as pernas elevadas é saudável. Deixar os pés mais altos que o coração auxilia o retorno venoso favorecendo uma melhor circulação sanguínea.

Através destas dicas e precauções, você prevenirá não apenas as varizes, mas terá uma vida mais saudável em todos os aspectos. E importante lembrar também sobre a importância de consultar um médico especialista que ajudará melhor na manutenção da sua saúde.

 

Já tínhamos falado sobre prevenção de varizes em 2011, mas não custa nada relembrar e reforçar os conceitos básicos de saúde das pernas.

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Conheça a oncofertilidade

Fertilidade - qua, 12/03/2014 - 18:00

Ligada à oncologia, a oncofertilidade é a parte da medicina que cuida da fertilidade dos pacientes com câncer.

Segundo a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia cerca de 50% dos pacientes submetidos a tratamentos oncológicos têm risco de perder sua capacidade reprodutiva após o tratamento, podendo esta perda ser transitória ou até permanente.

Durante o tratamento de combate ao câncer os quimioterápicos e/ou radioterápicos, mesmo que sejam administrados em doses ou radiações pequenas, agridem os ovários e testículos, causando danos às células germinativas responsáveis pela fertilidade.

Como a oncofertilidade pode auxiliar na prevenção da fertilidade?

A principal aliada é a criopreservação, ou seja, o congelamento de espermatozoides, ovócitos, embriões ou até mesmo tecido ovariano e testicular, antes de serem iniciadas as seções de quimio e/ou rádio.

Para os homens o procedimento é feito através do recolhimento de amostras de sêmen, permitindo uma boa reserva produtiva. Já para as mulheres, alguns exames precisam ser realizados, como avaliação da reserva funcional dos ovários, dosagem dos hormônios, ultrassom e por fim uma estimulação ovariana, como no procedimento de fertilização in vitro, a fim de recolher alguns óvulos que serão guardados até que a paciente encerre o tratamento contra o câncer.

A oncofertilidade tem ajudado muitos pacientes e é importante que ambos os médicos, tanto o que trata do câncer, como o especialista em fertilidade, trabalhem juntos para o sucesso do tratamento e a garantia de que o paciente seja curado e realize o desejo de ter filhos.

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O que é vasculite?

Vascular Pro - qua, 12/03/2014 - 17:41

Vasculite ou angiite é o nome dado às inflamações ou necroses dos vasos sangüíneos. Seus danos causam estreitamento ou obstrução dos vasos, limitando ou até interrompendo o fluxo sanguíneo.

Causas

Diversos fatores podem ser responsáveis pela incidência das vasculites, como por exemplo, agentes infecciosos - bactérias, vírus, protozoário - que agem diretamente na parede do vaso; ou por medicamentos utilizados para combater tais agentes, como penicilina, quinina e antibióticos. Outro fator que causa vasculites é o uso de drogas ilícitas, como heroína e cocaína.

Sintomas

Com sintomas bastante variáveis, os exames realizados regularmente são a melhor opção para identificar e tratar a doença.

Febre de origem desconhecida, perda do apetite, fadiga, suores noturnos, dores nas articulações e músculos, além de pequenas lesões na pele, como nódulos ou úlceras - lesão superficial - podem ser alguns sinais, porém há casos em que o primeiro sintoma foi a necrose, estágio já avançado da inflamação que pode atingir praticamente todos os vasos do corpo humano.

Tratamento

É recomendável o acompanhamento de um especialista já nos primeiros sintomas, pois a  vasculite pode ser sinal para doenças mais graves, como a púrpura de Schönlein-Henoch (ou púrpura alérgica), doença do soro, periarterite nodosa, eritrema nodoso, arterite temporal ou doença de Buerger, a mais grave de todas, pois pode levar à grangena e até mesmo amputações.

Para o tratamento da vasculite é necessária a identificação do agente causador e assim administrado o uso de medicamentos antiinflamatórios, vasodilatadores, analgésicos ou anticoagulantes, e podendo, em casos mais graves, um tratamento cirúrgico ou endovascular ser o mais indicado.

Apesar de todos os cuidados, a vasculite é uma doença persistente e pode não responder corretamente aos tratamentos ou até mesmo aparecer novamente, mesmo depois de concluído o tratamento. Para um melhor acompanhamento desta doença, consultas regulares com profissionais especializados são indicadas.

