Medicina

Exames do check-up vascular

Vascular Pro - dom, 09/29/2013 - 20:34

O check-up vascular constitui-se da realização de uma consulta médica especializada (que inclui o exame físico geral e direcionado) visando a busca de dados na história do paciente que revelem um potencial acometimento vascular, assim como a realização de exames de sangue e de imagem que auxiliem neste diagnóstico, de modo a fornecer uma orientação ou terapêutica específica para o paciente que procurou o angiologista ou cirurgião vascular (médico especialista nos vaso sanguíneos).
    Tanto as artérias (vasos que levam o sangue rico em oxigênio do coração para o corpo) quanto as veias (vasos que levam o sangue usado pelo corpo de volta ao coração) devem ser avaliadas. Os exames de imagem permitem avaliar a qualidade dos vasos e do fluxo sanguíneo que por eles percorre. As artérias podem ser avaliadas por meio do eco-doppler colorido e da angiotomografia arterial, e as veias por meio de pletismografia, ultrassom de ondas contínuas e mapeamento dúplex. Na prevenção utiliza-se somente os exames não invasivos, e, somente quando a história clínica sugere alteração. Destes, angiotomografia arterial é o único exame que necessita da aplicação de contraste para a sua realização. O contraste é uma substância injetada na veia do paciente que auxilia na visualização posterior dos vasos sanguíneos por meio do aparelho de tomografia. Após o exame, o paciente é orientado a ingerir bastante líquido com o intuito de ajudar na eliminação do contraste de seu organismo. 
O que se busca nesse estudo é identificar principalmente a presença de trombos (que possam obstruir os vasos), aneurismas (dilatações focais dos vasos) e estenoses (estreitamentos), assim como avaliar a velocidade do sangue e capacidade dos vasos em acomodá-lo de maneira adequada. A presença dessa condições pode levar a hemorragias graves ou impedir o fluxo sanguíneo normal e consequente oxigenação das células do corpo, podendo levar à morte dessas células, ocasionando diversos sintomas e doenças. Também se busca esclarecer possíveis queixas que o paciente apresente como varizes, dor nas pernas ao caminhar e inchaço nos membros.
O acompanhamento com o médico especialista é a melhor maneira de avaliar a sua saúde e saber como atuar de maneira preventiva, e curativa, em relação às diversas condições que possam acometer o organismo do ponto de vista cardiovascular. 

Leia também: Check-up Vascular

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Check-up vascular

Vascular Pro - dom, 09/29/2013 - 20:30

Os profissionais de saúde aderiram firmemente a um conceito precioso que permite investir na longevidade humana: a prevenção - o foco da medicina atualmente. De maneira prática, evitando as doenças ou as detectando de maneira precoce, é possível permitir que uma pessoa viva por mais tempo. E é nesse contexto que a ideia do check-up se torna uma vantagem na preservação da nossa saúde. 
O check-up vascular consiste em uma consulta médica com o objetivo específico de detectar características no paciente que indiquem ele estar sob risco de acometimento cardiovascular. Além da história colhida pelo médico especialista, o angiologista, e o exame físico realizado por ele, serão solicitados exames de sangue ou imagem, conforme se fizer necessário.
As doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de queda na qualidade de vida e de morte no mundo, e incluem o derrame (AVC), o infarto, a hipertensão, as amputações e os aneurismas (que consistem em dilatações localizadas das artérias de qualquer parte do corpo). Identificar fatores de risco para essas doenças ou diagnosticá-las precocemente é de grande valia para promover saúde e prevenir agravos até mesmo fatais. 
A base da grande maioria das principais doenças cardiovasculares é a aterosclerose. A aterosclerose é uma placa de gordura e outras células que se forma na parede interna das artérias, principalmente devido à hipertensão e ao colesterol alto, podendo obstrui-las ou gerar êmbolos que viajam pelos vasos podendo causar uma obstrução à distância, sendo essa uma das causas de derrame. No caso das veias, as varizes e as tromboses são as doenças mais comuns, que por si só podem gerar graves complicações como a produção de um êmbolo para o pulmão gerando grave insuficiência respiratória.
Dada a importância da prevenção de doenças do sistema cardiovascular, o check-up vascular está indicado para pessoas acima dos 40 anos e que apresentam fatores de risco sabidamente associados a grande maioria dessas doenças. São eles: hipertensão, obesidade, aumento de colesterol, diabetes, presença de varizes, pessoas que apresentam história familiar positiva para essas doenças, sedentarismo, consumo excessivo de álcool, açúcar e sal, fumo, assim como também as gestantes - uma vez que a gestação aumenta o risco de trombose venosa profunda e acarreta grande demanda cardiovascular, é importante a mulher que deseja engravidar buscar avaliação para iniciar uma gestação mais tranquila e saudável. Após o check-up, que inclui diversas orientações gerais e específicas para o paciente, será possível para ele conscientizar-se da importância de todos esses aspectos sobre seu organismo e prosseguir com uma vida mais saudável e possivelmente mais longa.

