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Tratamento inovador de fibromiomas

Vascular Pro - seg, 08/12/2019 - 11:51

Realizado pela equipe de angiorradiologia e cirurgia endovascular, dirigido pelo professor Dr. Alexandre Amato.

O QUE SÃO FIBROMIOMAS?

Os fibromiomas, leiomiomas ou miomas são tumores benignos que nascem nas paredes do útero. A sua dimensão pode ir de alguns milímetros a mais de 20 cm. Entre 20 a 40% das mulheres em idade fértil são portadoras de fibromiomas, sendo a sua frequência de cerca de 70% das africanas

QUAIS OS SINTOMAS MAIS COMUNS?

Os sintomas variam conforme a localização e dimensões dos fibromiomas no útero.

Os sintomas mais frequentes são:

Quanto à sua localização os Fibromiomas classificam-se em:

Sub-serosos – desenvolvem-se na porção externa da parede do útero e crescem para fora

Intra-murais – os mais frequentes que se desenvolvem na parede uterina

Sub-mucosos – são os menos frequentes, desenvolvem-se na superfície interna das paredes da cavidade uterina

 

COMO SÃO OS FIBROMIOMAS DIAGNOSTICADOS?

Os fibromiomas são geralmente diagnosticados durante um exame ginecológico. A presença de Fibromiomas é conformada por ecografia (ultrassom) ou por ressonância magnética

 

COMO OS FIBROMIOMAS SÃO TRATADOS?

Anti-inflamatório são muitas vezes são o primeiro passo para o tratamento dos fibromiomas. Num segundo passo, podem prescrever-se medicamentos à base de hormonas cujo efeito é temporário verificando-se, após a sua interrupção aumento de dimensões dos miomas e das hemorragias.

Miomectomia

Consistem na remoção cirúrgica de cada um dos fibromiomas. Não deve ser efetuada se os fibromiomas forem numerosos ou de grandes dimensões, devido aos maus resultados. Nestas situações, a embolização dos miomas é a única alternativa à Histerectomia. A cirurgia aberta tradicional implica estadia hospitalar de vários dias, seguidos por um período de convalescença de uma a seis semanas. A miomectomia pode complicar gravidezes subsequentes, pois provoca cicatrização do musculo uterino.

Histerectomia

Envolve a remoção da totalidade do útero. Elimina definitivamente os fibromiomas, mas tanto a estadia hospitalar como o período de convalescença são longos. E, claro, a histerectomia elimina a possibilidade de uma futura gravidez.

 

EMBOLIZAÇÃO

A embolização das arteiras uterinas é um novo tratamento que se realiza desde 1995. No nosso país, nossa equipe realiza o procedimento desde 2007.

A embolização é uma técnica micro-invasiva, com menos riscos que as técnicas cirúrgicas, cujo objetivo é interromper a circulação sanguínea que irriga os fibromiomas, resolvendo o problema de forma rápida e duradoura e preservando o útero. Sem irrigação sanguínea o fibromioma atrofia-se e os sintomas desaparecem. Sob anestesia local, e sem perda de sangue efetua-se um pequeno orifício de 1,5mm de diâmetro na virilha, através da qual se coloca um fino plástico chamado cateter e mediante monitoração por aparelho de raio X digital sofisticado é dirigido para as artérias uterinas.

Partículas de plástico finas, como grãos de areia, são então injetadas nas artérias uterinas. Como os fibromiomas tem muito sangue comportam-se como uma esponja, absorvendo aquelas partículas que vão entupir os ramos e os irrigam. Nas pacientes que ainda desejam engravidar efetuamos embolização parcial, ocluindo apenas os pequenos ramos que irrigam os miomas, poupando os maiores, para que a fertilidade seja conservada.

 

PREPARAÇÃO

Deve iniciar anti-inflamatórios 2 dias antes da embolização. No dia da embolização deve tomar um bom pequeno-almoço e os medicamentos prescritos, porque após a embolização não poderá comer nem beber. Ao chegar a casa após o tratamento, poderá comer uma dieta leve e um chá ou sopa.

Ao chegar ao quarto é colocado um soro na veia do braço.

Cerca de 1 hora antes de se iniciar a embolização uterina começam-se a administrar, analgésicos e anti-inflamatórios, através de soro colocado na veia.

A técnica dura geralmente de 30 a 60 minutos, estando a paciente consciente podendo mesmo visualizar o tratamento no monitor de televisão. Completada a embolização, retira-se o cateter, efetua-se compressão manual durante cerca de 5 minutos a que se segue de curativo compressivo que deve ser mantido até a manhã seguinte. Duas horas após a embolização a doente já se pode levantar do seu leito.

A internação dura apenas algumas horas e a quase totalidade das pacientes vai para casa 4 a 6 horas depois. Neste período haverá um contato permanente com a equipe médica para avaliar queixas ou esclarecer quaisquer dúvidas. Ao regressar a casa pode comer apenas dieta leve, um chá ou uma sopa.

QUANTO TEMPO DURA A CONVALESCENÇA?

No dia seguinte a embolização a doente não deve ficar acamada, e pode, na maioria dos casos, retornar a sua vida normal. Algumas pacientes iniciam mesmo suas atividades profissionais, não devendo contudo dirigir.

RESULTADO DA EMBOLIZAÇÃO

Estudos mostram que cerca de 90% nas mulheres as quais foi efetuada a embolização teve melhoria significativa ou total da hemorragia, dor e outros sintomas. Com o aumento de números de fibromiomas e das artérias embolizadas, com aumento das suas dimensões verifica-se uma redução do percentagem de sucesso que pode baixar para 80% ou mesmo 70%. Ou seja, nessesas situações, que 20 ou 30% das pacientes podem não melhorar. Os fibromiomas que melhor respondem à embolização são os submucosos e os intramurais. Em caso de insucesso a embolização pode ser repetida.