Os especialistas na área são: angiologistas, cirurgiões vasculares e reumatologistas.

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Neuroestimulador

Neurocirurgia - qui, 11/27/2014 - 09:19

“A dor é inevitável, o sofrimento é opcional.” Carlos Drummond de Andrade

 

O tratamento da dor inclui, em uma escala crescente de complexidade, o tratamento clínico, infiltrações, bloqueios, procedimentos minimamente invasivos e cirurgias para dor crônica. Quando a dor se torna insuportável, e os medicamentos, além de não fazerem mais efeito, passam a ter efeitos colaterais danosos, está na hora de considerar os procedimentos cirúrgicos. O implante de eletrodo epidural para estimulação da medula espinhal é uma técnica que tem se demonstrado eficiente e segura para esses pacientes que sofrem com dor crônica. 

 

Como funciona a estimulação da medula espinhal? O que o paciente sente?A estimulação elétrica do sistema nervoso central com eletrodos implantados visa a ativação das vias supressoras da dor e o bloqueio eletrofisiológico da recepção do estímulo de dor. O paciente refere uma sensação agradável, que lembra o TENS (métodos muito utilizado na fisioterapia analgésica) e que inibe a dor.

 

  Dispositivos que integram o kit do neuroestimualdor. 

 

Como são estes eletrodos? Qual o melhor tipo?

Os eletrodos podem ter diversos tamanhos e formas. Eletrodos cilíndricos podem ser aplicados através da pele, com anestesia local, porém as complicações com esta técnica são mais frequentes: migração do eletrodo, dificuldade de implantação em pacientes com artrose da coluna, necessidade de reposição. Os eletrodos em placa apresentam a facilidade de colocação através de pequena cirurgia realizada com anestesia geral, maior estabilidade e a possibilidade de estimular áreas mais específicas. Os eletrodos cilíndricos induzem campos elétricos multidirecionais, o que os torna menos eficiente, pois podem estimular estruturas que não são o alvo do tratamento. Os eletrodos em placa geram campos unidirecionais, que são mais eficientes e minimizam a estimulação de estruturas não desejadas, incluindo as fibras dolorosas e o ligamento amarelo. 

 

Exemplos de modelos disponíveis no mercado.

 

A cirurgia para implantação dos eletrodos é muito complicada?

É uma cirurgia simples, que dura menos de 30 minutos e é realizada com anestesia geral. A incisão é realizada sobre a coluna e tem aproximadamente 4cm. 

 

Onde o eletrodo e o gerador ficam exatamente?

O eletrodo fica dentro da coluna, na parte de trás da dura-máter, membrana que cobre a medula espinhal, entre ela e o osso. O local exato depende da região que se deseja estimular. Por exemplo, caso os sintomas sejam em membros inferiores, o alvo é a medula torácica; se os sintomas forem em membros superiores ou tronco, o alvo é a medula cervical. 

Geralmente o paciente é submetido a uma fase de testes em que os eletrodos são implantados, mas a estimulação elétrica é realizada através de gerador externo durante 1-2 semanas. Caso a estimulação elétrica, durante a fase de testes não beneficie o doente, os eletrodos são removidos; caso seja positiva, o gerador interno e definitivo é implantado. Neste caso, pode ficar alojado na região do abdome, ou no tórax, posição comumente utilizada para o marca-passo cardíaco.

 

Quanto tempo dura a bateria? Precisa trocar ou recarregar?

Os sistemas podem ser alimentados por radiofrequência ou conter bateria junto ao sistema de geração de estímulo. Os mais modernos são geralmente recarregados a cada 1-2 semanas; e a bateria dura em torno de 6-9 anos, precisando ser trocada após este período. Esses sistemas possuem a vantagem de maior longevidade do aparelho, possibilidade de acionamento de vários eletrodos ou contatos, de poder utilizar vários programas e modos de estimulação, possibilidade de utilização de mais energia e de terapêuticas mais amplas, maior potencial de aliviar a dor e de participação do paciente no controle de sua dor. Quando o sistema utiliza somente sua bateria, sem a possibilidade de recargas periódicas, as opções de programação e de magnitude de energia liberada pelo sistema são limitadas. 

 

 

Em quais casos esse sistema está indicado?

