Medicina

Como é o tratamento do lipedema?

Vascular Pro - sex, 01/29/2021 - 16:25

O lipedema é uma doença crônica que se caracteriza pelo acúmulo localizado de uma gordura doente, provocando alterações na pele e deixando o corpo desproporcional. É uma doença que atinge basicamente as mulheres e é responsável por vários desconfortos como dores, cansaço e inchaço na região, além do aspecto estético comprometido influenciando na autoestima da mulher. Veja a seguir qual é o tratamento indicado para lidar com o lipedema.

Como fazer o diagnóstico do lipedema

Apesar de ser uma doença bastante comum entre as mulheres, o lipedema não é diagnosticado tão facilmente simplesmente porque não há um exame direcionado que identifique a presença desse problema.

Geralmente, a mulher procura atendimento médico quando sente um desconforto nas pernas que não sabe dizer ao certo o que é ou quando tem muita dificuldade em perder peso. O médico, por sua vez, faz o diagnóstico por exclusão, eliminando outras doenças possíveis.

Além disso, observar a região onde há o desconforto apresentado pela mulher é uma maneira de perceber se há algo de errado. Isso porque, como vimos, o lipedema se caracteriza pela presença exacerbada de gordura em uma região do corpo, geralmente nas extremidades como pernas, pés, quadris e braços.

Dessa forma, o médico pode perceber alguma alteração na pele, uma assimetria no corpo com depósitos irregulares de gordura que podem sugerir o lipedema.

O lipedema tem cura?

O lipedema não tem cura. É uma doença crônica que pode perdurar durante toda a vida da pessoa. Contudo, o tratamento adequado é suficiente para combater os sintomas desagradáveis provocados e garantir à mulher uma vida com mais qualidade.

É muito importante destacar que a eliminação dos sintomas do lipedema não é uma questão apenas estética. De fato, é um problema muito incômodo visualmente falando, uma vez que o corpo fica desproporcional por causa da gordura acumulada em partes específicas do corpo.

No entanto, as principais reclamações giram em torno do desconforto que o lipedema provoca, principalmente as dores, o inchaço e a sensação de peso nas pernas. O lipedema se torna então um impeditivo para a execução de muitas atividades, dificulta a locomoção e gera insatisfação pessoal por causa da dificuldade que a pessoa sente em perder peso.

Por isso, é muito importante que a mulher procure ajuda médica o quanto antes, logo que perceber alguma alteração no seu corpo, mesmo que inicialmente ela não saiba o que significa. Com a ajuda do médico será muito mais fácil decifrar esse problema e iniciar o tratamento.

Como é o tratamento do lipedema

Visto que o lipedema é uma doença que não tem cura, resta ao paciente que sofre com o problema aderir ao tratamento indicado pelo médico especialista. Esse tratamento se baseia em seis sugestões para a melhoria dos sintomas. Saiba mais sobre eles a seguir.

Exercícios Físicos

Mulheres que sofrem com lipedema encontram uma certa dificuldade em praticar atividade física por causa das dores, do inchaço na região e também porque a baixa mobilidade facilita quedas e limita os movimentos. Contudo, fazer exercício físico faz parte do tratamento contra o lipedema. E os melhores são os exercícios aeróbicos que estimulam o sistema cardiovascular.

Correr, caminhar, andar de bicicleta, nadar, fazer hidroginástica, dançar e outras atividades aeróbicas estimulam a circulação sanguínea, reduzem o inchaço e ajudam na perda de peso, o que também é essencial para a melhora dos sintomas.

Terapia compressiva

A terapia compressiva consiste em usar roupas de compressão para ajudar na redução do inchaço corporal e também no alívio das dores locais. É uma técnica muito adotada e com ótimos resultados, principalmente para quem sofre bastante com as pernas inchadas e doloridas.

Dieta

A dieta é uma medida altamente eficaz para a redução de peso, outro ponto importante para quem está em tratamento do lipedema. A obesidade, de certa forma, tem relação com o lipedema porque dificulta ainda mais a mobilidade do paciente que tem a doença venosa e não se movimenta corretamente.

Fazer dieta e praticar exercícios físicos é uma combinação que dá muito certo quando o assunto é perder peso. Vale ressaltar que o lipedema, apesar de ter como característica básica a presença de uma gordura acumulada, não tem ligação direta com a obesidade.

Pessoas não obesas podem sofrer com o lipedema, apresentando um corpo disforme pela presença de gordura doente em uma certa parte do corpo. Contudo, emagrecer é uma necessidade para todas as pessoas que estão acima do peso e que, por conta disso, estão mais expostas à incidência de doenças.

Então, a dica é manter uma alimentação saudável, reduzindo o consumo de frituras, industrializados, açúcar e sal em excesso. Em contrapartida, consuma mais legumes, verduras e frutas, cereais integrais, peixe, frango, leite e derivados desnatados. Além disso, mantenha-se hidratado o dia inteiro.

Medicamentos

O tratamento medicamentoso também faz parte do combate ao lipedema e oferece bons resultados. Contudo, é um procedimento que deve ser indicado por um profissional especialista no assunto e de acordo com as particularidades de cada paciente e do problema apresentado.

Drenagem linfática

A drenagem linfática é uma massagem realizada por profissionais da área com o objetivo de eliminar o excesso de líquido no corpo, diminuir a inflamação, dissolver nódulos provocados por esse acúmulo e reduzir as dores.

Lembrando que a drenagem linfática é uma técnica profissional e não deve ser executada por qualquer pessoa porque pode piorar os sintomas da doença com o surgimento de hematomas e aumento das dores locais.

Tratamento cirúrgico para a retirada do tecido gorduroso

O tratamento considerado eficaz contra o lipedema é o procedimento cirúrgico que faz a retirada da gordura doente através da aspiração. É uma prática que acontece em etapas, respeitando o intervalo recomendado pelo médico. A quantidade de gordura aspirada também deve estar de acordo com as limitações de cada paciente.

Durante o pós-operatório, o uso de meias compressivas e a realização da drenagem linfática para a eliminação de líquidos e redução do inchaço ainda são indicados. São práticas que ajudam na recuperação do paciente durante aquele período e favorecendo o seu retorno às atividades do cotidiano.

Pudemos perceber que o lipedema é uma doença séria, que acomete as mulheres principalmente e que, apesar de não ter cura, tem tratamento. É possível aliviar os sintomas do lipedema com a prática constante de hábitos saudáveis e alguns cuidados paliativos. Já para a remoção definitiva da gordura doente causadora do lipedema, a cirurgia de aspiração de gordura é uma opção. Em todos os casos, consultar um médico especialista é fundamental para o sucesso de qualquer procedimento.

 

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Qual é a melhor idade para fazer fertilização in vitro?

Fertilidade - sex, 01/29/2021 - 16:07

Há algumas décadas, geralmente as mulheres já estavam casadas e tinham filhos até os 30 anos. Atualmente, entre os 20 e 30 anos, boa parte das mulheres tem outras prioridades, como estudar, trabalhar e crescer no mercado de trabalho.

Sendo assim, as mulheres que têm vontade de gerar uma criança acabam deixando a gestação para mais tarde. Essa mudança é bastante compreensível e é importante deixar claro que não há uma idade certa na vida de ninguém para ter filhos, algo como o momento perfeito.

Contudo, as mulheres que desejam engravidar precisam saber que a idade influencia na fertilização e no sucesso de tratamentos de fertilidade. Dessa maneira, elas podem se planejar para realizar seus desejos.

Se você quer saber como esse fator influencia em sua fertilidade e qual é a melhor idade para fazer fertilização in vitro, continue lendo nosso artigo.

Relação entre idade e fertilidade

A idade influencia na fertilidade de uma mulher, porque toda menina já nasce com um número pré-definido de óvulos. Uma mulher costuma nascer com cerca de 5 milhões de óvulos e, ao longo do tempo, ela vai gastando esses gametas.

Quando acontece a menstruação, por exemplo, a mulher começa a gastar seus óvulos mensalmente já que ela ovula em todo ciclo menstrual. Então, aos 35 anos, normalmente a mulher já perdeu mais da metade de seus óvulos.

Por isso, os médicos afirmam que a idade ideal para uma mulher engravidar é até os 35 anos. Um casal fértil que não apresenta nenhum problema de saúde e tem menos de 35 anos, por exemplo, tem aproximadamente 20% de chance ao mês de engravidar de forma natural.

Essa porcentagem já é baixa, mas após os 35 anos ela diminui ainda mais. Cerca de 50% das mulheres com mais de 35 anos têm mais dificuldade para engravidar, sendo a chance mensal disso acontecer de 10% a 15%.

No caso dos homens, a idade não é um fator que prejudica tanto a fertilidade, porque eles continuam produzindo espermatozoides com o passar dos anos. Entretanto, é importante lembrar que a quantidade e qualidade dessa produção é afetada pela idade do homem.

Então, a idade do parceiro também pode diminuir as chances de gravidez do casal. O comum é que a partir dos 47 anos a qualidade e quantidade dos espermatozoides comecem a diminuir.

Melhor idade para fazer a fertilização in vitro

A fertilização in vitro (FIV) é um tratamento de fertilidade que ajuda casais a conseguirem engravidar, apesar de uma ou mais dificuldades que estejam impedindo os parceiros de realizarem esse desejo.

Nele, a fecundação é feita em laboratório e depois o embrião é transferido para o útero da paciente. Esse tratamento aumenta consideravelmente as chances de uma mulher engravidar, mas ele também é afetado pela idade da paciente. Isto é, as taxas de sucesso da FIV costumam diminuir conforme a idade da mulher avança.

Por essa razão, o indicado é que a mulher não deixe para fazer o tratamento com uma idade muito avançada. O Conselho Federal de Medicina recomenda fazer a fertilização até os 50 anos, pois depois dessa idade as possibilidades de haver complicações na gravidez aumentam.

Mas, assim como na forma natural, quanto mais nova a paciente, maiores serão as chances de o tratamento ser bem-sucedido. Então, se a mulher fizer o tratamento com 35 anos ou uma idade mais próxima dessa faixa, as chances de sucesso serão maiores.

Diferenças no tratamento de FIV de acordo com a idade

Existe uma ação realizada durante o tratamento da FIV que é usada como uma tentativa de fazer com que as chances de a paciente engravidar não diminuam drasticamente devido à sua idade.

De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o que pode mudar conforme a idade da mulher é o número de embriões transferidos para seu útero. A regra é a seguinte:

  •         Até 35 anos: é permitido colocar 2 embriões, pois a chance de gravidez é alta;
  •         Dos 36 aos 40: é possível transferir 3 embriões para o útero da paciente;
  •         Acima dos 40 anos: até 4 embriões podem ser transferidos para o útero.

Essa é a legislação da Anvisa, porém é fundamental afirmar que o profissional especializado e a paciente decidem juntos quantos embriões serão transferidos para o útero. O número só não pode ultrapassar esses estipulados para cada faixa etária.

Além disso, é preciso lembrar que outros fatores influenciam no sucesso do tratamento, como a causa da infertilidade do casal. Mas, essa é uma técnica usada para diminuir a influência do fator idade.

Planejamento para engravidar

Além de aumentar a quantidade de embriões transferidos para o útero, o que toda mulher pode fazer para elevar suas chances de engravidar é um planejamento. Se a mulher tem certeza de que deseja ficar grávida no futuro, ela pode começar a se planejar anos antes da época em que deseja engravidar ou de ter um parceiro. Para isso, uma ótima opção é realizar um congelamento de óvulos.

Como funciona o congelamento de óvulos

No congelamento de óvulos, primeiro é feito um estímulo ovariano por meio de medicações para que seja possível recrutar vários óvulos da mulher. Em seguida, o especialista retira esses óvulos e os congela em laboratório para que a paciente possa usá-los no futuro.

Uma grande vantagem do congelamento de óvulos é que a idade em que esse procedimento é realizado é a idade que os gametas terão quando forem descongelados.

Então, digamos que uma mulher congelou seus óvulos com 33 anos. Se ela for utilizá-los quando tiver 40 anos, os seus óvulos ainda terão 33. Isso é muito relevante, porque quanto mais velho o óvulo, maiores são as chances de ele ter uma cromossomopatia.

Com o aumento da idade do óvulo, por exemplo, aumenta também a chance de o bebê nascer com algum tipo de síndrome, como a de Down. Sendo assim, ao congelar os óvulos, a mulher protege sua fertilidade e diminui as chances de ocorrer uma cromossomopatia na gravidez.

Por isso, se você deseja se tornar mãe após os 35 anos, fazer o congelamento de óvulos é uma forma interessante de se planejar, aumentar suas chances de engravidar e de ter uma gravidez mais tranquila.

Pense no assunto, analise suas vontades e caso queira saber mais sobre o congelamento de óvulos, marque uma consulta conosco. Dessa forma, vamos poder lhe ajudar em seu planejamento.

 

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O que é sinal de Godet?

Vascular Pro - ter, 01/26/2021 - 12:04

Você já ouviu falar em sinal de Godet? Apesar do nome ser um pouco desconhecido, o sinal de Godet é uma tática bastante comum quando queremos identificar algum inchaço especialmente nos membros inferiores. Esse procedimento é muito utilizado não só por profissionais da área da saúde, mas também por pessoas comuns. Vamos saber mais sobre esse assunto?

O que é sinal de Godet?