COMPLICAÇÕES APÓS À EMBOLIZAÇÃO

A embolização é uma técnica muito segura, contudo podem ocorrer alguns riscos associados á qualquer cateterismo, mas que são raros. Geralmente não se sente qualquer sintoma durante a embolização. Algumas pacientes podem referir náuseas, vômitos ou dor, que são facilmente controlados por medicação apropriada. Podem ocorrer as seguintes alterações:

  • Alguma hemorragia, pouco abundante, que pode acompanhar alguns pequenos fragmentos de fibromiomas
  • Alguma dor de leve a média intensidade (controlada com medicação)
  • Expulsão dos fibromiomas, o que é raro e apenas em fibromiomas submucosos. Ocorre na maioria dos casos, semanas ou meses após o tratamento. Se ocorrer deverá colocar gelo no abdome em baixo ventre e tomar antibiótico
  • O abdôme pode tornar-se raramente duro e distendido. Frequentemente não tem importância e dura apenas alguns dias, desaparecendo sem qualquer terapêutica, mas deve ser avaliado.
  • A coxa ou o abdômen podem ficar roxos, desaparecendo lentamente
  • Aparecimento de um pequeno "calombo" no local onde foi introduzido o cateter. Frequentemente não tem importância e desaparece sozinho, mas deve ser avaliado.
  • Falta de apetite, forças e mau estar, que são transitórios e melhoram facilmente sem qualquer medicação.
  • A febre é rara, mas pode ocorrer
  • Corrimento, sem odor, durante alguns dias.

Todos esses sintomas fazem parte do tratamento e desaparecem espontaneamente decorridos alguns dias.

 

 

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Categorias: Medicina

Quando ir no ginecologista pela primeira vez?

Fertilidade - seg, 08/12/2019 - 11:19
1˚ consulta no ginecologista

1˚ consulta no ginecologista

Quando sua filha precisa começar a ir no ginecologista? Dra Juliana Amato, ginecologista do Instituto Amato, explica sobre essa mudança na vida das meninas.

-- transcrição --

Olá meu nome é Juliana Amato sou ginecologista e obstetra do Instituto Amato e hoje a gente vai conversar um pouquinho sobre dúvidas de quando ir a primeira vez ao ginecologista. Muitas pessoas têm dúvidas em quando ir ao ginecologista pela primeira vez: o ideal é que a partir dos 9 aos 12 anos a menina já tenha uma consulta com o ginecologista ou com a ginecologista da mãe. Por quê? Porque logo ela vai menstruar. Então essa consulta ela serve como uma orientação sobre esse período que ela vai entrar. Sua primeira menstruação. Como seu corpo vai funcionar a partir de então. E o que ela deve esperar sobre isso. O que ocorre é que muitas meninas procuram o ginecologista quando já têm uma vida sexual ativa e vem atrás uma anticoncepcional mas o ideal é que essa consulta seja antes para ter uma orientação sobre tudo isso. Até quando ela não iniciou a vida sexual para que ela possa ser orientada sobre métodos anticoncepcionais e sobre prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Quando a mulher ou a menina iniciou a sua vida sexual é importante que ela vá todo ano, pelo menos uma vez ao ano ao seu ginecologista para fazer um exame preventivo, pra ser examinada para ver as mamas, pra ver como está sua saúde em geral. E quais os exames a serem realizados? Normalmente numa primeira consulta ginecológica, quando é uma menina vai pela primeira vez dos 9 aos 12 anos que não tenha relação sexual ainda que tenha iniciado as suas menstruações essa consulta vai ser mais uma conversa e uma orientação. Se ela tiver iniciado sua vida sexual vai começar a fazer os exames preventivos. O principal deles é o Papanicolau, que é um rastreamento de câncer de colo que deve ser realizado todo ano. Além disso, o exame das mamas, hoje em dia a gente sabe que os nódulos de mama são mais comuns numa idade menor. Câncer de Mama não tem mais aquele padrão de maior do que  40 ou 50 anos. Então é importante avaliar tudo fazer um ultrassom transvaginal, ou ultrassom pélvico para ver como é que está o útero, o ovário. Ou seja, para fazer um check-up ginecológico. Se você curtiu o nosso vídeo inscreva-se no nosso canal , dê seu like,  deixe seu comentário e ative a Sininho de notificação.

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Depilação íntima: higiene ou estética?

Fertilidade - seg, 08/12/2019 - 10:43
Depilação intima

estética ou higiene

Dra Juliana Amato, ginecologista e obstetra do Instituto Amato, fala sobre a depilação das regiões intimas nas mulheres e sua relação com a estética e higiene.

 

 

-- transcrição --

Olá pessoal, sou dra Juliana Amato ginecologista e obstetra no Instituto Amato. Hoje eu vou conversar com vocês sobre uma dúvida muito frequente que me perguntam muito no consultório: sobre a depilação. Se é uma questão de higiene ou seja se é uma questão de estética. Muitas pessoas têm dúvida quanto à retirada dos pêlos se ela faz mal para saúde ginecológica, se ela aumenta o número de infecções. Então vamos tirar essas dúvidas a presença de pêlos nessa região associada com o aumento de temperatura com a sudorese excessiva ela pode aumentar o número de casos de infecção fúngica ou bacteriana porque essa região fica muito quente fica muito úmida e os fungos proliferam. A nossa vagina é uma casinha de fungos que ajudam a manter o pH vaginal. A pele da região da vulva é uma pele muito fina e muito sensível. Então a gente tem que ter algumas considerações na hora de fazer uma depilação. A depilação com gilete  causa mais escoriação na pele e com isso aumenta o risco de infecção por esses pequenos cortes. A depilação com cera quente é ótima. Ela tira a maioria dos pêlos porém pela temperatura maior ela pode escurecer a região da pele e pode também causar queimaduras. A depilação com cera fria ela é mais indicada porém é mais dolorida. Antigamente usava-se muito os cremes declaratórios que eram uma ótima saída para a depilação. Mas hoje em dia eles não são muito mais usados. Hoje em dia é mais utilizado o laser que ele projeta uma frequência de onda que destrói os bulbos capilares os bulbos pilosos e com isso o pêlo  pára de crescer. Porém existem vários bulbos pilotos ainda em desenvolvimento então na hora que faz essa depilação a laser você tem que fazer várias sessões para você conseguir destruir o maior número de bulbos pilosos. Então vou dar algumas dicas aqui sobre a depilação: após 24 horas do procedimento. O que ocorre é que a pele ainda está muito sensível e ela pode ficar propensa a ter infecções porque os poros estão mais abertos ainda nessas 24 horas. Então o ideal é que não se usa calcinhas muito justas calças muito justas e que não se tome sol pelo menos uma semana. Se você gostou do nosso vídeo dê o seu like. Inscreva se no nosso canal. Deixe seu comentário e ative a Sininho de notificação.