As indicações para neuroestimulador implantável para estimulação da medula espinhal incluem o tratamento de dor crônica e intratável dos membros ou do tronco, incluindo dores unilaterais ou bilaterais associadas as seguintes condições

 

Doenças neurológicas ou da coluna

- síndrome pós-laminectomia, dor lombar pós falha do traatmento cirúrgico (failed back syndrome)

- dor radicular ou radiculopatia resultante de sindrome pós laminectomia ou de hérnia de disco

- dor secundária a múltiplas cirurgias de coluna

- cirurgia de hérnia de disco mal sucedida

- doença degenerativa discal ou hérnia de disco refratária ao tratamento clínico conservador e às intervenções cirúrgicas

- causalgia periférica

- fibrose epidural

- aracnoidite

- neuralgia pós-herpética refratária ao tratamento conservador

- polineuropatia periférica refratária ao tratamento conservador

- síndrome da dor regional complexa, distrofia simpático reflexa ou causalgia

- dor mielopática segmentar

- dor decorrente de deaferentação plexular

 

Causas Vasculares

- dor no coto de amputação

- dor isquêmica de membros inferiores (aterosclerose grave)

 

Causas Cardiológicas

- angina intratável e de etiologia já estabelecida e controlada

 

Causas Oncológicas

- dor secundária a câncer com comprometimento ósseo, articular, deestruturas nervosas ou vísceras. 

 

 

 

Referências

https://professional.medtronic.com/index.htm#.VFkpk4eRoiM

Teixeira M.J. Neuroestimulação no Tratamento da Dor. In Aguiar P.H.P. Tratado de Técnica Operatória em Neurocirurgia. Ateneu 2009.

 

 

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ACP 2014 - 28˚ Congresso Internacional

Vascular Pro - seg, 11/17/2014 - 16:46

Compartilhando conhecimento sobre casos raros com os colegas americanos no American College of Phlebology, congresso internacional em Phoenix, Arizona.

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Homem com Paralisia volta a andar

Neurocirurgia - seg, 11/03/2014 - 18:37

Regeneração da medula espinhal em paciente submetido a transplante de células do bulbo olfatório

 

A matéria apresentada ontem no Fantástico mostra uma pesquisa promissora para o tratamento de pacientes com lesão completa de medula espinhal. Como não há regeneração espontânea dos axônios centrais (partes das células neuronais que percorrem a medula), a idéia foi propiciar um meio possível para a regeneração dessas estruturas. Partindo-se de estudos realizados em animais, que mostraram a reparação de raízes nervosas dorsais em ratos com a utilização de células do bulbo olfatório, foi traçado este estudo experimental em humano. É importante ressaltar que o paciente apresentava lesão completa da medula espinhal, ou seja, mesmo após meses de fisioterapia, não houve sinais de funcionamento dos músculos ou da sensibilidade abaixo do nível da lesão. A cirurgia foi dividida em 2 etapas, sendo que a primeira consistiu na realização de uma craniotomia (abertura do crânio) para a retirada de um dos bulbos olfatórios. Esta cirurgia pode ser realizada com segurança, porém existe risco considerável de fístula liquórica nasal. As células do bulbo olfatóáio removido foram então preparadas através de cultura celular específica. Doze dias após a remoção do bulbo olfatório, o paciente foi readmitido para a realização do transplante. esta segunda cirurgia consistiu na exploração do local da lesão, com ressecção de tecido cicatricial, colocação de enxerto de nervo da perna próprio paciente entre as 2 extremidades da medula lesionada e a injeção das células preparadas em meio de cultura específico. O paciente não apresentou complicações da cirurgia e apresentou evolução neurológica favorável com ganhos funcionais significativos.

 

Dr., sou um candidato a esta cirurgia?

Este foi um procedimento experimental, ou seja, ainda não faz sentido realizá-lo fora de um protocolo de estudo. Estudos realizados com apenas um paciente não podem ser extrapolados para a população em geral, pois não se sabe ao certo quais são os pacientes que vão realmente se beneficiar do procedimento, assim como quais os possíveis efeitos colaterais. As 2 cirurgias a que o paciente deve ser submetido são cirurgias neurológicas delicadas e que envolvem riscos não desprezíveis, portanto o benefício do procedimento deve estar bem claro para todos, para assim podermos avaliar se os possíveis resultados realmente superam os potenciais riscos. 

 

Como posso entrar em um protocolo de estudo?

Estudos como este, no Brasil, são geralmente realizados em serviços públicos como o HCFMUSP, HCMFRP e a UNIFESP. 