O sinal de Godet também é chamado de cacifo ou sinal de cacifo. Nada mais é do que a depressão que se forma na pele após a compressão desse local, por meio dos dedos das mãos, indicador e polegar, fazendo um movimento de pinça ou contra estrutura óssea.

 

Para que serve esse procedimento?

O objetivo desse simples exame clínico é identificar a presença de algum edema na região. Após ser pressionada por alguns segundos, a superfície examinada deve voltar ao normal em menos de 15 segundos. Nesse caso, dizemos que o alerta é negativo para o edema.

Por outro lado, se a área pressionada permanecer alterada por mais de 15 segundos, sem voltar ao normal, podemos dizer que o resultado é positivo. Isto é, há presença do sinal de Godet, sinalizando algum edema que deve ser analisado.

A partir dessas explicações, é possível verificarmos qual é a necessidade dessa técnica, uma vez que, através dela, podemos antecipar e facilitar o diagnóstico de algum edema. Lembrando que o edema pode sinalizar alguma alteração no organismo que pode ser uma doença, uma alergia, um trauma etc.

 

O que causa o sinal de Godet?

Quando o teste é positivo para o sinal de Godet quer dizer que o paciente está com um edema, ou seja, um inchaço provocado geralmente por acúmulo de líquido. Esse líquido, derivado do sangue, que deveria circular normalmente dentro dos vasos capilares, não segue o seu caminho natural. Em vez disso, fica acumulado em certas regiões, provocando o inchaço

É por isso que o sinal de Godet é muito utilizado pelo cirurgião vascular para tentar identificar na paciente a presença de alguma doença venosa como a trombose, as varizes e o linfedema.

O lipedema, por sua vez, não apresenta inchaço que possa ser verificado por meio da compressão da pele, isto é, o sinal de Godet não costuma surgir quando a paciente apresenta o lipedema.

Em resumo, o sinal de Godet pode estar presente no indivíduo caso ele apresente algum inchaço na pele, que seja resultado de acúmulo de líquidos na região afetada. Veja a seguir a classificação do sinal de Godet.

 

Qual é a classificação do sinal de Godet?

Já vimos que o sinal de Godet é evidenciado quando pressionamos uma parte do corpo humano, geralmente pernas e pés, e, em vez da pele retornar ao normal, ocorre uma depressão no local. Isto é, a região fica um pouco funda e demorar a retornar.

Essa demora para a pele voltar à normalidade é dividida em graus. Quanto maior o grau, mais acentuado é o cacifo e mais inchada é a região.

Grau I – a depressão ocasionada pela pressão dos dedos desaparece quase que instantaneamente.

Grau II – em 15 segundos a depressão desaparece.

Grau III – a depressão demora cerca de 1 minuto para desaparecer completamente.

Grau IV – a pelo retorna ao normal entre 2 e 5 minutos.

Ou seja, quanto maior o grau do edema mais inchaço o paciente apresenta.

Um lembrete importante é que, em alguns casos, esse inchaço na pele, o edema, vem acompanhado de dor. Por isso, esse ato de pinçar a pele com os dedos deve ser feito com cuidado para não provocar mais desconforto ainda ao paciente.

 

O que é e o que causa um edema?

O edema é resultado do aumento do líquido no organismo. O edema pode ser localizado, quando atinge apenas uma parte do corpo, geralmente as pernas, pés e tornozelos, e também pode ser generalizado quando o corpo inteiro sofre com o inchaço.

Quando o edema é localizado, ele é derivado de processos inflamatórios, doenças alérgicas, venosas e linfáticas. As principais doenças causadoras do edema são a trombose e a insuficiência venosa, a inflamação local como a tromboflebite e também é resultado de diversos pós-operatórios e traumas.

Essas doenças, por sua vez, são provocadas por obstruções nas veias, impedindo que o fluxo sanguíneo aconteça naturalmente.

O edema, nessas situações, surge de uma maneira mais rápida, às vezes até de forma repentina como é o caso de algumas crises alérgicas. Quando vem acompanhado de dor, o edema pode ser resultado de algum processo inflamatório.

Quando é generalizado, o inchaço ocorre no corpo inteiro, com acúmulo de líquido e sódio em diversas regiões do organismo. As principais causas são doenças cardíacas, hepáticas, insuficiência renal e alguns casos de desnutrição grave.

Nesses casos, o edema surge mais lentamente, de forma silenciosa. É o que acontece quando o indivíduo vai engordando aos poucos, com um aumento progressivo de peso, por exemplo. O indivíduo começa a sentir roupas, calçados e anéis apertados.

Outras condições que aceleram o surgimento do edema são:

  • Ingestão de líquidos em excesso;
  • Uso constante de medicamentos que provocam retenção líquida;
  • Produção baixa de urina;
  • Baixa quantidade de proteínas no sangue.

 

Outras características do edema

O principal sintoma do edema é a elevação da região afetada, o que é perceptível aos olhos e pode ser confirmada com o teste do sinal de Godet. Além disso, o edema geralmente vem acompanhando de outros sintomas como, por exemplo:

 

  • Dor;
  • Sensação de peso;
  • Cansaço;
  • Alteração na cor da pele, que passa a ficar com aspecto avermelhado ou escurecido;
  • Dificuldade para usar calçados, roupas e outros acessórios anteriormente utilizados tranquilamente;
  • Região mais aquecida do que o restante do corpo;
  • Depressões na pele causadas por roupas e outros objetos apertados;
  • Pele mais brilhante e lisa;
  • Pele com aspecto mais esticado;
  • Surgimento de pequenos ferimentos e úlceras;
  • Atrofia muscular;
  • Região mais sensível.

 

O sinal de Godet é uma demonstração clínica de que o corpo está sofrendo com retenção líquida ou inchaço, também conhecido como edema. Quando a pele é pressionada, usando o polegar e o indicador como pinça, a região sofre uma depressão, um leve afundamento da pele, que permanece nessa condição por, no mínimo, 15 segundos. O edema pode ser a indicação da presença de alguma doença ou mau funcionamento do organismo. É importante procurar ajuda médica para buscar mais orientações a respeito.

 

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Qual é a diferença entre inseminação artificial e fertilização in vitro?

Fertilidade - seg, 01/25/2021 - 20:20

Um casal que está procurando um tratamento de fertilidade hoje em dia logo percebe que existem diversos procedimentos disponíveis que auxiliam mulheres a engravidarem. Mas, cada um deles possui características distintas e é indicado para casos específicos.

Com tantas opções, é comum que as pessoas façam confusão e não entendam exatamente como funciona cada procedimento. Uma dúvida comum entre os pacientes, por exemplo, é qual é a diferença entre a inseminação artificial e a fertilização in vitro.

Para acabar com as incertezas sobre os dois tratamentos, vamos explicar a seguir quais são as diferenças entre eles.

Como é a inseminação artificial

A inseminação intrauterina, conhecida também como artificial, é um tratamento de baixa complexidade em reprodução assistida. Nesse modelo, primeiro é realizada a indução da ovulação e um controle ultrassonográfico para monitorar o crescimento dos folículos (que contêm os óvulos).

Em seguida, perto da ovulação, o parceiro faz a coleta de espermatozoides e um profissional seleciona os melhores entre os colhidos. Após a seleção, os espermatozoides com maior potencial são colocados na cavidade uterina da mulher por meio de uma sonda. Essa etapa acontece quando a paciente está ovulando.

A inseminação artificial é um procedimento simples realizado no consultório do especialista e a mulher nem precisa tomar anestesia. Ela tem duração aproximada de 12 dias. Depois da inseminação dos espermatozoides, o casal tem que esperar cerca de 15 dias para conferir se a mulher está grávida.

Como funciona a fertilização in vitro

Já a fertilização in vitro (FIV) é considerada um tratamento de alta complexidade entre os realizados atualmente. Nesse procedimento, primeiro é feita a indução da ovulação e um monitoramento do crescimento dos folículos por meio de ultrassons transvaginais. Aqui, o ideal é que cresçam diversos folículos para aumentar as chances de gravidez.

Quando a mulher está perto de sua ovulação, ela vai até um laboratório especializado em reprodução assistida para fazer a aspiração dos óvulos. Esse procedimento é realizado através da ultrassom vaginal guiada por agulha e a paciente precisa tomar uma anestesia para fazê-lo.

Enquanto a mulher faz a aspiração dos óvulos, o parceiro realiza a coleta dos espermatozoides em laboratório. Um biólogo separa os melhores espermatozoides e, em seguida, os reúne com os óvulos para que a fecundação aconteça em laboratório. É por essa razão que a FIV é muito conhecida também como “bebê de proveta”.

Após a formação dos embriões, alguns dos que mostraram maior potencial são transferidos para o útero da mulher por meio de um cateter. Essa transferência é tranquila e a paciente não precisa de anestesia.

A FIV acontece principalmente em um laboratório especializado e geralmente ela dura de 15 a 20 dias. Depois da transferência embrionária, é preciso esperar aproximadamente duas semanas para conferir se o tratamento foi bem-sucedido.

Diferenças entre inseminação artificial e fertilização in vitro

Ao conhecer as etapas de cada procedimento, já é possível perceber certas distinções. Contudo, nem todas elas ficam claras somente com esses detalhes. Por isso, listamos abaixo as principais diferenças entre inseminação artificial e fertilização in vitro:

Fecundação

A principal diferença entre os dois tratamentos é o local da fecundação. Na inseminação, a fecundação do embrião é feita no interior do útero da mulher. O tratamento apenas auxilia no encontro do espermatozoide com o óvulo, que pode não acontecer naturalmente devido a um problema da parceira ou do parceiro. 

Algumas condições que dificultam esse encontro são, por exemplo, problemas na ejaculação e irregularidade na ovulação.

Já na fertilização in vitro, a fecundação acontece em um laboratório, onde são reunidos os melhores óvulos e espermatozoides do casal. E após a fertilização, embriões já desenvolvidos são transferidos para o útero da mulher. É por essa razão que a FIV é considerada mais complexa que os demais procedimentos.

Local do tratamento

A inseminação artificial é realizada predominantemente no consultório do médico responsável pelo tratamento. Afinal, o acompanhamento do crescimento dos folículos e a transferência dos espermatozoides para a cavidade uterina são feitos na clínica do especialista. Somente a coleta dos espermatozoides é feita em laboratório.

Por outro lado, a fertilização in vitro é distribuída entre laboratório e clínica, sendo que as principais etapas são realizadas no primeiro ambiente. Lá é onde acontece a aspiração dos óvulos, a coleta dos espermatozoides e a fertilização do embrião. Já na clínica, são feitos o monitoramento da indução da ovulação e a transferência dos embriões para o útero.

Custo

Como têm complexidades distintas, os custos de cada tratamento também são diferentes. A inseminação tem um valor mais acessível, pois demanda menos equipamentos de laboratórios e é realizada com procedimentos mais simples. Sendo assim, o honorário da equipe é mais baixo.

A FIV possui um custo maior, porque precisa de mais procedimentos e esses são mais complexos, como a aspiração dos óvulos e a transferência embrionária. Além disso, esse tratamento demanda uma estrutura e equipamentos melhores. O laboratório, por exemplo, deve oferecer um ambiente organizado, limpo, equipado e seguro para a fecundação dos óvulos e espermatozoides.

Indicação

Cada tratamento tem suas particularidades, portanto, eles são indicados para diferentes casos de infertilidade. A inseminação intrauterina é recomendada especialmente para casais que têm menos de 35 anos e não apresentam um fator de risco ou problema de saúde que impeça a inseminação (como obstrução tubária ou baixo nível de espermatozoides).

A FIV geralmente é recomendada para os pacientes que:

  •         Têm mais de 35 anos;
  •         Apresentam um problema de saúde que causa a infertilidade, como obstrução tubária, azoospermia ou um fator associado entre o homem e a mulher;
  •         Parceiros que estão tentando engravidar a bastante tempo e ainda não obtiveram sucesso.

Esse procedimento também é interessante para mulheres que têm problemas na ovulação e necessitam da doação de óvulos para engravidar.

Apesar de haver essas recomendações, lembre-se de que somente um médico especialista na área pode dizer qual é o tratamento mais adequado para você e seu parceiro. 

Isso é essencial, porque o profissional analisa o histórico de ambos, a causa da infertilidade e assim indica o procedimento que tem mais chances de oferecer um bom resultado para o casal.

Então, agora que você sabe quais são as diferenças entre inseminação artificial e fertilização in vitro, marque uma consulta conosco para descobrir qual procedimento é o melhor para seu caso. 

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Como saber se tenho lipedema?

Vascular Pro - sab, 01/23/2021 - 19:16

O lipedema é uma doença difícil de ser diagnosticada porque nem todo profissional da área tem conhecimento aprofundado sobre o assunto. Infelizmente, essa é uma situação comum, pois o lipedema não é, de fato, uma questão muito estudada. Contudo, nos últimos tempos muitas informações têm surgido a respeito, o que vem facilitando bastante o diagnóstico, a partir da afinidade das pacientes com os sintomas.

O que é o lipedema

Lipedema é uma doença crônica, que atinge sobretudo mulheres e se caracteriza pelo excesso de gordura doente, geralmente nas extremidades do corpo como braços, pernas, coxas e quadris.

A desproporção corporal é outra característica do lipedema. Isso porque a gordura doente fica acumulada apenas em um determinado local, se tornando sobressalente e deixando aquela região assimétrica.