Leia mais: Exames do checkup vascular

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Mensagem

Amato Consultório Médico - ter, 09/24/2013 - 23:18

Quem não tem tempo para cuidar da saúde terá que arrumar tempo para cuidar da doença!

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Erisipela

Vascular Pro - ter, 09/24/2013 - 22:08

Você sabe o que é erisipela? Trata-se de uma infecção cutânea causada geralmente pela bactéria Streptcoccus. Ela e outras linfangites (inflamações de um ou mais vasos linfáticos) são doenças circulatórias que têm quadros clínicos semelhantes, com febre alta, vermelhidão e inchaço da perna, e podem ter em comum a mesma forma de contágio, a partir de uma lesão ou ferimento na pele. A prevenção consiste no combate às micoses interdigitais (lesões cutâneas entre os dedos), cuidados especiais na higiene dos pés, tratamento de pequenos traumatismos ou arranhões e de pequenas infecções da pele. Uma vez instalada a enfermidade, a pessoa deve procurar orientação medida imediata. Apenas uma crise já pode levar ao linfedema, que é o acúmulo do fluido linfático em determinada região do corpo.

Fonte: SBACVRJ

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Caso publicado na Folha Vascular - Pseudoaneurisma

Vascular Pro - ter, 09/24/2013 - 13:00

Pseudoaneurisma pós-punção de artéria femoral direita, causando compressão extrínseca das artérias femoral superficial e profunda

 

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Doença das Coronárias

Vascular Pro - sex, 09/20/2013 - 14:23

Você sabe o que é a doença coronária arterial?
 
É uma doença que decorre da arteriosclerose: endurecimento e estreitamento das artérias que abastecem o coração. Está intimamente relacionada com as doenças arteriais periféricas.
Essa condição progressiva inicia logo cedo na vida e pode ser causada por vários fatores, desde os genes que você herdou até o estilo de vida que você leva. Por exemplo o tabagismo é um fator importantíssimo.
As manifestações mais comuns são o ataque cardíaco e a angina - dores no peito desencadeadas por esforço e estresse.
É muito importante saber que, uma vez detectada, existem medidas a serem tomadas por você, com a ajuda de um cardiologista, para manter os sintomas em controle e evitar a progressão da doença, que pode culminar em um ataque cardíaco fatal.
Consulte seu cardiologista, descubra como está a saúde do seu coração e evite preocupações futuras!

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Há tratamento para varizes ?

Vascular Pro - ter, 09/17/2013 - 22:07

Varizes são veias superficiais dilatadas e tortuosas que resultam de múltiplas cau- sas: podem ser decorrentes de defeitos da estrutura em função das valvas das veias safena, de uma fragilidade da parede veno- sa, da pressão dentro dos vasos aumenta- dos ou até de comunicações entre artérias e veias. São mais frequentes em mulheres e a grande maioria das vezes o tratamento não é cirúrgico.