 

Quanto tempo vai demorar para eu poder fazer este procedimento no serviço privado?

Ainda não temos previsão, mas o fato de já terem publicado o estudo descrito, constitui um grande avanço e portas se abrem para pesquisadores trabalharem na mesma linha e progredirem cada vez mais rápido. Com estudos mais abrangentes, a disponibilidade no serviço privado começa a aparecer.

 

 

Referências:

Tabakow P et al. Functional reeneration of supraspinal connections in a patient with transected spinal cord following of bulbar olfactory ensheathing cells with peripheral nerve bridging. Cell Transplantation. 2014 oct 21.

 

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IX Congresso Brasileiro de Laser

Vascular Pro - sab, 11/01/2014 - 15:19

Compartilhando conhecimento sobre laser em varizes com colegas no IX Congresso Brasileiro de Laser. Aula sobre termoablação endovenosa de safenas. Mostramos a evolução do laser e as grandes vantagens do laser de 1470nm sobre o de 980nm.

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Endoscopia Cerebral - Cisto Colóide

Neurocirurgia - seg, 10/27/2014 - 19:44

     Cistos colóides são lesões benignas que constituem cerca de 1% de todos os tumores intracranianos. Tipicamente estão localizados nos ventrículos cerebrais, que são bolsões de líquido cefalo-raquidiano (LCR), basicamente onde o líquor (LCR) é produzido. Estes cistos costumam crescer e obstruir o canal de passagem entre o ventrículo lateral e o terceiro ventrículo, chamado de forame de Monro; desta forma, os sintomas costumam ocorrer devido a hidrocefalia assimétrica, que é o acúmulo de líquido em apenas um dos ventrículos laterais. Os sintomas podem ser: dor de cabeça intensa com vômitos, perda de consciência, perda visual ou outros sintomas neurológicos. O diagnóstico da hidrocefalia pode ser feito inicialmente com a tomografia computadorizada do crânio mas, para identificar o cisto colóide, geralmente a Ressonância Magnética é necessária. 

Imagens de Ressonância Nuclear Magnética mostrando em A a hidrocefalia assimétrica com um dos ventrículos laterais maior do que o outro (*), a seta mostra o septo interventricular desviado para o lado oposto pela pressão sobre ele exercida. Em B podemos identificar o cisto colóide, a seta mostra o forame de Monro obstruido pelo cisto (a esquerda da seta), causando alargamento do ventriculo lateral (a direita da seta). Em C podemos observar a trajetória programada para a entrada do endoscópio cerebral para a ressecção do cisto colóide (linha verde). 

     Diversas abordagens cirúrgicas foram descritas para a retirada do cisto e resolução da hidrocefalia mas, atualmente, o melhor método terapêutico é a cirurgia endoscópica. Neste procedimento minimamente invasivo, realizado através de apenas um orifício no crânio, pode-se retirar a maioria dos cistos e ainda resolver a hidrocefalia. 
 

Imagens obtidas através do endoscópio, quando localizado dentro do ventrículo lateral. Em A podemos observar o cisto colóide (*) obstruindo o forame de Monro, a seta mostra o plexo coróide, estrutura que auxilía na localização do forame de Monro, pois se dirige a ele.O instrumento localizado na parte superior do vídeo em A, é um eletrocautério, cuja função neste momento é coagular a parede do cisto. Em B, podemos observar a parede do cisto aberta (seta) e parte do forame de Monro já desobstruida. Em C, a seta aponta para a veia tálamo-estriada e o instrumento no canto superior do vídeo é uma pinça, cuja função neste momento é a retirada dos fragmentos soltos do cisto. Em D, podemos identificar o forame de Monro totalmente desobstruido (*), liberando a passagem do líquido céfalo-raquidiano para o terceiro ventrículo. 

 

 

     Para mais informações consulte o seu neurocirurgião.

 

 

Referências:

Abdou MS, Cohen AR: Endoscopic treatment of colloid cysts of the third ventricle. Technical note and review of the litera- ture. J Neurosurg 89:1062–1068, 1998 

Chen F, Nakaji P: Optimal entry point and trajectory for en- doscopic third ventriculostomy: evaluation of 53 patients with volumetric imaging guidance. Clinical article. J Neurosurg 116:1153–1157, 2012 

Azzazi A, AlMekawi S: Colloid cysts of the third ventricle: endoscopic versus microsurgical removal. Neurosurg Q 20:142–145, 2010

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