Apesar desses sinais, ainda é difícil para alguns especialistas identificar corretamente o lipedema. Por isso, mulheres que sofrem com o problema devem continuar a busca por um diagnóstico adequado e por um tratamento eficaz. A seguir, algumas dicas de como fazer isso.

Como diagnosticar o lipedema

Como não é um assunto estudado com profundidade, ainda há muitas dúvidas a respeito do diagnóstico do lipedema. Contudo, a partir de uma série de perguntas é possível traçar um panorama da situação que a paciente vem enfrentando e fazer uma investigação mais a fundo. Veja a seguir quais são essas perguntas.

Sente que tem algo de errado nas pernas, mas não sabe o quê?

Muitas mulheres relatam desconforto nas pernas, cansaço e dores, mas não conseguem definir bem o que seja e nem o motivo. Vão ao médico, mas ainda assim não saem satisfeitas com o diagnóstico. Em muitos casos, o próprio médico não consegue descobrir a causa daquele incômodo.

 

Suas pernas doem?

A dor é muito importante para o diagnóstico do lipedema. Não que o lipedema seja a única doença que cause dor. A trombose também é dolorida, assim como as varizes, por exemplo. Contudo, se a dor é um sintoma recorrente na sua vida e não há uma explicação óbvia, pode ser que você esteja sofrendo com lipedema.

 

Sente dificuldade em perder peso na parte inferior do corpo?

A gordura doente, que caracteriza o lipedema, se acumula na parte inferior do corpo e geralmente é uma gordura mais difícil de ser eliminada. Assim, quem tem lipedema, sente mais dificuldade de emagrecer nessa parte do que no restante do corpo.

Então se você tem mais facilidade para perder peso na parte superior do corpo e não consegue emagrecer do tronco para baixo, já é mais uma questão que deve ser avaliada pelo seu médico.

 

Apresenta desproporção corporal?

O seu corpo possui partes desproporcionais? A parte de cima da cintura e a parte de baixo são diferentes, com tamanhos diferentes? Essa também é uma característica comum em caso de lipedema.

Não quer dizer que a pessoa esteja obesa ou acima do peso. Uma pessoa que sofre de lipedema pode ter uma cintura bem fina, mas bastante gordura acumulada na parte inferior do corpo como quadris e pernas. E esse também é um ponto que serve para ajudar no diagnóstico da doença.

 

Suas pernas e braços apresentam hematomas com frequência?

Nesse caso, os hematomas são aquelas manchinhas roxas que surgem com uma certa frequência e sem uma motivação específica. Geralmente aparecem na região dos braços e das pernas. A equimose, nome científico do hematoma, surge por causa da fragilidade dos vasos capilares, outro sintoma do lipedema.

Assim, qualquer pancada, por menor que seja, pode desencadear um pequeno hematoma e nem sempre a pessoa sabe como surgiu aquele machucado, já que não lembra de ter sofrido nenhum impacto que tenha sido suficiente para formar aquela mancha.

No caso do lipedema, não precisa acontecer uma pancada violenta para que surja o hematoma. Como os vasos capilares dessas regiões estão sensíveis, qualquer colisão, por mínima que seja, já é capaz de desenvolver uma equimose.

 

Durante a puberdade você ganhou peso na região dos braços e pernas?

Pernas, quadris, coxas e braços são as regiões que mais acumulam gordura durante a puberdade quando a pessoa sofre com lipedema. É um fato comum entre as mulheres por causa dos hormônios que estão muito mais potentes não só nessa fase, mas também durante a gestação e a adolescência.

Portanto, se você também possui essa característica é importante ficar atento aos outros fatores já listados nesse artigo e procurar um especialista para que seja feito o diagnóstico correto.

 

Você percebeu algum ganho de gordura durante a amamentação ou menopausa?

Nessas duas situações, período da amamentação e menopausa, as mulheres também são mais propensas a ganhar peso nos braços, pernas e quadris quando sofrem com lipedema. A causa é a mesma já citada anteriormente: a ação mais intensa dos hormônios.

Esse acontecimento não atinge de forma rigorosa com todas as mulheres. Entretanto, ainda é um fator a ser considerado juntamente com a avaliação dos outros pontos listados aqui.

 

Qual especialista procurar?

O profissional especializado em doenças do sistema linfático, arterial e venoso é o cirurgião vascular. É esse médico que você deve procurar caso perceba alguma alteração com as características que acabamos de listar no artigo.

Como dissemos no início do texto, muitas mulheres sentem dificuldade em encontrar um profissional que tenha conhecimento aprofundado em lipedema. Por conta disso, muitas delas acabam não procurando o tratamento adequado e continuam tendo que lidar com os sintomas desagradáveis da doença.

A orientação é fazer uma pesquisa na Associação Brasileira de Lipedema, onde existe uma lista de profissionais que estudam esse problema. Depois, é só localizar algum especialista que esteja mais próximo da paciente e verificar a disponibilidade do médico para fazer uma consulta.

Como vimos, o lipedema é uma doença que atinge basicamente as mulheres. É um problema incômodo não só por causa do desconforto local, mas também devido às mudanças que ele provoca no corpo. Infelizmente, o diagnóstico da doença ainda não é frequente devido ao pouco conhecimento difundido a respeito. Enquanto isso, é importante que as mulheres fiquem atentas aos sinais que o corpo emite e possam reunir informações que facilitam o diagnóstico médico. 

E, claro, não deixem de buscar ajuda, mesmo que as tentativas iniciais sejam frustradas. Percebemos que novas informações estão chegando e esperamos que em breve os profissionais possam se capacitar e atender à demanda de tantas mulheres que sofrem com o lipedema.

Responda o questionário de auto-diagnóstico de lipedema aqui.

A equipe do Dr Alexandre Amato criou, validou e publicou trabalho científico sobre o assunto: Amato ACM, Amato FCM, Benitti DA, Amato LGL. Development of a questionnaire and screening model for lipedema. J Vasc Bras. 2020;19:1–7. 

 

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Como funciona a fertilização in vitro?

Fertilidade - sex, 01/22/2021 - 13:56

A fertilização in vitro (FIV) é um tipo de tratamento para fertilidade que é bastante falado, porém boa parte das pessoas não sabe realmente como ele funciona. É muito importante que os casais que estão pensando em fazer um tratamento para engravidar conheçam os detalhes desse procedimento.

Isso é fundamental, porque assim eles descobrem quais são as etapas do tratamento, entendem se ele é adequado para o cenário deles e ainda podem ficar mais tranquilos caso façam a FIV. Afinal, eles sabem por quais etapas têm que passar.

Então, se você e seu parceiro estão pensando em fazer um tratamento de fertilidade, precisam conhecer verdadeiramente a fertilização in vitro. Pensando nisso, vamos explicar neste post como ela funciona e suas principais características.

O que é a fertilização in vitro

A FIV é um tratamento de alta complexidade, em que é realizada a coleta de óvulos e espermatozoides, da mulher e do homem para que a fecundação seja feita em laboratório. Após a formação do embrião, esse é colocado no útero da mulher.

Muito conhecida também como bebê de proveta, a fertilização in vitro já é realizada no Brasil há mais de 30 anos, sendo que o primeiro bebê de FIV do país nasceu em 1984. Desde então, a técnica evoluiu e continua auxiliando casais inférteis a realizarem o sonho de serem pais.

Como funciona a FIV

A fertilização in vitro é realizada em etapas bem definidas e todos os pacientes que estão passando pelo tratamento precisam cumprir essas fases. Abaixo, explicamos detalhadamente cada etapa para que você entenda como funciona a FIV:

Indução da ovulação

O primeiro passo que deve ser realizado na FIV é sempre a indução da ovulação da mulher, que é feita por meio de medicações. Em casa, a paciente injeta em si mesma os medicamentos e a indução é monitorada com ultrassons transvaginais. Esses exames devem ser feitos em uma clínica  pelo médico ou médica especialista em tratamentos de fertilidade.

Com a indução da ovulação, os folículos da mulher crescem. A ideia na fertilização in vitro é justamente que mais de um folículo cresça, porque assim haverá um número maior de óvulos para realizar o tratamento. Dessa forma, as chances de a FIV ser bem-sucedida também são maiores.

Aspiração dos óvulos e coleta de espermatozoides

Quando a paciente está para ovular, começa a segunda etapa do tratamento: a aspiração dos óvulos e coleta dos espermatozoides. A aspiração dos óvulos deve acontecer sempre em um laboratório de reprodução assistida, que é o espaço onde é feita a manipulação de materiais biológicos.

No laboratório, a paciente toma uma anestesia e dorme entre 20 a 30 minutos. Nesse momento, por meio de um ultrassom transvaginal guiado por uma agulha, os óvulos são aspirados pelo profissional. Enquanto a paciente faz a aspiração dos óvulos, o parceiro realiza a coleta de espermatozoides.

Fertilização in vitro

Após a aspiração de óvulos e a coleta de espermatozoides, um biólogo especializado do laboratório seleciona os melhores entre todos os elementos coletados e faz a fertilização in vitro também em laboratório. Os embriões se formam e começam a evoluir ainda nesse ambiente.

Uma curiosidade é que essa escolha pelos melhores elementos pode levar até horas. Isso acontece porque o profissional responsável por essa etapa analisa diversos critérios para ter certeza de que está selecionando os melhores e, assim, está aumentando as chances de sucesso do tratamento.

Transferência do embrião

Após a formação dos embriões, os que mostrarem maior potencial são transferidos para o útero da paciente. Geralmente, mais de um embrião é colocado no útero para que haja mais chances de ocorrer a gravidez.

A transferência embrionária é um procedimento muito tranquilo, em que o médico insere os embriões no útero da mulher por meio de um cateter. Não é necessário tomar anestesia e após 20 ou 30 minutos, a paciente já pode ir para casa. Depois de, aproximadamente, duas semanas, a mulher deve fazer o teste de gravidez para descobrir se o tratamento funcionou.

Quanto tempo dura o tratamento

A fertilização in vitro, desde a ovulação até a fecundação em laboratório, dura aproximadamente de 15 a 20 dias. Depois da transferência embrionária, a paciente deve esperar cerca de duas semanas para realizar o exame de gravidez e conferir se o procedimento foi bem-sucedido.

Sendo assim, o tratamento completo da FIV geralmente dura cerca de 1 mês. Caso a primeira tentativa não funcione, se desejar, o casal pode tentar novamente a FIV. Nesse cenário, o indicado é descobrir o que motivou a falha na primeira tentativa e esperar pelo menos 2 ciclos naturais de ovulação para tentar novamente. Assim, os ovários da mulher já vão ter voltado ao tamanho normal e ao padrão de nível hormonal.

Para quem é indicado a FIV

Esse tipo de tratamento de fertilidade pode ser indicado em diversos casos. Em geral, ele é recomendado para:

  •         Casais que têm mais de 35 anos;
  •         Pacientes que têm algum problema de saúde conhecido que causa a infertilidade, como uma azoospermia, obstrução tubária ou quando há fator associado entre o homem e a mulher;
  •         Casais que estão tentando engravidar há bastante tempo e ainda não conseguiram.

A fertilização in vitro também é uma boa opção para as mulheres que têm dificuldades para produzir óvulos. Afinal, com a FIV, elas podem tentar engravidar com óvulos de doadoras.

Esse tratamento é considerado de alta complexidade, mas muitas pessoas optam por ele, porque a FIV é capaz de auxiliar em diversos casos e já trouxe bons resultados para milhares de famílias ao redor do mundo.

Se você e seu parceiro estão tentando engravidar há algum tempo e ainda não obtiveram sucesso, a FIV pode ser uma boa opção para solucionar essa dificuldade. 

Contudo, lembre-se de que vocês devem consultar um especialista na área e fazer exames para que o profissional possa entender melhor o caso. Só então ele vai dizer se a fertilização in vitro é o tratamento adequado para vocês.

Aqui na Clínica Reprodução Humana e Fertilização do Amato – Instituto de Medicina Avançada temos profissionais capacitados e especializados em tratamentos de fertilidade. Então, se você e seu parceiro ainda não sabem aonde ir para descobrir mais sobre o seu caso, marque uma consulta conosco para que possamos ajudá-los. 


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Probióticos

Vascular Pro - qua, 01/20/2021 - 12:52

Os probioticos estão sendo cada vez mais utilizados na medicina. Os probióticos são bactérias vivas, chamadas de “boas bactérias” por serem benéficas ao ser humano, principalmente no aparelho digestivo.
“Os existentes em alimentos e suplementos são similares aos naturalmente presentes no intestino” Apesar das pessoas não precisarem de suplementação de probióticos para serem saudáveis, recentes estudos demonstram que eles podem auxiliar a saúde, pois:

  • Diminuem as bactérias ruins que causam inflamação e infecção;
  • Ajudam na digestão de alimentos;
  • Sintetizam minerais e produzem vitaminas e enzimas que mantém o intestino saudável.

Além disso, recentes pesquisas demonstraram que os probióticos podem melhorar a resposta a antibióticos, tratar diarréia, síndrome do cólon irritável, refluxo, inflamações da pele, eczema e, ultimamente, auxiliar no tratamento da depressão.
As mais comuns são:

  • Lactobacillus: encontrados em iogurtes e bebidas fermentadas, segundo estudos, eles auxiliam no tratamento e prevenção de diarreia, cólicas em bebês, infecções pulmonares, colite ulcerativa, sindrome do cólon irritável, infecções vaginais e eczema.
  • Bifidobacterium: também encontrados em iogurtes e queijos, de acordo com pesquisas, eles auxiliam no tratamento de constipação, sindrome do cólon irritável, infecção pulmonar e, mais recentemente, na depressão menor.