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Vídeo - Acesso Transforaminal

Neurocirurgia - qui, 08/08/2019 - 09:40

 

Melhores momentos de acesso endoscópico transforaminal em cirurgia ao vivo realizada em Curso de Endoscopia da Coluna. Instituto Amato e GIEC.

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Uso do DIU em quem nunca teve filhos

Fertilidade - qua, 08/07/2019 - 12:48
Uso do DIU

DIU: dispositivo intra uterino

A Dra Juliana Amato, ginecologista do Instituto Amato fala sobre o uso do DIU, dispositivo intra uterino para aquelas mulheres que nunca tiveram filhos.

--transcrição--

Olá meu nome é Juliana Amato, eu sou ginecologista e obstetra e hoje nós vamos conversar sobre o uso de DIU por mulheres que nunca tiveram filhos. É muito comum no consultório receber pacientes com dúvidas sobre o uso do dispositivo intra uterino. Então vamos falar um pouquinho sobre ele. No mercado, a gente tem basicamente três tipos de dispositivo intra uterino: o de cobre, o de prata, e o dispositivo intra uterino hormonal que tem um hormônio chamado levonorgestrel. Qual a Diferença desses dois fios de cobre? Eles secretam o cobre, o diu de prata secreta prata e essas substâncias elas são espermaticidas ou seja elas matam os espermatozoides. Com isso os espermatozoides  não acendem para o útero, não encontram como óvulo   e não há fecundação. Já o dispositivo intra uterino de levonorgestrel, que é o hormonal , ele secreta hormônio e com isso não há ovulação. Qual que é  indicado para cada tipo de paciente? Normalmente usa o DIU medicado , ou seja, o DIU hormonal para mulheres que têm endometriose, para mulheres que tem mioma, ou mulheres que não desejam menstruar. Já o cobre é para as mulheres que não querem tomar nenhum tipo de anticoncepcional hormonal ou tem alguma contraindicação para o uso do hormônio. Então a gente utiliza esses. E qual é o receio das pacientes que não têm filhos ainda de usar um dispositivo intra uterino? Elas têm medo de ter mais doenças inflamatórias pélvicas e de não engravidar futuramente. Mas, vários estudos já foram realizados e hoje em dia a gente sabe que, não altera a fertilidade o uso de DIU, e não aumenta o número de doença inflamatória pélvica como o de uma paciente que já tenha tido filhos. Então é indicado o uso para pacientes que não engravidaram ainda. Como é feita a colocação desse DIU? É feito no consultório. Pode ser que com anestesia ou sem anestesia mas o mais indicado para pacientes que nunca tiveram filhos é com anestesia. Porque?. Porque elas não têm ainda o colo do útero um pouco alargado devido à gestação. É um pouquinho mais dolorido. Portanto a gente faz uma sedação e o procedimento demora de 20 a 30 minutos. Se você gostou do nosso vídeo se inscreva no canal dê o seu like. Comente aqui abaixo e ative o sininho de notificação.

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Vídeo - Artroplastia Lombar

Neurocirurgia - qui, 08/01/2019 - 10:27

Substituição de Disco Lombar / Disco artificial lombar

 

A artroplastia lombar é uma cirurgia realizada desde 1980. Há 2 anos com a chegada ao Brasil da nova geração de discos artificiais, que prometem menos efeitos adversos, a técnica voltou se tornar popular. Os trabalhos mais recentes mostram alguma superioridade desta técnica quando comparada a artrodese lombar. A artrodese é a cirurgia em que se usa fixação da coluna. A artroplastia tem mostrado bons resultados no alívio da dor e na melhora de qualidade de vida. Não há consenso ainda de que seja técnica superior à artrodese nesses quesitos. Mas a idéia relevante por trás dessa técnica é que ao preservar a mobilidade do segmento operado, os níveis adjacentes sofrerão menos e terão menor chance de desgastar, ou seja, de desenvolver a doença do nível adjacente. Esse resultado é algo que se vê a médio e longo prazo, e as próteses mais modernas ainda não chegaram a 10 ou mais anos de vida pra nos dar essa resposta. Mas o resultados a curto prazo são sim animadores. Eu queria ressaltar que a substituição do disco é uma alternativa a artrodese e não à descompressão. A artrodese está indicada, quando há instabilidade da coluna ou recidiva de hérnia de disco, ou quando a cirurgia proposta irá causar instabilidade, como em casos de algumas cirurgias tradicionais. A cirurgia endoscópica da coluna tem mínima chance de causar instabilidade e deve ser a opção inicial para casos de hérnia de disco e estenoses da coluna, antes da artroplastia. Não faz sentido substituir um disco original, se esse ainda apresentar chance de bom funcionamento, após uma cirurgia minimamente invasiva.

 

Dr. Marcelo Amato

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A clamídia causa infertilidade?

Fertilidade - seg, 07/29/2019 - 18:21

Clamidia

A clamídia afeta muitos homens e mulheres em algum momento de suas vidas e é muito comum entre os jovens. É uma doença sexualmente transmissível que pode ser facilmente tratada com antibióticos. No entanto, muitas vezes permanece sem sintomas e, se não for tratada, pode ter sérios efeitos a longo prazo para homens e mulheres.

 

Quais efeitos a longo prazo a clamídia pode causar em mulheres?

A clamídia pode causar uma série de efeitos a longo prazo em homens e mulheres.