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Cirurgia Endovascular

Vascular Pro - ter, 09/17/2013 - 18:45

A cirurgia endovascular, é uma técnica cirúrgica muito indicada em diversos tratamentos que antes só podiam ser feitos com cirurgias convencionais (abertas) como é o caso da correção de obstruções arteriais e de aneurismas. Ela utiliza cateteres e guias, manipulados à distância e monitorados por telas de computador. Sua principal vantagem é minimizar a agressividade cirúrgica, evitando, assim, grandes incisões, cicatrizes e risco de infecções. O tempo de internação nestes casos costuma ser bem menor. Informe-se!

Fonte: SBACVRJ

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Doença das Carótidas

Vascular Pro - seg, 09/16/2013 - 19:48

As artérias carótidas têm como função transportar o sangue para a cabeça e seu trajeto passa lateralmente no pescoço pela direita e pela esquerda até dividirem-se e tornarem-se mais profundas dentro do crânio. Evidentemente, sendo o cérebro um órgão “nobre” no nosso organismo, uma doença aí localizada deve ser prevenida e diagnosticada o mais cedo possível. 
As doenças nas carótidas em sua maioria acontecem por processos ateroscleróticos, ou seja, por um processo lento e gradual de depósito de partículas de gordura e cálcio que geram estreitamento para a passagem do sangue, alargamento acentuado e fragilidade do vaso que podem levá-lo ao rompimento. Ainda, pode haver liberação de trombos no cérebro gerando o famoso “derrame” ou  AVC
     Muitas vezes associado à aterosclerose, o kinking da carótida – também conhecido como coiling –, que é um alongamento gerador de um desenho tortuoso da artéria, pode fazer com que essa se dobre sobre si mesma e dificulte a passagem do sangue até o cérebro, com manifestações semelhantes à da doença aterosclerótica. 
Doenças nas carótidas podem acontecer também devido às autoimunes, quando nosso sistema imunológico “ataca” a parede do vaso, inflamando-a e deixando-a mais frágil e susceptível à ruptura e aos estreitamentos. Nesses casos, há também processos ateroscleróticos acelerados, manifestando-se com derrame, por exemplo, precocemente. 
O câncer nas carótidas são raros e derivam de células localizadas na bifurcação da artéria (antes de se dividir em artéria carótida interna e externa) que controlam a pressão arterial. É chamado de tumor glômico, tumor de corpo carotídeo ou paragangliomas não cromafins. Manifestam-se pela compressão de estruturas próximas a ele e na própria artéria, reduzindo o fluxo sanguíneo para o cérebro, gerando dor e dificuldade para engolir, sensação de pressão na mandíbula, desmaios e rouquidão. A superatividade dessas células, em sua função de regular a pressão arterial, pode também aumentar essa pressão e a velocidade dos batimentos cardíacos.  Algumas doenças genéticas também podem levar a defeitos anatômicos não restritos somente às artérias carótidas, com estreitamentos e dilatações frágeis. 
Para todas essas condições, a redução de complicações é um elemento-chave. Muitas vezes é necessário tratamento medicamentoso e, em outras, é necessário cirurgia vascular. O médico cirurgião vascular cuida da saúde dos vasos sanguíneos e deve ser consultado para o check-up vascular (prevenção e diagnóstico precoce), o diagnóstico e o tratamento de doenças já estabelecidas. 

 

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Como prevenir a Aterosclerose?