É necessário ter muita cautela antes de iniciar o uso de qualquer probiótico, passando por uma avaliação de um médico que entenda do assunto, para que o tipo e a dose certas sejam prescritas.
Ao mesmo tempo, é essencial atentar-se ao local da compra do probiótico, para não correr riscos de tomar bactérias erradas ou substâncias que poderão dar alergias.

Importante: mulheres grávidas ou que estejam amamentando e pessoas com o sistema imunológico enfraquecido devem tomar cuidado extra antes de iniciar qualquer tratamento.

 

Prof. Dr. Alexandre Amato

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Qual hormônio ajuda a engravidar?

Fertilidade - ter, 01/19/2021 - 11:17

Hormônios são substâncias essenciais para o organismo humano, porque desempenham diversos papeis no corpo que contribuem para que ele funcione de forma adequada. Eles auxiliam, por exemplo, a regular a pressão arterial, a controlar a glicemia no organismo, no desenvolvimento dos indivíduos e até nas possibilidades de uma mulher engravidar.

Existe mais de um hormônio que influencia no sucesso de uma gravidez e, caso haja qualquer alteração neles, a mulher pode ter dificuldades para engravidar ou manter uma gestação.

É fundamental que uma mulher que deseja engravidar conheça esses hormônios, porque uma alteração em uma ou mais dessas substâncias pode ser a causa de infertilidade da paciente.

Então, para que você os conheça, listamos abaixo quais são os hormônios que ajudam uma mulher a engravidar!

Hormônios que ajudam a engravidar Estrogênio

O estrogênio é conhecido como o principal hormônio sexual feminino, porque ele é responsável pelo desenvolvimento físico e sexual das mulheres. É esse hormônio que atua, por exemplo, na formação e no amadurecimento do endométrio, do sistema reprodutor e dos seios.

Além disso, o estrogênio é importante para que ocorra a gravidez. Isso porque ele auxilia no crescimento folicular, no amadurecimento do óvulo, na circulação na membrana uterina e na união do espermatozoide com o óvulo.

Então, se uma mulher tiver pouco ou muito estrogênio no organismo, ela pode apresentar problemas para engravidar. Por isso, é muito importante que um especialista analise a quantidade de estrogênio no corpo da mulher que está tentando engravidar.

Dessa forma, ele saberá se a infertilidade é causada pelo estrogênio e qual é o melhor tratamento para o caso.

FSH e LH

O hormônio folículo estimulante (FSH) e o luteinizante (LH) têm como principal função no organismo estimular o crescimento do folículo, que é um revestimento que protege o óvulo antes de ocorrer a ovulação.

O FSH e o LH também influenciam na produção e na liberação dos óvulos, porque eles atuam na regulação da função hormonal e do desenvolvimento dos ovários. Esses hormônios ainda são importantes para os homens que estão tentando ter filhos, pois eles atuam nos testículos aumentando a produção de espermatozoides.

Devido à importância do crescimento folicular para uma gravidez, atualmente existem diversos medicamentos de tratamento de fertilidade que possuem o FSH em suas composições.

Esses remédios podem ser usados em determinados tratamentos, como o de indução da ovulação e de inseminação artificial. Mas, é importante ressaltar que a utilização deles sempre deve ser recomendada e orientada pelo médico responsável pelo tratamento.

HCG

Gonadotrofina coriônica humana (HCG) é um hormônio que faz parte do mesmo grupo do FSH e LH, mas que possui diferentes funções no organismo. O HCG não auxilia a mulher a engravidar, porém ele é conhecido como hormônio da gravidez, porque só começa a ser produzido no corpo quando a mulher está grávida.

A função dele é manter o corpo lúteo, uma estrutura que se desenvolve no ovário após a ovulação, no início da gestação até que a placenta se forme e possa assumir a produção de estrogênio e progesterona. O HCG ainda é responsável por inibir a menstruação durante a gestação.

A molécula desse hormônio é dividida em duas partes. Uma é bem parecida com o FSH e o LH, já a outra é única. Esta, que é chamada de beta, é o elemento que os testes de gravidez verificam justamente porque ela geralmente só é produzida em altos níveis quando uma mulher está grávida.

Progesterona

A progesterona é um hormônio importante tanto antes da gravidez quanto durante. Ele é essencial para que a gestação aconteça, porque ele é produzido pelo ovário no ciclo menstrual justamente para preparar o endométrio para a implantação do embrião no útero. Ou seja, a progesterona prepara o organismo feminino para a gravidez.

Já durante a gestação, o hormônio garante que a gravidez seja segura e ainda atua na preparação das glândulas mamárias para a produção de leite depois que o bebê nascer.

Caso uma mulher grávida tenha um nível baixo de progesterona, ela pode tomar um suplemento do hormônio para que a gravidez seja mais segura. Entretanto, novamente quem deve indicar a suplementação é o médico que acompanha a gestação. 

Isso é essencial, porque ele sabe realmente se é necessário o suplemento e como a paciente deve consumir esse medicamento.

TSH

Os hormônios estimulantes da tireoide (TSH) realizam diversas atividades no organismo para garantir que ele vai funcionar de forma adequada. Em relação à gravidez eles são importantes, porque atuam com a progesterona e o estrogênio para promover o funcionamento dos ovários e auxiliar no amadurecimento dos óvulos.

Então, se a mulher apresenta falta ou excesso de TSH em seu organismo, ela pode ter problemas de infertilidade. Afinal, os ovários e o crescimento dos óvulos são afetados por essa alteração.

Por isso, quando uma mulher busca saber sua causa de infertilidade é necessário analisar os níveis de TSH em seu organismo.

Prolactina

A prolactina é bastante conhecida como o hormônio responsável pela produção de leite materno, já que atua nas glândulas mamárias estimulando a formação da bebida. Mas, ela também é importante para a gravidez, pois é a prolactina que libera a gonadotrofina (gnRH) no organismo durante o ciclo menstrual. E é a gnRH que libera o FSH e o LH que vão estimular o crescimento do folículo na mulher.

Sendo assim, níveis alterados de prolactina no organismo também podem prejudicar a fertilidade de uma mulher. Se uma moça apresenta esse hormônio em excesso, por exemplo, o cérebro entende que ela já está amamentando e para de colaborar com o desenvolvimento folicular.

Como os hormônios listados aqui ajudam a engravidar e a manter uma gestação segura, eles precisam estar equilibrados no organismo da mulher que deseja ter um filho.

Se você estiver enfrentando dificuldades para engravidar, deve se consultar com um especialista para que ele verifique se todos os hormônios estão equilibrados em seu organismo. De acordo com o diagnóstico, ele poderá lhe indicar o melhor tratamento para seu caso.

Agora que você sabe quais hormônios ajudam a engravidar, veja também se existem pré-requisitos para ser elegível a um tratamento de fertilidade!

Dra. Juliana Amato

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Lipedema: o que é?

Vascular Pro - ter, 01/19/2021 - 11:03

Você já ouviu falar em lipedema? A doença, considerada crônica por especialistas, atinge majoritariamente as mulheres e o surgimento tem a ver com fator genético e com hormônios. Algumas pessoas confundem lipedema com obesidade e com linfedema, mas são doenças diferentes. Veja a seguir o que de fato é o lipedema, características dessa doença e o que fazer para evitar e tratar esse problema.

O que é lipedema?

Lipedema é uma doença que atinge especialmente as mulheres. Caracteriza-se pelo acúmulo de gordura em locais específicos do corpo, como quadris, nádegas, pernas e tornozelos, causando uma aparência disforme e desproporcional ao restante do corpo.

A doença é considerada crônica, uma vez que evolui de maneira progressiva e não tem cura. Além dos depósitos de gordura, outros sintomas que podem surgir são o inchaço na pele, dores, sensibilidade local, sensação de peso e desconforto na região.

Geralmente, o médico pode identificar a presença do lipedema apenas através do exame clínico e do relato de mulheres que sofrem com a doença. A partir daí, o médico sugere o melhor tratamento de acordo com o caso avaliado.

 

O que causa o lipedema?

Apesar de ser caracterizado como excesso de tecido adiposo, popularmente chamado de gordura, o lipedema não tem relação com o excesso de peso. Diversos médicos especialistas têm tentado descobrir o motivo do surgimento do lipedema. Inclusive nós!

Existem duas causas prováveis: a influência dos hormônios femininos e o fator genético. Por esse motivo é que as mulheres são as pessoas que mais sofrem com o lipedema, principalmente durante o período em que os hormônios estão desequilibrados como o período de gestação, a menopausa e na fase adulta, durante o uso de anticoncepcionais.

Em homens, esse problema pode até surgir, mas apenas quando eles estão fazendo algum tratamento relacionado à ingestão de hormônios, o que reforça mais ainda a tese de que fatores hormonais são causadores do lipedema.

 

Diferença entre lipedema e linfedema

Apesar dos nomes semelhantes, lipedema e linfedema são doenças diferentes. Enquanto o lipedema se caracteriza pelo acúmulo de gordura em uma específica do corpo, o linfedema tem como sintoma principal o acúmulo de linfa na região, provocado pela obstrução dos vasos linfáticos.

Linfa é o nome de um líquido, que se origina no sangue e é responsável pela condução de glóbulos brancos pelo organismo. Os glóbulos brancos, por sua vez, auxiliam na defesa do nosso organismo contra agentes nocivos e retorno à circulação das excretas das células do nosso corpo.

Essas duas doenças podem se relacionar. Ou seja, uma pessoa que sofre com lipedema também pode apresentar linfedema. Isso acontece porque as células de gordura do lipedema impedem a circulação natural que acontece dentro dos canais linfáticos, causando o acúmulo de líquido na região. Contudo, são problemas diferentes.

 

Lipedema e obesidade não são a mesma coisa

Há uma facilidade muito grande em confundir lipedema e obesidade, provavelmente porque os dois problemas apresentam acúmulo de gordura no corpo. Porém, são doenças diferentes em alguns aspectos.

Em primeiro lugar, a obesidade não atinge especificamente as mulheres. Homens também podem sofrer com o excesso de peso em diferentes fases da vida. Geralmente, no público masculino a gordura se acumula na região do abdômen, mas também pode afetar as mamas.

Outra diferença é a localização da gordura em excesso. Pessoas obesas quase sempre têm gordura em toda a extensão do corpo, apesar de também ter um acúmulo maior em regiões como seios, bumbum, abdômen, pernas e quadris, principalmente no caso das mulheres.

A gordura da obesidade pode ser reduzida com mudanças na alimentação e prática constante de atividade física. No caso do lipedema, o aspecto da gordura é reduzido, mas o problema não é completamente solucionado.

Por fim, o aspecto visual desse depósito de gordura também é diferente. Obesos apresentam nódulos e ondulações no corpo, de uma maneira mais uniforme. Enquanto isso, o lipedema surge como se fosse uma bolsa de gordura, deixando aquela região disforme, sobressalente e com aspecto anormal, diferente do resto do corpo.

 

Perder peso é eficaz contra o lipedema?

A resposta é não, o motivo é simples. Mesmo que o lipedema tenha como sintoma o acúmulo de gordura em determinadas partes do corpo, esse depósito de tecido adiposo não acontece por causa da ingestão exagerada de alimentos ou pela falta de atividade física.

A concentração de gordura é um fator patológico, provocado por uma doença. Logo, não adianta fazer dieta ou passar a se exercitar com frequência na intenção de eliminar o lipedema.

É claro que perder peso sempre é uma boa alternativa porque previne várias doenças, além de deixar o corpo mais leve e bem disposto. No caso do lipedema, esses hábitos podem minimizar e até ajudar a prevenir o problema, mas não o elimina.

 

Lipedema tem cura?

Não, o lipedema é uma doença crônica e não tem cura. Contudo, tem tratamento que, se realizado corretamente, reduz bastante o aspecto estético do problema e melhora o desconforto que a mulher sente não só na região afetada, como também na queda da autoestima.

Nesses casos, são indicadas as massagens terapêuticas, as roupas de compressão, dieta e exercícios físicos para reduzir a gordura no corpo todo, além de apoio psicológico para lidar também com a saúde mental da paciente.

Depressão e rejeição ao próprio corpo é muito comum em mulheres que têm lipedema, principalmente porque a estética da paciente é afetada. Por isso, é importante pensar também em tratamento psicológico para que a mulher aprenda a lidar melhor com a situação.

Outro tratamento eficaz para tratar o lipedema é o procedimento cirúrgico que consiste em várias seções de aspiração de gordura do local afetado. O ideal é que cada paciente seja avaliado por um especialista para que ele verifique a necessidade de um ou outro tratamento. O objetivo sempre deve ser o bem-estar do indivíduo e uma vida com mais saúde e qualidade.

Hoje, vimos que o lipedema é uma doença crônica, que atinge especialmente as mulheres e tem como causas prováveis os hormônios e a genética. Se alguém da sua família tem lipedema, é possível que você também passe a apresentar essa doença. O principal sintoma do lipedema é o acúmulo de gordura em regiões específicas do corpo, provocando um aspecto disforme e assimétrico. Apesar de não ter cura, é possível tratar o lipedema com as orientações corretas de um médico especialista.