 

Nas mulheres, a infecção pode causar:

 

Nos homens, a clamídia pode causar:

 

A clamídia no ânus pode causar complicações em ambos os sexos, pois pode causar uma inflamação da membrana mucosa do ânus. Isso pode levar a sintomas como dor, corrimento, cólicas ou diarreia.

A presença de bactérias da clamídia também aumenta o risco de contrair outras doenças sexualmente transmissíveis, incluindo HIV.

E se a clamídia não for tratada por vários anos?

Não há um intervalo de tempo específico em que você possa ter complicações devido à clamídia. É possível transportar as bactérias durante vários anos sem sofrer efeitos a longo prazo. Cada paciente é diferente e é difícil prever se uma infecção existente causou alguma complicação se você não notou nenhum sintoma de clamídia.

Quanto mais tempo a DST permanecer sem tratamento, maior o risco de complicações e danos permanentes, como infertilidade.

A clamídia torna homens e mulheres inférteis?

Estima-se que 10% a 40% das mulheres que contraem clamídia desenvolvam a doença inflamatória pélvica (DIP) como resultado. DIP pode afetar o útero, ovários ou as trompas de falópio. Se a inflamação persistir por um longo período de tempo, pode causar cicatrizes e bloquear as tubas uterinas. Se as trompas de falópio estão bloqueadas, o espermatozoide não chega a um óvulo, o que significa que você pode ficar infértil. Isso significa que a clamídia pode causar infertilidade após causar uma DIP.  

Não se sabe o quão comum é para as mulheres se tornarem inférteis após uma infecção por clamídia, mas alguns especialistas estimam que a clamídia é responsável por até um em cada cinco casos de infertilidade em mulheres.

No entanto, a clamídia não afeta apenas a fertilidade feminina, mas também pode afetar a fertilidade masculina. Pode levar a uma menor contagem de espermatozoides e ter um impacto negativo na qualidade do esperma. Também aumenta o risco de uma inflamação chamada epididimite (que afeta o tubo que transporta o esperma), o que pode levar a cicatrizes e resultar em infertilidade.

Quanto tempo leva para a clamídia torná-lo infértil?

Quanto tempo leva para a clamídia causar danos permanentes ao seu sistema reprodutivo não é sabido. Se isso afeta sua fertilidade vai depender se a infecção se alastra. A regra geral é: quanto mais rápido você tratar, melhor.  

No entanto, o fato de você ter tido clamídia por vários anos não significa necessariamente que você é infértil. Muitas pessoas carregam as bactérias por um longo tempo sem sofrer consequências.

Você pode morrer de clamídia?

A clamídia não é uma ameaça à vida e não causa nenhum impacto permanente na sua saúde se for tratada logo após você ter sido infectada.

Os bebês que contraem clamídia durante o parto podem desenvolver complicações perigosas, como pneumonia. No Brasil não é oferecido de rotina teste de clamídia no início de sua gravidez para garantir que o bebê não seja exposto à bactéria da clamídia, somente havendo sintomas.

Como evitar complicações

Embora a clamídia possa causar complicações graves em algumas pessoas, ela também é uma infecção tratável. Você pode evitar pegá-la ou deixá-la sem tratamento seguindo estas três etapas simples:

  1. Sempre use preservativo ao fazer sexo com um novo parceiro.
  2. Certifique-se de que você e seu parceiro façam o exame antes de fazer sexo pela primeira vez.
  3. Faça o exame para as ISTs uma vez por ano.

 

dstinfecçãoclamídiaO que você achou deste conteúdo?:  0 Sem avaliações
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Síndrome das mãos inchadas

Vascular Pro - seg, 07/29/2019 - 18:13

Quem caminha ou corre enfrenta uma síndrome bem incômoda: “O inchaço das mãos durante a atividade física”.

O que é?

A "Síndrome das mãos inchadas" ocorre quando uma pessoa caminha ou corre por mais de 60 minutos.

O distúrbio é provocado pela circulação sanguínea deficiente durante a prática do exercício.

  1. O sangue depois de ser bombeado para irrigar os órgãos do corpo volta ao coração. Este é o princípio da circulação sanguínea.
  2. No caso dos braços e das mãos, o sangue é levado pelas artérias subclívias direita e esquerda para as veias que irrigam os membros inferiores.
  3. No caminho inverso, as veias lunares braqueria e outras menos profundas retornam o sangue para o musculo cardíaco.
  4. Quando uma pessoa se exercita, a frequência cardíaca aumenta e os vassos se dilatam
  5. A ação da gravidade dificulta o retorno do sangue, causando o inchaço
  6. Como a pessoa não movimenta as mãos elas incham. O incômodo passa minutos depois no final da caminhada ou corrida

Elevar os braços pode acelerar o desinchaço nessa situação.

Outras causas de inchaço:

  • calor
  • doenças renais
  • retenção de líquido
  • artrose
  • anasarca
  • trombose: sim, pode ocorrer trombose em membros superiores; e tromboflebite
  • torções, contusões, traumas
  • insuficiência cardíaca
  • linfedema

É importante fazer o diagnóstico diferencial de Síndrome de Raynaud.

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Compressão no Lipedema

Vascular Pro - ter, 07/23/2019 - 16:39

"Compressão" refere-se a roupas e artigos de vestuário médico que realmente comprimem a pele que está abaixo dela. Pense nisso como uma forma de dar à sua pele uma ajuda extra na propulsão da linfa de volta para o tronco para que seu corpo possa processá-la. Ao comprimir suavemente o tecido, o fluido linfático não se acumula causando problemas. O artigo é sobre compressão no lipedema, mas a compressão também é indicada para ajudar nas varizes e no linfedema.

Há uma variedade de opções de compressão, cada uma com suas vantagens e desvantagens. Quando você tem um distúrbio relacionado à gordura, vestir uma roupa de compressão devidamente equipada:

  • Reduz o acúmulo de fluido
  • Melhora o retorno linfático
  • Diminui a dor e inchaço
  • Pode fazer com que sinta o membro menos pesado
  • Pode ajudar a evitar que o seu distúrbio progrida, evoluindo para fases mais avançadas da doença

Em suma, a roupa de compressão adequada pode melhorar sua qualidade de vida. Recomendamos que você fale com seu médico e um vendedor qualificado de roupas para decidir qual opção funciona melhor para você e seus membros.