Vascular Pro - seg, 09/16/2013 - 19:15

Atualmente, a aterosclerose é a principal causa de morte e incapacidade prematura tanto em países desenvolvidos como em países em desenvolvimento. Ainda, um estilo de vida sedentário, hábitos alimentares nocivos e o fenômeno do envelhecimento da população apontam para um maior aumento do número de doentes nos próximos anos.
Essa doença desenvolve-se nos vasos arteriais ao longo de muitos anos, resultando em alterações estruturais como enrijecimento, obstrução ou alargamento (chamados de aneurismas) levando ao adoecimento dos órgãos que recebem o sangue conduzido por esses vasos, sendo silenciosa por muito tempo até manifestar-se por um evento agudo como derrame, infarto do coração entre outros. Pode ainda manifestar-se cronicamente, por exemplo, reduzindo a capacidade de realizar atividades simples como caminhar médias distâncias e cuidar da casa (claudicação intermitente).  
Dada a evidente importância, foram realizados grandes estudos para descobrir quais os fatores de risco para o desenvolvimento da aterosclerose e os meios para preveni-la. Nesses estudos, descobriu-se que há aqueles fatores de risco modificáveis por meio do estilo de vida e dos remédios e outros, como idade e sexo, que não podem ser modificados.
Dentre os fatores de risco que podem ser modificáveis, encontramos os níveis elevados de colesterol, em especial o colesterol LDL (também conhecido como “mau colesterol” em contraste com o HDL ou o "bom colesterol"), o tabagismo, a hipertensão, o colesterol HDL baixo, a diabetes melito, o histórico familiar de doença prematura nas artérias coronárias, principalmente em parentes de primeiro grau, a obesidade, a inatividade física, ou sedentarismo, a dieta rica em alimentos gordurosos e o pouco consumo de frutas e verduras. Também devemos lembrar que uma vida estressante e sob “alta pressão” psicológica também elevam indiretamente esse risco.
De forma prática, é fácil perceber que simplesmente adotando hábitos como 30 minutos diários de atividade física de moderada a intensa (recomendação dos principais órgãos de saúde), redução de gorduras na dieta (frituras e fast food), bem como abandono do tabagismo já implicam a redução desse risco. Entretanto, o grande desafio médico atual é fazer com que essas orientações cheguem a todos e, principalmente, que esses implementem as recomendações no cotidiano de suas vidas.
Segundo diretrizes atuais, é recomendado que todos acima de 20 anos realizem exames de sangue específicos e, para aqueles que apresentam alto risco para a doença aguda, é necessário também tratamento com  mudanças nos hábitos de vida e também no uso de certos remédios, buscando a estabilização da doença já presente. Para realizar essa avaliação e também o tratamento indicado, deve se buscar orientação médica competente e, principalmente, estar disposto a viver de forma mais saudável!

 

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Criopreservação de óvulos e embriões

Fertilidade - seg, 09/16/2013 - 18:40

            A criopreservação é uma técnica de congelamento de células que visa à preservação delas a longo prazo, período esse que pode se estender por décadas. No contexto da medicina reprodutiva, refere-se ao congelamento de óvulos, espermatozoides e embriões para posterior uso por meio da reprodução assistida, o que protege a fertilidade de milhares de casais.
As indicações clássicas desse procedimento são para os pacientes que irão se submeter a radioterapia ou à quimioterapia para tratamento de câncer ou qualquer procedimento cirúrgico que possa comprometer a sua fertilidade. A criopreservação também está indicada no caso de condições que dificultam a gravidez - como a disfunção erétil - e para pacientes que irão se submeter à cirurgia de esterilidade (vasectomia ou laqueadura), bem como profissionais que se expoe a radiação e outros elementos nocivos, com o intuito de preservar a sua potencial fertilidade
           Para que a criopreservação do óvulo seja possível, é feito um estímulo medicamentoso na paciente; esse estímulo é realizado anteriormente à extração de seu óvulo - feita por punção transvaginal auxiliada por ultrassom. Algumas vezes é necessário mais de um ciclo de estimulação ovariana para que seja produzida uma quantidade mínima necessária que garanta uma coleta bem-sucedida. 
Para a obtenção de espermatozoides, as técnicas que podem ser realizadas são a punção ou a masturbação, dependendo de cada caso. Desse modo, essas células congeladas serão submetidas futuramente à fertilização in vitro, gerando um embrião que deverá ser congelado ou implantado no útero da mulher. É válido destacar que, quanto mais jovem a mulher, maiores as chances de sucesso da terapia. 
A idade do casal também influe na decisão de qual técnica é a melhor, buscando sempre as maiores chances de sucesso. Um profissional especializado é capaz de fornecer todas as orientações e informações necessárias ao casal que deseja preservar a sua fertilidade para o futuro.