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Como fazer a dieta do Mediterrâneo

Vascular Pro - sex, 01/15/2021 - 17:11

A dieta do Mediterrâneo, também conhecida como dieta mediterrânea, é mais do que um cardápio a seguir por alguns dias. É um estilo de vida e um jeito de se alimentar tendo como base os alimentos facilmente encontrados na natureza como frutas, legumes, cereais, sementes, peixes e outros.

Esse cardápio é típico dos moradores da região do mar Mediterrâneo, incluindo o sul de países como França, Itália, Espanha e Grécia. Por causa da alimentação natural, essas pessoas têm uma expectativa de vida maior, uma rotina mais saudável e com baixa incidência de doenças.

Comida de verdade: a base da dieta do Mediterrâneo

Quando falamos em comida de verdade, estamos falando de alimentos naturais, livres de processos industriais. Ou seja, são aqueles encontrados na natureza, que não têm embalagem. Por exemplo: frutas, legumes, verduras, peixes, ovos, sementes, mel, grãos integrais e carnes magras.

Esses devem ser a base de um cardápio inspirado em uma dieta mediterrânea. Contudo, é possível acrescentar outros alimentos que, apesar de naturais, ainda passam por algum processo industrial como o leite e seus derivados e o azeite, por exemplo.

O que deve ser prontamente evitado, ou ao menos reduzido para quem está começando, são os alimentos industrializados. São itens que passam por diversos processos de fabricação, com acréscimo de substâncias pouco saudáveis como corantes e conservantes, e acabam perdendo também ingredientes positivos dos alimentos como as fibras e demais nutrientes.

Com o passar do tempo, e com a ingestão contínua de uma alimentação baseada em produtos industrializados, o corpo acaba sofrendo as consequências, ficando doente frequentemente, com menos disposição física e mental.

Como fazer a dieta do Mediterrâneo

Se você pensa que fazer a dieta do Mediterrâneo é algo chato ou trabalhoso, está enganado. No começo, é possível que você sinta um pouco de dificuldade, porém com o passar do tempo e percepção dos benefícios, você verá o quanto vale a pena. Veja como funciona.

Prefira comer alimentos naturais

Como dissemos, os alimentos frescos e naturais devem ser a principal alimentação de quem segue a dieta mediterrânea. Então, sempre que tiver a opção de ingerir um alimento natural, dê preferência a ele. Coma mais ovos, carne de ave, peixe, frutas, legumes, verduras, cereais integrais, azeite e sementes.

Evite o consumo de industrializados

Reduza ao máximo o consumo de industrializados, embutidos e processados. No começo, pode ser um pouco difícil devido às inúmeras ofertas que temos disponíveis e também ao paladar já acostumado a esses alimentos, mas, com a prática e um olhar mais atento você saberá fazer escolhas melhores.

Exemplos: comidas prontas, congelados, linguiças, salame, salsichas, bebidas energéticas, refrigerantes, temperos prontos etc.

Inclua gorduras boas no seu cardápio

Por algum tempo, as gorduras boas eram consideradas ruins para o organismo. Com o avanço dos estudos na área, o que foi percebido é que essas gorduras boas fazem bem ao nosso corpo, especialmente para o nosso cérebro.

Inclua na sua dieta: abacate, azeitona e azeite de oliva.

Reduza o consumo de carne vermelha

A carne vermelha não deve ser eliminada, mas precisa ser consumida com moderação. Uma vez por semana é o suficiente e dando preferência aos cortes magros. Nos outros dias, coma mais ovos, carne branca e peixes.

Água e vinho para acompanhar as refeições

A água é o líquido principal da dieta mediterrânea e pode ser ingerida à vontade. O vinho, apesar do teor alcoólico, também pode ser consumido, desde que em pequena quantidade. O vinho contém polifenóis, ricos em antioxidantes que combatem inflamações e doenças como o câncer.

Prefira adoçantes naturais

Açúcar refinado, demerara e similares, além de adoçantes industrializados também devem ser evitados. No lugar deles, use mel para adoçar os alimentos ou acostume-se aos poucos com o sabor natural dos alimentos.

Consuma leites e derivados

Leite, queijo, requeijão e manteiga também são permitidos, porém com preferência para as versões mais magras como o leite desnatado, o queijo minas ou a ricota e o requeijão light. Quanto à manteiga, prefira aquela que tem menos ingredientes e evite a margarina.

Prefira frutas e legumes da estação

Frutas, legumes e verduras da estação são mais saborosas, têm um preço mais acessível e sofrem menos intervenções dos produtores. Portanto, monte o seu cardápio diário de acordo com o período de produção de cada alimento.

Benefícios da dieta do Mediterâneo

Por ser uma dieta baseada em alimentos naturais, com baixa gordura saturada e grande variedade de alimentos, a dieta do Mediterrâneo oferece muitos benefícios ao indivíduo, especialmente na qualidade de vida dele. Conheça a seguir os principais benefícios.

Organismo mais resistente

Os nutrientes existentes nos alimentos naturais fortalecem o organismo, mantendo-o mais saudável e menos propenso a sofrer com a incidência de diversas doenças. O corpo fica fortalecido e mais bem disposto.

Emagrecimento saudável e sustentável

Produtos industrializados, enlatados, açúcar e carboidratos refinados são as principais causas do aumento de peso. A dieta mediterrânea, por ter como base os alimentos naturais, leva ao emagrecimento saudável e a longo prazo, bem diferente do que acontece com as dietas restritivas que geralmente fazem com que a pessoa engorde tudo novamente depois.

Além disso, esses alimentos contém muitas fibras que dão saciedade, aumentam o metabolismo e a queima natural de gordura corporal.

Baixa incidência de doenças crônicas

Alzheimer, diabetes, hipertensão, doenças cardíacas, doenças vasculares, câncer, colesterol, doença de Parkinson e até a depressão podem ser prevenidas com a dieta do Mediterrâneo. Tudo isso é resultado não só do poder nutritivo dos alimentos, mas também por causa do bom funcionamento de todos os órgãos influenciados pela alimentação saudável.

Mais poder nutritivo

Alimentos naturais são ricos em nutrientes, não possuem conservantes e nenhum tipo de aditivo, garantindo mais sabor e saúde. Uma dica é investir em frutas, legumes e verduras respeitando o período de sazonalidade de cada alimento. Assim, você garante alimentos mais saborosos e com amadurecimento natural.

Alimentação mais limpa e mais variada

A dieta do Mediterrâneo oferece aos seus adeptos refeições mais simples, variadas e naturais, bem diferente de um cardápio comum atualmente, recheado de produtos industrializados. Temos à disposição uma infinidade de frutas, legumes e verduras, além de grãos e sementes diversos, o que facilita muito a elaboração de um cardápio diverso e gostoso.

Como pudemos ver, fazer a dieta do Mediterrâneo não é um desafio difícil de cumprir. Basta focar ao máximo em alimentos naturais, fazer as combinações necessárias e manipular os alimentos de forma que eles fiquem apetitosos. É possível preparar inúmeras receitas com a variedade de ingredientes que temos disponíveis, aliando sabor e nutrição. Assim, além de comer para se satisfazer, você também come para nutrir e fortalecer o seu organismo.

 

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Quanto custa uma fertilização in vitro em 2021?

Fertilidade - qui, 01/14/2021 - 15:01

Um novo ano se inicia e com ele muitos casais planejam começar um tratamento de fertilidade para realizarem o sonho de ter um bebê. Atualmente, existem diversos tipos de tratamento, sendo que a fertilização in vitro (FIV) é uma das mais conhecidas já que ela pode ser bem-sucedida até em casos mais complexos de infertilidade.

Por conseguir ajudar em casos mais complicados, o valor desse tratamento costuma ser mais elevado que outros, como a indução da ovulação ou a relação sexual programada. Sendo assim, seu valor gera curiosidade nos casais que desejam saber se conseguem realizar uma fertilização, caso seja necessário.

Para saber quanto custa uma fertilização in vitro em 2021, primeiro o casal deve conhecer bem o procedimento e entender quais são os custos envolvidos nesse tratamento. Por isso, a seguir, vamos explicar as etapas da FIV e quais custos devem ser considerados na hora de calcular o valor de todo o procedimento.

Procedimento da fertilização in vitro

De forma simplificada, na FIV é realizada a indução da ovulação na mulher para estimular o desenvolvimento e a liberação de óvulos que serão fecundados com o espermatozoide em um meio de cultura.

Após a formação do embrião, este é transferido para o útero da mulher. Depois de alguns dias da realização do procedimento, a paciente deve ir ao médico para conferir se o tratamento foi bem-sucedido. Veja, agora, os custos envolvidos em cada uma dessas etapas:

Estimulação da ovulação

A indução da ovulação é feita por meio de injeções diárias que a paciente aplica em si mesma em casa. A cada 2 ou 3 dias, ela deve fazer um ultrassom com seu médico para acompanhar o crescimento folicular.

Geralmente, nessa primeira etapa, a mulher vai acompanhar esse crescimento com o médico em torno de 5 vezes. Quando os folículos atingem um determinado tamanho, a paciente tem que usar outra medicação que a faz ovular 36 horas depois. 

Esse acompanhamento e a avaliação da estimulação da ovulação são feitos integralmente no consultório do médico. Então, nessa fase do tratamento, é necessário considerar entre os custos: os honorários do profissional que está acompanhando a paciente, o valor dos ultrassons realizados e dos medicamentos usados.

Aqui, é importante salientar que é muito difícil determinar o custo exato dos medicamentos, sem consulta prévia, porque cada paciente responde de uma maneira à medicação. Se a mulher tem uma baixa reserva ovariana, por exemplo, sua dosagem tem que ser maior que a de uma paciente que tem uma reserva ovariana mais alta.

O remédio receitado pelo médico também pode variar de acordo com a causa da infertilidade do casal. Uma mulher que tem endometriose geralmente deve tomar mais de um medicamento durante o tratamento, enquanto uma com ovário policístico possivelmente vai gastar menos com medicação.

Retirada de folículos

A segunda etapa da fertilização in vitro é a retirada dos folículos, que é realizada em uma sala cirúrgica de um laboratório de reprodução assistida. Após a retirada, os folículos são enviados para o laboratório, onde um biólogo faz a fertilização em um meio de cultura.

Por isso, nessa etapa, entre os custos devem ser considerados: a manutenção do espaço físico do laboratório, o honorário do biólogo para a fertilização e a avaliação diária do embrião, o valor dos equipamentos usados no procedimento (como pipetas, placa de petri e microscópios) e da incubadora.

Aqui, novamente é difícil definir um custo exato, porque há muitas variáveis envolvidas. O honorário do biólogo e o custo da manutenção do laboratório, por exemplo, podem mudar de acordo com o estabelecimento escolhido no tratamento. Obviamente o seu médico especialista em reprodução humana já tem seu laboratório de escolha, e poderá passar isso em consulta.

Como existem muitas variáveis, é importante lembrar que o tratamento não deve ser guiado somente pelo valor dos serviços. Ou seja, o casal não deve se decidir por um laboratório ou profissional porque eles cobram mais barato ou mais caro.

O fundamental é verificar a qualidade do serviço realizado, a estrutura do local, os equipamentos disponíveis para o procedimento e, se possível, conversar com ex-pacientes.

Transferência do embrião para o útero

Quando o embrião está formado, é a hora de fazer a transferência dele do meio de cultura para o útero da mulher. Após a realização do procedimento, a paciente tem que esperar alguns dias até verificar com o médico se o tratamento obteve sucesso.

Nessa terceira etapa, é preciso levar em conta os custos da sala onde é feita a transferência, do laboratório e do médico que vai realizar o procedimento. Novamente, são custos que podem variar.

Nem todos os profissionais especializados em reprodução assistida, por exemplo, cobram o mesmo valor pelos serviços realizados. O custo pode diminuir ou aumentar de acordo com a experiência do médico, seus estudos e a região em que atua.

Justamente por envolver custos muito variáveis que é difícil definir um valor fixo para a fertilização in vitro em 2021. Não é possível afirmar quanto o procedimento vai custar exatamente, porque isso depende do diagnóstico do casal e do profissional que eles escolherem para acompanhar o tratamento.

Então, mesmo que você veja um valor exato na internet ou em alguma clínica, lembre-se de que o custo mostrado pode não valer para o seu caso. Afinal, dependendo da causa da infertilidade, você pode ter que tomar mais ou menos medicamentos. Ainda, os honorários dos profissionais envolvidos podem ser maiores ou menores.

Por isso, o que é possível fazer é explicar essas variáveis para que os interessados se lembrem de considerá-las na hora de calcular quanto vai custar o tratamento para eles.

Como ter uma ideia mais exata do custo de uma inseminação para você?

A única forma de saber quanto custa uma fertilização in vitro para você é consultar um médico especialista em reprodução assistida para que ele possa avaliar o seu caso. Dessa forma, ele será capaz de calcular os custos de todo o procedimento, incluindo honorários e medicamentos, e passar um valor bem próximo do real.

Então, se você quer conhecer o valor do tratamento, marque uma consulta com um especialista! Depois de entender o que deve ser considerado no custo da fertilização in vitro em 2021, veja também quanto tempo pode durar um tratamento de fertilidade


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É preciso emagrecer para operar as varizes?

Vascular Pro - ter, 01/12/2021 - 18:46

Você já ouviu falar que para operar as varizes é obrigatório emagrecer? Algumas pessoas encaram a obesidade como um impeditivo para a realização da cirurgia das varizes e acabam deixando de realizar esse procedimento tão importante para a saúde e para a estética do corpo. De fato, perder peso é uma estratégia recomendada por especialistas antes de qualquer cirurgia, mas não chega a ser um obstáculo intransponível. E é sobre isso que falaremos ao longo desse artigo.