Os estilos de compressão variam de acordo com o ponto inicial (capri, sem pés, dedos abertos, dedos fechados) e ponto final (coxa, cintura, cintura alta). A compressão do braço geralmente é completa e pode ir até atrás dos ombros. Luvas para as mãos e meias para os pés estão disponíveis.

Cada paciente é diferente, mas os pacientes com lipedema mais típico se beneficiam de usar algo que começa abaixo do tornozelo (como no meio do pé), sobe toda a perna e sobre o abdômen (o tecido do lipedema e o acúmulo de líquido podem ocorrer até a linha do sutiã). Para os braços, algo que começa abaixo do punho e sobe por todo o braço é provavelmente o melhor.

A compressão também varia por personalização e, portanto, por preço. Tamanhos e formas padrão podem ser compradas na internet e em farmácias, MAS são feitas para pessoas com formas padrão, não necessariamente para corpos em forma de lipedema. É muito importante ter mais pressão aplicada distalmente do que mais perto do tronco (isso é chamado de compressão "graduada"). Vestuário personalizado é o ideal, mas você deve encontrar alguém que possa ajustar ao seu corpo adequadamente e obtê-lo feito personalizado para o seu corpo.

Os custos de compressão podem variar de menos de R$200 para peças prontas até mais de R$1000 para peças personalizadas. Convênios habitualmente não vão cobrir roupas de compressão, mesmo com receita do seu médico. Mas não deixe de entrar em contato com o seu convênio para discutir as opções de cobertura.

Malha Circular e Vestuário de Malha Plana

Trabalho circular de compressão da malha para conter a pele por ser um pouco menor do que o membro para o qual elas foram feitas. As que são vendidas no balcão são normalmente feitas de nylon, têm um trama de quatro vias (o que significa que elas esticam tanto em comprimento quanto em largura) e variam em força de compressão de 8 a 15 mmHg. Elas são finas, o que pode torná-las mais confortáveis, e elas têm compressão graduada, o que significa que estarão mais apertadas no pé e no tornozelo do que no joelho ou na coxa. A desvantagem do material mais fino é que a peça pode se amontoar e garrotear atrás do joelho ou do tornozelo, causando desconforto.

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Escovação a seco

Vascular Pro - ter, 07/23/2019 - 15:44

A escovação a seco pode ser um tratamento coadjuvante fácil e eficaz para reduzir o inchaço no lipedema. Melhora a circulação e o fluxo linfático, além de ser agradável e esfoliante da pele. Procure por um pincel longo manipulado com cerdas naturais. Você vai querer evitar cerdas artificiais, pois elas podem arranhar a pele.

Secar a escova. Você vai usar a escova seca, na pele seca. O objetivo é estimular, não irritar. Se a sua pele ficar vermelha ou começar a doer, pare por um dia ou dois. Você deve segurar o pincel plano contra o corpo para que haja o máximo de contato com a pele quanto possível, e escovar em direção ao coração, cerca de 7 vezes de cada lado.

Para mais informações, consulte os vídeos "Pumping, Vibration, and Dry Brushing #FDRS2016", "Dry Brushing Upper Body" e "Dry Brushing Lower Body" no canal do YouTube da FDRS.

 

 

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Varizes pélvicas e endometriose. Dor pélvica em mulheres.

Fertilidade - ter, 07/23/2019 - 13:07
Endometriose

Varizes Pelvicas

Dr Juliana Amato, ginecologista e obstetra, explica sobre as varizes pélvicas e endometriose nas mulheres.

---transcrição--

Olá meu nome é Juliana Amato. Hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre varizes pélvicas: muito comum hoje em dia queixa de dor abdominal, uma dor pélvica em peso que piora quando a pessoa fica muito tempo de pé e que é muito confundida com a endometriose. Então hoje a gente vai tirar as dúvidas o que é uma varizes pélvica e o que é a endometriose. E diferenciá-las. Então   varizes pélvicas: O que ela é? Ela é muito parecida com uma varizes de perna ou seja ela é um engurgitamento das veias dos vasos dessa região. Uma perda da função dessas válvulas em com esse engurgitamento a gente sente uma dor em peso um cansaço nessa região pélvica e muitas vezes piora com a gravidez porque com a gravidez a gente tem um aumento do peso. O aumento da barriga e com isso o peso da gravidez já piora o peso das varizes pélvicas. E qual é o sintoma principal? É aquela dor em peso mesmo, e ela difere da endometriose porque se a paciente deita, se a pessoa deita, e ela tem uma melhora nessa dor a gente sabe que é porque ela tirou aquela pressão da pelve. Então ela tem uma melhora parcial dessa dor. Já na endometriose isso não acontece a endometriose é uma dor contínua é uma dor que você pode deitar, descansar você não vai tirar essa pressão da pelve porque não é uma dor de pressão é uma dor de processo inflamatório. Então a principal diferença entre diferenciar endometriose e varizes pélvicas é essa característica da dor. E qual é o tratamento dessa varizes pélvicas. O tratamento pode ser cirúrgico ou medicamentoso. Vai depender muito do grau de dor, do grau de varizes. Então como é feito o diagnóstico de varizes pélvicas: é um diagnóstico difícil que é baseado principalmente na característica da dor. Em alguns exames laboratoriais. Porém não é todo  exame que consegue ver essas varizes pélvicas. Os exames de imagem eles não são tão específicos para ver uma ressonância magnética pode não visualizar. Talvez seja necessário uma angioressonância. Não é todo lugar que faz. Aqui em São Paulo tem centros especializados que fazem isso por aí afora no Brasil pode ser que não tenha. Então o principal é falar da sua queixa com o médico, se possível. Esse médico ginecologista tem um contato direto com vascular e os dois fazerem esse diagnóstico em conjunto. O tratamento de varizes pélvicas é a cirurgia. Essa cirurgia não é indicada em todos os casos de varizes. Depende muito do grau da dor e do grau de varizes pélvica. Mas existem tratamentos medicamentosas que auxiliam na diminuição da dor. Se você gostou desse vídeo dê o seu like. Deixe seu comentário se inscreva no canal e ative o sininho de notificação. 