 

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Reduzindo os riscos da infertilidade

Fertilidade - seg, 09/16/2013 - 18:05

            Tanto a saúde reprodutiva do homem quanto da mulher são dependentes de diversos elementos, que incluem a genética, os nossos hábitos de vida e o meio ambiente, assim como fatores próprios, como a idade ou a presença de doenças. Considerando a impossibilidade prática de se atuar sobre a genética, a capacidade de reprodução de uma pessoa pode ser aprimorada por meio da readequação dos hábitos ou dos fatores ambientais - que são aqueles aos quais nos expomos diariamente.
            Práticas sabidamente benéficas à saúde, de modo geral, atuam também em benefício da saúde reprodutiva, como a atividade física, o combate à obesidade, o controle do estresse emocional e a manutenção de uma dieta alimentar saudável. O consumo exagerado de álcool e o tabagismo, por outro lado, são considerados prejudiciais à fertilidade.
            É preciso ter em mente que a idade é um fator de grande atuação sobre a capacidade reprodutiva, de modo que, com o passar do tempo, principalmente a partir dos 35 anos de idade, ela vai diminuindo. A exposição a tratamentos gonadotóxicos (com efeitos adversos sobre os órgãos reprodutivos), como acontece na quimioterapia para pacientes com câncer, mesmo sendo na maioria das vezes uma condição inevitável, ainda pode ter o seu efeito amenizado dependendo da técnica que for utilizada. Assim, podem ser tomadas providências para se preservar a fertilidade desses pacientes, inclusive se fazendo valer de técnicas de congelamento de células (espermatozoides, por exemplo) que poderiam ser utilizadas posteriormente por meio da reprodução assistida (fertilização in vitro).
Assim, é possível tomar atitudes práticas com o intuito de promover a fertilidade do homem e da mulher e que inevitavelmente irão também beneficiar a saúde deles de forma geral. O médico especialista é capaz de prover o casal de ferramentas que permitam assegurar a capacidade reprodutiva, mas somente cada pessoa pode optar por mudar seus hábitos cotidianos. 

 

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Acidente Vascular Cerebral (AVC)

Vascular Pro - qua, 09/11/2013 - 19:47

Em muitos casos o Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame, poderia ser evitado através de uma angioplastia ou uma cirurgia na artéria carótida. Nos dois casos o tratamento retira ou exclui o ateroma (placa de gordura) que está causando a obstrução da artéria. Na maioria das vezes o ateroma cresce silenciosamente até ocorrer o AVC que pode deixar sequelas neurológicas irreversíveis como paralisia e dificuldade para falar. A melhor opção é sempre prevenir!

Fonte: SBACVRJ

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O Salto Alto e a Circulação

Amato Consultório Médico - ter, 09/03/2013 - 10:36
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O Salto Alto e a Circulação

Vascular Pro - sex, 08/30/2013 - 15:39

Salto alto e a circulação

Pode publicar este infográfico em seu site, solicitamos apenas que coloque o site http://vascular.pro como fonte e referência.

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Tratamento endovascular da hipertensão arterial

Vascular Pro - qui, 08/22/2013 - 12:05

O tratamento endovascular da hipertensão arterial antes se resumia apenas aos casos de hipertensão renovascular, onde a angioplastia e muitas vezes a colocação de stents na artéria renal abriam o fluxo para os rins e permitiam o controle da pressão. Isso acontece porque o sistema renina angiotensina, principal responsável pelo controle pressórico do paciente é regulado pelos rins e substâncias aí secretadas. Cada vez mais estudos estão saindo demonstrando a eficácia da desnervação renal por radioablação como tratamento da pressão alta de difícil controle, não só a hipertensão renovascular. É um procedimento minimamente invasivo que tem como objetivo diminuir a secreção de substâncias que aumentam a pressão. O procedimento que já está liberado em 70 países e está em fase avançada de estudos nos EUA e no Japão, consiste na radioablação das terminações nervosas próximas às artérias renais.