Qual é o peso ideal para operar as varizes?

O peso ideal de um indivíduo é definido, atualmente, pelo número do seu IMC (Índice de Massa Corporal). O IMC é um número obtido a partir do peso e da altura de uma pessoa e sugere um valor que deve ser alcançado para que ela esteja dentro do peso indicado para o seu tipo físico.

Obviamente, o IMC não é taxativo, mas é muito útil como uma orientação para aquelas pessoas que não sabem se estão dentro do peso correto, se precisam emagrecer ou, quem sabe, ganhar alguns quilinhos. Contudo, é preciso levar em consideração também o estilo de vida do indivíduo, os seus hábitos, a sua rotina e a existência ou não de doenças que influenciam no aumento do peso corporal.

Ainda assim, vale a pena descobrir qual é o seu IMC e ter um norte em relação ao seu peso atual. A partir daí, traçar estratégias para chegar naquele peso que seria o melhor para cada pessoa. É uma maneira de qualificar alguém como saudável não só para o dia a dia, mas também para a realização de procedimentos médicos como a cirurgia das varizes.

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Bom, em primeiro lugar, emagrecer é recomendado para qualquer pessoa e em qualquer momento da vida porque perder peso sempre é algo vantajoso, na grande maioria das vezes.

Em uma cirurgia de varizes, deve-se evitar operar quando o paciente está muito acima do peso por causa das complicações que são muito mais abrangentes, principalmente quando a cirurgia for tradicional, do tipo aberta, que é mais invasiva e tem um pós-operatório que exige mais cuidados.

Uma cirurgia de varizes realizada em um paciente obeso ocorre em uma área bem maior no corpo. Além disso, há um risco maior de trombose e outras complicações como infecções. Por fim, o paciente obeso já tem a mobilidade reduzida o que fica ainda mais comprometido após o procedimento.

Além disso, é preciso observar também qual é a causa real dos incômodos do paciente. Muitas vezes, ele reclama de dores e cansaço nas pernas, mas a origem do desconforto não são as varizes, mas o peso em excesso.

Nesse caso, mesmo que ele faça a cirurgia, as dores permanecerão, o que não inviabiliza por completo a cirurgia, mas não elimina o desconforto provocado pelo excesso de peso. Assim, emagrecer continua sendo necessário.

E esses são os principais motivos pelos quais o paciente que deseja operar as varizes é orientado a emagrecer. Mas, como dissemos, o emagrecimento não deve ser visto como um impeditivo, até porque, para muitas pessoas, emagrecer é uma tarefa quase impossível por diversos motivos.

Quando o indivíduo precisa fazer a cirurgia de varizes, mas está muito acima do peso é preciso conhecer e escolher outros procedimentos igualmente eficazes. Veja a seguir.

E quando a paciente não consegue chegar ao peso ideal?

Emagrecer não é algo assim tão fácil. Nem todas as pessoas têm facilidade em seguir dieta e realizar atividades físicas por diversos motivos. Além disso, existem algumas doenças que dificultam a perda de peso de forma rápida, o que é ainda mais desmotivador para quem necessita emagrecer.

Mas, de forma alguma isso quer dizer que as cirurgias de varizes devem ser proibidas a essas pessoas. Pelo contrário, cabe ao paciente conversar com o seu cirurgião vascular e buscar uma alternativa eficaz e que se encaixe na sua realidade atual.

Pessoas que estão com varizes em estágio avançado, com úlceras, por exemplo, não podem ser impedidas de realizar a cirurgia por causa do peso excessivo. A alternativa é optar por procedimentos menos invasivos como a cirurgia a laser, tão eficaz quanto a tradicional, bem menos invasiva, com menos risco de infecção e com pós-operatório muito mais tranquilo.

Contudo, é preciso salientar que sempre há limites de peso que devem ser respeitados. E o médico pode sim sugerir que o paciente reduza um pouco o seu peso para que a cirurgia possa ocorrer com o mínimo possível de complicações durante e após o procedimento operatório.

Dicas para emagrecer

Perder peso não deve ser encarado como algo ruim, mas como uma necessidade para garantir dias mais saudáveis e uma vida mais tranquila, com menos incidências de doenças diversas. Veja a seguir algumas dicas práticas para emagrecer com saúde, que é o mais importante.

  • Substitua alimentos industrializados por alimentos naturais. Coma mais comida de verdade e menos enlatados, embutidos e similares.

  • Faça ao menos seis refeições ao dia, comendo porções pequenas para se manter sempre alimentado e evitar beliscar fora de hora.

  • Beba bastante água durante o dia. Além de melhorar o funcionamento do corpo, a água ajuda a driblar a fome.

  • Coma proteína em todas as refeições. A proteína deixa o estômago satisfeito por mais tempo. Consuma mais carne, ovos, leite e derivados.

  • Durma bem. Descanse seu corpo e sua mente. Assim, você reduz o estresse e se sente menos tentado a comer o tempo inteiro.

  • Reduza o estresse. Altos índices de estresse aumentam a produção do cortisol, hormônio que, em excesso, aumenta o apetite durante o dia.

  • Saia do sedentarismo. A atividade física é fundamental para potencializar o emagrecimento e deve ser praticada diariamente ou, pelo menos, três vezes por semana.

Como pudemos perceber, emagrecer é uma orientação recomendada a todas as pessoas por causa das muitas consequências benéficas como bem-estar, redução da incidência de várias doenças, aumento de disposição física dentre outras. Contudo, estar acima do peso jamais deve ser considerado um obstáculo intransponível para a cirurgia de varizes. É verdade que no caso da tradicional cirurgia aberta, há riscos de complicações. No entanto, existem outros meios de remover as varizes, mesmo com excesso de peso como a cirurgia a laser que é menos invasiva e oferece baixos riscos. O ideal é que o paciente converse com o seu médico e, junto com ele, decida o que é melhor, mais vantajoso e mais seguro.

 


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Lista de sinais e sintomas de lipedema

Vascular Pro - qua, 12/23/2020 - 12:47

Um lipedema é um aumento simétrico de gordura, normalmente ocorre nas pernas, nádegas e braços, e geralmente afeta apenas as mulheres. A distribuição de gordura no corpo é alterada por causa dessa doença e não, como se supõe, uma consequência do excesso de peso. Além da retenção de líquidos, ocorre uma dor causada pela pressão, que em muitos casos está associada ao aumento de roxos/contusões e dor na área afetada. A perna fica uniformemente grossa e pesada, geralmente do quadril ao tornozelo. O lipoedema também pode se manifestar nos braços superiores, enquanto a parte superior do corpo, mãos e pés do paciente geralmente permanecem esbeltos.

 

Se você acha que pode ter lipoedema, por favor, complete esta lista de sintomas.

☐ O peso é ganho desproporcionalmente nos quadris, coxas e abaixo do joelho (geralmente bilateralmente – afeta ambos os lados – e simétrico – ocorre uniformemente)

☐ A metade inferior é maior e a cintura menor

☐ A sensação de “nódulos” gordurosos debaixo da pele

☐ Contusões ocorrem facilmente e muitas vezes é inexplicável

☐ Pernas são muito sensíveis ao toque

☐ Dor profunda e latejante / pernas doloridas

☐ Dor nas articulações do joelho

☐ Se sentem as pernas pesadas e elas incham ao longo do dia (especialmente depois de longos períodos em pé ou sentada), mas aliviam durante a noite

☐ A gordura nas pernas é macia e parece ondulada, como pele de “casca de laranja”, pode sentir frio ao toque nas pernas

☐ A gordura de lipoedema não responde à dieta

☐ Mãos e pés não são afetados

☐ Pele das áreas afetadas pode ser pálida e fria

☐ Os membros superiores também podem ser desproporcionalmente mais gordos

☐ Aumento do inchaço durante o calor

 

Se você responder afirmativamente em mais de 7 pontos, você pode ter lipedema. Entre em contato conosco para mais informações!

 

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Como eliminar varizes nas nádegas? Varizes em lugares incomuns.

Vascular Pro - ter, 12/22/2020 - 16:34

As varizes são veias defeituosas que se tornam mais aparentes, dilatadas e tortuosas quando não conseguem resistir à pressão da circulação do sangue dentro delas, por causa das paredes frágeis. Apesar de ser um problema que atinge basicamente os membros inferiores, as varizes também podem surgir em locais inusitados como o rosto, o abdome, o tórax, a vagina, a virilha e as nádegas.

A causa, a identificação e o tratamento desse tipo de varizes são diferentes de acordo com a natureza delas e sua localização. Hoje, vamos falar mais sobre essas varizes que surgem em lugares incomuns e apresentar maneiras de eliminá-las do corpo. Vamos lá?

Varizes no rosto? Sim, pode acontecer

O rosto é uma região que também pode sofrer com as varizes. Nesse caso, elas são chamadas de teleangiectasias, que são os famosos vasinhos. Outro nome comum para esse tipo de variz é a aranha vascular por causa do seu formato característico, com algumas ramificações.

As teleangiectasias podem surgir devido à pressão do sangue nas veias doentes, mas também podem ser originadas por questões genéticas e hormonais. Tanto é que a gravidez é um fator de risco para o problema.

Nessa fase da vida da mulher, há um desequilíbrio natural dos hormônios, o que faz com que a pressão do sangue aumente e provoque as veias dilatadas em diversas partes do corpo, inclusive no rosto.

As varizes no rosto, geralmente, são assintomáticas, mas algumas mulheres relatam dor na região, além de peso e inchaço. No entanto, o incômodo maior é o fator estético, uma vez que as varizes surgem em uma região exposta como o rosto, causando grande desconforto, sobretudo, às mulheres.

Para tratar as varizes no rosto, o mais indicado é o tratamento a laser já que essa é uma região com baixa pressão venosa e as chances de êxito são maiores.

Varizes no tórax e abdome? O que são?

Diferente dos vasinhos que surgem no rosto, as varizes que surgem no tórax e no abdome podem ser resultado de algum problema nos órgãos internos como lesões no útero ou no fígado.

Por isso, o diagnóstico deve ser feito da maneira correta, com identificação da origem do problema. A partir desse diagnóstico é que é possível indicar o tratamento ideal.

Varizes nas nádegas, virilhas e vagina: o que são?

Além das nádegas, as varizes também podem aparecer na vagina e na virilha. Apesar de ser um problema recorrente, ele é pouco diagnosticado, muitas vezes, por falta de conhecimento do assunto, e por ficar numa área mais escondida.

As varizes nas nádegas costumam ser a consequência de uma doença bem mais grave, chamada de síndrome da congestão pélvica ou varizes pélvicas. Nesse caso, além de surgirem nas nádegas e regiões próximas, as varizes também podem aparecer ao redor do útero, trompas e ovários, e até mesmo nos membros inferiores.

No geral, quem faz esse diagnóstico é o ginecologista através de exames de imagem ou até mesmo durante o parto cesariana, em que é possível observar as varizes ao redor do útero e alertar a paciente.

A congestão pélvica acontece quando o sangue da região fica represado por causa do mau funcionamento das veias do útero, aumentando a pressão e provocando dores. Durante a gravidez, os sintomas das varizes pélvicas costumam aumentar bastante.

Um detalhe interessante e que vale a pena ser observado é que quem tem varizes na região das pernas tem mais tendência a apresentar varizes na região do útero.

Os principais sintomas das varizes pélvicas são:

Complicações das varizes pélvicas

Além de causar diversos e dolorosos incômodos, as varizes pélvicas também podem trazer complicações para as mulheres, principalmente quando as veias estão localizadas na região dos lábios vaginais. O aumento da pressão na região afetada pode ocasionar o que chamamos de varicorragia, isto é, quando a veia doente estoura provocando sangramento intenso.

É muito comum acontecer essa ruptura durante o parto normal, devido à enorme pressão que acontece na região da vagina. É por isso que, em casos mais graves de varizes pélvicas, o obstetra opta pelo parto do tipo cesariana, reduzindo o risco da varicorragia.

Como eliminar as varizes pélvicas?

As varizes dos membros inferiores geralmente são tratadas com a escleroterapia com aplicação de glicose ou espuma. No entanto, o tratamento das varizes pélvicas é totalmente diferente.

A recomendação é que seja feita a embolização da veia varicosa. O procedimento é muito simples, eficaz e pouco invasivo. É aplicada a anestesia local na paciente e introduzido um cateter com uma substância que obstrui a veia doente dentro do útero, fazendo com que ela murche e seja absorvida pelo organismo.

Consequentemente, as veias aparentes localizadas nas nádegas, vagina e virilha também somem e murcham, levando junto os sintomas nada agradáveis das varizes pélvicas.

Como já dissemos, o diagnóstico das varizes pélvicas é um acontecimento recente, mas não porque a doença não existia. Esse problema era comumente confundido com doenças ginecológicas com sintomas semelhantes como a endometriose, por exemplo.

Porém, o avanço da medicina, o olhar mais atento dos profissionais, a modernização e o fácil acesso aos exames de imagem possibilitaram que as varizes pélvicas fossem descobertas mais rapidamente, facilitando o tratamento e os bons resultados.

É preciso fazer cirurgia em todos os casos?