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Endoscopia da Coluna Cervical

Neurocirurgia - seg, 07/22/2019 - 17:22

 

Prótese fixa? Prótese móvel? Conheça a técnica cirúrgica endoscópica, minimamente invasiva, que pode resolver a dor causada pela hérnia de disco cervical sem a necessidade de prótese, sem necessidade de internação hospitalar, incisão de 7-8mm, rápida recuperação e riscos reduzidos.

 

 

Essa técnica é realizada no Instituto Amato

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Miomas uterinos. Leiomiomas no útero. Mal muito frequente.

Fertilidade - sex, 07/19/2019 - 15:34
TRatamento: embolização

Mioma uterino

Dra. Juliana Amato explica sobre esse problema tão comum que atinge tantas mulheres e ainda pode dificultar a gestação.

 

--transcrição-- Olá meu nome é Juliana Amato e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre mioma. Existe muita dúvida se o mioma pode causar infertilidade. Então vamos tirar algumas dúvidas. O que é o mioma? Ele é um tumor benigno muito comum no útero cerca de 70% das mulheres vão ter mioma em alguma época da sua vida mas isso não quer dizer que vai causar infertilidade. Cerca de 50% dessas pacientes não vão ter nenhum problema relacionado à doença durante a sua vida. A gente tem alguns tipos de mioma eles são bem diferenciados e eu vou comentar um pouquinho sobre eles com vocês. A gente tem um mioma subseroso: esse mioma subseroso ele fica na camada externa do útero. E ele não tem repercussão nenhuma para fertilidade da mulher. O que pode ocorrer ele pode aumentar o seu volume durante a vida da mulher e pode causar sangramentos aumentados durante a menstruação. Mas da parte de fertilidade ele não tem alteração. Os miomas submucosos eles ficam na parede dentro do útero muito próximo do endométrio e esse sim se crescerem muito, podem ter alteração na fertilidade porque eles vão competir com o espaço do feto crescer e pode ter casos de abortamento, de trabalhos de parto prematuro. Então esses merecem ser tratados. Existem os miomas intramurais. Esses miomas intramurais eles ficam na camada de dentro do útero na parede uterina. Esses se crescerem muito podem abaular a cavidade do endométrio e pode dar algum problema de infertilidade sim. Mioma não dá sintoma nenhum, a não ser que ele esteja numa dimensão um pouquinho maior que começa dar irregularidade menstrual. Com o aumento do fluxo menstrual. Mas, normalmente, se eles são pequenos, eles não causam nenhum sintoma. E o tratamento para esse tipo de mioma. Depende muito da localização desse mioma. Hoje em dia a cirurgia que a gente usa pra mioma chama embolização uterina. Essa embolização uterina consiste em uma cirurgia endovascular onde se coloca um cateter no vaso. Esse cateter chega até os vasos de nutrição do útero e lá se colocam microembolos que fecham essa circulação e com isso esses miomas param de receber essa nutrição e eles necrosam. Eles morrem. Eles não saem dali mas eles vão diminuindo de volume com o tempo. Porque é que é mais interessante fazer uma embolização de mioma no aspecto reprodutivo do que uma cirurgia para retirar esse mioma como uma laparoscopia como o histeroscopia porque no caso da embolização não vão ter cicatrizes uterinas então não vão ter áreas de fragilidade e não vão ter cortes. Isso é importante para uma futura gravidez.

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Respiração profunda

Vascular Pro - dom, 07/14/2019 - 11:36

Muitas pacientes relatam uma melhora no fluxo linfático apenas por meio do padrão respiratório. E acontece que elas estão certas. Respirar de maneira a causar uma expansão profunda e a contração do diafragma estimula o sistema linfático, massageia os órgãos internos, estimula o corpo a se livrar das toxinas e reduz o estresse. Este último é particularmente importante para pacientes com desordens relacionadas à gordura (lipedema, Dercum), já que o estresse pode ser um gatilho para esses sintomas.

Incorporar exercícios que se concentram na respiração, como Tai Chi, Yoga (linfática) e Pilates pode ser especialmente eficaz para aqueles pacientes que sofrem de uma doença relacionada à gordura.

A FDRS tem um vídeo sobre respiração profunda em seu canal no YouTube, "Deep Breathing Demonstration #FDRS2016", veja:

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Lipoaspiração no lipedema

Vascular Pro - dom, 07/14/2019 - 11:17

O primeiro passo para administrar seu lipedema deve ser sempre realizar terapias conservadoras, incluindo: compressão, um plano de alimentação saudável, dieta antiinflamatória, pobre em carboidratos processados ​​e açúcares refinados, exercício físico, Drenagem Linfática, carboxiterapia, suporte emocional, suplementos, medicamentos e escovação a seco. Para atingir os melhores resultados, é necessário acompanhamento com médico especialista em Lipedema/Dercum. No entanto, a lipoaspiração pode ser necessária se você estiver com dor importante, tiver mobilidade e/ou marcha alterada ou sentir tensão em qualquer articulação, como o joelho. Tenha em mente que a lipoaspiração é uma cirurgia, portanto, há riscos envolvidos, incluindo dor pós-operatória, sangramento e infecção.

Lipoaspiração para lipedema não é um procedimento estético. De fato, devido a problemas potenciais de retração da pele, os resultados estéticos podem não ser significativos. Mas a lipoaspiração pode oferecer alívio da dor para os pacientes com lipedema e doença de Dercum. No entanto, isso deve ser feito de uma forma que cause o menor dano possível ao sistema linfático. Nossa equipe é experiente em lipoaspiração para tratamento de distúrbios relacionados à gordura.

Ninguém sabe por que a lipoaspiração funciona para aliviar a dor, já que a massa total removida pode ser bem pequena. Embora a lipoaspiração não seja para perda de peso, alguns especialistas acreditam que o procedimento altera o processamento metabólico, o que faz com que alguns pacientes tenham perda de peso durante os primeiros 18 meses após a cirurgia.