Estudos ainda estão sendo conduzidos para garantir a eficácia do procedimento e definição da população que mais se beneficiaria com o tratamento.

Fonte: Medgadget

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O câncer e a infertilidade

Fertilidade - ter, 08/20/2013 - 00:00

            Pacientes que superaram o câncer carregam consigo diferentes preocupações, sendo a mais angustiante delas a possibilidade de retorno da doença. Pensar em filhos, ou mesmo planejá-los, acaba, muitas vezes, sendo esquecido durante a batalha contra um câncer, mas, atualmente, com o surgimento de novas drogas e tratamentos, essa é uma importante questão para a programação do casal e da equipe médica que lida com essa doença. Já escrevemos sobre Ser mãe depois do câncer.
            Os estudos mais recentes apontam que o tratamento prévio com quimioterapia não influencia no peso do feto nem no risco de aborto, assim como não há maior risco de desenvolver doenças cromossômicas, congênitas ou câncer; a gravidez em si também não aumenta o risco de uma paciente desenvolver câncer novamente, mas, no caso daquelas que receberam irradiação na região pélvica, existe um aumento no risco de parto prematuro, aborto, baixo peso do feto e defeitos no posicionamento da placenta.
            Os riscos aos quais esses pacientes estão expostos devem ser discutidos previamente ao início do tratamento e eles devem ser encaminhados a especialistas que os orientarão para que possam manter sua capacidade reprodutiva independentemente do tratamento ao qual irão se submeter. A melhor opção para mulheres que possuem um parceiro e irão se submeter a tratamento que possa ser tóxico aos seus ovários é a criopreservação de embrião produzido pelo casal ou, em outras palavras, manter um embrião congelado pelo tempo necessário. Também somente o óvulo (sem ainda estar fecundado por um espermatozoide) pode ser criopreservado. Para aquelas que se submeterão à radioterapia é possível realizar transposição ovariana, que é uma técnica em que o ovário é reposicionado dentro do organismo para diminuir a quantidade de irradiação que possa receber. Outras opções, para ter filhos após o tratamento, incluem usufruir da doação de ovário. No caso dos pacientes masculinos também é possível a criopreservação do esperma.
            Quando um paciente é diagnosticado com câncer, o tratamento deve ser iniciado assim que possível e exatamente por isso a orientação do especialista em reprodução tem que ser feita o quanto antes para que a conduta tomada para preservação da fertilidade não atrase o tratamento da doença.

 

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Os perigos do colesterol elevado