Não. A cirurgia para eliminar as varizes provocadas pela congestão pélvica só é recomendada se o médico ginecologista, junto com o cirurgião vascular, identificarem essa necessidade, de acordo com os sintomas relatados pela paciente.

Outro procedimento que alguns médicos recomendam para combater as varizes é a histerectomia, ou seja, a remoção total do útero. No entanto, essa é uma técnica muito agressiva e desnecessária, uma vez que podemos optar pela embolia, um tratamento eficaz, com resultados rápidos, pouco invasivo e bem menos agressivo para as mulheres.   

Como vimos, as varizes pélvicas não são um problema apenas estético, mas que indicam que algo mais grave está acontecendo dentro do útero da mulher. As varizes pélvicas são, muitas vezes, confundidas com outras doenças ginecológicas, por causa dos sintomas semelhantes. Para um diagnóstico correto, o médico ginecologista e o cirurgião vascular devem trabalhar em conjunto, visando sempre o melhor para cada paciente e seu caso particular.

 

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Calculadora de peso ideal

Fertilidade - ter, 12/22/2020 - 09:42

Verifique se seu peso ideal nesta calculadora

 

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Reloginho biológico: idade e a possibilidade de engravidar

Fertilidade - seg, 12/21/2020 - 18:47

Com base em estatísticas médias, esta calculadora fornecerá uma idéia de como a idade pode afetar a sua fertilidade. Inclui a probabilidade de gravidez a cada ciclo, a probabilidade de concepção ao longo do tempo, o risco de aborto e as chances de defeitos cromossômicos com base na idade materna. Os números gerados por esta calculadora são simplesmente diretrizes básicas e podem ser afetados por muitos fatores, incluindo a saúde da mãe e do pai, além de peso, etnia, influências ambientais e saúde emocional. Se você tiver dúvidas ou preocupações sobre sua fertilidade ou riscos de aborto espontâneo e defeitos congênitos, é melhor discuti-las com seu médico.

As estatísticas de probabilidade são apenas para mulheres com função reprodutiva normal. Os números representam o cenário “melhor caso” para a probabilidade de gravidez, se você estiver tentando engravidar naturalmente (sem nenhuma intervenção médica).

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9 dicas para cuidar das pernas no verão e evitar varizes

Vascular Pro - seg, 12/21/2020 - 18:45

As varizes são veias tortuosas e dilatadas que geralmente surgem nos membros inferiores. Elas provocam diversos incômodos para as mulheres como dores, cansaço e inchaço, além de problemas estéticos. Além disso, as varizes podem evoluir e provocar outras doenças como a trombose, resultado da má circulação sanguínea.

O surgimento das varizes ocorre, em grande parte, por questões hereditárias, mas existem alguns fatores considerados de risco e que podem acelerar o problema.

Assim, mulheres, obesos, sedentários, pessoas que ficam muito tempo na mesma posição, seja sentado ou em pé, fumantes, pessoas com doenças cardiovasculares e circulatórios têm mais chances de apresentar o problema.

No verão, as varizes costumam incomodar mais, principalmente porque é a estação mais quente do ano. É quando as mulheres, que fazem parte do grupo mais afetado, usam roupas mais curtas e leves, vão mais à praia ou à piscina e se sentem desmotivadas ao fazer isso por causa do aspecto estético das pernas, prejudicado pelas veias doentes.

Por isso, vamos listar, a seguir, as melhores dicas para cuidar das pernas no verão e evitar o surgimento das varizes ou a piora do problema. Vamos saber mais sobre isso?

 

A importância dos exercícios físicos para evitar as varizes

Doenças como as varizes costumam causar inchaço e acúmulo de líquido na área atingida, no caso, os membros inferiores. Por isso, muitas mulheres reclamam de cansaço e peso nas pernas. Essa é uma característica comum das doenças venosas.

No corpo humano, a parte responsável pelo retorno do líquido dos membros inferiores até o coração e o pulmão é a panturrilha, também chamada de coração periférico. O exercício físico, por sua vez, fortalece a musculatura da perna e da panturrilha, auxiliando-a a empurrar o líquido das pernas até o local esperado, que são o coração e pulmão.

Além de ser determinante para conferir elasticidade e tônus ao músculo da panturrilha, o exercício físico também auxilia na perda de peso, outro fator de risco que acelera o surgimento das varizes e pioram os sintomas.

9 dicas para cuidar das pernas no verão e evitar varizes

Exercícios físicos são fundamentais para evitar varizes, mas qual exercício é o mais indicado? E o que mais pode ser feito para combater esse problema também durante o verão? Veja as respostas a seguir.

1.       Use meias elásticas

As meias elásticas, ou de compressão, são importantes para estimulara a circulação local. No entanto, muitas mulheres evitam usá-la durante o verão por causa do calor extremo. Se for esse o seu caso, deixe-as de lado um pouco e invista nos exercícios físicos e demais cuidados listados a seguir.

2.       Faça exercícios físicos aquáticos

Os exercícios físicos na água são excelentes para o combate às varizes porque exercem a pressão hidrostática, fazendo com que o líquido acumulado nas pernas retorne para coração e para o pulmão. Dessa forma, o inchaço diminui, bem como suas consequências como dor e cansaço nas pernas. Alguns exercícios valiosos são:

  • Natação;
  • Hidroginástica;
  • Bicicleta na água;
  • Corrida na água.
3.       Prefira exercícios de baixo impacto

Caso não seja possível praticar os exercícios na água, não tem problema. Mais importante é praticar alguma atividade física. Nesse caso, prefira exercícios de baixo impacto.

Além de serem mais confortáveis, especialmente para idosos, obesos e sedentários, os exercícios de baixo impacto reduzem o risco de lesões nas pernas e pés.

Portanto, se possível, prefira a esteira para correr ou caminhar. Entre uma caminhada e uma corrida, prefira a caminhada que é menos exigente, a não ser que você tenha um bom preparo físico. Exercícios interessantes para quem tem varizes ou quer evitá-las são:

  • Ciclismo ou bicicleta na academia;
  • Pilates;
  • Ioga;
  • Corrida, se estiver em boas condições físicas;
  • Caminhada;
  • Musculação leve, sempre com orientação de um educador físico.
4.       Exercite-se com frequência

Os exercícios físicos são essenciais para estimular a circulação sanguínea, reduzir o inchaço e fortalecer a panturrilha, que, como vimos, é de extrema importância na circulação dos membros inferiores.

Mas, para que os efeitos sejam bem aproveitados, é preciso realizá-los com a frequência mínima de três vezes por semana e por, pelo menos, 30 minutos por dia.

Como estamos falando do verão, uma estação naturalmente quente, escolha horários mais agradáveis para mexer o corpo como o começo da manhã e o final da tarde.


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5.       Eleve as pernas antes de dormir

Outro cuidado muito válido é usar um travesseiro embaixo das pernas na hora de dormir. Essa posição favorece muito a circulação sanguínea das pernas, prevenindo o inchaço e melhorando o sono. Essa estratégia pode ser executada ao longo de todo o ano e é uma ótima alternativa para quem fica muito tempo em pé no trabalho, por exemplo.

6.       Evite ficar o dia inteiro na mesma posição

Mesmo que você consiga incluir na sua rotina os exercícios físicos, evite permanecer muito tempo sentado ou em pé ao longo do dia. Profissionais cujo trabalho tenha essa exigência como garçons e secretárias, por exemplo, devem redobrar a atenção.

O ideal é mudar a posição de vez em quando, por alguns minutos, descansando e fazendo alongamentos para estimular a circulação sanguínea em todo o corpo e, principalmente, nas pernas.

7.       Reduza o peso

Outro fator de risco para o surgimento das varizes é o excesso de peso. Ao aproveitar o verão para se exercitar ao ar livre, você também estará contribuindo para o emagrecimento natural.

Para acelerar o processo, invista em uma alimentação saudável, reduzindo frituras, carboidratos refinados, álcool e industrializados. Em vez disso, consuma legumes, frutas, verduras e produtos integrais.

Caso seja necessário, não deixe de seguir o tratamento com medicamentos indicados pelo seu médico para auxiliar nos resultados.

8.       Beba água

Beber água é fundamental todos os dias, mas no verão ter esse cuidado é mais importante ainda por causa do calor natural da época. A água ajuda na retenção líquida, oxigena o cérebro e o organismo e ajuda o corpo a perder peso.

9.       Faça acompanhamento com seu médico vascular

Os exercícios realizados para melhorar o sistema linfático e venoso das pernas devem ter o acompanhamento do médico vascular.

Caso a paciente já esteja com problemas de circulação, o seu sistema arterial está doente, comprometido e o oxigênio não está chegando como deveria a todas as partes do corpo. Nesse caso, a musculatura se cansa muito mais rápido.

Por isso, é importante que o médico saiba como o seu paciente está se exercitando, se cuidando e, dessa forma, possa orientá-lo da melhor forma possível a tirar todo o proveito dos exercícios físicos para prevenção e combate às varizes.

Essas foram algumas dicas importantes para que as mulheres possam evitar as varizes no verão, além de amenizar os sintomas durante todas as outras épocas do ano. Exercitar-se, alimentar-se de maneira saudável e ter orientação médica são essenciais para uma vida com mais qualidade e longe das varizes.

 

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Dicas para o Lipedema

Vascular Pro - dom, 12/20/2020 - 12:47

Uma vez que você foi diagnosticada com lipedema, uma nova vida vai começar para você, até certo ponto. Costumo dizer que muda a sua jornada, agora para uma jornada que você tem chances de melhorar. Além da lipoaspiração para remoção cirúrgica do tecido adiposo subcutâneo doente do lipedema, existem muitas outras possibilidades de tratamento para melhora da sua qualidade de vida! E é importante que você aprenda e experimente, descobrindo o que funciona melhor para seu corpo. Entre elas, o uso de roupas íntimas de compressão e as atividades esportivas são alguns pilares importantes do tratamento clínico do lipedema.
Ambos devem te acompanhar de agora em diante para ajudar controlar os sintomas da melhor forma possível.
Os tópicos de nutrição e moda do lipedema também desempenham um papel extraordinário. As roupas certas te darão mais autoconfiança e uma dieta com conhecimento anti-inflamatório e com baixo teor de carboidratos ajuda você a se sentir mais em forma e mais saudável, além de ajudar na diminuição de volume e sintomas.

Lipedema: Perguntas frequentes

O lipedema levanta muitas dúvidas entre as pacientes. Como funciona a lipoaspiração? A terapia conservadora pode substituir a lipoaspiração? Quando estarei apto novamente após a cirurgia?

Nós respondemos essas e muitas outras perguntas em nossas nos respectivos links.

Lipedema & Esportes Exercícios aquáticos

O esporte e o exercício devem desempenhar um papel importante em sua vida. Quem se esforça fisicamente não faz apenas algo pela sua aparência, mas, acima de tudo, pela mente, através da liberação de endorfinas. Por si só, o esporte pode nos deixar animados e simplesmente afastar os pensamentos ruins.
Os esportes aquáticos como a hidroginástica, o ciclismo aquático (hidrobike, acqua cycling) ou mesmo a natação são particularmente recomendados para o lipedema.
A pressão exercida pela água resulta na compressão homogênea e naturalmente graduada, que por ser mais uniforme é mais agradável para mulheres afetadas pelo lipedema e melhora o retorno linfático. Sendo assim, em alguns casos, pode ser até mais aceitável do que a drenagem linfática clássica.

Preparador físico

Poucos profissionais são dedicados atualmente ao lipedema, portanto sugerimos informar o seu preparador sobre a doença. A compreensão da doença, o treinamento adaptado e a motivação garantem que os pacientes se sintam melhor, esvaziem suas mentes e voltem a desfrutar da atividade física. É importante que não apenas as regiões afetadas pelo lipedema recebam atenção, mas que todo o corpo seja devidamente treinado.

 

Nutrição lipedema

Embora o lipedema definitivamente não seja causado pela obesidade, a obesidade pode ser um efeito colateral da doença. É frequente a associação de obesidade com o lipedema, principalmente em fases mais avançadas da doença. Se você busca uma alimentação saudável e balanceada, pode fazer muito para uma bela aparência e melhorar seu bem-estar. Hoje já existem recomendações dietéticas específicas para pacientes com lipedema, vale a pena seguir algumas dicas úteis.

Lipedema: O que vestir?

Muitas pacientes com lipedema têm dificuldade em encontrar algo para vestir. Geralmente, você precisa prestar atenção aos materiais que fluem e caem bem, que embelezam sua aparência e proporcionam uma sensação agradável. Evite roupas justas que prendam e sejam desconfortáveis.

Grupos de autoajuda

Antes de mais nada entenda o que é bioindividialidade! O que funciona para uma pessoa não necessariamente vai funcionar para outra. Por isso é essencial o seguimento com médicos especializados no lipedema. Mas os grupos de autoajuda são uma excelente fonte de inspiração para dicas de moda, já que as pessoas afetadas trocam regularmente suas experiências. Cuidado com pessoas que possuem conflitos de interesse, algumas estão nessa apenas para se aproveitar da vulnerabilidade das pacientes.  Sugerimos este grupo no facebook.
O ajuste certo é particularmente importante quando se trata de roupas íntimas de compressão. A pressão de compressão deve gradualmente ir ficando mais fraca da mão ou do pé até o coração. Se não for esse o caso, o edema no fim da extremidade (braços e pernas) pode piorar. O uso regular de meias de compressão personalizadas reduz o inchaço e, acima de tudo, deve evitar que o edema volte a piorar. Acredito que a compressão elástica tenha o melhor momento para ser usada e indicada, e não é nas piores fases do lipedema

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Existe uma estimativa de custos de um tratamento de fertilidade?