Quase todos os procedimentos de lipoaspiração usam o que é chamado de técnica tumescente para minimizar hematomas, perda de sangue e proteger os vasos linfáticos. Durante a lipoaspiração, o cirurgião satura o tecido com líquido tumescente e anestesia antes de aspirar a gordura.

Muitas técnicas diferentes podem ser usadas durante um procedimento de lipoaspiração. Cada uma tem benefícios e riscos. Lipoaspiração assistida por jato de água, lipoaspiração assistida por ultrassom, lipoaspiração vascular (uma forma de lipoaspiração assistida por ultrassom), lipoaspiração assistida por computador e lipoaspiração assistida por laser são tipos diferentes de dispositivos usados ​​para formar lipoaspiração. O mais importante não é o dispositivo em si, mas sim quem é o cirurgião, como ele é treinado, sua experiência com lipedema e seus resultados.

Durante a sua consulta, faça as seguintes perguntas:

  • Eu sou um bom candidato para lipoaspiração para lipedema/Dercum?
  • Como você define um procedimento bem-sucedido - reduz os resultados estéticos, retardando a progressão da doença?
Tags: lipoaspiraçãolipedemacirurgiavascular Select ratingGive Lipoaspiração no lipedema 1/5Give Lipoaspiração no lipedema 2/5Give Lipoaspiração no lipedema 3/5Give Lipoaspiração no lipedema 4/5Give Lipoaspiração no lipedema 5/5 Average: 5 (1 vote)
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Ovário policístico e infertilidade. Causa de dificuldade para engravidar

Fertilidade - sex, 07/12/2019 - 09:42
Ovário policístico e infertilidade

Ovário policístico e infertilidade

Dra Juliana Amato, ginecologista e obstetra do Instituto Amato fala sobre um problem muito comum, o ovário policístico e sua associação com a infertilidade, ou seja, a dificuldade de engravidar e ter bebês.

-- transtrição --

Hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre ovário policístico infertilidade e o que é o ovário policístico. Ela é uma síndrome e essa síndrome ela é causada por alterações hormonais e caracterizada por alterações no ciclo menstrual. Então ou pára-se de menstruar (não tem a menstruação) ou essa mensuração é bem regular: a cada 50 dias a cada dois meses está associado também com alterações de pele como acne e aumenta muito o risco cardiovascular, aumenta o risco de diabetes e hipertensão. Mais para frente na sua vida. Então é uma síndrome que deve ser tratada, causa infertilidade porque não tendo esse ciclo regulares não tem ovulação então fica muito difícil de engravidar. A prevalência é de 10 a 15% na população. A gente faz o diagnóstico mais nas adolescentes mas ocorre muito de fazer o diagnóstico já com 20-30 anos de idade. O importante é tratar antes de querer engravidar porque existe o tratamento que diminui essa resistência à insulina e com isso, com a perda de peso, com essa diminuição da resistência da insulina a pessoa  começa a menstruar novamente e ela começa a ovular e pode ter até uma gravidez natural. Mas se não tratada fica mais difícil como é feito o diagnóstico da síndrome da síndrome do ovário policístico? Ela é feita através do ultrassom transvaginal onde vai ver a presença de vários folículos característica de anel de conta na periferia desses ovários e também por alterações hormonais e de insulina. O tratamento do ovário policístico ele consiste em tratamento hormonal através de anticoncepcionais ou através de tratamentos que diminuem essa resistência à insulina. Porém a melhor pessoa que vai indicar esse tratamento é o seu médico, de acordo com o grau dos seus sintomas no caso de pacientes que estão tentando engravidar como se faz o tratamento desse ovário policístico? Normalmente a gente tenta se tratar um pouco antes mas dependendo da idade da paciente a gente já parte para uma tentativa de gravidez que pode ser: Se a causa fosse somente o ovário policístico não tiver nenhuma causa associada tanto a masculina quanto outra causa feminina de infertilidade. Podemos fazer uma indução da ovulação com coito programado ou uma inseminação intrauterina. Se você gostou desse vídeo e se inscreva no nosso canal dê o seu lá e deixe seu comentário e ative esse sininho de notificação para ver mais videos. Obrigada. 

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Endometriose e infertilidade. Dificuldade de engravidar.

Fertilidade - sex, 07/12/2019 - 09:37
Endometriose e infertilidade

Endometriose e infertilidade

Dra Juliana Amato, ginecologista e obstetra do Instituto Amato fala sobre a doença comum endometriose e como ela afeta a reprodução humana com infertilidade e dificuldade de engravidar.

--transcrição--

Meu nome é Juliana Amato eu sou ginecologista e obstetra e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre a endometriose e infertilidade. Como nós estamos em  junho, junho é o mês da conscientização da endometriose e o que é endometriose. A endometriose é uma doença caracterizada pela presença do tecido do endométrio tecido que reveste o útero por dentro fora da cavidade. O que ocorre é que esse tecido ele passa pela trompa. Ele tem uma regurgitação pelas trompas e ele vai se fixando em locais fora do útero como cavidade abdominal como intestino bexiga. Isso vai causando uma série de processos inflamatórios contínuos dentro dessa cavidade abdominal e esse processo inflamatório  pode causar aderência. Essas aderência podem comprometer a trompa e com isso a dificuldade para engravidar.  A endometriose tem uma prevalência de 10 a 15% na população em geral. Como que a gente sabe que a gente tem endometriose? O principal sintoma da endometriose é a dor! Como é caracterizada essa dor? É uma dor intensa uma dor contínua e uma dor que parece uma cólica. Ela pode estar localizada em baixo ventre. Ela pode ser uma dor mais peri-anal. Pode acontecer após relação sexual e após a evacuação. É muito importante lembrar que a endometriose em uma porcentagem pequena das mulheres pode não causar nenhum sintoma de dor. Mas isso não quer dizer que ela não possa ter a doença. Então é importante passar no seu ginecologista e falar sobre esses sintomas e fazer seus exames de rotina. O diagnóstico da endometriose  é realizado através do exame físico do médico, da história da paciente e de exames laboratoriais. Tem que ser exames bem específicos e realizados por radiologistas experientes em endometriose. Porque muitas vezes numa ressonância magnética ou um transvaginal normal. Essa endometriose não é detectada tem que haver um preparo especial para a realização desses exames e tem que ser avaliado com uma pessoa experiente em endometriose. Qual é o tratamento da endometriose? A endometriose pode ser tratada através de hormônios que impedem a evolução da doença ou por cirurgia mas muitas vezes essa cirurgia não é indicada ela é muito controversa depende muito do grau dessa endometriose. Essa endometriose profunda vai precisar realmente de uma cirurgia mas se é uma endometriose leve a medicação já mantém estável essa evolução da endometriose. Importante lembrar que não tem cura é uma doença evolutiva mas que tem um tratamento que mantém essa doença estável. Se você gostou do nosso vídeo se inscreva no canal de seu like, deixa seu comentário e ative a Sininho de notificação para receber mais videos. 