Amato Consultório Médico - dom, 08/18/2013 - 12:17
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O colesterol é uma molécula presente naturalmente e essencial no nosso organismo, e nele exerce diferentes funções: compõe a membrana que recobre e define as células do corpo, é a base para a fabricação de diferentes hormônios, incluindo a vitamina D e os hormônios sexuais, e também a base para a formação dos ácidos biliares, que ajudam na digestão das gorduras. Dessa forma, é de extrema importância sua presença no organismo humano. 
A maior parte do colesterol que possuímos é produzido pelo nosso corpo, e apenas um terço é proveniente da dieta (derivado exclusivamente de produtos de origem animal, como laticínios e carnes). Existem dois tipos de colesterol: o HDL (colesterol “bom”, que ajuda na eliminação da gordura do corpo) e o LDL (colesterol “ruim”, que colabora com o acúmulo da gordura). Níveis aumentados de colesterol ruim (hipercolesterolemia) permitem a formação das chamadas placas de ateroma nos vasos podendo levar à sua obstrução e ao seu endurecimento. A aterosclerose é a condição resultante da existência dessas placas e está associada à presença de diversas doenças produzido pela dificuldade ou ao impedimento ao fluxo sanguíneo que se impõe.
    As doenças mais comuns associadas a essa condição são o derrame (AVC), o infarto do coração, o fígado gorduroso e a obesidade, com todas as suas repercussões. O aumento de colesterol decorre tanto de problemas hereditários (herdados da nossa herança genética e que não podem ser modificados), quanto daqueles relacionados ao estilo de vida, como sedentarismo, fumo, dieta alimentar inadequada. O próprio processo de envelhecimento colabora com esse aumento. 
    A fim de evitar os potenciais desfechos negativos resultantes de altos níveis de colesterol, deve-se tratar essa condição. A primeira e mais importante proposta de terapia gira em torno de mudanças no estilo de vida, que inclui a realização de atividade física regular, a cessação do fumo e a melhora na dieta alimentar, priorizando o consumo de frutas e vegetais, alimentos grelhados ou assados em detrimento dos fritos, e aumento do consumo de alimentos integrais (ricos em fibras). Se mesmo com essas mudanças não for possível a melhora dos níveis de colesterol no sangue, é indicado o início de medicação diária, que poderá ser usada por toda a vida. 
Dessa forma, o acompanhamento médico será capaz de orientar o melhor caminho para alcançar os benefícios de uma vida saudável.

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Os perigos do colesterol elevado

Vascular Pro - dom, 08/18/2013 - 12:14

O colesterol é uma molécula presente naturalmente e essencial no nosso organismo, e nele exerce diferentes funções: compõe a membrana que recobre e define as células do corpo, é a base para a fabricação de diferentes hormônios, incluindo a vitamina D e os hormônios sexuais, e também a base para a formação dos ácidos biliares, que ajudam na digestão das gorduras. Dessa forma, é de extrema importância sua presença no organismo humano. 
A maior parte do colesterol que possuímos é produzido pelo nosso corpo, e apenas um terço é proveniente da dieta (derivado exclusivamente de produtos de origem animal, como laticínios e carnes). Existem dois tipos de colesterol: o HDL (colesterol “bom”, que ajuda na eliminação da gordura do corpo) e o LDL (colesterol “ruim”, que colabora com o acúmulo da gordura). Níveis aumentados de colesterol ruim (hipercolesterolemia) permitem a formação das chamadas placas de ateroma nos vasos podendo levar à sua obstrução e ao seu endurecimento. A aterosclerose é a condição resultante da existência dessas placas e está associada à presença de diversas doenças produzido pela dificuldade ou ao impedimento ao fluxo sanguíneo que se impõe.
    As doenças mais comuns associadas a essa condição são o derrame (AVC), o infarto do coração, o fígado gorduroso e a obesidade, com todas as suas repercussões. O aumento de colesterol decorre tanto de problemas hereditários (herdados da nossa herança genética e que não podem ser modificados), quanto daqueles relacionados ao estilo de vida, como sedentarismo, fumo, dieta alimentar inadequada. O próprio processo de envelhecimento colabora com esse aumento. 
    A fim de evitar os potenciais desfechos negativos resultantes de altos níveis de colesterol, deve-se tratar essa condição. A primeira e mais importante proposta de terapia gira em torno de mudanças no estilo de vida, que inclui a realização de atividade física regular, a cessação do fumo e a melhora na dieta alimentar, priorizando o consumo de frutas e vegetais, alimentos grelhados ou assados em detrimento dos fritos, e aumento do consumo de alimentos integrais (ricos em fibras). Se mesmo com essas mudanças não for possível a melhora dos níveis de colesterol no sangue, é indicado o início de medicação diária, que poderá ser usada por toda a vida. 
Dessa forma, o acompanhamento médico será capaz de orientar o melhor caminho para alcançar os benefícios de uma vida saudável.

 

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