Fertilidade - sex, 12/18/2020 - 12:37

Quando um casal decide buscar ajuda para engravidar surgem diversas dúvidas sobre os tratamentos de fertilidade, como quais são os tipos oferecidos pelas clínicas, quanto tempo eles podem durar e quanto custam.

Em relação ao valor do tratamento, não é possível definir um custo fixo para ele, porque existem muitas variáveis envolvidas que influenciam no preço da atividade. Sendo assim, o que os casais podem fazer é uma estimativa considerando todos os elementos que podem ser necessários em um tratamento de fertilidade.

Por isso, a seguir, vamos listar todas as variáveis que devem ser consideradas por você e seu parceiro na hora de fazer os cálculos.

Variáveis que devem ser consideradas em uma estimativa de custos Exames e consultas

Antes de iniciar um tratamento de fertilidade, você e seu parceiro precisam fazer alguns exames para descobrir qual é a causa da esterilidade e, assim, encontrar o procedimento mais adequado para o caso.

Além disso, é necessário consultar médicos especialistas, como ginecologistas e urologistas, para conferir se vocês estão saudáveis e aptos para iniciar um tratamento de fertilidade.

Sendo assim, se tiverem um plano de saúde, vocês devem conferir se ele cobre as consultas e os exames pedidos pelos profissionais. Caso não tenham ou o plano não cubra tudo, é preciso adicionar os custos dos exames e consultas em sua estimativa.

Esse valor pode variar bastante, porque vai depender do valor cobrado pelos profissionais e dos exames solicitados, que podem ser diferentes em cada caso.

Medicamentos

A maior parte dos tratamentos de fertilidade demandam que a mulher tome medicamentos para induzir a sua ovulação e aumentar as chances de gravidez no procedimento escolhido.

Mas, os remédios indicados pelo médico vão variar de acordo com o tratamento, além das suas particularidades e de seu parceiro. Eles podem ser, por exemplo, orais ou injetáveis, de diferentes fabricantes e com componentes distintos.

Ainda, a quantidade de medicamento receitada pode mudar novamente conforme as suas necessidades. Então, o custo com medicamentos varia bastante, podendo ir de R$ 1.000,00 até R$ 8.000,00.

Definido causa e estratégia de tratamento é possível chegar num valor mais próximo do valor final, mas esteja sempre preparada para possíveis eventualidades.

Valor do procedimento

Atualmente, existem diversos tratamentos de fertilidade, sendo que alguns são mais simples e outros mais complexos. Alguns possuem poucas etapas, por exemplo, e demandam serviços mais básicos.

Já outros, como a fertilização in vitro (FIV), têm mais etapas, necessitam de equipamentos mais tecnológicos e processos mais trabalhosos para serem bem-sucedidos. Por isso, o valor dos procedimentos também varia bastante.

Abaixo, listamos algumas etapas dos principais tratamentos de fertilidade que interferem em seus custos:

Indução da ovulação

A indução da ovulação é um dos tratamentos mais simples de fertilidade, porque ele tem poucas etapas e a fecundação é feita por meio do coito programado. Sendo assim, o seu valor costuma ser mais baixo que o de outros procedimentos.

Nele, é necessário comprar os medicamentos para induzir a ovulação, fazer o monitoramento da ovulação e programar as relações sexuais para que as chances de gravidez aumentem consideravelmente. Então, os custos na indução da ovulação são basicamente com os medicamentos e com o acompanhamento do profissional especializado em reprodução humana.

Inseminação artificial intrauterina

A inseminação artificial intrauterina já é um pouco mais complexa que a indução da ovulação, porque nesse tratamento os espermatozoides são colocados diretamente no útero da mulher para que encontrem o óvulo e haja uma fecundação de forma natural.

Os espermatozoides injetados no útero podem ser do parceiro ou de um doador, dependendo da causa da esterilidade do casal. Caso eles sejam de seu parceiro, vocês vão precisar adicionar à estimativa os custos da coleta de sêmen, além da seleção dos melhores espermatozoides e do processo de inseminação.

É preciso lembrar que na inseminação, o médico também lhe acompanha para conferir como está a indução da ovulação e ela exige que o profissional tenha equipamentos de qualidade. Esses itens vão aumentar o custo final do tratamento, pois o médico precisa cobrar seu honorário e fazer a manutenção dos equipamentos.

Fertilização in vitro

Esse tratamento é considerado o mais complexo dos 3 listados, porque nele a fecundação do óvulo e do espermatozoide é feita em um meio de cultura. Dessa forma, além dos medicamentos para a indução da ovulação, esse procedimento ainda exige a coleta de óvulos, de sêmen, a manipulação deles para realizar a fecundação e a transferência do embrião para o útero.

Todos esses processos geram custos, já que demandam mão-de-obra e equipamentos da clínica de fertilidade escolhida. Na fertilização in vitro ainda é realizado o congelamento de óvulos, sêmens e embriões após a finalização do procedimento.

Ele é feito com os elementos que sobram da primeira tentativa para que, caso seja necessário fazer uma segunda tentativa, não seja necessário fazer a coleta ou a fecundação novamente. O congelamento de óvulos, sêmen ou embriões é um item que aumenta o valor do tratamento, porque custa em torno de R$ 2.500,00 e ainda é necessário pagar pelo armazenamento mensalmente.

Se não for necessário realizar uma segunda tentativa, os itens podem ser doados para outras pessoas ou eles podem continuar armazenados para uma segunda gravidez no futuro.

Custo da equipe especializada

Em sua estimativa de custo, ainda é necessário adicionar o custo da equipe especializada que será responsável pelo tratamento. Esse valor pode variar muito de acordo com a experiência dos profissionais, a possibilidade do uso do reembolso médico, o procedimento que será realizado e até a região em que se encontra a clínica. O honorário da equipe pode ir de R$ 5 mil, por exemplo, a R$ 15 mil dependendo dessas variáveis.

Como você pode perceber, o valor de um tratamento de fertilidade pode mudar bastante de um caso para o outro. Por isso, o mais indicado para saber quanto custaria esse serviço para você e seu parceiro é marcar uma consulta com um profissional.

Assim, ele pode analisar o caso de vocês, descobrir a razão da esterilidade, qual é o tratamento mais adequado e fazer uma estimativa mais próxima do custo real. 

Se você ainda não conhece um profissional especializado em reprodução humana, marque uma consulta conosco para que possamos lhe ajudar a fazer uma estimativa de custos e a realizar um tratamento de fertilidade de qualidade. 


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Como dormir depois de uma cirurgia das varizes?

Vascular Pro - qua, 12/16/2020 - 19:11

As varizes são uma doença de caráter progressivo que começa com o surgimento de pequenos vasinhos nas pernas e evolui para veias dilatadas, grossas e saltadas na pele. Além do desconforto estético, as varizes também provocam dores, inchaço e cansaço na região das pernas e, muitas vezes, podem provocar tromboses.

Felizmente, a cirurgia das varizes tem um resultado bastante satisfatório e o período de recuperação também é bem tranquilo, uma vez que o procedimento é pouco invasivo. Algumas mulheres têm dúvidas em relação aos cuidados a serem tomados na hora de dormir. Por isso, vamos falar um pouco sobre isso no artigo de hoje. As principais dicas são:

Durma com os pés elevados

Use um travesseiro macio e flexível para acomodar os pés durante as noites de sono. É uma maneira de manter os seus pés em uma altura diferente do restante do corpo, estimulando a circulação no local.

O travesseiro não deve servir de apoio para a extensão da perna que vai dos pés até o joelho, ou seja, a panturrilha, pois assim pode dificultar o retorno venoso.  Apoiar somente a panturrilha não é recomendado. Algumas pessoas relatam o uso de travesseiros anti-refluxo usados nas pernas.

Além de ativar a circulação, elevar os pés reduz o inchaço e diminui as dores, contribuindo também para uma noite de sono mais tranquila e revigorante.

Posição de Trendelemburg

Ficar com os pés acima da posição do corpo deitado também é chamada de posição de trendelemburg e é muito utilizada devido aos seus ótimos resultados. No pós-operatório da cirurgia de varizes, essa posição é recomendada para prevenir complicações, dentre elas a trombose venosa.

Friedrich Trendelemburg é o nome do cirurgião alemão que fez a descrição dessa posição, identificando-a como capaz de estimular a circulação sanguínea das pernas. 

Levantar os pés da cama

É importante que os pés do paciente fiquem elevados para facilitar a estimular a circulação sanguínea da área, mas como é um pouco difícil se manter nessa posição durante toda a noite a recomendação é elevar os pés da cama, pelo menos nos primeiros dias após a cirurgia.

Essa posição eleva não só os calcanhares e as pernas, mas toda a região abaixo do quadril, o que é muito benéfico para as pernas, pois facilita o trajeto do sangue que sai das pernas para o restante do corpo.

Essa estratégia também deve ser seguida durante o dia, porém, alternando com a posição normal. A partir ddo primeiro dia, já é possível se movimentar pela casa, sem excessos e fazendo o equilíbrio com os momentos de descanso.

Deixe a sua cama confortável

As primeiras 24 horas após a cirurgia de varizes são cruciais para a recuperação da paciente. Por isso, é recomendado o repouso relativo. Durante a noite, é importante que a paciente tome todas as precauções para ter uma noite de sono tranquila, mantendo-se em uma posição confortável e evitando a movimentação das pernas.

Tome um chá, use uma roupa de cama limpa, use um travesseiro macio e que acomode bem as pernas até o joelho e, se possível, conte com a ajuda de alguém durante a noite para beber água ou ir ao banheiro, por exemplo.

Às vezes pequenos sangramentos podem sujar a cama, para evitar, forre com toalhas.

Outros cuidados pós-operatórios importantes

Além de ter o cuidado na hora de dormir, também é de fundamental importância evitar certas práticas, comuns no cotidiano. São elas:

  • Evitar tomar sol durante os próximos 30 dias. Após esse período, usar sempre protetor solar.

  • Atividades físicas podem ser feitas, frequentemente, a partir do sétimo dia após a cirurgia, desde que sejam exercícios leves e liberados pelo cirurgião vascular. Outras práticas mais exigentes precisam da liberação do médico que acompanha a paciente.

  • Evite tomar banho nas primeiras 24 horas, evitando principalmente coçar ou esfregar a região dos curativos.
Acompanhamento médico é fundamental

O retorno ao médico vascular responsável pela cirurgia deve ser seguido à risca, de acordo com o estabelecido. Geralmente, essa consulta acontece em até duas semanas e é importante porque o médico precisa saber como está a paciente e o processo de recuperação. O retorno após um mês permite avaliar possíveis vasinhos estéticos que necessitem de escleroterapia.

Lembrando que, dentro desse prazo, a paciente pode identificar pequenos hematomas na pele, ocasionados pela cirurgia em si. Contudo, esses machucados tendem a desaparecer em pouco tempo e não devem ser motivo de preocupação.

E o que não fazer após uma cirurgia de varizes?

Assim como existem recomendações do que fazer, também há orientações a respeito do que deve ser evitado após a cirurgia de varizes. As mais comuns são:

Não use meias de compressão para dormir

As meias de compressão são indicadas tanto para o controle dos sintomas das varizes quanto para acelerar o período pós-operatório. No entanto, não é recomendado o uso durante o período da noite, quando a paciente estiver dormindo, apenas durante o dia. Com exceção do primeiro dia.

A não ser que seja uma recomendação do seu cirurgião vascular devido a alguma situação específica, mas, no geral, o uso de meias elásticas para dormir não é necessário. Use as meias ao acordar e retire-as antes de dormir.

Não mexa nos curativos

Os curativos presentes nas pernas podem ser um pouco incômodos, mas não devem ser mexidos e muito menos removidos antes do tempo indicado pelo médico. Durante o sono, é comum que a paciente coce as pernas na tentativa de se livrar do desconforto, mas é uma prática que deve ser evitada sempre.

Não tome analgésicos de forma indiscriminada

O pós-cirúrgico, geralmente, não é dolorido. O que pode acontecer são alguns desconfortos locais devido às intervenções nas pernas, mas totalmente suportáveis. Por isso, o uso de analgésicos deve ser prescrito pelo médico, se ele identificar a necessidade.

Tomar analgésicos por conta própria é prejudicial em todas as situações e não só após a cirurgia de varizes. Caso sinta alguma dor mais forte ou qualquer outro tipo de desconforto irregular, entre em contato com o seu médico e relate o ocorrido.

Só ele pode identificar alguma complicação que, porventura, possa ter acontecido que esteja causando dores além do normal e esperado.

Não fique deitada o tempo todo

O repouso após o pós-operatório é uma orientação geral e que deve durar 24 horas. Depois disso, a paciente já pode executar pequenos movimentos em casa, sem forçar muito as pernas.

Por isso, não há necessidade de ficar deitada todo o tempo que tiver disponível. Dormir muito durante o dia compromete totalmente o seu sono durante a noite, podendo provocar insônia e prejudicar o processo de recuperação.

Essas são algumas dicas que irão ajudar você a dormir melhor depois de uma cirurgia de varizes. O pós-cirúrgico é um período simples e tranquilo e após alguns dias a paciente já pode ter uma vida independente, porém, contando sempre com o acompanhamento do médico responsável.

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