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Abortamento recorrente

Fertilidade - ter, 07/02/2019 - 14:17
Abortamento e infertilidade

Aborto recorrente

Dra Juliana Amato, ginecologista do Instituto Amato fala sobre abortamento recorrente.

-- transcrição --

Meu nome é dra Juliana Amato sou ginecologista obstetra e hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre abortamento recorrente.  O que é o abortamento recorrente e a perda gestacional precoce no primeiro trimestre da gravidez que ocorre por mais de duas vezes. O abortamento é muito comum se acontecer uma em cada cinco gestações normais acabam em abortamento. Porém quando essas perdas começam a ficar frequentes é necessário investigação. E Porque essas abortamentos ocorrem: o abortamento é causa de uma seleção natural. Ou seja são alterações cromossômicas que ocorrem nesse feto e que a natureza por si própria dá um jeito de eliminar. A prevalência de abortamento recorrente é menos de 5% na população. E as causas principais desse abortamento como eu já falei são as alterações cromossômicas então aqui a gente pode citar as  monossomias, as   trissomias,  a síndrome de Down,  Síndrome de Turner, as anomalias incompatíveis com a vida. A gente pode citar também alterações uterinas ou alterações na formação do útero como presença de septos no útero presença de alguma malformação uterina incompatível com a evolução dessa gravidez. As alterações hormonais também ocorrem muito como causa de abortamento. Aqui a gente pode citar o hipotireoidismo o hipertireoidismo quando eles estão descompensados. Eles podem levar abortamento assim como um aumento de um hormônio produzido na lactação, que se produzido fora dela, fora do período de amamentação, também pode levar a abortamento. Por isso o importante nos casos de pacientes que já fazem um acompanhamento de hipo ou  hipertireoidismo antes de engravidar passar no seu médico e ver se essas alterações hormonais  estão compensadas com a medicação. Se é necessário aumentar ou diminuir a sua dose. 

Além disso uma causa muito frequente que a gente tem visto hoje em dia dos abortos recorrentes é a trombofilia. E o que é a trombofilia? A trombofilia é a pré disposição que o paciente tem que a pessoa tem a formar trombos NA VEIA. E essa trombofilia, causando essa trombose. Ela altera a circulação da gravidez para esse útero e causam as perdas gestacionais. Hoje em dia se fala muito em trombofilia. Existem exames de sangue que fazem o diagnóstico e pode ser realizado um tratamento durante a gravidez toda que previne essa formação desses trombos e a gravidez se completa naturalmente chegando até o nascimento do neném. Se você gostou do nosso vídeo deixe seu like que comente ative o sininho de notificação. Inscreva-se no nosso canal.

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Desgaste da Coluna Lombar

Neurocirurgia - ter, 06/25/2019 - 10:51

Envelhecimento da coluna lombar
 
O processo de artrose ou desgaste da coluna lombar que ocorre com a idade, pode restringir os movimentos das pernas. As famosas hérnias de disco e bicos de papagaio, além de deformidades que aparecem com o decorrer do tempo, quando associadas com uma predisposição genética do indivíduo podem levar a uma condição de que chamamos de estenose de canal lombar. Geralmente pacientes acima de 60 anos, que começam a se queixar de peso ou dormência nas pernas ao caminhar. Antes conseguiam andar 30 minutos até que os sintomas aparecessem. Esse tempo vai reduzindo e após alguns minutos andando, as pernas podem adormecer, perder força ou então doer, e a pessoa é obrigada a parar para descansar, geralmente em posição curvando a coluna. 
O que está acontecendo na coluna, é que o processo de artrose leva a um estreitamento do canal por onde passam os nervos, e são esses nervos que levam toda a informação das pernas para o cérebro, então, por causa da compressão esse sinal é interrompido na coluna. 
Dependendo do grau de compressão e dos sintomas, o tratamento pode ser clínico com medicamentos e fisioterapia. Além disso é importante a prevenção, hábitos de vida saudáveis como alimentação, sono e atividade física tardam o envelhecimento do corpo e consequentemente da coluna. Em casos graves, o tratamento cirúrgico pode ser necessário. A técnica de descompressão por vídeo é uma alternativa mais recente que permite que o procedimento seja feito em nível ambulatorial, ou seja sem necessidade de internação hospitalar, o paciente faz a cirurgia e cerca 3 horas após o procedimento, levanta e vai para casa, geralmente já com melhora dos sintomas. O Instituto Amato possui uma sala de cirurgia especialmente desenhada para esse tipo de procedimento endoscópico.
 
Veja o vídeo explicativo: https://www.neurocirurgia.com/content/envelhecimento-da-coluna
 
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Vídeo - Envelhecimento da coluna

Neurocirurgia - sab, 06/22/2019 - 19:00

Canal Estreito Lombar - A artrose ou desgaste da coluna lombar pode causar compressão dos nervos e consequente fraqueza das pernas. Geralmente acomete pessoas com mais de 60 anos de idade. A endoscopia de coluna é alternativa cirúrgica minimamente invasiva para a descompressão desses nervos.

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